domingo, 15 de setembro de 2013

LITURGIA DO 24º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 15/09/2013

   
LITURGIA DO 24º DOMINGO
DO TEMPO COMUM
   
   
PRIMEIRA LEITURA (Êx 32,7-11.13-14)

Leitura do Livro do Êxodo:
Naqueles dias, 7o Senhor falou a Moisés: “Vai, desce, pois corrompeu-se o teu povo que tiraste da terra do Egito. 8Bem depressa desviaram-se do caminho que lhes prescrevi. Fizeram para si um bezerro de metal fundido, inclinaram-se em adoração diante dele e ofereceram-lhe sacrifícios, dizendo: ‘Estes são os teus deuses, Israel, que te fizeram sair do Egito!’”.

9E o Senhor disse ainda a Moisés: “Vejo que este é um povo de cabeça dura. 10Deixa que minha cólera se inflame contra eles e que eu os extermine. Mas de ti farei uma grande nação”.

11Moisés, porém, suplicava ao Senhor seu Deus, dizendo: “Por que, ó Senhor, se inflama a tua cólera contra o teu povo, que fizeste sair do Egito com grande poder e mão forte?

13Lembra-te de teus servos Abraão, Isaac e Israel, com os quais te comprometeste, por juramento, dizendo: ‘Tornarei os vossos descendentes tão numerosos como as estrelas do céu; e toda esta terra de que vos falei, eu a darei aos vossos descendentes como herança para sempre’”.

14E o Senhor desistiu do mal que havia ameaçado fazer a seu povo.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 50)

— Vou, agora, levantar-me, volto à casa do meu pai.

— Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia!/ Na imensidão de vosso amor, purificai-me!/ Lavai-me todo inteiro do pecado,/ e apagai completamente a minha culpa!

— Criai em mim um coração que seja puro,/ dai-me de novo um espírito decidido./ Ó Senhor, não me afasteis de vossa face,/ nem retireis de mim o vosso Santo Espírito!

— Abri meus lábios, ó Senhor, para cantar,/ e minha boca anunciará vosso louvor!/ Meu sacrifício é minha alma penitente,/ não desprezeis um coração arrependido!

SEGUNDA LEITURA (1Tm 1,12-17)

Leitura da Primeira Carta de São Paulo apóstolo a Timóteo:
Caríssimo: 12Agradeço àquele que me deu força, Cristo Jesus, nosso Senhor, pela confiança que teve em mim, ao designar-me para o seu serviço, 13a mim, que antes blasfemava, perseguia e insultava. Mas encontrei misericórdia, porque agia com a ignorância de quem não tem fé.

14Transbordou a graça de nosso Senhor com a fé e o amor que há em Cristo Jesus. 15Segura e digna de ser acolhida por todos é esta palavra: Cristo veio ao mundo para salvar os pecadores. E eu sou o primeiro deles!

16Por isso encontrei misericórdia, para que em mim, como primeiro, Cristo Jesus demonstrasse toda a grandeza de seu coração; ele fez de mim um modelo de todos os que crerem nele para alcançar a vida eterna. 17Ao Rei dos séculos, ao único Deus, imortal e invisível, honra e glória pelos séculos dos séculos. Amém!

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Lc 15,1-32)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 1os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. “Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles”. 3Então Jesus contou-lhes esta parábola:

4Se um de vós tem cem ovelhas e perde uma, não deixa as noventa e nove no deserto, e vai atrás daquela que se perdeu, até encontrá-la? 5Quando a encontra, coloca-a nos ombros com alegria, 6e, chegando a casa, reúne os amigos e vizinhos, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a minha ovelha que estava perdida!’

7Eu vos digo: Assim haverá no céu mais alegria por um só pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que não precisam de conversão.

8E se uma mulher tem dez moedas de prata e perde uma, não acende uma lâmpada, varre a casa e a procura cuidadosamente, até encontrá-la? 9Quando a encontra, reúne as amigas e vizinhas, e diz: ‘Alegrai-vos comigo! Encontrei a moeda que tinha perdido!’

10Por isso, eu vos digo, haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que se converte”.

11E Jesus continuou: “Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles.

13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade.

15Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam.

17Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’.

20Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o e cobriu-o de beijos.

21O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’.

22Mas o pai disse aos empregados: ‘Trazei depressa a melhor túnica para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa.

25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. 26Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo.

27O criado respondeu: ‘É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’.

28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. 29Ele, porém, respondeu ao pai: ‘Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’.

31Então o pai lhe disse: ‘Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
“PARÁBOLA DO PAI MISERICORDIOSO”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

UM FILHO PERDIDO
Chamamos esta narrativa de parábola do fílho pródigo. Na verdade o certo deveria ser parábola do Pai misericordioso, pois está é a imagem que Jesus usa. Ele vivia um choque com a cultura religiosa dos fariseus e mestres da lei (entendidos da religião) que O criticavam por acolher os pecadores e fazer refeição com eles (Lc 15,2). Na interpretação desta parábola dávamos atenção à situação de “pecado” do filho que saíra de casa e deixávamos de lado a reflexão que Jesus faz sobre a atitude do irmão que recusa e do pai que acolhe. Era um excelente assunto para uma pregação sobre a situação de pecado. Jesus mostra-nos o foco da parábola: vocês são como o irmão mais velho pois não acolhem os pecadores. Devem ser como o Pai que recebe de braços abertos. Jesus mostra que esta é a mentalidade do Pai do Céu que Ele encarna. Ele busca a ovelha e a moeda perdidas. Narra com detalhes a parábola do filho que abandonou a casa, tomou a herança (que só lhe caberia depois da morte do pai), desfez-se em vida do pai, acabou com sua riqueza e caiu na miséria. Foi cuidar de porcos que era o extremo da miséria para um judeu. Nem a comida deles podia comer. Era o fim. Voltou por causa fome. Não contava com o perdão do pai. O pai recebe-o e o coloca no mesmo estado de bem estar que tinha antes: não era empregado porque recebe a sandália; recebe o anel que era o sinal da aliança de filho; E recebe uma festa sinal da acolhida, como diz o pai. Estava morto e tornou a viver, perdido e foi encontrado. Esta parábola responde também a um problema da comunidade primitiva que recusava a presença de pessoas diferentes. O pai é o modelo para a comunidade: acolher o mais degradado, impuro. E festejar como o pai. O pai não se importa de se tornar impuro por tocar o filho. O filho volta à participação plena na casa do pai. A festa do Céu por um pecador que se converta tem uma justificativa: o amor misericordioso do Pai que o manifestou em Cristo.

UM IRMÃO SEM FRATERNIDADE
O filho mais velho é o retrato dos fariseus e doutores. Ele é expressão também dos cristãos que recusavam a presença de “diferentes”. Chega do trabalho e ouve barulho de festa. Informado, se recusa a entrar. Agride o pai acusando-o de não reconhecer seu trabalho. O pai mostra ao filho o que não percebera: vivia na comunhão com o pai e tem tudo. A atitude do filho mais velho contradiz a atitude do pai que expressa a bondade de Deus Pai através do Filho Jesus acolhendo os pecadores. Moisés se fez defensor do povo pecador diante de Deus, chamando para as promessas que fizera a Abraão. A Igreja vive muitas vezes um rigor muito grande com os fracos. Não é o mesmo rigor que tem para com os poderosos e ricos que sempre tem tudo. Parece que a lei não é para eles.

UM CAMINHO DA FÉ
Pastoral é acolher o pecador que volta e ir atrás do que está perdido. Essa é a pregação do Papa Francisco. O fragilizado tem que ter espaço na Igreja. Vivemos uma pastoral dando vitamina a quem está sadio. Vivemos o risco de cristãos sem Cristo, pois têm um Cristo feito à própria imagem e se servem da fé e não à fé.  Não basta acolher o que volta, é preciso ir atrás dos perdidos. A pastoral deve ser baseada na misericórdia e não na aplicação de leis exigentes. É preciso procurar a ovelha perdida. O pai não despreza o filho mais velho: “O que é meu é teu” (31). O filho é que não percebe que vive na abundância do pai e deveria ir ao encontro do irmão.

ORAÇÃO
                             
Ó Deus, criador de todas as coisas, volvei para nós o vosso olhar e, para sentirmos em nós a ação do vosso amor, fazei que vos sirvamos de todo coração.  Amém!


Editado por JorgeMacielNews

sábado, 14 de setembro de 2013

GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

“A informação ainda é a melhor arma contra esta triste realidade”

Eliane Ferreira
Portal Elnet

N
o mundo secular é cada vez maior o número de adolescentes grávidas. Segundo dados do Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, desde 1980, o número de adolescentes entre 15 e 19 anos grávidas aumentou 15%. Só para se ter ideia do que isso significa, são cerca de 700 mil meninas se tornando mães a cada ano no Brasil. Desse total, 1,3% são partos realizados em garotas de 10 a 14 anos. Os dados são assustadores e comprovam que apesar dos tempos modernos, muitos jovens ainda engravidam precocemente. Mas, e nas igrejas? Como os jovens estão se comportando diante do namoro e do sexo?

Sabemos que o namoro sempre existiu em diversas culturas através dos tempos. É uma ótima oportunidade de se conhecer melhor, e, com mais intensidade, alguém que pretendemos ter um relacionamento sério, que leve ao casamento. O problema é que muitos jovens hoje namoram demais. Acaba virando um vício. Não conseguem ficar sem namorar.

Termina um relacionamento e já começa outro. Assim, acaba o namoro e surge o “ficar” Com isso, o namoro perde sua identidade. A prática do “ficar” é a confirmação da falta de respeito de um pelo outro, pois duas pessoas se abraçam, beijam, e até praticam ato sexual, cientes de que não têm compromisso de se encontrarem novamente.

Para a Psicóloga e Sexóloga Marluce Nery, o grande problema é a falta de orientação dos pais. Muitos têm vergonha de conversar com os filhos sobre sexo. Com isso, os jovens vão buscar orientação de modo errado; através da Internet, televisão e até com outros amigos. “É preciso falar sobre a genitália, a masturbação, os limites do namoro, e até mesmo das mudanças fisiológicas que ocorrem em seu corpo. Informar de maneira bem clara”, diz a Psicóloga. Hoje a sexualidade está sendo veiculada nos meios de comunicação de forma distorcida. Mas se a menina e/ou menino são instruídos no seu lar, vão saber ter um namoro santo: evitar beijos ardentes, roupas mais sensuais, toques nas partes íntimas e, por último, o ato sexual.

O sexo antes do casamento traz consequências desastrosas: culpa, relacionamento sexual sem preparo, doenças sexualmente transmissíveis, além de uma gravidez indesejada. Uma gravidez precoce põe em risco tanto a mãe quanto o recém-nascido. Isso porque na faixa dos 14 anos a mulher ainda não tem uma estrutura óssea e muscular adequada para o parto.

Outro problema é o medo da gravidez. Muitas quando descobrem que estão grávidas preferem o aborto clandestino. Vera cita um caso de uma menina com 16 anos e o rapaz com 17, que namoraram e transaram antes do casamento, que resultou numa gravidez.

Com medo de contar para a família, tomou um remédio abortivo e quase morreu. “É comum, quando acontece isso, optar pelo aborto para esconder da família e da igreja”, diz a psicóloga. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde, dos 4 milhões de abortos praticados por ano no Brasil, 1 milhão ocorrem entre adolescentes.

Na visão da sexóloga, tudo isso poderia ser evitado se houvesse mais informações dentro de casa e também nas igrejas. A sexualidade precisa ser mais divulgada nas igrejas. Ainda há muita censura. O sexo é tratado como se fosse sujo. É necessário dar mais importância a esse tema, organizando palestras com profissionais especializados e qualificados, com o objetivo de orientar às famílias. “Enquanto os padres e pastores falam esporadicamente do assunto, Satanás vai ganhando terreno induzindo os jovens ao pecado., conclui Vera.

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

NATAL-RN SERÁ SEDE DO 8º MUTIRÃO BRASILEIRO DE COMUNICAÇÃO

A
 Conferência Nacional dos Bispos do Brasil vem promovendo, desde 1998, os chamados Mutirões Brasileiros de Comunicação, em continuidade aos Congressos Brasileiros de Comunicação Social, promovidos pela União Cristã Brasileira de Comunicação – UCBC, que tiveram início entre os anos de 1970 e final da década de 1990. O que caracteriza os Mutirões, diferenciando-os dos Congressos, é seu objetivo específico, voltado a refletir sobre os caminhos e as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea, no campo da Comunicação.

Ao todo, até o momento, foram realizados sete Mutirões Brasileiros de Comunicação. O primeiro aconteceu em julho de 1998, no espaço da PUC-MG, em Belo Horizonte (MG), com o tema Solidariedade-Ética-Cidadania. O segundo Mutirão ocorreu em São Paulo, SP, no espaço da UNISAL, em julho de 2000. O tema deste evento foi Relações Solidárias na Aldeia e no Global. Estes dois Mutirões estão documentados no livro sobre Mutirão Brasileiro de Comunicação, coordenados por Ana Cristina Suzina, Desirée Cipriano Rasbelo e Elson Faxina (UCBC/Instituto de Jornalistas do Paraná, 2003).  

Para o terceiro Mutirão foi escolhida a cidade de Salvador – BA, em julho de 2003 e debateu o título Comunicação para outra ordem social. O quarto levou a liderança católica para a cidade de Guarapari, no Espírito Santo, em julho de 2005, teve como tema, Comunicação e Responsabilidade Social.   O quinto Mutirão aconteceu em Belém -PA, em julho de 2007, trouxe para o debate dos participantes, Comunicação e Amazônia – Fé e Cultura de Paz.

O 6º Mutirão foi acolhido pelo Regional Sul 2, aconteceu no espaço da PUC/RS, em Porto Alegre, em janeiro de 2010. O tema proposto pelos organizadores foi Processos de Comunicação e Cultura Solidária. É importante assinalar que este Mutirão teve uma abrangência continental, pela proximidade geográfica da Arquidiocese de Porto Alegre com os países da América Latina e teve como parceira a OCLACC – Organização Católica Latino-americana e Caribenha de Comunicação, com sede em Quito, Equador. Por isso, foi denominado de “Mutirão Latino-Americano e Caribenho de Comunicação”, congregando durante o evento representantes dos países da América Latina.

Foi nesta data que os Mutirões Brasileiros de Comunicação passaram a ser promovidos pela CNBB, através da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação, coordenados, organizados e pensados pela Arquidiocese, Regional ou Organização que os sedia, apoiados pela SIGNIS/Brasil, entidade fundada no dia 2 de dezembro de 2010, em Curitiba, para integrar, numa única instituição, os meios de comunicação da Igreja.

Com a coordenação da SIGNIS/Brasil, os meios católicos de comunicação, por sua vez, são chamados a ter um protagonismo mais visível nos Mutirões, recebendo atenção especial dos organizadores, o que significa ter o livre acesso ao evento e aos stands para expor suas produções. Em contrapartida, comprometem-se a divulgar os Mutirões em todas as áreas de sua influência para que o evento tenha maior visibilidade e possa ter capilaridade na sociedade, garantindo-se sua presença nas pautas jornalísticas para além do território da Igreja.

O 7º Mutirão aconteceu no Rio de Janeiro, de 17 a 22 de julho de 2011, no espaço da PUC-RIO, com o tema: Comunicação e Vida: Diversidades e Mobilidades.  Este Mutirão inovou na sua metodologia, oportunizando aos participantes a realizar oficinas turísticas monitoradas a partir da ótica da comunicação. Obteve aprovação máxima pela criatividade oferecida pelos organizadores, porque oportunizaram conhecer as grandes riquezas da cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro.  Já o 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação irá acorrer em Natal, Rio Grande do Norte, nos dias 27 de outubro a 01 de novembro de 2013.

Os agentes de comunicação das Paróquias, Pastorais e Movimentos têm até o dia 10 de outubro para efetuar a inscrição e participar do 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação que acontecerá pela primeira vez em Natal (RN), no período de 27 de outubro a 01 de novembro deste ano, e pretende reunir jornalistas, estudantes de comunicação, pesquisadores, professores agentes da Pastoral da Comunicação e comunicadores populares de todo o Brasil, para debater temas relacionados à comunicação.    

Os participantes devem se inscrever por meio do site do evento e gerar o boleto para pagamento. Para os que já se inscreveram e perderam o prazo para pagamento da taxa, basta acessar novamente a sessão das inscrições e gerar um novo boleto. Acesse: http://muticom.com.br

O tema para este ano é “Comunicação e participação cidadã: meios e processos”, sendo uma promoção da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, Signis Brasil, Arquidiocese de Natal, em parceria com as unidades acadêmicas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e outras entidades.

PROGRAMAÇÃO

27/10
– Abertura
Hora: 19h
Local: Hotel Praiamar (Ponta Negra)
28/10
– Manhã: 08h – Missa

09h – Conferência de abertura: Comunicação e participação cidadã: meios e processos
Assessor: Prof. Dr. Muniz Sodré (Prof. Emérito da UFRJ)

12h – almoço
Tarde: 14h às 18h – Grupo de Trabalho
29/10
– Manhã: 09h – Seminário: Comunicação comunitária e construção da cidadania
Assessora: Profa. Dra. Raquel Paiva (UFRJ)
Debatedores: Prof. Dr. Juciano de Sousa Lacerda (UFRN); Pe. Manoel Filho (Arquidiocese de Salvador – BA)

12h – almoço

Tarde: 14h às 18h – Grupo de Trabalho
30/10
- Manhã: 09h – Seminário: Jornalismo Público e cidadania
Assessor: Prof. Dr. Elson Faxina (UFPR/TVE-PR)
Debatedores: Pe. Ermanno Allegri (Agência Adital); Jornalista/Advogado: Marcos Guerra (Natal)

Tarde: 14h às 18h – Grupo de Trabalho
31/10
- Manhã: 09h – Seminário: Conteúdo e Mensagens dos MCS: olhares críticos e questões contemporâneas
Assessores: Prof. Dr. Manuel Carlos Chaparro (USP) e Prof. Dr. Laurindo Lalo Leal Filho (USP)
Debatedores: Prof. Dr. Miguel Pereira (PUC-Rio); Prof. Dr. Arnon Andrade (UFRN)

12h – almoço

Tarde: 14h às 16h – Grupo de Trabalho
01/11
- City Tour

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

UM DEUS QUE FALA

"A Palavra de Deus é concreta"

Pe. Raniero Cantalamessa
Franciscano Capuchinho e
Pregador da Casa Pontifícia

O
 Deus bíblico é um Deus que fala. "Fala o Senhor, o Deus dos deuses [...] e não se calará" (Sl 50,1-3). O Senhor mesmo repete infinitas vezes na Bíblia: "Ouve, meu povo, deixa-me falar" (Sl 50,7). Nisso a Bíblia vê a mais clara diferença dos ídolos, que "têm boca e não falam" (Sl 115,5). Deus serviu-se da Palavra para comunicar-se com as criaturas humanas.

Contudo, que significado devemos atribuir a expressões tão antropomórficas como "Deus disse a Adão", "assim fala o Senhor", "diz o Senhor", "oráculo do Senhor" e outras semelhantes? Trata-se evidentemente de um falar diferente do humano, um falar aos ouvidos do coração. Deus fala como escreve! "Colocarei a minha lei no seu coração, vou gravá-la em seu coração", diz o profeta Jeremias (Jr 31,33). Ele escreve no coração e também suas palavras, Ele as faz ressoarem em você. Ele próprio o afirma expressamente por meio do profeta Oseias, falando de Israel como de uma esposa infiel: "Pois, agora, eu é que vou seduzi-la, levando-a para o deserto e falando-lhe ao coração" (Os 2,16).

Insiste-se, por vezes, em um falar quase material e externo de Deus: "Então, o Senhor vos falou do meio do fogo. Ouvíeis o som das palavras, mas não enxergáveis figura alguma, só havia uma voz!" (Dt 4,12; cf. At 9,7). Entretanto, também nestes casos trata-se da dramatização de um evento interior e espiritual, em todo caso, de um falar diferente do humano.

Deus não tem boca nem fôlego humanos: Sua boca é o profeta e Seu sopro o Espírito Santo. "Tu serás a minha boca", diz Ele próprio a Seus profetas, ou ainda, "porei minha palavra sobre teus lábios". É o sentido da célebre frase: "Foi sob o impulso do Espírito Santo que pessoas humanas falaram da parte de Deus" (2Pd 1,21). A tradição espiritual da Igreja cunhou para este modo de falar diretamente à mente e ao coração a expressão "locuções interiores".

Todavia, trata-se de um falar em sentido verdadeiro; a criatura recebe uma mensagem que pode traduzir em palavras humanas. É de tal modo vívido e real o falar de Deus que o profeta recorda com precisão o lugar e o tempo em que certa palavra "veio" sobre ele: "No ano em que morreu o rei Ozias" (Is 6,1), "No trigésimo ano, no dia cinco do quarto mês, encontrava-me eu entre os exilados, junto ao rio Cobar" (Ez 1,1), "No dia primeiro do sexto mês do segundo ano do rei Dario" (Ag 1,1).

A Palavra de Deus é tão concreta que a respeito dela é possível dizer que "cai" sobre Israel, como se fosse uma pedra: "O Senhor lançou uma ameaça a Jacó, ela caiu sobre Israel" (Is 9,7). Em outras vezes, a mesma concretude e materialidade é expressa não com o símbolo da pedra que fere, mas do pão que se come com gosto: "Bastava descobrir tuas palavras e eu já as devorava, tuas palavras para mim são prazer e alegria do coração" (Jr 15,16; cf. também Ez 3,1-3).

Nenhuma voz humana atinge profundamente o homem como a Palavra de Deus. "[A Palavra de Deus] penetra até dividir alma e espírito, articulações e medulas. Julga os pensamentos e as intenções do coração" (Hb 4,12). Por vezes, o falar de Deus "se faz ouvir com força... corta os cedros do Líbano" (Sl 29,4-5), ao passo que em outras vezes assemelha-se ao "murmúrio de uma leve brisa" (1Rs 19,12). Conhece todas as tonalidades do falar humano. 

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

EQUIPE CIDADE DO MFC MACEIÓ SE REÚNE HOJE

A
 Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió estará reunida nesta quarta-feira, dia 11 de setembro, às 19h30min, na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB), para avaliar o desempenho da ECCi e Assessorias, além dos ajustes do Plano de Ação do MFC MACEIÓ, recentemente aprovado pelo Conselho formado pela Coordenação de Cidade e Coordenadores de Grupos de Base.

A ECCi fará nesta reunião uma análise detalhada do momento atual do MFC a nível de Maceió e organizará as propostas necessárias para apresentar aos coordenadores de Grupos de Base na reunião da próxima quarta-feira - 18 de setembro.

Participam desta reunião os coordenadores e vice da Equipe Cidade, tesouraria, secretaria e todas as assessorias.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

COORDENAÇÃO E EQUIPES DE SERVIÇOS DA 30ª NUCLEAÇÃO DO MFC MACEIÓ SE REÚNEM HOJE


N
 esta terça-feira – 10 de setembro, a Equipe de Expansão do MFC MACEIÓ, responsável pela organização e realização da 30ª NUCLEAÇÃO que acontecerá de 27 a 29 de setembro de 2013, na Sede dos Cursilhos, se reúne com todas as Equipes de Serviços que trabalharão durante o evento.

Na abertura da reunião, atendendo um convite da Equipe de Vigília, no momento de espiritualidade, o missionário Evelton fará uma explanação sobre o tema “ESPIRITUALIDADE DO CASAL CRISTÃO”.

A reunião terá inicio às 19 horas e acontecerá na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB).

A coordenação da 30ª NUCLEAÇÃO DO MFC MACEIÓ lembra a todos os mefecistas que trabalharão na 30ª NUCLEAÇÃO que nesta reunião devem efetuar o pagamento da taxa de participação. Aqueles que tiverem fichas de inscrição de nucleando também devem entregar na reunião.


Nesta reunião é importante a participação de todos que trabalharão na 30ª NUCLEAÇÃO. Não faltem!

CORREIO MFC BRASIL Nº 335

   
   
Os brasileiros certamente ainda têm na memória os anos de grande efervescência e de grande participação dos movimentos populares que foram os anos em que se elaborou uma nova Constituição depois da longa ditadura militar.
   
O ABISMO ENTRE O LEGAL E O REAL
Manfredo Araújo de Oliveira - ADITAL

Manfredo Araújo de Oliveira
Certamente, a Constituição foi o ponto de chegada de intensas lutas sociais contra regimes totalitários e o grande feito foi a sociedade conseguir dar a si mesma um Estado Social esboçado na Constituição.

I
sto fica claro a partir do estabelecimento dos objetivos fundamentais do Estado: a construção de uma sociedade justa, livre e solidária, a redução das desigualdades sociais e regionais, a erradicação da pobreza e da marginalização, a garantia do desenvolvimento nacional e a promoção do bem de todos superando os preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e qualquer outro tipo de discriminação.

Certamente, uma das razões, pelo menos vivenciada se não explicitada, que levou tantos às ruas é o enorme abismo entre o Estado legal e Estado real. Este último continua sendo excludente, elitista, patrimonialista, permanece sendo o garante dos privilégios dos que têm o poder nos diferentes níveis da vida social.

O Estado nacional continua apropriado por uma elite que não está disposta a abrir mão de seus privilégios. Um sinal muito claro disto é a distribuição dos gastos públicos: no Orçamento Geral da União de 2011 45% dos recursos foram destinados ao pagamento de juros e amortizações da dívida pública federal enquanto 3% foram destinados à educação, 4% à saúde, 0,12% à reforma agrária.

O povo sente em sua vida as consequências: muitas famílias não têm terra para trabalhar, não têm moradia, lazer, cultura, um emprego ou uma fonte de renda, o abastecimento de água e o esgoto sanitário ainda são insuficientes, o sistema de saúde e de educação não atende as necessidades, sobretudo, dos pobres.

Grande parte da população fica somente com as políticas compensatórias, como o ‘Bolsa Família’, que, certamente, ajuda muito: fala-se que vinte e oito milhões de pessoas saíram da situação de extrema pobreza e trinta e seis alcançaram um nível de consumo próximo ao das classes médias, mas estas políticas não enfrentam o problema estrutural de uma sociedade organizada em função da lógica da acumulação o que faz com que uma minoria controle a maior parte das riquezas sociais.

Nosso sistema tributário revela esta lógica dominante: a maior parte dos impostos incide sobre o consumo, prejudicando os que ganham menos que utilizam toda sua renda em consumo. A tributação direta, aquela que incide sobre a riqueza e o patrimônio, representa uma parte bem menor do volume total dos recursos arrecadados.

Daí uma contradição fundamental que marca nossa realidade nacional: O Brasil é ao mesmo tempo a sexta maior economia e uma das cinco nações mais desiguais do mundo. Isto significa dizer que a riqueza produzida pelo esforço de toda a sociedade, muitas vezes à custa de superexploração do trabalho e destruição da natureza está nas mãos de um pequeno grupo.

A “IGREJA POBRE PARA OS POBRES” E A NÃO ORDENAÇÃO DAS MULHERES
Jung Mo Sung
Autor, com Hugo Assmann, de "Deus em nós: o reinado que acontece no amor solidário aos pobres”, Ed. Paulus

Após o impacto e a euforia da visita do papa Francisco ao Brasil, é tempo para reflexões. Se há alguma novidade na metodologia da Teologia da Libertação foi a pretensão (nem sempre realizada) de ser uma reflexão crítica sobre a experiência da fé no seguimento de Jesus e, portanto, das lutas pelas emancipações e libertações humanas. Após um "banho de emoções” desta visita, algumas reflexões críticas.
  

U
ma das grandes diferenças entre a visita do papa Francisco em relação às visitas dos papas João Paulo II e Bento XVI foi o tamanho dos discursos e sermões entre eles. Papa Francisco parece acreditar mais em gestos simbólicos (não artificiais ou rituais, mas espontâneos e que comunicam por si) combinados com discursos mais breves que explicitam posições que nem sempre são claras nos gestos. Um exemplo marcante disso foi o seu discurso no Teatro Municipal do Rio de Janeiro quando defendeu o valor do Estado Laico e as contribuições das diversas tradições religiosas para a sociedade, em uma cerimônia que contou com líderes das mais diversas tradições religiosas e setores da sociedade.

Parece que ele crê que a melhor forma de a Igreja Católica se comunicar com a sociedade hoje é a linguagem mais simbólica que expresse os valores do evangelho. Assim, a sua presença no Brasil pode ser vista realmente como uma expressão pública do seu desejo de uma "Igreja pobre e simples voltada para pobres e pessoas de boa vontade”.
Dessa forma, a Igreja seria uma testemunha com mais credibilidade do seguimento de Jesus, aquele que nem tinha onde reclinar sua cabeça (cf. Lc 9,58). Realmente, longos discursos dogmáticos podem convencer pessoas da validade de uma doutrina, mas não convertem pessoas, nem as motivam a entrar na caminhada e luta.

Se os gestos e posições simbólicos são tão fundamentais na transmissão de mensagens que vão além da descrição do que existe que levam as pessoas a perceber a vontade de Deus e a lutar pela realização dessa vontade na Terra, eu me pergunto qual será a mensagem que a Igreja transmite ao mundo quando trata a não ordenação presbiteral das mulheres como algo definitivo.

Quando se discute o fim do celibato obrigatório e a ordenação dos homens casados, o que estão no centro do debate é se a vocação e a ordenação presbiteral estão subordinados ao celibato. Isto é, a opção de aceitar o celibato, uma decisão pessoal, é ou não condição necessária para a ordenação.

Mas, quando se discute a ordenação ou não das mulheres, não está em discussão se há alguma exigência de ordem de decisão pessoal (aceitar ou não o celibato ou qualquer outra exigência), mas se as mulheres como tais são aptas ou não receber a ordenação. O que implica também se as mulheres são passíveis ou não de serem chamadas, vocacionadas, por Deus para o serviço de presbíteras na comunidade.

Ao tratar a não ordenação das mulheres como algo definitivo e não histórico ou cultural, a Igreja está dizendo ao mundo – através desse "gesto simbólico”– que há um problema "ontológico” com as mulheres que não lhes permitem ser cogitadas por Deus para serem vocacionadas à ordenação. Pareceria que Deus tem algum problema ou restrição em relação ao "ser” das mulheres; parece que Deus não quer ou não pode chamar mulheres para a ordenação.

Não trato aqui do debate doutrinário sobre a ordenação de homens e/ou mulheres; nem o papel do presbítero/clero na comunidade cristã, mas a mensagem que a sociedade percebe no "gesto simbólico” de dar como definitiva a não ordenação das mulheres. Muito menos quero discutir aqui as razões teológicas ou de política eclesiástica que levaram papa Francisco a dizer rapidamente que essa questão está resolvida. O que quero apontar é que, com essa posição, a Igreja Católica confunde a sociedade.

Pois, se a "Igreja pobre para os pobres” testemunha a vida simples e pobre de Jesus na sua pregação do Reino de Deus, a Igreja que não pode ordenar mulheres não testemunha o ensinamento neotestamentário de que entre os batizados em Cristo "não há mais judeus ou gregos, nem servos ou livres, nem homens e mulheres; porque todos vós sois um em Cristo Jesus” (Gal 3,27-28).

“É PAPEL DA IGREJA DISCUTIR O ESTADO”, diz dom Guilherme na abertura da Semana Social Brasileira

Unidos em um momento de canto e partilha, representantes da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), pastorais e movimentos sociais de todo o Brasil deram início à 5ª Semana Social Brasileira (SSB Setembro 2013), no Centro Cultural de Brasília, Distrito Federal, sob o tema "Estado para quê e para quem”.
 
Dom Guilherme Werlang
É
 papel da Igreja discutir o Estado?, questionou dom Guilherme Werlang, presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz da CNBB. "É missão, sim, da Igreja abraçar essa discussão, pois envolve o homem e a mulher e tudo o que diz respeito ao ser humano e à vida, diz respeito à Igreja. O Estado, na sua essência, diz respeito à Igreja. As Igrejas não existem para si mesmas, a Igreja existe para servir ao povo, ao mundo”, ressaltou, comentando que é obrigação de todo cristão/ã se envolver nessas discussões e que é preciso coragem para isso, já que o diálogo "com o Estado que temos” não tem sido fácil.

"Somos enviados para ser boa notícia e denunciar o que não está bom, por isso a necessidade de discutir o Estado com a sociedade civil e movimentos sociais. É missão da CNBB discutir com a sociedade e propor caminhos que gerem a vida. Nem sempre esse diálogo tem sido fácil, porque o diálogo não vai com verdades fechadas, é preciso ouvir e ser ouvido”, enfatizou.


segunda-feira, 9 de setembro de 2013

CONSELHO DE CIDADE E EQUIPES DA 30ª NUCLEAÇÃO SE REÚNEM NA SEDE DO MFC

O
 Conselho de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió estará reunido na próxima quarta-feira, dia 11 de setembro, às 19h30min, na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB), para avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas. Além do acompanhamento das ações, nesta reunião serão realizados os ajustes do Plano de Ação do MFC MACEIÓ.

O Conselho de Cidade é formado pela Coordenação de Cidade e Coordenadores de Grupos de Base. Participam também da reunião os demais integrantes da Equipe Cidade, Tesoureiros, Orientadores e Assessorias dos Grupos de Base.

Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte, a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.

REUNIÃO EQUIPE DE EXPANSÃO

A
 Equipe de Expansão do MFC MACEIÓ, responsável pela organização e realização da 30ª NUCLEAÇÃO que acontecerá de 27 a 29 de setembro de 2013, na Sede dos Cursilhos, se reúne com todas as Equipes de Serviços que trabalharão durante o evento.

A reunião terá inicio às 19h30min desta terça-feira (10) e acontecerá na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB).

A coordenação da 30ª NUCLEAÇÃO DO MFC MACEIÓ lembra a todos os mefecistas que trabalharão na 30ª NUCLEAÇÃO que nesta reunião devem efetuar o pagamento da taxa de participação. Aqueles que tiverem fichas de inscrição de nucleando também devem entregar na reunião.