domingo, 21 de abril de 2013

LITURGIA DO 4º DOMINGO DA PÁSCOA - 21/04/2013






 4º DOMINGO DA PÁSCOA





PRIMEIRA LEITURA (At 13,14.43-52)

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, Paulo e Barnabé 14partindo de Perge, chegaram a Antioquia da Pisídia. E, entrando na sinagoga em dia de sábado, sentaram-se.

43Muitos judeus e pessoas piedosas convertidas ao judaísmo seguiram Paulo e Barnabé. Conversando com eles, os dois insistiam para que continuassem fiéis à graça de Deus.

44No sábado seguinte, quase toda a cidade se reuniu para ouvir a palavra de Deus. 45Ao verem aquela multidão, os judeus ficaram cheios de inveja e, com blasfêmias, opunham-se ao que Paulo dizia.

46Então, com muita coragem, Paulo e Barnabé declararam: “Era preciso anunciar a palavra de Deus primeiro a vós. Mas, como a rejeitais e vos considerais indignos da vida eterna, sabei que vamos dirigir-nos aos pagãos. 47Porque esta é a ordem que o Senhor nos deu: ‘Eu te coloquei como luz para as nações, para que leves a salvação até os confins da terra’”.

48Os pagãos ficaram muito contentes, quando ouviram isso, e glorificavam a palavra do Senhor. Todos os que eram destinados à vida eterna, abraçaram a fé. 49Desse modo, a palavra do Senhor espalhava-se por toda a região.

50Mas os judeus instigaram as mulheres ricas e religiosas, assim como os homens influentes da cidade, provocaram uma perseguição contra Paulo e Barnabé e expulsaram-nos do seu território.

51Então os apóstolos sacudiram contra eles a poeira dos pés, e foram para a cidade de Icônio. 52Os discípulos, porém, ficaram cheios de alegria e do Espírito Santo.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 99)

— Sabei que o Senhor, só ele, é Deus, nós somos seu povo e seu rebanho.
— Aclamai o Senhor, ó terra inteira,/ servi ao Senhor com alegria,/ ide a ele cantando jubilosos!
— Sabei que o Senhor, só ele, é Deus,/ ele mesmo nos fez, e somos seus,/ nós somos seu povo e seu rebanho.
— Sim, é bom o Senhor e nosso Deus,/ sua bondade perdura para sempre,/ seu amor é fiel eternamente!

SEGUNDA LEITURA (Ap 7,9.14b-17)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
Eu, João, 9vi uma multidão imensa de gente de todas as nações, tribos, povos e línguas, e que ninguém podia contar. Estavam de pé diante do trono e do Cordeiro; trajavam vestes brancas e traziam palmas na mão.

14bEntão um dos anciãos me disse: Esses são os que vieram da grande tribulação. Lavaram e alvejaram as suas roupas no sangue do Cordeiro.

15Por isso, estão diante do trono de Deus e lhe prestam culto, dia e noite, no seu templo. E aquele que está sentado no trono os abrigará na sua tenda.

16Nunca mais terão fome nem sede. Nem os molestará o sol, nem algum calor ardente. 17Porque o Cordeiro, que está no meio do trono, será o seu pastor e os conduzirá às fontes da água da vida. E Deus enxugará as lágrimas de seus olhos.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Jo 10,27-30)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus:

27As minhas ovelhas escutam a minha voz, eu as conheço e elas me seguem. 28Eu dou-lhes a vida eterna e elas jamais se perderão. E ninguém vai arrancá-las de minha mão.
29Meu Pai, que me deu estas ovelhas, é maior que todos, e ninguém pode arrebatá-las da mão do Pai. 30Eu e o Pai somos um.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

CONDUZ ÀS FONTES DAS ÁGUAS
O Tempo da Páscoa nos introduz no ensinamento e na Vida de Cristo. É um momento de acolher os frutos da Ressurreição. Não só lembramos o acontecimento da passagem de Cristo da morte para a Vida, como também de nossa ressurreição com Ele. A liturgia nos desvenda as riquezas dadas por Jesus. Jesus não é um simples morto que voltou à vida, mas o Ressuscitado que é o Senhor, um com o Pai e Pastor de Seu povo. De seu lado aberto saiu sangue e água. Estas águas da Vida jorradas de seu coração são a meta de todos os que creem. É para essas águas que Ele nos conduz. As águas simbolizam a Vida de Deus na qual vivemos. Nas orações da celebração de hoje pedimos que sejamos conduzidos às alegrias celestes onde já está o Pastor (Oração). Estas alegrias nos advêm da participação dos sacramentos que continuam em nós a obra da Redenção (Oferendas). É assim que nos conduz às águas (Ap 7,17). Salvos por Jesus adquirimos uma morada nos Céus (Pós-comunhão). Ele mesmo dissera que iria nos preparar um lugar (Jo 14,2). Ele é o Pastor que nos conduz. Entre o Pastor e a ovelha há uma relação de conhecimento para o seguimento: “Eu conheço as minhas ovelhas e elas me seguem”. Este conhecimento é o mesmo pelo qual conhece o Pai e é por Ele conhecido. Por isso Jesus diz: o Pai e Eu somos Um (Jo 10,30). O tempo da Páscoa nos ensina a divindade de Jesus, por isso insiste nas palavras: Eu Sou. É o Nome e o Ser de Deus. O Pastor se põe na condição de igual ao Pai. É este conhecimento que dá às ovelhas a segurança de seguí-Lo. Estão protegidas e ninguém as tirará de suas mãos. Lemos no Apocalipse que Ele nos abrigará na Sua tenda (Ap 7,15).

EU LHES DOU A VIDA ETERNA
Ouvir e seguir o Pastor é ter a salvação. Jesus é pastor unido ao Pai que é o Pastor e Rei de seu povo. O conhecimento que Jesus tem de suas ovelhas e elas Dele, não é um saber coisas sobre Ele, mas de uma experiência da Vida. Elas formam uma comunidade que escuta o Pastor. A experiência se dá quando se ouve a voz do Pastor. Os que O seguem se juntarão à imensa multidão dos que lavaram suas vestes no sangue do Cordeiro (Ap 7,13). Mesmo no meio das perseguições, terão suas lágrimas enxugadas (Ap 7,17). Conhecer o Pastor é uma experiência de união total de vida, tendo seus mesmos sentimentos, suas atitudes, e assumindo a cruz como Ele tomou. O conhecimento através do amor ensinará a Verdade do Pastor. Ele é a base da missão de todo apóstolo como vimos em Paulo e Barnabé.

CHAMADOS A SER PASTOR
Na perspectiva vocacional corremos o risco de ficar no periférico desta vocação, como ritos, roupas, promoções, tradições e costumes. A verdadeira vocação se dá nesta íntima união com o Pastor, em seus sofrimentos, como ocorreu com os apóstolos. A tentação do mundo na ganância, no orgulho, no exterior e na riqueza, não combina com Jesus. A piedade exterior também não serve. É preciso lavar as vestes no sangue do Cordeiro, isto é, ter adesão total a Ele. Aí sim, podemos conduzir com Ele o povo que lhe é fiel. A vocação tem uma dimensão universal, como universal é a missão de Jesus. Como Paulo deixa o judaísmo e se abre ao mundo pagão, somos chamados a nos abrirmos ao novo que nos é dado nesta vocação. A missão de todo o cristão, de modo particular dos pastores, é que o rebanho possa atingir, apesar de sua fraqueza, a fortaleza do Pastor (Oração).

ORAÇÃO
                             
Deus eterno e todo-poderoso, conduzi-nos à comunhão das alegrias celestes, para que o rebanho possa atingir, apesar de sua fraqueza, a fortaleza do Pastor.  Amém!

Editado por Jorge – MFC ALAGOAS

sábado, 20 de abril de 2013

MFC ALAGOAS PROMOVE REUNIÕES SOBRE O ENA 2013


A
 Coordenação Estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão esteve reunida na última quinta-feira (18) com a ECCi-Maceió e membros de diversos Grupos de Base do MFC MACEIÓ para divulgar o 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC que acontecerá de 6 a 12 de julho do corrente ano, em Vitória da Conquista – Bahia.

Em conjunto com a ECCi-Maceió, a ECE-AL vêm trabalhando para que todas as vagas destinadas a ALAGOAS no ENCONTRO NACIONAL sejam ocupadas.

Durante a reunião na Sede do MFC, para tratar exclusivamente sobre o 18º ENA, a coordenação estadual divulgou a programação oficial do 18º ENA e repassou as informações sobre as inscrições e viagem da delegação alagoana à Vitória da Conquista-BA.

A ECCi-Maceió, a título incentivo, resolveu que todos os membros que estiverem quites com a tesouraria terão a inscrição no valor de R$ 200,00 (duzentos reais) paga pelo MFC MACEIÓ. A ECE-AL vai disponibilizar um ônibus de luxo com serviço de bordo, ar condicionado, TV, som, frigobar, banheiro, com 2 (dois) motoristas capacitados, pelo preço de R$ 100,00 (cem reais) por pessoa. Uma passagem de Maceió à Vitória da Conquista custa R$ 170,00 (cento e setenta reais), só ida. Com a ECE-AL subsidiando os custos com o transporte, o emefecista alagoano pagará pela ida e volta o valor de R$ 100,00.

O ônibus contratado tem capacidade para 48 passageiros viajarem confortavelmente, e como o número de vagas da delegação alagoana é estimada em 32 pessoas (25 adultos e 7 jovens), o ECE-AL pretende fazer uma parceria com a ECE-SE (15 adultos) para juntar as duas delegações no mesmo ônibus.

As vagas são limitadas e restam poucas vaga. Os interessados em participar, devem entrar em contato o quanto antes com a Tião e Suely – tesoureiros da ECCi-Maceió e confirmar a participação no maior evento do MFC no Brasil.

ENA

O
 ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO é um evento realizado a cada três anos e reúne integrantes do MFC de todo Brasil, para uma semana de estudos e reflexões sobre as ações do MFC em território brasileiro e latino-americano.

Em julho deste ano o MFC enviará para Vitória da Conquista – Bahia, 450 representantes de todo o país para participarem do 18º Encontro Nacional.

Neste evento realizam-se oficinas, estudos em grupos de trabalho, atividades culturais (canto e dança), exposições regionais e shows musicais, palestras, apresentações religiosas, apresentação de trabalhos sociais, além de reunião administrativa.

MURICI

N
este sábado (20), a Equipe de Coordenação Estadual Alagoas estará em Murici – Alagoas para divulgar e proporcionar a oportunidade de membros do MFC MURICI participarem do 18º ENA.

A reunião acontecerá a partir das 20 horas, na Escola SESI, local utilizado para as reuniões do Movimento Familiar Cristão de Murici, com a presença da ECCi-Murici e de membros de todos os Grupos de Base do MFC Murici.

ANIVERSARIANTE DO DIA - RUBENS DE LÚCIA (MFC MURICI)


quinta-feira, 18 de abril de 2013

SAIBA TUDO SOBRE O ENA 2013, HOJE NA SEDE DO MFC

Clique na imagem para melhor visualizar

Mais informações - Clique aqui

CORREIO MFC BRASIL Nº 319

  
VOCÊ ACREDITA EM MILAGRES?
Frei Betto
Escritor e Assessor de Movimentos Sociais

Frei Betto
Desde o surgimento da agricultura, quando o ser humano já não dependia da fase coletora e extrativa, tenta-se domesticar a natureza, impor-lhe limites, desviar o seu curso, exigir que ela siga, não suas leis intrínsecas, e sim a nossa lógica voltada ao lucro. Assim, represamos rios, reduzimos o ímpeto das marés, quebramos a escuridão da noite, logramos fazer voar o que é mais pesado do que ar.

A
 razão moderna desencantou o mundo. E a primeira vítima foi o milagre que a ciência tenta expulsar do mundo e da mente humana.

A crença no milagre revela certa noção de Deus. Seria ele como um encanador que, tendo cometido erros em sua obra, a todo o momento precisa correr aqui e ali para corrigir defeitos imprevistos? Ele livra da doença os filhos preferidos e não os preteridos? Fica atento a quem mais emite súplicas e premia a insistência com o milagre?

A razão moderna considera que só a ignorância enxerga milagres na ordem natural das coisas. Milagre é quando se desconhecem as leis da natureza, assim como é mágica o que provoca e esconde o truque. O que hoje é tido como milagre será desvendado amanhã pela ciência, como faz o Fantástico em suas reportagens sobre a origem ordinária de fatos extraordinários?

Há teólogos que restringem a ação divina ao ato da Criação. Deus, ao criar, teria dotado a natureza de leis que, como o mecanismo do relógio, funcionam sem que o relojoeiro precise interferir. Se ocorrem imperfeições na Criação não é culpa de Deus. Há que buscar as causas na ação humana sobre a natureza e na nossa ignorância, que percebe como defeito o que para Deus seria mero e previsível efeito.

As Igrejas demonstram uma posição ambígua diante do milagre. Umas admitem a onipotência divina, o poder de Deus em operar mudanças substanciais no rumo natural das coisas e, ao mesmo tempo, miram com ceticismo qualquer evento que, por seu caráter extraordinário, é tido como milagre.

As Igrejas neopentecostais emulam a fé dos fiéis através de sucessivos milagres, em especial os que restabelecem a saúde. Já as Igrejas históricas suspeitam da profusão de milagres. A ponto de o Vaticano, nos processos de canonização, nomear um "advogado do diabo” incumbido de desmoralizar fenômenos nos quais a fé identifica origem miraculosa.

Muitos procuram em Deus a capacidade de operar milagres. Um Deus-mágico, capaz de tirar, de sua onipotente cartola, todo tipo de curas e bênçãos. Um Deus disposto, a todo o momento, a contrariar e mesmo subverter as leis da natureza que ele mesmo criou. Um Deus criado à nossa imagem e semelhança...

O que fez Moisés, naquele mundo politeísta, para convencer o faraó de que Javé era um Deus especial, diferente dos demais? Apresentou-lhe uma série de milagres. E ao se convencer de que o faraó se mantinha obstinadamente apegado a seus deuses egípcios, então recorreu às sucessivas pragas.

O Deus-espetáculo é tão paradoxal quanto o Deus-utilitário. Enquanto no dólar americano está impressa a inscrição "In God we trust” (Nós confiamos em Deus), os soldados nazistas traziam inscrito na fivela do cinto: "Gott mit uns!” (Deus está conosco).

E o Deus de Jesus, está com quem? Onde ele fica em tudo isso? Jesus agia com discrição, pedia aos discípulos para não fazerem alarde quanto à identidade dele, e ao curar não atribuía o mérito a si, e sim ao fiel: "A tua fé te salvou”.

O verdadeiro milagre de Deus é a presença de Jesus entre nós. Presença nada espetacular (nasce numa estrebaria e morre assassinado na cruz) e incômoda (entra em choque com as autoridades religiosas e políticas).

Não era a ordem da natureza que lhe interessava mudar e sim o coração humano, para impregná-lo de amor, compaixão e justiça.

Desconfio da fé que necessita da muleta dos milagres para se sustentar. É a fé-bilhete de loteria: adquiro-a na expectativa de ser sorteado. Em nada mudo minha atitude. Fico à espera de que Deus mude a dele...

É frequente encontrar quem tenha fé em Jesus. O raro é se deparar com quem tenha a fé de Jesus, que o levou a se posicionar em defesa dos oprimidos e excluídos em nome de um Deus amoroso e misericordioso.

A vida humana é, sem dúvida, o maior de todos os milagres. Mas ele não nos causa impacto. Não cremos nele. Tanto que somos indiferentes a tantas vidas ceifadas precocemente pela miséria e a violência.

A FORÇA DA ESPERANÇA
Manfredo Araújo de Oliveira
Doutor em Filosofia, professor da UFC e Presidente da Adital
 
Manfredo Araújo Oliveira
 
A
 semana santa é marcada pela celebração do que constitui o cerne da fé cristã: a morte e a ressurreição de Jesus. O objetivo é adentrar com outros olhos no enigma da existência humana. Isto significa que a festa da páscoa implica descer aos porões da vida humana e captar que há poderes presentes que ameaçam aniquilar tudo o que se almeja como bom em todos os projetos humanos.

O homem pós-moderno interpreta esta existência no horizonte da "perda de sentido”: aí onde a razão moderna encontra grandes soluções a partir de seu ideal de emancipação, a mentalidade contemporânea insiste no peso da vida dilacerada contra todo ideal o que se mostra dolorosamente nas situações de violência de todos os tipos: bilhões de pessoas vivendo em extrema pobreza, o massacre de crianças e adolescentes, a situação humilhante nos presídios, a discriminação de raças, as diferentes formas de opressão das mulheres, a intransigência cultural, a negação sistemática da diversidade, a rejeição da alteridade, a perseguição de minorias de raça, de sexo, de etnia, de dissidentes aos regimes, a sistemática destruição da natureza, drogados, aidéticos e todos os negados por uma sociedade que só tem tempo para seu consumo infinito, discriminações de todos os tipos, guerras criminosas. A finitude e a morte não escancaram a falta de sentido de tudo? A experiência da realidade humana se revela plena de sofrimento, de opressão, de infelicidade. Longe de qualquer fundamento, tudo parece caminhar para o puro vazio, o nada.

Que é, então, fé para os cristãos? Acolhida livre de que os eventos da páscoa são sinais da chegada da efetivação do que constitui o mais profundo da esperança humana. O grande sinal é a ressurreição: no seio da experiência da cruz irrompe o anúncio da ressurreição como interpelação a um olhar novo sobre a vida humana e a posturas novas capazes de transfigurar esta vida. No fundo da história está em jogo algo fundamental: a busca de realização do ser humano. O anúncio da ressurreição é a afirmação de que esta procura não é vã: abre-se uma possibilidade para uma vida com sentido. Falar de ressurreição significa falar de uma comunhão radical com Deus, que nem a morte consegue extinguir, portanto, falar da vitória da vida.

Esta palavra começa a ter credibilidade, quando gestos de ressurreição começam a fazer declinar as mortes sofridas, gestos que possuem a força de ir reconquistando a vida humana e fazendo degustar, nesta conjunção de regozijo e dor, as marcas de vida nova, de recuperação da justiça, da ternura, do gosto de viver e conviver.

Em nossa sociedade começa a fazer subversão quem partilha o pão, a vida, os ideais, quem ainda é capaz de se acercar com ternura de um doente, das prostitutas, dos abandonados, quem é capaz de acariciar uma criança, respeitar as mulheres, lutar por justiça! Quem sabe, tudo isto talvez seja um sinal muito frágil, mas ele já começa a dissipar as trevas de nossas vidas.

Dostoievsky (1821-1881)
Os homens não se tornam ateus apenas, mas creem no ateísmo como em uma religião.
Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo. Se alguém me provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha nele, prefiro ficar com o Cristo a ficar com a verdade.
As coisas mais insignificantes têm, às vezes, maior importância e é geralmente por elas que a gente se perde.

Leon Tolstoi
Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira.
Cristo mostra ao homem uma perfeição impossível de ser atingida, mas à qual ele aspira do fundo do seu coração. É mostrado ao homem um ideal, do qual o homem poderá sempre medira a distância que o separa. A doutrina de Cristo se parece com um homem que traz uma lanterna diante de si na ponta de uma vara, mais ou menos longa: a luz está sempre diante dele e lhe revela a todo momento um espaço novo que ela ilumina e que vai caminhando com ele.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

MFC VAI REUNIR MEMBROS PARA FALAR SOBRE O ENA



D
esde o inicio de suas atividades no Brasil, os dirigentes do Movimento Familiar Cristão perceberam que uma Equipe Base jamais poderia desenvolver-se isoladamente e que a inter-relação com outras equipes de uma mesma cidade, estado ou país era absolutamente necessária. Perceberam também que os mesmos carismas que integram as famílias numa Equipe Base eram essenciais para integrar o MFC em todos os níveis e, assim, em cada encontro onde emefecistas se reúnem a serviço do próprio MFC ou em quaisquer outras situações, o acolhimento, a fraternidade e as trocas de experiências se fazem necessárias. Daí surgiu o ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC, que são realizados como forma de se manter a unidade de objetivos e como resposta aos anseios que brotam das células, se constituindo como necessidades absolutas para a vida e a existência do MFC.

A Coordenação Estadual Alagoas e a Equipe de Coordenação de Cidade de Maceió do Movimento Familiar Cristão trabalham para levar o maior número possível de membros para participar do 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO que acontecerá de 6 a 12 de julho do corrente ano, em Vitória da Conquista – Bahia, promovendo meios para facilitar à participação dos emefecistas alagoanos no maior evento do MFC em nível de Brasil.

Nesta quinta-feira, a partir das 19h30min, haverá uma reunião na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, nº 580 – Pajuçara – Rua do Estádio do CRB), com todos os membros de Grupos de Base para se falar exclusivamente sobre o 18º ENA, oportunidade que todos conhecerão a programação do ENA e a programação estabelecida pelo MFC para a viagem da delegação alagoana.

As vagas são limitadas, portanto, não deixe de comparecer à reunião desta quinta-feira (18) e confirmar sua presença no maior evento do MFC no Brasil.

terça-feira, 16 de abril de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - WÉVANI SOUZA


TROCO CINCO AVE-MARIAS POR UM CARRO. TRATAR AQUI!



Reproduzo um artigo publicado no Site “O Catequista” para que nossos visitantes façam reflexões sobre o assunto que está degringolando pra ser um balcão de negócios com Deus!

Que atire a primeira pedra quem nunca fez uma promessa. Os pedidos vão desde os mais urgentes, como a cura para uma doença, até os mais caras de pau, como ganhar um carro. Mas o fato é que todos são justos, na medida em que Deus é nosso Pai e, como bons filhos, podemos mesmo pedir tudo a Ele.  Mas… nem sempre nossos pais nos dão aquilo que pedimos.  E raramente estamos dispostos a receber aquilo de que realmente precisamos.  Afinal, é muito mais fácil pedir mesada do que trabalhar, não é?

Mas seja qual for o seu pedido, o recado é: faça por merecer.  Não adianta querer pedir pra um santo resolver a sua prova de matemática se você deixou de estudar pra ir ao show do Justin Bieber (na verdade, só por isso você deveria tirar zero pelo resto do ano).  Também não adianta pedir pra Santa Edwiges pagar suas contas, se você gastou os tubos em bebidas ontem na balada, ou estourou o limite do seu cartão de crédito comprado calcinha da Victoria Secret.

Mesmo diante dos nossos pedidos malucos, Deus sempre nos atende.  Mas nem sempre do jeito que pensamos. Por exemplo, é mais fácil Ele deixar você tirar um zero na prova do que lhe dar cola.  Afinal, um bom pai iria preferir ensinar ao seu filho o valor do estudo.  Desta forma, Ele vai lhe ajudar muito mais.

O problema é que quando fazemos nossas promessas, em geral estabelecemos uma troca, do tipo: eu rezo uma Ave-Maria e o Senhor me dá… vejamos… um carro! Que tal?  E nem pensar em me dar qualquer outra coisa!  Afinal, tô pagaaaaaaado…

Só que não é assim que a banda toca.  Ninguém manda em Deus.  Muito menos na base do troca-troca.

Mas então, não devíamos fazer promessas?  Evite.  Mas se fizer, não entenda isso como um escambo divino. Na verdade, você deve fazer sacrifícios.  Em outras palavras, você deve estudar para a prova e oferecer a Deus aquele esforço de estudar, renunciando ao seu futebol com os amigos, pedindo a Ele que lhe dê forças para continuar, e que depois lhe ajude a lembrar-se de tudo o que está estudando.  Pode ter certeza: Deus vai premiar o seu esforço. Isso se chama voto.

Agora talvez você se pergunte: mas, se “contratar serviços” de Deus em troca de presentinhos e orações não é legal, porque algumas igrejas (como a própria Basílica de Aparecida) têm salas só pra guardar aquelas velas enormes e mais um monte de coisas que as pessoas levam até lá (tipo… cabeças gigantes de cera)?  É simples: porque estas coisas não são pagamentos pelos serviços de Deus – ou ao menos não deveriam ser –, mas são sinais concretos da gratidão das pessoas pelas graças alcançadas!

Esses objetos recebem o nome de ex-votos: significa que eram votos, mas já se realizaram. Ou seja, as pessoas ofereceram seus sacrifícios pedindo algo a Deus (voto) e após alcançarem, demonstram sua gratidão ao Pai.  Assim, testemunham a todos que os seus votos se tornaram realidade (daí ganharem o prefixo EX, como ex-namorada, ex-chefe etc.).

Em suma, é justo, após receber uma graça, oferecer algum objeto, oração ou sacrifício como testemunho de gratidão a Deus, mas não é legal ficar tentando estabelecer com o Altíssimo trocas do tipo “se o Senhor fizer isso pra mim, eu faço tal coisa pra te agradar”. Devemos buscar agradar a Deus sempre, Ele fazendo a nossa vontade ou não.

Então, meu amigo… agora que você já entendeu que malandragem não cola com Deus, trate de estudar, economizar, ser responsável… E, sobretudo, tenha fé e certeza de que seu Pai está vendo o seu esforço. Ele saberá segurar a sua mão e apoiá-lo sempre que for necessário!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - FERNANDO DE LUCIANA FON


LINHARES-ES FOI SEDE DA 6ª REUNIÃO DO CONDIN DA GESTÃO 2010/2013

CONDIN em Linhares - ES - 12 a 14/04/2013


  
N
a última sexta-feira (12) o MFC Linhares – Espírito Santo acolheu os participantes da 6ª REUNIÃO ADMINISTRATIVA DO CONDIN - CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO. A acolhida aconteceu na Igrejinha Velha, localizada na Praça 22 de Agosto, com a presença do Padre Miguel e membros da ECCi-Linhares/ES, os dirigentes e assessores do CONDIN foram recepcionados com muita alegria pelo irmãos de Linhares. Em seguida os emefecistas se dirigiram para o prédio onde funciona a Câmara Municipal onde foi servido o jantar de confraternização.

No sábado (13), às 8 horas, após um delicioso café da manhã a última reunião do Conselho Diretor Nacional se-iniciou com as boas vindas do casal coordenador nacional, Eduardo e Ismari (MFC-PR) e da coordenação estadual do Espírito Santo. Em seguida aconteceu a liturgia do CONDIR NORDESTE e a aprovação da pauta.

A parte administrativa teve inicio com a explanação sobre o ENA – Encontro Nacional do MFC que acontece de 6 a 12 de julho, em Vitória da Conquista – Bahia, oportunidade onde os coordenadores nacionais repassaram as informações atualizadas de todos os preparativos para o maior evento do MFC no Brasil.

Durante a explanação sobre o ENA houve a participação de membros da Equipe de Coordenação do 18º ENA, composta pelos emefecistas de Vitória da Conquista-BA, Rubens e Rosana (casal comunicação ENA) e Tênio (coordenação Infraestrutura ENA), inclusive com a apresentação do hino do ENA que será cantado por todos durante o evento. Com as duvidas sobre o ENA esclarecidas o Conselho passou a deliberar a parte administrativa do CONDIN iniciando-se pela parte financeira, oportunidade que todos os CONDIR’s receberam os valores referentes à verba do Adveniat referente ao ano de 2013 que deverá ser utilizada exclusivamente em projetos de formação. Outro ponto bastante destacado foi o Dia Nacional de Contribuição, regulamentada pelo Artigo 70 do Regimento Interno do MFC, onde cada membro contribui com R$ 5,00 (cinco reais) e toda arrecadação se destina exclusivamente a subsidiar despesas com as Equipes de Infraestrutura e Metodologia do Encontro Nacional do MFC, que acontece a cada três anos.   Às 12h30min os trabalhos foram suspensos para o almoço no próprio local.

Após um breve intervalo, a reunião teve continuidade com a palavra dos CONDIR’s, onde os coordenadores regionais, assessores e ex-coordenadores focalizando sugestões e considerações sobre a caminhada realizada neste triênio (2010/2013).

O primeiro a falar foi o casal José Newton e Ariadna, ex-coordenadores nacionais na Gestão 2007/2010, que afirmaram estar feliz com o salto de qualidade do MFC na atual Gestão, destacando-se a transparência nas finanças e a independência hierárquica frente a outros órgãos.

A fala do CONDIR SUDESTE iniciou-se com uma dinâmica divertida para animar os participantes do evento. A coordenação estadual Espirito Santo fez a apresentação do Conselho Estadual e entregou aos membros do Conselho Nacional uma lembrança do Espirito Santo. Em seguida o casal coordenador regional, Freitas e Alivanir expuseram a caminhada do CONDIR SUDESTE durante a atual Gestão, destacando-se o planejamento realizado com o calendário das reuniões; visita motivacional aos estados; reorganização estrutural no Rio de Janeiro; elaboração da planilha financeira anual; cumprimento da contribuição do Dia Nacional; realização do 1º Encontro Regional de Coordenadores de Cidades; participação nas reuniões do CONDIN; e cumprimentos das Metas do triênio. A conclusão da fala do CONDIR SUDESTE aconteceu com Lincoln e Jamara, casal coordenador de cidade, apresentando a história do MFC LINHARES e da história e dos pontos turísticos da cidade.

O Nordeste iniciou sua fala lendo uma frase de Mário Quintana: “O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...”. James e Fátima disseram que de uma maneira simples interagiu com todos os estados, procurando desenvolver um trabalho em prol do Movimento Familiar Cristão. Em termos de Nordeste, procurou-se expandir através de Nucleações, mas reconheceu as dificuldades em expandir. A atual Gestão trabalhou para fundar o MFC nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, plantando a semente emefecistas naqueles estados, mas sem o êxito da expansão imediata. Prestou uma homenagem aos casais Eduardo/Ismari e José Newton/Ariadna, que durante suas gestões mudaram a cultura administrativa e financeira do CONDIN, graças ao planejamento estratégico e ações realizadas nas duas últimas gestões. Finalizou com outra frase de Mário de Quintana: “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”.

O Centro-Oeste disse que o MFC vive um momento de mudanças, desde a AGN Vila Velha-ES, com as regiões realizando integração através Encontros para expandir com o CONDIR CENTRO OESTE, plantando sementes durante a atual Gestão para que sejam colhidas nas gestões futuras. As dificuldades foram muitas, mas a caminhada seguiu firme com mudanças e renovações no Mato Grosso do Sul. Anunciou a realização nos próximos dias de um seminário que terá a participação da atual coordenação nacional.

O Norte, através do coordenador regional, Alzenir, fez um agradecimento especial a todos os integrantes do CONDIN, estatutariamente formado pelos CONDIR’s e pela coordenação anterior. Destacou os trabalhos realizados pela atual e anterior coordenação que desenvolveram um trabalho em prol do MFC. Disse ainda que o CONDIR NORTE procurou trabalhar seguindo as diretrizes com inspiração divina do poder da visão e da unidade. Houve a expansão nos estados do Maranhão, Amapá e Amazonas, com a inclusão de novos membros. O estado do Pará permaneceu com os mesmos números do inicio da Gestão. Realizou Encontros de Jovens em todas ECE’s, com a coordenação do emefecista Jorge Leão, membro do MFC Maranhão. Alzenir destacou os trabalhos realizados pelas ECE’s junto a Igreja Católica e entidades assistenciais da região Norte.

O Sul disse que aprendeu a viver e conviver com a atual Gestão. Afirmou que desde o inicio da Gestão o CONDIR SUL realizou um planejamento financeiro que foi mantido pelas ECE’s; cresceu com o MFC Jovem, com a realização de Encontros de Jovens nas três ECE’s.

Após uma parada para o lanche, a coordenação nacional reiniciou a reunião com a apresentação do relatório do CONDIN na atual Gestão que tem o lema: “Viver é Conviver”, destacando-se o planejamento financeiro visando a independência financeira no triênio sem ajuda anual da Adveniat, um sonho concretizado com a parceria de todos os CONDIR’s; Dia Nacional de Contribuição, conscientizando os emefecistas brasileiros da coparticipação financeira de todos no Encontro Nacional do MFC que acontece a cada três anos; a efetiva funcionalidade do Conselho Fiscal Nacional, dando a atual gestão do CONDIN, as condições financeiras e administrativas para o CF se reunir; realização do SIN – Seminário de Integração Nacional com a participação de coordenadores e tesoureiros de todos os estados, proporcionando mais informação, formação e integração; participação da Assembleia Geral Latino-Americana do MFC, na Argentina; manter o MFC sintonizado com os sinais dos tempos, através de uma efetiva conscientização política, social e religiosa através do Jornal Atuação com a distribuição de 6.500 (seis mil e quinhentos) jornais aos emefecistas brasileiros; renovação do Certificado digital, documento eletrônico que permite a identificação segura de uma mensagem ou transmissão em rede de computadores, exigida principalmente por órgãos públicos; registro da Ata da AGN dentro das diretrizes regimentais e estatutárias; manutenção do título de Utilidade Pública Federal, providenciando anualmente o Relatório Padrão fornecido pelo Ministério da Justiça; manutenção da Conta Bancária do CONDIN; participação no Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), com direito a voz e voto; ajuda financeira para a publicação da Revista Fato & Razão; divulgação da história do MFC no Brasil através dos relatos dos CONDIR’s no Jornal Atuação.

O CONDIN informou que a composição do Conselho Diretor Nacional no triênio 2013/2016 será formada pelos casais emefecistas eleitos para as Coordenações Regionais e pelo atual casal coordenador nacional: NORDESTE – Hildo e Francisca (BA); NORTE – Assis e Dinha (MA); CENTRO-OESTE – Adalberto e Sônia (MS); SUL – Gerson Pepe e Maria Inês (RS); SUDESTE – Galdino e Mariza (MG); GESTÃO ANTERIOR - Eduardo e Ismari (PR).

Com a liturgia do CONDIR CENTRO-OESTE encerrou-se a parte administrativa do sábado, e às 20 horas, os participantes do CONDIN e os emefecistas do Espirito Santo se confraternizaram na Sede da AABB-Linhares com apresentação artística de cantores emefecistas que cantaram e encantaram a plateia presente.

No domingo (14) as atividades do Conselho Diretor Nacional do MFC na sua 6ª Reunião da Gestão 2010/2013 teve reinicio às 8 horas com um café da manhã que reuniu os membros do CONDIN e emefecistas da ECE-ES. Iniciando propriamente a reunião, o CONDIR NORTE apresentou sua liturgia seguida de uma Manhã de Formação com Antônio Carlos (vice-coordenador nacional) e Ismari (coordenadora nacional). A reunião foi concluída com a liturgia do CONDIR CENTO-OESTE e um almoço de confraternização.

Participaram da 6ª REUNIÃO ADMINISTRATIVA DO CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO os emefecistas Eduardo e Ismari – Coordenação Nacional; Antonio Carlos e Ângela – Vice Coordenação Nacional; Alzenir – Coordenação Regional Norte; Freitas e Alivanir – Coordenação Regional Sudeste; Moises e Aparecida – Coordenação Regional Centro-Oeste; James e Fátima – Coordenação Regional Nordeste; José Newton e Ariadna – Coordenação Nacional da Gestão Anterior; Gilson e Lourdes – SENCOM; Jorge e Penha – SERCOM/NE; Rubens e Rosana – Casal Comunicação 18º ENA; Tênio – Coordenação Infraestrutura do 18º ENA; Liuth e Jane – Vice Coordenação Regional Sudeste; Joel – Coordenação Estadual Bahia; Valdir e Regina – Coordenação Estadual do Espírito Santo; e diversos emefecistas integrantes das ECCi’s das cidades do Espírito Santo.