quinta-feira, 10 de março de 2011

O FASCÍNIO E A DIFICULDADE DE SER CASAL


O FASCÍNIO E A DIFICULDADE DE SER CASAL

“Todo fascínio e toda dificuldade de ser casal reside no fato de o casal encerrar, ao mesmo tempo, na sua dinâmica, duas individualidades e uma conjugalidade, ou seja, de o casal conter dois sujeitos, dois desejos, duas percepções do mundo, duas histórias de vida, dois projetos de vida, duas indentidades individuais que, na relação amorosa, convivem com uma só conjugalidade, isto é, com um desejo conjunto, uma história de vida conjugal, um projeto de vida de casal, uma identidade conjugal. Como ser dois sendo um? Como ser um sendo dois? Na lógica do casamento contemporâneo, um e um são três, segundo Caillé. Para este autor cada casal cria seu modelo único de ser casal, portanto, a definição de casal contém os dois parceiros e seu ‘modelo único’, seu absoluto”. Estas são afirmações de um interessante artigo da terapeuta e pesquisadora carioca Terezinha Féres-Carneiro.

OS VÍNCULOS REALIZAM O “PRÓPRIO” DA FAMÍLIA
A família nasce para dar continuidade e estabilidade às relações de pertença entre marido e mulher, filhos, e outros num sentido mais amplo. Estes vínculos realizam o próprio da família, mas, essa mesma família, que se forma para dar espaço aos vínculos experimentados como positivos, cultiva o ideal da autonomia e em alguns momentos considera os vínculos opressivos e mortificantes, cada um procurando alcançar à liberdade um dia vinculada a outra pessoa.

Feres-Carneiro prossegue, em seu artigo: “A constituição e a manutenção do casamento contemporâneo são muito influenciadas pelos valores do individualismo. Os ideais contemporâneos de relação conjugal enfatizam mais a autonomia e a satisfação de cada cônjuge do que os laços de dependência entre eles. Por outro lado, constituir um casal demanda a criação de uma zona comum de interação, de uma identidade conjugal. Assim, o casal hoje é confrontado, o tempo todo, por duas forças paradoxais: a individualidade (eu) e a conjugalidade (nós). Se, por um lado, os ideais individualistas estimulam a autonomia dos cônjuges, enfatizando que o casal deve sustentar o crescimento e o desenvolvimento de cada um, por outro lado, surge a necessidade de vivenciar a realidade comum do casal, os desejos e projetos conjugais.

A relação conjugal vai se manter enquanto for “prazerosa” e “útil” para os dois cônjuges. Valorizar os espaços individuais significa, muitas vezes, fragilizar os espaços conjugais, assim como fortalecer o casal demanda, quase sempre, ceder diante das individualidades.

A VIDA DO CASAL SITUA-SE NO PONTO INTERMEDIÁRIO ENTRE COMUNHÃO E DIFERENCIAÇÃO
Se há exagero no cultivo do eu (individualidade), ou no cultivo do nós (conjugalidade), entra-se na área dos conflitos: quando se perde de vista a ‘diferenciação’, não é possível chegar à união madura, que permanecerá então infantil e simbiótica; e quando se perde de vista a ‘união’, tem-se duas pessoas individualistas, preocupadas consigo mesmas e não com a construção do novo sistema familiar.

O equilíbrio entre essas duas linhas - independência e dependência (diferenciação e comunhão) - é o foco da vida do casal. Essas duas linhas são anteriores ao matrimônio. Suas raízes remontam à primeiríssima infância. A soma de todas as experiências sucessivas contribuiu progressivamente para formá-las ou deformá-las. Nessa evolução das duas linhas é que surge, em um dado momento, a decisão de casar. Por conseguinte, a relação de casados refletirá o grau de maturação das duas linhas: Individualidade (independência, autonomia) e Comunhão (dependência, partilha, pertença, conjugalidade). 

O crescimento da ‘individualidade’ é um processo de libertação contínua, passando da dependência para a flexível autodeterminação; e da segurança do ventre materno, para o risco. O crescimento da ‘comunhão’ faz emergir a alegria da partilha e do vínculo humano e possibilita o amor, na vida adulta. Este processo dura uma vida.

quarta-feira, 9 de março de 2011

TERESA NELMA É INTERNADA EM SÃO PAULO

Vereadora Teresa Nelma
A vereadora por Maceió, Teresa Nelma, que atualmente exerce o seu 2º mandato, foi internada, nesta quarta-feira de cinzas (09), no Hospital Oswaldo Cruz, em São Paulo, local aonde vai se submeter a tratamentos de radioterapia e quimioterapia para tratar de um câncer no intestino.

Licenciada da Câmara Municipal de Maceió desde o último dia 1º, quando os vereadores aprovaram o afastamento dela por 60 dias por questões de saúde, Teresa Nelma já está internada para começar, de imediato, as sessões de radioterapia e quimioterapia. Ainda não se sabe quando ela receberá alta, mas os médicos estimam que o tratamento deva durar dois meses.

A vereadora foi avaliada por três médicos especialistas (cirurgião, radioterapeuta e quimioterapeuta) e, segundo a família, todos consideram que são “muito boas as perspectivas de cura” do câncer que acometeu a parlamentar maceioense.

“Essa é uma provação dura, que mexe muito com nossa vida, mas estou confiante. Tenho recebido centenas de manifestações de solidariedade, o que aumenta minha confiança. Em breve estarei de volta”, disse Teresa Nelma, por meio de sua assessoria.

Teresa Neuma foi autora do Projeto de Lei que reconheceu o MFC - Movimento Familiar Cristão de Maceió como entidade de utilidade pública pelos relevantes serviços prestados a sociedade maceioense. A Lei foi sancionada pelo prefeito Cícero Almeida em 20 de agosto de 2010.

Com informações da Gazetaweb

MFC ALAGOAS SE REÚNE NO PRÓXIMO SÁBADO COM ASSESSORIAS

A Equipe Estadual do MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE ALAGOAS estará reunido no próximo sábado, dia 12, a partir das 8 horas da manhã, no restaurante Bodega do Sertão (Av. Jatiuca) com as assessorias de Planejamento e Expansão; Nucleação e Eventos; Liturgia e Espiritualidade; Acompanhamento e Orientação; e Ação social. Participam também os coordenadores de Maceió, Arapiraca, Marechal Deodoro, Matriz de Camaragibe e Murici.

As assessorias no âmbito estadual são formadas por mefecistas comprometidos com a caminhada, com a finalidade de promover um planejamento estratégico para o MFC em todo o Estado no triênio 2010/2013.

A Equipe Estadual que tem como meta expandir, organizar, orientar, operacionalizar e acompanhar as atuais Coordenações Municipais é composto pelos mefecistas:

Ø      James e Fátima Medeiros – Coordenadores Estaduais
Ø      Vamberto e Marly – Vice Coordenadores Estaduais
Ø      Fiel e Claudete – 1º Secretários Estaduais
Ø      Daia – 2º Secretária Estadual
Ø      Gilson e Nana – 1º Tesoureiros Estaduais
Ø      Eduardo e Suely – 2º Tesoureiros Estaduais
Ø      Jorge e Penha – Assessores de Comunicação e Blog
Ø      Helion e Verônica – Assessores de Planejamento e Expansão
Ø      Ermi e Sandra – Assessores de Planejamento e Expansão
Ø      Roberto e Ana – Assessores de Planejamento e Expansão
Ø      Paulo e Teresa – Assessores de Planejamento e Expansão
Ø      Flávio e Lucila – Assessores de Nucleação e Eventos
Ø      Ricardo e Patrícia – Assessores de Nucleação e Eventos
Ø      Cláudio e Seilza – Assessores de Nucleação e Eventos
Ø      Kerrés e Raquel – Assessores de Acompanhamento e Orientação
Ø      Renival e Lúcia – Assessores de Acompanhamento e Orientação
Ø      Guido e Graça – Assessores de Acompanhamento e Orientação
Ø      Fernando e Luciana – Assessores de Liturgia e Espiritualidade
Ø      Júlio e Sônia – Assessores de Liturgia e Espiritualidade
Ø      Patriota e Cris – Assessores de Liturgia e Espiritualidade
Ø      Robson e Rose – Assessores de Liturgia e Espiritualidade
Ø      Cláudio e Eurídes – Assessoria de Ação Social
Ø      Luiz e Ângela – Assessoria de Ação Social
Ø      Mauricio e Luciana – Assessoria de Ação Social
Ø      Leopoldo e Mary Lane – Assessoria de Ação Social

O QUE QUER DIZER "QUARESMA"?

A palavra Quaresma vem do Latim quadragésima e é utilizada para designar o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a Ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no famoso Domingo de Páscoa. Esta prática data desde o século IV.

Na Quaresma, que começa na quarta-feira de cinzas e termina na quarta-feira da Semana Santa, os católicos realizam a preparação para a Páscoa. O período é reservado para a reflexão, a conversão espiritual. Ou seja, o católico deve se aproximar de Deus visando o crescimento espiritual. Os fiéis são convidados a fazerem uma comparação entre suas vidas e a mensagem cristã expressa nos Evangelhos. Esta comparação significa um recomeço, um renascimento para as questões espirituais e de crescimento pessoal.
                                            
O cristão deve intensificar a prática dos princípios essenciais de sua fé com o objetivo de ser uma pessoa melhor e proporcionar o bem para os demais. Essencialmente, o período é um retiro espiritual voltado à reflexão, onde os cristãos se recolhem em oração e penitência para preparar o espírito para a acolhida do Cristo Vivo, Ressuscitado no Domingo de Páscoa. Assim, retomando questões espirituais, simbolicamente o cristão está renascendo, como Cristo. Todas as religiões têm períodos voltados à reflexão, eles fazem parte da disciplina religiosa. Cada doutrina religiosa tem seu calendário específico para seguir.

A cor litúrgica deste tempo é o roxo, que significa luto e penitência.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 d.C., a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias. Assim surgiu a Quaresma.

QUAL O SIGNIFICADO DESTES 40 DIAS?
Na Bíblia, o número quatro simboliza o universo material. Os zeros que o seguem significam o tempo de nossa vida na terra, suas provações e dificuldades. Portanto, a duração da Quaresma está baseada no símbolo deste número na Bíblia.

Nela, são relatadas as passagens dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou a estada dos judeus no Egito, entre outras.

Esses períodos vêm sempre antes de fatos importantes e se relacionam com a necessidade de ir criando um clima adequado e dirigindo o coração para algo que vai acontecer.

O QUE OS CRISTÃOS DEVEM FAZER NO TEMPO DA QUARESMA?
A Igreja católica propõe, por meio do Evangelho proclamado na quarta-feira de cinzas, três grandes linhas de ação: a oração, a penitência e a caridade. Não somente durante a Quaresma, mas em todos os dias de sua vida, o cristão deve buscar o Reino de Deus, ou seja, lutar para que exista justiça, a paz e o amor em toda a humanidade.

Os cristãos devem então recolher-se para a reflexão para se aproximar de Deus. Esta busca inclui a oração, a penitência e a caridade, esta última como uma conseqüência da penitência.

COMO SE CALCULA A PÁSCOA? QUANDO VAI CAIR?
A Páscoa sempre acontece na primeira lua cheia após a primavera na Europa (outono aqui no Brasil). A primavera na Europa tem um enorme significado de vida, pois durante o inverno toda a natureza fica morta, ressurgindo com o início de uma nova estação. Podemos fazer uma analogia da primavera com a Ressurreição de Jesus, que vence a morte.

Bem, como estávamos falando, quando se descobre qual o dia da primeira lua cheia da primavera, então passam-se a contar 40 dias (quaresma) para trás, sem incluir os domingos. Então se chega à data que será a Quarta-Feira de Cinzas e o início da quaresma. Por isso, a Páscoa é uma data móvel, assim como a Sexta-Feira Santa, a Quinta-Feira Santa, o Carnaval, etc.

terça-feira, 8 de março de 2011

TUDO PRONTO PARA O 1º SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC

Curitiba receberá nos dias 18, 19 e 20 de março, coordenadores e dirigentes estaduais e regionais, conselheiros fiscais titulares e jovens do Movimento Familiar Cristão de todo o Brasil para o 1º SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC.

Curitiba foi escolhida para sediar o evento durante a reunião do Conselho Diretor Nacional (CONDIN), em outubro último, na cidade de Fortaleza, Ceará, com a participação de todos os coordenadores regionais. O SIN acontecerá na casa de Retiro Nossa Senhora do Mossunguê, localizada na Rua Francisco Juglair, 171, bairro Mossunguê. 

1º SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC foi estabelecido pela AGN de Vila Velha e tem a finalidade de reunir os dirigentes estaduais de todas as regiões do Brasil. No mesmo período acontecerão às reuniões do Conselho Diretor Nacional (CONDIN), Conselho Diretor Regional (CONDIR), Conselho Fiscal, Tesoureiros Estaduais e Regionais, e da ala jovem do MFC.

PROGRAMAÇÃO
O evento inicia-se com um jantar às 19 horas da sexta-feira (18), seguida da espiritualidade do CONDIR NORDESTE e um momento de motivação.

No sábado (19), à 7h30min será servido o café da manhã, após, Espiritualização do CONDIR SUDESTE; Formação; Informes; Procedimentos contábeis e financeiros; Almoço; Reunião de CONDIN e CONSELHO FISCAL; Espiritualização – CONDIR SUL; Missa; e Jantar.

Domingo (20), último dia do SIN, a programação inicia-se às 7h30min com o Café da Manhã, seguido da Espiritualização do CONDIR NORTE; Formação; Reunião dos CONDIR’S; Espiritualização de encerramento do CONDIR CENTRO OESTE e Almoço.

Os participantes do 1º SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC ficarão hospedados no local do evento (Retiro Nossa Senhora do Mossunguê) e nas residências de mefecistas do MFC CURITIBA. A alimentação será de responsabilidade do Conselho Diretor Nacional do MFC (CONDIN).

Durante seus 55 anos de vida o Movimento Familiar Cristão do Brasil construiu sua mística, seus carismas e perseguiu seus objetivos a partir da constante busca pela integração das famílias, reunindo-as em Equipes Base e a partir delas organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.

A unidade sempre foi possível devido às constantes reuniões e encontros onde é avaliada a caminhada, metas de ação e objetivos, e o 1º SEMINÁRIO DE INTEGRAÇÃO NACIONAL DO MFC será mais um momento de integração que produzirá bons frutos para toda a família mefecista brasileira.

segunda-feira, 7 de março de 2011

SANTA FAUSTINA KOWALSKA E O CARNAVAL

Textos compilados por Hugo Ferreira Pinto
Nos últimos dias do carnaval, quando rezei a hora santa, vi Nosso Senhor no momento da flagelação. – Oh que suplício inconcebível – Como Jesus sofreu terrivelmente quando foi flagelado. – Oh pobres pecadores, como será o vosso encontro no dia do julgamento com esse Jesus a quem agora martirizais? – O Seu Sangue corria para o chão, e em alguns lugares o corpo começou a desprender-se. E vi nas costas alguns dos Seus ossos despidos de carne... Jesus, silencioso, gemia e suspirava (188).

9 de fevereiro de 1937. “Nestes dois últimos dias conheci um grande acúmulo de castigos e pecados.

O Senhor deu-me a conhecer num instante os pecados do mundo inteiro cometidos neste dia. Desfaleci de terror e, apesar de conhecer toda a profundeza da misericórdia divina, admirei-me que Deus permita que a humanidade exista. E o Senhor deu-me a conhecer quem sustenta a existência dessa humanidade: são as almas escolhidas. Quando se completar o número dos escolhidos, o mundo não existirá mais.

Nestes dois dias recebi a comunhão reparadora e disse ao Senhor: ‘Jesus, hoje ofereço tudo pelos pecadores, que os golpes da vossa Justiça atinjam a mim e um mar de misericórdia envolva os pobres pecadores’. E o Senhor atendeu ao meu pedido; muitas almas voltaram-se ao Senhor, mas eu agonizava sob o peso da Justiça Divina; sentia que era objeto da ira do Deus Altíssimo. À noite o meu sofrimento atingiu um tão grande abandono interior que gemidos saiam do meu peito, mesmo contra a minha vontade. Fechei-me à chave no meu quarto e comecei a adoração, ou seja, a Hora Santa. O abandono interior e o sentimento da Justiça Divina era a minha oração. Os gemidos e a dor que saíam da minha alma ocuparam o lugar do doce diálogo com o Senhor.”

“Então, de repente, vi o Senhor que me estreitou ao Seu Peito e disse: - ‘Minha filha, não chores, porque não posso suportar tuas lágrimas. Eu lhes darei tudo o que pedes, mas não chores mais. ’ – E inundou-me uma grande alegria, e o meu espírito, como de costume, mergulhou n’Ele como meu único tesouro.” (Diário, n°926-928).

27 de fevereiro de 1938. ÚLTIMOS DOIS DIAS DO CARNAVAL. “Os meus sofrimentos físicos aumentaram. Procurei unir-me mais estreitamente com o Salvador, pedindo-Lhe misericórdia para o mundo todo, que enlouquece em sua maldade. O dia todo senti a dor da coroa de espinhos. Quando fui me deitar, não podia encostar a cabeça no travesseiro, porém às 10 horas desapareceram as dores e adormeci, sentindo contudo no dia seguinte, um grande aniquilamento.” (n°1619).

domingo, 6 de março de 2011

AVISO - MISSA NO DOMINGO DE CARNAVAL NO ALDEBARAN

CNBB ABRE CAMPANHA DA FRATERNIDADE NA QUARTA-FEIRA DE CINZAS

Na próxima quarta-feira, 9, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) abre oficialmente a Campanha da Fraternidade 2011 (CF), que tem por tema: “Fraternidade e a Vida no Planeta” e lema: “A criação geme em dores de parto” (Rm 8,22). O ato de lançamento nacional, aberto à imprensa, acontece no auditório Dom Helder Câmara, na sede da CNBB, em Brasília, às 14h30, e será presidido pelo secretário geral da Conferência dos Bispos, dom Dimas Lara Barbosa.

A programação será bastante objetiva, iniciando com a apresentação da mensagem do papa Bento XVI, saudando a Campanha. Em seguida, o secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, exporá os objetivos da Campanha, bem como a dinâmica de sua realização nas dioceses, paróquias e comunidades do país. O secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, encerra o ato falando sobre as expectativas da Igreja com a Campanha. Terminada a cerimônia, dom Dimas atende os jornalistas, numa coletiva de imprensa.

Esta é a 47ª Campanha da Fraternidade desde que foi criada em 1964. A conscientização sobre o aquecimento global e as mudanças climáticas está entre os principais objetivos da Campanha. A busca de ações que preservem a vida no planeta é outra meta da CF.

Com 124 páginas e dividido em quatro partes, o texto-base, carro-chefe da CF, apresenta o conteúdo a ser discutido ao longo da Campanha. Na primeira, faz uma análise da realidade procurando estabelecer as causas do aquecimento global e das mudanças climáticas. Toca na relação que há entre o aquecimento global e as atividades humanas; questiona o modelo energético do país; denuncia o desmatamento e as queimadas, responsáveis por 50% da emissão de gases de efeito estufa no Brasil; interpela o agronegócio e o atual modelo de desenvolvimento. A Campanha vai alertar, ainda, para a ameaça à biodiversidade e para o risco da escassez de água no planeta.

A segunda parte do texto-base busca na bíblia, na teologia e na palavra da Igreja a fundamentação do tema e do lema da CF. Já na terceira parte, aponta diversas atitudes que podem ser tomadas por pessoas, comunidades, governo, empresas e instituições, com o objetivo de preservar a vida no planeta terra.

Para o secretário geral da CNBB, a Igreja é motivada pela fé quando discute temas como o proposto pela CF deste ano. “A fé nos torna específicos numa discussão como essa. A nossa fundamentação é teológica e se baseia no próprio projeto de Deus para com a criação e para com o ser humano”, explica dom Dimas. “A ecologia humana é um tema fundamental trazido pelo papa João Paulo II e, depois, por Bento XVI. De acordo com o papa, o centro do universo está na pessoa humana e, muitas vezes, as políticas públicas não levam em conta esses dois pontos, principalmente as pessoas mais vulneráveis, os mais pobres”, acrescenta.

O secretário executivo da CF, padre Luiz Carlos Dias, diz que a preocupação da Igreja com o meio ambiente está ligada à sua missão de defender a vida. “A Igreja demonstra suas preocupações com o estado de nosso planeta, que precisa de cuidados para que continue a oferecer as condições necessárias para a vida nele instalada”, disse o secretário.

Esta não é a primeira vez que a CF aborda o tema meio ambiente. Em 1979, a Campanha discutiu o tema “Por um mundo mais humano – Preserve o que é de todos”; em 2004, “Fraternidade e Água – Água, fonte de vida”; e, em 2007, a Amazônia foi lembrada: “Fraternidade e Amazônia – vida e missão neste chão”.

Fonte: CNBB

LITÚRGIA DO 9º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Neste Domingo, aprendemos que os mandamentos de Deus propõem vida e infinitas bênçãos para todos os que os seguem; e, ao escutarmos Jesus, conforme o evangelho que hoje nos é apresentado por Mateus, aprendemos a construir nossas vidas sobre alicerces sólidos. Nesse sentido, devemos viver o cristianismo não como obrigação, mas como graça especial. Assim, somos chamados a fazer a opção pela bênção e pela vida, cumprindo a vontade do Pai. Deste modo, Jesus nos mostra que não basta dizer que temos fé, ou que simplesmente vamos à Igreja aos domingos, como se isso fosse demonstração de fé. Não! O nosso sentimento de fé deve ser traduzido em ações práticas e concretas no cotidiano de nossas vidas. Nossa fé deve nos conduzir a construir nossas vidas sobre o alicerce sólido da Palavra de Deus. Movidos pela fé, alimentada pela graça de Deus poderemos, com certeza, chamar a Deus de “Senhor”.

9º Domingo do Tempo Comum
1ª Leitura: Livro do Deuteronômio 11,18.26-28.32
Salmo: 30
2ª Leitura: 1ª Carta de São Paulo aos Romanos 3,21-25.28
Evangelho: Mateus 7, 21-27

EVANGELHO - Mateus 7,21-27
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: Nem todo aquele que me diz Senhor, Senhor entrará no reino dos céus, mas o que põe em prática a vontade de meu Pai que está nos céus. Naquele dia, muitos vão me dizer: Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos muitos milagres? Então eu lhe direi publicamente: Jamais vos conheci. Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal.

Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as põe em prática é como um homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos deram contra a casa, mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. Por outro lado, quem ouve esta minhas palavras e não as põe em prática é como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a casa caiu, e sua ruína foi completa!

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
Estamos encerrando o primeiro ciclo de semanas do Tempo Comum. Fazemos uma pausa neste tempo, pois entraremos no Tempo Quaresmal. Nesse sentido, o que se pode concluir dessa primeira parte do Tempo Comum? Vejamos:

Nas semanas anteriores fomos de diversas maneiras, exortados a viver de acordo com as orientações de Jesus. Procurem se lembrar: desde o dia 09 de janeiro de 2011, quando celebramos o Batismo de Jesus, a Palavra de Deus vem nos orientando para que façamos, conscientemente, a verdadeira opção por Jesus e pelo Reino por Ele inaugurado.

Observem que, na festa do Batismo, Jesus assumiu a missão recebida do Pai. Missão que Ele próprio nos revela e que também nos é atribuída; No segundo Domingo do Tempo Comum fomos instruídos, juntamente com o testemunho de João Batista, a proclamar que Jesus é o Filho de Deus, e que sobre Ele repousou o Espírito Santo do Pai e, assim, devemos afirma que Ele é aquele que era esperado: o Emanuel. Deus-conosco; no terceiro Domingo, aprendemos que Jesus é a luz da humanidade e, como Ele é a Palavra iluminadora de Deus, apresentada a nós, fez de nós Luz para iluminar as trevas de nossas comunidades; no quarto Domingo, Jesus nos denominou de Bem Aventurados e nos chamou de filhos e filhas de Deus; no quinto Domingo, para nos tornarmos símbolos do compromisso cristão, fomos convocados pelo Mestre Jesus a sermos Sal e Luz para que pudéssemos nos tornar verdadeiros agentes de transformação da realidade que nos cerca; no sexto Domingo, fomos convidados a fazer uma escolha entre a vida e a morte. Aprendemos a viver novas formas de nos relacionar com os outros e de colaborar para a concretização do Reino de Deus; no sétimo Domingo, embora vivamos numa realidade marca pela vingança e violência, a Palavra de Deus nos ensinou o que devemos fazer para amar a todos de igual modo; e, no Domingo anterior, Jesus nos ensinou que, mesmo diante das facilidades que o mundo nos oferece, não devemos nos entregar às preocupações do mundo, mas devemos, sobretudo, buscar em primeiro lugar o Reino de Deus.

Porém, hoje, neste Domingo, o nono do Tempo comum, onde encerramos o primeiro ciclo deste tempo, aprendemos que os mandamentos de Deus propõem vida e infinitas bênçãos para todos os que os seguem; e, ao escutarmos Jesus, conforme o evangelho que nos é apresentado por Mateus, aprendemos a construir nossas vidas sobre alicerces sólidos.

Nesse sentido, devemos vivenciar o cristianismo não como obrigação, mas como graça especial que Deus, nosso Pai, nos concede. Assim, somos chamados a fazer a opção pela bênção e pela vida, cumprindo a vontade do Pai. Deste modo, Jesus nos mostra que não basta dizer que temos fé, ou que simplesmente vamos à Igreja aos domingos, como se isso fosse demonstração de fé. Não! O nosso sentimento de fé deve ser traduzido em ações práticas e concretas no cotidiano de nossas vidas. Nossa fé deve nos conduzir a construir nossas vidas sobre o alicerce sólido da Palavra de Deus. Movidos pela fé, alimentada pela graça de Deus poderemos, com certeza, chamar a Deus de “Senhor”.

Para que possamos ter o direito de chamar a Deus de Senhor, antes porém, é preciso que assumamos, como cristãos, o compromisso como o Reino de Justiça que nos é proposto. Isso exige compreensão, Mas não deve ficar por aí. Da compreensão com a cabeça, a luta pela justiça, pela solidariedade e pela fraternidade deve passar para as mãos e os pés, isto é, nosso compromisso deve transformar-se em ação prática, que produz efeitos e transforma a realidade em que vivemos.

Não adianta ficarmos rezando apenas com palavras e confortavelmente protegidos dentro de quatro paredes, ou usando o santo nome de Deus e de Jesus para remendar situações provocadas pela injustiça, ou meios para justificar-se para com Deus, com a finalidade de esconder seus feitos, suas práticas e suas ações injustas. Não adianta tentar fazer média com Deus. Devemos compreender com a nossa inteligência que não é possível enganar a Deus, pois Ele não é como os homens.

Deus não quer que tenhamos essa forma de ação. Não. Ele quer que nossa oração nos leve à prática da justiça, ou, melhor ainda, Deus quer que aprendamos a rezar através da ação que transforma a realidade, criando um Reino onde prevaleça a justiça que Ele quer. Cada um de nós seremos julgados. Não pelo o que cremos ou dissemos, mas por aquilo que de fato fazemos.

Ouvindo ou lendo tudo isso, podemos ficar admirados ou assustados. No entanto, uma coisa é certa: neste domingo nós aprendemos com Jesus que primeiro devemos vivenciar e praticar, para depois explicar e ensinar, pois o verdadeiro anúncio nasce da ação prática que cada membro da comunidade realiza em nome de Jesus.

ORAÇÃO
Senhor, faça de mim um cristão autêntico. Mas que eu seja um cristão que saiba ouvir mais para praticar mais o que me pede a sua santa Palavra. Amém.

sábado, 5 de março de 2011

VIII GRANDE CAMINHADA PELA PAZ

Apoio: MFC ALAGOAS

TRIUNFO DO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA

Textos compilados por Hugo Ferreira Pinto
Certa vez, em tempo de Carnaval... Jesus se me apresentou na figura de um ECCE HOMO (“Eis aqui o homem” Jo 19,5), carregando sua Cruz, todo coberto de chagas e contusões e brotando, de todo o seu corpo, seu Sangue adorável. Com uma voz dolorosamente triste, dizia: ‘Não haverá ninguém que tenha piedade de Mim e queira compadecer-se e tomar parte em minha dor vendo o lastimoso estado em que Me põem os pecadores, sobretudo neste tempo de Carnaval?’

Prostrando-me aos seus sagrados pés, ofereci-me a Ele, com lágrimas e suspiros.  Colocou sobre os meus ombros aquela pesada Cruz *, toda eriçada de pontas de pregos, e sentindo-me sucumbida sob o seu peso, comecei a compreender melhor a gravidade e malícia do pecado, a qual sentia tão vivamente no meu coração, que teria preferido mil vezes precipitar-me no Inferno a cometer voluntariamente um único pecado. ‘Maldito pecado – disse – que detestável és, pela injúria que fazes a meu soberano Bem!” (Santa Margarida Maria, Autobiografia, capítulo 9).

“Parecia-me que me cravavam em uma cruz dolorosíssima, na qual sofri tanto que dificilmente poderia explicar e nem conhecia a mim mesma, sobretudo nos três últimos dias de Carnaval, nos quais acreditei que estava próximo o meu fim.” (Carta de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise – n° 62 – em Março de 1687). “Meus sofrimentos são tais que acreditava que ia morrer em cada momento, embora já tivessem sido anunciados por este caritativo Coração.

Creio que me fez o seguinte pedido: ‘Se queria acompanhá-Lo na Cruz durante este tempo (de Carnaval) em que está tão abandonado pelo empenho que todos têm de divertir-se, e pelas amarguras que me faria sentir, poderia eu, em algum modo, suavizar as que os pecadores derramam sem cessarem seu Sagrado Coração; que devia, sem cessar, gemer com Ele para alcançar misericórdia, a fim de que os pecados não chegassem ao cúmulo, e Deus perdoasse os pecadores pelo amor que tem a este amável Coração, que não cessa de consumir-Se pelo amor que tem aos homens.” (Carta 97 de Santa Margarida Maria à Madre Saumaise).

“Durante os três dias de Carnaval, queria fazer-me em pedaços para reparar os ultrajes que fazem sofrer os pecadores à Sua Divina Majestade; e enquanto me era possível, os passava jejuando a pão e água, dando aos pobres o que recebia para meu alimento.” (Santa Margarida Maria, Escritos Autobiográficos – Tejada SJ – 2ª Edição, p.99).

“Meu Reverendo Padre: Nosso soberano Dono Se dignou infundir-me muito consolo com a leitura de vossa carta, depois de ter-me proibido de lê-la por muito tempo, por causa de certo impulso demasiado impetuoso que me tinha vindo de buscar nela consolo no sensível e doloroso estado de sofrimento em que Ele me havia colocado durante o Carnaval. Ofendem-No e O abandonam tantos pecadores! Parece-me que de tal modo é este o meu tempo de dor e amargura que não posso ver nem gostar de outra coisa do que ao meu Jesus sofredor e abandonado. Compadeço-me de Suas dores e penetra-me tão vivamente com elas o Seu Coração adorável que não conheço mais a mim mesma.” (Carta 135. de 17/1/1690, o.cit. pg. 471).

sexta-feira, 4 de março de 2011

ANIVERSARIANTE DO DIA - NANA DE GILSON

ANIVERSARIANTE DO DIA - MARIANA DE ROBINHO

ANIVERSARIANTE DO DIA - LUIZ HITA DE ANGELA

A IMPORTÂNCIA DA MISSA E DA EUCARISTIA PARA O CRISTÃO

Ana Lúcia Vasconcelos, Jornalista
No seu livro Eucaristia O Sacramento da Cura, o Pe. Roberto De Grandis, SSJ (Editora Raboni Caixa Postal 1700 - 1996 - Campinas - SP), já na 6ª. Edição, diz na introdução que sempre que encontra ex-católicos lhes pergunta o que pensam sobre a Eucaristia. E geralmente a resposta é mais ou menos esta: “Não sei”, ou “Não pensei sobre isso”. “A Eucaristia é o centro da nossa fé. Você pode conceber alguém que diz: ‘Até logo, Jesus. Vou para aquela outra igreja onde a música é melhor, a pregação é mais poderosa e as pessoas são mais amáveis’? “O que se faz necessário na Igreja”, ele continua, “é proclamar o Evangelho e ressaltar o extraordinário dom da sagrada Eucaristia: o próprio Jesus. O ideal é que tivéssemos adoração perpétua em todas as paróquias, de modo que as pessoas pudessem crescer nesse relacionamento pessoal e profundo com Jesus”. Continua dizendo que nos seus retiros para sacerdotes costuma enfatizar a cura através da Eucaristia e pede que preguem muito sobre a “fonte e ápice de toda a vida cristã”. E aqui ele cita outro livro seu intitulado Healing Through the Mass (A cura pela missa-Mineola, NY Ressurection Press, 1992.)

E justamente lembra que neste livro ele quer focalizar nossa atenção para este maravilhoso sacramento e propor algumas considerações a respeito dos diversos passos para receber Nosso Senhor na sagrada comunhão. Espera que este trabalho desperte os leitores para o ritual mais importante de nossa vida: receber Jesus em nosso coração. E termina a introdução citando um livro The Way of Divine Love (O Caminho do amor divino) de Rockford, IL, Tan Books and Publishers, (1981), onde Jesus fala à irmã Josefa Menendez:

“Quero falar-lhes das dores lancinantes que encheram Meu coração na Última Ceia. Se para Mim foi motivo de alegria pensar em todos aqueles a quem Eu seria tanto Companheiro quanto Alimento celeste, em todos aqueles que estariam Comigo até o final dos tempos, em adoração, reparação e amor... isso de forma alguma diminuiu Minha tristeza por todos aqueles que Me deixariam abandonadoem Meu Tabernáculo e que nem mesmo acreditariam em Minha presença real.” Em quantos corações corrompidos pelo pecado Eu precisaria entrar... e quantas vezes essa profanação de Meu Corpo e Sangue seria a causa de sua derradeira condenação... A sagrada Eucaristia é a criação do amor... Ainda assim, quão poucas almas correspondem a esse amor que por elas se esgota e se consome!

“E sobre a importância da Missa vários santos deixaram seus testemunhos como Santo Agostinho: “Uma só missa a que houveres assistido em vida será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a benção que do Sacerdote recebes na Santa Missa”. Santa Mectildes declarou: “Todas as missas tem um valor infinito, pois são celebração pelo próprio JESUS CRISTO, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz que nos deixou Nosso Senhor JESUS CRISTO para a salvação da humanidade”. São Francisco de Assis: “Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Missa e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso SENHOR, a ponto de considerar grave falta, para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz”.

quinta-feira, 3 de março de 2011

ANIVERSARIANTE DO DIA - GUIDO DE GRAÇA

CORREIO MFC BRASIL Nº 258

ATENTOS AOS SINAIS DOS TEMPOS



Sinais de transformação, sinais de renovação: os sinais dos tempos.

Em vez de fechar os olhos diante deles, em vez de condenar os tempos como sendo secularizados e hostis, devemos abrir os nossos ouvidos e ouvir. Devemos ouvir! Devemos apurar os nossos sentidos e perceber as mudanças radicais que marcam o início deste século XXI, descobrindo também nelas a voz de Deus.

Agindo assim, descobriremos transformações estruturais, cujos efeitos criaram uma nova mentalidade, à qual ninguém escapará. Novas estruturas de comunicação atingem todas as camadas da população e cada vez transmite mais informações. Com isso desaparecem os não formados, os ignorantes, acabando o monopólio daqueles que até agora usufruíram seus privilégios de saber.

Meios de comunicação eletrônicos como e-mail e internet transmitem concepções inovadoras e idéias questionadoras.

O grande desafio para o Movimento Familiar Cristão - MFC é este: conhecer e compreender a nova situação. E depois reagir a ela de maneira criativa e inovadora.

Para que isso seja possível, devemos, em primeiro lugar, conhecer os verdadeiros anseios dos habitantes de nossas sociedades urbanas. Devemos conhecer suas angústias, seus desejos e suas frustrações. Devemos, em nosso trabalho evangelizador, responder a estes anseios e a estas frustrações.

É dentro de tal realidade que se deve:
Ø      Projetar um MFC urbano do futuro;
Ø      Recorrer àquela pessoa que é única base e único fundamento de todo MFC: Jesus Cristo;
Ø      Eliminar a deficiente formação que nos priva de dar respostas eficazes aos atuais desafios da sociedade.

Na gestão 2010/2013, vamos incentivar a comunidade MFCista para que encare essa missão com coragem e com determinação, que saiba lidar com as resistências de toda parte, que anuncie o reino e seus valores, uma comunidade onde a bondade de coração e a simplicidade estejam no centro de tudo.

Equipe de Coordenação Nacional
MFC CONDIN

quarta-feira, 2 de março de 2011

28ª NUCLEAÇÃO - EQUIPES DE PAULO APÓSTOLO, MARTA E CANTO SE REÚNEM HOJE

Nesta quarta-feira (02), as coordenações das Equipes de PAULO APÓSTOLO, MARTA e CANTO estarão reunidos com suas equipes de trabalho para definirem as estratégias de atuação de cada equipe durante a 28ª NUCLEAÇÃO do Movimento Familiar Cristão de Maceió que acontece de 1º a 3 de abril próximo.

Na Sede do MFC, a partir das 19h30min, os coordenadores da Equipe de Paulo Apóstolo, Fiel e Claudete, os vice-coordenadores, Henrique e Kaline, estarão reunidos com os demais membros da equipe, definindo o calendário de atividades até a reunião de pós-encontro e o planejamento a ser utilizado antes, durante e após a Nucleação.

Na residência do casal vice-coordenador, Péricles e Ula, às 19h30min, a Equipe de Canto, que tem como coordenador o casal Miltinho e Val, estarão reunidos com os demais membros para a escolha do repertório musical e outras providências necessárias.

A Equipe de Marta se reúne na residência do casal coordenador, Ailson e Simone, também a partir das 19h30min, com o casal vice-coordenador, Tião e Suely e os demais integrantes da equipe. Todo o planejamento da equipe será discutido, devendo cada membro tomar conhecimento das suas atribuições na equipe.

Rainey e Anamaria, casal coordenador-geral da 28ª NUCLEAÇÃO, informou que indicará dirigentes para participar das referidas reuniões, levando o apoio da coordenação as Equipes de Trabalho.