terça-feira, 24 de julho de 2012

MFC ALAGOAS REALIZARÁ 1º ENCONTRO MFC JOVEM


A
 Equipe de Coordenação Estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão esteve reunida com a coordenação responsável pela realização do 1º ENCONTRO DO MFC JOVEM DE ALAGOAS na residência do casal vice-coordenador estadual – Vamberto e Marly, com a presença dos casais: secretaria – Fiel e Claudete; tesouraria – Gilson e Nana; comunicação – Jorge e Penha; e coordenação estadual – James e Fátima.

A mefecista Lucila de Flávio, escolhida para coordenar o Encontro de Jovens apresentou um planejamento estratégico para ser utilizado durante o 1º ENCONTRO DO MFC JOVEM DE ALAGOAS com a participação de jovens de todas as cidades onde o MFC mantém núcleo ativo.

Após a apresentação do planejamento estratégico, a coordenação estadual definiu que Lucila e Flávio formará uma equipe para formatar o planejamento, incluindo o carisma do MFC e iniciar os trabalhos.

O 1º ENCONTRO DO MFC JOVEM DE ALAGOAS terá a participação de 40 (quarenta) jovens na faixa etária dos 15 aos 17 anos e acontecerá na Casa dos Cursilhos, em Maceió, com data prevista para o inicio de novembro próximo, iniciando às 18 horas de uma sexta-feira e concluindo-se no domingo por volta das 18 horas.

A Equipe realizará no domingo, 2 de setembro, a FEIJOADA DO MFC para angariar fundos para a realização do 1º ENCONTRO DO MFC JOVEM DE ALAGOAS. A Equipe se reunirá na próxima quarta-feira, dia 1º de agosto, a partir das 19h30min, para definir e divulgar o local da FEIJOADA DO MFC e tratar de assuntos pertinentes ao 1º ENCONTRO DE JOVENS DO MFC DE ALAGOAS.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

BATEU AQUELA TRISTEZA? Não se perca em seus sentimentos

Elaine Ribeiro

Elaine  Ribeiro, Psicóloga Clinica e Organizacional 
Colaboradora da Comunidade Canção Nova


A
s expressões "estou triste" ou "estou deprimido" parecem tão comuns em nossos dias, mas pouco paramos para pensar no que nos leva a esses “estados de tristeza”. Mais ainda: algumas pessoas pensam tanto nela, que alimentam, eternamente, um sentimento que, usualmente, representaria e expressaria apenas uma fase passageira de sua vida.

Situações difíceis e estressantes exigem de nós uma capacidade de adaptação que nos permite voltar a alcançar um estado emocional normal. Pensar naquilo que é positivo é uma forma de superar os momentos de tristeza sem negá-los, mas, também, sem valorizar fortemente tal situação. Buscar atividades sociais, esportivas e de lazer também são formas externas de lidar com este sentimento.

Estar triste e sentir tristeza são condições psicológicas que fazem parte da vida humana, e não há por que temer vivenciar tal estado. Sentir dor pela perda, viver o luto, terminar um namoro, ter frustrações nas amizades e experimentar que a vida não é feita só de alegrias é o conjunto dinâmico e equilibrado da vida. Porém, muitas vezes, desenvolvemos respostas emocionais negativas e, a partir delas, tudo se torna uma tristeza constante; ou mesmo criamos nossos filhos deixando-os “protegidos” de qualquer ameaça.

Depressão é muito mais do que uma tristeza, mas esta, se for cultivada e excessivamente valorizada, pode se tornar uma doença. Ficar triste faz parte da vida, não precisa de tratamento e nos permite experimentar o lado bom e o ruim da vida. Muitas pessoas evitam, a todo custo, o sofrimento ou mesmo evitam que as pessoas ao seu redor sofram. Com isto, apenas alimentam uma vida de conto de fadas. O tempo da tristeza é relativo e está bastante relacionado ao tipo de situação que vivemos.

Por outro lado, pense no seguinte: nosso tempo nos coloca um ritmo para que vivamos os processos da vida sem dor, sem sofrimento e com muita rapidez. Não admitir a armagura é um mecanismo de defesa, algo que nos protege, que faz com que evitemos as situações.

O que a tristeza tem para nos ensinar? Nem toda melancolia é depressão, nem tudo é curado com remédios. Encarar as situações negativas com serenidade, observando os fatos e as consequências é muito importante. Quando admitimos que somos parte de um problema, podemos rever nossas atitudes e crescer. Ao fazer o papel de vítima – que pode ser mais confortável e bastante cômodo – não assumimos nossas culpas e “terceirizamos” nossos os problemas. Sempre haverá um culpado, uma situação difícil ou coisa assim. Mas vale lembrar também o quanto algumas pessoas têm uma visão extremamente negativa de si, sem perceber nada de positivo no que fazem, olhando o mundo por um olhar altamente crítico, negativo; apenas valorizando as desolações.

A satisfação é feita de frustrações, de perdas e dores. Evitar o sofrimento é como “negar” uma parte importante da vida e experimentar apenas o imediato, a necessidade urgente de estarem melhores, as alegrias de um mundo que cultiva o imediatismo e o prazer de uma vida fácil. Nesta reflexão, faço a você um novo convite: que possamos dar um significado às tristezas da vida sem fugir delas, mas saindo fortalecidos desta batalha, superando as dificuldades do momento, valorizando as experiências e retomando o ciclo normal de nossas vidas. Não há solução fácil, mágica ou imediata, mas é algo possível a partir da nossa iniciativa e nosso empenho, com uma forma diferente de encarar a vida.

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domingo, 22 de julho de 2012

HOJE, 146ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 16º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 22/07/2012

   
   
NÃO HAVIA REPOUSO PARA
JESUS E SEUS APÓSTOLOS!
Fiel à aliança de amor, Deus acompanha o povo com olhar de misericórdia. Ele expulsa os encarregados que destroem seu rebanho e propõe pastores fiéis que pratiquem o direito e a justiça. O Bom Pastor é Jesus, centro da unidade. Nele todos encontram a paz duradoura. Que a Eucaristia nos ensine a ter olhar de compaixão para os que hoje são como ovelhas sem pastor.

16º DOMINGO DO 
TEMPO COMUM
1ª Leitura: Jr 23,1-6
Salmo Responsório:  22
2ª Leitura: Ef 2,13-18
Evangelho: Mc 6,30-34

EVANGELHO
MARCOS 6,30-34

Naquele tempo, 30os apóstolos reuniram-se com Jesus e contaram tudo o que haviam feito e ensinado.

31Ele lhes disse: “Vinde sozinhos para um lugar deserto e descansai um pouco”. Havia, de fato, tanta gente chegando e saindo que não tinham tempo nem para comer.

32Então foram sozinhos, de barco, para um lugar deserto e afastado. 33Muitos os viram partir e reconheceram que eram eles. Saindo de todas as cidades, correram a pé, e chegaram lá antes deles.

34Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

Se pensarmos bem, em Cristo, tudo quanto a Igreja tem para dizer ao mundo é Jesus: ele é a Palavra viva do Pai, ele é o Salvador e a Salvação, é a ele que a Igreja dirige continuamente o olhar e o coração, para contemplá-lo, escutá-lo e nele beber das fontes da vida e da paz! Pois bem: é de Jesus que a Palavra santa hoje nos fala – de Jesus Bom Pastor!

Em Israel, pastores do povo eram seus dirigentes: reis, aristocracia, sacerdotes, escribas, profetas. Infelizmente, de modo frequente, esses eram pastores maus e infiéis, pois não faziam o que era de se esperar de quem apascenta: não amavam o rebanho, dele não cuidavam, com ele não se preocupavam. Faziam como os políticos brasileiros de agora, esses mesmos que irão mostrar a cara lisa no programa eleitoral gratuito, enganando, mentindo e fazendo-se passar por bons, sem, no entanto, terem outra preocupação que o próprio bem-estar e os próprios poder e prestígio... Dos maus pastores, Santo Agostinho dizia que procuram somente o leite e a lã das ovelhas, sem com elas se preocuparem. O leite simboliza os bens materiais; a lã, o prestígio e os aplausos. Pobres ovelhas, o povo brasileiro, que mais uma vez serão assaltadas por cruéis ataques de pastores maus: mensaleiros, sanguessugas e gatunos de todos os níveis e especialidades. Que Deus ajude esse povo a discernir políticos de politiqueiros e os poucos preocupados com o bem comum, dos muitos ocupados com o próprio bem!

Contudo, não devemos esquecer de modo algum que os pastores do povo de Deus, que é a Igreja, são os ministros de Cristo: Bispos, padres e diáconos. A eles também o Senhor repreende neste hoje e a eles exorta a que se convertam e sejam pastores de verdade. Mas, quem é pastor de verdade na Igreja? Quem se deixa plasmar pelo verdadeiro Pastor, pelo único Pastor, aquele que é a própria justiça, a própria santidade de Deus: “Este é o nome com que o chamarão: ‘Senhor, nossa Justiça’”. Falamos de Jesus Cristo.

Ante os maus pastores da Israel, que infestaram todo o tempo do Antigo Testamento, o Senhor prometeu, da Casa de Davi, um novo pastor: “Eis que virão dias em que farei nascer um descendente de Davi; reinará e será sábio, fará valer a justiça e a retidão na terra”. Aqui Deus fala do Messias; e esse Messias é a própria presença de Deus apascentando o seu povo: “Eu reunirei o resto de minhas ovelhas de todos os países para onde forem expulsas, e as farei voltar a seus campos, e elas se reproduzirão e multiplicarão”. Eis, portanto: um messias, presença do próprio Deus, Pastor do seu povo, cuidador do seu rebanho... É precisamente assim que o evangelho de hoje nos apresenta Jesus: “Ao desembarcar, Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas”. Que imagem sublime, que cena tão doce! Jesus cansado, pensando em algo tão humano, tão legítimo: um dia de descanso em companhia dos doze. E quando chega ao local escolhido para o merecido repouso, lá estava a multidão cansada e acabrunhada, sedenta de luz, sedenta de vida, sedenta de verdes pastagens, desorientada, como ovelhas sem pastor... E Jesus, Bom Pastor, esquece de si mesmo, deixa de lado seu cansaço e, cheio de compaixão, vai cuidar das ovelhas... Por isso mesmo, ele é o Pastor por excelência, o Belo, Perfeito, Pleno Pastor! Ele ama o rebanho, preocupa-se com ele, dele se compadece e por ele vai dando, derramando, diariamente, a própria vida. Nunca se viu Jesus poupar-se, nunca se testemunhou Jesus fazendo um milagre em benefício próprio, nunca se apanhou o Senhor buscando algum favor para si. Não! Toda a sua vida foi vida vivida para o rebanho por amor ao Pai, vida dada, vida doada, entregue de modo total... até a morte e morte de cruz. Tem razão São Paulo, quando diz aos Efésios, na segunda leitura de hoje: “Agora, em Cristo, vós que outrora estáveis longe, vos tornastes próximos, pelo sangue de Cristo. Ele, de fato é a nossa paz!” O Bom Pastor, entregando a vida pela humanidade, nos atraiu, abrindo um novo caminho, suscitando uma nova esperança para judeus e pagãos, reunindo-os todos no seu aconchego, no seu coração de Pastor, dando-nos a paz e fazendo de nós a sua Igreja!

Igreja aqui reunida, em torno deste Altar, tu nasceste da dedicação do teu Pastor; tu és fruto da sua vida entregue amorosa e dolorosamente! O Apóstolo afirma, de modo profundo e comovente que Cristo “quis reconciliá-los, judeus e pagãos, com Deus, ambos em um só corpo, por meio da cruz; assim ele destruiu em si mesmo a inimizade”. Prestai bem atenção: na carne de Cristo, no corpo ferido de Cristo, na vida dilacerada de Cristo, deu-se a nossa paz! – Ó Senhor Jesus, que tu mesmo, de corpo e alma, de sonho e de dor és o nosso repouso, és nossa segurança! Tu mesmo és a nossa paz! E quão alto foi o preço dessa paz! E tudo isso para que, no teu Santo Espírito, tivéssemos acesso Àquele a quem tu chamas de Pai, fonte de toda vida!

Tanto para nós, pastores, quanto para vós, ovelhas, o exemplo de Cristo é motivo de questionamento e chamado à conversão. Para nós, pastores, é forte apelo a que sejamos como ele, sejamos presença dele no meio do rebanho, tendo seus sentimentos, suas atitudes, participando de sua entrega total. Pastores que não apascentam em Cristo, que não vivem a vida de Cristo na carne de sua vida, não são pastores de fato; são maus pastores, ladrões e salteadores, como aqueles do Antigo Testamento. E para vós, ovelhas, que apelos o Bom Pastor hoje vos faz? Ele que se deu todo a vós como pastor, vos convida a que vos entregueis totalmente a ele como ovelhas. Como a ovelha do Salmo da Missa de hoje, que confia totalmente no seu pastor, ainda mesmo que passe pelo vale tenebroso, porque sabe que o pastor é fiel, que o pastor haverá de defendê-la, assim também nós, ovelhas do seu pasto, confiemo-nos ao Senhor, sigamo-lo, nele coloquemos a nossa existência. E que ele, cheio de amor e misericórdia, nos conduza às campinas verdejantes, nos faça descansar, restaure nossas forças, guie-nos no caminho mais seguro, nos prepare a mesa eucarística, unja-nos com o suave óleo do seu Espírito, faça transbordar a taça da nossa exultação e nos dê habitação na sua casa pelos tempos infinitos.

ORAÇÃO
Ó Deus, sede generoso para com vossos filhos e filhas e multiplicai em nós os dons da vossa graça, para que, repletos de fé, esperança e caridade, guardemos fielmente os vossos mandamentos.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 21 de julho de 2012

FALECEU O PAI DO COORDENADOR ESTADUAL DO MFC BAHIA

Cosme José dos Santos

É
 com pesar que informamos o falecimento do Senhor COSME JOSÉ DOS SANTOS, vitima de um AVCi – Acidente Vascular Cerebral Isquêmico. O Sr. Cosme era pai de Joel de Alexsandra, membro do Movimento Familiar Cristão de Porto Seguro-BA, atualmente no exercício da coordenação estadual do MFC BAHIA.

O falecimento ocorreu às 05h30min, deste sábado, 21 de julho de 2012. O corpo será velado em sua residência, na Av. Duque de Caxias, 475 (ao lado da Band FM) em Eunápolis - Bahia. O sepultamento esta previsto para este domingo (22), às 9 horas, no Cemitério da Consolação.

Eunápolis perdeu um dos seus fundadores. COSME JOSÉ DOS SANTOS, morador há mais de 50 anos, era empresário na área de movelaria, marceneiro querido e conhecido de todos pela alegria que sempre demonstrou em receber amigos e fazer novos amigos.

O CONDIR-NE - CONSELHO REGIONAL NORDESTE DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO lamenta profundamente a morte do Senhor COSME JOSÉ DOS SANTOS, uma grande perda para a cidade de Eunápolis e toda região.

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que agora COSME JOSÉ DOS SANTOS está na graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

OCTÁVIO HENRIQUE

OCTÁVIO HENRIQUE
  
Octavio Henrique
TALES E THERESA - MFC SALVADOR

E
m 1964, com dois anos de formado e de trabalho na Refinaria Landulfo Alves, estava eu de noivado firme com Theresa, então estudante de letras da UFBA, quando fui convidado por ela para participar de uma novidade: um curso para noivos.  Aceitei o convite e soube que se tratava de uma iniciativa do Movimento Familiar Cristão, o MFC. O convite partira do casal Octávio Henrique e Celice, já integrantes do MFC, e ele, primo de Theresa.

A vida é um emaranhado de encontros fortuitos e virtuais, porem só alguns deles persistem e criam raízes profundas que geram a amizade entre as pessoas. Foi o que aconteceu, no nosso caso, no encontro com Octávio e Celice.

Fizemos o curso, gostamos e fomos convidados a participar de uma equipe de noivos, formada, em sua maioria, por casais oriundos do curso que havíamos feito, e coordenada pelo casal Renato e Ana Maria Ferreira. Para nós, foi uma novidade e uma oportunidade trocar ideias com aqueles casais, todos na mesma faixa etária nossa, e com problemática de vida parecida. Na experiência desse processo, a abertura para o dialogo e a convivência harmônica com opiniões diferentes e até conflitantes nos entusiasmaram.

Theresa já conhecia Octávio na convivência familiar, mas o primeiro encontro que eu tive com ele foi numa Manhã de Formação do MFC, nas Mercês, com todas as equipes presentes e por ele coordenadas com muito entusiasmo. Na minha posição de observador e iniciante, pude logo perceber algumas das qualidades de Octávio: inteligência, rapidez de raciocínio, desinibição, dinamismo, além de uma voz que dispensava qualquer microfone. O único senão, porém, é que eu o achei um pouco autoritário. Mas o tempo se encarregou de melhorar e consolidar a imagem que eu formava dele.

Octávio Henrique e Celice exerceram várias funções de coordenação no MFC, em âmbito diocesano, estadual, regional e nacional. Para nós, que passamos a atuar no Movimento, não foi difícil descobrir mais uma qualidade sua: a prodigiosa memória.

Contava ele que, durante uma instrução militar no CPOR, o instrutor desmontou uma metralhadora com cerca de 100 peças, dizendo o nome de todas elas, e depois procurou saber quem se habilitava a montar a dita metralhadora, dizendo os nomes das peças. Não apareceu ninguém. O instrutor, então, se dirigiu a Octavio e perguntou: “Quer tentar seu Aguiar?” Ele se levantou e aceitou o desafio, montando a metralhadora toda sem errar o nome de uma só peça. Admirado, o instrutor, disse para o grupo: “Desconfio que o Senhor Aguiar tenha uma metralhadora dessa em casa”.

O tempo se encarregou de transformar a história do MFC. Foi então que, em 1982, por iniciativa, sobretudo dos casais Carlos e Magda Hita e Octávio e Celice Aguiar, o MFC da Bahia conseguiu trazer a Salvador o jesuíta uruguaio Ricardo Cetrullo, que nos fez vivenciar uma metodologia participativa, conhecida como CONSTRUÇÃO COLETIVA DO CONHECIMENTO, e baseada em princípios tais como:

·        A realidade é mais complexa e extensa do que a imaginação de todos os homens conjuntamente.
·        Na ciência da vida, cada um de nós detém apenas uma parte da verdade, e, por isso, precisamos dos outros para ter uma visão mais plena da realidade.
·        O exercício da paciência para ouvir o outro é fundamental, pois, na sua forma diferente de ver o mundo, ele sempre traz algo de novo para nós.
·        A constante análise e avaliação de nossas práticas torna mais eficaz nossa ação transformadora, nos possibilitando elaborar teorias a partir dessas análises.

A forma diferente de trabalhar, a postura e a paciência do jesuíta em ouvir os outros reforçavam o conhecimento que ele ia transmitindo e nos fazia lembrar Mateus 23, “Nem vos façais chamar de mestre, porque só tendes um Mestre, Jesus Cristo” .

Essa nova metodologia de trabalho do MFC foi um campo aberto para a criação do novo, e foi aí que ficou plenamente evidenciada uma outra grande qualidade de Octávio Henrique: a criatividade.

No exercício da criação coletiva, os participantes são os protagonistas do próprio trabalho do grupo e o coordenador é apenas um facilitador. Nessa função, Octávio Henrique quebrou todos os resquícios de autoritarismo, passando a se destacar na maneira democrática e participativa de lidar com os problemas levantados pelos grupos por ele coordenados.

Entusiasta da metodologia participativa, Octávio Henrique a divulgou no MFC por todo o Estado da Bahia e pelo Nordeste, coordenando Encontros e dirigindo Grupos. Mas um dos maiores desafios que eu o vi enfrentar foi quando a Confederação Internacional de Movimentos Familiares Cristãos, então sediada na Espanha, escolheu a cidade de Maceió, Alagoas, Brasil, como local de realização de um encontro mundial, de 25 a 29 de Julho de 2001, com o tema “A Ética da Vida em um Mundo Globalizado e Excludente”. A equipe do MFC de Alagoas se encarregou da logística de apoio e a equipe da Bahia, da metodologia e conteúdo, sob a coordenação dos casais Carlos e Magda e Octávio e Celice.

Vejam o desafio: o tema polêmico, a participação de representantes de 5 continentes, com as mais diversificadas formas de ver o tema, o trabalho a ser desenvolvido em 4 grupos, 2 em língua inglesa e dois em portunhol, e a utilização da metodologia da construção coletiva do conhecimento, com a qual os estrangeiros não estavam familiarizados. Por motivo de doença, Carlos e Magda não puderam participar, e Octávio enfrentou a coordenação geral, com muita competência, com o apoio de Celice.

Octávio criou o MFC TOUR, tendo planejado, organizado e realizado várias memoráveis viagens para o pessoal do MFC, aberta a parentes e amigos. Preparava pastas para todos os participantes, com informações detalhadas sobre roteiro, atrações, história dos locais, e até mapa dos assentos no ônibus, para que se fizesse o rodízio. Mais uma de suas qualidades: a organização.

É da sua autoria um livreto escrito em 2007, intitulado: “NOSSAS ANDANÇAS COM O MFC”, de grande valor histórico para o Movimento, em que relata, com riqueza de detalhes, a sua participação, com Celice, nos diversos Encontros do MFC. O 1º do qual participaram foi o de Fortaleza, em 1965, com o tema: MISSÃO SOCIAL DA FAMÍLIA. Sobre ele, escreveu: “Bela e gratificante experiência, renovada muitas vezes nas andanças pelo Brasil e países da America do Sul, por conta do MFC, que nos marcou o resto da vida, ensinando-nos também a abrir as nossas portas, para desfrutar a prazerosa e salutar experiência de receber e hospedar peregrinos”.

O registro de Octávio nos reporta a um carisma forte do MFC: o da HOSPEDAGEM, presente na passagem do evangelho em que dois discípulos caminhavam para a aldeia de Emaús, e a eles se juntou Jesus, em forma de outro peregrino, não tendo sido reconhecido como o Mestre. Conversaram durante toda a caminhada e quando chegaram à aldeia já era tarde, e os discípulos, ainda sem reconhecerem o MESTRE, o convidaram: “Fica conosco; já é tarde e já declina o dia”. Jesus ficou, e foi durante a hospedagem que ele se revelou.

Tiramos das páginas de “NOSSAS ANDANÇAS COM O MFC” alguns trechos que expressam a ideia do que é a fascinante aventura de participar de  um encontro do MFC.

·        À pág. 71, lê-se: “Em Conquista ou pouco adiante, abriram-se os farnéis para o jantar  comunitário. Entre as iguarias, fez sucesso uma paçoca com carne de sol desfiada, quitute de origem cearense que Theresa havia levado”. Essa eu tinha que mencionar, pois foi Octávio Henrique quem escreveu, é com minha mulher, e se trata de uma comida de cearense.
·        Pág. 72: “Ai, que falta nos fez o navegador Carlos  Alberto! Cometemos um ligeiro engano e, antes do trevo que nos levaria a essa rodovia, erradamente tomamos o caminho para Sorocaba, engano felizmente logo constatado, mas que nos causou uma perda de pelo menos meia hora”.
·      Anexado à última página do livro está um tabloide, que contém uma charge feita com muita inteligência e graça por Ivone Rodrigues, sobre o XV Encontro Nacional, realizado em Bagé, em julho de 2004. O título diz: “Uma Aventura Extraordinária - 26 loucos, um ônibus e 10.000 km pela frente”.

Apesar de todo o meu esforço e da valiosa e competente ajuda de Theresa, não conseguimos nem de leve dar ideia do que foi a aventura de Octávio Henrique na face da terra.

Mais uma vez considerando tudo o que Octávio fez e que eu não pude relatar aqui e agora, escolho, para terminar, a frase do início da pág. 1, de seu livro, tirada de uma marchinha de carnaval: “Recordar é viver. Eu hoje sonhei com você”. Penso, então, quão importante é o tempo na epopeia da vida humana, e me vem à lembrança uma citação do compositor francês Hector Berlioz, que diz: “O tempo é um grande mestre; tem, porém o defeito de matar os seus discípulos”.

Se agora fosse feita a pergunta: ”Octávio, se você voltasse à vida, aceitaria continuar trabalhando no MFC, buscando a construção do Reino de Deus, um reino de fraternidade, justiça e amor?” Tenho certeza de que responderia afirmativamente, não a quem fez a pergunta, mas a Deus, tal como Pedro respondeu à pergunta de Cristo, em João 6-68: “Senhor, a quem iríamos nós? TU TENS PALAVRAS DE VIDA ETERNA”.

Amém!

sexta-feira, 20 de julho de 2012

PEDIDO DE ORAÇÕES


P
edimos orações pelo restabelecimento da saúde do Sr. Cosme, pai de Joel de Alexsandra, membro do Movimento Familiar Cristão de Porto Seguro – Bahia e atualmente a serviço do MFC BAHIA na Coordenação Estadual.

O Sr. Cosme sofreu um AVC (isquêmico), por volta das 13 horas desta sexta-feira, 20 de julho, e encontra-se hospitalizado. Seu quadro é delicado e inspira cuidados. Peçamos a interseção de Nossa Senhora para que junto a Seu filho acalme os corações de toda a família e restaure a saúde deste seu filho amado.

A oração é a principal forma de ajudar, pois o nosso Deus é o Deus do Impossível. "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4,13).

CORREIO MFC BRASIL Nº 291


Interpelações novas. O cardeal de Berlim, Rainer Maria Woelki disse a uma multidão na quinta-feira, 17 de maio, numa importante conferência católica na Alemanha, o Katholikentag, que a Igreja deveria ver, a longo prazo, as relações homossexuais fiéis assim como fazem com as heterossexuais. “Quando dois homossexuais assumem a responsabilidade um pelo outro, se eles se relacionam uns com os outros de uma forma fiel e a longo prazo, então você tem que ver isso da mesma forma como as relações heterossexuais”, disse Woelki a uma multidão estupefata, de acordo com uma notícia do jornal Tagesspiegel.


VISÕES ECLESIÁSTICAS DAS UNIÕES HOMOSSEXUAIS

"Woelki reconheceu que a Igreja vê o relacionamento entre um homem e uma mulher como base para a criação, mas acrescentou que é hora de pensar mais sobre a atitude da Igreja com respeito às relações do mesmo sexo".

F
alando na 98º Katholikentag, uma conferência que reuniu 60 mil católicos em Mannheim, Woelki se juntou a um crescente coro de vozes episcopais que estão clamando por uma mudança na recusa tradicionalmente absolutista da hierarquia a reconhecer a bondade moral das relações lésbicas e gays.

Em dezembro passado, o arcebispo Vincent Nichols, de Londres, ganhou as manchetes ao apoiar as uniões civis para casais de lésbicas e gays no Reino Unido. Naquele mesmo mês, o padre Frank Brennan, jesuíta estudioso de Direito na Austrália, também pediu o reconhecimento similar para os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. Em janeiro, Dom Paolo Urso, bispo de Ragusa, Itália, também pediu o reconhecimento das uniões civis em seu país.

O mês de março de 2012 assistiu a uma explosão de questionamentos de prelados à proibição da hierarquia acerca da igualdade do casamento. No 7º Simpósio Nacional da New Ways Ministry, Dom Geoffrey Robinson, bispo australiano, pediu um total reexame da ética sexual católica para permitir, dentre outras coisas, a aprovação moral dos relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo. A diocese de Manchester, em New Hampshire, apoiou um projeto de lei que legaliza as uniões civis (embora como uma medida paliativa para evitar a igualdade com o casamento).

Dom Richard Malone, bispo de Portland, Maine, anunciou que a diocese não assumiria um papel ativo na oposição do próximo referendo do Estado sobre a igualdade do casamento, como havia feito em 2009. Na Itália, o cardeal Carlo Maria Martini, de Milão, afirmou em seu livro Credere e Conoscere (Crer e conhecer), que "eu não compartilho as posições daqueles que, na Igreja, criticam as uniões civis" (homossexuais).

Embora a oposição à igualdade do casamento por parte da hierarquia, especialmente nos EUA, ainda seja grande e forte, é significativo que essas recentes declarações estejam todas desenvolvendo um tema similar de ao menos algum reconhecimento do valor intrínseco das relações lésbicas e gays, assim como da necessidade de proteção civil a elas.

OS “ANOS DE CHUMBO”
E “A RUA TUTOIA” (III)
Centro de Tortura de São Paulo – II Exército – Anos 70

O DOI-CODI-SP

Helio Amorim – MFC/RJ

C
arlos Alberto Brilhante Ustra, também conhecido pelo codinome de Dr. Tibiriçá, é um coronel reformado do Exército Brasileiro, ex-comandante do DOI/CODI-IIEx, na rua Tutoia, São Paulo, de 1970 a 1974. Atuou no comando da repressão imposta pela Ditadura Militar Brasileira, tendo sido, em 2008, o primeiro militar reconhecido pela Justiça como torturador durante a ditadura militar.

Comandou, de setembro de 1970 a janeiro de 1974, o DOI-Codi de São Paulo, órgão encarregado da repressão a grupos de oposição à ditadura militar e aos grupos de esquerda que atuavam na região.

Ustra foi condenado pela juíza de direito da 20ª Vara Cível do foro central de São Paulo, Claudia de Lima Menge, neste mês a pagar indenização de R$ 100 mil à família (uma ninharia) por ter participado e comandado seções de tortura que mataram o jornalista Luiz Eduardo Merlino em 1971, durante a ditadura militar.

Merlino foi preso em 15 de julho de 1971 e levado para a sede do Destacamento de Operações de Informações - Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi). Na época, o DOI-Codi era comandado por Ustra, onde Merlino foi torturado por cerca de 24 horas e morto.

Na sentença, a juíza justificou a decisão. “Evidentes os excessos cometidos pelo requerido Brilhante Ustra, diante dos depoimentos no sentido de que, na maior parte das vezes, o mesmo participava das sessões de tortura e, inclusive, dirigia e calibrava intensidade e duração dos golpes e as várias opções de instrumentos utilizados. É o quanto basta para reconhecer a culpa do requerido pelos sofrimentos infligidos a Luiz Eduardo e pela morte dele que se seguiu”, acrescentou. (Notícia de O GLOBO e Google).

O falso “suicídio” grosseiramente encenado do jornalista Vladimir Herzog, assassinado no mesmo inferno paulista da rua Tutoia, depois de uma sessão de torturas que começou de manhã e terminou em morte às 3 da tarde, enfureceu o presidente Geisel que foi a São Paulo e demitiu o general comandante do II Exército, fato inédito. Outros jornalistas presos ouviram os gritos de Vladimir. O rabino Henry Sobel recusou sepultá-lo no “cemitério judaico dos suicidas” como denúncia da mentira grosseira dos seus algozes.

Outro carrasco enlouquecido, o capitão Benoni Albernaz atuou na famigerada OBAN, Operação Bandeirante, precursora do DOI-CODI. Torturou Dilma Rousseff e pelo menos mais 30 presos na rua Tutóia, com choques elétricos, palmatória, pau-de-arara e socos violentos. Quebrou um dente da prisioneira.

Enquanto essas coisas aconteciam nos espaços militares, o delegado de polícia Sérgio Paranhos Fleury torturava e matava no DOPS-SP. Mais tarde acabou morrendo num acidente misterioso, nunca explicado. Sabia demais. 

quinta-feira, 19 de julho de 2012

GRUPO MÃOS DADAS VISITA INSTITUIÇÕES QUE ACOLHEM CRIANÇAS

Membros do Grupo Mãos Dadas na visita aos abrigos


C
asais do Grupo Mãos Dadas do Movimento Familiar Cristão de Maceió visitaram no último domingo (15), o Orfanato Casa de Adoção Rubens Colaço e o LACA - Lar de Amparo a Infância, instituições sem fins lucrativos que acolhem crianças em nossa Capital.

O objetivo da visita era conhecer as instituições e entregar material de limpeza e de higiene pessoal para doação que foi arrecadado entre os membros do Grupo.

Nas visitas o Grupo constatou a necessidade de apoio e ajuda as crianças que estão esperando adoção. Emocionaram-se ao vê tantas crianças sem família e necessitando de um lar. O pouco tempo que passaram, foi o suficiente para constatar que as instituições necessitam de apoio financeiro para sobreviverem e as crianças necessitam urgentemente de um lar que proporcione afetividade e estrutura familiar que lhes dê amor.

O Grupo formado pelos casais James e Fátima, Gilson e Nana, Robson e Rose, Guido e Graça, e Palmeira e Milena, se emocionaram com tanta carência, sentiram um aperto no coração, mas ganharam a certeza que Deus toma conta de seus lares e familiares, onde nada falta.

CASA DE ADOÇÃO RUBENS COLAÇO
A Casa de Adoção Rubens Colaço foi fundada na década de 90 e abriga desde recém-nascidos a crianças com sete anos. O papel da Casa de Adoção vai além de criar condições para que as crianças sejam bem atendidas. Além de recebê-las, tem a missão de encaminhá-las a uma família. Lá as crianças possuem uma rotina normal: frequentam escola, têm assistência médica, odontológica, psicológica, pedagógica. Funciona na Rua Antônio Gerbase, 106 – Farol.

LACA – LAR DE AMPARO À CRIANÇA PARA ADOÇÃO
A LACA é uma instituição sem fins lucrativos e não governamental, que funciona com recursos próprios e com parcerias através de doações voluntárias de pessoas e empresas. A finalidade maior é além de oferecer um lar provisório para crianças de 0 a 8 anos, age como Grupo de Apoio à Adoção, agilizando seu retorno a família natural ou a seu encaminhamento a uma família substituta. A LACA acredita que abrigos devam funcionar como casas de passagens e não como depósitos de crianças. Funciona na Rua Coronel Pacheco Ramalho nº 219 - Pitanguinha

UNIDOS POR ALAGOAS

  
UNIDOS POR ALAGOAS

É
 por todos nós conhecido que a segurança pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos. Exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, tem hoje papel de destaque nos anseios da sociedade. Isto porque, no momento em que toma corpo uma preocupação com aspectos mais qualitativos do desenvolvimento, ganha importância a reflexão sobre como conjugar a segurança pública com o fortalecimento da cidadania.

Infelizmente, Alagoas passou a carregar um estigma: Registra o maior índice de homicídios do País: 66,8 mortes para cada 100 mil habitantes. É nesse contexto que surge o plano nacional de segurança pública – Brasil mais seguro – lançado recentemente pelo governo, reforçando o desejo da população em diminuir os índices de violência.

Mas, apenas os R$ 25 milhões repassados para Alagoas e a boa vontade do governo não serão suficientes para conter a violência. É preciso a união e cooperação de todos nós. Cada cidadão, seja ele policial, comerciante, taxista, entre outros, precisa se sensibilizar e denunciar crimes e seus autores e mais ainda, fazer com que eles não se perpetuem e reforcem os casos de impunidade.

O maior envolvimento da sociedade civil com a segurança pública é reflexo da ligação íntima existente entre a efetividade desta política pública com o bem-estar da população. Observar como se distribuem as forças policiais no território alagoano pode ser um interessante ponto de partida para esta reflexão, que se revela ainda mais importante ao considerarmos que a segurança da sociedade civil gera impacto em outras tantas políticas públicas. Uma eventual percepção de falta de assistência pelas polícias por parte da população pode, de forma análoga, afastar o cidadão da educação, da cultura e do lazer.

Reconhecido o dever do Estado, são as polícias seu instrumento de atuação, definidas, na Carta Magna, como os órgãos por meio dos quais a segurança pública é exercida.

Seguindo a linha de pensamento do Supremo Tribunal Federal, em sede recursal sob a relatoria da então Ministra Ellen Grace, “o direito à segurança é prerrogativa constitucional indisponível, garantido mediante a implementação de políticas públicas, impondo ao Estado a obrigação de criar condições objetivas que possibilitem o efetivo acesso a tal serviço”. É preciso união em prol do futuro de Alagoas.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

MFC ALAGOAS SE REÚNE COM COORDENAÇÃO DO MFC JOVEM


A
 Equipe de Coordenação Estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas se reúne nesta quarta-feira (18), a partir das 19h30min, com a Equipe coordenada pelos mefecistas Flávio e Lucila (Grupo Caná da Galileia) e Kerrés e Raquel (Grupo Casa Sobre a Rocha) que preparam um projeto para realizar o ENCONTRO DE JOVENS DO MFC em Alagoas.

O MFC ALAGOAS se organiza para realizar um Encontro Estadual com a participação de jovens de todas as Cidades onde o MFC mantém um núcleo ativo.

O Encontro já tem local definido, será no Rancho Pé de Pinhão, em Marechal Deodoro, durante um final de semana, em data a ser definida pela Equipe de Coordenação do MFC JOVEM e ECE.

A reunião será coordenada pelo casal coordenador estadual - James e Fátima Medeiros e contará com a presença do casal vice-coordenador - Vamberto e Marly; casal secretária – Fiel e Claudete; casal tesouraria – Gilson e Nana; casal comunicação – Jorge e Penha; e os casais coordenadores com as pessoas convidadas para trabalharem na Equipe de formação do MFC JOVEM.

terça-feira, 17 de julho de 2012

FESTIVAL DE INVERNO É O DESTINO DO GRUPO AMIZADE NO SÁBADO (21)


O
 Grupo Amizade do Movimento Familiar Cristão de Maceió embarca no próximo sábado (21), em ônibus especial, rumo ao 22º Festival de Inverno de Garanhuns - Pernambuco para assistir o show de Jorge Bem Jor e Lulu Santos.

Além de assistir o Show Musical, o Grupo vai comer fondue de chocolate, tomar vinho, chocolate quente e sentir o friozinho da Suíça Nordestina.

A saída está prevista para as 16 horas, com chegada em Garanhuns às 19 horas. O retorno está previsto para após o final do último show do palco principal.

A comitiva do Grupo Amizade estará formada por todos os seus membros e alguns de seus familiares, totalizando 25 pessoas.

O Grupo Amizade é formado pelos casais Arthur e Margot (coordenadores); Helion e Verônica (vice-coordenadores); Ermi e Sandra; Luiz e Ângela; Vamberto e Marly; Antonino e Wilza; e Geralda.