quarta-feira, 12 de outubro de 2011

VOTO DE LOUVOR À HONESTIDADE

Alberto Nonô
Advogado e Membro do MFC MACEIÓ
Grupo Reencontro - 9ª Nucleação

Ao ler a entrevista da Ministra Eliana Calmon, quem não conheço pessoalmente, fiquei extasiado pela coragem, lucidez e veemência com que expôs esta praga que assola o Poder Judiciário Brasileiro. De seu lúcido depoimento, não retiraria uma vírgula sequer, apenas acrescentaria que esses desvios de conduta, ultrapassam muita à visão da Ministra; pois, se houvesse uma investigação honesta e atuante, o percentual dos bandidos de toga alcançaria, sem medo de errar, 20% dos magistrados. É utopia, mas ocorrendo uma investigação, como aconteceu com o caso do assassinato da Juíza Patrícia Acioly, infelizmente, se constataria às minhas afirmativas. Conclamo os homens e mulheres honestos desse país, os colegas advogados, os estudantes e principalmente os juízes para apoiarem esta GRANDE brasileira, que atingiu a ferida do Poder que deveria ser um exemplo para a sociedade, revigorando in totum os poderes do Conselho Nacional de Justiça.

Não foi surpresa o posicionamento do Ministro Peluso, insurgindo-se em favor dos juízes; depois da estranha entrevista que concedeu á Veja, onde opinou por não prender os marginais, face a falta de cadeias e ensejar a extinção de recursos jurídicos, é muito PEQUENO.

Este exemplo deveria vir de cima para baixo, a sociedade precisa estancar esta virose, porque ela esta se transformando em praga, e das brabas. A Ministra deu o bote; a OAB, através de seu presidente Dr. Ophir Cavalcante, meu paraninfo Dr. Marcelo Lavenere Machado, a ABI, a sociedade como um todo devem apoiar e conclamar o posicionamento da ministra Eliana Calmon, sob pena de deixar passar uma oportunidade, talvez única, de sustar, arrefecer essa doença contagiosa que esta aos poucos destruindo à honra e a vergonha dos homens honestos deste país.

Afirmo isto, com a experiência de quarenta e cinco anos de advocacia; com a participação como conselheiro da OAB/AL, presidente do Tribunal de Ética e advogado atuante em todas as esferas do Judiciário. Anos atrás, era inconcebível o desvirtuamento do poder judicante, era exceção da exceção, hoje esta se tornando corriqueiro; antigamente os juízes moravam em suas Comarcas, conviviam com a população, era um verdadeiro sacerdócio, o concurso exigia uma prática jurídica de cinco a dez anos; inclusive para evitar o favorecimento de parentes e filhos de magistrados e desembargadores, enfim, eram respeitados pela sociedade pela correção de suas vidas e atos; o que é uma pilhéria atualmente.

Impunham um norte de querer primeiro ser, para depois ter; esta visão esta sendo desvirtuada, é observada no estacionamento dos fóruns, onde vicejam carros sofisticados e do ano; na fausta vida consumista que fazem questão demonstrar, acham-se acima das outras camadas sociais, inclusive e principalmente esquecem que são advogados.

Claro que a maioria dos magistrados são decentes, mas, é um fato notório, clarividente esta mudança nefasta, crescente e perigosa dessa minoria extasiada pelo consumismo desvairado.

A Veja cita o caso de 39 juízes que não eram investigados especificamente, surgiu o problema por acaso e se multiplicam nas constatações feitas com muito critério pelo CNJ que deve ser prestigiado, pois, surgiu como um freio, desde que às Corregedorias dos TJ’s, são inócuas.

Quero deixar claro que esta é uma opinião pessoal, inclusive descrente desse país, roubado de seus melhores sentimentos, pelos poderes públicos que deveriam outorgar à nossa sociedade exemplos de grandeza e honradez.

Ministra, será uma pena que seu ato de extrema coragem e cidadania não seja aproveitado como mote, pela sociedade para tentar estancar essa epidemia que vem assolando nossa Justiça.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

FESTA DAS CRIANÇAS MOVIMENTA MFC MACEIÓ


Não faltou diversão para as crianças da Creche-Escola
O Movimento Familiar Cristão de Maceió - Alagoas promoveu no último sábado, dia 8 de outubro, a FESTA DO DIA DAS CRIANÇAS para 280 crianças carentes da Creche-Escola Menino Jesus, localizada na periferia de Maceió.
A festa aconteceu no Clube do Mascate Utilidades, localizado no Distrito Industrial de Maceió, com a presença dos mefecistas maceioenses acompanhados dos filhos. Foi uma tarde festiva com musica, palhaço, brincadeiras, distribuição de brinquedos e lanches para todas as crianças. As crianças foram transportadas em ônibus especial para o local do evento.

Saborosos lanches foram servidos para as crianças
A garotada se divertiu em camas elásticas, tobogã, castelo de bolas e vários outros tipos de brinquedos.

Durante toda a tarde foram distribuídos churros, pipocas, picolé, salgados, docinhos, bolos, sanduíches e refrigerantes. A festa teve a animação de Kika e Kal, conhecidíssima dupla de palhaços da garotada maceioense.
 
Foi uma tarde maravilhosa e o mais importante foi ver a felicidade das crianças ao receberam brinquedos como presentes do Dia das Crianças.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

CONDIR NORDESTE SE REUNIU EM PORTO SEGURO-BA

CONDIR-NE reunido em Porto Seguro-BA

O CONDIR-NE - Conselho Diretor Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão esteve reunido no sábado, 8 de outubro, na cidade de Porto Seguro - Bahia, com a participação dos Estados de Alagoas, Bahia, Ceará e Sergipe.

Nesta 3ª Reunião Ordinária do CONDIR-NE, extensa pauta foi discutida, com debates e definições de assuntos relacionados ao Movimento Familiar Cristão em nível de região Nordeste.

O Conselho Diretor Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão, nesta reunião administrativa foi formado por Jorge (Alagoas e SERCOM), Joel e Alexsandra (Bahia), José Newton e Ariadna (Ceará), Luiz Antônio e Maria José (Sergipe), Florisval (SERFIN) e Padre Arnaldo (Assessor Eclesiástico). A coordenação dos trabalhos foi de José Newton e Ariadna (Ceará), secretariado por Jorge (Alagoas).

A ausência registrada foi a do coordenador regional Nordeste e estadual Alagoas, James, devido um problema na aeronave da TAM, que ao tentar decolar no aeroporto de Salvador com destino a Porto Seguro, não conseguiu levantar vôo. James teve que retornar a Maceió em outra aeronave, impossibilitando-o de chegar a Porto Seguro para participar da reunião. O MFC ALAGOAS foi representado por Jorge, que chegou a Porto Seguro nas companhias do assessor eclesiástico e do tesoureiro regional.  

Participaram também da reunião os mefecistas João Alberto (Vitória da Conquista-BA), Batista (Santa Cruz de Cabrália-BA), Roque (Eunápolis-BA), Madalena (Eunápolis-BA), Rogério (Eunápolis-BA), Reginaldo (Aracaju-SE), Vera Lúcia (Aracaju-SE), Marineide (Aracaju-SE), Permindio (Teixeira de Freitas-BA), Hildo (Vitória da Conquista-BA), Cleonice (Porto Seguro-BA), Michel (Porto Seguro-BA), Iodália (Porto Seguro-BA), Dos Anjos (Porto Seguro-BA).

No final da reunião foi celebrada a Santa Missa em agradecimento pela realização de mais uma reunião administrativa celebrada pelo Assessor Eclesiástico, Padre Arnaldo Lima Dias. Após a celebração, os conselheiros participaram de um jantar de confraternização e de um show musical organizado pelo Grupo Jovem do MFC local.  

No domingo (09), as representações estaduais foram recepcionadas na residência casal Michel e Iodália, ex-coordenadores da Equipe Cidade de Porto Seguro-BA, para um saboroso churrasco.

Os visitantes ficaram hospedados em residências de mefecistas e tiveram oportunidade de conhecer pontos turísticos de Porto Seguro e região.

A próxima reunião do CONDIR-NE está prevista para acontecer em Maceió - Alagoas, nos dias 14 e 15 de abril de 2012, ficando o domingo destinado ao momento de formação com o Padre Arnaldo Lima Dias.

domingo, 9 de outubro de 2011

LITURGIA DO 28º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 09/10/2011


"MUITOS SÃO CHAMADOS, POUCOS ESCOLHIDOS!"
A vida é toda ela uma oportunidade para escolher. É preciso, pois, conhecer com clareza para onde nos levam os diversos caminhos que estão à nossa frente. Não é prudente escolher qualquer um, ou não escolher nenhum. Na verdade, quando abrirmos nosso coração à graça da fé, nós é que estamos sendo escolhidos. Isso significa que não basta ter sido chamado.

28º DOMINGO DO TEMPO COMUM
1ª Leitura: Isaias 25, 6-10a
Salmo:  79
2ª Leitura: São Paulo aos Filipenses 4, 12-14.19-20
Evangelho: Mateus 22, 1-14
  
EVANGELHO – MATEUS 22, 1-14
Naquele tempo, 1Jesus voltou a falar em parábolas aos sumos sacerdotes e aos anciãos do povo, dizendo: 2“O Reino dos Céus é como a história do rei que preparou a festa de casamento do seu filho.

3E mandou os seus empregados para chamar os convidados para a festa, mas estes não quiseram ir.

4O rei mandou outros empregados, dizendo: ‘Dizei aos convidados: já preparei o banquete, os bois e os animais cevados já foram abatidos e tudo está pronto. Vinde para a festa!’

5Mas os convidados não deram a menor atenção: um foi para o seu campo, outro para os seus negócios, 6outros agarraram os empregados, bateram neles e os mataram.

7O rei ficou indignado e mandou suas tropas para matar aqueles assassinos e incendiar a cidade deles.

8Em seguida, o rei disse aos empregados: ‘A festa de casamento está pronta, mas os convidados não foram dignos dela. 9Portanto, ide até às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes’.

10Então os empregados saíram pelos caminhos e reuniram todos os que encontraram, maus e bons. E a sala da festa ficou cheia de convidados.

11Quando o rei entrou para ver os convidados, observou aí um homem que não estava usando traje de festa 12e perguntou-lhe: ‘Amigo, como entraste aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu.

13Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o fora, na escuridão! Aí haverá choro e ranger de dentes’.

14Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos”.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA –  Padre Queiroz
CONVIDAI PARA A FESTA TODOS OS QUE ENCONTRARDES

Neste Evangelho, Jesus nos conta a parábola dos convidados ao banquete. O rei representa Deus Pai. O filho é Jesus Cristo, que realizou o casamento de Deus com a humanidade. O banquete é o Reino de Deus, que tem na Igreja a sua melhor expressão. Os convidados somos nós.

Os primeiros convidados são, naquele tempo, o povo judeu. Hoje, são aqueles e aquelas que são convidados a seguir a Cristo, na sua Igreja, mas recusam o convite. Eles vivem por aí, procurando a felicidade onde ela não existe, sendo que ela lhes é oferecida a todo instante! Se realmente não atenderem ao convite, serão mortos, isto é, perderão a vida eterna.

Os segundos convidados somos nós, quando acolhemos o convite de Deus. Nós acolhemos o convite através do Santo Batismo. Mas não basta ser batizado, precisamos usar o traje de festa, isto é, viver na graça de Deus, que ele dá a quem obedece aos seus mandamentos. Viver em Comunidade é tão gostoso que é como participar de um banquete. Mas precisamos dar testemunho dentro da Comunidade, praticando o bem e evitando o mal.

Jesus não veio impor nada. Veio convidar, oferecer-nos um presente maravilhoso, chamado Reino de Deus. É tão bom participar dele que é comparado com um banquete.

“Nem todo aquele que me diz: Senhor! Senhor! entrará no Reino dos Céus, mas só aquele que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt 7,21).

“Amarrai os pés e as mãos desse homem e jogai-o for a.” Essa expulsão acontece de forma aparentemente natural; a pessoa, por um motivo ou outro, acaba parando de participar da Comunidade cristã. Ele pensa que foi por aquele motivo, mas, no fundo, foi Deus que o afastou, porque ele prefere poucos, mas que dêem o bom exemplo. Vamos agradecer a Deus o fato de ainda não termos sido expulsos da Comunidade cristã!

“Oh! Como é bom, como é agradável Os irmãos viverem juntos!” (Sl 133,1).
O rei cortou a amizade com os primeiros convidados. Se recusarmos o convite de Deus, que nos vem de mil formas, dali para frente não seremos mais os mesmos para Deus, porque recusar o seu convite é uma ofensa a ele. O convite de Deus nos compromete, marca-nos como um selo. Não dá para ser mais ou menos diante de Deus. Ou participamos pra valer, com o traje de festa e tudo, ou somos riscados da lista dele. Cruz credo, não?

Todas as pessoas do mundo são convidadas ao banquete. Portanto, não existe muro para alguém ficar em cima. Ou aceita e participa da festa eterna, ou fica fora, “onde haverá choro e ranger de dentes”.

A vida em Comunidade, que se plenificará na Comunidade celeste, é uma coisa tão gostosa que se parece com uma festa, é a festa do casamento de Deus com o seu novo Povo, em Jesus Cristo. Por isso que o povo começou a chamar o projeto de Jesus de Evangelho, que significa Boa Nova, Notícia Alegre. O Reino de Deus é um presente que ganhamos de Jesus. Participar dele é mais gostoso do que qualquer banquete. Apesar das cruzes que essa participação envolve. Quem é católico e participa da Comunidade cristã mostra essa alegria nos olhos, na alegria, no semblante, em tudo. Percebe-se até pela fotografia.

A Eucaristia é, aqui na terra, a expressão mais alta do banquete do Reino de Deus.

Hoje nos celebramos a memória de S. Bernardo é um dos fundadores dos monges cistercienses, que têm vários mosteiros no Brasil. Era francês e nasceu no ano 1090. O terceiro de sete irmãos. Sua mãe se chamava Aleth e o pai Tescelin. Quando Bernardo tinha dezessete anos, a mãe faleceu. Ele sentiu muito, mas foi ajudado pela família, especialmente pela irmã mais velha, chamada Humbelina.

Bernardo quis ser religioso e optou por um mosteiro recém fundado, na cidade de Cister. Alguém lhe disse, para dissuadi-lo da idéia: “Este mosteiro é o mais pobre e o mais rigoroso de todos”. Bernardo respondeu: “Foi justamente por isso que o escolhi”.

Seus irmãos de sangue foram, um a um, acompanhando Bernardo e se tornaram também monges. Até que sobraram em casa apenas o pai e o irmão mais novo, chamado Nivaldo. Um dia, o pai disse a Nivaldo: “Filho, estou com vontade de ir também para o convento. Você fica com essas terras e com os nossos bens todos”. Nivaldo respondeu: “Pai, isso é o mesmo que dizer: Nós escolhemos o céu e deixamos a terra para você. De modo nenhum. Eu também vou junto com o senhor para o convento”. Pronto, fecharam a casa.

Bernardo atraiu para a vida consagrada muitíssimos jovens. Onde ele chegava, persuadia uma turma de jovens a ingressar no convento. Sua influência era tão grande que alguns pais começaram a impedir que seus filhos se encontrassem com ele.

Quando Bernardo ingressou na vida religiosa, em Cister, a ordem contava apenas com vinte membros. Mas o número aumentou rapidamente, tanto que logo tiveram de fundar outro mosteiro, em Claraval. Foi ali que Bernardo viveu até a morte. Daí o seu nome: Bernardo de Claraval.

Bernardo foi sempre rigoroso consigo mesmo, mas, com os outros, era bem o contrário: extremamente benevolente, compreensivo e misericordioso.

Foi também escritor. Alguns de seus livros são lidos até hoje, como por exemplo: “Os graus da humildade e do orgulho”.

Além de livros, Bernardo escreveu belíssimas poesias. Foi ele que fez a oração a N. Senhora: “Lembrai-vos, ó piíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer...” Foi também ele que acrescentou na Salve Rainha as palavras finais: “Ó clemente, ó piedosa, ó doce Virgem Maria”.

S. Bernardo faleceu dia 20/08/1153, com 63 anos de idade. Certamente ganhou, no céu, o banquete eterno.

Maria Santíssima é uma atriz que dá ainda mais brilho à festa iniciada por Jesus, chamada Reino de Deus. Que ela, e S. Bernardo, nos ajude a não perder essa festa.

Convidai para a festa todos os que encontrardes.

ORAÇÃO
Ó Deus, sempre nos preceda e acompanhe a vossa graça para que estejamos sempre atentos ao bem que devemos fazer.  Amém!

HOJE, 107ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

DIVÓRCIO E SEPARAÇÕES CONJUGAIS

DRA. ALICE SIBILE KOCH
DRA. DAYANE DIOMÁRIO DA ROSA
ABC da Saúde

O divórcio, quando ocorre, ou quando sua possibilidade se torna real na vida dos casados, é uma das mais importantes crises da vida do adulto.

No casamento, ambos os parceiros mudam ou evoluem com os anos, geralmente em diferentes ritmos, e não necessariamente em direções complementares, podendo surgir a necessidade de separação.

Assim, diante de um casamento não satisfatório, começam a surgir inúmeros problemas no convívio e no relacionamento, que chamaremos aqui de desajustes conjugais. Ocorrendo a separação, ambos os ex-parceiros , independente de quem tenha tomado a iniciativa, passam por um período de sofrimento em decorrência da perda da relação, por pior que essa estivesse no período imediatamente anterior ao divórcio.

Falaremos aqui em divórcio como sinônimo de separação de corpos e de domicílios, independente do tipo de casamento, seja civil, religioso ou consensual (amigável).

UMA MAIOR ACEITAÇÃO DO DIVÓRCIO
A maior facilidade legal para o divórcio e a diminuição da influência da religião com dogmas rígidos tornaram a separação um acontecimento mais aceitável, com as pessoas separadas sofrendo menor preconceito que no passado.

Uma mostra disso é o fato de no Brasil desde 1940 até 1990, segundo o IBGE, o percentual de pessoas divorciadas, na população em geral, aumentou aproximadamente 15 vezes. Outro aspecto que contribuiu foi a busca mais acentuada pelo bem-estar individual, através da maior oferta de prazer (real ou ilusória) na sociedade atual para aqueles que abrem mão da vida a dois.

COMO SE PERPETUAM RELAÇÕES DESAJUSTADAS NO CASAMENTO
Em um casamento, quando ocorre um desajuste conjugal, a responsabilidade pelo problema é de ambos os cônjuges, mesmo que aparentemente a situação aponte para um único responsável.

Isso porque ocorre o que pode ser chamado de acordo inconsciente entre os dois no casamento, isto é: um problema que aparentemente é de apenas um dos cônjuges, é, em geral, compartilhado ou até mesmo aceito pelo outro.

Assim, uma pessoa ao se casar ou manter-se casada o faz pelas virtudes do parceiro ou da própria união. Porém, com as virtudes, aparecem as diferenças e até mesmo os problemas.

Questões sócio-culturais também são muito importantes na manutenção de casamentos muito desajustados, principalmente em culturas e classes sociais em que a mulher (ou o homem) tem uma educação rígida em relação ao casamento, não tendo uma vida pessoal própria, independente, mesmo profissionalmente, em que o casamento e a maternidade são vistos como meio de vida, muitas vezes por necessidade e não como opção.

Além disso, muitos casamentos mantêm-se pela extrema dependência afetiva dos cônjuges um do outro, que faz com que desajustes intensos no casamento sejam tolerados, de modo que a tristeza pela perda do casamento seja intensa ou até insuportável, não permitindo uma separação mesmo que os problemas conjugais sejam vários.

CAUSAS DO DIVÓRCIO
Da mesma forma que ocorre com o casamento, o divórcio é uma questão única para cada dupla que se separa.

Geralmente a separação é mais comum entre casais que se uniram na adolescência ou entre membros de diferentes níveis sócio-econômicos e culturais. Também pessoas cujos pais eram separados têm maior tendência a resolver um problema conjugal optando pelo divórcio.

Outra experiência provocadora de tensões no casamento é a paternidade, fazendo com que o parceiro sinta menos prazer com o outro após o nascimento de filhos.

A presença de doença nos filhos também gera uma tensão ainda maior, sendo que casamentos em que um dos filhos morre por doença ou acidente têm uma tendência de cerca de 50% em terminarem no divórcio.

DIVÓRCIO E RELAÇÕES EXTRACONJUGAIS
Na meia idade (40 a 60 anos) 60% dos homens e 40% das mulheres tiveram pelo menos um encontro extraconjugal (segundo dados americanos). A maioria desses acontecimentos é mantida em segredo, mas a sua revelação raramente se transforma em causa suficiente para a separação.

Muitas vezes, contudo, a relação extraconjugal sinaliza insatisfações prévias dentro do casamento, de um ou de ambos os parceiros, e não necessariamente apenas insatisfações sexuais.

MOTIVOS PSICOLÓGICOS PARA O DIVÓRCIO
Inúmeras e praticamente incontáveis podem ser as razões objetivas e práticas de separações. As pessoas que se separam podem atribuir a perda do amor, a presença de um relacionamento extraconjugal, o esfriamento sexual, as brigas constantes, a interferência dos sogros, a falta de dedicação ao casamento, e tantos outros que propiciam um desajuste conjugal.

Porém, da mesma forma que vimos antes em relação aos fatores inconscientes (não percebidos pela pessoa) que são capazes de manter uniões “desajustadas”, também ocorrem fatores psicológicos (inconscientes) da pessoa que agem na hora de optar-se por separações, além dos fatores objetivos, práticos, que se mostram mais evidentes.

Podemos falar nos seguintes fatores psicológicos que determinam as separações:
        
Escolha do cônjuge:
Não é raro que uma escolha insatisfatória tenha uma repercussão através do divórcio somente após anos de casamento. O nascimento de filhos, o surgimento de rotinas, a estabilização da vida sexual, a maior independência dos filhos crescidos, entre outros aspectos comuns do casamento, porém geradores de ansiedade, podem levar a uma reflexão sobre a escolha do cônjuge apenas após anos de vida a dois.
        
Amadurecimento do casal:
Uma segunda causa psicológica para o divórcio seria o amadurecimento desigual do casal. As mudanças naturais que ocorrem em cada pessoa ao longo da vida podem gerar nos parceiros de casamento diferenças que se tornam difíceis de conciliar.
        
Decadência dos aspectos saudáveis do casamento:
A diminuição do efeito saudável, ou terapêutico, do casamento é algo que muitas vezes determina seu fim. Não é raro que uma pessoa encontre no parceiro alguém que vai poder aliviar sua ansiedade ou angústia diante de alguns de seus problemas pessoais. É importante lembrar que isso, em si, não é algo anormal ou um problema em si. É algo natural das uniões. Porém pode extremar-se ou tornar-se um problema. Mas quando este lado de alívio da ansiedade dentro do casamento é rompido, a união pode acabar.
        
Mudança psicológica de um dos cônjuges:
Muitas vezes o que pode aproximar duas pessoas são seus lados problemáticos, ou conflituosos. Assim, o divórcio pode estar ligado à melhora psicológica de um dos cônjuges, sem ser acompanhado pelo outro.
        
Surgimento de um problema psicológico em um dos cônjuges:
Uma mulher pode ver-se diante de uma forte necessidade de separar-se de um marido que, com o passar dos anos, foi se tornando deprimido e alcoolista. Da mesma forma, um homem pode não mais conseguir manter-se com uma mulher que, diante das inseguranças e sentimentos depressivos do período de climatério (menopausa), começa a ter casos extraconjugais, como forma de reafirmar sua sexualidade e feminilidade, muitas vezes abaladas nesse período.
        
Ilusões sobre o divórcio:
Às vezes pode também ocorrer da pessoa iludir-se a respeito da vida do divorciado (que seria mais prazerosa) e acabar optando pela separação. Portanto, não é tão raro ou estranho que separações retrocedam.

A CRISE DO DIVÓRCIO
Divórcio é um momento de crise importante na vida da pessoa. Em geral, ocorre uma reação de luto pelo fim da união, por pior que esta estivesse antes da separação. Falamos de luto pela tristeza decorrente da perda do casamento, tristeza que pode iniciar antes mesmo da separação definitiva. A maioria das pessoas relata sentimentos de depressão e angústia intensa, relacionada a dúvidas e mudança constante no humor na época do divórcio (às vezes alegre, eufórico, às vezes triste, outras irritado). Apesar de uma separação poder ocorrer de forma rápida, estudos mostram que o processo de recuperação psicológica da crise do divórcio leva cerca de dois anos para ter uma resolução satisfatória, quando torna-se possível que o ex-cônjuge seja visto de modo neutro (sem raiva ou rancor intensos ou, por outro lado, quando deixa de ser visto como "uma paixão insubstituível e perfeita"), com cada um dos separados aceitando sua nova identidade de pessoa solteira ou descasada.

OS FILHOS DO DIVÓRCIO
Como ficam as crianças após o divórcio é uma preocupação freqüente dos pais e daqueles que profissionalmente se dedicam a minimizar o efeito do divórcio nos filhos dos separados.

Portanto, conseqüência para as crianças existem, e mais ou menos, de acordo com vários fatores, incluindo a própria resolução favorável da separação para os pais, a idade das crianças e o seu grau de desenvolvimento.

Do ponto de vista da criança, é preciso levar em conta que a separação é um projeto dos pais. Muitas crianças conseguem ser razoavelmente felizes e sentirem-se bem cuidadas em famílias em que um ou ambos os cônjuges sentem-se infelizes.

Poucas crianças demonstram sentirem-se aliviadas com a decisão do divórcio.

Uma repercussão imediata dos filhos ao divórcio é variável de acordo com o desenvolvimento e a idade dos mesmos. As crianças mais novas, pré-escolares, de 3 a 5 anos, podem apresentar uma regressão depois que um dos pais deixa o lar, podendo voltar a urinar na cama, a serem mais solicitantes, demonstrando ter vários medos e a ter alterações no sono. Podem se tornar irritáveis e exigentes.

Crianças de 5 a 8 anos geralmente demonstram uma tristeza aberta pelo divórcio, freqüentemente se refletindo no declínio do rendimento escolar.
Na idade de 8 a 12 anos em geral a criança reage com raiva franca de um ou de ambos os pais, por terem causado a separação. Por vezes demonstram ansiedade, solidão e sentimentos de humilhação por sua própria impotência diante do ocorrido. O desempenho escolar e o relacionamento com colegas podem ter prejuízo nesta fase.

Vimos como as conseqüências do divórcio nas crianças a médio e a longo prazo é muito variável. Já os adolescentes sofrem com o divórcio muitas vezes com depressão, raiva intensa ou com comportamentos rebeldes e desorganizados.

Contudo, como escreveu Judith Wallerstein, uma importante estudiosa de separações conjugais, em “Filhos do Divórcio”: "quando os pais decidem pela separação após pensar bem e considerar cuidadosamente as alternativas, quando previram as conseqüências psicológicas, sociais e econômicas para todos os envolvidos, quando acertaram manter um bom relacionamento entre pais e filhos, então é provável que as crianças não venham a sofrer interferência no desenvolvimento ou desgaste psicológico duradouro. Por outro lado, se o divórcio for realizado de modo a humilhar ou enraivecer um dos parceiros, se o ressentimento e a infelicidade dominarem o relacionamento pós-divórcio, ou se as crianças forem mal amparadas ou informadas, se foram usadas como aliadas, alvo de disputa ou vistas como extensões dos adultos, se o relacionamento da criança com um ou ambos os pais for empobrecido e perturbado e se a criança se sentir rejeitada, o desfecho mais provável para as crianças será a interferência no desenvolvimento, a depressão ou ambos".

O DIVÓRCIO NA BALANÇA: OS PRÓS E OS CONTRAS DO DIVÓRCIO.
Invariavelmente a separação em um casamento não é uma mera opção da pessoa, o que implica dizer que se separar não é fácil, pois há sofrimento envolvido, por mais que o casamento esteja aparentemente pouco satisfatório, ou mesmo desajustado.

A separação em geral força a pessoa, antes mesmo de separar-se, a tornar-se autônoma, a sair de uma posição de dependência, sendo que esta posição pode ser difícil de ser conquistada, especialmente se ambas as pessoas estão acostumadas a serem dependentes uma da outra (como normalmente acontece no casamento, em que há dependência e uma certa mistura da vida de duas pessoas, para que ele exista satisfatoriamente).

Mais comumente, a iniciativa da separação parte apenas de um dos cônjuges. Por vezes este poderá enfrentar sentimentos de culpa, principalmente se o casal possuir filhos, o que intensifica a dúvida da separação. A pessoa que toma a iniciativa poderá sentir-se causadora de sofrimento aos filhos, a si própria e até mesmo ao cônjuge de quem está separando-se, principalmente se esse se mostra muito fragilizado com a possibilidade do divórcio.

De modo similar, pode ocorrer o medo e a incerteza diante do futuro da vida de descasado, com os sentimentos de abandono, de solidão e de vazio pela perda da relação conjugal.

Por outro lado, o divórcio coloca na balança o sofrimento que pode ser causado pela permanência em um casamento insatisfatório. A pessoa pode sentir-se sacrificada dentro de uma relação que não lhe permite satisfação pessoal. O amadurecimento pessoal de cada um, se for desigual ou em direções muito diferentes, pode afastar as pessoas, de modo que a permanência da união poderá causar problemas emocionais para um ou para ambos.

Da mesma forma, uma escolha do cônjuge que não foi madura, em uma época muito inicial da vida ou baseada em aspectos psicológicos doentios, como foi descrito anteriormente, pode fazer o casamento tornar-se difícil de ser mantido, marcado por sentimentos de raiva do cônjuge, ou de tristeza e depressão, existindo um sentido de obrigação para manter o casamento e não um desejo sincero e maduro de mantê-lo e desfrutá-lo.

Além disso, muitos casamentos podem se manter por aspectos psicológicos pouco sadios, com poucos sentimentos de amor, carinho, respeito, podendo predominar desprezo, raiva, inveja, que resultam em uniões marcadas por competição, constantes acusações, brigas, agressões físicas, ou dependência doentia de um ou de ambos os casados.

DIVÓRCIO E TRATAMENTOS PSICOLÓGICOS
Sendo o divórcio uma crise importante na vida das pessoas que o enfrentam, muitos procuram algum tipo de tratamento psicológico em decorrência do mesmo, seja antes, durante, ou após a separação.

A maioria das pessoas, contudo, não o fazem, seja por não sentirem necessidade, seja por falta de condições (ou não possuírem algum tratamento acessível) ou por falta de conhecimento a respeito de auxílios psicológicos.

Além disso, muitas vezes, no senso comum, existe a idéia de que tratamentos psicológicos (psiquiátricos, psicoterápicos ou psicanalíticos) fazem com que a pessoa que se trata termine por se separar.

Entretanto, tratamentos psicológicos bem orientados objetivam reduzir as perturbações no relacionamento, muitas vezes favorecendo a manutenção do casamento e o enriquecimento do vínculo afetivo do casal.

Além disso, muitas pessoas podem sentir necessidade de tratamento após a separação, justamente pela perda que esta envolve, ou pelas modificações de vida decorrentes da mesma. Por último, no casamento podem ressurgir problemas psicológicos de um ou de ambos os parceiros anteriores ao próprio casamento, mas que se exacerbam durante a vivência a dois ou em família.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

ALAGOANOS PARTICIPARÃO DA REUNIÃO DO CONDIR EM PORTO SEGURO-BA

James e Jorge participam da reunião do CONDIR-NE
O CONDIR/NE - CONSELHO REGIONAL NORDESTE DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO estará reunido no próximo final de semana (8 e 9 de outubro), na cidade de Porto Seguro (BA), para a 3ª Reunião Administrativa da Gestão 2010/2013.

O Conselho se reunirá para avaliar o desempenho do MFC, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito regional para que possa haver sucesso nas metas planejadas.

De Alagoas participam da reunião os mefecista James (coordenador regional Nordeste e estadual Alagoas) e Jorge (secretário regional Nordeste e comunicação Alagoas).

Além dos alagoanos, compõem o Conselho Regional os mefecistas Florisval e Eliana (Serfin), Pe. Arnaldo (assessor eclesiástico), José Newton e Ariadna (ex-coordenadores regional), Alexsandra e Joel (coordenadores estadual Bahia), Mário e Liliana (coordenadores estadual Ceará) e Luiz Antônio e Maria José (coordenadores estadual Sergipe).

Os participantes do Conselho Regional serão acolhidos por membros do MFC Porto Seguro-BA.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

NUCLEAÇÃO DE MURICI - Artigo de Jorge Maciel


NUCLEAÇÃO DE MURICI
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O Movimento Familiar Cristão de Alagoas, no seu trabalho de expansão, promoveu em parceria com a Equipe Cidade de Murici, uma NUCLEAÇÃO PARA CASAIS naquela cidade.

Como já é do conhecimento de todos, a expansão do MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO ocorre a partir da Nucleação, que é realizada através da execução de uma sistemática planejada, que assimila as metas e a mística do MFC, tornando possível, o ingresso de casais que se identifique com a proposta mefecista, formando, assim, novos grupos de base.

Diante da decisão de realizar a Nucleação de Murici, a coordenação estadual entregou ao casal Flávio e Lucila (Grupo Caná da Galileia) o desafio de coordenar a Nucleação de Murici.

Mesmo sem nunca ter coordenado uma Nucleação, Flávio e Lucila disseram “sim” e formaram uma equipe composta por mefecistas maceioenses com muita disposição para trabalhar.

Foram convocados e também deram o “sim” trabalhando com humildade, carinho e muita dedicação neste trabalho que lhes foi confiado, os mefecistas Ronaldo e Kelly (Grupo Sagrada Família), Adenylde de Jan (Grupo Novo Horizonte), Felipe e Daniela (Grupo Sagrada Família), Fiel e Claudete (Grupo Amigos para Sempre), Fernando e Luciana Fon (Grupo Irmãos na Fé), Fábio e Rosa (Grupo Novo Horizonte), Guido e Graça (Grupo Mãos Dadas), Ricardo e Patrícia (Grupo Novo Horizonte), Mau e Karynna (Grupo Amigos para Sempre), Bruno e Manoela (Grupo Amigos para Sempre), Henrique e Claudja Kaline (Grupo Amigos para Sempre), Patriota e Cris (Grupo Girassol), Beto de Marly (Grupo Amizade), Luiz Hita de Ângela (Grupo Amizade), Miguel e Paty (Grupo Renovação), Helion e Verônica (Grupo Amizade), Eduardo e Roberta (Grupo Luz), Geraldo e Euzilene (Grupo Luz), Sextafeira e Luciana (Grupo Luz), Souza (Grupo de Canto Santa Cecília), Renival e Lúcia (Grupo Caná da Galileia), Claudio e Beth (Grupo Vida), Júlio e Sônia (Grupo Vida) e Jorge e Penha (Grupo Caná da Galileia).

Confesso que mesmo tendo participado de sete Nucleações, conhecendo os bastidores de uma Nucleação; com dois Encontros Nacionais; um Encontro Regional; várias reuniões de CONDIR e CONDIN; e um Seminário Nacional, estava preocupado com o desenrolar do evento.

Mil e um problemas apareceram de última hora... pessoas experientes em Nucleações tiveram problemas que impossibilitaram suas participações como palestrantes e nas equipes de serviço... um acidente na BR-101 que atrasou em mais de três horas a chegada dos mefecistas à Murici... a falta de estrutura do local para realizar uma Nucleação... as dificuldades para hospedagem... etc... etc... Não foram motivos desmotivadores para o grupo não seguir em frente.

Foi uma Nucleação diferenciada, mesmo sendo planejada para ser nos moldes das Nucleações realizadas em Maceió, mas, com o tempo de realização reduzido pela metade e as dificuldades surgidas de última hora, o grupo conseguiu realizar maravilhosamente a Nucleação onde vinte e dois casais concluíram o encontro, atentos à fidelidade que deles é exigida: crescimento na fé, humildade na aceitação das missões, aumento no compromisso em suas tarefas, crescimento e responsabilidade como integrante de sua igreja.

Foi sem sombra de duvidas uma Nucleação que deixa a lição de que quando se faz com amor o trabalho, o sucesso é garantido. A união do grupo também foi o diferencial para o sucesso.

Parabéns a todos, que indiferente da função que exerceu, contribuíram para o sucesso da Nucleação de Murici. Que Deus recompense a todos!