sábado, 11 de agosto de 2012

MFC MATRIZ DE CAMARAGIBE-AL PARTICIPA DA SEMANA DA FAMÍLIA


O
 Movimento Familiar Cristão de Matriz de Camaragibe - Alagoas participa da SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA, organizada pela Paróquia de Matriz de Camaragibe, no período de 12 a 19 de agosto.

A abertura da Semana Nacional da Família em Matriz de Camaragibe acontece neste domingo (12) com a Santa Missa, às 19h30min, na Igreja de Bom Jesus, com a Benção dos Pais. Após a celebração eucarística haverá apresentações em homenagem aos pais no Coreto.

Durante toda a semana haverá atividades relacionadas à família com visitas nas comunidades, apresentação de filmes, encontro com pais de alunos, terço das famílias, renovação do matrimônio, palestras, Missas, entre outras atividades realizadas pelas pastorais e movimentos paroquiais.

No domingo (18), às 19h30min, acontece a Santa Missa com o tema “SEM A FAMÍLIA NÃO PODEMOS VIVER”, encerrando a Semana da Família com a Benção das Famílias.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

MFC MACEIÓ HOMENAGEARÁ OS PAIS NO DOMINGO, 12 DE AGOSTO


P
or ocasião do DIA DOS PAIS, no próximo domingo, 12 de agosto,  o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ estará homenageando os Pais com a celebração da SANTA MISSA EM HOMENAGEM AOS PAIS, às 17h30min, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, da Paróquia de Santa Catarina Labouré, no Aldebaran.

O espírito que motiva a Celebração é o de gratidão a Deus pelo dom da vida de cada Pai, que tem a missão de ser extensão do amor de Deus, sobretudo, no zelo e dedicação pela família.

Assim, o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ convida a todos para participar deste ato de fé, partilha, entrega, gratidão e oração pelos nossos Pais.

No final da celebração, os Pais serão homenageados com cantos e a leitura de uma mensagem. Ao final da celebração, cada Pai receberá uma lembrança do MFC.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

MFC MACEIÓ REALIZA NA TERÇA-FEIRA (14) MAIS UMA NOITE DE FORMAÇÃO


Padre Manoel Henrique será o
palestrante da Noite de Formação

C
om o tema “FAMÍLIA: CAMINHO, VOCAÇÃO E MISSÃO” o Movimento Familiar Cristão de Maceió realiza na próxima terça-feira, 14 de agosto, a partir das 19h30min, mais uma NOITE DE FORMAÇÃO com o Padre Manoel Henrique, assessor eclesiástico estadual do MFC.

O evento acontece no auditório do Colégio Madalena Sofia, no bairro do Farol, com a presença de membros dos diversos Grupos de Base do Movimento Familiar Cristão de Maceió.

Todos os mefecistas, seus familiares e amigos estão convidados a participarem desse momento de espiritualidade que proporcionará benefícios para toda a família.

A coordenação das NOITES DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ é formada pelos casais João e Patrícia Cassella (Grupo Genezaré) e Fernando e Luciana Fon (Grupo Amigos na Fé).

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA - FÁTIMA DE JAMES

ANIVERSARIANTE DO DIA - CACÁ DE POLLYANNA

CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DOS CRISTÃOS NAS ELEIÇÕES 2012

  
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012
 
CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO
POLÍTICA DOS CRISTÃOS

Dom João Carlos Petrini
Riquíssimo texto composto por Dom Petrini descrevendo os critérios necessários para a escolha dos candidatos (as) para as próximas eleições.

A
s eleições municipais se aproximam e, com elas, um dos mais importante exercício de cidadania, o voto. Por isso a Diocese de Camaçari - Bahia, a partir da orientação apresentada pela Doutrina Social da Igreja, que tem a tarefa específica de orientar os cristãos para julgar a situação social, política e econômica no qual estão inseridos, apresenta aos membros das famílias brasileiras, em especial as católicas, alguns critérios de vida e família na escolha dos candidatos.

1.       O PRIMADO DA PESSOA DIANTE DO ESTADO E DA SOCIEDADE.
Desde o início da Doutrina Social da Igreja, com a Rerum novarum (1891), a pessoa é considerada não como um apêndice da sociedade, uma célula de um órgão maior, mas como algo que tem uma prioridade absoluta. A prioridade da pessoa é dada pela sua própria consistência: a raiz última da dignidade da pessoa é que cada ser humano é imagem e semelhança de Deus, é relação com o Mistério criador do qual depende. Por isso, cada pessoa tem uma dignidade inviolável, a cada pessoa é devido um respeito sagrado, desde a sua concepção até o término natural de sua vida. Por esse motivo a igreja considera atraso de vida e retorno à barbárie tudo o que ofende a dignidade e destrói a pessoa, desde o aborto até o uso de células tronco embrionárias, o trabalho escravo, a fome e a violência, as diversas formas de agressão e a eutanásia.

2.       A PROMOÇÃO DA FAMÍLIA.
A família é o primeiro lugar no qual a pessoa tem a possibilidade de crescer, realiza sua humanidade, encontra terreno para o seu pleno desenvolvimento. A família nasce da liberdade das pessoas e corresponde ao desígnio de Deus. O amor humano, vivido na plena reciprocidade de afetos e de responsabilidade, alcança sua plenitude quando se funda no sacramento do matrimônio e dá vida a um vínculo entre o homem e a mulher que se amam, que tem dimensão pública, estável, fiel, é aberto a gerar vida e a acolhê-la, protegido pela indissolubilidade, alimentado pela presença de Jesus Cristo morto e ressuscitado. A família expressa a maior cooperação entre os sexos e entre as gerações, pois seus membros vivem o dom sincero de si até com sacrifício próprio para o bem do outro, imitando Jesus que se doa a nós até o fim, experimentando a mais intensa comunhão entre pessoas, conforme a imagem da Santíssima Trindade. Por isso, a família difunde no seu interior e ao seu redor um clima de cuidados e de solidariedade, constituindo assim o maior recurso para a pessoa e para a sociedade. A Igreja se preocupa com a forte tendência da cultura atual que não mais valoriza o dom de si para o bem do outro, antes, dá o privilégio ao bem estar individual, até mesmo com sacrifício de outros, como documenta a decisão do STF que privilegia o bem estar da mãe, sacrificando a vida do seu bebê portador de anencefalia. Esta tendência transborda os limites jurídicos, torna-se mentalidade comum e está na origem da maioria dos conflitos familiares, das agressões, das violências, do descaso. A família constrói um estilo de vida que promove a solidariedade e a paz, e isto é de interesse  de toda a sociedade. Por isso, ela merece ser protegida e não descaracterizada pelo Estado como acontece quando qualquer união com base afetiva é a ela equiparada, mesmo faltando as características que a identificam.

3.       A LIBERDADE DE EDUCAÇÃO.
É o princípio que afirma a liberdade dos pais de educarem os filhos na visão que, a seu juízo, mais desenvolve a pessoa humana. Trata-se da defesa da liberdade para todos. Todos têm o direito de fazer crescer os filhos dentro de uma determinada visão que contém una riqueza de valores, de cultura e de perspectivas de desenvolvimento. Quando escolas públicas ou privadas se arrogam o direito de dar uma “formação” contrária aos interesses dos pais, como no caso de equívocas orientações no campo da sexualidade, os pais têm o direito garantido pela Constituição e o dever de reivindicar com todos os meios legais que seja respeitada a educação que eles querem para seus filhos. Os católicos, defendendo a liberdade de educação prestam serviço a todos os pais. Trata-se de uma luta pela afirmação e pelo desenvolvimento de uma identidade cultural que constitui, juntamente com outras identidades, o tecido do povo. O verdadeiro pluralismo democrático consiste na convivência de várias identidades culturais, no respeito pela diversidade.

4.       A LIBERDADE RELIGIOSA.
É a síntese de todas as liberdades e afirma o Estado laico como verdadeiramente democrático quando respeita todas as identidades, sem o viés autoritário que quer eliminar algumas. Quando essa liberdade é reconhecida, a pessoa é respeitada em sua prioridade. É um princípio que garante à pessoa a possibilidade de seguir o caminho que considera mais oportuno para realizar seu destino. Por isso a Igreja se empenha pela liberdade de todas as experiências religiosas. Um Estado que reconhece a liberdade religiosa, defende todas as outras liberdades, porque respeita o que dá sentido à vida do outro. No contexto da liberdade religiosa, torna-se de fundamental importância o ensino religioso nas escolas públicas. Os adolescentes constituem o segmento da população que vive em mais alto risco, pois eles se encontram numa situação em que não estão mais sob a autoridade dos pais e ainda não dispõem de maturidade suficiente para orientar autonomamente suas vidas para o bem. A ausência de grandes ideais e valores os deixa vulneráveis a propostas portadoras de destruição e morte. O ensino religioso é o caminho para que sejam ajudados a crescer tendo metas e objetivos positivos para a existência e a elaborar um projeto de vida construtivo de sua pessoa e do bem para a sociedade.

5.       OS PRINCÍPIOS DE SOLIDARIEDADE E DE SUBSIDIARIEDADE.
- O princípio de solidariedade fomenta uma cultura na qual as pessoas, as famílias as associações, o mercado e Estado ficam atentos aos desfavorecidos e cooperam entre si para atender suas necessidades. Desde a Rerum novarum até a Centesimus annus e a Caritas in Veritate, o juízo da Igreja é que a atenção de toda a sociedade esteja voltada para oferecer oportunidades de trabalho e fontes de subsistência a pessoas e grupos menos favorecidos, numa autêntica opção preferencial aos pobres. Os documentos da Igreja afirmam que fortalecer a solidariedade e agir de acordo com ela é uma obrigação do Estado (cf. Labo-rem exercens, n° 8).

- O princípio de subsidiariedade foi expresso claramente na Quadragésimo anno, de Pio XII (1931). Afirma-se que o estado deve respeitar as competências prioritárias das pessoas, das famílias e dos grupos intermediários. Uma realidade maior (o Estado) não pode se substituir ao que deve e ao que pode fazer uma realidade menor (as famílias e agregações sociais intermediárias, outros organismos). Ao lado da família, desenvolvem-se agregações e entidades intermediárias, por exemplo, as associações de famílias; trata-se de conjuntos de pessoas e famílias que têm em comum uma visão da realidade e objetivos concretos. A sociedade não é feita de gente anônima, mas de pessoas que enfrentaram junto desafios, calamidades, quer naturais, quer sociais e políticas (inundações, secas, miséria e fome, restrições das liberdades democráticas) que têm laços de cultura, de religião, com valores e metas partilhados que remetem à experiência de povo, configuram o pertencer ao povo. Se uma coisa pode ser feita pela família ou por esses corpos intermediários, o Estado não deve se colocar no lugar deles e, ao mesmo tempo, deve subsidiar esses grupos para que sejam facilitados em suas responsabilidades. Este princípio é a maior garantia contra toda forma de totalitarismo. O princípio de subsidiariedade é contrário tanto ao estatalismo (o Estado sabe tudo, faz tudo, resolve tudo) quanto ao Estado liberal que não se interessa em cuidar das necessidades do povo. O princípio da subsidiariedade valoriza a criatividade, a comunhão e a participação das pessoas. Na Doutrina Social da Igreja, a função do Estado é de promover o "Bem Comum" oferecendo os meios para o desenvolvimento das pessoas e das agregações sociais que nascem das pessoas.

CONSIDERAÇÕES
Com estas observações indicamos alguns pontos de reflexão e conduta para não ficarmos passivos diante das circunstâncias sociais e políticas e para julgarmos, segundo a Doutrina Social da Igreja, o que está acontecendo na realidade brasileira. O fazer política não começa quando se entra nas questões partidárias ou técnico-fïnanceiras, mas quando se vive de acordo com valores e critérios que nascem da experiência de pertencer ao Ideal e a um povo concreto, alternativos aos interesses do mercado e aos jogos de poder do Estado.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família convida todas as famílias a votarem em candidatos que comungam e promovem a vida e a família, e ainda, incentiva o empenho de todos na aplicação da Lei 9.840, de combate à corrupção eleitoral, bem como da Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de quem já foi condenado, em primeira instância, por um colegiado, ou que tenha renunciado a seu mandato para escapar de punições. O Brasil que queremos é feito de cidadãos que se empenham pela justiça e fraternidade. Como famílias dos filhos de Deus e com as bênção da Sagrada Família, façamos das próximas eleições um grande momento de promoção da vida e da família.

SUGERIMOS A UTILIZAÇÃO DO TEXTO
Publicando-o nos jornais, blogs e sites do MFC e jornais a níveis de cidade e estado;
Lendo-o nos programas de rádio;
Utilizando-o como pauta para encontro pessoal com os candidatos (as);
Como fundamento de uma carta compromisso assinada pelos candidatos (as) a prefeito (a) e vereadores (as) do município;
Elaborando preces nas missas dominicais a partir dos critérios;
Lendo partes do texto a cada domingo no final da missa dominical;
Preparando as reuniões de Grupo de Base, ECE e ECCi a partir do texto;
Elaborar e imprimir panfletos a partir do texto;
Utilizando-o nas horas santas eucarísticas;
Elaborando subsídios para motivar na catequese a “criança cidadã” e outras iniciativas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MEFECISTA CACÁ GOUVEIA É RECONDUZIDO AO PLENO DO TRE-AL

Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia


O
 mefecista e advogado Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia, mais conhecido como Cacá Gouveia, tomou posse no cargo de desembargador eleitoral substituto do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), em ato presidido pelo presidente da corte, desembargador Orlando Monteiro Cavalcanti Manso.

A solenidade foi prestigiada por familiares do recém-empossado, entre os quais o pai, médico pediatra Milton Hênio, colegas do colegiado, como Ivan Vasconcelos Brito Júnior, também corregedor eleitoral, Luciano Guimarães e Fernando Maciel, o diretor-geral do órgão, Marcondes Grace, e servidores.

Cacá Gouveia foi reconduzido ao Pleno da Justiça Eleitoral alagoana em decorrência da sua nomeação pela presidente Dilma Roussef, para exercer por mais um biênio as atribuições de membro substituto. Ele cumpriu o primeiro biênio desde julho de 2010, quando atuou como juiz nos processos relacionados à propaganda eleitoral.

O mais novo integrante da classe dos juristas no plenário da Justiça Especializada, em Alagoas, atua como operador do Direito há mais de dez anos, destacando-se como um dos mais atuantes advogados da atual geração, inclusive como representante da seccional alagoana da Ordem dos Advogados (OAB), em movimentos sociais. A sua presença tem sido marcante principalmente nos eventos ligados ao Movimento Familiar Cristão, Pastoral Carcerária e ao combate aos crimes eleitorais pelo Fórum de Combate à Corrupção (Focco) em Alagoas (VC).

Antonio Carlos é casado com Pollyanna e são membros do Grupo Superação do Movimento Familiar Cristão de Maceió.

domingo, 5 de agosto de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA - DAIA

HOJE, 148ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 05/08/2012

  
  O PÃO DE DEUS É AQUELE QUE
DESCE DO CÉU E DÁ VIDA AO MUNDO!
Em nossa caminhada de fé, percebemos que os alimentos ou os bens só respondem às nossas necessidades imediatas. Porém, temos fome de infinito. Ao assumirmos nossa vocação em Cristo, somos convidados a superar o imediatismo da cultura atual, e orientar nossas ações pelos valores do Reino de Deus.

   
18º DOMINGO DO
TEMPO COMUM
1ª Leitura: Êx 16,2-4.12-15
Salmo Responsório:  77
2ª Leitura: Ef 4,17.20-24
Evangelho: Jo 6,24-35

EVANGELHO
JOÃO 6,24-35

Naquele tempo, 24quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum.

25Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?”

26Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. 27Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”.

28Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”

29Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

30Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”

32Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu.

 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.

34Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”.

35Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

No domingo passado, deixamos o Senhor Jesus orando a sós no monte, após ter multiplicado os pães e despedido a multidão. Está no capítulo VI de São João: do monte, Jesus atravessa o mar da Galiléia, caminhando sobre as águas. Ao chegar do outro lado, lá esta o povo a sua espera... Sigamos, as palavras do Senhor nesta perícope, pois elas nos falam de vida, falam-nos do Cristo nosso Deus!

Primeiramente, Cristo censura duramente o povo: procuram-no – como tantos hoje em dia – não porque viram o sinal que ele realizou! Mas, que sinal? Fez o povo sentar-se na relva, como o Pastor do salmo 22 faz a ovelha descansar em verdes pastagens; prepara uma mesa para o fiel, multiplicando-lhe os pães, como Moisés no deserto... Ante tudo isto, amados em Cristo, o povo ainda pensou em Jesus como sendo o Profeta que Moisés prometera (cf. Dt. ); mas, infelizmente, não passou disso. Daí a repreensão do Senhor: aqueles lá o procuravam simplesmente porque comeram pão, como hoje tantos o procuram para ganhar benefícios – e, assim, são enganados pelos charlatões de plantão! A prova de que o povo não compreendeu o sinal, é que ainda vai perguntar no Evangelho de hoje: “Que sinal realizas? Que obra fazes?” Como estes, lá com Jesus, se parecem conosco, tantas vezes cegos para os sinais do Senhor na nossa vida!

Observai! Notai como os judeus não conseguem compreender que o que Jesus quer deles é a fé na sua pessoa e na sua missão! Vede como eles pensam que podem agradar ao Senhor simplesmente com um fazer exterior, sem compromisso de amor que brota do coração: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Fazer! De nós, Jesus quer muito mais do que um simples fazer! Eis a resposta do nosso Salvador: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou!” Resposta admirável: tua obra, cristão, já não é cumprir a Lei de Moisés; também não é fazer e fazer coisas, mas crer e amar a Jesus! Daí sim, tudo decorre, e também tuas boas obras, feitas por amor a Jesus e na fé em Jesus, serão aceitas pelo Senhor!

Diante da palavra do Cristo, os judeus duros de compreender, pedem a Jesus outro sinal! Não compreenderam o que ele fizera! E ainda citam Moisés, como que dizendo: Tu nos deste pão agora; Moisés nos deu o maná por quarenta anos! Aí, o nosso Salvador faz três revelações surpreendentes e consoladoras! Ei-las.

Primeiro: Aquele maná dado por Moisés não é o pão que vem do céu. É pão terreno mesmo, dado por Deus; pão que mata a fome do corpo, mas não enche de paz o coração; pão que alimenta esta vida, mas não dá a Vida divina, a Vida que dura para sempre! Aquele maná do deserto era apenas pálida imagem de um outro maná, de um outro pão que o Pai daria mais tarde.

E aqui vem a segunda revelação, surpreendente, consoladora: agora o Pai está dando o verdadeiro maná, o verdadeiro Pão do céu, que dá a vida divina ao mundo: Moisés não deu (no passado); meu Pai vos dá (agora, no presente)! Os judeus ficam perplexos, admirados; e pedem: Dá-nos desse pão! Pão que alimenta a fome de vida, de paz, de sentido, de eternidade!

Jesus faz, então, a terceira e desconcertante revelação: “Eu sou o Pão da vida!” Pronto: o pão verdadeiro é uma Pessoa, é ele mesmo! Os pães que ele multiplicara eram imagem dele mesmo, que se nos dá, que nos alimenta, que nos enche de vida: “Eu sou o Pão da vida! O Pão que desce do céu e dá a vida ao mundo! Quem vem a mim nunca mais terá fome de vida e de sentido de existência; quem crê em mim nunca mais terá sede no seu coração!”

Corramos para Jesus! Seja ele nosso alimento! E dele nos alimentando, sejamos nele, novas criaturas, despojando-nos do homem velho, deixando o velho modo de pensar, que conduz não à Vida, mas ao nada, como diz o Apóstolo na segunda leitura! Se nos alimentamos de Cristo, se bebemos de sua santa palavra, como poderemos pensar como o mundo, agir como o mundo, viver como o mundo? Como ainda poderíamos consentir nas velhas paixões que nos escravizam?

Que alimentando-nos de Jesus, Pão bendito de nossa vida, nós atravessemos o deserto desta vida não como o povo de Israel, que murmurou e descreu, mas como verdadeiros cristãos, renovados pelo Senhor, despojados da velhice do pecado e saciados de vida eterna, vida que é o Cristo nosso Deus, bendito pelos séculos dos séculos.

ORAÇÃO
Manifestai, ó Deus, vossa inesgotável bondade para com os filhos e filhas que vos imploram e se gloriam de vos ter como criador e guia, restaurando para eles a vossa criação, e conservando-a renovada.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 4 de agosto de 2012

APAIXONEI-ME PELO MEU AMIGO

Dado Moura
Dado Moura
Comunidade Canção Nova

Nossas carências podem ofuscar nossa visão

E
m nosso dia a dia, estamos sempre abertos a viver novas experiências, pois sabemos que a conquista de novas amizades é algo que nos faz crescer. Dessas amizades, há aquelas com quem mantemos maior empatia e, sem grandes dificuldades, estabelecemos grandes vínculos.

Com isso, a conversa flui com facilidade, a simpatia da pessoa nos atrai e as nossas afinidades nos levam a “baixar a guarda” de nossos medos e receios. Sem perceber, está estabelecida uma reciprocidade com quem não hesitamos em partilhar nossas conquistas, vitórias, alegrias, medos, sonhos e, até mesmo, de partir em defesa dessa pessoa se necessário for.

O zelo e o cuidado mútuo alimentam os nossos sentimentos, estreitando e valorizando, fortemente, os laços com os quais estamos envolvidos. Isso faz com que nos tornemos cada vez mais próximos um do outro.

A íntima relação com tal pessoa poderá nos conduzir por veredas, onde a atmosfera estabelecida, tiraria o fôlego de nossa razão e ofuscaria nossa visão, a ponto de acharmos que estamos apaixonados. Tomados por essa sensação, podemos permitir viver outro tipo de envolvimento, somente pelo fato de sermos objeto da preocupação e da atenção recebida da pessoa querida, senão da amizade.

A liberdade que encontramos dentro de tal relação poderá nos abalar emocionalmente, de maneira especial, se estivermos atravessando momentos delicados em outras esferas de nossos relacionamentos. Algumas vezes, podemos viver certos tipos de carências que precisam ser sanadas, a fim de não confundir nossas emoções dentro de um relacionamento que já foi estabelecido ou o que ainda está por se estabelecer.

Quais limites poderiam nos valer, como alerta, a respeito de outros sentimentos que poderiam emergir entre uma grande amizade que se desponta? Assim como o valor de um diamante se concentra na ausência de impurezas, nossos sentimentos, da mesma forma, precisam ser lapidados, eliminando as impurezas que podemos trazer para dentro de uma nova experiência, especialmente, quando nos sentimos perdidos no “oceano” de nossas carências.

Tal compromisso não isenta aqueles que são apenas amigos ou outros que já vivem o compromisso de namorados; mas também aqueles que já partilham com outra pessoa um estado de vida definitivo, pois ninguém está livre das crises que poderão abrir as portas para outros tipos de afeições.

Os resultados obtidos dessa experiência poderão não ser tão tranquilos quando nos deixamos envolver pelos desejos potencializados, por outras necessidades, e não aquelas que anteriormente intencionávamos estabelecer.

A linha que separa e define as fronteiras de nossos relacionamentos é tênue, mas se estabelece na clareza daquilo que buscamos fundamentar em nossas amizades, especialmente quando se trata do convívio com o sexo oposto.

Precisamos entender que as confusões de nossos sentimentos, quase sempre, está relacionadas a algum outro tipo de cuidado que deixamos de experimentar, o qual poderia nos ludibriar com o menor gesto de atenção, recebidos da pessoa com quem estabelecemos contato.

Dessa forma, para evitar que surja, dentro de uma grande amizade, segredos que poderiam causar sofrimentos para todas as demais pessoas com quem convivemos, precisamos estar atentos a qualquer tipo de intimidade ou aproximação que não caberia no relacionamento, o qual procuramos manter com o (a) amigo (a).

Certamente, a postura contrária para aquilo que os nossos sentidos clamam diante da possibilidade de um envolvimento não será fácil. Assim, a outra pessoa, percebendo os caminhos pelos quais a amizade está se enveredando e as circunstâncias pelas quais fazem crescer outros apelos, precisará também buscar forças para a retomada do equilíbrio daqueles sentimentos fugazes que ambos se encontram envolvidos e que podem esvaziar a beleza daquilo que poderia ser uma pura amizade.

Deus abençoe nossas amizades!

*Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Autor do livro Relações sadias, laços duradouros.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ALAGOAS REPRESENTARÁ O NORDESTE NA 5ª REUNIÃO DO CONDIN EM VITÓRIA DA CONQUISTA-BA

James e Fátima - Coordenadores Estadual Alagoas
e Regional Nordeste do MFC


O
 casal James e Fátima, Coordenadores Estadual Alagoas e Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão, participam no período de 21 a 23 de setembro de 2012, em Vitória da Conquista (BA), da 5ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor Nacional (CONDIN) da Gestão 2010/2013, quando extensa pauta será discutida com debates e definições das ações mefecistas para o restante do triênio.

Desde a primeira reunião da atual gestão, em Fortaleza (CE), ficou decidido que a reunião do CONDIN, quando ocorresse na Região Nordeste, aconteceria em Vitória da Conquista (BA), cidade escolhida para sediar o 18º ENCONTRO NACIONAL DO MFC, em julho de 2013, uma excelente oportunidade para os coordenadores conhecerem a Cidade do ENA 2013.

O Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão na 5ª reunião administrativa será presidido pelos mefecistas Eduardo e Ismari (coordenadores nacionais e CONDIR SUL), Antônio Carlos e Ângela (vice-coordenadores nacionais).

Compõe também o Conselho os coordenadores regionais Alzenir e Nereida (CONDIR NORTE), James e Fátima (CONDIR NORDESTE), Freitas e Alivanir (CONDIR SUDESTE), Moisés e Aparecida (CONDIR CENTRO-OESTE) e José Newton e Ariadna (Coordenadores Nacionais da Gestão Anterior).

Os participantes do CONDIN ficarão hospedados nas residências de mefecistas do MFC Vitória da Conquista.

Desde sua criação o Movimento Familiar Cristão do Brasil vem construindo sua mística, carisma, perseguindo seus objetivos a partir da constante busca pela integração das famílias, reunindo-as em Equipes Base e a partir delas organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.

A unidade sempre foi possível devido às constantes reuniões e encontros onde é avaliada a caminhada, metas de ação e objetivos, e a 5ª Reunião do Conselho Diretor Nacional será mais um momento de integração que produzirá bons frutos para toda a família mefecista brasileira.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

NOITE DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ SERÁ DIA 14


D
ando sequência as NOITES DE FORMAÇÃO 2012, o Movimento Familiar Cristão de Maceió promove na terça-feira, dia 14 de agosto, a partir das 19h30min, palestra “CAMINHO, VOCAÇÃO E MISSÃO”, com o Padre Manoel Henrique, assessor eclesiástico estadual do MFC.

O evento será realizado no auditório do Colégio Madalena Sofia, no bairro do Farol. A palestra é aberta a todos os mefecistas e seus convidados.

A coordenação das NOITES DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ é formada pelos casais João e Patrícia Cassella (Grupo Genezaré) e Fernando e Luciana Fon (Grupo Amigos na Fé).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

JAN CLAUDIO SE APRESENTA HOJE NO TEATRO DEODORO


A
 música se junta à poesia e desse encontro surgiu o espetáculo “Entre Amigos” que será apresentado no palco do Teatro Deodoro, nesta quarta-feira (01), no projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato, com Jan Cláudio  e Eduardo Proffa. O show será apresentado a partir das 19h, com ingressos a R$ 5,00 e R$ 10,00.

O Show Entre Amigos foi criado em 2011, para participar do Projeto Palavra Mínima, promovido pela Cooperativa dos Profissionais de Música (COMUSA) com o apoio do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP). A proposta une música e poesia em um mesmo espetáculo, em um só momento. A boa receptividade do público e as críticas favoráveis deram segurança e mais uma vez os artistas resolveram se unir para participar do Projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato – 13ª edição, promovido pela Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas - DITEAL.

A idéia integra a música e a literatura. Contando com a presença do poeta interagindo ativamente do espetáculo musical, lendo e interpretando poesias autorais. Por ser um espetáculo musical impregnado de literatura, se apresenta como um desafio de proporcionar a sintonia entre a palavra cantada - a música e a interpretação dos textos – a poesia. Os artistas intervêm um no trabalho do outro, enriquecendo-os e demonstrando que é possível a convivência harmônica na música, na literatura e, sobretudo, na vida.
A proposta de Jan Claudio é a de apresentar ao espectador alagoano o trabalho de criação musical em um formato acústico, enfocando sua obra autoral interagindo com os poemas do autor. Com aspecto estético focado na Música Popular Brasileira.

O poeta que divide o palco é Eduardo Proffa, que também é compositor. Criador da Revista Eletrônica A Villa Caeté em Revista, autor do Manifesto Antropofágico Cultural Alagoano e autor do livro de poesia, Ecos da Cidade. É também membro das Academias: Maceioense de Letras e ALANE – Academia de Letras e Artes do Nordeste.

Para este novo show os amigos trazem uma nova roupagem que conta com as participações especiais de: Irina Costa, Ezra Mattivi, Naéliton Santos e o Grupo Musical Caçuá.

JAN CLAUDIO
Girau do Ponciano foi o berço para o cantor e compositor alagoano Jan Cláudio. Desde criança foi embalado pelos acordes musicais de seu pai que era músico, o que fez com que ele desenvolvesse o gosto apurado pela música. Teve sua iniciação musical aos 17 anos quando começou a tocar violão e participar de apresentações estudantis.

Contador de formação acadêmica, bancário de profissão, músico de paixão. Por força dos compromissos da vida a música sempre foi encarada como uma atividade paralela. Após alguns anos essa veia artística ficou mais latente e passou a integrar o Grupo vocal Nó Na Garganta, com o qual participou das edições do FEMUSESC/AL de 2003 a 2006.

Em 2011 participou do Projeto Palavra Mínima, organizado pela COMUSA e IZP, com o Show entre Amigos em parceria com Eduardo Proffa. Participou do Projeto Palco Aberto, realizado pela Boibumbarte, com o Show “A Arte dos Loucos”; com o mesmo show, fez o encerramento do Festival de Música do SESI/AL.

EDUARDO PROFFA
Eduardo Proffa nasceu em São Paulo – Capital, em 16 de janeiro de 1965, com o nome de Eduardo Souza Oliveira, chegando a Maceió com 05 anos de idade e foi residir no bairro do Pinheiro-Farol. Com 15 anos iniciou o Curso de Edificações na Escola Técnica Federal de Alagoas (ETFAL, antiga CEFET, hoje IF-AL), onde participou da primeira antologia literária com o poema: Por que tem que ser? . Hoje, é professor de Educação Física da Escola Estadual Margarez Lacet e do Colégio Marista de Maceió.