domingo, 6 de novembro de 2011

LITURGIA DA SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS - 06/11/2011




"SANTOS E FELIZES NO AMOR!"
Como foi santo seu Filho Jesus, assim Deus nos quer santos, sem faltar ninguém. Jesus é o Cordeiro que vive a maior santidade, o amor até à morte. É feliz quem segue Jesus, mesmo ao preço de injúrias, perseguições, mentiras e todo tipo de mal. Que a Eucaristia nos leve a viver Jesus, a pessoa mais santa e feliz porque a pessoa que mais amou!

SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS
1ª Leitura: Leitura do Livro do Apocalipse de São João - Ap 7,2-4.9-14
Salmo:  23
2ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São João - 1Jo 3,1-3
Evangelho: Mateus 5,1-12a
  
EVANGELHO – MATEUS 5,1-12a
Naquele tempo, vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os discípulos aproximaram-se, e Jesus começou a ensiná-los:

Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.
Bem-aventurados os aflitos, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.
Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus.
Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o Reino dos Céus!
Bem-aventurados sois vós, quando vos injuriarem e perseguirem, e, mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós, por causa de mim.  Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus".

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA – Dom Henrique Soares da Costa
BEM AVENTURADOS OS POBRES

Hoje, a Igreja volta seu olhar e seu coração para o céu e enche-se de alegria ao contemplar uma multidão que participa da glória e da plenitude do Deus Santo.

A nossa fé nos ensina que somente Deus é Santo. Na Bíblia, "santo" significa, literalmente, "separado". Deus é aquele que é separado, absolutamente diferente de tudo quanto exista no céu e na terra: Ele é único, Ele é absoluto, Ele sozinho se basta, sozinho é pleno, sozinho é infinitamente feliz. Ele é Deus! Por isso, Santo, em sentido absoluto, é somente o Deus uno e trino, Pai, Filho e Espírito Santo. A Jesus, o Filho eterno feito homem, nós proclamamos em cada missa: "Só vós sois o Santo"; ao Pai nós dizemos: "Na verdade, ó Pai, vós sois Santo e fonte de toda santidade"; ao Espírito nós chamamos de Santo.
Mas, a nossa fé também nos ensina que este Deus santo e pleno, dobra-se carinhosamente sobre a humanidade – sobre cada um de nós - para nos dar a sua própria vida, para nos fazer participantes de sua própria plenitude, sua própria santidade. Foi assim que o Pai, cheio de imenso amor, enviou-nos seu Filho único até nós, e este, morto e ressuscitado, infundiu no mais íntimo de nós e de toda a Igreja o seu Espírito de santidade. Eis, quanta misericórdia: Deus, o único Santo, nos santifica pelo Filho no Espírito: "Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos!" É isto a santidade para nós: participar da vida do próprio Deus, sermos separados, consagrados por ele e para ele desde o nosso Batismo, para vivermos sua própria vida, vida de filhos no Filho Jesus! É assim que todo cristão é um santificado, um separado para Deus. Mas, esta santidade que já possuímos deve, contudo, aparecer no nosso modo de viver, nas nossas ações e atitudes. E o modelo de toda santidade é Jesus, o Bem-aventurado. Ele, o Filho, foi totalmente aberto para o Pai no Espírito Santo e, por isso, foi totalmente pobre, totalmente manso, totalmente puro e abandonado a Deus no pranto, na fome de justiça e na misericórdia. Então, ser santo, é ser como Jesus, deixando-se guiar e transformar pelo seu Espírito em direção ao Pai. Esta santidade é um processo que dura a vida toda e somente será pleno na glória. São João nos fala disso na segunda leitura de hoje: "Quando Cristo se manifestar, seremos semelhantes a ele, porque o veremos tal como ele é".

Nesta perspectiva, podemos contemplar a estupenda leitura do Apocalipse que escutamos como primeira leitura. O que se vê aí? Uma multidão. Primeiro, cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos de Israel. Isto simboliza todo o Israel. Recordemos: 12 é o número do Povo do Antigo Testamento. Pois bem, cento e quarenta e quatro mil equivale a 12 x 12 x 1000, isto é, à totalidade de Israel. Deus não se cansou de chamar o povo da antiga aliança: Israel haverá de ser salvo pelo sangue de Cristo. Mas, há ainda mais: "Depois disso, vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro". Essa multidão são todos os povos da terra, chamados por Cristo, na Igreja, para a salvação, para a santificação que Deus nos oferece. Notemos bem: "uma multidão que ninguém podia contar". A salvação é para todos, a santidade não é para um grupinho de eleitos, para uma elite espiritual. Todos são chamados a essa vida divina que Deus quer partilhar conosco, todos são chamados à santidade! "Trajavam vestes brancas e traziam palmas nas mãos. São os que vieram da grande tribulação e lavaram e alvejaram suas vestes no sangue do Cordeiro". Eis quem são os santos: aqueles que atravessaram as lutas desta vida, as tribulações desta nossa pobre existência, unidos a Cristo; são os que venceram em Cristo – por isso trazem a palma da vitória; são os que não tiveram medo de viver e, se caíram, se erraram, foram, humildemente, lavando e alvejando suas vestes no sangue precioso de Cristo: são santos não com sua própria santidade, mas com a santidade do Cristo-Deus. Nunca esqueçamos: ninguém é santo com suas forças, ninguém é santo por sua própria santidade: só em Cristo somos santificados, pois somente Cristo derrama sobre nós o Espírito de santidade. O nosso único trabalho é lutar para acolher esse Espírito, deixando-nos guiar por ele e por ele sermos transfigurados em Cristo!
Olhemos para o céu: lá estão Pedro e Paulo, lá estão os Doze, lá estão os mártires de Cristo, os santos pastores e doutores, lá estão as santas virgens e os santos homens, lá estão tantos e tantos – uns, conhecidos e reconhecidos pela Igreja publicamente, outros, cujo nome somente Deus conhece; lá está a Santíssima e Bem-aventurada sempre Virgem Maria, Mãe e discípula perfeita do Cristo, toda plena do Espírito, toda obediente ao Pai. Eles chegaram lá, eles intercedem por nós, eles são nossos modelos, eles nos esperam.

Num mundo que vive estressado, que corre sem saber para onde... num mundo que já não crê nos verdadeiros valores, porque já não crê em Deus, contemplar hoje todos os santos é recordar para onde vamos e qual é o sentido da nossa vida! Não tenhamos medo de ser de Deus, não tenhamos medo de testemunhar o Evangelho, não tenhamos medo de alimentar nossa vida com o Cristo, na sua Palavra e na sua Eucaristia para sermos inebriados da vida do próprio Deus.

Infelizmente, muitos hoje têm como heróis os atletas, os atores, os cantores e tantos outros que não têm muito e até nada para ensinar. Quanto a nós, que nossos heróis e modelos sejam os santos e santas de Cristo, que foram heróis porque se venceram e correram para o Cristo! Que eles roguem por nós, pois o que eles foram, nós somos e o que eles são, todos nós somos chamados a ser.
Todos os Santos e Santas de Deus, rogai por nós!

ORAÇÃO
Ó Deus, concedei-nos por intermédio dos Santos e Santas a plenitude da vossa misericórdia. Amém!

HOJE, 111ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

sábado, 5 de novembro de 2011

ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO - GALDINO E CÉLIA

CORREIO MFC BRASIL Nº 270


DO QUINTO EVANGELHO:
PROCLAMAÇÃO DO CRISTO DO CORCOVADO

Leonardo Boff
Teólogo e escritor

Naqueles dias, ao se completarem 80 anos de sua existência, o Cristo do Corcovado estremeceu e se reanimou. O que era cimento e pedra se fez carne e sangue.

Estendendo os braços, como quem quer abraçar o mundo, abriu a boca, falou e disse:

“Bem-aventurados sois todos vós, pobres, famintos, doentes e caídos em tantos caminhos sem um bom samaritano para vos socorrer. O Pai que é também Mãe de bondade vos tem em seu coração e vos promete que sereis os primeiros herdeiros do Reino de justiça e de paz.

Ai de vós, donos do poder, que há quinhentos anos sugais o sangue dos trabalhadores, reduzindo-os a combustível barato para vossas máquinas de produzir riqueza iníqua. Não serei eu a vos julgar, mas as vitimas que fizestes atrás das quais eu mesmo me escondia e sofria.

Bem-aventurados sois vós, indígenas de tantas etnias, habitantes primeiros destas terras ridentes, vivendo na inocência da vida em comunhão com a natureza. Fostes quase exterminados. Mas agora estais ressuscitando com vossas religiões e culturas dando testemunho da presença do Espírito Criador que nunca vos abandonou.

Ai daqueles que vos subjugaram, vos mataram pela espada e pela cruz, negaram-vos a humanidade, satanizaram vossos cultos, roubaram-vos as terras e ridicularizaram a sabedoria de vossos pajés.

Bem-aventurados e mais uma vez bem-aventurados sois vós, meus irmãos e irmãs negros, injustamente trazidos de África para serem vendidos com peças no mercado, feitos carvão para ser consumido nos engenhos, sempre acossados e morrendo antes do tempo.

Ai daqueles que vos desumanizaram. A justiça clama aos céus  até o dia do juízo final. Maldita a senzala, maldito o pelourinho, maldita a chibata, maldito o grilhão, maldito o navio-negreiro. Bendito  o quilombo, advento de um mundo de libertos e de uma fraternidade sem distinções.

Bem-aventurados os que lutam por terra no campo e na cidade, terra para morar e para trabalhar e tirar do chão o alimento para si, para os outros e para as fomes do mundo inteiro.

Maldito o latifúndio improdutivo que expulsa posseiros e que assassina quem ocupa para ter onde morar, trabalhar e ganhar o pão para seus filhos e filhas. Em verdade vos digo: chegará o dia em que sereis espoliados. E a pouca terra da campa será pesada sobre vossas sepulturas.

Bem-aventuradas sois vós, mulheres do povo, que resististes contra a opressão milenar, que conquistastes espaços de participação e de liberdade e que estais lutando por uma sociedade que não se define pelo gênero, sociedade na qual homens e mulheres, juntos, diferentes, recíprocos e iguais inaugurareis uma aliança perene de partilha, de amor e de co-responsabilidade.

Benditos sois vós, milhões de menores carentes e largados nas ruas, vitimas de uma sociedade de exclusão e que perdeu a ternura pela vida inocente. Meu Pai, como uma grande Mãe, enxugará vossas lágrimas, vos apertará contra o seu peito porque sois seus filhos e filhas mais queridos.

Felizes os pastores que servem, humildemente, o povo no meio do povo, com o povo e para o povo. Ai daqueles que trajem vestes vistosas, se envaidecem nas televisões, usam símbolos sagrados de poder, exaltam o Pai Nosso e esquecem o Pão Nosso. Quantos não usam o cajado contra as ovelhas ao invés de contra os lobos. Não os reconheço e não testemunharei em favor deles quando aparecerem diante do meu Pai.

Bem-aventuradas as comunidades eclesiais de base, os movimentos sociais por terra, por teto, por educação, por saúde e por segurança. Felizes deles que, sem precisar falar de mim, assumem a mesma causa pela qual vivi, fui perseguido e executado na cruz. Mas ressurgi para continuar a insurreição contra um mundo que dá mais valor aos bens materiais que à vida, que privilegia a acumulação privada à participação solidária e que prefere dar os alimentos aos cães que aos famintos.

Bem-aventurados os que sonham com um mundo novo possível e necessário no qual todos possam caber, a natureza incluída. Felizes são aqueles que amam a Mãe Terra como sua própria mãe, respeitam seus ritmos, dão-lhe paz para que possa refazer seus nutrientes e continuar a produzir tudo o que precisamos para viver.

Bem-aventurados os que não desistem,mas resistem e insistem que o mundo pode ser diferente e será, mundo onde a poesia anda junto com o trabalho, a musica se junta às máquinas e todos se  reconhecerão como irmãos e irmãs, habitando a única Casa Comum que temos, este belo e irradiante pequeno planeta Terra.

Em verdade, em verdade vos digo: felizes sois vós porque sois todos filhos e filhas da alegria, pois estais na palma da mão de Deus. Amém.

Nota: Os artigos assinados são de responsabilidade de seus autores
 e não representam necessariamente a opinião do MFC.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

ANIVERSARIANTE DO DIA - VAMBERTO DE MARLY

GRUPO DE CANTO DO MFC MACEIÓ SE APRESENTA NO LAR LUIZA DE MARILAC

Grupo de Canto Santa Cecília se apresentou no Lar Luiza de Marilac

Dando continuidade ao PROJETO ENCANTAR o Grupo de Canto Santa Cecília do Movimento Familiar Cristão de Maceió se apresentou no sábado (29), no LAR LUIZA MARILAC, abrigo composto somente de mulheres idosas e fundado em 1958.

O Grupo de Canto Santa Cecília promoveu uma verdadeira festa musical para as idosas do Lar Luiza de Marilac, cantando musicas do hinário do MFC e canções dos anos cinquenta e sessenta.

O Grupo de Canto Santa Cecília, nesta apresentação, contou com participação dos casais Péricles e Ula, Miltinho e Val, Geraldo e Euzi, BB e Roberta, Fernando e Manú, Jan e Ed, Roberto e Ana, Rainey e Anamaria.

Na sequencia do planejamento para 2011, o GRUPO DE CANTO SANTA CECÍLIA se apresentará no próximo dia 26 de novembro no Lar São Francisco de Assis e no dia 9 de dezembro, na casa de Frei Leão, concluindo com uma confraternização na residência do casal Paulo e Teresa, integrantes do Grupo.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

ANIVERSARIANTE DO DIA - JOÃO CASSELLA DE PATY

DIA NACIONAL DE CONTRIBUIÇÃO PRÓ ENA 2013

SENTIMENTO DE PERTENÇA
ESSENCIAL PARA A SOLIDEZ DO MFC
Conforme estabelece o REGIMENTO INTERNO do MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, aprovado na AGN – ASSEMBLÉIA GERAL NACIONAL, o dia 19 DE JULHO (data da fundação do MFC no Brasil) é o DIA NACIONAL DA CONTRIBUIÇÃO.

Este ano, o CONDIN – CONSELHO DIRETOR NACIONAL estabeleceu o período de 19 de julho a 19 de novembro de 2011, para as colaborações financeiras para esta finalidade.

Todos os GRUPOS DE BASE devem recolher a importância de R$ 5,00 (cinco reais) por pessoa (membro).

O valor arrecadado será totalmente revertido para subsidiar parte das despesas com as Equipes de INFRAESTRUTURA e METODOLOGIA do ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC, a ser realizado em Vitória da Conquista - BA, em 2013.

Os Grupos de Base devem recolher à TESOURARIA DA EQUIPE CIDADE o valor correspondente a seus membros (R$ 5,00 por pessoa), que depositará o valor recebido diretamente na conta do CONDIN – CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MFC.

SE AINDA NÃO CONTRIBUIU, PROCURE A TESOURARIA DA EQUIPE CIDADE.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

PORQUE REZAR PELOS MORTOS?

PORQUE REZAR PELOS MORTOS?
"Ele mesmo, entretanto, será salvo, mas como que através do fogo” (¹Cor 3,13-15).

Seminarista Ginaldo Alves Pereira
Seminarista Ginaldo Alves Pereira
Diocese de Palmeira dos Índios - AL
A oração pelos fiéis defuntos é um dos assuntos mais complicados de se tratar no âmbito da fé. Ele é motivo de muitas discussões, principalmente entre Católicos e evangélicos. Por isso é preciso esclarecer este assunto através de um estudo fiel das Sagradas Escrituras e da Tradição da Igreja, pois, estes são os pilares da Fé Católica.

Muitas pessoas, pouco instruídas na fé Católica, se questionam: porque rezar pelos mortos? Será se a Bíblia, de fato, fala nisso? Se ela fala, porque nunca vi? Bom, muitos são os fatores que ocasionam tais dúvidas e é preciso tratar cada um cuidadosamente.

Um primeiro fator é a visão pobre do mistério que envolve a Igreja, especialmente o da morte. Pois, quando se fala em Igreja as pessoas, até mesmo os Católicos mais ativos, pensam logo nos fiéis vivos que frequentam as matrizes e capelas; entretanto, essa é apenas uma dimensão da mesma, a qual leva o nome de Igreja Militante. Todavia há duas dimensões que forma uma só Igreja com esta: a Igreja Padecente e a Celeste.

A Igreja Celeste é formada por Deus – O Pai, o Filho e o Espírito Santo – e todos os anjos e santos que participam de sua Glória. Já a Igreja Padecente, que é a que envolve diretamente o assunto tratado, é formada por todos os Cristãos que morreram na Fé e encontram-se num estágio de purificação, chamado purgatório. Como muitos não têm conhecimento sobre isso, eles desconhecem que a Igreja Militante caminha unida com a Padecente, e tem a obrigação de invocar a Compaixão Divina sobre os irmãos que sofrem no purgatório.

Outro fator importante nesse assunto é a discursão que envolve as Sagradas Escrituras. Alguns Livros como Macabeus I, II e o de Tobias, que tratam explicitamente sobre este assunto, por questões de tradições, não são aceitos pelos Judeus, e por isso, também não são pelos Evangélicos; isso é um dos motivos que os deixam alienados ao culto dos fiéis defuntos.

Ademais, o Novo Testamento oferece várias evidências da oração pelos mortos e do purgatório, como se vê em ²Timóteo 1,16-18, onde São Paulo ora por Onesíforo, que já havia falecido. Ou, ainda, quando ele escreve aos Coríntios: “A obra de cada um será posta em evidência. O dia a tornará conhecida, pois ele se manifestará pelo fogo e o fogo provará o que vale cada um. Aquele, porém, cuja obra for queimada perderá a recompensa. Ele mesmo, entretanto, será salvo, mas como que através do fogo” (¹Cor 3,13-15).

Já na história da Igreja a mais antiga menção à prática de orações pelos mortos nas cerimônias públicas dos cristãos encontra-se em Tertuliano (211 d.C.), a mesma é reafirmada nos Concílios de Trento e do Vaticano II.

Portanto, fica claro que a Igreja Padecente existe e está intimamente ligada com a terrestre que ora por estes que se encontram no purgatório. Nesse estágio os Cristãos mortos conscientes de que participarão da Glória que se manifestará nos últimos dias, vivem esse momento de sofrimento numa intensa aflição esperando a hora do alívio. Por isso, a Igreja militante reza por estes irmãos para que o Senhor os auxilie e conforte com seu amor afim de que participem da Glória Celeste; Como bem enfatiza o comentário de Dom Estevão Bettencourt: O Purgatório é, sim, um estado no qual a alma repudia radicalmente os resquícios de pecado que nele existam. Com outras palavras: pedimos a Deus que o amor a Deus existente em tal alma se fortaleça para extinguir qualquer amor desregrado.

O CIÚME PATOLÓGICO - Artigo de Suzy Maurício

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O CIÚME PATOLÓGICO
  
No ciúme patológico, a relação a dois é construída na base do sentimento POSSE do outro, cujo amor do parceiro(a) é constantemente questionado e colocado em dúvida.

A desconfiança e o medo de vir a ser traído corrói os sentidos do ciumento que passa a enxergar as situações de modo distorcido, ruminando possibilidades, fantasias e idéias – delirantes – de uma situação de traição, na maioria das vezes, irreal. Muitos vasculham a intimidade do outro, na tentativa de assegurar ou acabar com a dúvida torturante.

Dá-se início a caçada por vestígios que levem a uma constatação de infidelidade que julga ser real. Muitos tornam tais verificações habituais, então, dia após dia investigam o celular de seus pares (para ver se há um torpedo comprometedor), ouvem os telefonemas, vasculham as roupas, bolsos (cheirando, buscando novas fragrâncias, manchas… incluindo as peças íntimas), as mídias sociais (contatos novos, recados trocados), a carteira, a agenda, o carro, até a casa do parceiro(a) é alvo de investigação. Amigos(as) são sondados constantemente, na tentativa de que forneçam pistas, contradições, mentiras, etc. Ir ao trabalho de surpresa, chegar mais cedo do trabalho, contratar detetives particulares, são algumas das atitudes daquele que carrega um ciúme patológico.

Sim, eles têm a consciência do absurdo de algumas atitudes, mas a dúvida é maior que a perplexidade de suas ações e sentimento de vergonha por seus atos. Tornam-se, portanto, inquisidores. O companheiro(a) tem de explicar, minuciosamente, todos os seus passos cotidianos. Questionamentos repetidos, no mesmo assunto, para testar se é verdadeiro o que foi dito anteriormente.

Até a forma de olhar, beijar, abraçar, amar, são verificadas, medidas, questionadas. O ciumento patológico é extremamente sensível à mudanças de comportamento do seu amado, que fugindo do habitual, logo acusa que há uma terceira pessoa na relação. A hipótese do amado(a) estar cansado, com problemas pessoais ou profissionais sequer é cogitada. São possessivos e egoístas. O medo e a ameaça da perda são sentidos de modo irracional.

Estes ciumentos experienciam emoções diferenciadas e conturbadas, que podem estar relacionadas a transtornos mentais onde o ciúme patológico represente um dos seus sintomas. No alcoolismo, o conhecido delírio de ciúmes do bebedor é um exemplo disso. O ciumento alimenta uma ansiedade sufocante, fruto de sua insegurança. Intimamente, sofre com isso, sente raiva, vergonha, culpa, e chega a prometer ao outro que jamais acontecerá novamente, promessas não cumpridas em maioria.

O ciúme patológico é um transtorno afetivo grave e seu portador(a) precisará de ajuda para controlar a agressividade e impulsividade de seus atos. Este ciúme causa danos e riscos à pessoa e aos outros, objetos de seus ciúmes. A relação com os ciumentos patológicos é de muita tensão, apreensão e angústia.

É importante buscar ajuda de um médico psiquiatra onde se possa avaliar a psicopatologia do ciúme (causa do sintoma), sua racionalidade, se há prejuízo na vida diária (familiar, social, trabalho), se coexiste com algum diagnóstico psiquiátrico e sua prevalência. A psicologia (terapia) complementa este cuidado ao portador do ciúme patológico, aquele que ultrapassa a fronteira da normalidade.

Fonte: http://suzymauricio.blogsdagazetaweb.com

terça-feira, 1 de novembro de 2011

O HOMEM E A MULHER

O HOMEM E A MULHER
Victor Hugo

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O homem é a mais elevada das criaturas
E a mulher o mais sublime dos ideais.
Deus fez para o homem o trono
E para a mulher o altar.
O trono exalta e o altar santifica.

O homem pensa e a mulher sonha,
Pensar é ter no crânio uma larvar
E sonhar é ter na fronte uma auréola.

O homem é forte pela razão
E a mulher é invencível pelas lagrimas
A razão convence e as lagrimas comovem.

O homem é capaz de todos os heroísmos
E a mulher de todos os martírios
O heroísmo enobrece e o martírio sublima.

O homem é o templo e a mulher é o sacrário
Ante o templo nos descobrimos
Ante o sacrário nos ajoelhamos
O homem é o código e a mulher é o evangelho
O código corrige o evangelho aperfeiçoa.

O homem é o oceano e a mulher é o lago.
O oceano tem a pérola que adorna
E o lago a poesia que encanta.

O homem é a águia que voa
E a mulher é o rouxinol que canta
Voar é dominar o espaço
E cantar é conquistar a alma

Enfim o homem está colocado
Onde termina a terra.
E a mulher onde começa o céu!


Poesia enviada por Ariadna de José Newton
MFC FORTALEZA/CE

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

OS “CEM VEZES MAIS” PROMETIDOS - Artigo de Dom Henrique Soares


Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju – SE

Certa feita, Pedro fez uma cobrança a Jesus: “Eis que nós deixamos tudo e te seguimos...” (Mc 10,28). Em outras palavras: “Que receberemos em troca?” O Pescador pensa ainda em recompensa, em vantagens, em um tipo de seguimento a Cristo que renda proveitos quantificáveis com as medidas deste mundo... Parece até aquela gente de certo evangelho torto que mostra a cara e o descaramento na televisão dizendo: “Não tinha nada; entreguei-me a Jesus e agora resolvi minha vida: tenho um carro, duas casas, três fazendas e quatro mulheres...” Aqui não há cristianismo, porque não há Evangelho, não há conversão; tampouco há lógica de discípulo, que só pode ser a lógica do amor desinteressado...

Jesus, paciente, adequa-se a Pedro e responde-lhe que teria cem vezes mais, com perseguições... (cf. Mc 10,29s). O tempo passou... Após a morte e ressurreição do Senhor, Pedro não voltou mais para sua família, não voltou para o seu barco nem para o seu mar; nunca mais lançou as redes para a pesca, nunca mais descansou na sua Galileia natal... Foi-se embora pelo mundo, sem nada a não ser o entusiasmo amoroso por Jesus. Pregou aqui e acolá até chegar a Roma, onde pelo ano 64 foi morto crucificado por causa de Cristo, na colina do Vaticano. Na hora em que a cruz ia ser fincada ao chão, pediu que o madeiro fosse colocado de cabeça para baixo, pois não era digno de morrer como o seu Senhor...

Eis! Não ganhou cem vezes mais em terras, filhos, poder, sucesso... E, no entanto, no momento da cruz, era todo abrasado em Cristo, não se julgando nem mesmo digno de morrer como Jesus...

Onde estava, então, os cem vezes mais, que Jesus prometera? Precisamente nisso: na paz, no gozo interior, na exultação impagável de quem encontrou o tesouro escondido, a pérola de grande valor, o sentido, a razão pela qual viver e morrer. É esta a recompensa para quem tudo deixa por Cristo: aquela paz que o mundo não pode dar nem tampouco retirar, aquela exultação e doçura interior que o mundo sequer consegue imaginar. Era desse “cem vezes mais com perseguições” que Jesus falava e, quando chegou a hora, Pedro pôde compreender.

Queira o Senhor nosso amor e adesão a Jesus não sejam interesseiros, não sejam por cura, carro, casa e problema resolvido e que também nós tenhamos a coragem de tudo ir deixando por ele e, na hora bendita de nossa partida deste mundo, experimentemos a alegria, a plenitude e a paz dos “cem vezes mais” de quem encontrou o tesouro escondido e já experimentou neste mundo o gostinho da vida eterna.

domingo, 30 de outubro de 2011

HOJE, 110ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 31º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 30/10/2011



“A HIPOCRISIA DE PREGAR E NÃO PRATICAR!”
Encerrando o mês missionário queremos rezar pela Amazônia, ainda terra de missão, que abriga muitas nações indígenas, inúmeros imigrantes, cidades em acelerado crescimento e muitos exploradores e aventureiros. Pulmão do mundo, mas ainda carente de outros “ares”, já que a evangelização ali ainda é um grande desafio. O Evangelho nos pede: não pregar sem viver e praticar.

31º DOMINGO DO TEMPO COMUM
1ª Leitura: Malaquias 1, 14b-2,2.8-10
Salmo:  130
2ª Leitura: São Paulo aos Tessalonicenses 2, 7b-9.13
Evangelho: Mateus 23, 1-12
  
EVANGELHO – MATEUS 23, 1-12
Naquele tempo, 1dirigindo-se, então, Jesus à multidão e aos seus discípulos, disse: 2Os escribas e os fariseus sentaram-se na cadeira de Moisés. 3Observai e fazei tudo o que eles dizem, mas não façais como eles, pois dizem e não fazem. 4Atam fardos pesados e esmagadores e com eles sobrecarregam os ombros dos homens, mas não querem movê-los sequer com o dedo. 5Fazem todas as suas ações para serem vistos pelos homens, por isso trazem largas faixas e longas franjas nos seus mantos. 6Gostam dos primeiros lugares nos banquetes e das primeiras cadeiras nas sinagogas. 7Gostam de ser saudados nas praças públicas e de ser chamados rabi pelos homens.           8Mas vós não vos façais chamar rabi, porque um só é o vosso preceptor, e vós sois todos irmãos. 9E a ninguém chameis de pai sobre a terra, porque um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10Nem vos façais chamar de mestres, porque só tendes um Mestre, o Cristo. 11O maior dentre vós será vosso servo. 12Aquele que se exaltar será humilhado, e aquele que se humilhar será exaltado.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA –  Dom Henrique Soares da Costa
ELES NÃO PRATICAM O QUE ENSINAM

Hoje a Palavra de Deus dirige-se, de modo particular, aos pastores da Igreja, aos sacerdotes do Povo de Deus. O antigo Israel, aquele segundo a carne, era todo ele um povo sacerdotal, mas em seu seio existiam os ministros sagrados, que eram encarregados do culto do povo santo. No Novo Testamento, o único e verdadeiro sacerdote é o Cristo nosso Deus. Ele, dando-nos o seu Espírito Santo no Batismo e demais sacramentos, fez de nós um povo sacerdotal. Em Cristo, a Igreja, novo Israel, é, toda ela, um povo sacerdotal para o louvor e glória de Deus Pai, através de Cristo, na unidade do único Espírito. Mas, também do meio desse povo o Senhor Jesus chama pastores que, configurados a Ele, o Bom Pastor e Sacerdote eterno, por meio da imposição das mãos que confere o dom do Espírito, exerçam a função sacerdotal de Cristo em favor do povo sacerdotal, que é a Igreja una, santa, católica e apostólica.

Pois bem, as palavras das leituras sagradas deste Domingo são dirigidas a nós, pastores e sacerdotes do rebanho sacerdotal de Cristo. Nós, bispos, padres e diáconos, encarregados pelo Senhor da guarda, santificação e ensino do povo de Deus...

Ser padre, ser pastor do rebanho é uma graça imensa, um dom do qual não temos merecimento algum. E, no entanto, o Senhor nos chama. Mas, não para que preguemos a nós mesmos e vivamos pensando em nós e nos nossos interesses. Santo Agostinho, no século V, já criticava duramente os maus pastores, acusando-os: “Buscais os vossos interesses e não os de Jesus Cristo!” A queixa é velha, o pecado é antigo! Na primeira leitura de hoje, o Senhor tem palavras duríssimas para os sacerdotes de ontem e de hoje: “Se não quiserdes ouvir e tomar a peito glorificar o meu nome, lançarei sobre vós a maldição. Vós vos afastastes do reto caminho e fostes para muitos pedra de tropeço!”

Como não reconhecer que essas palavras são atuais? É triste afirmá-lo, mas temos de fazê-lo! Ninguém está acima da Palavra de Deus, ninguém pode pregar para os outros sentindo-se dispensado de cumprir o preceito do Senhor... Esta é, muitas vezes, a tentação do pregador, do padre; este o seu pecado! Mas, se fizermos assim, teremos de nos envergonhar tanto, escutando o que o Senhor diz ao rebanho: “Deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam!” Que dor, que vergonha para nós, sacerdotes, pastores do povo santo, escutar tão graves acusações! Na Sexta-feira Santa passada, o Santo Padre Bento XVI, quando ainda era cardeal Ratzinger, fez uma exortação seríssima e comovente dessa situação, durante a via sacra no Coliseu, em Roma. Escutemo-lo! Era a estação da terceira queda de Jesus: “Não deveríamos pensar também em tudo quanto Cristo tem sofrido na sua própria Igreja? Quantas vezes se abusa do Santíssimo Sacramento da sua presença; frequentemente como está vazio e ruim o coração onde ele entra! Tantas vezes celebramos apenas nós próprios, sem nos darmos conta sequer dele! Quantas vezes se distorce e abusa da sua Palavra! Quão pouca fé existe em tantas teorias, quantas palavras vazias! Quanta sujeira há na Igreja, e precisamente entre aqueles que, no sacerdócio, deveriam pertencer completamente a Ele! Quanta soberba, quanta auto-suficiência! Respeitamos tão pouco o sacramento da reconciliação, onde Ele está à nossa espera para nos levantar das nossas quedas! Tudo isto está presente na sua paixão. A traição dos discípulos, a recepção indigna do seu Corpo e do seu Sangue é certamente o maior sofrimento do Redentor, o que Lhe traspassa o coração. Nada mais podemos fazer que dirigir-Lhe, do mais fundo da alma, este grito: Kyrie, eleison – Senhor, salvai-nos (cf. Mt. 8,25)”.

Mas, graças a Deus, há os bons pastores; há, na Igreja, tantos que são verdadeiramente presença do Cristo Bom Pastor, que se dá totalmente pelo rebanho; aqueles que celebram os santos mistérios com tanta devoção e decoro, aqueles que são fiéis no ensinamento, não ensinando suas próprias idéias e seus conceitozinhos de sua moralzinha particular, mas ensinam ao rebanho o Evangelho verdadeiro tal qual é crido e ensinado pela Santa Igreja católica! Sacerdotes que se dão totalmente: no tempo, no afeto, na oração, na paciência, na perseverança, na fidelidade ao celibato... por amor a Cristo e à Igreja, povo santo de Deus! A segunda leitura de hoje nos apresenta um sacerdote assim: o apóstolo São Paulo. Como é comovente ouvi-lo: “Foi com muita ternura que nos apresentamos a vós, como uma mãe que acalenta os seus filhinhos. Tanto bem vos queríamos, que desejávamos dar-vos não somente o Evangelho de Deus, mas até a própria vida, a tal ponto chegou a nossa afeição por vós!”

Ser padre é bom, ser padre é uma missão santa, ser padre dignifica e realiza a vida de um homem! Rezai pelos vossos sacerdotes, para que sejam dignos do ministério que receberam! Que eles não se coloquem acima da Palavra do Senhor, pregando aos outros sem cumpri-la; que não celebrem os santos sacramentos com desleixo e desobediência às normas litúrgicas da Igreja. Ninguém, nem o bispo, o padre, nem a comunidade pode desobedecer as normas litúrgicas; ninguém pode inventar sua missinha, distorcer os santos mistérios, que vêm de Cristo e dos apóstolos e nos dão a vida de Deus! Suplicai ao Senhor para que vossos padres sejam atentos às necessidades do rebanho, ao cuidado com os pobres e desvalidos, sejam zelosos no anúncio do Evangelho a toda a humanidade!

Quanto ao mais, cuidai também vós, como diz a segunda leitura, de acolher “a pregação da Palavra de Deus, não como palavra humana, mas como aquilo que de fato é: Palavra de Deus, que está produzindo fruto em vós que abraçastes a fé”. E que o Senhor nos conduza a todos, pastores e rebanho, à sua glória

ORAÇÃO
Ó Deus, que concedeis a vossos filhos e filhas a graça de vos servir como devem, fazei que corramos livremente ao encontro das vossas promessas.  Amém!

sábado, 29 de outubro de 2011

LANÇAMENTO DO LIVRO DE RAINEY MARINHO É HOJE NA V BIENAL

Hoje, sábado (29), das 10 às 12 horas, o mefecista maceioense Rainey Barbosa Alves Marinho (Grupo Genezaré), vice-coordenador da Equipe Cidade de Maceió, estará lançando o Livro “GEDEÃO E FILOMENA”, especialmente escrito para crianças, no espaço Café Literário (Sueca), durante a V BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE ALAGOAS que acontece no Centro Cultural e de Exposições Ruth Cardoso, no histórico bairro de Jaraguá. A V Bienal Internacional do Livro de Alagoas acontece deste o dia 21 de outubro e se encerrará amanhã, domingo (30).

A Bienal é uma realização da Universidade Federal de Alagoas, através da EDUFAL – Editora da Universidade Federal de Alagoas, com o apoio da ABEU (Associação Brasileira dos Editores Universitários), da CBL (Câmara Brasileira do Livro), da Prefeitura de Maceió, do Governo do Estado de Alagoas e demais parceiros de instituições públicas e privadas.

A presença dos casais do Movimento Familiar Cristão de Maceió, acompanhados da garotada (filhos, sobrinhos, vizinhos, etc.) é aguardada no lançamento do Livro Infantil “GEDEÃO E FILOMENA”.