segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DESFILA PELAS RUAS DE MURICI-AL

   
O
 BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, organizado pelo Movimento Familiar Cristão de Murici - Alagoas desfilou pelas ruas da Cidade na noite da sexta-feira (08). É a segunda vez que o bloco sai animando os foliões e turistas do município. A brincadeira começou por volta das 20 horas.

Na sua segunda edição, o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA reuniu centenas de pessoas, famílias e foliões de todas as idades, crianças, adultos e idosos que demonstraram muita animação e frevo no pé ao som da orquestra que tocou desde a concentração até o final do desfile.

O esforço foi grande, com inúmeras dificuldades, mas graças à união conjunta dos MeFeCistas de Murici, o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA desfilou pelas principais ruas da Cidade, e por onde passava, era aplaudido pela população que observava alegremente a passagem do bloco do MFC.

Todas as camisas confeccionadas foram vendidas, e todos os foliões vestidos com a camisa tinham direito a cervejas, refrigerantes, águas e petiscos. Foram instalados pontos de apoio na concentração e durante todo o percurso, um veículo abastecia os foliões do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA com águas, cervejas e refrigerantes.

Ao final do desfile a festa continuou com os foliões festejando a chegada do período carnavalesco. Abaixo, veja o registro em fotos do desfile do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA do MFC MURICI.

REGISTRO EM FOTOS
















































































domingo, 10 de fevereiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - RENIVAL DE LÚCIA

HOJE, 175ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN



EXCEPCIONALMENTE NESTE DOMINGO
AS MISSAS NO ALDEBARAN
SERÃO ÀS 9 E ÀS 19:30H.

LITURGIA DO 5º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 10/02/2013




5º DOMINGO DO TEMPO COMUM  


A PRESENÇA DE DEUS NOS CONDUZ À SALVAÇÃO!

Desde o Antigo Testamento, somos chamados a experimentar a misericórdia de Deus. Ele vem ao nosso encontro não para nos condenar, mas como fonte de salvação. Reconhecer a força salvífica da presença de Deus em Cristo leva-nos à conversão fundamental de assumir nossa condição de discípulos(as) de Jesus.
     
LITURGIA DA PALAVRA
 
1ª Leitura: Is 6,1-2a.3-8
Salmo Responsório: 137
2ª Leitura: 1Cor 15,3-8.11
Evangelho: Lc 5,1-11
 
EVANGELHO
Lucas 5,1-11
      
Naquele tempo, 1Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se ao seu redor para ouvir a palavra de Deus.

2Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes.

3Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões.

4Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”.

5Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”.

6Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem.

8Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”

9É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer.

10Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”.

11Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.
 
HOMILIA
Padre Helder Salvador
Reitor do Seminário São João Maria Vianney - Cariacica/ES

A liturgia deste domingo leva-nos a refletir sobre a nossa vocação: somos todos chamados por Deus e d’Ele recebemos uma missão para o mundo.

A porta de entrada deste texto, que nos traz a versão Lucana da “pesca milagrosa”(cf. Jo 22) é o primeiro versículo: “Certo dia, Jesus estava na margem do Lago de Genesaré. A multidão se apertava ao seu redor para ouvir a palavra de Deus.”  Lucas deixa bem claro que o motivo de tanta gente buscar Jesus foi para “ouvir a Palavra de Deus”.  Não para ver milagre, não para receber esmola, nem cura, mas simplesmente “para ouvir a Palavra de Deus”.  E só se busca o que é agradável, o que faz bem!

A Palavra de Deus encorajava a multidão, fazia com que as pessoas se sentissem amadas, aceitas, valorizadas.  A Palavra de Deus era realmente “Boa Notícia” para os humildes e sofridos.  Nada deve - ou pode - substituir esta Palavra.  Ainda a Igreja corre atrás do prejuízo de ter privado o povo durante séculos do alimento da Palavra.  Nenhuma palavra humana, por tão eloquente ou edificante que seja, pode igualar-se à  Palavra de Deus.  Oxalá não repitamos os erros do passado!  Que saibamos ver a ação do Espírito Santo na grande procura da Bíblia entre as comunidades, especialmente entre os mais pobres.  Devemos levar a sério o que proclamou o Concílio Vaticano II no seu documento dogmático Dei Verbum: “A Igreja sempre venerou as Sagradas Escrituras da mesma forma como o próprio Corpo do Senhor”(DV 21).  Infelizmente, nem sempre se verifica a prática dessa declaração!

Terminada a pregação, Jesus pede que Simão “avance para águas mais profundas” (v. 4), para lançar as redes.  Pois barca à beira-praia pesca nada!   Como é tentador para nós - a Igreja, as comunidades, os indivíduos - ficar seguros nas águas rasas que não apresentam perigo, mas tampouco frutos!  Se quisermos ser realmente “pescadores de homens” (v.10) teremos que enfrentar as águas profundas da vida, com todas as incertezas e inseguranças que isso acarreta.  Muito mais cômodo é ficar nas águas calmas, tranquilas, sem risco - mas fazer assim seria trair a nossa vocação batismal.  Poderemos nos perguntar - o que quer dizer para mim, “avançar para as águas mais profundas?".

Simão não se mostra muito entusiasmado diante do convite do Senhor, mas lança a barca “em atenção à tua palavra (v. 5). Aqui está o nó da questão - a atenção à Palavra de Deus. Salmo 95(94), 7 reza “Oxalá vocês escutem hoje o que Ele diz” - pois Deus nos fala todos os dias. Mas uma fala exige atenção para que seja captada.  Deus nos fala sempre - mas se não tivermos as antenas ligadas, não ouvimos.  E continuaremos acomodados nas águas rasas e tranquilas, enquanto a missão, exige que nos lancemos para águas profundas.

Pedro reage já - “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!”(V. 8).  Como a luz cria a sombra, a proximidade da santidade põe em relevo o pecado humano.  O que parece normal, segundo critérios humanos, fica claramente negativo diante dos critérios do amor divino!  Mas Jesus não atende o pedido de Pedro - foi porque somos pecadores que ele veio!  Pelo contrário, fala para Pedro não ter medo - nem da sua fraqueza, nem da sua natureza pecaminosa, nem das suas falhas.  Jesus o chama tal como ele é. E ele nos ama, não como gostaríamos de ser, mas como somos de fato.

Não devemos ter medo da nossa realidade humana e pecadora, pois todos nós carregamos “um tesouro em vaso de barro”(cf. 2 Cor 4,7), mas podemos caminhar com confiança porque “se Deus está a nosso favor, quem estará contra nós”(cf. Rom 8, 1).  Somos chamados a segui-lo como somos.  Porém, isso não pode nos acomodar, pois o Evangelho deixa claro que quando os apóstolos foram chamados, deixaram tudo para segui-lo.  O seguimento de Jesus sempre exige que deixemos algo.  Resta perguntar a nós mesmos, “o que é que o seguimento de Jesus exige que eu deixe, neste momento na minha caminhada de discípulo?”.

ORAÇÃO

Velai, ó Deus, sobre a vossa família, com incansável amor e, como só confiamos na vossa graça, guardai-nos sob a vossa proteção. Amém!
 
Editado por JORGE/MFC-AL

sábado, 9 de fevereiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - JAMES DE FÁTIMA


CORREIO MFC BRASIL Nº 307



SOFRIMENTO E PERPLEXIDADE

D
uzentas e trinta e sete pessoas, na maioria jovens universitários, morreram na tragédia em Santa Maria, no interior do RS. Um total de 101 vítimas do incêndio seguem internadas em hospitais do Rio Grande do Sul, de acordo com o boletim, divulgado pelo Ministério da Saúde em conjunto com a Força Nacional, na manhã deste domingo. O último balanço da Secretaria Estadual da Saúde gaúcha aponta um total de 113 pacientes, cerca de 70 em estado gravíssimo. Tristeza e indignação, perdas irreparáveis.

A CIÊNCIA E O AMOR
JORGE LA ROSA – MFC/RS
PROFESSOR UNIVERSITÁRIO, DOUTOR EM PSICOLOGIA
   
O amor é sentimento complexo, objeto da ciência, além de ser estudado pela filosofia e teologia. O amor é a mensagem central na perspectiva cristã, princípio e ápice da moralidade; é a vocação suprema do ser humano, conforme ensina João na primeira carta (4,8). Jesus, o Mestre, disse que não há prova maior de amor que dar a vida pelos amigos – o que ele fez ao longo de sua jornada, e na hora derradeira. São Paulo, na primeira carta aos coríntios, capítulo 13 - em uma das mais belas páginas da Bíblia - escreve sobre o amor, características, relações com a fé e esperança, e sobre sua duração perene. Página permanentemente revisitada pelos cristãos!

O
s filósofos também têm escrito sobre amor. Martin Buber, para citar apenas um, tem-nos dado lições magníficas sobre a relação Eu-Tu, o amor que permeia essa relação e sua explicitação no diálogo.

A PROCURA DO PAR
Para a ciência, homens e mulheres buscam as mesmas características em um parceiro: bondade, inteligência, bom humor e saúde, de acordo com pesquisa internacional realizada com 9.474 pessoas em 33 países (Journal of Cross-Cultural Psychology). Outra dica: procure pessoa semelhante a você, já que conforme pesquisa da Universidade de Iowa (Estados Unidos), casais com personalidades parecidas estão mais satisfeitas em seus relacionamentos. No estudo, os pesquisadores pediram a 291 casais que respondessem a questionários e participassem de interações filmadas, observando duas variáveis: satisfação matrimonial e semelhanças entre parceiros. Os resultados evidenciaram que a semelhança, no que concerne a atitudes, é fator importantíssimo para a qualidade da relação.

SEXO
Quem tem relações sexuais com quem acabou de conhecer fica malvisto, tanto faz, se trata de homem ou mulher, conforme pesquisa realizada pela Universidade Texas Tech (Estados Unidos), publicada na revista “Personal Relationships”, que entrevistou 296 universitários de ambos os sexos que responderam a questionários sobre comportamento sexual de homens e mulheres. Por outro lado, homens e mulheres que tiveram sua primeira relação sexual após firmar um compromisso, foram considerados mais apaixonados e companheiros, ou seja, desejáveis para namoro ou casamento.
Outro estudo, publicado no mesmo periódico, mostra que homens têm 40% mais chance de se envolverem em sexo casual, e que 33% dos homens já tinham se envolvido nessa modalidade, enquanto 16% das mulheres também. Ter tido experiência de sexo casual, ou estar bêbado, aumenta as chances de que o fato volte a ocorrer.

(Aqui foram narrados resultados de pesquisas, não foi feito juízo moral sobre os comportamento)
  
DISCUSSÕES
As discussões são inevitáveis em um relacionamento, e a forma como elas ocorrem diz muito sobre a qualidade do convívio. As agressões e as acusações, de modo geral, prejudicam. É melhor abrir portas para o diálogo que escancarar as que produzem conflito e brigas que desgastam a relação e podem deixar feridas de difícil cicatrização. Ao invés de agredir verbalmente e acusar, quando se sentir injuriado, dê chance ao outro de explicar porque agiu de determinada maneira ou fez certa afirmação – o que poderá ajudá-lo a avaliar o próprio comportamento e, se for o caso, reformular-se e pedir desculpas ou perdão: é a reconciliação. Identificar-se com o agressor, agredindo (Freud), envolver-se em bate-boca interminável, não conduz à resolução de impasses, mas leva a possíveis tempestades domésticas, com fim, às vezes, imprevisível e infeliz.

FAZER O AMOR DURAR
Um dos desafios do casamento é fazer o amor durar. John M. Gottman, PhD, professor emérito da Universidade de Washington, depois de acompanhar casais por anos a fio, e de ter criado o Laboratório do Amor na referida Instituição, criou uma fórmula de êxito para casamentos: a taxa 5x1. Significa: para cada aspecto negativo que você encontrar no parceiro, deve encontrar cinco positivos, ou, para a memória de um fato negativo, relembrar cinco positivos. Trata-se de exercício e tarefa para quem pretende dar estabilidade ao relacionamento. Assim, queixas sobre defeitos do parceiro e declaração de desprezo, são exemplos de comportamentos nocivos, enquanto capacidade para resolver conflitos e cultivar memórias positivas mantém a satisfação no relacionamento.

A proposta de Gottman lembra a teoria custo-benefício. Quando os custos são maiores que os benefícios, a relação tende ao rompimento; quando os benefícios são maiores, tende à estabilidade. O êxito no relacionamento depende de eu não ser um fardo para o outro e, principalmente, de lhe proporcionar muitas alegrias e satisfações. Se cada um pensar e agir assim, o relacionamento tem futuro.  O cristão pode e deve aproveitar os dados que a ciência disponibiliza e, além disso, utilizar os meios espirituais e sacramentais para construir uma vida conjugal estável e feliz.

Sugestão para reuniões de grupos de casais de movimentos familiares:
- um debate sobre o assunto deste correio.
POLÍTICA
A qualidade da nova política brasileira vai melhorar muito com a “ficha limpa”... depois de 2014. “O nosso partido cumpre o que promete. Só os tolos podem crer que não lutaremos contra a corrupção. Porque, se há algo certo para nós, é que a honestidade e a transparência são fundamentais, para alcançar os nossos ideais. Mostraremos que é uma grande estupidez crer que as máfias continuarão no governo, como sempre. Asseguramos sem dúvida que a justiça social será o alvo da nossa ação. Apesar disso, há idiotas que imaginam que se possa governar com as manchas da velha política. Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que se termine com os marajás e as negociatas. Não permitiremos de nenhum modo que as nossas crianças morram de fome. Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que os recursos econômicos do país se esgotem. Exerceremos o poder até que Compreendam que Somos a nova política.”

FRASES PARA REFLETIR
São Francisco de Assis
Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você.
O que temer? Nada. A quem temer? Ninguém. Por quê? Porque aqueles que se unem a Deus obtêm três grandes privilégios: onipotência sem poder; embriaguez sem vinho e vida sem morte.
Senhor, dai-me força para mudar o que pode ser mudado...
Resignação para aceitar o que não pode ser mudado...
E sabedoria para distinguir uma coisa da outra.
Apenas um raio de sol é suficiente para afastar várias sombras.
Ninguém é suficientemente perfeito, que não possa aprender com o outro e, ninguém é totalmente destituído de valores que não possa ensinar algo ao seu irmão.
Pregue o Evangelho em todo tempo. Se necessário, use palavras.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

MFC MURICI DESFILA HOJE COM O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA


C
om muita animação, alegria, disposição e frevo no pé, o Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas desfila a partir das 20 horas desta sexta-feira (08) pelas ruas de Murici com o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DE MURICI, abrindo o Carnaval 2013 de Murici.

Na sua segunda edição, o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DE MURICI vai desfilar pelas principais ruas de Murici ao som de uma Banda de Frevo que tocará o autentico frevo desde a concentração até o final do desfile.

A ECCi-Murici trabalha para que a tranquilidade e a alegria predominem durante todo o desfile e que o espírito do Carnaval familiar seja o ponto máximo da festa carnavalesca que reúne centenas de foliões.

A concentração será a partir das 19 horas, defronte a residência da coordenadora de Cidade, Márcia Calazans, com saída prevista para às 20 horas, num percurso semelhante ao do ano passado. Já na concentração, será montada uma estrutura com serviço de bar que atenderá aos participantes do Bloco com água, refrigerante, cerveja e churrasquinho.

As vendas de camisas superaram as expectativas da organização, confirmando o sucesso antecipado do evento que reunirá membros do MFC de Murici e cidades circunvizinhas, seus familiares e amigos.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

ELEIÇÕES MFC 2013 - EDITAL DE CONVOCAÇÃO

  

EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 001/2013

O Coordenador do Movimento Familiar Cristão no Estado de Alagoas, no uso de suas atribuições estatutárias e regimentais,

CONSIDERANDO o término do mandato da atual gestão da Coordenadoria Estadual e das Coordenadorias Municipais, e a necessidade da realização de eleições diretas, para o triênio seguinte (2013/2016);

CONSIDERANDO o que determinam os artigos 11, do Estatuto, e 87 do Regimento Interno do Movimento Familiar Cristão;

R E S O L V E:

I - Convocar os Coordenadores do Estado e de Cidades do Movimento Familiar Cristão do Estado de Alagoas e todos os membros efetivos e fundadores, que estejam em dia com suas obrigações estatutárias, inclusive, com a tesouraria, e que tenham, no mínimo, dois anos de caminhada (art. 87, § 3º RI), para participarem dos respectivos processos eletivos;

II – Orientar, no sentido de que as Coordenadorias editem ATOS CONVOCATÓRIOS, com ampla divulgação, até o dia 28 de fevereiro de 2013, para realização de eleições estadual e municipal, que se efetivarão na sede de cada Coordenadoria, no horário de 09h00min as 17h00min;

III – Lembrar que as eleições das Coordenadorias Estadual e de Maceió, serão realizadas na sede do Movimento Familiar Cristão, localizada na Rua Araújo Bivar, nº 580, no Bairro Pajuçara, nesta Capital, no próximo dia 16 (dezesseis) de março do corrente ano, no horário de 09h00min às 12h00min (Eleição Coordenação Estadual); e de 09h00min às 17h00min (Eleição Equipe Cidade de Maceió);

IV – Deverá, para tanto, ser constituída Comissão Eleitoral, com três membros, sendo um Presidente e outro Secretário, além de dois suplentes, os quais substituirão os efetivos em suas faltas e impedimentos;

V – Esclarecer que a Comissão Eleitoral se instalará e dará início aos trabalhos de eleição, na data e hora indicadas no ATO CONVOCATÓRIO;

VI - Advertir que a(s) chapa(s) concorrente(s) deverá ser registrada perante a Comissão Eleitoral, cinco (5) dias antes do dia da eleição, cujos pleitos serão instruídos com: requerimento ao Presidente da Comissão Eleitoral, indicação dos nomes dos candidatos para os cargos de Coordenador e Vice-Coordenador; indicação da Equipe de Base (EB/Grupo) a que pertencerem, e comprovante de quitação com a Tesouraria, até o mês da eleição, cujos documentos serão analisados e declarados habilita a chapa, até setenta e duas (72) horas antes do evento eleitoral;

VII – Informar, que caberá a Comissão Eleitoral, não apenas habilitar o candidato, como também providenciar a confecção de chapa, quantas forem necessárias, proporcional ao número de pedidos registrados e habilitados, até o prazo fixado no item anterior;

VIII – Esclarecer, ainda, que a Comissão Eleitoral, após declarar encerrada a eleição e apurados os votos, proclamará a chapa vitoriosa, que será aquela que obtiver o maior número dos votos apurados;

VIII – Advertir, finalmente, que somente poderá votar quem possuir dois anos de caminhada no MFC e estiver em dia com a Tesouraria, até o mês da eleição (março/2013), e que o Tesoureiro deverá estar presente na data e horários das referidas eleições, e que,

IX - Os casos omissos serão apreciados e decididos pela Coordenação Estadual (CE) do Movimento Familiar Cristão.

PUBLIQUE-SE E CUMPRA-SE.

Maceió, 06 de fevereiro de 2013.


JAMES MAGALHÃES DE MEDEIROS e MARIA DE FÁTIMA ALVES DE MEDEIROS
Coordenadores Estaduais

ANTONIO VAMBERTO DE SOUZA e MARLY DA SILVA SOUZA
Vice-Coordenadores Estaduais

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CORREIO MFC BRASIL Nº 306



A união de um homem e uma mulher, fundada no amor, num projeto de vida a dois que inclui a constituição de uma família, firme desejo de estabilidade, respeito às individualidades, compromisso recíproco de empenho na plena realização pessoal do outro, é um relacionamento humanizador por excelência.

OS SACRAMENTOS DIVINOS (III)
*HELIO AMORIM – MFC/RJ

O POTENCIAL HUMANIZADOR
DA UNIÃO CONJUGAL

P
ara os cristãos, numa perspectiva de fé, uma união assim assumida, se apresenta como um símbolo da relação amorosa e humanizadora de Deus com o seu Povo.

Se os que assim se unem, assumem a sua união com plena consciência de sua dimensão simbólica, e tomam o amor de Deus como inspiração e modelo para a vivência e crescimento do amor conjugal, este símbolo é proclamado como sinal ou sacramento do amor de Deus.

Dizemos que o sacramento, naquela visão de fé, é um sinal sensível (que se percebe pelos sentidos, é visível nos seus gestos e manifestações) e eficaz (reproduz e alimenta o seu conteúdo simbólico). Ou seja, o casal que assim se ama, nos faz recordar o amor de Deus e, ao mesmo tempo, faz crescer o amor daqueles que o assumiram nessa perspectiva sacramental.

O sacramento do matrimônio é um sacramento divino, por sua referência a Deus. Como nos demais sacramentos, há uma matéria prima indispensável: o amor entre um homem e uma mulher que, numa perspectiva de fé, tomam o amor de Deus por nós como modelo para o seu amor. Os que assim se unem conheceram como o Deus da Bíblia nos ama: amor gratuito e fiel, amor-doação-serviço comprometido com a nossa humanização, que respeita a nossa originalidade, e aceita nossas limitações. Amor que não domina, antes nos liberta, que não manipula e sufoca, antes nos promove e ajuda a caminhar, um amor capaz de levar a dar a vida por nós (o que não é simples hipótese romântica mas morte real e de cruz).

Então percebem que a sua união, fundada no amor, é um sinal ou reflexo ainda que pouco luminoso do amor de Deus. Estão dispostos a viver esse amor numa profunda relação interpessoal, dialogal, de revelação mútua, comprometidos com a realização das potencialidades do outro, que se expresse em atos concretos e gestos simbólicos. Nunca fechado em si mesmo, mas aberto ao mundo e comprometido com a justiça e a humanização da história humana, nela intervindo, como Deus sempre o fez, em favor nos mais fracos. Estão prontos, então, a proclamar que a sua união é um sacramento divino. Para isso, convidarão a comunidade cristã, seus parentes e amigos, aos quais anunciarão a sua união e pedirão apoio para vivê-la nessa dimensão sacramental. Esse é o sentido da celebração religiosa do casamento que inaugura uma nova família cristã. A comunidade presente, consciente do que está sendo celebrado, responderá ao pedido do casal, comprometendo-se a ajudá-lo na concretização da sua disposição de se amarem sempre como Deus nos ama.

O sacerdote que, em nome da comunidade preside a celebração, reconhece e proclama, então, que essa união é um sacramento divino, cujos ministros são, na verdade, os que se casam. Porque, de fato, somente eles são capazes de dar à sua união essa dimensão sacramental. Este ritual tão emocionante e a vivência do casal serão os sinais sensíveis desse sacramento. A Graça que tornará esse sinal eficaz será derramada por Deus sobre o casal e sobre todos aqueles que assumiram o compromisso de ajudá-lo a viver a sua união como sacramento.

Temos que reconhecer que muitos, talvez a maioria dos casamentos que se celebram nas igrejas, não são sacramento, não obstante a bela coreografia montada, com música, flores e tapetes. Não passam de um ato social, enraizado na nossa cultura, mas nada tendo a ver com a fé, sem referência consciente ao amor Deus tomado como modelo de uma união humanizadora, com os compromissos dele decorrentes.

Por outro lado, há graus de sacramentalidade matrimonial. Se a dimensão sacramental decorre da qualidade e profundidade do amor que une o casal, quanto mais se amam, mais se assemelhará o seu amor ao amor de Deus, portanto, mais nítida e real será a sua sacramentalidade. Na vivência do casal, ao longo de sua vida conjugal, haverá tempos de maior e tempos ou momentos de menor densidade sacramental.

Essa concepção representa um desafio evidente. Quer dizer que o sacramento não é um selo de garantia ou marca indelével e definitiva gravada numa linda celebração. Aquele não foi um ato mágico, que transformou em sacramento o que antes não era. Na verdade, a sacramentalidade nasceu no momento em que os dois reconheceram a semelhança do seu amor com o amor de Deus e o assumiram como tal. A celebração foi o anúncio e o pacto estabelecido com a comunidade cristã. Tampouco ficou definido, naquele momento, o grau de sacramentalidade da sua união. Talvez fosse apenas incipiente e ainda débil essa dimensão sacramental, diante do imenso potencial de crescimento e amadurecimento do amor dos dois.

Esse é o desafio: a sacramentalidade da união conjugal é chamada a crescer, consolidar e aprofundar-se. Ou seja, o amor que os uniu terá que ser cultivado cuidadosamente, no dia-a-dia da vida conjugal e familiar para que cada vez mais se pareça com o amor de Deus.

Assim, todos os gestos e ações que contribuem para o crescimento do amor, acrescentarão mais densidade sacramental à união conjugal. O carinho e gestos de ternura, o relacionamento sexual como expressão e celebração festiva do amor, a ajuda mútua, o reconhecimento das qualidades do outro, o incentivo à sua realização pessoal, o respeito à individualidade - tudo contribuirá para o crescimento do amor e, portanto, para a crescente densidade sacramental da união conjugal. Mas vice-versa: a falta desses alimentos pode esvaziar o amor e a sacramentalidade no princípio assumida.

Podemos concluir que o potencial humanizador da união do homem e da mulher está diretamente relacionado com a sua sacramentalidade, se esta tem sua densidade definida pela profundidade do amor humanizador que os une.

Isto vale para os cristãos e os não-cristãos. Estes, se vivenciam a sua união fundada num amor humanizador semelhante ao amor de Deus, não saberão, por estar ausente a fé, que nela há uma dimensão de sacramentalidade, não expressa e proclamada. Essa dimensão é percebida pelos que os conhecem e os veem com os olhos da fé. Em qualquer tempo poderão descobri-la e anunciar com alegria a sacramentalidade só então percebida. E reconhecer que ela é muito anterior à descoberta tardia.

*Descomplicando a fé” – Editora Paulus

O MACHISMO NA HISTÓRIA DO POVO DE DEUS
          
L
emos no Eclesiástico, em sua tradução mais branda: "É melhor a maldade do homem do que a bondade da mulher: a mulher cobre de vergonha e chega a expor ao insulto". (Eclo. 42, 14).

São Paulo não escapa aos condicionamentos culturais do seu tempo: "As mulheres se calem nas assembleias porque não lhes compete falar, mas viver sujeitas, como diz a Lei. Se quiserem aprender alguma coisa, que perguntem em casa a seus maridos, porque não é conveniente a mulher falar na assembleia" (1Cor 14, 34-35).

"A mulher ouça a instrução em silêncio, com espírito de submissão. Não permito que a mulher ensine nem se arrogue autoridade sobre o marido, mas permaneça em silêncio, pois o primeiro a ser criado foi Adão, depois Eva. E não foi Adão que se deixou iludir, mas sim a mulher que, enganada, incorreu em transgressão; mas ela poderá salvar-se, cumprindo os deveres de mãe, contanto que permaneça com modéstia na fé, na caridade e na santidade" (1Tm 2, 11-15).

Santo Tomás de Aquino, o santo teólogo, fortemente influenciado por Aristóteles, reforçava essa discriminação: "A mulher foi criada mais imperfeita que o homem, porque, naturalmente, no homem há mais discernimento e razão".

"A mulher é um ser acidental e falho. Por natureza, a mulher é inferior ao homem, em força e dignidade, e por natureza lhe está sujeita, pois no homem, o que domina, pela sua própria natureza, é a facilidade de discernir, a inteligência".

Algumas grotescas e divertidas: "A beleza física não vai além da pele. Se os homens vissem o que está sob a pele, a visão das mulheres lhes viraria o estômago. Quando nem sequer podemos tocar com a ponta do dedo um cuspe ou esterco, como podemos desejar abraçar esse saco de excremento?" (Odon, abade de Cluny, sec. X).

"Dentre todas as armadilhas que nosso inimigo ardiloso armou através de todas as colinas e planícies do mundo, a pior e aquela que quase ninguém pode evitar é a mulher, funesta cepa de desgraça, muda de todos os vícios, que engendrou no mundo inteiro os mais numerosos escândalos". (Marborde, bispo de Rennes e depois monge em Angers).

Essa breve coletânea serve para confirmar que o preconceito existe, é antigo e bastante arraigado na reflexão da Igreja. Impede até hoje que sequer se cogite, por exemplo, a ordenação de mulheres e sua inserção no governo da Igreja...