quarta-feira, 11 de maio de 2011

ARRAIÁ DO MFC 2011

O MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ promove no sábado, dia 04 de junho, a partir das 20h30min, sua tradicional FESTA JUNINA com direito a muito forró-pé-de-serra, banda de forró com Wilker e Wagner, barracas com bebidas e comidas típicas.

Na parte das brincadeiras, haverá “casamento matuto”, “quadrilha junina”, concursos de “melhor dançarino” e “casal melhor caracterizado de matuto”. O evento tem por objetivo a confraternização junto aos mefecistas, seus familiares e amigos.

O clima de Festa Junina tomará conta do ARRAIÁ DO MFC que acontecerá nas dependências do Clube dos Funcionários da Cooperativa dos Usineiros, em Jaraguá.

O MFC MACEIÓ pretende propiciar a todos os mefecistas, familiares e amigos uma festa junina pra deixar saudades a todos àqueles que lá estiverem.

Os ingressos já estão disponíveis com membros da Equipe Cidade e Coordenadores de Grupos de Base ao preço de R$ 10,00 (dez reais). Crianças abaixo de 12 anos não paga.

ENCONTRO REGIONAL SOBRE A ESPIRITUALIDADE DO ACOLHIMENTO E DA ADOÇÃO

Realizar-se-á no próximo dia 21 de maio de 2011, na Cidade de Maceió/AL, o Encontro Regional dedicado à Espiritualidade do Acolhimento e da Adoção, promovido pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família (CNBB), pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar, pelo Movimento Familiar Ai.Bi. – Amici dei Bambini e pela Associação de Fiéis “La Pietra Scartata”, e realizado pela Arquidiocese de Maceió.

O encontro com o tema “Acolher em nome de Jesus” representa uma etapa fundamental no caminho escolhido por decisão da Igreja brasileira a favor da infância abandonada, que se faz capaz de por fim aos desafios da cultura do abandono ao apoiar a cultura da vida e do acolhimento familiar.

Esse encontro tem por objetivo ser um desdobramento do I Encontro Nacional acontecido em São Paulo, em abril de 2010, onde propostas foram apresentadas e aqui destacamos:

§  a criação e apoio a uma Associação Nacional de pais adotivos de inspiração cristã;

§  promoção de encontros regionais para difusão do assunto; e

§  inserção do tema acolhimento nas políticas públicas, através da mobilização de leigos.;


Pelo Magistério da Igreja retorna sempre à tona a atenção e as solicitações que sempre caracterizaram o nosso serviço junto às crianças órfãs ou abandonadas, as internadas ou as assistidas em Instituições, mas sempre privadas da fundamental relação capaz de lhes assegurar a dignidade de filhos. O entusiasmo de nos reconhecermos em plena sintonia com toda a Igreja, veio acompanhado imediatamente pela consciência de sermos colocados, mais uma vez, de frente a um ulterior e determinado apelo:


§  nos fazermos responsáveis, sem indulgências e sem reticências, pelo destino das crianças internadas e/ou abandonadas em Instituições;

§  sensibilizar, acompanhar e apoiar os casais e as famílias disponíveis a acolher estas crianças;

§  testemunhar o Ressuscitado na beleza, na coragem e na harmonia das relações familiares por sua fecundidade e por sua generosidade.


ENCONTRO REGIONAL SOBRE A ESPIRITUALIDADE
DO ACOLHIMENTO E DA ADOÇÃO

APRESENTAÇÃO
Acolher em nome de Jesus, descobrindo o sentido próprio e suas coerentes condições, torna-se o empenho de todos os cristãos atentos e sensíveis ao drama vivido por milhões de crianças abandonadas. A adoção de crianças abandonadas é a prática idônea e uma das formas mais eloqüentes da caridade cristã.

OBJETIVO
Apresentar, pela ótica e espiritualidade do acolhimento, os vários temas (sociais, psicológicos e jurídicos) que giram em torno do abandono de crianças no Brasil. O processo histórico que levou a Igreja a sempre ocupar destes pequenos até hoje vem preocupando os meios eclesiásticos.

PÚBLICO ALVO
Representantes de Organismos, Associações, Institutos, Pastorais e Serviços familiares que se dedicam à defesa humana e social da Vida e da Família.

LOCAL
Auditório do SENAC, Rua Pedro Paulino, 77 - bairro do Poço, Cidade de Maceió/AL

DATA / HORA
Dia 21 de maio de 2011, início 8h e término às 18h

PROGRAMAÇÃO
Primeira Mesa – Visão global da realidade em que vive e problemas pelos quais passam a infância na região.
Segunda Mesa – Visão do Judiciário sobre a situação da realidade exposta na primeira mesa.
Terceira Mesa – A espiritualidade do acolhimento e da adoção.
Quarta Mesa – O compromisso do cristão frente à realidade do abandono no Brasil.
Quinta Mesa – Exposição de experiências locais sobre o acolhimento e adição.
Sexta Mesa – Nosso compromisso para atender o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes em situação de abandono e sem possibilidade de retorno à família de origem.

A taxa de inscrição por pessoa é de R$ 20,00 (vinte reais) e o pagamento é no local do encontro. Consultas sobre inscrições com Ari e Helena através dos telefones: (82) 9983-6623, 9903-1296 e 3325-2147 ou através do e-mail:  ari.helena@hotmail.com

terça-feira, 10 de maio de 2011

MFC DE MACEIÓ E MATRIZ DE CAMARAGIBE COMEMORAM DIA DAS MÃES

Grupo Amizade e Grupo Mamãe Margarida

Com a presença de todos os membros do Grupo Amizade e do casal Gastão e Eluza (Grupo Caná da Galiléia), o Grupo Mamãe Margarida do Movimento Familiar Cristão de Matriz de Camaragibe homenageou as Mães com uma Santa Missa Especial no último sábado (07). Após a celebração, foram distribuídas rosas as Mães e sorteado entre as Mães presentes um lindo fogão.

Os mefecistas maceioenses partiram de Maceió em uma Van, chegando a Matriz de Camaragibe às 17 horas, onde participaram de uma reunião de integração com o Grupo de Base local. Após a reunião foi servido um delicioso jantar regional.

Retornando a Maceió, no final da noite do sábado, o Grupo Amizade parou numa famosa pizzaria no Povoado Riacho Doce para comemorarem o Dia das Mães saboreando deliciosas pizzas.

MFC MACEIÓ
No domingo (08), com a presença de mefecistas dos seus diversos Grupos de Base e a comunidade católica do Aldebaran, a Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió homenageou as Mães distribuindo rosas e mensagens durante a Santa Missa Dominical das 17h30min na Igreja do Aldebaran.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

MEFECISTA ALAGOANO É SECRETÁRIO EXECUTIVO DA DEFESA CIVIL DE ALAGOAS

Mefecista e Ten. Cel. BM Gilson Romeiro
Atualmente a Secretaria Estadual da Defesa Civil de Alagoas têm como Secretário Executivo o mefecista alagoano e Ten. Cel. BM Gilson Romeiro, que é o articulador do sistema estadual da Defesa Civil, integrando o Estado de Alagoas com as Coordenadorias Municipais de Defesa Civil (COMDEC’s), envolvidas com as comunidades que sofrem constantemente com eventos adversos, como os causados pelas recentes chuvas.

A Secretaria Executiva da Defesa Civil de Alagoas mantém parceria com a AMA – Associação dos Municípios de Alagoas, SEMARH – Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos para monitoração em tempo real o tempo, clima e a elevação dos níveis dos rios.

Outra parceria importante realizada é com a UFAL – Universidade Federal de Alagoas para o monitoramento através do Radar Meteorológico da UFAL, um dos mais modernos do país.

A atuação da Defesa Civil tem o objetivo de reduzir desastre e compreende ações de prevenção, de preparação para emergências e desastres, de resposta aos desastres e de reconstrução, e se dá de forma multissetorial a níveis de governo.

A ação organizada da Defesa Civil proporciona um resultado multiplicador e potencializador, muito mais eficiente e eficaz do que a simples soma das ações dos órgãos que o compõem.

Os demais órgãos auxiliares têm atribuições, mas a atuação do órgão de Defesa Civil é extremamente importante, para a prevenção e controle dos desastres.

A Defesa Civil deve estar preparada para atender imediatamente a população atingida por qualquer tipo de desastre, reduzindo perdas materiais e humanas, fato que constatamos diariamente pela mídia. Daí a importância da Defesa Civil.

Há uma grande diversidade de desastres naturais, humanos e mistos, conforme classificação adotada pelo Sistema Nacional de Defesa Civil e aprovada pelo Conselho Nacional de Defesa Civil, a Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos – CODAR.

A realidade alagoana, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela frequência dos desastres naturais, especialmente as inundações nas áreas ribeirinhas e a seca na região sertaneja e um crescente aumento dos desastres humanos nas áreas centrais, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.

Alagoas apresenta-se com características regionais de desastres, onde os desastres naturais mais prevalentes são: secas e inundações.

Gilson Romeiro é casado com Jorgeane (Nana), tem 2 filhos, é membro do Grupo Mãos Dadas do Movimento Familiar Cristão de Maceió e exerce o cargo de tesoureiro estadual do MFC ALAGOAS.

domingo, 8 de maio de 2011

HOMENAGEM DO MFC ALAGOAS AS MÃES NO SEU DIA!

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HOJE, 85ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN - ESPECIAL DIA DAS MÃES

A Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió vai homenagear as Mamães com uma programação especial neste domingo, 8 de maio, dia consagrado àquela a quem nos gerou, a quem está sempre disposta a nos acolher e proteger: Nossas “Mães”.

A proposta da Equipe Cidade é que as Mamães estejam presentes com seus filhos, familiares e amigos na Missa Dominical do MFC, às 17h30min, deste domingo (08), na Igreja do Aldebaran, celebrada pelo Cônego João Neto.

Todas as Mães serão homenageadas pela Equipe Cidade que se programa para que a Missa seja mais do que especial para as Mães que comparecerem.

Os coordenadores Neto e Rita, e os vice-coordenadores Rainey e Anamaria, convidam a todos os mefecistas para comemorarem juntos o DIA DAS MÃES.

LITURGIA DO III DOMINGO DA PÁSCOA


Na Liturgia deste III Domingo da Páscoa temos o itinerário da fé cristã: caminhos da humanidade, palavra, partilha, Igreja que confirma. Acima de tudo temos o Ressuscitado, que se manifesta onde quer que haja busca e onde quer que a partilha se faça: partilha de liberdade e de vida, fermentando a fraternidade e a partilha dos bens, para que todos tenham a vida que Deus deu a todos. Em sua caminhada, Jesus nos convida a formar comunidades e sermos testemunhas com Ele ao redor do pão da vida. Em comunhão com o Ressuscitado, possamos viver com dignidade a fraternidade e a solidariedade reveladas aos corações que se deixam inflamar pela Luz do Cristo que vem sobre a terra, inunda nosso ser e permanece entre nós. Sob a intercessão da Virgem Santíssima, que todas as mães sejam abençoadas por Deus.

III DOMINGO DA PÁSCOA
1ª Leitura: Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 21, 14.22-33
Salmo: 15
2ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São Pedro 1,17-21
Evangelho: Lucas 24,13-35
  
EVANGELHO – LUCAS 24,13-35
Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos iam para um povoado, chamado Emaús, a uns dez quilômetros de Jerusalém. Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. Enquanto conversavam e discutiam, o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles. Os seus olhos, porém, estavam como vendados, incapazes de reconhecê-lo. Então Jesus perguntou: "O que andais conversando pelo caminho?" Eles pararam, com o rosto triste, e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: "És tu o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que lá aconteceu nestes dias?" Ele perguntou: "Que foi?" Eles responderam: "O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e diante de todo o povo. Os sumos sacerdotes e as nossas autoridades o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. Nós esperávamos que fosse ele quem libertaria Israel; mas, com tudo isso, já faz três dias que todas essas coisas aconteceram! É verdade que algumas mulheres do nosso grupo nos assustaram. Elas foram de madrugada ao túmulo e não encontraram o corpo dele. Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que ele está vivo. Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres tinham dito. A ele, porém, ninguém viu". Então ele lhes disse: "Como sois sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! Não era necessário que o Cristo sofresse tudo isso para entrar na sua glória?" E, começando por Moisés e passando por todos os Profetas, explicou-lhes, em todas as Escrituras, as passagens que se referiam a ele. Quando chegaram perto do povoado para onde iam, ele fez de conta que ia adiante. Eles, porém, insistiram: "Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!" Ele entrou para ficar com eles. Depois que se sentou à mesa com eles, tomou o pão, pronunciou a bênção, partiu-o e deu a eles. Neste momento, seus olhos se abriram, e eles o reconheceram. Ele, porém, desapareceu da vista deles. Então um disse ao outro: "Não estava ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho e nos explicava as Escrituras?" Naquela mesma hora, levantaram-se e voltaram para Jerusalém, onde encontraram reunidos os Onze e os outros discípulos. E estes confirmaram: "Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!" Então os dois contaram o que tinha acontecido no caminho, e como o tinham reconhecido ao partir o pão.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
A pergunta mais importante que qualquer cristão pode fazer é: Onde está Jesus ressuscitado? Muitos gostariam que ele estivesse apenas em Deus. Seria mais cômodo. Outros gostariam que ele estivesse apenas no fundo do coração de cada um. Também seria cômodo. Outros, ainda, gostariam de confiná-lo num templo ou de prendê-lo dentro de instituições, estruturas e esquemas. Mais cômodo ainda, porque assim Jesus estaria inteiramente sob controle, o que interessaria a muita gente.

Nesta perícope de seu evangelho Lucas nos mostra os lugares fundamentais onde se manifesta o Ressuscitado. Primeiro ele se encontra nos caminhos da humanidade, atento às aspirações e busca das pessoas. Depois encontra-se na palavra, e na palavra por excelência, registrada na Bíblia. Em seguida, no gesto da partilha, e principalmente no gesto de partilha dos cristãos, a Eucaristia. Finalmente, coroando todas as presenças e confirmando todas elas, Jesus está no centro do cristão, a Igreja viva reunida em torno dos apóstolos.

Jesus ressuscitou, mas ninguém ainda o viu. Viram apenas que o túmulo estava vazio, ou seja, que Jesus estava no mundo dos mortos. É ainda o primeiro dia da semana, o domingo, e dois discípulos vão de Jerusalém para Emaús, vilarejo onde certamente moravam. Como não podia deixar de ser, conversam sobre os últimos acontecimentos, certamente sobre tudo o que sucedera a Jesus naqueles dias.

Jesus se aproxima deles, como desconhecido, e entra na conversa, seguindo o mesmo caminho. O ponto importante é que os discípulos não o reconhecem. Parece que é sempre necessário haver um sinal concreto para manifestar Jesus às pessoas.

Jesus se interessa pelo assunto deles. Quer saber o que os preocupa. Eles parecem estranhar: “Tu és o único peregrino em Jerusalém que não sabe o que aí aconteceu nesses últimos dias?”.

Começa então o primeiro anúncio: os discípulos contam o que aconteceu. Importante é a apresentação de Jesus: um poderoso profeta, isto é, um enviado de Deus. Toda a vida de Jesus é, a seguir, apontada por quatro palavras: ação, palavras, diante de Deus, diante do povo. É um resumo do que Jesus disse e fez, cumprindo o projeto de Deus em favor do povo. E o testemunho continua: os chefes do povo o condenaram e crucificaram. E, por fim, a decepção: eles esperavam que Jesus fosse o Messias libertador e que Deus fosse vingá-lo no mesmo dia. Mas já se passaram três dias... (naquele tempo se acreditava que o cadáver entrava em decomposição depois de três dias). Ou seja, as esperanças se frustraram. Alguma coisa parece ter acontecido, pois as mulheres não encontraram Jesus no túmulo, e isso foi confirmado pelos discípulos. “Mas ninguém viu Jesus”. Ponto importante. Jesus se encontra nos caminhos dos homens, mas os homens ainda não estão reconhecendo. O que falta?

O próprio Jesus mostra que o caminho para entender a sua pessoa e atividade é a leitura da Bíblia. Nela está anunciado tudo o que o Messias enviado por Deus deveria realizar: “Será que o Messias não devia sofrer tudo isso, para entrar na sua glória?” O que não significa que Deus tivesse decretado que Jesus fosse perseguido, sofresse e fosse morto. Não. Deus queria que Jesus realizasse o seu projeto até o fim. Jesus o realizou e por isso foi condenado e morto. Deus não quis a morte de Jesus. Os responsáveis por ela foram os mantenedores de uma ordem social fundada na injustiça. Tais mantenedores recusaram o projeto de Deus anunciado e atuado por Jesus, e por isso o condenaram à morte.

A seguir o próprio Jesus vai mostrando tudo o que na Bíblia a ele se refere. Isso nos mostra duas coisas. Primeiro, que Jesus realizou o que Deus pedia e prometia nas Escrituras do seu povo: liberdade e vida par todos. Segundo, mostra-nos que as primeiras comunidades foram descobrindo o sentido da vida de Jesus graças à leitura da Bíblia. Esse costume das comunidades deu origem à Liturgia da Palavra em nossas celebrações. Aí sempre se lê o Antigo Testamento e o Novo, mostrando que Jesus é o centro de toda a Bíblia. A Palavra de Deus na Bíblia é, portanto, o segundo lugar onde a presença de Jesus ressuscitado se manifesta. É na leitura comunitária da Bíblia (aqui é uma comunidade de três) que as pessoas encontram o Jesus que dá sentido à vida, principalmente à luta pela Justiça.

O risco, porém, é ficar apenas numa leitura da Bíblia e adquirir muito conhecimento sobre Jesus, sem experimentá-lo concretamente. Como fazer a experiência? Os dois discípulos parecem ter chegado ao destino. Jesus faz de conta que vai seguir seu caminho. Eles insistem para que se hospede junto a eles. Jesus aceita e se assenta à mesa com os dois. E aqui temos a celebração da Eucaristia, a celebração da partilha. Jesus faz os mesmos gestos que realizara na última ceia pascal com os discípulos: toma o pão, abençoa-o, parte-o e o entrega. É nesse momento que eles o reconhecem.

Por que é somente no gesto de partilha que as pessoas reconhecem que Jesus está vivo entre elas? Porque a partilha é a alma do projeto de Deus realizado por Jesus. É partilhando o que se é – liberdade - e o que se tem – vida – que todos poderão ter acesso à liberdade e à vida. Isso nos mostra como a Eucaristia tem um sentido econômico e político: ela é o sinal do mundo novo, onde as relações de poder são substituídas por relações de fraternidade, e onde as relações econômicas são norteadas pelo espírito de partilha igualitária. É desse gesto de partilha que nasce o mundo novo e a nova história, superando toda a desigualdade gerada pelo poder e pela riqueza. E, quando se fala de partilhar, não se trata de bondade ou generosidade, e sim de justiça; porque o dom de Deus é feito para todos, e deve ser partilhado entre todos.

Mas fica no ar a pergunta: De que adianta celebrar a Eucaristia e não realizar na vida concreta a fraternidade e a partilha que ela anuncia e realiza? De que adianta celebrar e não viver o que se celebra? Temos o direito de fazer isso?

Caminho dos homens, palavra, partilha e, finalmente, a Igreja reunida. Os dois discípulos voltam a Jerusalém, ao encontro dos apóstolos, e anunciam tudo o que presenciaram. Ao seu testemunho os apóstolos ajuntam a confirmação: “Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão”. Deste modo temos o círculo completo: Jesus se manifesta no caminho dos homens, e Pedro, o chefe da Igreja, pode confirmar isso, porque ele próprio viveu a experiência.

Após a morte de Jesus na cruz seus discípulos sentiram-se frustrados. A sua herança religiosa do Antigo Testamento impedia-lhes que compreendessem Jesus. Suas esperanças fundavam-se no jogo do poder. Um messias, da linhagem de Davi, poderoso, conduziria o povo judeu a uma glória que superaria o poder do império romano. Jesus não foi este messias. Não faltaram repreensões de Jesus aos discípulos neste sentido: "sois sem inteligência e lentos para crer". A partir da frustração do messianismo terreno em Jesus, os discípulos reinterpretaram este messianismo davídico, aplicando-o à ressurreição. O ressuscitado é portador de glória e poder.

A pregação dos apóstolos é feita a partir do anúncio básico da trajetória de Jesus de Nazaré, morto e ressuscitado, e doador do Espírito Santo (primeira leitura - fala de Pedro em Pentecostes). A ressurreição de Jesus significa a sua presença entre nós. É a permanência de Jesus de Nazaré, que em toda sua vida comunicou tanto amor e paz divinos. Ele é reconhecido na partilha do pão. Ele é o pão da vida. É uma presença concreta, que é experimentada na partilha da vida, no amor, vivida em comunidades abertas a todos. Envolvidos pelo amor de Jesus, presente entre nós, somos libertados da "vida fútil" (segunda leitura) herdada desta sociedade de mercado e consumo, estruturada e imposta pelos ricos e poderosos.

ORAÇÃO
Pai, permita que meu coração se deixe inflamar pela Luz da ressurreição de teu Filho. Dai-me força, fé e coragem para testemunhá-Lo num mundo tão marcado pela dor, angústia e desesperança. Fazei de mim arauto vosso, para que eu possa anunciá-lo em espírito e verdade. Amém.

sábado, 7 de maio de 2011

NASCE O GRUPO MONTE SINAI DO MFC MACEIÓ

Grupo Monte Sinai - MFC Maceió

A Comunidade de Emaús, da 28ª Nucleação do MFC MACEIÓ, se reuniu na residência do casal Chico e Gaby, e definiram pelo nome de “GRUPO MONTE SINAI”.

O GRUPO MONTE SINAI é formado pelos casais Vitor e Langinha; Paulo e Renata; Júnior e Léa;          Rodrigo e Renata; Denis e Carla; Adriano e Kelly; Lúcio e Cacá; Sander e Izabella; Alexandre e Neide; e Chico e Gaby. São facilitadores do Grupo os casais Neto e Rita, e Lessa e Núbia.

A ESSÊNCIA DO NOME ESCOLHIDO
Como a formação e o desenvolvimento do grupo estão centrados em um processo com visão cristã onde a união é fundamentada no amor que toma como modelo o amor fiel de Deus, o nome escolhido do grupo deveria ser de preferência ligado à luz da fé.

METODOLOGIA UTILIZADA
Ação democrática de votos onde cada integrante ficou livre na exposição de sua sugestão para escolha.

A missão pra escolha foi dada no 1° encontro do grupo após a nucleação realizado na casa de Neto e Rita em 18/04/2011 e a exposição dos nomes juntamente com sua decisão através de votos foi dado no 2° encontro do grupo realizado no prédio de Chico e Gaby em 04/05/2011.

BASE HISTÓRICA PARA ESCOLHA DO NOME
No primeiro encontro do grupo foi comentada a importância da realização de uma Aliança entre os membros objetivando um elo entre todos com base na família, na fé e nos ensinamentos de Deus.

Na Bíblia temos a linda história da vida de Moisés, um Homem de Deus escolhido pra salvar o povo de Israel do sofrimento escravo que se encontrava no Egito. Moisés seguindo os ensinamentos e as orientações de Deus além de salvar, conseguiu repassar os ensinamentos e conquistar a fé de seu povo em Deus. Após a retirada do povo de Israel do Egito, Moisés seguiu com seu povo a caminho da terra prometida por Deus. Durante esse caminho Moisés parou e armou um acampamento em um lugar considerado Sagrado. Neste lugar Moisés mais uma vez teve contato com Deus e através dele, Deus fez a primeira aliança com o povo de Israel.

Esta bela passagem bíblica também teve certa semelhança com a história do grupo. Como comentado no 1° encontro realizado em 18/04/2011, onde foi debatido sobre a “Aliança como Grupo, como Família e como Filhos de Deus".

Ligada a essa bela Passagem Bíblica, está o local onde foi Registrada essa Primeira Aliança de Deus com o seu povo: MONTE SINAI.

Daí o nome encontrado no Livro de Êxodo (2° Livro da Bíblia) que conta a linda história desse grande homem de Deus chamado Moisés.

O GRUPO MONTE SINAI vem se reunindo periodicamente dentro do planejamento estabelecido pelo MFC, realizando reuniões sob a orientação dos casais facilitadores, demonstrando muita força de vontade neste inicio de caminhada mefecista e tem como coordenadores o casal Sander e Izabella.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

MFC MATRIZ DE CAMARAGIBE E GRUPO AMIZADE PROMOVEM AÇÃO PARA HOMENAGEAR AS MÃES

Antonino e Wilza - Coordenadores do Grupo Amizade
O Movimento Familiar Cristão de Matriz de Camaragibe e o Grupo Amizade do MFC Maceió, promovem neste sábado (07), uma reunião festiva em homenagem as Mães de Matriz de Camaragibe.

A delegação com os membros do Grupo Amizade sairão de Maceió por volta das 16 horas com chegada prevista à Matriz de Camaragibe às 17 horas, onde se reunirão com o Grupo Mamãe Margarida no Centro Cultural. Às 18h15min será servido um jantar regional.

Às 19 horas o Movimento Familiar Cristão promove uma Santa Missa Festiva para as Mães no Centro Comunitário Dom Bosco com a presença das mamães de Matriz de Camaragibe.

Durante a Missa Festiva rosas serão distribuídas a todas as mães presentes e no final será sorteado um lindo fogão entre as mães presentes.

Toda a celebração terá acompanhamento musical e atividades para as mães, filhos e a comunidade presente.

O objetivo do MFC, além de homenagear as Mães é promover a integração entre as participantes através de uma atividade especial.

MFC MACEIÓ PROGRAMA DOMINGO ESPECIAL PARA AS MAMÃES

A Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió vai homenagear as Mamães com uma programação especial no domingo, 8 de maio, dia consagrado àquela a quem nos gerou, a quem está sempre disposta a nos acolher e proteger: Nossas “Mães”.

A proposta da Equipe Cidade é que as Mamães estejam presentes com seus filhos, familiares e amigos na Missa Dominical do MFC, às 17h30min, deste domingo (08), na Igreja do Aldebaran, celebrada pelo Cônego João Neto.

Todas as Mães serão homenageadas pela Equipe Cidade que se programa para que a Missa seja mais do que especial para as Mães que comparecerem.

Os coordenadores Neto e Rita, e os vice-coordenadores Rainey e Anamaria, convidam a todos os mefecistas para comemorarem juntos o DIA DAS MÃES.

OS ARGUMENTOS DIANTE DOS DESENTENDIMENTOS - Artigo de Dado Moura

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OS ARGUMENTOS DIANTE DOS DESENTENDIMENTOS

Em nossas experiências de convívio, encontramos pessoas com diferentes tipos de temperamento, os quais podem ser, algumas vezes, entraves para conciliar nossos objetivos, quando não sabemos lidar com essas particularidades.

Viver a harmonia em nossos relacionamentos é um desafio que não nos faz derrotados, mas tende a nos capacitar no crescimento e na habilidade de equilibrar ou até mesmo de repreender nossos ímpetos em ocasiões em que nos sentimos contestados. Quer seja no trabalho, quer seja na escola ou na família, partilhamos os mesmos ambientes com pessoas de diferentes hábitos e comportamentos. À primeira vista, pode nos parecer impossível um convívio sadio se focarmos nossas atenções apenas nas diferenças.

Para que haja espaço para a paz e o crescimento dos laços da intimidade em nossas convivências, precisamos nos empenhar em nos tornar pessoas fáceis de se lidar. A flexibilidade, a ponderação e, sobretudo, a boa educação devem permitir sempre a abertura para o diálogo, que é o começo de todo entendimento.

O relacionamento sadio acontece também quando conseguimos expressar as nossas opiniões, de modo claro e objetivo, sem ferir ou inferiorizar a outra pessoa. O extremismo nas atitudes, a prepotência em achar que sempre tem razão e que nunca comete erros, tudo isso faz de alguém assim um ditador arrogante. Fazendo-se valer de sua decisão, a pessoa se prende a seus argumentos, reafirmando somente os seus desejos sem, sequer, considerar os demais que a cercam.

Alcançar o bom relacionameto com as pessoas com as quais convivemos não significa nos anular completamente diante das divergências de opinião. Pessoas que se calam ou se anulam numa relação vivem a falsa tranquilidade gerada pelo medo. Elas preferem se omitir diante daquilo que não estão de acordo, mesmo que isso lhes traga sofrimentos; alegando, por exemplo, que o seu silêncio é a melhor resposta para que não aconteçam as “costumeiras” brigas. No entanto, ninguém poderá suportar um compromisso por anos, quando as suas verdades são asfixiadas!

Sabemos que não somos perfeitos; muitas vezes, somos tomados por aquela característica que mais marca o nosso temperamento. Para evitar que uma simples diferença de opinião se transforme numa guerra de nervos, precisamos considerar as razões que levam a outra pessoa a ter um parecer contrário ao nosso; ou que tipo de benefício ela espera obter na defesa dos pontos de vista dela, os quais ainda não conseguimos perceber; e vice-versa. Diante dos desentendimentos, precisamos aprender a nos posicionar e a defender nossos argumentos para que ocorra um diálogo produtivo e eficaz.

A fim de evitar que vivamos repetidamente e de maneira frustrante as mesmas situações em todas as esferas de nossos relacionamentos, precisamos, neste momento, assumir a verdade de que não estamos neste mundo simplesmente para nós mesmos ou para ser só mais um nas pesquisas do senso demográfico.

Temos um objetivo e uma meta a realizar naquilo que assumimos viver e isso poderá se tornar mais fácil ao nos abrirmos para a possibilidade de dar uma resposta diferente, de forma a favorecer relacionamentos duradouros. As grandes conquistas em nossos convívios podem acontecer a partir de pequenas mudanças.

Um abraço!

Dado Moura

quinta-feira, 5 de maio de 2011

RONALDO LESSA SE RETRATA PUBLICAMENTE DAS ACUSAÇÕES A JAMES MAGALHÃES

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Em uma audiência realizada na segunda-feira, 2, em relação a Ação Penal Privada movida pelo mefecista e desembargador James Magalhães contra o ex-governador Ronaldo Lessa, o acordo de reconciliação proposto pela defesa de Lessa foi aceito. O acordo consiste na publicação na imprensa local de uma Nota Pública de Retratação.

A nota foi enviada pela assessoria do ex-governador em formato de imagem, e para ser lida, basta clicar na fotografia.

Desde 2005, James Magalhães de Medeiros entrou com processos de denúncia caluniosa e contra a honra contra o então governador Ronaldo Lessa.

Por conta de decisões judiciais que o tornaram inelegível pelo período de três anos, Lessa chamou o magistrado de “corrupto e incompetente”.

Na época, Magalhães, que era juiz da Terceira Zona Eleitoral, condenou Lessa por uso indevido da máquina administrativa, para favorecer o então candidato do seu partido à Prefeitura de Maceió.


EXPANSÃO É META DO CONDIR NORDESTE

A atual coordenação do Conselho Diretor Regional Nordeste (CONDIR NORDESTE) mantém contatos com leigos e autoridades eclesiásticas dos Estados de Pernambuco e Paraíba para criarem o Movimento Familiar Cristão nesses estados.

Em Pernambuco os contatos estão sendo mantidos nas cidades de Caruaru, Gravatá e em Nazaré da Mata, mas não se descarta a possibilidade de Recife também ter um Grupo de Base do MFC.

Já na Paraíba os contatos estão sendo realizados na cidade de Guarabira, já que mefecistas de Alagoas mantém um estreito relacionamento familiar e de amizade, onde anualmente, vários membros do MFC de Alagoas participam do tradicional Encontro dos Amigos de Alagoas e Guarabira.

Está na meta da atual coordenação regional, até 2013 ter um núcleo do Movimento Familiar Cristão em todos os Estados da região Nordeste, passando dos atuais quatro Estados (Alagoas, Bahia, Ceará e Sergipe) para oito Estados com a inclusão dos Estados que restam (Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Piauí).

O MFC ALAGOAS já trabalha para comprar um veículo van com capacidade para 16 ou 20 passageiros ou um microônibus para ser utilizado no trabalho de expansão estadual e colaborar com a expansão do Movimento Familiar Cristão em toda região Nordeste.

O CONDIR NORDESTE tem como coordenador o casal James e Fátima (Alagoas), na vice-coordenação o casal Vamberto e Marly (Alagoas), na secretaria e comunicação o casal Jorge e Penha (Alagoas), na tesouraria o casal Florisval e Eliana (Sergipe) e na assessoria eclesiástica o Padre Arnaldo (Bahia).
http://mfcnoticias.blogspot.com