segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

RETIRO DE REFLEXÕES DO MFC MURICI

Participantes do Retiro de Reflexões do MFC Murici

   
O
 Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas realizou no último sábado (19), um RETIRO DE REFLEXÕES, finalizando o Livro PONTO DE PARTIDA, temário editado pelo MFC - Movimento Familiar Cristão. A partir de agora os Grupos nucleados na última Nucleação, passarão a adotar em suas reuniões o Livro UM PASSO ADIANTE, também editado pelo MFC.

O evento teve inicio às 9 horas na Chácara São Francisco, distante 10 quilômetros do Centro de Murici, com um momento litúrgico coordenado por Gastão Florêncio de Miranda, membro do MFC MACEIÓ e orientador dos Grupos de Base recém-nucleados.

O evento teve continuidade com os temas sugeridos pelo temário Ponto de Partida, com reflexões e depoimentos que fizeram crescer a espiritualidade de cada MeFeCista presente no retiro.

A coordenação do retiro foi do casal Gastão e Eluza, membros do MFC MACEIÓ, que acompanham os Grupos formados na última Nucleação do MFC MURICI.

Por volta das 13 horas houve uma pausa para o almoço, onde foi servida uma deliciosa feijoada e outras iguarias da culinária nordestina.

Depois de alimentados e um rápido descanso, o retiro teve continuidade com a sequencia dos trabalhos, apresentados nesta segunda etapa por Cristiano de Claudia. Às 15 horas, padre André, pároco de Murici e assessor eclesiástico do MFC, celebrou a Santa Missa.

O retiro foi encerrado com uma avaliação positiva, onde todos se disseram premiados com o resultado promovido pelo MFC através do temário Ponto de Partida.

Participaram do RETIRO DE REFLEXÕES os MeFeCistas Roberto e Luzia, Valmir e Ana, Cristiano e Claudia, Geraldo e Leda, Marcos e Cida, Ednaldo e Núbia, Claudio e Paula, Claudio e Juliana, Lau e Nete, José Lino e Graça, Pedro e Mayara, Carlinhos e Cícera, Antenor e Salete, Zezinho e Neide, Heleno e Milena, Antonio e Maria José, Márcia, Marciana, Lourdinha e Nazaré. De Maceió, participaram os orientadores Gastão e Eluza, Jorge e Penha.

domingo, 20 de janeiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - ROSA OLIVEIRA


HOJE, 172ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN


LEMBRE-SE:
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”

LITURGIA DO 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 20/01/2013


  
   
2º DOMINGO
DO TEMPO COMUM

  
   
SER MENSAGEIRO INCANSÁVEL DO BEM E DA JUSTIÇA!

Uma coisa é o que Deus já fez; outra é o que ele ainda quer fazer em nós e por meio de nós. A vida é caminhada, e ainda não chegamos. Confiamos na Salvação, pois Deus está no coração daqueles que perseveram na fé. Que o Espírito Santo aja em nós, nos ilumine e desperte tudo o que de bom trazemos e podemos fazer em vista do bem comum, no serviço e na doação aos irmãos e irmãs.
     
LITURGIA DA PALAVRA
 
1ª Leitura: Is 62,1-5
Salmo Responsório: 95
2ª Leitura: 1Cor 12,4-11
Evangelho: Jo 2,1-11
 
EVANGELHO
João 2,1-11
      
Naquele tempo, 1houve um casamento em Caná da Galileia. A mãe de Jesus estava presente.

2Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento.

3Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: “Eles não têm mais vinho”.

4Jesus respondeu-lhe: “Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou”.

5Sua mãe disse aos que estavam servindo: “Fazei o que ele vos disser”.
6Estavam seis talhas de pedra colocadas aí para a purificação que os judeus costumam fazer. Em cada uma delas cabiam mais ou menos cem litros.

7Jesus disse aos que estavam servindo: “Enchei as talhas de água”. Encheram-nas até a boca. 8Jesus disse: “Agora tirai e levai ao mestre-sala”. E eles levaram.

9O mestre-sala experimentou a água, que se tinha transformado em vinho. Ele não sabia de onde vinha, mas os que estavam servindo sabiam, pois eram eles que tinham tirado a água.

10O mestre-sala chamou então o noivo e lhe disse: “Todo mundo serve primeiro o vinho melhor e, quando os convidados já estão embriagados, serve o vinho menos bom. Mas tu guardaste o vinho melhor até agora!”

11Este foi o início dos sinais de Jesus. Ele o realizou em Caná da Galileia e manifestou a sua glória, e seus discípulos creram nele.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.
 
HOMILIA
Padre Helder Salvador
Reitor do Seminário São João Maria Vianney - Cariacica/ES

A liturgia de hoje apresenta a imagem do casamento como imagem que exprime de forma privilegiada a relação de amor que Deus (o marido) estabeleceu com o seu Povo (a esposa). A questão fundamental é, portanto, a revelação do amor de Deus.

O texto do Evangelho da liturgia é a primeira parte do Evangelho de João, comumente chamada “O Livro dos Sinais”, pois o evangelista relata uma série de sete sinais que, passo por passo, revelam quem é Jesus, e qual é a sua missão. (Embora algumas bíblias traduzem o termo grego que João usa por “milagre”, a tradução mais acertada é: “Sinal”).  O primeiro desses sinais aconteceu no contexto das bodas de Caná, o nosso texto de hoje.  Como quase todo o evangelho de João, o relato está carregado de simbolismo, onde pessoas, números e eventos funcionam simbolicamente, para nos levar além da aparência das coisas, numa caminhada de descoberta sobre a pessoa de Jesus.

     Um dos temas centrais do Evangelho de João é o da “hora” de Jesus.  A "hora” não se refere à cronometria, mas a hora de glorificação de Jesus, por sua morte e ressurreição.  Em resposta ao pedido feito por Maria (note que João nunca se refere a ela pelo nome, mas pelo título “mulher”), usando duma maneira assaz estranha este termo para a sua mãe, João quer indicar que Jesus rejeita uma esfera meramente humana de ação para Maria, para reservar para ela um papel muito mais rico, ou seja, o da mãe dos seus discípulos.  Maria somente vai aparecer mais uma vez neste evangelho – a pé da cruz, onde ela e o Discípulo Amado assumem um relacionamento de Filho e Mãe.  E devemos lembrar que o Discípulo Amado simboliza a comunidade dos discípulos do Senhor, ou seja, nós hoje.

Apesar da nossa tradição piedosa mariana, é importante não reduzir a ação da Maria no texto à duma incomparável intercessora.  Embora seja comum esta interpretação na devoção popular, não se sustenta do ponto de vista exegética. É melhor ver Maria aqui como discípula exemplar, pois embora a resposta de Jesus indique um distanciamento entre a sua expectativa e a visão dele, ela continua com confiança nele e leva outros a acreditar nele.

O simbolismo da água tornada vinho é também importante.  Não era qualquer água - era a água da purificação dos judeus.  Com esta história, João quer mostrar que doravante os ritos judaicos de purificação estão superados, pois a verdadeira purificação vem através de Jesus.  Podemos entender isso como a mudança duma prática religiosa baseada no medo do pecado, uma prática que excluía muita gente, para uma nova relação entre Deus e a humanidade, a partir de Jesus.  Assim, em Cana, Jesus começa a substituir as práticas do judaísmo do Templo, que vai continuar ao longo do Evangelho de João.

A quantia do vinho chama a atenção – 600 litros!  O vinho em abundância era símbolo dos tempos messiânicos, e, na tradição rabínica, a chegada do Messias seria marcada por uma colheita abundante de uvas.  Assim João quer dizer que a expectativa messiânica se realiza em Jesus.  As talhas transbordantes simbolizam a graça abundante que Jesus traz.

A figura do mestre-sala é também simbólica, bem como os serventes.  Aquele, que devia saber a origem do vinho da festa, não sabia, enquanto estes sim.  Assim, o mestre-sala represente os chefes do Templo que não sabiam a origem de Jesus enquanto os servos representam os discípulos que acreditaram nele.

Fazendo comparação entre o vinho antigo e o novo, João quer reconhecer que a Antiga Aliança era boa, mas a Nova a superou.  Os ritos e práticas judaicos, ligados à purificação e ao sacrifício, não têm mais sentido, pois uma nova era de relacionamento entre a humanidade e Deus começou em Jesus.

O ponto culminante do relato está em v,11: “Foi em Caná que Jesus começou os seus sinais, e os seus discípulo acreditaram nele”.  A fé deles não é intelectual ou teórica, mas o seguimento concreto do Mestre, na formação de novos relacionamentos de amor.  Passo por passo, o autor vai revelando Jesus através de sinais para que nós, possamos "acreditar que Jesus é o Messias, o Filho de Deus.  E para que, acreditando, tenhamos a vida em seu nome” (Jo 20,31).

ORAÇÃO

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Amém!
 
Editado por JORGE/MFC-AL

sábado, 19 de janeiro de 2013

PREGUIÇA - Artigo do Prof. Felipe Aquino


PREGUIÇA
Prof. Felipe Aquino
Membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II
  
   
“O trabalho mais duro do mundo é não fazer nada”

O
 trabalho não é uma penalidade, mas uma colaboração. Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse Paulo VI. “Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gn 3,19). A partir da tragédia do pecado original, o trabalho passou a ser um veículo redentor para o homem, além de ser o meio pelo qual ele é chamado a ser cooperador de Deus na obra da construção do mundo.

Michel Quoist disse que “o trabalho não é uma punição, mas uma honra que Deus concede aos homens. O Pai não quis acabar sozinho a criação, por isso convida Sua criatura a colaborar com Ele”.

O Senhor derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência. Este caminha para a perfeição. Não foi sem razão que Confúcio disse certa vez: “Deus colocou o trabalho como sentinela da virtude”.

O trabalho traz para o homem uma misteriosa e agradável recompensa que ninguém e nada pode tirar. O trabalho sério imprime, na própria matéria, o espírito, e isto glorifica o Criador. Se com humildade oferecemos a Ele o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno; e esta é a grande recompensa do trabalhador. Esta reflexão nos deixa entrever todo o mal da preguiça. Nenhum bem valioso e nenhuma virtude autêntica podem ser conquistadas sem o trabalho diligente e paciente.

Lamentavelmente, criou-se também entre nós católicos a triste cultura de se “ganhar a vida na sorte”, recorrendo-se às “senas” milionárias e às loterias alienantes. Esta não é a vontade de Deus para o homem sobre a Terra. “Ganharás o teu pão com o suor do teu rosto”, “quem não quiser trabalhar, que não coma”, esta é a lei santa, severa e redentora do Senhor. Querer viver sem trabalho é como desejar a própria maldição nesta vida. Nos momentos mais críticos da vida é o trabalho a tábua da salvação para todos nós.

Facilmente percebemos quantos males sociais advém do ócio e da preguiça. Para compreender a sua gravidade ela é classificada como um “pecado capital”.

Temos de entender a dignidade e a importância do trabalho humano no plano de Deus. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém”. (1Ts 4,11-12)

É tão importante o trabalho para o homem que o Talmud dos judeus diz: “Nenhum trabalho, por mais humilde que seja, desonra o homem”. E ainda: “Não ensinar ao filho a trabalhar é como ensinar-lhe a roubar”. E uma máxima rabínica dizia que “o trabalho mais duro do mundo é não fazer nada”.

O nosso grande João XXIII, de inesquecível memória, o gigante do Vaticano II, disse certa vez: “O trabalho deve ser concebido e vivido como vocação e missão, como tributo à civilização humana”.

A maior parte da nossa vida transcorre no trabalho de cada dia; seja ele braçal ou mental, doméstico ou empresarial, profissional ou particular. E o trabalho foi colocado em nossa vida por Deus como um meio de santificação. Para nos mostrar sua importância fundamental, Jesus trabalhou até os trinta anos naquela carpintaria humilde e santa de Nazaré. E para nos mostrar que todo trabalho é importante, Ele assumiu o trabalho mais humilde, o de carpinteiro, que era desprezado no Seu tempo. São Bento de Núrcia tomou como lema da vida dos mosteiros “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!).

O nosso Catecismo ensina que: “O trabalho não é uma penalidade, mas a colaboração do homem e da mulher com Deus no aperfeiçoamento da criação visível” (CIC, §378). Falando da vida oculta de Jesus na família, quando de Sua visita à Terra Santa, o Papa Paulo VI disse em Nazaré: “ (…) uma lição de trabalho. Nazaré, ó casa do “Filho do Carpinteiro”, é aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei severa e redentora do trabalho humano (…)” (05/01/1964).

O Fundador do “Opus Dei”, o Beato Monsenhor Escrivá de Balaguer, dizia: “enquanto houver homens sobre a terra, por muito que se alterem as técnicas de produção, haverá sempre um trabalho humano que os homens poderão oferecer a Deus, que poderão santificar”. São Paulo disse aos coríntios: “Quer comais ou bebais ou façais qualquer outra coisa, façais tudo para a glória de Deus” (1Cor 10,31). Se até o simples comer e beber devem dar glória a Deus, quanto mais o trabalho! Aos colossenses São Paulo explica mais claro ainda: “Tudo quanto fizerdes, por palavra ou por obra, fazei-o em nome do Senhor Jesus, dando por ele graças a Deus Pai” (Cl 3,17).

É preciso notar bem esse “tudo quanto fizerdes”; nada fica de fora, nada é profano na nossa vida. Tudo deve ser feito, sem preguiça e sem lamúria, “em nome do Senhor”, isto é,“Nele” e “por Ele” para dar graças ao Pai.

Um pouco adiante, o apóstolo insiste novamente: “Tudo o que fizerdes, fazei-o de bom coração, como para o Senhor e não para os homens. Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor. Servi ao Senhor Jesus Cristo” (Cl 3,23).

“Fazei-o de bom coração”, quer dizer, fazer com amor e não por interesse; e “como para o Senhor não para os homens.”

Aqui está o ponto mais importante. Tudo o que fazemos deve ser feito “para o Senhor” sem preguiça e sem reclamação para não perdermos o mérito da boa ação. Não importa o que seja, se é grande ou pequeno, deve ser feito tendo o Senhor como “Patrão”. Se você é lavadeira, então lave cada camisa ou cada calça com todo o capricho, como se o próprio Jesus fosse vesti-las. Se você é professor, prepare bem a sua aula, ministre-a com capricho e sem preguiça, como se Jesus fosse um aluno que quer aprender. Se você é um médico, atenda cada paciente sem preguiça e sem má vontade, como se o próprio Jesus fosse o doente.

“Sabeis que recebereis como recompensa a herança das mãos do Senhor.”

*Prof. Felipe Aquino, é casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Pergunte e Responderemos".

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

MFC MURICI PROMOVE RETIRO ESPIRITUAL


O
 Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas promove neste sábado, 19 de janeiro de 2013, um RETIRO ESPIRITUAL encerrando o Livro Ponto de Partida e iniciando o Livro Um Passo Adiante, temários editados pelo MFC - Movimento Familiar Cristão.

O evento acontecerá na Chácara São Francisco, distante 10 quilômetros do Centro de Murici. Os participantes sairão de Murici às 7h30min com destino ao local do RETIRO ESPIRITUAL, em um ônibus especialmente fretado para conduzir os MeFeCistas.

A coordenação do RETIRO ESPIRITUAL será do casal Gastão e Eluza, membros do MFC MACEIÓ, que acompanham os Grupos formados na última Nucleação do MFC MURICI.

O inicio está previsto para as 8 horas, às 15 horas haverá o encerramento com a realização da Santa Missa, celebrada pelo Padre André, pároco de Murici e assessor eclesiástico do MFC MURICI.

Participam do RETIRO ESPIRITUAL os MeFeCistas Roberto e Luzia, Valmir e Ana, Cristiano e Claudia, Geraldo e Leda, Marcos e Cida, Ednaldo e Núbia, Claudio e Paula, Claudio e Juliana, Lau e Nete, José Lino e Graça, Pedro e Mayara, Carlinhos e Cícera, Antenor e Salete, Zezinho e Neide, Heleno e Milena, Antonio e Maria José, Márcia, Marciana, Lourdinha e Nazaré. De Maceió, confirmaram presença os MeFeCistas Gastão e Eluza, Jorge e Penha.

Será um dia de muito estudo e preparação espiritual para o crescimento dos participantes, ampliando a abertura da alma para o Espírito  Santo de Deus.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CAMISAS DO BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA JÁ ESTÃO À VENDA



J
á está disponível nos pontos de vendas as camisas do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, bloco carnavalesco organizado pelo MFC - Movimento Familiar Cristão, que participará da 13ª Edição do JARAGUÁ FOLIA.

O evento é considerado como a maior prévia carnavalesca do Nordeste, e está confirmado para o dia 1º de fevereiro de 2013, a partir das 18 horas, no bairro histórico de Jaraguá, em Maceió, com a participação de mais de setenta blocos tocando exclusivamente frevo.

A prévia carnavalesca JARAGUÁ FOLIA já está na sua 13ª edição e participam blocos carnavalescos de movimentos sociais e religiosos, sindicatos, empresas, órgãos públicos, grupos de amigos, academias, escolas e faculdades, entre outros.

O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, formado exclusivamente por membros do Movimento Familiar Cristão, seus familiares e amigos, participa do JARAGUÁ FOLIA pela quinta vez consecutiva, com os foliões brincando com toda segurança, dentro da harmonia já peculiar nos eventos que o MFC realiza.

O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA vai se concentrar a partir das 19 horas no Coreto da Avenida da Paz de onde sairá para desfilar no Corredor da Folia (Rua Sá e Albuquerque), às 20 horas, com o acompanhamento da ORQUESTRA DE FREVO MESTRE ALDO, que tocará exclusivamente para o Bloco.

Nesta 13ª edição do JARAGUÁ FOLIA, os Blocos ao adentrarem ao Corredor da Folia (Rua Sá e Albuquerque), devem se manter em movimento constante, somente sendo permitida a parada do Bloco defronte a Associação Comercial por um período não superior a dez minutos.

As camisas do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA já estão a venda para os membros do Movimento Familiar Cristão nas lojas MASCATE MALHAS (vizinho a Casa da Indústria) e MASCATE CONFECÇÕES (defronte o CEPA), localizadas na Avenida Fernandes Lima, no Farol, e com membros da Equipe Estadual e Equipe Cidade de Maceió ao preço de R$ 15,00 (quinze reais).

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

ADQUIRA SUA CAMISA DO BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA 2013

Clique na imagem para melhor visualização

ANIVERSARIANTE DO DIA - LÚCIO DE CACÁ


E QUANDO A VIDA NOS DIZ "NÃO"?

E QUANDO A VIDA NOS DIZ "NÃO"?
Padre Adriano Zandoná
Missionário da Comunidade Canção Nova
Padre Adriano Zandoná
“Nem sempre as portas estarão fechadas”

N
em sempre quando a vida nos diz "não", tal resposta tem a finalidade de nos encerrar em um tempo de esterilidade. O "não" pode também se manifestar como a possibilidade de trilharmos um novo caminho, adentrando por uma nova porta que a nós se inaugura neste específico momento. Há momentos nos quais, de maneira antecipada e, quem sabe, até precipitada, tudo definimos e estabelecemos dentro de nós, idealizando nossos sonhos e metas de maneira irrevogável. Entretanto, em muitas circunstâncias, as realidades acabarão não acontecendo da maneira como planejamos, e nesses peculiares invernos, poderá – intensamente – nos visitar a frustração.

É horrível desejar tanto uma realidade e, por fim, deparar-se com a sua não realização. Contudo, não é só quando a vida sorri que podemos ser felizes. Muitas vezes, a felicidade que nos espera será preparada pelas lágrimas, sendo que estas podem se tornar um sólido alicerce para a construção de uma madura realização em nossa história. As lágrimas podem também gerar vida e recomeços, e o não, pode se tornar um específico lugar onde se pode refletir e escutar a Verdadeira voz, que poderá nos conduzir à mais perfeita realização.

Neste processo de deparar-se com o "não" se faz essencial a confiança. Confiar em um motivo Maior no qual possamos recostar nossas fragilidades, pois sempre haverá um concreto sentido (significado) no qual poderemos ancorar nossas esperanças e depositar as nossas lágrimas. Faz-se necessário confiar nos planos de nosso Autor, pois, diante de cada circunstância, Ele sempre verá mais longe e comtemplará o real muito melhor que nós mesmos.

É preciso, de fato, confiança e abandono, mesmo quando a vida diz "não", pois o "não" – conduzido por Deus – torna-se fonte de vida e de felicidade para nós. É preciso dizer "sim" aos "nãos" que Deus nos apresenta, acreditando que Ele conhece nossos sonhos e que, quando nos diz "não", é porque está nos preparando algo infinitamente superior ao que esperávamos.

Seus planos são perfeitos, e no centro deles estamos nós. É preciso treinar a audição para o Infinito e sempre n’Ele esperar, dizendo constantemente "sim" às realidades nas quais Ele nos insere. De tal forma em tudo cresceremos, adquirindo uma sabedoria e maturidade ímpares, que nos farão adentrar naquilo que é próprio da Eternidade. Cresçamos com os "nãos", treinemos a confiança e nos abandonemos aos cuidados deste singular e infinito Amor!

*Adriano Zandoná é padre e missionário da Comunidade Canção Nova. Formado em Filosofia e Teologia, é articulista e apresenta o programa “Em sintonia com meu Deus” de segunda a sábado – 6h15min – pela TV Canção Nova.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

ANIVERSARIANTE MFC JOVEM - ALANA TENÓRIO


CORREIO MFC BRASIL Nº 302



2013: CORAGEM PARA SE RENOVAR
Leonardo Boff

Há mais de quinze anos publiquei no Jornal do Brasil, hoje existindo apenas pela internet online, um artigo com o título “Rejuvenescer como águias”. Relendo aquelas reflexões me dei conta de como elas são ainda atuais e adequadas aos tempos maus sob os quais vivemos e sofremos. Retomo-as para alimentar nossa esperança enfraquecida pelas ameaças que pesam sobre a Terra e a Humanidade.
Se não nos agarrarmos a alguma esperança, perdemos o horizonte de futuro e corremos o risco de nos entregarmos ao desamparo imobilizador ou à resignação estéril.
Neste contexto lembrei-me de um mito da antiga cultura mediterrânea sobre o rejuvenescimento das águias.

D
e tempos em tempos, reza o mito, a águia, como a fênix egípcia, se renova totalmente. Ela voa cada vez mais alto até chegar perto do sol. Então as penas se incendeiam e ela toda começa a arder. Quando chega a este ponto, ela se precipita do céu e se lança qual flecha nas águas frias do lago. E o fogo se apaga. Mas através desta experiência de fogo e de água, a velha águia rejuvenesce totalmente: volta a ter penas novas, garras afiadas, olhos penetrantes e o vigor da juventude. Seguramente este mito constitui o substrato cultural do salmo 103 quando diz: ”O Senhor faz com que minha juventude se renove como uma águia”.

E aqui precisamos revisitar C.G. Jung que entendia muito de mitos e de seu sentido existencial. Segunda esta interpretação, fogo e água são opostos. Mas quando unidos, se fazem poderosos símbolos de transformação.

O fogo simboliza o céu, a consciência e as dimensões masculinas no homem e na mulher. A água, ao contrário, a terra, o inconsciente e as dimensões femininas no homem e na mulher.

Passar pelo fogo e pela água significa, portanto, integrar em si os opostos e crescer na identidade pessoal. Ninguém ao passar pelo fogo ou pela água permanece intocado. Ou sucumbe ou se transfigura, porque a água lava e o fogo purifica.

A água nos faz pensar também nas grandes enchentes como conhecemos em 2010 nas cidades serranas do Estado do Rio. Com sua força tudo carregaram, especialmente o que não tinha consistência e solidez. São os infortúnios da vida.

E o fogo nos faz imaginar o cadinho ou as fornalhas que queimam e acrisolam tudo o que é ganga e não é essencial. São as notórias crises existenciais. Ao fazermos esta travessia pela “noite escura e medonha”, como dizem os mestres espirituais, deixamos aflorar nosso eu profundo sem as ilusões do ego. Então amadurecemos para aquilo que é em nós autenticamente humano e verdadeiro. Quem recebe o batismo de fogo e de água rejuvenesce como a águia do mito antigo.

Mas abstraindo das metáforas, que significa concretamente rejuvenescer como a águia? Significa entregar à morte todo o velho que existe em nós para que o novo possa irromper e fazer o seu curso. O velho em nós são os hábitos e as atitudes que não nos engrandecem: a vontade de ter razão e vantagem em tudo, o descuido consigo mesmo, com a casa, com nossa linguagem e com o desrespeito para com a natureza, bem como a falta de solidariedade para com os necessitados, próximos e distantes.

Tudo isso deve ser entregue à morte para podermos inaugurar uma forma de convivência com os outros que se mostre generosa e cuidadosa com a nossa Casa Comum e com o destino das pessoas. Numa palavra, significa morrer e ressuscitar.

Rejuvenescer como águia significa também desprender-se de coisas que um dia foram boas e de ideias que foram luminosas, mas que lentamente, com o passar dos anos, se tornaram ultrapassadas e incapazes de inspirar um caminho para o futuro. A crise atual perdura e se aprofunda porque os que controlam o poder tem conceitos velhos, incapazes de oferecer respostas.

Rejuvenescer como águia significa ter coragem para recomeçar e estar sempre aberto a escutar, a aprender e a revisar. Não é isso que nos propomos a cada novo ano?

Que o ano de 2013 que se inaugura, seja oportunidade de perguntar o quanto de galinha existe em nós que não quer outra coisa senão ciscar o chão e o quanto de águia há ainda em nós, disposta a rejuvenescer ao confrontar-se valentemente com os tropeços e as crises da vida e buscar um novo paradigma de convivência.

E não podemos esquecer aquela Energia poderosa e amorosa que sempre nos acompanha e que move o inteiro universo. Ela nos habita, nos anima e confere permanente sentido de lutar e de viver.
Que o Spiritus Creator nunca nos falte!

ECONOMIA PARA INICIANTES

U
m viajante chega numa cidade e entra num hotel. Na recepção, entrega duas notas de R$100,00 e pede para escolher um quarto.

Enquanto o viajante inspeciona os quartos, o gerente do hotel sai correndo com as duas notas de R$100,00 e vai até o açougue pagar suas dívidas com o açougueiro.

Este pega as duas notas e vai até um criador de suínos a quem, coincidentemente, também deve R$200,00 e quita a dívida.

O criador, por sua vez, pega também as duas notas e corre ao veterinário para liquidar uma dívida de... R$200,00.

O veterinário, com a duas notas em mãos, vai ao hotel onde, às vezes, paga a hospedagem de seus clientes de outras cidades e não havia pago uma conta recente. Valor total da dívida: R$200,00. Ele avisa ao gerente que está pagando a conta e coloca as notas em cima do balcão.

Nesse momento, o viajante retorna dos quartos, diz não ser o que esperava, pega as duas notas de volta, agradece e sai do hotel.

Ninguém ganhou ou gastou nenhum centavo, porém agora toda a cidade vive sem dívidas, com o crédito restaurado e começa a ver o futuro com confiança!

Assim funciona a economia internacional...

FRASES DE GEORGE BERNARD SHAW
A reputação de um médico se faz pelo número de pessoas famosas que morrem sob seus cuidados.
A vida é uma pedra de amolar: desgasta-nos ou afia-nos, conforme o metal de que somos feitos.
O pior pecado contra nosso semelhante não é o de odiá-los, mas de ser indiferentes para com eles.
Nenhuma pergunta é tão difícil de se responder quanto aquela cuja resposta é óbvia.
Nunca resisto a tentações, porque eu descobri que coisas que são ruins para mim não me tentam.

domingo, 13 de janeiro de 2013

HOJE, 171ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LEMBRE-SE:
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”

LITURGIA DA FESTA DO BATISMO DO SENHOR - 13/01/2013


  
   
FESTA DO BATISMO
DO SENHOR
   
   
UM BATISMO PARA ASSUMIR PUBLICAMENTE UM COMPROMISSO!

Em seu Batismo, Jesus reforça a disposição de partilhar de nossa fragilidade, desce até as profundezas do Jordão e, escutando a voz do Pai e, acolhendo a luz e a força do Espírito Santo, assume a missão redentora nos moldes do servo manso e humilde. Que esta celebração nos leve a escutar com fé a palavra do Filho de Deus e a assumir nosso batismo como discípulos e missionários de Cristo.
     
LITURGIA DA PALAVRA

1ª Leitura: Is 42,1-4.6-7
Salmo Responsório: 28
2ª Leitura: At 10,34-38
Evangelho: Lc 3,15-16.21-22

EVANGELHO
LUCAS 3,15-16.21-22
      
Naquele tempo, 15o povo estava na expectativa e todos se perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”.

21Quando todo o povo estava sendo batizado, Jesus também recebeu o batismo. E, enquanto rezava, o céu se abriu 22e o Espírito Santo desceu sobre Jesus em forma visível, como pomba. E do céu veio uma voz: “Tu és o meu Filho amado, em ti ponho o meu bem-querer”.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe

A Festa de hoje encerra o sagrado tempo do Natal: o Pai apresenta, manifesta a Israel o Salvador que ele nos deu, o Menino que nasceu para nós: “Tu és o meu Filho amado; em ti ponho o meu bem-querer”, ou, segundo a versão de Mateus: “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo!” (3,17).

Estas palavras contêm um significado muito profundo: o Pai apresenta Jesus usando as palavras do profeta Isaías, que ouvimos na primeira leitura da missa. Mas, note-se: Jesus não é somente o Servo; ele é o Filho, o Filho amado! O Servo que o Antigo Testamento anunciava é também o Filho amado eternamente! No entanto, é Filho que sofrerá como o Servo, que deverá exercer sua missão de modo humilde e doloroso!

Hoje, às margens do Jordão, Jesus foi ungido com o Espírito Santo como o Messias, o Cristo, aquele que as Escrituras prometiam e Israel esperava. Agora, ele pode começar publicamente a missão de anunciar e inaugurar o Reino de Deus. Esta missão, ele começou desde que se fez homem por nós; agora, no entanto, vai manifestar-se publicamente, primeiro a Israel e, após a ressurreição, a toda a humanidade. É na força do Espírito Santo que ele pregará, fará seus milagres, expulsará Satanás e inaugurará o Reino; é na força do Espírito que ele viverá uma vida de total e amorosa obediência ao Pai e doação aos irmãos até a morte e morte de cruz.

Mas, atenção: como já dissemos, esse Jesus que é o Filho, é também o Servo sofredor, anunciado por Isaías. Hoje, o Pai revela a Jesus qual o modo, qual o caminho que ele deve seguir para ser o Messias como Deus quer: na pobreza, na humildade, no despojamento, no serviço! É assim que o Reino de Deus será anunciado no mundo. Jesus deverá ser manso: “Ele não clama nem levanta a voz, nem se faz ouvir pelas ruas”. Deve ser cheio de misericórdia para com os pecadores, os fracos, os pobres, os sem esperança: “Não quebra a cana rachada nem apaga um pavio que ainda fumega”. Ele irá sofrer, ser tentado ao desânimo, mas colocará no seu Deus e Pai toda a sua esperança, toda a sua confiança: “Não esmorecerá nem se deixará abater, enquanto não estabelecer a justiça na terra”. O Senhor Deus estará sempre com ele e ele veio não somente para Israel, mas para todas as nações da terra: “Eu, o Senhor, te chamei para a justiça e te tomei pela mão; eu te formei e te constituí como aliança do povo, luz das nações, para abrires os olhos aos cegos, tirar os cativos da prisão, livrar do cárcere os que vivem nas trevas”.

E Jesus já começa cumprindo sua missão na humildade: ele entra na fila dos pecadores, para ser batizado por João. Ele, que não tinha pecado, assume os nossos pecados, faz-se solidário conosco; ele, o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo! “João tentava dissuadi-lo, dizendo: ‘Eu é que tenho necessidade de ser batizado por ti e tu vens a mim?’ Jesus, porém, respondeu-lhe: ‘Deixa estar, pois assim nos convém cumprir toda a justiça’” (Mt 3,14s). Assim convinha, no plano do Pai, que Jesus se humilhasse, se fizesse Servo e assumisse os nossos pecados! Ele veio não na glória, mas na humildade, não na força, mas na fraqueza, não para impor, mas para propor, não para ser servido, mas para servir. Eis o caminho que o Pai indica a Jesus, eis o caminho que Jesus escolhe livremente em obediência ao Pai, eis o caminho dos cristãos, e não há outro!

Uma última observação, muito importante: João diz: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo”. O batismo de João não é o sacramento do Batismo: era somente um sinal exterior de que alguém se reconhecia pecador e queria preparar-se para receber o Messias. Ao ser batizado no Jordão, Jesus é ungido com o Espírito Santo para a missão. Esta unção será plena na ressurreição, quando o Pai derramará sobre ele o Espírito como vida da sua vida. Então – e só então – ele, pleno do Espírito Santo que o ressuscitou, derramará este Espírito, que será também seu Espírito, sobre nós, dando-nos uma nova vida! Para os cristãos, não há batismo nas águas, mas somente Batismo no Espírito, simbolizado pela água (cf. Jo 3,5; 7,37-39). Ao sermos batizados, recebemos o Espírito Santo de Jesus e, por isso, somos participantes de sua missão de viver, testemunhar e anunciar o Reino de Deus, a Vida eterna, a Vida no amor a Deus e aos irmãos, que Jesus veio anunciar ao se fazer homem igual a nós! Mas este testemunho não é festivo, não é de oba-oba, mas um testemunho dado na simplicidade, na pobreza e na humildade do dia a dia!

Eis! O Menino que nasceu para nós, a Criança admirável que cresceu em sabedoria, idade e graça, submisso aos seus pais na família de Nazaré, o Deus perfeito, filho da Toda Santa Mãe de Deus, Aquele que com o brilho de sua Estrela atraiu a si todos os povos, hoje é apresentado pelo Pai: ele é o Filho querido, ele é o Servo sofredor, ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, ele é o Messias, o Ungido de Deus! Acolhamo-lo na nossa existência e no nosso coração e nossa vida terá um novo sentido. Seguindo-o, chegaremos ao coração do Pai que o enviou e é Deus com ele e o Espírito Santo pelos séculos dos séculos. Amém.

ORAÇÃO

Deus eterno e todo-poderoso, que, sendo o Cristo batizado no Jordão, e pairando sobre ele o Espírito Santo, o declarastes solenemente vosso Filho, concedei aos vossos filhos adotivos, renascidos da água e do Espírito Santo, perseverar constantemente em vosso amor. Amém!
Editado por MFC ALAGOAS