quarta-feira, 28 de julho de 2010

17º ENA - SÍNTESE DAS REFLEXÕES NAS COMUNIDADES

17º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC
SÍNTESE DAS REFLEXÕES NAS COMUNIDADES
Família promotora da justiça”
SOMBRAS NA FAMÍLIA
SITUAÇÕES QUE ILUMINAM A FAMÍLIA
CAMINHOS PARA A FAMÍLIA
REALIDADES DA FAMÍLIA
Ø     Individualismo
Ø     Inversão de valores
Ø     Materialismo
Ø     Modernidade
Ø     Sobrecarga de trabalho
Ø     Falta de espiritualidade
Ø     Deteriorização do convívio
Ø     Mídia descomprometida com a ética
Ø     Narcotráfico
Ø     Alcoolismo
Ø     Violência sexual
Ø     Desestruturação
Ø     Globalização
Ø     Capitalismo/consumismo
Ø     Comodismo
Ø     Falta de carinho
Ø     Desemprego
Ø     Preconceitos
Ø     Más influências
Ø     Ser escravo da tecnologia

Ø     A saúde da relação entre os membros
Ø     O  MFC com forma de iluminação para a família, embora tendo a presença de “ventos contrários.”
Ø     Novas famílias – É preciso trabalhar a juventude.
Ø     Ouvir mais os jovens
Ø     Melhores alternativas para integrar os jovens no MFC
Ø     O MFC deve trabalhar o afeto e a simplicidade.
Ø     Fazer uso da mídia para humanizar
Ø     Exteriorizar o afeto e o carinho
Ø     Proporcionar o bem ao outro
Ø     Através da prática coerente na convivência diária
Ø     Mudanças de atitudes a partir de meu “eu”.
Ø     Comprometimento com o MFC
v    na evangelização
v    no cumprimento das metas
Ø     Coletivo que promove a justiça e a paz.
Ø     Aprender a valorizar as diferenças no convívio pessoal, familiar e social.
Ø     Atividades de lazer
Ø     Paternidade e maternidade responsável
Ø     Consciência Política
Ø     Amar o filho real
Ø     Fortalecer a identidade mefecista
Ø     Palavras ensinam... Exemplos arrastam...
Ø     Abertura para dar e receber acolhida e ajuda
Ø   Reinventar as convivências verdadeiras, o matrimônio no cotidiano
Ø   MFC passador, de fermento que transforma
Ø   Casar no Senhor é o sentido do Matrimônio
Ø   Busca de relação afetiva, de valores humanos e cristãos.
Ø   Caos em toda a sociedade.
Ø   Alienação das pessoas da família.
Ø   Famílias pobres e numerosas
Ø   Elaborar projetos sociais para resgate de auto-estima 
Ø   Diálogo
Ø   Respeito ao homossexual
Ø   MFC ser promotor da justiça
Ø   Cultivo da presença de Deus
Ø   Evangelizar pela ação do MFC
Ø   Ter sabedoria em nossa ação
Ø   Reinventar a educação, visando a reeducação de hábitos, de valores e de modos de viver
Ø   Educar os filhos para a justiça familiar e social
Ø   O Mefecista precisa saber enfrentar os problemas.
Ø   Denunciar as injustiças.
Ø   Educar, combinando limites, caminhos para a sexualidade
Ø   Autocrítica
Ø   Tempo para ouvir o outro
Ø   Perdão
Ø   Existem famílias e não “família” – Famílias múltiplas.
Ø   Os meios de Comunicação nos impedem de ver a realidade.
Ø   Homossexualismo
Ø   Carga hereditária
Ø   Família não tem como base o casal: e as famílias com viúvas, mães solteiras, pais adotivos?...
Ø   Dificuldade em passar costumes e valores para os filhos
Ø   Protagonismo dos pais
Ø   Caos social
Ø  
Obs. I - Uma criança criada dentro de uma família com união homossexual vai se tornar diferente? Os filhos de pais homossexuais vão ser criados num molde diferente?
II- Discutiu-se também sobre a Igreja católica ser CONTRA o uso de anticoncepcionais.
SOMBRAS NA FAMÍLIA/SOCIEDADE
SITUAÇÕES QUE ILUMINAM A FAMÍLIA/SOCIEDADE
REALIDADES DA SOCIEDADE/ FAMÍLIA
Ø     Devastar é pecado social.
Ø      Falta de Consciência ecológica
Ø      Apropriação indevida da natureza
Ø     Desmatamento/queimada
Ø     Estrangeiros ocupam e exploram a Amazônia
Ø     Construções irregulares
Ø     Especulação imobiliária
Ø     Reservas ecológicas ameaçadas trazem consequências à vida
Ø     Leis que não defendem e que agridem o meio ambiente
Ø     A natureza pede socorro!
Ø     Uso indiscriminado de agrotóxicos
Ø     Contaminação do lençol freático
Ø     Esterilização do solo
Ø     Destruição da biodiversidade
Ø     Falta de ser agente/sujeito nos trabalhos de conscientização eco
Ø     O jovem tem se rebelado, por meio de suas atitudes, gestos
Ø     As famílias não conseguem se entender e interagir diante do caos social
Ø     O “ser feliz” de hoje é muito individualista, não se pensa no coletivo
Ø     Consumismo
Ø     Desmatamento, queimadas
Ø     Uso indiscriminado de agrotóxico
Ø     Má distribuição da terra
Ø     O comodismo gera conformismo
Ø     As novelas estão banalizando as famílias
Ø     A família não está sabendo agir diante de tantas informações midiáticas
Ø     A natureza não perdoa a ação que sofre
Ø     Queimadas de forma indiscriminadas/balões
Ø     Especulação de terras/latifúndios
Ø     Falta de política ambiental
Ø     Poluição sonora, do ar, da água, visual
Ø     O ser humano deixou a ambição e o consumismo serem prioridades em sua vida
Ø     O capitalismo e o consumismo desenfreados têm deixado as marcas em toda sociedade
Ø     Omissão da escola diante dos problemas ecológicos e das drogas
àEconomizar água, energia, combustível
àDiminuir o uso de sacos plásticos, usando sacolas de tecido
àFazer parceria com clubes de serviços e/ou entidades e poder público para conscientização da coleta seletiva e do lixo eletrônico
àReciclagem do óleo de cozinha
àNão jogar lixo nas ruas
àMudar hábitos comportamentais dentro da família
àCampanhas e conscientização sobre ecologia: buscar políticas públicas
àTransformar sucatas
àRecolher o lixo reciclável e vender para sustento de projetos sociais
àAumentar o reflorestamento
àDoar o que não se usa
à Reciclar nossas mentes e nossas atitudes, valorizando o “ser” .
àCuidar desde os pequenos atos
à Coragem de denunciar desmatamentos e outros
à Buscar a integridade da criação ( natureza sustentável), a começarpor nossa casa.
àEvitar o desperdício
à Formar consciência ecológica, despertando para o compromisso com o Meio Ambiente
à Engajar o MFC em organismos que defendem o meio ambiente
à Criar leis que evitem catástrofes na natureza.
à Incluir a disciplina ecologia no currículo escolar.
à Formar multiplicadores.
à Criar consciência crítica, humanizar os desejos
·         Espiritualidade ecológica
·         Mudança no sistema econômico
·         Participação do MFC nos movimentos ecológicos
·         Orçamento familiar
·         Aproveitamento dos recursos naturais
·         Refletir, repensar sobre a escolha de nossos governantes, objetivando ter representantes conscientes sobre a questão ambiental
·         A responsabilidade pela sustentabilidade é de cada um e de todos ao mesmo  tempo
·         Ser cristãos engajados na luta por mudanças, as quais devem partir de nós mesmos rumo ao coletivo
·         O MFC deve se envolver nos movimentos e associações que busca de ações de preservação ambiental
·         Levar às bases as iniciativas ecológicas do ENA
·         Utilização da água da chuva nos serviços domésticos
·         Captação de energia solar
·         Utilizar o lixo orgânico como adubo
·         Organizar grupos de artesãos para utilização de sucatas;
·         Evitar o desperdício de alimentos
·         Desenvolver um trabalho preventivo e coletivo conscientizando sobre os problemas ambientais
·         É por meio das crianças que poderemos mudar os conceitos e atitudes que promovam as famílias/sociedade
·         Exigir dos órgãos públicos a coleta seletiva de lixo
·         Divulgar o “documento de Aparecida” sobre a conservação da natureza
·         Apoio do MFC junto aos professores/escola referente aos problemas sócio-ambientais
·         Colocar limites na educação do ser humano
à Famílias migram para os centros urbanos. A natureza não perdoa a ação que sofre

CARÁTER DE UM BOM CASAMENTO

Allen Dvorak


Diz-se com freqüência que um bom casamento é uma "amostra do céu". O companheirismo de que um homem e uma mulher podem gozar em relação ao casamento é uma bênção imensa dada por nosso Criador (Gênesis 2:18-24).

Certamente, Deus destinou o casamento a ser benéfico e satisfatório para ambos, o esposo e a esposa. Infelizmente, muitos casais não descreveriam seus casamentos como "celestiais".

ESTRATÉGIAS INAPROVEITÁVEIS
O que podemos fazer para termos "bons casamentos"? Homens e mulheres têm tentado várias estratégias para assegurar casamentos bem sucedidos. Muitos têm raciocinado que o modo de ter um bom casamento é casar-se com a pessoa de melhor aparência possível. Conquanto não seja pecado ser fisicamente atraente, a aparência pessoal não é garantia de que uma pessoa será uma boa companheira.

O homem extremamente elegante ou a mulher impressionantemente bela com freqüência não dão bons esposos! Outros têm concluído que um casamento espetacular e uma lua-de-mel dispendiosa são o ponto de partida de um bom casamento.

Contudo, estas são coisas que não duram muito tempo e quando a grandiosidade da cerimônia e a emoção da lua-de-mel passam, é comum que o esposo e a esposa descubram que sua relação não é realmente muito boa. Ainda outros têm seguido a estratégia de acumular bens antes de casar ou, em alguns casos, de procurar uma pessoa rica com quem casar! Tal segurança financeira constituirá, pensam eles, o alicerce de um bom casamento. Algumas vezes parceiros em al relação assentada sobre a riqueza material pagarão quase tudo para escapar do casamento. O resultado de tais preparativos financeiros é que há mais bens a serem divididos quando o casal se divorcia.

Deverá ser notado que não há nada inerentemente pecaminoso em ser fisicamente atraente, ter um grande casamento e uma lua-de-mel agradabilíssima ou mesmo economizar dinheiro antes do casamento com a esperança de um padrão de vida mais alto. Cada uma destas coisas pode ser uma bênção para um casamento. Nenhuma destas coisas, contudo, resulta necessariamente em um bom casamento. Se desejamos relações satisfatórias, precisamos abandonar as soluções e valores de sabedoria humana e consultar o manual de casamento escrito por Aquele que criou o casamento no princípio. Na Bíblia podemos encontrar toda a informação que precisamos para construir casamentos bem sucedidos.

INSTRUÇÕES DIVINAS
As Escrituras ensinam que o casamento é destinado a durar até que um dos cônjuges morra (Romanos 7:1-3; Marcos 10:9). Se cada parceiro mantiver esta convicção, o casamento terá uma possibilidade maior de dar certo. Quando aparecem problemas (e sempre aparecem!), tanto o esposo como a esposa empenham-se em resolvê-los em vez de procurar escapar facilmente através do divórcio.

Quando Paulo escreveu sobre as responsabilidades dos cônjuges, ele observou que as esposas deveriam ser submissas a seus esposos (Efésios 5:22-24). Ele ordenou ainda mais que os esposos deveriam amar suas esposas (Efésios 5:25-29). Este amor (na língua grega, "agape") não é de puro sentimento ou mesmo a expressão de palavras vazias, mas é antes o resultado de uma escolha moral e expressa-se em ação.

Elcana, pai do profeta Samuel do Velho Testamento, evidentemente amava profundamente sua esposa Ana (1 Samuel 1:1-8). Ele expressou seu amor por ela através de sua generosidade. Além do mais, este tipo de amor busca o bem estar de outros, independente do tratamento com que eles retribuem.

O apóstolo Paulo descreveu o caráter deste amor em 1 Coríntios 13:4-7. As responsabilidades de amor e submissão incluem outras específicas.Por exemplo, para amar sua esposa, o esposo tem que se comunicar com ela. Para procurar o melhor bem estar da esposa, ele precisa entender as necessidades e desejos dela.

Mais uma vez, observando o exemplo de Elcana e Ana, quando ela estava triste por causa de sua esterilidade e da provocação de sua rival, Elcana procurou descobrir a causa de sua angústia (1 Samuel 1:4-5, 8). Se o esposo comunica a razão para suas decisões, torna-se muito mais fácil para a esposa submeter-se.

Sem comunicação adequada entre cônjuges, é extremamente difícil, talvez impossível, ter-se um bom casamento. Comunicação franca entre esposo e esposa permite a cada um entender melhor o outro, evitando muitos desentendimentos. A participação nas opiniões, sonhos e temores através da comunicação permite uma intimidade que ajuda a unir o casal.

HONESTIDADE
Todos os bons casamentos exigem honestidade e discrição de ambos. Tanto esposo como esposa deverão empenhar-se em sempre falar a verdade um ao outro (Efésios 4:25; Colossenses 3:9). Bons casamentos dependem da confiança e uma mentira descoberta destrói essa confiança.

A esposa que descobre que seu esposo mentiu para ela em um assunto imaginará que ele no futuro estará mentindo também sobre outros assuntos . . . mesmo que ele esteja falando a verdade. Infelizmente, aqueles que praticam o engano com freqüência acreditam arrogantemente que são muito inteligentes para "serem apanhados".

O mentiroso pode freqüentemente cobrir seu engano por algum tempo, mas as mentiras costumam ser descobertas. A esposa que esconde informação de seu esposo está também praticando o engano, uma forma de desonestidade. A suspeita que resulta quando o engano é descoberto ameaça a bela intimidade possível num casamento.

DISCRIÇÃO
Quando duas pessoas vivem juntas ainda que por curto período de tempo, elas podem aprender algumas coisas nada lisonjeiras sobre um e outro. Num bom casamento, o esposo não falará destas faltas de sua esposa com outros. Ele protegerá a reputação dela à vista dos outros, enquanto trabalhará para ajudá-la a melhorar nessas áreas. De modo semelhante, a esposa não discutirá as fraquezas de seu esposo com outras pessoas.

A prática de tal discrição encorajará maior intimidade na comunicação dentro do casamento. Cada parceiro sentir-se-á bem partilhando com o outro os pensamentos mais particulares porque ele ou ela sabe que estes pensamentos não serão revelados a outros.

FIDELIDADE SEXUAL
Poucas coisas destroem um casamento mais depressa do que a infidelidade sexual. Num bom casamento, cada parceiro tem não somente de se abster de atos abertos de impureza sexual, mas não deve dar ao outro causa para suspeita.

O esposo precisa evitar que seus olhos se fixem na direção de outras mulheres e a esposa tem que ser cuidadosa para que seu comportamento a respeito de outros homens seja puro (Mateus 5:27-28).

RESPEITO
O resumo feito por Paulo das responsabilidades do esposo e da esposa em Efésios 5:33 revela que a submissão da esposa envolve respeito ao seu esposo. Do mesmo modo, o esposo não deverá tratar sua esposa como inferior a ele porque ela voluntariamente aceitou uma posição de submissão (1 Pedro 3:7).

Em vez disso, ele deverá tratá-la com dignidade e consideração. Ele não deve diminuí-la nem tratá-la com aspereza ou amargura simplesmente porque Deus lhe deu autoridade na família (Colossenses 3:19).

ALTRUÍSMO
O egoísmo está na base de um número incrível de dificuldades matrimoniais. É extremamente difícil viver com alguém que sempre pensa só em si mesmo. Cuidar de uma criança é trabalho duro porque ela não tem consideração com as necessidades e desejos dos outros. Suas necessidades precisam ser satisfeitas imediatamente ou ela fará com que seus pais saibam de sua infelicidade por meio de gritos estridentes! Como adultos, já deveremos ter ultrapassado tal egoísmo, mas infelizmente alguns esposos agem bem dessa mesma maneira. Se as coisas não são feitas como lhes serve, eles ficam trombudos ou têm ataques de cólera, muito parecidos com os das crianças que não sabem de nada melhor. A mulher virtuosa de Provérbios 31 sacrificava-se, trabalhando para prover a sua casa (Provérbios 31:10-31). Cada cônjuge (amadurecido) deverá estar querendo pôr as necessidades e desejos do outro antes do seu próprio, se necessário (Filipenses 2:4; 1 Coríntios 13:5), e os que são infantis não deveriam casar-se!

PACIÊNCIA
A paciência é o lubrificante que evita que o casamento se aqueça demais quando os problemas provocam atrito entre os parceiros. Uma falta de paciência, no mais das vezes, resulta em decisões insensatas ou irritação. Tiago deu bom conselho quando escreveu "Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus" (Tiago 1:19-20). A paciência é aquela qualidade que permite a uma pessoa suportar com calma serenidade uma situação que não é ideal ou desejável (longanimidade; Gálatas 5:22; Efésios 4:2; Colossenses 3:12).

A impaciência é quase sempre uma forma de egoísmo na qual nos tornamos furiosos porque as coisas não estão acontecendo do modo que queremos que aconteçam. Haverá muitas ocasiões durante um casamento nas quais as coisas não serão ideais!

HUMILDADE
Algumas pessoas não querem admitir nenhuma falha. É inevitável que um cônjuge peque contra o outro. A humildade é a qualidade que permite-nos reconhecer nossa própria falibilidade, admitir nossas faltas e pedir perdão àqueles que tivermos maltratado. A pressuposição de que sempre sabemos o que é melhor ou que nunca cometemos nenhum erro é uma forma de arrogância. Tal arrogância é oposta ao amor (1 Coríntios 13:4). Num bom casamento, ambos os parceiros servirão um ao outro fazendo muitos pequenos favores.

A arrogância não permite a "atitude servil" (João 13:1-15). A humildade também ajuda a perdoar os outros que pecam contra nós, porque nos lembra que nós mesmos somos falíveis e freqüentemente necessitamos ser perdoados (Efésios 4:31-32; Colossenses 3:13). No decorrer de um casamento, haverá muitas oportunidades para perdoar seu cônjuge! Ofensas não perdoadas tendem a ser como feridas não curadas, inflamadas; elas afetam severamente a saúde da relação.

Quando alguém está procurando um bom companheiro ou simplesmente tentando melhorar uma relação conjugal existente, estes princípios ajudarão a assegurar um casamento bem sucedido. De fato, muitos desses traços característicos que promovem um casamento bem sucedido podem ser aplicados praticamente em qualquer relação humana para torná-la melhor!

NÃO DESISTA DOS SEUS SONHOS!

terça-feira, 27 de julho de 2010

MANIFESTO DE VILHA VELHA – ES

MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO
17º ENCONTRO NACIONAL

MANIFESTO DE VILHA VELHA – ES


Aos membros do Movimento Familiar Cristão (MFC),
Aos Cristãos das Igrejas em Movimento Ecumênico,
Ao povo de Deus que se move também pela espiritualidade da Criação,
Aos poderes públicos para que forjem soluções de erradicação da pobreza, correlacionando justiça social, economia e meio ambiente,

Cercados pela amorosidade do MFC do Estado do Espírito Santo, somos quinhentos e quatro participantes do 17º Encontro Nacional, realizado de 18 a 23 deste julho. O tema que nos congrega se formula assim: “Famílias promotoras da justiça e da integridade da criação”.

Na sexta-feira pela manhã, do dia 23, reunidos na Foz do Rio Jucu, recolhemos lixos e plantamos árvores. Esse gesto simbólico delineou, de maneira luminosa, os caminhos a trilhar. Ao final deste encontro reafirmamos certas referências básicas; desejamos que novos caminhos concretizem passos de mudanças; comprometemo-nos a levar, adiante, um amor em família que frutifique em um outro estilo de vida possível. Por isso,

REAFIRMAMOS:
1. Ser a Família o eixo inspirador e indutor de nossas atuações;
2. Aprender em família o afeto que nos faz viver, sabendo que as coisas do agrado são sagradas;
3. Ser próprio da Família, gerar a cultura do coração. Assim, as mudanças necessárias a favor da justiça e da integridade da criação desaparecem quando, em família, não se aprende amar e cuidar do Planeta Terra;
4. Saber que é na vivência com a Natureza que podemos aprender algumas dimensões de sabedoria de bem-viver, aliada a uma clara opção espiritual e ecológica de defesa da Terra e melhoria do meio ambiente;
5. Estar toda a criação grávida e ansiosa de vida nova que lhe chega pela Ressurreição de Jesus. O Cristo Cósmico, aquele que plenifica todas as coisas. (cf. Rom. 8, 22-23; 1 Col 1, 15-20).

DESEJAMOS:
1. Que a ecologia alcance a ética da convivência, fazendo parte de nossa prática a luta pelo direito de ser e crescer em humanização. A paz é obra da justiça e dom do céu;
2. Que as equipes-base do MFC procurem ser solidárias e partilhar os bens, na contramão do consumo exacerbado e da maximização do lucro individual;
3. Que os setores regionais do MFC promovam as dimensões ecológicas da espiritualidade conjugal e familiar, recordando ser a criação amor carinhoso de Deus por nós;
4. Que cada família renuncie à poluição, trate adequadamente as áreas de cultivo, o lixo e o uso da água, zelando por uma alimentação saudável e aprenda a viver com simplicidade;
5. Que sejamos inteligentemente críticos dos modos de tratar a Terra e o Ser Humano como mercadoria, denunciando as especulações do capital acumulado que desconsidera os pobres e degrada a dignidade humana. Esperamos que os gerenciadores do bem-comum, desde o nível municipal às esferas federais, saibam construir políticas públicas que fortaleçam as famílias, propiciando-lhes teto, saúde, educação e oportunidades de uma cidadania plena.

COMPROMETEMOS-NOS:
1. Com a conscientização de que é preciso mudar, rompendo com o descaso sobre a educação ambiental de todos nós e as acomodações no empenho por políticas ambientais. É preciso inovar até no cotidiano das famílias para que se saboreie o sentido da vida, o valor na realização das pessoas e a alegria no viver;
2. A nos manter em movimento de crescimento pela nucleação; em movimento de sustentabilidade dos elementos que compõem o carisma e a identidade do MFC. Somos conscientes de vivermos mergulhados numa evolução no modo de ser, de pensar, de sentir e de atuar como fermento de uma sociedade democrática, sem exclusões e sem injustiças institucionalizadas;
3. A lidar confiantes com os desafios da realidade atual, em toda a sua extensão e implicações, tendo nos escritos do MFC uma linguagem adequada ao melhor do Humano e da nossa fé cristã, nela incluída o ecumenismo;
4. Com os jovens, a fim de que, encontrando espaço participativo no MFC, impulsionem-nos para as ações indispensáveis à amorização da vida, aos compromissos com a justiça e com a integridade da criação;
5. A efetivar nossos desejos, frutos do Espírito renovando-nos a partir deste 17º Encontro Nacional.

Vila Velha, 23 de julho de 2010


Na alegre celebração ao Deus da vida,
Assinam em nome de todos:

O casal Coordenador Nacional,
Os casais coordenadores regionais,
O casal coordenador do estado do Espírito Santo

DIVULGADA A PROGRAMAÇÃO OFICIAL DO 10º ENCONTRO AMIGOS DE ALAGOAS X AMIGOS DE GUARABIRA


Dia: 30/07/2010 – Sexta-feira
* 5h às 5:45h - Café da manhã servido no Mascate Malhas - Av. Fernandes Lima, 347, Farol – ao lado da Casa da Indústria (incluso)
*5:45h às 6h - Embarque / acomodação nos ônibus
*6h às 9h - Viagem com destino à cidade de Caruaru
*9h às 10:45h - Passeio ao principal ponto turístico de Caruaru - “Pólo da Moda”

Caruaru
Fundação: 1849
População: 2001 - 253.634 2010 - 432.947
Aniversário : 18 de maio
Prefeito: José Queiroz - PDT (2009/2012)
Caruaru é um município do Estado de Pernambuco, o mais populoso do interior do estado, localizado na região do Agreste. Devido à sua importância regional é conhecido por seus habitantes como Capital do Agreste. É também conhecido como a “Capital do Forró” e “Princesinha do Agreste”.
O ponto central da economia é o comércio, notadamente as feiras livres de confecções.
A Feira da Sulanca é outro ponto forte de Caruaru. É conhecida como a maior feira livre do mundo. Caruaru está situado em uma área de clima tropical do tipo semiárido

*10:45h às 11h - Embarque / acomodação nos ônibus
*11h às 12h - Visita ao “ALTO DO MOURA”

Alto do Moura

É um bairro do município de Caruaru, distante 7 km do centro da cidade.
Reconhecido pela Unesco como o maior Centro de Artes Figurativas das Américas, no Alto do Moura praticamente toda casa é ateliê e todo morador é artesão.
Este povoado concentra mais de 1.000 artesãos que moldam dia-a-dia o homem nordestino, levando nossa cultura até os pontos mais distantes do nosso planeta.


*12h às 13:45h - Almoço no Restaurante Bode Assado – Alto do Moura (não incluso) - Preço Médio: R$ 30,00/Casal
*14h - Saída com destino a Campina Grande

Campina Grande

É um município brasileiro situado no Estado da Paraíba.
Fundação: 1697
População: 687.545
Aniversário : 11 de outubro
Prefeito: Veneziano Vital de Rêgo - PMDB (2009/2012)
Considerada um dos principais polos industriais da Região Nordeste e o maior polo tecnologico da america latina segundo a revista norte americana Newsweek, Campina Grande foi fundada em 1º de dezembro de 1697, tendo sido elevada à categoria de cidade em 11 de outubro de 1864.
A cidade possui uma agenda cultural variada, destacando-se os festejos de São João, que acontecem durante todo o mês de junho (chamado de "O Maior São João do Mundo").
Campina Grande também é conhecida como cidade universitária, pois conta com três universidades públicas e onze privadas.


*16h - Chegada ao Hotel Garden (check-in) (incluso)

O Garden Hotel (*****) se preocupa em oferecer aos seus hóspedes uma completa estrutura de lazer e bem estar. Amplas acomodações especialmente planejadas para as mais variadas ocasiões. Com uma estrutura que é referencia em todo Nordeste, a começar pela decoração do Hotel que valoriza os aspectos culturais e os valores próprios do Estado da Paraíba, com exposição de peças do artesanato local.

Obs.: Consumo Frigobar e Extras não inclusos
*16h às 20h - Tarde Livre
*A partir 20:30h - Jantar Dançante (incluso)
Show musical com Milton Peixoto e amigos e Forró Pé de Serra
(Bebidas, Petiscos e Sobremesas não inclusos)


Dia: 31/07/2010 – Sábado
* 06h - Café da manhã (incluso)
*08h às 11h - Manhã Livre Opção: City Tour pela Cidade de Campina Grande (Informar nome com antecedência - Contato: Marly – 82-8802-3294)
*11h às 12h - Almoço no Garden Hotel (incluso)
*12:15h - Embarque / acomodação nos ônibus
*12:30h - Saída com destino à Cidade de Guarabira

Guarabira
Fundação: 1694
População: 2009 – 56.136
Aniversário : 26 de novembro
Prefeita: Maria de Fátima de Aquino Paulino – PMDB (2009/2012)
Guarabira é um município brasileiro do Estado da Paraíba localizado na Mesorregião do Agreste Paraibano, na Microrregião de Guarabira (Brejo Paraibano). Seu nome, de origem tupi, significa "morada das garças".
O Turismo Guarabirense se baseia, principalmente, no turismo religioso. Destarte, o Memorial Frei Damião representa o ponto alto, que propicia à cidade um alto número de fiéis que visitam em todas as épocas. Neste memorial foi erguida uma estátua, que atualmente é considerada a segunda maior do Brasil.

*14:30h Chegada e recepção à Cidade de Guarabira defronte ao Hotel Victor Center e
Check-in no Hotel Victor Center e Hotel Guaralto (incluso)
Obs.: Consumo Frigobar e Extras não inclusos
*15:30h - Saída com destino ao Estádio de Futebol Silvio Porto
*16h às 17:40h - 10º Jogo entre as equipes “Amigos de AL x Amigos de Guarabira”
*17:40h - Retorno ao Hotel Victor Center e Hotel Guaralto
*18h às 19h - Banho/descanso/preparação para visita ao Memorial Frei Damião e Festa de Confraternização
*19:10h - Saída para Visita ao Memorial Frei Damião onde foi erguida uma estátua, que atualmente é considerada a segunda maior do Brasil.
Obs.: A Comitiva receberá o Diploma de Peregrinação pelo Pe. Gaspar
*20:45h - Saída com destino a Confraternização no Clube Espaço Glamour
*21h (sem hora para acabar) - Confraternização e entrega de Comendas no Espaço Glamour com apresentação da Banda “Família Manga” (Jantar e bebidas inclusos).
Traje: Esporte Fino Obs.: Haverá um carro disponível para o retorno ao Hotel (Procurar Vamberto)

Dia: 01/08/2010 – Domingo
*A partir 6h - Café da manhã (incluso)
*8h - Saída para Catedral
*8:30h - Missa celebrada pelo Bispo Dom Lucena
*10:10h - Saída com destino ao Hotel Victor Center e Hotel Guaralto (Checkout - rápido)
Obs.: Pegar Bagagens
*10:50h às 13:45h - Almoço de Confraternização no “Clube Vila Gourmet” com musica ao vivo.
Churrasco e bebidas (inclusos), Entrega de troféus – Ganhador do jogo e melhor jogador da história do Getulio Vargas Futebol Clube.
*13:50h - Embarque / acomodação nos ônibus
*14h - Saída com destino à Cidade de Maceió
*19h - Será servido um lanche dentro do ônibus para não haver paradas.
*21h - Desembarque no Mascate Malhas em Maceió



O 11° ENCONTRO SERÁ EM MACEIÓ NOS DIAS 23, 24 E 25 DE JULHO/2011
Com a permissão do GRANDE CRIADOR DO UNIVERSO.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

MEFECISTAS ALAGOANOS CHEGAM DE VILA VELHA

Qualquer sacrifício vale para participar de um ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO é uma realização como mefecista.

Chegaram na madrugada de hoje (26), os mefecistas alagoanos que viajaram de Van para a cidade de Vila Velha, no Estado do Espírito Santo, onde participaram do 17º ENA. Na viagem percorreram aproximadamente 3.800 quilômetros no percurso Maceió/Vila Velha/Maceió.

O grupo foi formado pelos mefecistas Jorge e Penha, Gastão e Eluza, Genival e Lúcia (Grupo Caná da Galileia/MFC Maceió) e Daia, coordenadora do MFC de Matriz de Camaragibe.

No retorno, o grupo saiu de Vila Velha às 17 horas do sábado (24), pernoitou em Itabela, Bahia, chegando a Maceió às 2 horas da manhã desta segunda-feira (26).

Em julho de 2013 o grupo estará em Vitória da Conquista, Bahia, para participar do 18º ENA.

domingo, 25 de julho de 2010

COMUNICADO DE FALECIMENTO

Comunicamos com pesar o falecimento do Senhor JOEL ALBUQUERQUE CAVALCANTE, pai da mefecista Luciana Fon (Grupo Amigos na Fé).

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que agora ele está Negritona graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

O sepultamento acontecerá às 11 horas deste domingo, dia 25, no Cemitério Campo Santo Parque das Flores.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

AGN DEFINE 18º ENA EM VITÓRIA DA CONQUISTA (BA)

As coordenações nacionais, regionais e estaduais do MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO no Brasil, estiveram reunidos durante a manhã e tarde de ontem, sábado (24), na Unidade de Ensino Fundamental Governador Christiano Dias Lopes Filho, na Barra do Jucu em Vila Velha, Espírito Santo.

AGN – Assembléia Geral Nacional do MFC iniciou-se com a posse dos novos Coordenadores Regionais e Estaduais. Em seguida, o casal coordenador nacional, José Newton e Ariadna, fizeram uma explanação de sua gestão (2007/2010), detalhando o apoio recebido de todos os CONDIR’s, desde a eleição na AGN de Araraquara, São Paulo, em 2007 até o momento atual.

Sequenciando a AGN aconteceu a formação da pauta da reunião que se iniciou com a discussão e votação da mudança do Estatuto do MFC. Após a leitura da proposta, algumas mudanças foram propostas, e como houve divergências, a decisão aconteceu através de votação.

A AGN definiu que Vitória da Conquista, no interior baiano será o local da realização do 18º Encontro Nacional, devendo acontecer no mês de julho de 2013.

A AGN escolheu entre os coordenadores regionais, o casal Eduardo e Ismari, CONDIR SUL, para a coordenação do Conselho Diretor Nacional (CONDIN) e Antônio e Ângela, CONDIR SUL para a vice-coordenação.

A Assembléia Geral Nacional também aprovou o “MANIFESTO DE VILA VELHA” com a opinião oficial do MFC sobre o “meio ambiente”, destinado aos membros do MFC, Cristãos das Igrejas em Movimento Ecumênico, povo de Deus que se move também pela espiritualidade da Criação, poderes públicos para que forjem soluções de erradicação da pobreza, correlacionando justiça social, economia e meio ambiente.

De Alagoas participam da AGN os mefecistas James e Fátima (coordenação estadual e regional); Jorge e Penha (secretária estadual e regional) Nana (Grupo Mãos Dadas); Verônica (Grupo Amizade); Gastão e Eluza (Grupo Caná da Galileia); Renival e Lúcia (Grupo Caná da Galileia); Suely (Grupo Caná da Galileia); Daia (Grupo Mamãe Margarida - Matriz de Camaragibe) e Padre Manoel Henrique (Assessor Eclesiástico).

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Prof. Diácono Miguel A. Teodoro


A oração insistente do justo em favor do povo é capaz de chegar ao coração de Deus. Mas, qual é a maneira correta de orar? Jesus nos ensina que a oração do Pai Nosso, embora de característica genuinamente coletiva, pode ser feita de forma individual. Porém, quando sai do coração do orante, em favor dos quais busca interceder, significa que o seu pedido pode alcançar as graças de Deus, porque o seu próprio filho nos instruiu sobre o valor e a importância da oração. Através da oração descobrimos que o Pai sempre se revela favorável quando pedimos com fé e perseverança. Para que o mundo seja mais justo, fraterno e solidário, devemos entender melhor a oração do Pai Nosso.

17º DOMINGO DO TEMPO COMUM
Cor Litúrgica: Verde
1ª Leitura: Gênesis 18, 20-32
Salmo: 137(138)
2ª Leitura: Colossenses 2, 12-14
Evangelho: Lc 11,1-13

EVANGELHO
Um dia Jesus estava orando num certo lugar. Quando acabou de orar, um dos seus discípulos pediu:
- Senhor, nos ensine a orar, como João ensinou os discípulos dele.
Jesus respondeu:
- Quando vocês orarem, digam:
"Pai, que todos reconheçam
que o teu nome é santo.
Venha o teu Reino.
Dá-nos cada dia o alimento
que precisamos.
Perdoa os nossos pecados,
pois nós também perdoamos
todos os que nos ofendem.
E não deixes que sejamos tentados."

Então Jesus disse aos seus discípulos:

- Imaginem que um de vocês vá à casa de um amigo, à meia-noite, e lhe diga: "Amigo, me empreste três pães. É que um amigo meu acaba de chegar de viagem, e eu não tenho nada para lhe oferecer."
- E imaginem que o amigo responda lá de dentro: "Não me amole! A porta já está trancada, e eu e os meus filhos estamos deitados. Não posso me levantar para lhe dar os pães."

Jesus disse:

- Eu afirmo a vocês que pode ser que ele não se levante porque é amigo dele, mas certamente se levantará por causa da insistência dele e lhe dará tudo o que ele precisar. Por isso eu digo: peçam e vocês receberão; procurem e vocês acharão; batam, e a porta será aberta para vocês. Porque todos aqueles que pedem recebem; aqueles que procuram acham; e a porta será aberta para quem bate. Por acaso algum de vocês será capaz de dar uma cobra ao seu filho, quando ele pede um peixe?

COMENTÁRIO DO EVANGELHO
Pai-Nosso

A oração de 11, 2b-4 nos coloca em contato com o Pai, continuamente lembrando do projeto de Deus e do nosso compromisso com esse projeto. Aí pedimos, agradecemos, louvamos e renovamos a nossa fé e confiança. Sobretudo, nos lembramos de que Deus é Deus e nós não somos Deus.

Somos criaturas suas, filhos seus que devem confiar no seu amor. Agora, transformar a oração em chance de exibição é entortar tudo. Pura máscara. Ou então, ficar repetindo e repetindo, como papagaios, pensando que Deus é burro ou surdo. Uma ofensa a Deus, que sabe muito bem do que precisamos, antes mesmo de lhe pedirmos.

Ele só espera que peçamos porque não gosta de se intrometer em nossas vidas. Todavia, o que é que devemos pedir? Nesse sentido, em resposta, Lucas coloca aqui o Pai Nosso, oração de Jesus e de todos os que com ele se comprometem. Na oração do Pai Nosso está o o modelo da oração cristã, fonte da espiritualidade dos pobres.

Foi pensando nisto que Lucas aprofunda este tema dominante em seu Evangelho. Porque? Ora, os discípulos vêem Jesus orar e se interessam em aprender a orar também. Entenda bem: João Batista já havia ensinado seus discípulos a orar. A oração ensinada por Jesus, o Pai-Nosso, em Lucas é mais resumida do que em Mateus. A seguir temos a história de um amigo que é importunado por outro, a fim de socorrer um terceiro. O pedido, com insistência, é atendido.

Finalmente, uma comparação, com certo exagero literário, mostra que Deus, mais do que os homens, dará mais do que coisas boas, dará o próprio Espírito Santo a quem pedir. A narrativa sobre Abraão (primeira leitura) sugere um modelo de pedido insistente. Ao pedirmos o nosso batismo, comprometemo-nos com a prática da justiça que remove o pecado do mundo (segunda leitura). Uma vez batizados, a prática da oração e da misericórdia para com nosso próximo, no amor, leva-nos à comunhão com Deus, fazendo-nos participantes de sua vida eterna.

HOJE, 45ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN