sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Nenhuma sociedade no passado ou no presente vive sem uma ética. Como seres sociais, precisamos elaborar certos consensos, coibir certas ações e criar projetos coletivos que dão sentido e rumo à história. Hoje, devido ao fato da globalização, constata-se o encontro de muitos projetos éticos nem todos compatíveis entre si. Face à nova era da humanidade, agora mundializada, sente-se a urgência de um patamar ético mínimo que possa ganhar o consentimento de todos e assim viabilizar a convivência dos povos. Vejamos, sucintamente, como na história se formularam as éticas.
-
-
ÉTICA PARA A NOVA ERA
Leonardo Boff
Teólogo, filósofo e escritor. Autor de Saber cuidar. Ética do humano, compaixão pela Terra, Vozes. Publicado em ADITAL.
Uma permanente fonte de ética são as religiões. Estas animam valores, ditam comportamentos e dão significado à vida de grande parte da humanidade que, a despeito do processo de secularização, se rege pela cosmovisão religiosa. Como as religiões são muitas e diferentes, variam também as normas éticas. Dificilmente se pode fundar um consenso ético, baseado somente no fator religioso. Qual religião tomar como referência? A ética fundada na religião possui, entretanto, um valor inestimável por referi-la a um último fundamento que é o Absoluto.
A segunda fonte é a razão. Foi mérito dos filósofos gregos terem construído uma arquitetônica ética fundada em algo universal, exatamente na razão, presente em todos os seres humanos. As normas que regem a vida pessoal chamaram de ética e as que presidem a vida social chamaram de política. Por isso, para eles, política é sempre ética. Não existe, como entre nós, política sem ética.
Esta ética racional é irrenunciável mas não recobre toda a vida humana, pois existem outras dimensões que estão aquém da razão como a vida afetiva ou além como a estética e a experiência espiritual.
A terceira fonte é o desejo. Somos seres, por essência, desejantes. O desejo possui uma estrutura infinita. Não conhece limites e é indefinido por ser naturalmente difuso. Cabe ao ser humano dar-lhe forma. Na maneira de realizar, limitar e direcionar o desejo, surgem normas e valores. A ética do desejo se casa perfeitamente com a cultura moderna que surgiu do desejo de conquistar o mundo. Ela ganhou uma forma particular no capitalismo no seu afã de realizar todos os desejos. E o faz excitando de forma exacerbada todos os desejos. Pertence à felicidade, a realização de desejos mas, atualmente, sem freios e controles, pode pôr em risco a espécie e devastar o planeta. Precisamos incorporá-la em algo mais fundamental.
A quarta fonte é o cuidado, fundado na razão sensível e na sua expressão racional, a responsabilidade. O cuidado está ligado essencialmente à vida, pois esta, sem o cuidado, não persiste. Dai haver uma tradição filosófica que nos vem da antiguidade (a fábula-mito 220 de Higino) que define o ser humano como essencialmente um ser de cuidado. A ética do cuidado protege, potencia, preserva, cura e previne. Por sua natureza não é agressiva e quando intervém na realidade o faz tomando em consideração as consequências benéficas ou maléficas da intervenção. Vale dizer, se responsabiliza por todas as ações humanas. Cuidado e responsabilidade andam sempre juntos.
Essa ética é hoje imperativa. O planeta, a natureza, a humanidade, os povos, o mundo da vida (Lebenswelt) estão demandando cuidado e responsabilidade. Se não transformarmos estas atitudes em valores normativos dificilmente evitaremos catástrofes em todos os níveis. Os problemas do aquecimento global e o complexo das varias crises, só serão equacionados no espírito de uma ética do cuidado e da responsabilidade coletiva. É a ética da nova era.
A ética do cuidado não invalida as demais éticas, mas as obriga a servir à causa maior que é a salvaguarda da vida e a preservação da Casa Comum para que continue habitável.
Leonardo Boff
Teólogo, filósofo e escritor. Autor de Saber cuidar. Ética do humano, compaixão pela Terra, Vozes. Publicado em ADITAL.
Uma permanente fonte de ética são as religiões. Estas animam valores, ditam comportamentos e dão significado à vida de grande parte da humanidade que, a despeito do processo de secularização, se rege pela cosmovisão religiosa. Como as religiões são muitas e diferentes, variam também as normas éticas. Dificilmente se pode fundar um consenso ético, baseado somente no fator religioso. Qual religião tomar como referência? A ética fundada na religião possui, entretanto, um valor inestimável por referi-la a um último fundamento que é o Absoluto.
A segunda fonte é a razão. Foi mérito dos filósofos gregos terem construído uma arquitetônica ética fundada em algo universal, exatamente na razão, presente em todos os seres humanos. As normas que regem a vida pessoal chamaram de ética e as que presidem a vida social chamaram de política. Por isso, para eles, política é sempre ética. Não existe, como entre nós, política sem ética.
Esta ética racional é irrenunciável mas não recobre toda a vida humana, pois existem outras dimensões que estão aquém da razão como a vida afetiva ou além como a estética e a experiência espiritual.
A terceira fonte é o desejo. Somos seres, por essência, desejantes. O desejo possui uma estrutura infinita. Não conhece limites e é indefinido por ser naturalmente difuso. Cabe ao ser humano dar-lhe forma. Na maneira de realizar, limitar e direcionar o desejo, surgem normas e valores. A ética do desejo se casa perfeitamente com a cultura moderna que surgiu do desejo de conquistar o mundo. Ela ganhou uma forma particular no capitalismo no seu afã de realizar todos os desejos. E o faz excitando de forma exacerbada todos os desejos. Pertence à felicidade, a realização de desejos mas, atualmente, sem freios e controles, pode pôr em risco a espécie e devastar o planeta. Precisamos incorporá-la em algo mais fundamental.
A quarta fonte é o cuidado, fundado na razão sensível e na sua expressão racional, a responsabilidade. O cuidado está ligado essencialmente à vida, pois esta, sem o cuidado, não persiste. Dai haver uma tradição filosófica que nos vem da antiguidade (a fábula-mito 220 de Higino) que define o ser humano como essencialmente um ser de cuidado. A ética do cuidado protege, potencia, preserva, cura e previne. Por sua natureza não é agressiva e quando intervém na realidade o faz tomando em consideração as consequências benéficas ou maléficas da intervenção. Vale dizer, se responsabiliza por todas as ações humanas. Cuidado e responsabilidade andam sempre juntos.
Essa ética é hoje imperativa. O planeta, a natureza, a humanidade, os povos, o mundo da vida (Lebenswelt) estão demandando cuidado e responsabilidade. Se não transformarmos estas atitudes em valores normativos dificilmente evitaremos catástrofes em todos os níveis. Os problemas do aquecimento global e o complexo das varias crises, só serão equacionados no espírito de uma ética do cuidado e da responsabilidade coletiva. É a ética da nova era.
A ética do cuidado não invalida as demais éticas, mas as obriga a servir à causa maior que é a salvaguarda da vida e a preservação da Casa Comum para que continue habitável.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
REFORMA DA SEDE SEGUE EM RITMO ACELERADO
Continua em ritmo acelerado a reforma do prédio onde será instalada a sede do MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO na Rua Araújo Bivar, nº 580, bairro da Pajuçara.O cronograma de trabalhos previamente estabelecido vem sendo cumprido dentro do planejado e antes do final de fevereiro a Equipe Cidade estará anunciando a data da inauguração, que deverá ocorrer na primeira quinzena de março com um café da manhã para os mefecistas, autoridades civis e eclesiásticas. A primeira etapa da reforma está sendo realizada com recursos conseguidos junto a mefecistas, empresários e profissionais liberais.
O imóvel era do tipo casa e foi necessário se fazer reformas para se ter as condições mínimas para funcionar como Sede do MFC, quando concluída, o prédio contará com auditório, salas para secretaria, coordenação da equipe cidade e estadual, leitura e lazer, copa e arquivo, além de salas para atendimento clínico, psicológico e odontológico, tudo climatizado. Numa segunda etapa, o prédio contará com novos equipamentos e mobiliários.
Com o sonho da Sede concretizado, a Equipe Cidade pretende colocar em prática um programa de assistencialismo com palestras para as famílias, atendimentos psicológicos, clínicos e odontológicos, etc., utilizando a mão de obra disponível dentro do próprio MFC em parceria com órgãos públicos e privados. O MFC já recebeu de doação, os equipamentos para o consultório odontológico.
“Deixarei para as próximas administrações um sonho que não é apenas meu e de Fátima, é de todos os mefecistas que amam o Movimento... a nossa Sede. Espero que nossos sucessores possam dar continuidade ao trabalho iniciado por nossa Equipe. Vamos entregar a coordenação do MFC MACEIÓ com uma estrutura nunca vista nesses 30 anos de MFC em Alagoas". Disse James, coordenador geral do MFC MACEIÓ.
James convida os mefecistas a visitarem a reforma da Sede que já está na fase de acabamento. O endereço é: RUA ARAÚJO BIVAR, Nº 580, PAJUÇARA (Rua do Estádio do CRB, vizinho ao Bptran e defronte ao Colégio Estadual Benedito de Moraes).
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
FAMÍLIA NA FOLIA É SUCESSO NO JARAGUÁ FOLIA
O MFC - Movimento Familiar Cristão de Maceió conseguiu, mais uma vez, superar as limitações e participar da melhor prévia carnavalesca de Maceió e uma das melhores do Brasil, o JARAGUÁ FOLIA. O corredor da folia foi testemunha do empenho e desenvoltura de cada folião mefecista, parente ou amigo que por lá passou desfilando no FAMÍLIA NA FOLIA.
-
Salta aos olhos, mesmo dos que não querem enxergar, que o sucesso do Bloco se deve única e exclusivamente ao clima de espontaneidade e compromisso de cada mefecista folião. Mesmo com investimentos insuficientes, o Bloco continua a crescer e está consolidado. O corredor do JARAGUÁ FOLIA ficou pequeno para a participação contagiante dos foliões do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA.
-
Na sua segunda edição, o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA desfilou na última sexta-feira (05), com muita alegria ao som da Orquestra de Frevo do Mestre Aldo, da vizinha cidade de Marechal Deodoro, que tocou desde a concentração até o final do desfile.
-
“Esse Bloco é a prova que o carnaval continua sendo uma festa para todas as idades, neste Bloco tem netos, filhos, pais, avós... toda família brincando com muita alegria, disposição e frevo no pé, e principalmente com muita segurança. Esperamos que as futuras coordenações do MFC MACEIÓ dê continuidade a esse Bloco e que nos futuros carnavais estejamos novamente desfilando no FAMÍLIA NA FOLIA”. Disse Penha (Grupo Caná da Galileia).
-
"Todas as despesas do Bloco foram pagas com doações conseguidas junto a parceiros. E por decisão do nosso coordenador geral, James, o valor adquirido com a venda das camisas do Bloco será entregue a tesouraria do MFC MACEIÓ para investir no seu programa de evangelização". Afirmou Vamberto (Grupo Amizade).
-
Vejam através de algumas fotos o registro da alegre e contagiante participação do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA no corredor da folia do JARAGUÁ FOLIA 2010.
-terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
MAGISTRADO APRESENTA PROJETO DE ASSISTENCIALISMO A MEFECISTAS
O Juiz de Direito das Comarcas de Paripueira e Barra de Santo Antônio, Dr. Josemir Pereira de Souza, se reuniu na última quarta-feira (03), no Restaurante Famiglia Giuliano, com o coordenador do MFC MACEIÓ, James Magalhães, vice-coordenador, Vamberto, tesoureiro, Gilson, e assessor de comunicação, Jorge, para apresentar o “PROJETO DONA JUSTA” de sua autoria. Participou também da reunião o Promotor Público Delfino Costa Neto.Segundo o magistrado, o Poder Judiciário conta com recursos que podem ser revertidos às causas sociais. Embora isso já aconteça em certa medida, o projeto contempla uma utilização mais eficiente desses recursos, assim como o aproveitamento de outras fontes de contribuição, tais como penas alternativas, doações de cestas básicas e contribuições pessoais e espontâneas.
Como magistrado, e atuando em algumas comarcas do litoral norte alagoano, o magistrado observou a necessidade e dificuldade de se aplicar medidas sócio-educativas, bem como a prestação de serviços à comunidade por parte daqueles que cometem crimes de menor potencial ofensivo. Esses recursos poderiam estar sendo gerenciados à comunidade uma infra-estrutura de apoio aos jovens infratores, carentes e idosos, dentro de uma lógica de prevenção de situações de riscos sociais, etc. Esse gerenciamento profissional teria, também como obrigação, procurar meios de tornar o projeto auto-sustentável em vários de seus aspectos.
Por outro lado, ao identificar, claramente, a fonte dos recursos, o projeto, através de sua marca “Dona Justa”, procura realçar de forma positiva a imagem do Poder Judiciário junto à população, visando consolidar o conceito de uma Instituição comprometida com a proteção da comunidade.
Segundo o projeto do magistrado, todos os recursos seriam concentrados sob o controle de uma única organização não governamental ou departamento do judiciário, com o intuito de utilizá-los da maneira mais racional possível. Seriam criados Centros, denominados Centros Sociais “Dona Justa”, que de acordo com os recursos obtidos, poderiam desenvolver as mais variadas ações assistenciais e de desenvolvimento social. Esses Centros poderiam ser de caráter regional, visando o melhor aproveitamento de recursos locais. As ações poderiam ser de caráter próprio ao projeto ou em parceria com ações comunitárias locais já existentes.
Dependendo dos recursos disponíveis, ações importantes poderiam ser desenvolvidas como Curso de Capacitação de Artesãos; Desenvolvimento de Hortas Comunitárias e Criação de Animais; Cursos Profissionais para Jovens; Palestras Educativas para Jovens, Pais, etc.; Produção de Jornal Comunitário; Capacitação de Jovens em Informática; Atividades de Apoio às pessoas da Melhor Idade; Tratamento Médico e Odontológico; Ações Educativas de caráter Ambiental; Criação de Centros de trabalho para cumprimento de Penas Alternativas e Assistência Jurídica.
É necessária a criação de um projeto-piloto e já existe a promessa de doação de uma gleba para o projeto, na região de Paripueira/Barra de Santo Antônio, pela Usina Santo Antônio. Uma vez refinado, o modelo de gestão, se poderia promover a criação de outros centros nas demais regiões de Alagoas.
MFC
A coordenação do MFC MACEIÓ disse que com a inauguração da nova sede do Movimento Familiar Cristão de Maceió pretende colocar em prática um programa de assistencialismo para as famílias carentes de Maceió, com apoio de órgãos públicos, industriais e comerciantes alagoanos e que o projeto Dona Justa poderá, em parte, ser utilizado no MFC, parabenizando o magistrado pela elaboração do projeto “Dona Justa”.
James afirmou que pensando já no programa de assistencialismo, a Equipe Cidade já autorizou a instalação de salas para atendimento odontológico, clínico e psicológico. Os equipamentos para o consultório odontológico já foram conseguidos através de doação. Entendimentos estão sendo mantidos pela Equipe Cidade para que na inauguração da Sede, os demais consultórios estejam equipados e mobiliados.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
5º DOMINGO DO TEMPO COMUM
ACEITAR O DESAFIO DO MESTRE
Pe. Claudiano A. dos Santos, ssp
O pescador estranhou a ordem daquele que estava pregando às multidões. Tinham se esforçado por toda a noite, e aparentemente não havia razão para que, de repente, as coisas melhorassem. No entanto, esse pescador aceitou o desafio proposto por aquele mestre de avançar para águas mais profundas. O resultado foi surpreendente: peixes em abundância e uma missão nova para Simão Pedro, Tiago e João.
O encontro do pescador Simão com o Senhor nos ajuda a perguntar como se dá o nosso encontro com Jesus e como isso modifica a nossa vida. Pode acontecer que escutemos a palavra do Mestre, como a multidão. Mas não basta ouvir a pregação de longe, como se se tratasse de coisa alheia, distante. É preciso que haja um encontro, um toque pessoal, uma descoberta desconcertante, a ponto de nos fazer interpretar a vida, o mundo, as coisas de modo novo.
Precisamos entender, cada vez mais, que não basta nos declarar seguidores de Jesus apenas por tradição cultural ou familiar – ainda que esta tenha seu valor. Inspirados nos primeiros seguidores, devemos deixar tudo. E “deixar tudo” não significa necessariamente deixar os afazeres cotidianos, mas modificar nosso modo de perceber as coisas. Deixar de olhar as pessoas como ameaça, concorrência. Olhar as pessoas com caridade. Quando fazemos essa experiência, passamos a perceber a fartura existente à nossa volta e, como Pedro, que ficou maravilhado diante da grande quantidade pescada, admiramo-nos com o bem que podemos fazer, apesar de sermos pecadores.
Pe. Claudiano A. dos Santos, ssp
O pescador estranhou a ordem daquele que estava pregando às multidões. Tinham se esforçado por toda a noite, e aparentemente não havia razão para que, de repente, as coisas melhorassem. No entanto, esse pescador aceitou o desafio proposto por aquele mestre de avançar para águas mais profundas. O resultado foi surpreendente: peixes em abundância e uma missão nova para Simão Pedro, Tiago e João.
O encontro do pescador Simão com o Senhor nos ajuda a perguntar como se dá o nosso encontro com Jesus e como isso modifica a nossa vida. Pode acontecer que escutemos a palavra do Mestre, como a multidão. Mas não basta ouvir a pregação de longe, como se se tratasse de coisa alheia, distante. É preciso que haja um encontro, um toque pessoal, uma descoberta desconcertante, a ponto de nos fazer interpretar a vida, o mundo, as coisas de modo novo.
Precisamos entender, cada vez mais, que não basta nos declarar seguidores de Jesus apenas por tradição cultural ou familiar – ainda que esta tenha seu valor. Inspirados nos primeiros seguidores, devemos deixar tudo. E “deixar tudo” não significa necessariamente deixar os afazeres cotidianos, mas modificar nosso modo de perceber as coisas. Deixar de olhar as pessoas como ameaça, concorrência. Olhar as pessoas com caridade. Quando fazemos essa experiência, passamos a perceber a fartura existente à nossa volta e, como Pedro, que ficou maravilhado diante da grande quantidade pescada, admiramo-nos com o bem que podemos fazer, apesar de sermos pecadores.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
PANDEMIAS HISTÓRICAS
A imprensa noticiou recentemente a proliferação da gripe tipo A, mais conhecida como gripe suína. Em virtude da rápida transmissão do vírus pelo mundo, a Organização Mundial de Saúde elevou o alerta de pandemia para o segundo nível.O mundo já foi palco de cinco grandes pandemias causadas por proliferação de vírus. Veja-as abaixo:
A PESTE PELOPONESA
A primeira pandemia que se tem notícia foi descrita pelo historiador grego Tucídides.
Durante a guerra do Peloponeso entre Atenas e Esparta, uma grande peste dizimou cerca de 30.000 cidadãos de Atenas, o que equivalia a aproximadamente um terço dos atenienses.
As pessoas eram "subitamente atacadas por violentas dores de cabeça, vermelhidão e inflamação nos olhos. A garganta a ou língua sangravam, exalando um odor fora do normal. Depois vinha tosse, diarréia, espasmos e úlceras cutâneas."
Várias pessoas sobreviveram, mas muitas delas sem os dedos, cegos e até sem os órgãos genitais.
A PESTE DE ANTONINE
Em 165 dC, o médico grego Galeno descreveu uma pandemia, cujos sintomas vitimaram Marcus Aurelius Antoninus, um dos imperadores romanos.
A doença chegou a matar cerca de 5.000 pessoas por dia em Roma.
A PESTE DE JUSTINIANO
Em 541-542 dC, uma doença mortal atingiu o Império Bizantino.
No auge da infecção, a doença, que ficou conhecida como Peste de Justiniano, matou cerca de 10.000 pessoas em Constantinopla.
A doença foi causada pela bactéria Yersinia Pestis, transmitida ao ser humano através das pulgas dos ratos-pretos.
Até o fim do surto, quase metade dos habitantes da cidade estava morta.
Historiadores acreditam que o surto dizimou um quarto da população na região Leste do Mediterrâneo.
Este surto, o primeiro de peste bubônica registrado na história humana, marcou o primeiro dos muitos focos da peste.
A PESTE NEGRA
Depois da praga de Justiniano, houve muitos outros casos esporádicos de peste, mas nenhum tão grave como a Peste Negra do século XIV, que matou, na Europa, aproximadamente 25 milhões de pessoas, ou um quarto da população de então.
A GRIPE ESPANHOLA
Em março de 1918, o vírus influenza espalhou-se rapidamente por quase todo o mundo, atingindo cerca de 1 bilhão de pessoas.
Esta foi considerada a mais letal epidemia da história da humanidade: atingiu cerca de 100 milhões de pessoas, matando aproximadamente 20 milhões.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
BLOCOS DESFILAM HOJE NO JARAGUÁ FOLIA
O carnaval de rua em Maceió começa nesta sexta-feira (5), com a melhor prévia do Nordeste, o JARAGUÁ FOLIA. O evento reúne milhares de foliões pelas ruas do bairro histórico de Jaraguá.Ao som das orquestras de frevo, mais de 50 blocos desfilam toda a irreverência da festa. “Esse ano, nós teremos espaço para os blocos, marca registrada do Jaraguá Folia, e também para o rock, o baque alagoano, o samba. Estas atrações vão ser apresentadas em palcos”, explicou Edberto Ticianeli, coordenador do Jaraguá Folia. Esse ano o Camarote do Turista vai ficar em frente à Asplana (área privada recuada). Terá uma orquestra permanente e transmitirá imagens do evento via net (Maceió40graus).
O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, do Movimento Familiar Cristão de Maceió, desfila nesta sexta-feira à noite, com saída no Coreto da Avenida da Paz. O grupo reúne mefecistas, seus familiares e amigos. Esse ano, mais de 500 pessoas participam do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA.
ARQUIDIOCESE PROMOVE FEIRA DA ESPERANÇA E DA SOLIDARIEDADE
A partir deste sábado, 6 de fevereiro, a Arquidiocese de Maceió realiza a FEIRA DA ESPERANÇA E DA SOLIDARIEDADE nos primeiros sábados de cada mês na Igreja de São Gonçalo, no Farol, sempre após a Santa Missa das 5 horas, com Dom Antônio Muniz Fernandes, Arcebispo de Maceió.Neste sábado a Santa Missa das 5 horas será em sufrágio de Dra. Zilda Arns. Às 6 horas teremos um CAFÉ DA MANHÃ REGIONAL ao preço de R$ 5,00 (cinco reais) por pessoa. Das 5 às 9 horas acontece paralelamente a FEIRA DA ESPERANÇA com produtos produzidos na Fazenda da Esperança, Acampamentos da CPT e Artesanatos.
A organização do evento será das Pastorais da Pessoa Idosa e da Criança. A Arquidiocese de Maceió convida a todos e pede que divulguem ao maior número possível de cristãos alagoanos.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
MFC MACEIÓ EM RITMO DE FREVO
O MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ já está em ritmo de Carnaval. O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA participa na sexta-feira, 5 de fevereiro, da melhor prévia carnavalesca do Brasil, o JARAGUÁ FOLIA 2010.O JARAGUÁ FOLIA foi criado com a finalidade de fortalecer as festividades carnavalescas de rua, particularmente incentivando o renascimento de blocos de frevo, com as características culturais próprias do carnaval alagoano, o JARAGUÁ FOLIA está na sua 10ª Edição e é um sucesso confirmado por todos. Na sua 10ª Edição, o JARAGUÁ FOLIA contará com a participação de mais de 70 blocos, o que garante que o carnaval continua sendo uma festa para todas as idades e segmentos sociais.
O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, formado exclusivamente por mefecistas, seus familiares e amigos se concentrará a partir das 18 horas da sexta-feira, no Coreto da Avenida da Paz. O inicio do desfile no corredor do JARAGUÁ FOLIA está prevista para as 20 horas, percorrendo toda a Rua Sá e Albuquerque até a Praça 2 Leões e se dispersando nas imediações do Porto de Maceió. Desde a concentração até o final do percurso o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA estará acompanhado da ORQUESTRA DE FREVO DO MESTRE ALDO que tocará exclusivamente para o nosso bloco.
Esse ano, a camisa do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA será na cor amarela, comemorativa aos 30 ANOS DO MFC EM ALAGOAS e já está à venda com os auxiliares e coordenadores de Grupos de Base ao preço unitário de R$ 15,00 (quinze reais) e poderá ser encontrada com os seguintes mefecistas:
Neto Marinho
(Grupo Renovação II)
João Cassella
(Grupo Genezaré)
Adriano
(Grupo Renovação II)
Braga
(Grupo Ágape)
James
(Grupo Mãos Dadas)
Robson
(Grupo Mãos Dadas)
Vamberto
(Grupo Amizade)
Ailson
(Grupo Caná da Galileia)
Betuca
(Grupo Vida)
Claudete
(Grupo Amigos para Sempre)
Ronaldo
(Grupo Sagrada Família)
Luciana Fon
(Grupo Irmãos na Fé)
Leopoldo
Leopoldo
(Grupo Girassol)
Adquira logo a sua camisa, a quantidade é limitada e a procura de camisas é grande. Não deixe de participar da melhor prévia carnavalesca no mais animado e seguro bloco, o FAMÍLIA NA FOLIA.
CORREIO MFC BRASIL
Nem eu, nem você, podemos negar as vertiginosas transformações do meio sociocultural e da estrutura familiar. Dia a dia constatamos mudanças nas formas de relacionamento humano. Enxergamos, a olho nu, a crise de autoridade que assola o mundo e se estende para dentro da família. Ficamos perplexos, pois estamos cientes de que a autoridade é imprescindível a todo sistema bem constituído. Até mesmo Freud afirmava que os humanos necessitam imperiosamente de uma autoridade na qual possam apoiar-se.
O ENFRAQUECIMENTO DA AUTORIDADE DOS PAIS
Deonira L. Viganó La Rosa
Terapeuta de Casal e de Família. Mestre em Psicologia Social
COMO EXPLICAR A DESSACRALIZAÇÃO DA AUTORIDADE?
É muito interessante revisarmos juntos um pouco da história dos últimos séculos, e assim entendermos melhor como foi que a autoridade foi perdendo terreno na sociedade e na família. Percebendo o que aconteceu, talvez possamos compreender que muito do que havia na família do passado era autoritarismo, e que a luta contra ele em nada justifica a ausência de autoridade nos dias de hoje.
Na cultura tradicional vigorava a autoridade forte na relação do Estado com os súditos e no ambiente da família. Esta autoridade provinha de valores, costumes, normas. A perda de autoridade dos governantes, incapazes de proteção e da manutenção da paz, modificou esta situação, que sofreu um colapso. Diante da dessacralização da autoridade política, a família entrou em crise...
Roudinesco, em a “A família em desordem”(2003), analisa a família em três fases evolutivas: a primeira, dita “tradicional", era regida pelo poder do pai. O pai recebia o poder do rei, que, por sua vez, o recebia diretamente de Deus, conforme acreditavam; a segunda, fase “moderna", é regida por uma lógica romântica, onde o casal se escolhe sem a interferência de seus pais, procurando uma satisfação amorosa, dividindo o poder e o direito sobre os filhos entre os pais e o Estado e/ou entre pais e mães. Finalmente, a terceira fase, "família contemporânea ou pósmoderna", onde a transmissão da autoridade vai ficando cada vez mais complexa em função das rupturas e recomposições que a família vai sofrendo.
A família “tradicional", submetida ao poder paterno, manteve-se por séculos e veio a abalar-se com a Revolução Francesa, que, ao propor um mundo laico, atingiu a até então inatacável figura de Deus Pai e seus sucedâneos, os reis. Estes são dessacralizados e destituídos, enfraquecendo conseqüentemente os pais, que eram seu equivalente no seio dos lares. Esse modelo familiar desmoronou definitivamente no final do Século XIX.
RESGATANDO A AUTORIDADE NA FAMÍLIA
A autoridade de um pai, ou de uma mãe, se fundamenta num conjunto de valores por eles vividos, como por exemplo, falar a verdade, tratar o próximo com justiça, evitar excesso de bebidas, controlarem a agressividade, dialogar, respeitar os direitos dos outros, não roubar, viver em paz com todos, etc. São esses valores e princípios que dão legitimidade às relações de mando e obediência. Sem eles os pais não têm “autoridade” para pedir a um filho que cumpra suas ordens.
A autoridade pertence ao reino da qualidade: mantém-se, perde-se e recupera-se pelo modo de comportar-se. Para recuperar a autoridade, comece-se por melhorar, e muito, o comportamento e as relações dos próprios pais.
A autoridade, que em nada se parece com autoritarismo, é uma arma nas mãos de pais e educadores. Tanto a sobredose como sua insuficiência constituem traumatismos afetivos cujos efeitos recaem sobre a personalidade da criança. Se somos totalmente contrários ao excesso de rigor, à disciplina pétrea, às regras descabidas, também recriminamos a frouxidão, a folga, a ausência de limites e a firmeza em exigir seu cumprimento. Na verdade, a demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. É preciso por o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os efeitos anti-sociais.
O que os pais jamais poderão esquecer é que o afeto e a autoridade não são antagônicos, pelo contrário, são as muletas sobre as quais se apóia a personalidade vacilante do filho, da filha.
Já mencionamos que os valores humanos aparecem como critérios definitivos do sistema de ordem que deve corresponder à disciplina educativa. A restrição e a limitação são necessárias para a consecução da ordem e a direção na vida. Uma das primeiras coisas que o ser humano aprende é que não pode tudo: muitas vezes na vida ficará frustrado e deprimido.
É muito interessante revisarmos juntos um pouco da história dos últimos séculos, e assim entendermos melhor como foi que a autoridade foi perdendo terreno na sociedade e na família. Percebendo o que aconteceu, talvez possamos compreender que muito do que havia na família do passado era autoritarismo, e que a luta contra ele em nada justifica a ausência de autoridade nos dias de hoje.
Na cultura tradicional vigorava a autoridade forte na relação do Estado com os súditos e no ambiente da família. Esta autoridade provinha de valores, costumes, normas. A perda de autoridade dos governantes, incapazes de proteção e da manutenção da paz, modificou esta situação, que sofreu um colapso. Diante da dessacralização da autoridade política, a família entrou em crise...
Roudinesco, em a “A família em desordem”(2003), analisa a família em três fases evolutivas: a primeira, dita “tradicional", era regida pelo poder do pai. O pai recebia o poder do rei, que, por sua vez, o recebia diretamente de Deus, conforme acreditavam; a segunda, fase “moderna", é regida por uma lógica romântica, onde o casal se escolhe sem a interferência de seus pais, procurando uma satisfação amorosa, dividindo o poder e o direito sobre os filhos entre os pais e o Estado e/ou entre pais e mães. Finalmente, a terceira fase, "família contemporânea ou pósmoderna", onde a transmissão da autoridade vai ficando cada vez mais complexa em função das rupturas e recomposições que a família vai sofrendo.
A família “tradicional", submetida ao poder paterno, manteve-se por séculos e veio a abalar-se com a Revolução Francesa, que, ao propor um mundo laico, atingiu a até então inatacável figura de Deus Pai e seus sucedâneos, os reis. Estes são dessacralizados e destituídos, enfraquecendo conseqüentemente os pais, que eram seu equivalente no seio dos lares. Esse modelo familiar desmoronou definitivamente no final do Século XIX.
RESGATANDO A AUTORIDADE NA FAMÍLIA
A autoridade de um pai, ou de uma mãe, se fundamenta num conjunto de valores por eles vividos, como por exemplo, falar a verdade, tratar o próximo com justiça, evitar excesso de bebidas, controlarem a agressividade, dialogar, respeitar os direitos dos outros, não roubar, viver em paz com todos, etc. São esses valores e princípios que dão legitimidade às relações de mando e obediência. Sem eles os pais não têm “autoridade” para pedir a um filho que cumpra suas ordens.
A autoridade pertence ao reino da qualidade: mantém-se, perde-se e recupera-se pelo modo de comportar-se. Para recuperar a autoridade, comece-se por melhorar, e muito, o comportamento e as relações dos próprios pais.
A autoridade, que em nada se parece com autoritarismo, é uma arma nas mãos de pais e educadores. Tanto a sobredose como sua insuficiência constituem traumatismos afetivos cujos efeitos recaem sobre a personalidade da criança. Se somos totalmente contrários ao excesso de rigor, à disciplina pétrea, às regras descabidas, também recriminamos a frouxidão, a folga, a ausência de limites e a firmeza em exigir seu cumprimento. Na verdade, a demissão do exercício da paternidade está na raiz do problema. É preciso por o dedo na chaga e identificar a relação que existe entre o medo de punir e os efeitos anti-sociais.
O que os pais jamais poderão esquecer é que o afeto e a autoridade não são antagônicos, pelo contrário, são as muletas sobre as quais se apóia a personalidade vacilante do filho, da filha.
Já mencionamos que os valores humanos aparecem como critérios definitivos do sistema de ordem que deve corresponder à disciplina educativa. A restrição e a limitação são necessárias para a consecução da ordem e a direção na vida. Uma das primeiras coisas que o ser humano aprende é que não pode tudo: muitas vezes na vida ficará frustrado e deprimido.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
SENTIDO DA PERTENÇA
Hoje, faremos uma reflexão sobre uma identidade (característica), que é muito discutida, e às vezes torna-se polêmica e em alguns momentos é mal compreendida e interpretada: A CONTRIBUIÇÃO FINANCEIRA. Este artigo deve ser entendido como um momento de estudo, aprofundamento, conhecimento e não de cobrança, se algum atraso houver. Acreditamos que após este artigo, com os seus esclarecimentos, muita coisa há de mudar.Considerando que o Movimento Familiar Cristão, é uma Entidade sem fins lucrativos, é muito tolerável e necessário compreender que a sua manutenção seja realizada pelos seus próprios membros. Permita-nos, chamá-la de PERTENÇA.
Vamos fazer uma pausa para estas reflexões:
-O QUE O MFC REPRESENTA PARA MIM?
-QUAL A SUA IMPORTÂNCIA PARA MINHA FAMÍLIA?
-COMO ERA MINHA VIDA ANTES DE CONHECER E PARTICIPAR DO MFC, E COMO É AGORA?
-O QUE MUDOU?
Muito bem, após este momento de reflexão acerca de nossa visão sobre o MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, e o que ele representa para cada um de nós, podemos afirmar que tudo o que dissemos traduz-se ao que chamamos de SENTIDO DA PERTENÇA. A melhor definição para o sentido da pertença é: pertença são os benefícios que recebemos de tudo quanto o MFC realiza.
O sentido da pertença é descobrirmos que participamos deste movimento e temos consciência do que ele representa para nós.
Muitos nunca avaliaram antes, tudo o quanto, a sua participação neste movimento lhe oferece como pessoa; ao seu matrimônio; como casais; aos seus filhos, como pais; a todos os seus como família.
Participar de um movimento como o nosso, é uma graça. Uma Graça Divina. Porém toda graça para se tornar efetiva, isto é, para ficar, exige ação. A ação da graça mefecista é trabalhar sempre para que a família seja valorizada, para que seja capaz de, dignamente, ter e educar os seus filhos, viverem em harmonia, para que sejamos todos, fermento, e pelo nosso trabalho aconteça à evangelização e a humanização das pessoas, e que estas ações transformem a sociedade.
Portanto, para que o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, em todos os seus níveis de atuação (CIDADE, ESTADO, REGIONAL, NACIONAL), possa caminhar, é necessário dinheiro. Alias hoje, mais do que nunca, o mundo globalizado, exige que para toda e qualquer ação, por mínima que seja, é preciso dinheiro. Infelizmente não tem como ser diferente.
Nenhum economista, por mais inteligente que seja ainda não apresentou nenhuma fórmula, que faça o HOMEM viver, progredir, e tornar possível suas realizações, se não tiver suporte financeiro para isso. Também é assim no MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO. Sem dinheiro, não podemos fazer a nossa mensagem chegar a outros lugares. Sem dinheiro não concretizamos o objetivo do MFC “que é a humanização, a evangelização, a promoção, a assistência social e a educação da família, capacitando-a para o desenvolvimento dos valores humanos e cristãos para que possa cumprir a sua missão de formadora de pessoas, educadora na fé e promotora do bem comum”.
COM TODA A SINCERIDADE CRISTÃ, É POSSÍVEL, SEM DINHEIRO REALIZAR ESTAS TAREFAS, E CONCRETIZAR NOSSOS OBJETIVOS?
A esta altura você deve estar se perguntando: mas com quanto devo contribuir, para que o MFC possa tornar possíveis os seus objetivos? A contribuição varia de cidade para cidade, mas a maioria das cidades vem recebendo o valor de R$ 5,00 (cinco reais) por membro, R$ 10,00 (dez reais) por casal. É bom que se diga, há muito tempo, a inflação já corroeu muito esse valor. Portanto, percebemos que o valor de contribuição, não é exagero.
O dinheiro arrecadado com a contribuição dos mefecistas na cidade é totalmente utilizado em prol do movimento. Do valor de contribuição, de cada R$ 5,00 recebido como contribuição, R$ 2,50 fica com a Equipe Cidade, R$ 1,25 vão para a Coordenação Estadual, R$ 0,625 vão para a Coordenação Regional (CONDIR) e R$ 0,625 vão para a Coordenação Nacional (CONDIN).
Depois de conhecer como é feita a divisão do dinheiro de contribuição, podemos destacar algumas das principais necessidades, para o bom andamento do MFC, onde e como este dinheiro é utilizado:
- VIAGENS: todas as despesas com viagens que os mefecistas realizam, são pagas pelo caixa do MFC, correspondente ao seu coordenador. Assim as cidades pagam a de seus coordenadores, o estado dos seus, e assim sucessivamente. Porém o CONDIR (Conselho Diretor Regional) e o CONDIN (Conselho Diretor Nacional), quando viajam, têm suas despesas sempre com valores altos, isto devido às distâncias, quase sempre necessitando de viagens aéreas.
- FORMAÇÃO: A formação é uma das grandes preocupações do MFC, e hoje meta do próximo triênio. A formação é o principal fazer do MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, pois o MFC é mais de formação que de ação, isto é, está mais para preparar o mefecista, porque depois de evangelizado e formado, é natural que ele se engaje para o trabalho. Muito bem, mas a formação sempre que é desenvolvida gera custos, seja impressão ou cópias de material, viagem dos agentes formadores, e outros materiais que sempre são necessários.
- EVENTOS: O MFC realiza vários eventos durante o ano. Muitos desses eventos necessitam de suporte financeiro para as mais diversas necessidades.
- SOCIAL: O MFC em muitas cidades desempenha um trabalho visando o bem estar das pessoas mais necessitadas, seja com alimentos, roupas, medicamentos, e até mesmo material escolar.
- SEDE: O MFC para manter suas Sedes tem despesas mensais com telefonia, energia, água, limpeza e conservação, vigilância, funcionários, internet, etc.
Depois do que tudo que foi dito, acreditamos, estamos mais preparados e conscientes para compreender que o MFC, para continuar levando sua mensagem, para continuar seu desenvolvimento e crescimento, é fundamental que tenha um suporte financeiro. Sabemos que nas cidades esse suporte é composto pelos eventos que são realizados, somados à contribuição de seus membros, mas quando saímos da esfera das cidades, a ECE (Equipe de Coordenação Estadual), o CONDIR (Conselho Diretor Regional) e o CONDIN (Conselho Diretor Nacional), dependem única e exclusivamente dos valores repassados pelas cidades, valores estes que devem corresponder a 50% (cinqüenta) de cada membro que contribuiu. Portanto, caro amigo mefecista, a sua contribuição é que sustenta o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO. A caminhada deste movimento, suas iniciativas, seus compromissos, seus investimentos, suas ações, D-E-P-E-N-D-E-M de sua consciência em contribuir mensalmente com o valor que está estipulado pela coordenação de sua cidade.
É necessário e providencial neste momento acerca do SENTIDO DA PERTENÇA, em que estamos aprofundando nosso conhecimento, e tirando nossas dúvidas sobre a contribuição financeira, ressaltarmos que no momento atual o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO vive uma situação “anêmica” em relação à contribuição financeira de seus membros, pois a maioria das Equipes-Base não está mantendo em dia os seus compromissos.
Sempre que um mefecista, que esquece ou atrasa a contribuição, esta esquecendo e atrasando a EVANGELIZAÇÃO, A PROMOÇÃO, A FORMAÇÃO, A EDUCAÇÃO E A HUMANIZAÇÃO DAS FAMÍLIAS.
Acreditamos que este assunto ainda não está esgotado, porém, vai contribuir para despertar nossa consciência a respeito desta responsabilidade que temos com o nosso Movimento, certos de que este nosso gesto possibilitará que outras pessoas e outras famílias possam também conhecer, e receberem todo o benefício que o MFC nos proporciona.
Para encerrar esse reflexão assunto sobre o SENTIDO DA PERTENÇA, vamos com muita humildade, fazer uma reflexão:
COMO ESTÁ A CONTRIBUIÇÃO DE NOSSA EQUIPE-BASE?
ESTAMOS EM DIA?
Caso a resposta seja negativa, permita-nos propor um gesto concreto: um esforço de todos de nossa equipe para atualizarmos o nosso compromisso, e quem sabe até, um gesto de mefecistas conscientes: melhorar o seu valor.
Assinar:
Postagens (Atom)







