sábado, 11 de maio de 2013

MÃE!




T
radicionalmente, comemoramos neste segundo domingo de maio o DIA DAS MÃES, uma data especial que homenageamos e presenteamos àquela que nos presenteou com a vida.

O “DIA DAS MÃES”, comemorado no Brasil por decreto do presidente Getúlio Vargas, assinado em 1932, é uma data especial onde às Mães recebem presentes e lembranças de seus filhos, que teve seu inicio na Grécia Antiga, onde os gregos prestavam homenagens a deusa Reia, mãe comum de todos os seres. Neste dia, os gregos faziam ofertas, oferecendo presentes, além de prestarem homenagens a deusa. Os romanos seguiam uma religião parecida com a grega e também faziam ofertas e homenagens a deusa. Em Roma, durante três dias (15 a 18 de março), eram realizadas homenagens com festas a Cibela, a mãe dos deuses.

Mas, a comemoração passou a ter um caráter cristão nos primórdios do cristianismo. Era uma celebração realizada em homenagem a Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo.

Semelhante a dos dias atuais, a história nos conta que no século XVII, na Inglaterra, existia o DOMINGO DAS MÃES, quando, nas missas, os filhos entregavam presentes para suas Mães. Aqueles filhos que trabalhavam longe de casa, ganhavam o dia para poderem visitar suas mães. Era um dia destinado a visitar as mães e dar presentes, muito parecido com que fazemos atualmente.

Em 1904, nos Estados Unidos, a americana Anna Jarvis teve a ideia de criar uma data em homenagem às Mães. A ideia era criar uma data em homenagem a sua mãe que havia sido um exemplo de mulher, pois havia prestado serviços comunitários durante a Guerra Civil Americana. Seus pedidos e sua campanha deram certo e a data foi oficializada, em 1914, pelo Congresso Norte-Americano. A lei, que declarou o Dia das Mães como festa nacional, foi aprovada pelo presidente Woodrow Wilson. Após esta iniciativa, muitos outros países seguiram o exemplo e incluíram a data no calendário.

Após estes eventos, a data espalhou-se pelo mundo todo, porém ganhando um caráter comercial. A essência da data estava sendo esquecida e foco passou a ser a compra de presentes, ditado pelas lojas com objetivos meramente comerciais. Este fato desagradou Anna Jarvis, que estava muito desapontada em ver que o caráter de solidariedade e amor da data estava se perdendo. Ela tentou modificar tudo isso. Em 1923, liderou uma campanha contra a comercialização desta data. Embora com muita repercussão, a campanha pouco conseguiu mudar.

Liturgicamente, a data não existe no calendário da Igreja Católica Apostólica Romana, mas os fiéis-católicos celebram, não só amanhã - segundo domingo de maio, o DIA DAS MÃES, mas a cada dia, pois todas merecem respeito e carinho, em suas diversidades e formas de amar.

Nesse Dia das Mães, festeje-a muito, afinal,
Mãe transmite o amor de Deus nesse mundo.

sexta-feira, 10 de maio de 2013

MFC MACEIÓ VAI HOMENAGEAR AS MAMÃES NO SEU DIA


O
 Movimento Familiar Cristão de Maceió vai homenagear as MÃES com a distribuição de rosas e mensagens durante a Santa Missa Dominical das 17h30min deste domingo, dia 12 de maio, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, no Aldebaran.

A proposta da Equipe Cidade é que as Mamães estejam presentes com seus filhos, familiares e amigos na Santa Missa celebrada pelo Cônego João Neto em homenagem àquela a quem nos gerou, a quem está sempre disposta a nos acolher e proteger: Nossas “Mães”.

Todas as Mães serão homenageadas pela Equipe Cidade que se programa para que a celebração seja mais do que especial para as Mamães presentes.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

DROGAS E GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA FORAM TEMAS DE PALESTRA PARA O MFC JOVEM DE MACEIÓ


MFC JOVEM NO COLÉGIO MADALENA SOFIA

C
onvidado para fazer uma palestra na última terça-feira (07), para os integrantes do MFC JOVEM DE MACEIÓ, o atual vice-coordenador da ECCi-Maceió, Rainey Marinho, usou a criatividade e transformou o espaço reservado ao MFC JOVEM, no Colégio Madalena Sofia em um programa de auditório.

Rainey montou uma estrutura parecida com o Programa do Jô, programa de entrevistas apresentado por Jô Soares na Rede Globo de Televisão. O sexteto, grupo de instrumentistas que tocam seus instrumentos logo no início do Programa do Jô, e na entrada dos convidados foi substituído pela dupla Jan e Geraldo (Equipe de Canto do MFC Maceió). O garçom chileno Luis Alexander Rubio Bernardes (Alex), sempre alvo de piadas de Jô, foi substituído por Jorginho (Comunicação MFC Alagoas). Os auxiliares do auditório foram Lucila de Flávio, Anamaria de Rainey, Euzilene de Geraldo, Adenylde de Jan, Ana Lúcia de Amauri, Penha de Jorge e Lúcio de Cacilda. O próprio Rainey, por sua semelhança com o Jô, foi o entrevistador.

Hosana Marques Luz falou sobre "Drogas"
Rainey convidou duas personalidades bastante conhecidas da sociedade alagoana, a médica Hosana Marques Luz e a pedagoga Claudia Medeiros. A primeira entrevistada de Rainey foi a médica Hosana Marques Luz, integrante do Grupo Lia de Solero (MFC MACEIÓ), que respondeu perguntas sobre “drogas”, explicando suas origens, dependências, efeitos, consequências, recuperação e vários outros tópicos sobre drogas, especialmente na adolescência. Hosana distribuiu vários exemplares do livro “Fé na Prevenção – Conversando Sobre Drogas com Jovens”, editado pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, órgão do Governo Federal.

Claudia Medeiros falou sobre
"Gravidez na Adolescência"
A segunda entrevistada foi a pedagoga Claudia Medeiros, que respondeu perguntas sobre o assunto “gravidez na adolescência”. Claudia iniciou sua participação falando de sua gravidez aos quinze anos, repassando sua experiência de ser mãe na adolescência. A entrevistada falou ainda sobre as principais causas da gravidez na adolescência, prevenção, comportamento, reação familiar, vivencia social, entre outros temas pertinentes ao assunto.

Além de responder as perguntas do entrevistador, as entrevistadas responderam perguntas da plateia, formada por integrantes do MFC JOVEM DE MACEIÓ.

Os jovens aprovaram a forma dinâmica como foram expostos os temas relacionados a “drogas” e “gravidez na adolescência”, principalmente pela forma diferenciada como foi apresentada por Rainey e seus entrevistados. No final, uma opinião unânime... o evento foi Show!

terça-feira, 7 de maio de 2013

CORREIO MFC BRASIL Nº 322

  
SABEDORIA ANTIGA
Poetisa Cora Coralina
 
Cora Coralina - Poetisa
E
u não tenho medo dos anos e não penso em velhice. E digo prá você: não pense. Nunca diga estou envelhecendo ou estou ficando velha.

Eu não digo. Eu não digo que estou ouvindo pouco. É claro que quando preciso de ajuda, eu digo que preciso.

Procuro sempre ler e estar atualizada com os fatos e isso me ajuda a vencer as dificuldades da vida.

O melhor roteiro é ler e praticar o que lê. O bom é produzir sempre e não dormir de dia. Também não diga prá você que está ficando esquecida, porque assim você fica mais.

Nunca digo que estou doente, digo sempre: estou ótima. Eu não digo nunca que estou cansada.

Nada de palavra negativa.

Quanto mais você diz estar ficando cansada e esquecida, mais esquecida fica. Você vai se convencendo daquilo e convence os outros. Então silêncio! Sei que tenho muitos anos.

Sei que venho do século passado, e que trago comigo todas as idades, mas não sei se sou velha não.

Você acha que eu sou? Tenho consciência de ser autêntica e procuro superar todos os dias minha própria personalidade, despedaçando dentro de mim tudo que é velho e morto, pois lutar é a palavra vibrante que levanta os fracos e determina os fortes.

O importante é semear, produzir milhões de sorrisos de solidariedade e amizade. Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça. Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço com fé. Faço o que devo fazer, com amor. Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.

CORA CORALINA, a querida poetisa goiana viveu 95 anos.
  
O CORREIO MFC inicia a publicação de um estudo muito realista sobre o consumo de drogas, agora com potencial maior de expansão pelo baixo custo do crack, acessível a ricos e pobres, especialmente a jovens e crianças. O autor Vinicius Bocato é estudante da Faculdade Cásper Líbero (SP), que pergunta, diante da repressão anunciada: “O OBJETIVO É TENTAR REDUZIR A VIOLÊNCIA OU ATENDER A UM DESEJO COLETIVO DE VINGANÇA?”

A PESTE DO SÉCULO XXI (I)
Vinícius Bocato

  
N
a última semana uma tragédia abalou todos os funcionários e alunos da Faculdade Cásper Líbero, onde estou terminando o curso de jornalismo. O aluno de Rádio e TV Victor Hugo Deppman, de 19 anos, foi morto por um assaltante na frente do prédio onde morava, na noite da terça-feira (9). O crime chocou não só pela banalização da vida – Victor Hugo entregou o celular ao criminoso e não reagiu –, mas também pela constatação de que a tragédia poderia ter acontecido com qualquer outro estudante da faculdade.

Esse novo capítulo da violência diária em São Paulo ganhou atenção especial da mídia por um detalhe: o criminoso estava a três dias de completar 18 anos. Ou seja, cometeu o latrocínio (roubo seguido de morte) enquanto adolescente e foi encaminhado à Fundação Casa.

Óbvio que a primeira reação é de indignação; acho válida toda a revolta da população, em especial da família do garoto, mas não podemos deixar que a emoção nos leve a atitudes irresponsáveis. Sempre que um adolescente se envolve em um crime bárbaro, boa parte da população levanta a voz para exigir a redução da maioridade penal. Alguns vão adiante e chegam a questionar se não seria hora do Estado se igualar ao criminoso e implantar a pena de morte no país. Foi o que fez de forma inconsequente o filósofo Renato Janine Ribeiro, em artigo na Folha de S. Paulo, por ocasião do assassinato brutal do menino João Hélio em 2007.

Além de obviamente não termos mais espaço para a Lei de Talião no século XXI, legislar com base na emoção nada mais atende do que a um sentimento de vingança. Não resolve (nem ameniza) o problema da violência urbana.

O que chama a atenção é a maneira como a grande mídia cobre essas tragédias. A maioria das matérias que vemos nos veículos tradicionais só reforçam uma característica do Brasil que eles mesmo criticam: somos o país do imediatismo. A cada crime brutal cometido por um adolescente, discutimos os efeitos da violência, mas não as suas causas. Discutimos como reprimir, não como prevenir. É uma tática populista que desvia o foco das reais causas do problema.

Abaixo exponho a lista de motivos pelos quais sou contra a redução da maioridade penal.

AS LEIS NÃO PODEM SE BASEAR NA EXCEÇÃO
A maneira como a grande mídia cobre estes crimes bárbaros cometidos por adolescentes nos dá a (falsa) impressão de que eles estão entre os mais frequentes. É justamente o inverso. O relatório de 2007 da UNICEF “Porque dizer não à redução da idade penal” mostra que crimes de homicídio são exceção:

“Dos crimes praticados por adolescentes, utilizando informações de um levantamento realizado pelo ILANUD [Instituto Latino-Americano das Nações Unidas para Prevenção do Delito e Tratamento do Delinquente] na capital de São Paulo durante os anos de 2000 a 2001, com 2.100 adolescentes acusados da autoria de atos inflacionais, observa-se que a maioria se caracteriza como crimes contra o patrimônio. Furtos, roubos e porte de arma totalizam 58,7% das acusações. 

Já o homicídio não chegou a representar nem 2% dos atos imputados aos adolescentes, o equivalente a 1,4 % dos casos conforme demonstra o gráfico abaixo.” E para exibir dados atualizados, dentre os 9.016 internos da Fundação Casa, neste momento apenas 83 infratores cumprem medidas socioeducativas por terem cometido latrocínio (caso que reacendeu o debate sobre a maioridade penal na última semana). Ou seja, menos que 1%.

REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL NÃO DIMINUI A VIOLÊNCIA. O DEBATE ESTÁ FOCADO NOS EFEITOS, NÃO NAS CAUSAS DA VIOLÊNCIA
Como já foi dito, a primeira reação de alguns setores da sociedade sempre que um adolescente comete um crime grave é gritar pela redução da maioridade penal. Ou quase isso: dificilmente vemos a mesma reação quando a vítima mora na periferia (nesses casos, a notícia vira apenas uma notinha nas páginas policiais). Mas vamos evitar leituras ideológicas do problema.

A redução da maioridade penal não resolve nem ameniza o problema da violência. “Toda a teoria científica está a demonstrar que ela [a redução] não representa benefícios em termos de segurança para a população”, afirmou em fevereiro Marcos Vinícius Furtado, presidente da OAB. A discussão em torno na maioridade penal só desvia o foco das verdadeiras causas da violência.

O Instituto Não Violência é bem enfático quanto a isso: “As pesquisas realizadas nas áreas social e educacional apontam que no Brasil a violência está profundamente ligada a questões como: desigualdade social (diferente de pobreza!), exclusão social, impunidade (as leis existentes não são cumpridas, independentemente de serem “leves” ou “pesadas”), falhas na educação familiar e/ou escolar principalmente no que diz respeito à chamada educação em valores ou comportamento ético, e, finalmente, certos processos culturais exacerbados em nossa sociedade como individualismo, consumismo e cultura do prazer.


(Leia a continuação deste artigo no próximo Correio MFC)

LITANIA DA PAZ
Pr. Edison Fernando de Almeida


Dirig: Chega de escuridão
Todos: Queremos a luz da vida
Dirig: Chega do silêncio do medo
Todos: Queremos o barulho dos gestos de amor
Dirig: Chega de balas que se perdem
Todos: Queremos vidas que se encontram
Dirig: Chega da doença da solidão
Todos: Queremos a bênção da comunhão
Dirig: Chega de razões que justificam a guerra
Todos: Queremos as desrazões do amor
Dirig: Chega o apenas falar de paz
Todos: Queremos colhê-la, / lá onde verdadeiramente brota, / no pomar dos nossos atos de justiça.
Dirig: Chega de esperar por sinais da paz
Todos: Queremos ajudar a construí-los.
Dirig. Oremos:
Todos: Senhor, / ajuda-nos a transformar / as armas do mundo / em novos empregos; / as bombas dos poderosos / em pesquisas para curar; / as intenções destruidoras, / em forças construtoras / de um novo tempo, / uma nova sociedade, / um novo ser. / Senhor, / ajuda-nos a forjar Contigo / o milagre da Paz. Amém!
Selma Amorim - Composição – ágatas, lápis azuis, pedras semipreciosas, cristais sobre acrílico.

domingo, 5 de maio de 2013

187ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 6º DOMINGO DA PÁSCOA - 05/05/2013





 6º DOMINGO DA PÁSCOA
“Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou!”




PRIMEIRA LEITURA (At 15,1-2.22-29)

Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, 1chegaram alguns da Judeia e ensinavam aos irmãos de Antioquia, dizendo: “Vós não podereis salvar-vos, se não fordes circuncidados, como ordena a Lei de Moisés”.

2Isto provocou muita confusão, e houve uma grande discussão de Paulo e Barnabé com eles. Finalmente, decidiram que Paulo, Barnabé e alguns outros fossem a Jerusalém, para tratar dessa questão com os apóstolos e os anciãos.

22Então os apóstolos e os anciãos, de acordo com toda a comunidade de Jerusalém, resolveram escolher alguns da comunidade para mandá-los a Antioquia, com Paulo e Barnabé. Escolheram Judas, chamado Bársabas, e Silas, que eram muito respeitados pelos irmãos.

23Através deles enviaram a seguinte carta: “Nós, os apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, saudamos os irmãos vindos do paganismo e que estão em Antioquia e nas regiões da Síria e da Cilícia. 24Ficamos sabendo que alguns dos nossos causaram perturbações com palavras que transtornaram vosso espírito. Eles não foram enviados por nós.

25Então decidimos, de comum acordo, escolher alguns representantes e mandá-los até vós, junto com nossos queridos irmãos Barnabé e Paulo, 26homens que arriscaram suas vidas pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo. 27Por isso, estamos enviando Judas e Silas, que pessoalmente vos transmitirão a mesma mensagem. 28Porque decidimos, o Espírito Santo e nós, não vos impor nenhum fardo, além destas coisas indispensáveis: 29abster-se de carnes sacrificadas aos ídolos, do sangue, das carnes de animais sufocados e das uniões ilegítimas. Vós fareis bem se evitardes essas coisas. Saudações!”

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 66)

— Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor,/ que todas as nações vos glorifiquem!
— Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção,/ e sua face resplandeça sobre nós!/ Que na terra se conheça o seu caminho/ e a sua salvação por entre os povos.
— Exulte de alegria a terra inteira,/ pois julgais o universo com justiça;/ os povos governais com retidão,/ e guiais, em toda a terra, as nações.
— Que as nações vos glorifiquem, ó Senhor,/ que todas as nações vos glorifiquem!/ Que o Senhor e nosso Deus nos abençoe,/ e o respeitem os confins de toda a terra!

SEGUNDA LEITURA (Ap 21,10-14.22-23)

Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
10Um anjo me levou em espírito a uma montanha grande e alta. Mostrou-me a cidade santa, Jerusalém, descendo do céu, de junto de Deus, 11brilhando com a glória de Deus. Seu brilho era como o de uma pedra preciosíssima, como o brilho de jaspe cristalino.

12Estava cercada por uma muralha maciça e alta, com doze portas. Sobre as portas estavam doze anjos, e nas portas estavam escritos os nomes das doze tribos de Israel.

13Havia três portas do lado do oriente, três portas do lado norte, três portas do lado sul e três portas do lado do ocidente.

14A muralha da cidade tinha doze alicerces, e sobre eles estavam escritos os nomes dos doze apóstolos do Cordeiro.

22Não vi templo na cidade, pois o seu Templo é o próprio Senhor, o Deus Todo-poderoso, e o Cordeiro.

23A cidade não precisa de sol nem de lua que a iluminem, pois a glória de Deus é a sua luz, e a sua lâmpada é o Cordeiro.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Jo 14,23-29)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 23“Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e o meu Pai o amará, e nós viremos e faremos nele a nossa morada. 24Quem não me ama, não guarda a minha palavra. E a palavra que escutais não é minha, mas do Pai que me enviou.

25Isso é o que vos disse enquanto estava convosco. 26Mas o Defensor, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, ele vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito.

27Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; mas não a dou como o mundo. Não se perturbe nem se intimide o vosso coração.

28Ouvistes o que eu vos disse: ‘Vou, mas voltarei a vós’. Se me amásseis, ficaríeis alegres porque vou para o Pai, pois o Pai é maior do que eu.

29Disse-vos isso, agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLEXÃO
“A RESSURREIÇÃO DÁ VIDA À COMUNIDADE”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

ELE FEZ MORADA ENTRE NÓS
Jesus morreu e ressuscitou para reconciliar o Universo com Deus e consigo mesmo. Cada vez mais esta reconciliação está presente no mundo. Por isso o Salmo 66 canta: “Que todas as nações vos glorifiquem e a face de Deus resplandeça sobre todos”. Fizera a promessa de enviar o Espírito Santo para nos ensinar e recordar, isto é, pôr em ação o evangelho. A primeira comunidade enfrentou um grave problema: Os judeus convertidos à fé cristã queriam impor sobre os pagãos convertidos as práticas e tradições judaicas e os preceitos das leis antigas. Paulo não aceitava essa opinião. Havia uma grande perturbação na comunidade. Jesus nos deu a paz e não a perturbação (Jo 14,27). Reuniram-se em Jerusalém, discutiram e deram a resposta libertadora. Por isso decidiram, juntamente com o Espírito Santo, a não impor nenhum peso aos pagãos convertidos, a não ser as coisas necessárias. Não olharam a si próprios e seus gostos, como costumamos fazer, mas para o bem da Igreja. A comunidade é uma morada. Nas leituras nós encontramos três moradas: A morada de nosso coração, pois diz: “Aquele que me ama guardará minha palavra e Nós viremos a ele e nele faremos nossa morada” (Jo 14,23); A outra morada é a Igreja, novo povo de Deus, que é iluminada e amparada pelo Espírito Santo, tendo os doze apóstolos que são seus fundamentos (At 151ss); Morada também é a Jerusalém Celeste, a cidade santa, cujos alicerces são os doze apóstolos. Deus é seu templo e o Cordeiro é sua luz (Ap 21). Em nossas comunidades temos a presença do Espírito Santo que ensina, anima e santifica através dos sacramentos pascais, como as orações da liturgia de hoje lembram. A fé é espiritual, mas se concretiza em pessoas que vivem juntas e procuraram viver o amor de Jesus. Teremos muitas dificuldades, mas a solução não está em ideologias, mas no Espírito Santo que nos recorda o que Jesus ensinou. Deus veio fazer morada entre nós.

VENCEDOR DA CORRUPÇÃO DO PECADO
A liturgia de hoje celebra a Ressurreição mostrando seus principais resultados: “Destruindo a morte, garantiu-nos a vida em plenitude” (prefácio). Ela não foi somente o fato de um homem sair vivo da sepultura onde fora colocado morto, mas uma vitória sobre a morte e sobre todo o tipo de mal. Vemos na primeira leitura como vence o mal da perturbação e da divisão da comunidade. Por isso a paz que Jesus nos dá não corresponde às expectativas do mundo. Na Roma pagã havia um altar chamado altar da paz. Nele se comemorava a paz que havia no mundo. Isso depois de dominar e levar sofrimento a tantos povos. Quanta dor e sangue devem ter corrido. A paz de Jesus é o Shalom, isto é, a plenitude da riqueza de Deus. A morada de Deus é a casa da paz.

SACRAMENTOS PASCAIS
Como a Quaresma, a Páscoa é um grande sacramento no qual celebramos os sacramentos fundamentais da vida cristã: Batismo, Crisma e Eucaristia que nos colocam em relação com Deus numa comunidade. O ensinamento de Jesus não leva ao individualismo. A celebração nos anima a corresponder a esse Mistério. Nós o fazemos através dos sacramentos do amor (Oferendas) que são frutos da Ressurreição. São fonte da espiritualidade que constrói uma nova criação (prefácio). Eles infundem em nossos corações a força da Eucaristia que é alimento salutar (Pós comunhão) que nos dão uma vida de comunidade repleta do Shalom de Deus. Poderemos vencer as divisões, confortados pelo Espírito Santo.

ORAÇÃO
                             
Deus todo-poderoso, dai-nos celebrar com fervor estes dias de júbilo em honra do Cristo Ressuscitado, para que nossa vida corresponda sempre aos mistérios que recordamos. Amém!

Editado por Jorge – MFC ALAGOAS

sábado, 4 de maio de 2013

MARIA, ROSTO MATERNO DE DEUS!


MARIA, ROSTO MATERNO DE DEUS!
Escrito por Padre Evaristo Debiasi

Dizem os místicos que "Deus é Pai e Mãe, ou melhor, um Pai com coração de mãe". Toda criação viva é constituída pela presença do masculino e do feminino.

D
eus, em sua bondade eterna, providenciou para que também em nossa caminhada humana rumo a eternidade não faltasse a presença do masculino e do feminino. Aqui, Maria, aparece como a expressão da ternura e do rosto materno de Deus, do feminino em nossa vida cristã. Aliás, é assim, que a Bíblia e a Igreja sempre nos apresentaram Maria.

Maria, no Antigo Testamento (AT), é pré-anunciada já no Gênesis quando Deus diz que enviaria uma mulher que “calcaria a cabeça da serpente” (Gen 3,15).  Está visualizada nas grandes figuras femininas, como Éster, Judite, Rebeca, etc. Isaias a pré-anuncia como a “virgem que nos traria o Salvador da humanidade" (Is 7,14). E no Novo Testamento (NT), não somos nós, mas a própria eternidade que através do anjo Gabriel a saúda, dizendo: “Ave Maria, cheia de graça, o Senhor está contigo, bendito é o fruto do teu ventre, Jesus” (Lc 1,28s). Isabel a reconhece como a Mãe do Salvador. “Donde me vem a honra de receber a Mãe de meu Salvador” (Lc 1,43), como profetiza que “será bendita por todas as gerações” (Lc 1,48).

Maria não é apenas a Mãe de um grande homem, nem do maior dos profetas, mas a Mãe do Filho de Deus, de nosso único Salvador e Redentor. Ela gerou e educou Jesus, o Filho do Deus vivo. Marcou presença na vida de Jesus, da gestação até a hora de sua morte e ressurreição. Foi o próprio Cristo Quem a entregou a nós ao pé da cruz nos momentos finais de nossa redenção. "Mãe, eis aí teu filho, filho eis aí tua Mãe" (Jo 19,26). Ela se fez e se faz presença no Pentecostes, na Igreja nascente e através de toda a história dos dois mil anos do cristianismo.

Sua presença na Igreja e na humanidade é muito conhecida. Aparece em Lourdes, para nos pedir conversão. Em Fátima intercede pela Rússia e pela humanidade. No México, Guadalupe, intervem a favor de nossos índios. Em Aparecida, pede para reconhecermos os negros como iguais a todos, em Medjugorje pede que voltemos para seu Filho, etc...  Não há como negar. Maria está no coração de Deus e dos povos. Aparece como figura diretamente ligada ao cumprimento da Promessa de Deus no AT, como a Mãe de Cristo e da Igreja no NT. Ela gestou Jesus, Deus feito Pessoa humana em nosso meio. Ela é a especial presença da ternura de Deus no plano salvador da humanidade, do Gênesis ao Apocalipse, como em toda a história da vida da Igreja de Jesus.

Deus nos criou "a sua imagem e semelhança", como homens e mulheres, como família, onde o masculino e o feminino fazem parte da essência de nossa natureza humana e divina. Deus é Pai com coração de Mãe, onde Maria aparece como "o rosto materno de Deus" a favor de toda a humanidade.

No mês de maio, a Jesus nossa gratidão por nos ter dado Maria como Mãe da Igreja e nossa Mãe. Nosso especial afeto, carinho, amor, gratidão e preces pela existência de nossas queridas mães terrenas que nos geraram para a vida, para o amor e para fé em Deus.

quinta-feira, 2 de maio de 2013

FESTA JUNINA DO MFC MACEIÓ SERÁ DIA 1º DE JUNHO


 
A
 Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió definiu para o sábado, dia 1º DE JUNHO, a partir das 20 horas, a sua tradicional FESTA JUNINA com direito a muito forró-pé-de-serra com a Banda de Xílilico do Forró, barracas com bebidas, comidas típicas, fogueira, brincadeiras e parque infantil para as crianças.

O clima de FESTA JUNINA tomará conta do ARRAIÁ DO MFC que acontecerá nas dependências do COOPERCLUBE - Clube dos Funcionários da Cooperativa dos Usineiros, na Rua Dr. Messias de Gusmão, nº 80, Pajuçara (vizinho ao Colégio Incentivo – por trás do estádio do CRB).

No ARRAIÁ DO MFC vai ter a tradicional “Quadrilha Junina” em duas versões: a primeira com os Jovens do MFC e a segunda com os adultos presentes na festa. O evento tem por objetivo a confraternização junto aos mefecistas, seus familiares e amigos.

Os convites individuais estão em fase de confecção e serão vendidos por R$ 15,00 (quinze reais) com os coordenadores de Grupos de Base e membros da Equipe de Coordenação de Cidade. Criança até 12 anos não paga.

Esta será a última Festa Junina da Equipe Cidade Gestão 2010/2013 e uma programação especial está sendo preparada com muito carinho para proporcionar a família mefecista uma Festa Junina que vai deixar saudades.

Em breve estaremos divulgando a programação completa e os pontos de vendas do s convites individuais do ARRAIÁ DO MFC.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

MFC BRASIL - EDITAL DE CONVOCAÇÃO


EDITAL DE CONVOCAÇÃO

Ficam os senhores Coordenadores Estaduais, Coordenadores Regionais, Coordenadores do Conselho Diretor Nacional (CONDIN) da gestão anterior e o Assessor Eclesiástico do Conselho Diretor Nacional, convocados a se reunirem em Assembleia Geral Nacional Ordinária – AGN, nos termos do Art. 18 do Estatuto e Art. 46 do Regimento Interno, que será realizada no dia 07 de julho de 2013, às 17:15h em primeira convocação com a presença de no mínimo, metade dos seus membros, às 17:45h em segunda convocação com qualquer número de seus integrantes, no Instituto de Educação Euclides Dantas - IEED, situado à Rua Siqueira Campos, s/nº - Praça Guadalajara - Bairro Recreio, na Cidade de Vitória da Conquista - Bahia, para deliberarem sobre a seguinte:

ORDEM DO DIA:

1.    Traçar linhas gerais de ação do MFC Nacional, Gestão 2013/2016;
2.   Eleger e dar posse ao(s) Coordenador(es) e Vice-coordenador(es) Regionais, com voto vinculado, Gestão 2013/2016; 
3. Eleger entre os Coordenadores e Vice-coordenadores Regionais o(s) Coordenador(es) e Vice-coordenador(es) Nacional(is),  Gestão 2013/2016;
4.    Deliberar sobre a realização quanto à data e local do 19º ENCONTRO NACIONAL - ENA;
5.    Deliberar sobre a prestação de contas dos órgãos da Administração acompanhada do parecer do Conselho Fiscal;
6.    Eleição dos Membros do Conselho Fiscal, Gestão 2013/2016.

NOTA: VOTO POR REPRESENTAÇÃO

Nos termos do Art. 94 do Regimento Interno: “O exercício do voto nas Assembleias Gerais Nacionais e reuniões de natureza deliberativa é pessoal e secreto, admitindo-se, na impossibilidade manifesta da presença do titular de direito, a sua representação mediante a outorga de procuração particular, com firma reconhecida em cartório, ao(s) Coordenador(es) do CONDIR da sua região, não sendo admitido o substabelecimento da procuração.”

                                                 Curitiba (PR), 30 de Abril de 2013.

Eduardo Lange Filho e Ismari de Souza Lange
Coordenadores Nacionais do Movimento Familiar Cristão – Brasil
Gestão 2010/2013