domingo, 4 de abril de 2010

DOMINGO DE PÁSCOA - JESUS CRISTO RESSUSCITOU! ESTÁ VIVO!

“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ressuscitou!” (Lc 24, 5b-6).
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Três dias após a morte de Jesus, algumas mulheres foram ao seu túmulo, ouviram este anúncio e se tornaram mensageiras dessa boa notícia.

Também hoje a Igreja testemunha e anuncia, como fez através dos séculos: Jesus Cristo, morto na cruz, ressuscitou, está vivo e presente no meio de nós! Por infinita condescendência para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida através da ressurreição de Jesus.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência…

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males…

Jesus Cristo, que passou da morte para a vida, fortifique nossa esperança. O Deus da vida abençoe a todos.

Fonte: CNBB

HOJE, 30ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

MISSA DO DOMINGO DA PÁSCOA


MULHER, POR QUE CHORAS?
Pe. Claudiano A. dos Santos, ssp

Ainda estava escuro quando Maria Madalena notou que a pedra que cobria o túmulo tinha sido tirada. Sem entender direito o que havia acontecido, ela pediu a ajuda de Pedro e do discípulo amado. Estes perceberam que no sepulcro estavam os lençóis e o pano que cobria o rosto de Jesus. Os discípulos voltaram para casa. Maria Madalena, não. Ficou ali, chorando.

Contemplar a cena de Maria Madalena chorando perto do sepulcro leva-nos a meditar sobre a importância das lágrimas na descoberta da ressurreição, da glorificação. Se pudéssemos dizer que lágrimas eram aquelas, diríamos ser o choro de uma seguidora de Jesus que sente a falta do Mestre e lamenta a ausência daquele ser humano tão divino. Lamenta a ausência de ensinamentos que tocam o coração humano de maneira singular: o amor, o perdão, a misericórdia, a paciência e a justiça.

A exemplo de Madalena, também nós devemos chorar o esquecimento da mensagem do evangelho. Onde está a justiça? O amor que Jesus ensinou, para onde foi? Será que perdeu o significado? Mas nossas lágrimas não devem ser de desespero. Devem ser de compaixão, de união a Jesus e a tantos que, embora sofram, não deixam de acreditar e agir para que o mundo seja melhor.

Nossas lágrimas não são de desespero porque cremos que Jesus ressuscitou! Sua mensagem não se deteriorou e nem ficou perdida a força da vida – apesar de tantos séculos de incorrespondência, medo, timidez, esquecimento e deturpação. Jesus está vivo! O amor está vivo! Não tenhamos medo de anunciar com nossa prática cotidiana essa verdade! Cumpramos bem nossos deveres e em nós verão a imagem do Ressuscitado!

Feliz Páscoa!

sábado, 3 de abril de 2010

CATÓLICO, CONHEÇA MELHOR A SUA IGREJA


O que é Igreja? É uma SOCIEDADE, fundada pelo Senhor Jesus, cuja graça misericordiosa chega a cada um, mediante a fé em cristo, CABEÇA DA IGREJA.

Veja bem, fundada pelo SENHOR JESUS. Aqui não diz, fundada pelo homem, isto é, pelo senhor fulano, pelo senhor sicrano ou beltrano. No entanto, nossos irmãos afastados (os protestantes), a quem também amamos, porque em Cristo Jesus somos irmãos, nos criticam e nos agridem dizendo que nossa Igreja não é a verdadeira, mas sim a deles.

O famoso IMPERADOR NAPOLEÃO, respeitado por muitos pelas grandes conquistas em batalhas, tinha uma maneira sincera de resolver qualquer problema que chegasse a ele. Um dia levaram ao imperador um grupo de homens que desejava apresentar-lhes uma nova religião. Respondeu o imperador a seu ministro:
“TRAGAM O SEU FUNDADOR AQUI E PREGUEM-NO NUMA CRUZ. ESPEREM O HOMEM MORRER. DEPOIS QUE ESTIVER MORTO, COLOQUEM-NO EM SUA SEPULTURA, FECHEM O TÚMULO BEM FECHADO E PONHAM GUARDAS AO LADO. SE AO TERCEIRO DIA ESSE TAL RESSUSCITAR, ENTÃO PASSAREI A CRER NESSA NOVA RELIGIÃO”.

As outras igrejas foram fundadas pelo homem. Os seus fundadores, que já morreram, foram ressuscitados ao terceiro dia, ou continuam enterrados em seus túmulos?

Pelo que temos conhecimento nenhum deles ressuscitou e os que estão vivos, ou morrerem, não ressuscitaram ao terceiro dia. Mas Jesus ressuscitou ao terceiro dia e ao fundar a sua Igreja, confiou-a a Pedro “MT. 17,18: TU ÉS PEDRO E SOBRE TI EDIFICAREI A MINHA IGREJA; E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA”. E Pedro confia-a a seus sucessores.

A nossa Igreja tem a identidade de IGREJA CATÓLICA APÓSTOLICA ROMANA:

CATÓLICA = a palavra CATÓLICO vem do adjetivo grego CATHÓLICO, por via latina CATHOLICUM, que quer dizer “UNIVERSAL”. Quando Jesus diz: (MC 16,15) “IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA…” neste envio, Jesus caracteriza a universalidade, isto é, todas as pessoas sem nenhuma distinção.

APOSTÓLICA = porque é baseada sobre a ação missionária dos apóstolos de Jesus Cristo,

ROMANA = porque começou a criar corpo e a desenvolver-se em Roma no tempo das perseguições aos cristãos, onde Pedro, uma grande pilastra de sustentação da Igreja morreu como Bispo desta cidade. E que, os seus sucessores (bispos de Roma, ou seja, os “papas”) continuam a desempenhar suas funções do primado.

Portanto, a verdadeira IGREJA FUNDADA POR CRISTO, é a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

Se aceitamos a Jesus, aceitamos também a Sua IGREJA.

Se aceitamos a Jesus e negamos sua Igreja, estamos arrancando a cabeça do corpo.

Padre Sarmento
Paróquia de São Benedito
Maceió-AL.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

SEXTA-FEIRA SANTA

A "Sexta-feira Santa" ou "Sexta-feira da Paixão", é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

IGREJA CATÓLICA
Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR
No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.

A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:

=Entrada em silêncio do presidente e dos ministros, que se prostram em adoração diante do altar.
=Oração colecta.
=Liturgia da Palavra: leitura do livro de Isaías (quarto cântico do servo de Javé, Is 52,13-53,12), salmo 31 (30), leitura da Epístola aos Hebreus (Hebr 4, 14-16; 5, 7-9), aclamação ao Evangelho e leitura do Evangelho da Paixão segundo João (Jo 18,1-19,42, geralmente em forma dialogada).
=Homilia e silêncio de reflexão.
=Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção – silêncio – oração do presidente.
=Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos.
=Pai Nosso
=Comunhão dos fiéis presentes. Toma-se pão consagrado no dia anterior, Quinta-Feira Santa.
=Oração depois da comunhão.
=Oração sobre o povo.
Obs: Em muitas cidades históricas como: Paraty, Ouro Preto, Pirenópolis e Jaraguá - GO a Celebração da Paixão e Morte do Senhor é procedida da Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, em que são cantados motetos em latim.

Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O facto de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

Além da celebração da Paixão do Senhor, rezam-se as diversas horas litúrgicas da Liturgia das Horas.

SINAIS DE PENITÊNCIA
A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.

Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

COMPREENDA A DIFERENÇA ENTRE ÍDOLOS E IMAGENS

É importante saber que na bíblia, há uma enorme diferença entre ídolos e imagens. Deus em sua bíblia condenou os ídolos (ex. 32, 1-5), mas ao mesmo tempo mandou fazer imagens. Você acredita? Pois bem, pegue sua bíblia e leia no livro de êxodo 25, 18-22; 37, 7-9. Deus não só mandou fazer imagens de anjos, como também declarou que falaria solenemente para o povo, do meio das duas imagens de querubins (números 7, 8-9; 2 Samuel 6,2).

Além das imagens de anjos, Ele também mandou fazer imagem de uma serpente para o povo olhar pra ela (Números 21,4-9), e Jesus reconheceu o valor simbólico dessa imagem que era uma prefiguração da sua morte na cruz (João 3,14).

O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e javé se manifestou nesse templo e o encheu de sua gloria; (Ezequiel 41, 17-20; 43,4-6). Nesse templo havia até imagens gigantes (I Reis 6,23-35 e 2 Crônicas 3,10-14). “Tinha a serpente de bronze, querubins de ouro, grinaldas de flores, frutos, árvores, leões, etc. (Números 21,9; êxodo 25,13; Ezequiel 1,5;10,20; I Reis 6, 1B, 23; Números 8,4).

Depois de termos todas as passagens bíblicas aqui citadas, concluímos que não é ruim termos uma imagem como recordação de um fato ou de uma pessoa a quem amamos. A propósito, até mesmo os nossos irmãos protestantes que tanto nos criticam e nos julgam injustamente têm imagens em suas casas e em suas igrejas, como: a Arca de Noé; de Moisés e o povo de Deus atravessando o Mar Vermelho; da Natureza; Matas e até da própria bíblia.

“É certo que Deus proibiu fazer ídolos, porque o povo correria o risco de adorar a deuses estranhos, como aconteceu no deserto quando o povo abandonou a Javé, fabricou e adorou um Bezerro de Ouro, como se fosse Deus”.

Precisamos, porém, entender que nossas imagens não são ídolos, mas recordações dos nossos irmãos na fé. Ídolo é aquilo que toma o lugar de Deus. Assim, os maiores ídolos de hoje são: o poder, o prazer, as riquezas… quando causam injustiças, exploração, corrupção e morte.

É bom que fique bem claro que nós católicos não adoramos a nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, pois a igreja nunca ensinou nem mandou adorar a quem quer que seja; mas sempre ensinou em sua doutrina que devemos adorar unicamente a Deus, que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. “A honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa, não uma adoração. Pois, esta convém unicamente a Deus”.

Padre Sarmento
Paróquia de São Benedito
Maceió/AL

OS 10 MANDAMENTOS DO CASAL

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.

1. NUNCA IRRITAR-SE AO MESMO TEMPO
A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".

2. NUNCA GRITAR UM COM O OUTRO
A não ser que a casa esteja pegando fogo.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.


3. SE ALGUÉM DEVE GANHAR NA DISCUSSÃO, DEIXAR QUE SEJA O OUTRO
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra", de luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.

4. SE FOR INEVITÁVEL CHAMAR A ATENÇÃO, FAZÊ-LO COM AMOR
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.

5. NUNCA JOGAR NO ROSTO DO OUTRO OS ERROS DO PASSADO
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "guerra fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "a paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade". Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, "primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.

6. A DISPLICÊNCIA COM QUALQUER PESSOA É TOLERÁVEL, MENOS COM O CÔNJUGE
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. NUNCA IR DORMIR SEM TER CHEGADO A UM ACORDO
"Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento" (Ef 4,26b)
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.


8. PELO MENOS UMA VEZ AO DIA, DIZER AO OUTRO UMA PALAVRA CARINHOSA
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.

9. COMETENDO UM ERRO, SABER ADMITI-LO E PEDIR DESCULPAS
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. QUANDO UM NÃO QUER, DOIS NÃO BRIGAM
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será "não pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.

Fonte: Canção Nova/ Prof. Felipe Aquino
Do livro "Namoro"

quarta-feira, 31 de março de 2010

QUINZE ALAGOANOS CONFIRMAM PRESENÇA NO 17º ENA

Quinze mefecistas alagoanos confirmaram sua participação no 17º ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, que acontece na cidade de Vila Velha, Espírito Santo, no período de 18 a 24 de julho próximo.

A data limite para as inscrições terminou ontem, dia 30 de março, as fichas preenchidas e em branco foram remetidas ao CONDIR/NE que repassará a Secretaria do ENA que redistribuirá aos CONDIR’s em caso de existirem vagas disponíveis.

Os mefecistas receberão através de e-mail e/ou Correios a confirmação da sua inscrição com o nome da sua Comunidade de Trabalho e a Oficina que irá participar. Também será informado o nome, telefones e endereço do seu hospedeiro para o primeiro contato.

O evento reunirá mefecistas de todo o País empenhado em refletir sobre o tema “FAMÍLIA PROMOTORA DA JUSTIÇA E DA INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO” e o lema “EU VI E ESCUTEI O CLAMOR DAS FAMÍLIAS (Ex. 3,7)”.

A delegação alagoana será composta por membros dos Grupos de Base CANÁ DA GALILÉIA (6), MÃOS DADAS (2), AMIZADE (2) de Maceió e MAMÃE MARGARIDA (4) de Matriz de Camaragibe. Participa também o Padre Manoel Henrique, orientador espiritual do MFC ALAGOAS.

Os integrantes da caravana alagoana no 17º ENA são: JAMES e FÁTIMA (Grupo Mãos Dadas/MFC MACEIÓ); MARLY e VERÔNICA (Grupo Amizade/MFC MACEIÓ); JORGE, PENHA, GASTÃO, ELUZA, RENIVAL e LÚCIA (Grupo Caná da Galileia/MFC MACEIÓ); CÉLIA, VERA, GALDINO e DAIA (Grupo Mamãe Margarida/MFC MATRIZ DE CAMARAGIBE); Padre MANOEL HENRIQUE (Orientador Espiritual do MFC ALAGOAS).

27ª NUCLEAÇÃO: HOJE, FORMAÇÃO DE PALESTRANTES

Hoje, no auditório da Sede do MFC, a partir das 19h30min, acontece mais uma Reunião de Trabalho da 27ª NUCLEAÇÃO DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ sob a coordenação dos casais Fernando e Luciana Fon, Helion e Verônica e Rainey e Anamaria.

A reunião de hoje é especifica para a “FORMAÇÃO DE PALESTRANTES” que atuarão durante a 27ª NUCLEAÇÃO e terá como palestrante o casal Cláudio e Beth Marques (foto), ex-coordenadores do MFC MACEIÓ. Devem participar apenas os palestrantes convidados para a 27ª NUCLEAÇÃO.

Já na próxima quinta-feira, 8 de abril, acontece a 4ª Reunião de Trabalho e Noite de Formação anteriormente marcada para a quarta-feira, dia 7, para todos os mefecistas que trabalharão nos diversos cargos e funções da 27ª NUCLEAÇÃO.

terça-feira, 30 de março de 2010

GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE VISITA CRECHE NA SANTA LÚCIA

No último sábado, 27, os mefecistas do GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE: Claudete e Fiel, Fabrícia e Léo, Luciana e Maurício, Glíssia e Marcial, todos acompanhados dos filhos, estiveram visitando a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ para levar gêneros alimentícios, roupas e brinquedos que foram doados por todos os demais membros do GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE que não estiveram presentes à visita.

Não é fácil manter funcionando uma creche, principalmente quando essa creche não recebe verba governamental para o seu funcionamento. No bairro de Santa Lúcia, periferia de Maceió, Dona Lourdes dos Meninos, pessoa simples, sem muitos recursos financeiros, mantém a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ, onde acolhem crianças de rua com muito amor e carinho, oferecendo aos sábados, comida de qualidade, ensinando tarefas escolares, aulas de artesanato, noções de higiene e saúde, recreação, entre outras atividades.

Tudo começou quando Dona Lourdes, apesar de só ter concluído o primário, 53 anos, resolveu criar uma pequena escola de alfabetização. Mas aos poucos foram chegando crianças famintas vindas das favelas do próprio bairro e do Tabuleiro apenas com o interesse na alimentação. O número foi aumentando e a escola de alfabetização transformou-se em uma creche que funciona apenas uma vez por semana.

Dona Lourdes nunca procurou os órgãos governamentais para pedir ajuda, mais explica que para fazer algum convenio público é necessário registrar a creche, o que custa caro, prefere gastar o dinheiro do registro na compra de comida para as crianças.

Alguns voluntários ajudam Dona Lourdes na creche, inclusive no pagamento do aluguel da casa onde funciona a creche. São voluntários que foram conhecer o trabalho de Dona Lourdes, ficaram espantados com a situação e resolveram ajudar. Entre eles, o casal mefecista Luciana e Mauricio (Grupo Amigos para Sempre) que convidou o restante do Grupo para visitar a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ. Outro que constantemente ajuda a creche é o Cônego João Neto, bastante conhecido dos mefecistas maceioenses, juntamente com alguns jovens do núcleo de renovação Carismática da Igreja Católica.

Dona Lourdes não gosta de receber ajuda em dinheiro, prefere receber doações de mantimentos, material de limpeza, higiene pessoal e material para os trabalhos de bordado e costura.

Os demais Grupos do MFC - Movimento Familiar Cristão que desejarem visitar a creche devem manter contato com o GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE do MFC MACEIÓ ou com a própria Dona Lourdes pelos telefones (82) 3324-4121 e 8865-2108.

segunda-feira, 29 de março de 2010

REUNIÃO DE COORDENADORES SERÁ HOJE NA SEDE

VIDA SOLITÁRIA PODE LEVAR À HIPERTENSÃO


Patricia Zwipp
Viver sozinho traz tristeza e mau humor. E também pode tornar a pessoa mais propensa a desenvolver hipertensão, de acordo com uma pesquisa americana. Após quatro anos de sentimentos crônicos de solidão foi constatado um aumento significativo da pressão em quem tem mais de 50 anos.
O estudo contou com 229 participantes com idade entre 50 e 68. O grupo respondeu a uma série de perguntas, como "Tenho muito em comum com as pessoas ao meu redor?", "Minhas relações sociais são superficiais?", "Eu posso encontrar companhia quando quiser?".

A análise constatou também que a depressão e o estresse são apenas parcialmente responsáveis pela hipertensão.

A pesquisadora Louise Hawkley, da Universidade de Chicago, disse ao jornal Daily Mail que o aumento de pressão associado à solidão não era observável até os dois primeiros anos da pesquisa, que durou cinco. Depois, constatou-se que até níveis modestos de solidão afetaram os voluntários.

Engana-se quem pensa que gente repleta de amigos é menos só. O que tem de se levar em conta é achar as relações sociais satisfatórias.

Portanto, quem tem poucas companhias, mas as considera gratificantes, é menos sozinha do que as pessoas com muitos contatos superficiais. As conclusões foram divulgadas na revista especializada Psychology and Aging.

domingo, 28 de março de 2010

HOJE, 29ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

(Clique na imagem para melhor visualização)

O DOMINGO DE RAMOS

Prof. Felipe Aquino – Canção Nova

A Semana Santa começa hoje, no domingo chamado de Ramos porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo simples que o aplaudia como “Aquele que vem em nome do Senhor”.

Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia há poucos dias e estava maravilhado. Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos Profetas; mas esse povo tinha se enganado no tipo de Messias que ele era. Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a este povo que ele não era um Messias temporal e político, um libertador efêmero, mas o grande libertador do pecado, a raiz de todos os males, então, Ele entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena. Ele não é um Rei deste mundo!

Dessa forma o Domingo de Ramos é o início da Semana que mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo. O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras. Os ramos significam a vitória: "Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas".

Os Ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, especialmente nestes tempos difíceis em que ela é desvalorizada e espezinhada.

Os Ramos sagrados que levamos para nossas casas após a Missa, lembram-nos que estamos unidos a Cristo na mesma luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado, um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, tão transitório, que se gasta tão rápido. Ela nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo mas na eternidade, que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da casa do Pai.

A Missa do domingo de Ramos traz a narrativa de São Lucas sobre a paixão de Jesus: sua angústia mortal no Horto das Oliveiras, o sangue vertido com o suor, o beijo traiçoeiro de Judas, a prisão, os maus tratos nas mãos dos soldados na casa de Anãs, Caifás; seu julgamento iníquo diante de Pilatos, depois, diante de Herodes, sua condenação, o povo a vociferar “crucifica-o, crucifica-o”; as bofetadas, as humilhações, o caminho percorrido até o Calvário, a ajuda do Cirineu, o consolo das santas mulheres, o terrível madeiro da cruz, seu diálogo com o bom ladrão, sua morte e sepultura.

A entrada "solene" de Jesus em Jerusalém foi um prelúdio de suas dores e humilhações. Aquela mesma multidão que o homenageou motivada por seus milagres, agora lhe vira as costas e muitos pedem a sua morte. Jesus que conhecia o coração dos homens não estava iludido. Quanta falsidade nas atitudes de certas pessoas!

Quantas lições nos deixam esse domingo de Ramos!

O Mestre nos ensina com fatos e exemplos que o seu Reino de fato não é deste mundo. Que ele não veio para derrubar César e Pilatos, mas veio para derrubar um inimigo muito pior e invisível, o pecado. E para isso é preciso se imolar; aceitar a Paixão, passar pela morte para destruir a morte; perder a vida para ganhá-la.

A muitos ele decepcionou; pensavam que ele fosse escorraçar Pilatos e reimplantar o reinado de Davi e Salomão em Israel; mas ele vem montado em um jumentinho frágil e pobre. Que Messias é este? Que libertador é este? É um farsante! É um enganador, merece a cruz por nos ter iludido. Talvez Judas tenha sido o grande decepcionado.

O domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, e consequentemente a nossa também, é a luta contra o pecado, a desobediência à Lei sagrada de Deus que hoje é calcada aos pés até mesmo por muitos cristãos que preferem viver um cristianismo "light", adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera como disse Bento XVI, a ditadura do relativismo.

O domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar a nós mesmos, morrer na terra como o grão de trigo para poder dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por causa do Evangelho do Senhor. Ele nos arranca das comodidades, das facilidades, para nos colocar diante Daquele que veio ao mundo para salvar este mundo.

sábado, 27 de março de 2010

EQUIPE CIDADE SE REÚNE

A Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió se reuniu na residência do casal vice-coordenador, Vamberto e Marly, para avaliar o desempenho do movimento nos últimos meses e definir a pauta para a reunião de coordenadores, tesoureiros e auxiliares de comunidades que acontecerá na próxima segunda-feira, 29 de março, a partir das 19h30min, na Sede do MFC.

A Via-Sacra, realizada no Rancho Pé de Pinhão; a Sede, recentemente inaugurada; a reunião do Conselho Diretor Nordeste do MFC (CONDIR/NE) em Alagoas; a festa em comemoração ao Dia das Mães; a participação de Alagoas no 17º ENA em Vila Velha, Espírito Santo e outros assuntos de interesse geral estarão na pauta da reunião para serem apresentados e discutidos com coordenadores, tesoureiros e auxiliares de comunidades.

A presença de coordenadores, tesoureiros e auxiliares de comunidades de Grupos de Base do MFC MACEIÓ é necessária para que os demais companheiros de Grupo tenham conhecimento das decisões resultantes dessa reunião. A presença faz com que o Grupo de Base tenha voz e voto nas decisões.

Se você é Auxiliar de Comunidade, Coordenador ou Tesoureiro do seu Grupo, não deixe de comparecer, a sua presença é fundamental e na impossibilidade, peça a outro membro do seu Grupo que o represente na reunião.

A IMPORTÂNCIA DA MISSA E DA EUCARISTIA

Ana Lúcia Vasconcelos, Jornalista

No seu livro Eucaristia O Sacramento da Cura, o Pe. Roberto De Grandis, SSJ (Editora Raboni Caixa Postal 1700- 1996 -Campinas - SP), já na 6ª. Edição, diz na introdução que sempre que encontra ex-católicos lhes pergunta o que pensam sobre a Eucaristia. E geralmente a resposta é mais ou menos esta: “Não sei”, ou “Não pensei sobre isso”. “A Eucaristia é o centro da nossa fé. Você pode conceber alguém que diz: ‘Até logo, Jesus. Vou para aquela outra igreja onde a música é melhor, a pregação é mais poderosa e as pessoas são mais amáveis’? “O que se faz necessário na Igreja”, ele continua, “é proclamar o Evangelho e ressaltar o extraordinário dom da sagrada Eucaristia: o próprio Jesus. O ideal é que tivéssemos adoração perpétua em todas as paróquias, de modo que as pessoas pudessem crescer nesse relacionamento pessoal e profundo com Jesus.” Continua dizendo que nos seus retiros para sacerdotes costuma enfatizar a cura através da Eucaristia e pede que preguem muito sobre a “fonte e ápice de toda a vida cristã”. E aqui ele cita outro livro seu intitulado Healing Through the Mass (A cura pela missa-Mineola, NY Ressurection Press, 1992.)

E justamente lembra que neste livro ele quer focalizar nossa atenção para este maravilhoso sacramento e propor algumas considerações a respeito dos diversos passos para receber Nosso Senhor na sagrada comunhão. Espera que este trabalho desperte os leitores para o ritual mais importante de nossa vida: receber Jesus em nosso coração. E termina a introdução citando um livro The Way of Divine Love (O Caminho do amor divino) de Rockford, IL, Tan Books and Publishers, (1981), onde Jesus fala à irmã Josefa Menendez:

“Quero falar-lhes das dores lancinantes que encheram Meu coração na Última Ceia. Se para Mim foi motivo de alegria pensar em todos aqueles a quem Eu seria tanto Companheiro quanto Alimento celeste, em todos aqueles que estariam Comigo até o final dos tempos, em adoração, reparação e amor... isso de forma alguma diminuiu Minha tristeza por todos aqueles que Me deixariam abandonado em Meu Tabernáculo e que nem mesmo acreditariam em Minha presença real.” Em quantos corações corrompidos pelo pecado Eu precisaria entrar... e quantas vezes essa profanação de Meu Corpo e Sangue seria a causa de sua derradeira condenação... A sagrada Eucaristia é a criação do amor... Ainda assim, quão poucas almas correspondem a esse amor que por elas se esgota e se consome!

“E sobre a importância da Missa vários santos deixaram seus testemunhos como Santo Agostinho: “Uma só missa a que houveres assistido em vida será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a benção que do Sacerdote recebes na Santa Missa”. Santa Mectildes declarou: “Todas as missas tem um valor infinito, pois são celebração pelo próprio JESUS CRISTO, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz que nos deixou Nosso Senhor JESUS CRISTO para a salvação da humanidade”. São Francisco de Assis: “Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Missa e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso SENHOR, a ponto de considerar grave falta, para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz”.

Fonte: http://www.saldaterraluzdomundo.net/espiritualidade_artigos_importancia_da_missa.htm

sexta-feira, 26 de março de 2010

MFC/AL DISPONIBILIZARÁ VAN PARA MEFECISTAS PARTICIPAREM DO ENA

O MFC ALAGOAS disponibilizará um veículo Van com ar-condicionado/som/tv/dvd, para 12 (doze) mefecistas alagoanos que desejarem participar do 17º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC, em Vila Velha, Espírito Santo, no período de 18 a 24 de julho próximo.

Metade da capacidade total de passageiros já está ocupada, o custo financeiro da viagem de ida e volta será apenas o combustível (diesel) que será rateado entre os passageiros que será de aproximadamente R$ 75 por pessoa, enquanto a passagem de avião está custando entre R$ 1.300 a R$ 1.600 (dependendo da Companhia Aérea e horário de viagem).

O prazo para o envio das fichas de inscrição para o 17º ENA já está se esgotando, é preciso que os mefecistas alagoanos que desejar participar do 17º ENA devem manter contato com CLAUDETE (8833-9249) e aqueles que desejarem ir de Van, informar a JORGE (8852-8979/9901-0306).

O ENA é sempre um momento forte para o MFC, e em Vila Velha não será diferente. A participação é livre e qualquer mefecista pode participar dentro das vagas ofertadas para Alagoas.

Para os que se casam “na igreja” é preciso mais que uma superficial e apressada preparação ao casamento de fim de semana. A maioria dos que se casam não conseguiram compreender a dimensão sacramental da sua união. Ora, esse é o diferencial na formação cristã para o casamento e a base para compreender a estreita interação de fé e vida conjugal e familiar.

Uma boa preparação ao casamento deve partir justamente de uma concepção clara do sacramento, despida de elementos mágicos. Compreendendo-se a dinâmica da sacramentalidade da união do casal, ficará claro que todas as abordagens seguintes sobre as múltiplas dimensões do relacionamento conjugal, da convivência afetiva, das expressões de amor, do diálogo, da sexualidade, da paternidade e tudo mais, têm relação direta com o sacramento. O desafio para os que se casam será, portanto, cultivar e fazer crescer por toda a vida a densidade sacramental da sua união pela vivência cotidiana do amor conjugal.


Por que o matrimônio é um sacramento?
Helio e Selma Amorim
MFC/RJ

O matrimônio pode ser um sacramento divino, se há, de fato, uma forte referência a Deus. Como nos demais sacramentos, há uma matéria prima indispensável: o amor entre um homem e uma mulher que, numa perspectiva de fé, tomam o amor de Deus por nós como modelo para o seu amor. Os que assim se unem conheceram como o Deus da Bíblia nos ama: amor gratuito e fiel, amor-doação-serviço comprometido com a nossa humanização, que respeita a nossa originalidade, e aceita nossas limitações, que não domina, antes nos liberta, que não manipula e sufoca, antes nos promove e ajuda a caminhar, um amor capaz de levar a dar a vida por nós.

Então percebem que a sua união, fundada no amor, é um sinal ou reflexo ainda que pouco luminoso do amor de Deus. Estão dispostos a viver esse amor numa profunda relação inter-pessoal, dialogal, de revelação mútua, mutuamente comprometidos com a realização das potencialidades do outro, que se expresse em atos concretos e gestos simbólicos. Nunca fechado em si mesmo, mas aberto ao mundo e comprometido com a justiça e a humanização da história humana, nela intervindo, como Deus sempre o fez, em favor nos mais fracos. Estão prontos, então, a proclamar que a sua união é um sacramento divino. Para isso, convidarão a comunidade cristã, seus parentes e amigos, aos quais anunciarão a sua união e pedirão apoio para vivê-la nessa dimensão sacramental.

Esse é o sentido da celebração religiosa do casamento que inaugura uma nova família cristã. A comunidade presente, consciente do que está sendo celebrado, responderá ao pedido do casal, comprometendo-se a ajudá-lo na concretização da sua disposição de se amarem sempre como Deus nos ama. O sacerdote que, em nome da comunidade preside a celebração, reconhece e proclama, então, que essa união é um sacramento divino, cujos ministros são, na verdade, os que se casam. Porque, de fato, somente eles são capazes de dar à sua união essa dimensão sacramental. Este ritual tão emocionante e a vivência do casal serão os sinais sensíveis desse sacramento. A Graça que tornará esse sinal eficaz será derramada por Deus sobre o casal e sobre todos aqueles que assumiram o compromisso de ajudá-lo a viver a sua união como sacramento.

Entretanto, há graus de sacramentalidade matrimonial. Se a dimensão sacramental decorre da qualidade e profundidade do amor que une o casal, quanto mais se amam, mais se assemelhará o seu amor ao amor de Deus, portanto, mais nítida e real será a sua sacramentalidade. Na vivência do casal, ao longo de sua vida conjugal, haverá tempos de maior e tempos ou momentos de menor densidade sacramental.

Essa compreensão do sacramento representa um desafio evidente. Quer dizer que o sacramento não é um selo de garantia ou marca indelével e definitiva gravada numa linda celebração. Aquele não foi um ato mágico, que transformou em sacramento o que antes não era. Na verdade, a sacramentalidade nasceu no momento em que os dois reconheceram a semelhança do seu amor com o amor de Deus e o assumiram como tal. A celebração foi o anúncio e o pacto estabelecido com a comunidade cristã. Tampouco ficou definido, naquele momento, o grau de sacramentalidade da sua união. Talvez fosse apenas incipiente e ainda débil essa dimensão sacramental, diante do imenso potencial de crescimento e amadurecimento do amor dos dois.

Assim, todos os gestos e ações que contribuem para o crescimento do amor, acrescentarão mais densidade sacramental à união conjugal. O carinho e gestos de ternura, o relacionamento sexual como expressão e celebração festiva do amor, a ajuda mútua, o reconhecimento das qualidades do outro, o incentivo à sua realização pessoal, o respeito à individualidade - tudo contribuirá para o crescimento do amor e, portanto, para a crescente densidade sacramental da união conjugal. Essa é a temática natural da preparação ao casamento.

Mas isto não se aprende num fim de semana...

quinta-feira, 25 de março de 2010

REUNIÃO DE COORDENADORES SERÁ SEGUNDA-FEIRA, DIA 29

A EQUIPE CIDADE do Movimento Familiar Cristão de Maceió e os COORDENADORES, TESOUREIROS, ORIENTADORES DE GRUPOS DE BASE E ASSESSORIAS, estarão reunidos na próxima segunda-feira (29), a partir das 19h30min, no auditório da Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB, prédio vizinho ao BPTran), para uma reunião que o objetivo é avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas.

Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte, a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.