segunda-feira, 23 de maio de 2011

HOJE, NOITE DE ORAÇÕES NA SEDE DO MFC


Membros dos diversos Grupos de Base do Movimento Familiar Cristão de Maceió estarão reunidos na noite desta segunda-feira (23), a partir das 19h30min, na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580 – Pajuçara), para uma NOITE DE ORAÇÕES, essencialmente constituída por Salmos, Leituras Biblicas e a Reza do Terço.

Será um  momento de reflexão, convívio, encontro com Nossa Senhora, pedindo sua interseção junto a Jesus Cristo pela saúde de um filho de um mefecista maceioense que passa por sérios problemas de saúde, e por todas as intensões particulares dos que estiverem presentes.

Nesse momento de preces, é preciso que todos estejam unidos na oração e na fé, já que a oração é a principal forma de ajudar, pois o nosso Deus é o Deus do Impossível. "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4,13).

Contamos com a presença de todos nesta Noite de Orações.

domingo, 22 de maio de 2011

HOJE, 87ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO V DOMINGO DA PÁSCOA


Neste quinto Domingo do Tempo Pascal, o Cristo ressuscitado apresenta-se como o caminho a ser seguido para chegar ao Pai. O evangelista João nos mostra que Jesus é a verdade que não escraviza e nem ilude a ninguém. Ele é a Vida que se doa plenamente, para cada um de nós. O seguimento a Cristo ressuscitado é uma opção que deve brotar, espontânea e livremente, de nossos corações. Como discípulos esforcemos para fazermos opção consciente por Ele: Jesus – verdadeiramente Homem, verdadeiramente Deus.

Neste quinto Domingo do Tempo Pascal, o Cristo ressuscitado apresenta-se como o caminho a ser seguido para chegar ao Pai. O evangelista João nos mostra que Jesus é a verdade que não escraviza e nem ilude a ninguém. Ele é a Vida que se doa plenamente, para cada um de nós. O seguimento a Cristo ressuscitado é uma opção que deve brotar, espontânea e livremente, de nossos corações. Como discípulos esforcemos para fazermos opção consciente por Ele: Jesus – verdadeiramente Homem, verdadeiramente Deus.

V DOMINGO DA PÁSCOA
1ª Leitura: Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 6,1-7
Salmo: 32
2ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São Pedro 2,4-9
Evangelho: João 14, 1-12
  
EVANGELHO – JOÃO 14, 1-12
Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: "Não se perturbe o vosso coração! Credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Não fosse assim, eu vos teria dito. Vou preparar um lugar para vós. E depois que eu tiver ido e preparado um lugar para vós, voltarei e vos levarei comigo, a fim de que, onde eu estiver, estejais vós também. E para onde eu vou, conheceis o caminho". Tomé disse: "Senhor, não sabemos para onde vais. Como podemos conhecer o caminho?" Jesus respondeu: "Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim. Se me conhecestes, conhecereis também o meu Pai. Desde já o conheceis e o tendes visto". Filipe disse: "Senhor, mostra-nos o Pai, isso nos basta". Jesus respondeu: "Filipe, há tanto tempo estou convosco, e não me conheces? Quem me viu, tem visto o Pai. Como é que tu dizes: 'Mostra-nos o Pai'? Não acreditas que eu estou no Pai e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo, não as digo por mim mesmo; é o Pai que, permanecendo em mim, realiza as suas obras. Crede-me: eu estou no Pai e o Pai está em mim. Crede, ao menos, por causa destas obras. "Em verdade, em verdade, vos digo: quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas. Pois eu vou para o Pai.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
Neste domingo, na perspectiva de João, identificamos a insistência do evangelista em sinalizar que Jesus é o caminho que conduz ao Pai, a verdade que veio do Pai e a vida do Pai em nós.

Para entendermos melhor a Teologia de João, reportemo-nos aos evangelistas sinóticos, Mateus, Marcos, Lucas que, em relação a última ceia de Jesus com os discípulos, enfatizam, em suas narrativas, apenas resumos do anúncio da traição de Judas e da benção do pão e a ação de graças sobre o cálice.

Pedagogicamente diferente dos sinóticos, o evangelista João narra esta ceia com cenas e longos diálogos que revelam a grande sublimidade deste último encontro com Jesus. A Teologia de sua narrativa e a profundeza de suas reflexões aponta que escrevia para comunidades cujos membros eram portadores de uma cultura fundamentada na filosofia, ou seja, escrevia para comunidades, ou pessoas, representantes de uma grande cultura.

Nos sinóticos, toda ceia caracteriza-se como um momento de prazer de alimentar-se partilhado, na alegria e íntima comunhão de vida. João, porém, em seu evangelho apresenta, não só o fim do ministério de Jesus, mas também o seu início, nas bodas de Caná, neste clima de alegria. Cinco dias antes desta última ceia, Jesus também participara da alegre ceia na casa de Lázaro, sendo ungido com perfume por Maria, a casa toda sendo tomada pelo odor agradável.

Nesta última ceia, Jesus faz o seu gesto simples, até surpreendente, de lavar os pés dos discípulos. Em seguida Jesus menciona a expectativa de que seja traído. Esta menção cria um momento que causa certa perturbação nos corações dos discípulos. Jesus, então, procura tranqüilizá-los. Jesus está presente não só nos momentos de alegria, mas também nas provações. Ele é o caminho que nos conduz à casa do Pai. Basta segui-lo, fieis à verdade e empenhados em servir, para que a vida desabroche plenamente, aberta ao eterno. Ele próprio, à frente de seus discípulos, vai para a casa do Pai.

No antigo Êxodo, o povo hebreu oprimido, saiu do Egito, conduzido por Moisés. Agora Jesus conduz a saída de seu povo libertando-o da opressão das sinagogas e do Templo de Israel, para entrar na casa do Pai. O próprio Jesus é o caminho para a casa do Pai. Ele revela-nos o Pai, através de suas obras de amor e libertação.

Na perspectiva da Teologia Joanina, devemos crer em Jesus e segui-lo. Nesse sentido, João insiste em dizer-nos o significado desse seguimento: Crer em Jesus e segui-lo significa que devemos nos comprometer com as obras de Jesus, na fraternidade, na misericórdia e na justiça.

Jesus afirma que: “Em verdade, em verdade vos digo, quem acredita em mim fará as obras que eu faço e fará ainda maiores do que essas”. Deste modo, irmão e irmãs, como discípulos e discípulas, devemos dar continuidade a estas obras, em comunidades organizadas, conforme nos orienta a primeira leitura, testemunhando e proclamando o amor libertador de Jesus e a plenitude de seu Reino no meio de nós.

ORAÇÃO
Pai, abre meu coração para o seguimento de teu Filho. Aumenta a minha fé. Fazei-me acreditar firmemente para que eu possa dar prosseguimento às obras de Jesus: o Cristo ressuscitado que vive e reina para sempre. Amém.

sexta-feira, 20 de maio de 2011

MFC MACEIÓ PROGRAMA NOITE DE ORAÇÕES NESTA SEGUNDA-FEIRA, 23

Nenhuma oração fica sem resposta! Deus sempre se manifesta.

O Movimento Familiar Cristão de Maceió promove na próxima segunda-feira (23), a partir das 19h30min, na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580 – Pajuçara), uma NOITE DE ORAÇÕES, essencialmente constituída por salmos, leituras bíblicas e a reza do Terço.

Será uma noite de oração, de reflexão, de convívio, de encontro com Nossa Senhora, pedindo a sua interseção junto a Jesus Cristo pela saúde de um filho de um mefecista maceioense que passa por sérios problemas de saúde.

Nesse momento de preces, é preciso que todos estejam unidos na oração e na fé, já que a oração é a principal forma de ajudar, pois o nosso Deus é o Deus do Impossível. "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4,13).

Contamos com a presença de todos nesta
Noite de Orações.

SIMONE COMEMORA ANIVERSÁRIO NO LOPANA

Simone (de blusa preta) comemorou aniversário no Lopana
Os mefecistas maceioenses Neto e Rita, Robinho e Mariana, Lúcio e Núbia, Flávio e Lucila (com os filhos), Tião de Suely e Ailson (com os filhos Arthur e Natália) comemoraram em grande estilo o aniversário da coordenadora de eventos do Movimento Familiar Cristão de Maceió, Simone (Grupo Caná da Galileia).

O grupo de amigos se reuniu na noite da última quarta-feira (18) no Restaurante Lopana. A comemoração teve bolo e tudo que a aniversariante tinha direito. Foi uma noite maravilhosa. No final, cantaram os parabéns para Simone e degustaram do delicioso bolo.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

MISSA DE 7º DIA DE MARCELO CASSELLA

Convidamos a família mefecista e a comunidade em geral, para a MISSA DE 7º DIA de MARCELO JORGE QUINTILIANO CASSELLA, irmão dos mefecistas João de Patrícia e Júlio de Nélida (Grupo Genezaré), que será celebrada às 9 horas da manhã deste sábado, dia 21 de maio, na Igreja dos Capuchinhos, no Farol.

Os familiares, agradecidos pelo conforto espiritual recebidos pelo falecimento de MARCELO JORGE QUINTILIANO CASSELLA, pedem aos amigos que, elevemos nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.

ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO

O ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO é um evento realizado a cada três anos e reúne integrantes do MFC de todo Brasil, para uma semana de estudos e reflexões sobre as ações do MFC enquanto movimento de igreja. Para a realização de um Encontro Nacional efetuam-se pesquisas e estudos ao longo da fase que antecede o encontro, denominados Estudos pré-ENA. Tais atividades, propostas pela Equipe de Metodologia e Conteúdo e realizadas pelas Equipes Base de todo o Brasil, visam levantar, analisar e avaliar previamente as principais dificuldades com as quais o MFC e as famílias que o integram se defrontam cotidianamente; são desafios que as mais diversas realidades brasileiras – e mundiais- impõem à vida das famílias cristãs deste século e que influem decisivamente sobre elas. Tiveram e ainda têm a finalidade de permitir o planejamento das atividades e o desenvolvimento do próprio ENA e possibilitam a utilização da Metodologia Participativa, elementos necessários ao desenvolvimento dos trabalhos do ENA na busca da valorização e da preservação das famílias e nos enfrentamentos aos ataques provenientes de todos os campos sociais: político, religioso, econômico, etc.

Durante a realização do encontro os Estudos pré-ENA, que carregam a visão local que cada Equipe Base tem dos desafios impostos pela sociedade global, tornar-se-ão um importante referencial para os estudos e debates que se efetuarão ao longo dos cinco primeiros dias do ENA. Integrantes de todas as regiões brasileiras tornarão a se debruçar sobre os mesmos problemas, mas agora com a finalidade de integrar as visões e realidades locais dos mesmos desafios já debatidos. Esta é a maior riqueza de um ENA que, por isso mesmo, constitui-se em um dos momentos fortes de crescimento e de revigoramento do MFC em terras brasileiras. É uma de suas místicas e está repleto de seus Carismas. No sexto e último dia, após o encerramento formal de cada encontro, realiza-se a AGN – Assembléia Geral Nacional do MFC, onde se elegem os novos Coordenadores Regionais e, entre eles, os novos Coordenadores Nacionais que, juntos, formarão o CONDIN – Conselho Diretor Nacional. Na AGN define-se também o plano de metas e prioridades de ações do MFC para os próximos três anos, a partir dos estudos e debates realizados no presente ENA. A AGN é composta pela Equipe de Coordenação Nacional, pelos Coordenadores Regionais e pelos Coordenadores Estaduais. É presidida pelo Coordenador Nacional da gestão anterior.

Na AGN é definido também o local da realização do próximo Encontro Nacional. Ocorrendo dificuldades para se definir a cidade, define-se ao menos a região ou o estado, a cargo do qual recai a responsabilidade da escolha da cidade-sede. Normalmente os ENAs são realizados no mês de julho porque se julga que haja mais facilidades, não apenas na obtenção do espaço físico para abrigar as pessoas, como também na possibilidade de disponibilidades de participação por se tratar de férias escolares.

A responsabilidade inicial de realização do encontro é sempre do Conselho Diretor Nacional – CONDIN, que no decorrer de sua gestão, ou seja, logo após os trabalhos pós ENA, reinicia-se a tarefa de se definir tema e lema que orientarão o ENA seguinte. Definido local, tema e lema constituem-se, em esferas distintas, duas equipes básicas: a de Metodologia e Conteúdo e a de Infra Estrutura. A Equipe de Metodologia e Conteúdo é formada com representantes dos cinco CONDIRs - Conselhos Diretores Regionais - e passa a ser responsável pela formação, isto é, escolha da metodologia e da seleção do conteúdo do próprio do encontro e, como consequência, pelo que o encontro deverá produzir em termos de formação e informações a seus integrantes. A Equipe de Infra-Estrutura, que geralmente é formada pelos membros do MFC da cidade onde será realizado o encontro, é responsável pela organização geral do encontro e deve poder oferecer todas as condições necessárias para que a Equipe de Metodologia e Conteúdo realize os seus trabalhos. Deve também oferecer o melhor em termos de organização, conforto e bem estar aos participantes do encontro. Incluem-se no rol de suas responsabilidades a preparação das atividades festivas, das cerimônias litúrgicas e a parte social e de lazer com possíveis opções de turismo na região onde se localiza a cidade-sede do encontro.

A Equipe de Metodologia e Conteúdo é, assim, responsável pelo desenvolvimento do tema central indicado pelo CONDIN e a ela cabe preparar e supervisionar os Estudos pré-ENA, que é uma forma de envolver os membros do MFC do Brasil inteiro sobre o que será tratado e estudado no ENA; responsabiliza-se também pela estrutura de formação, formas de desenvolvimento dos trabalhos em grupos, plenários, seminários e oficinas, sem perder de vista a filosofia do Movimento Familiar Cristão de trabalhar com a metodologia da Dinâmica Participativa, a mesma que norteia as atividades mais fundamentais de cada Equipe Base. Por ser libertadora, a Metodologia Participativa permite que todos os participantes do encontro tenham liberdade de expressão e opinião e possam contribuir eficazmente para o enriquecimento das conclusões produzidas. A Equipe de Metodologia e Conteúdo fica responsável também pela súmula do que será produzido no encontro – a chamada Memória, um documento fundamental para a orientação dos trabalhos da AGN - Assembléia Geral Nacional. A AGN deverá, a partir dessa súmula, produzir o Plano de Metas para os próximos três anos em nome do MFC. Além disso, norteará os trabalhos pós ENA, que é uma espécie de retorno aos mefecistas de todo Brasil do que foi estudado no ENA e as novas visões que o MFC deverá focar sobre os temas tratados.

Via de regra a responsabilidade da Direção Geral do encontro recai sobre o casal coordenador do estado-sede e o Gerenciamento da dinâmica do encontro fica sob a responsabilidade do casal coordenador da cidade-sede.

HISTÓRICO DOS ENCONTROS JÁ REALIZADOS

I ENA
Aconteceu em 1957 - Local: Rio de Janeiro, RJ
TEMA: Unidade e Mística do MFC
Já existia o nosso primeiro temário: PAULO E MARINA

II ENA
Aconteceu em 1962 - Local: São Paulo, SP
TEMA: A Família aberta
O MFC Brasil se torna órgão de utilidade pública federal.
Ocorrem as duas primeiras crises de esvaziamento

III ENA
Aconteceu em 1965 - Local: Fortaleza, CE
TEMA: Missão Social da Família
O MFC, profeticamente, aborda a temática do meio ambiente.
Marcado pelo término do Concílio Vaticano II (1962 – 1965)

IV ENA
Aconteceu em 1968 - Local: Belo Horizonte, MG
TEMA: A Família e o desenvolvimento integral
É editado o AI - 5
3ª crise de esvaziamento
Edição do Documento de Medellin: tríplice função da Família

V ENA
Aconteceu em 1971 - Local: Porto Alegre, RS
TEMA: Instrumentos–Estrutura -Temários-Entrosamento com a Pastoral
Momentos de grande incerteza; presença acintosa de elementos dos órgãos de segurança nacional.

VI ENA
Aconteceu em 1974 - Local: Salvador, BA
TEMA: A família e os novos horizontes que se abrem ao MFC
Grande passo: o MFC supera o presidencialismo e adota a colegialidade.
São criada quatro regiões: Norte, Nordeste, Centro e Sul.

VII ENA
Aconteceu em 1977 - Local: Curitiba, PR
TEMA: Desenvolvimento: opção de fé?
Tema provoca a quarta crise.
O divórcio é legalizado.

VIII ENA
Aconteceu em 1980 - Local: Belém, PA
TEMA: O povo caminha na esperança da Libertação; e nós?
Pela primeira vez o MFC adota a Metodologia Participativa em um ENA

IX ENA
Aconteceu em 1983 - Local: Salvador, BA
TEMA: Nossa Praxis na Igreja e no mundo como cristãos leigos
Maciça presença de jovens de todo o país
Campanha das Diretas já

X ENA
Aconteceu em 1989 - Local: Campo Grande, MS
TEMA: MFC: um lugar de formação de Leigos.
Nasce o Secretariado de Ação Política e Social.

XI ENA
Aconteceu em 1992 - Local: Curitiba, PR
TEMA: Famílias a serviço da humanização.
Ocorre o desmembramento do CONDIR Centro: surgem o CONDIR Leste e o CONDIR Centro – Oeste.

XII ENA
Aconteceu em 1995 - Local: Maceió, AL
TEMA: Ética na família para uma sociedade renovada.
Novo momento político e econômico: o povo luta por seus direitos.

XIII ENA
Aconteceu em 1998 - Local: Juiz de Fora, MG
TEMA: Repensando o MFC: um novo tempo.
LEMA: Eis que faço novas todas às coisas (Ap. 21, 5).
1º ENA que acontece fora de uma capital de Estado.

XIV ENA
Aconteceu em 2001 - Local: São Luiz, MA
TEMA: Ser Cristão hoje.
LEMA: Busquem antes o Reino de Deus e a sua Justiça (Mt 6, 33).
Mudança metodológica. Superações das dificuldades.

XV ENA
Aconteceu em 2004 - Local: Bagé, RS
TEMA: Páscoa o desafio do hoje.
LEMA: Busquem antes o Reino de Deus e a sua Justiça (Mt 6, 33).
Abertura para observadores externos.

XVl ENA
Aconteceu em 2007 - Local: Araraquara, SP 
TEMA: “O MFC: Seus desafios e perspectivas, no mundo de hoje”
LEMA: "Não tenhas medo, pois eu venci o mundo” (Jo 16, 33)

XVlI ENA
Aconteceu em 2010 - Local: Vila Velha, ES
TEMA: "Família, promotora da justiça e da integridade da criação"
LEMA: "Eu vi e escutei o clamor das famílias" (Ex 3,7).

VEM AÍ O XVIII ENA
Acontecerá em julho de 2013 na cidade de Vitória da Conquista, BA

segunda-feira, 16 de maio de 2011

I ENCONTRO NACIONAL SOBRE ESPIRITUALIDADE DO ACOLHIMENTO E DA ADOÇÃO TEM REALIZAÇÃO ADIADA

Equipe de coordenação publicará nova data posteriormente

 Equipe de Coordenação do I ENCONTRO NACIONAL SOBRE ESPIRITUALIDADE DO ACOLHIMENTO E DA ADOÇÃO informa o adiamento da realização do evento. A data ainda não foi definida, pois depende de novas reuniões. O evento acontece na Arquidiocese de Maceió e será o primeiro neste âmbito.

SOBRE O ENCONTRO
Com o tema “ACOLHER EM NOME DE JESUS”, a iniciativa representa uma etapa fundamental no caminho escolhido por decisão da Igreja brasileira a favor da infância abandonada, que se faz capaz de por fim aos desafios da cultura do abandono ao apoiar a cultura da vida e do acolhimento familiar.

O encontro tem por objetivo ser um desdobramento do Encontro Nacional acontecido em São Paulo, em abril de 2010, onde propostas foram apresentadas, como: a criação e apoio a uma Associação Nacional de pais adotivos de inspiração cristã; promoção de encontros regionais para difusão do assunto e inserção do tema acolhimento nas políticas públicas, através da mobilização de leigos. E também visa reunir psicólogos, advogados, assistentes sociais, conselhos tutelares e demais profissionais interessados por tal causa.

As atividades estão sendo promovidas em conjunto com a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, a Comissão Nacional da Pastoral Familiar, o Movimento Familiar Ai.Bi. – Amici dei Bambini, a Associação de Fiéis “La Pietra Scartata” e a Pastoral Familiar da Arquidiocese de Maceió.
Com informações da Arquidiocese de Maceió

domingo, 15 de maio de 2011

COMUNICADO DE FALECIMENTO

Comunicamos com pesar o falecimento de Marcelo Jorge Quintiliano Cassella, irmão dos mefecistas João de Patrícia e Júlio de Nélida (Grupo Genezaré).

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que Marcelo Jorge Quintiliano Cassella agora está na graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

O sepultamento acontecerá às 9 horas desta segunda-feira, dia 16 de maio, no Cemitério Campo Santo Parque das Flores, em Maceió (AL).

A Coordenação Estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas expressa seus sentimentos a família enlutada nesse momento de dor e sofrimento, com a certeza que Deus o acolherá em sua maravilhosa graça.

NOTA DA CNBB A RESPEITO DA DECISÃO DO SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL QUANTO À UNIÃO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO

Nós, Bispos do Brasil em Assembléia Geral, nos dias 4 a 13 de maio, reunidos na casa da nossa Mãe, Nossa Senhora Aparecida, dirigimo-nos a todos os fiéis e pessoas de boa vontade para reafirmar o princípio da instituição familiar e esclarecer a respeito da união estável entre pessoas do mesmo sexo. Saudamos todas as famílias do nosso País e as encorajamos a viver fiel e alegremente a sua missão. Tão grande é a importância da família, que toda a sociedade tem nela a sua base vital. Por isso é possível fazer do mundo uma grande família.

A diferença sexual é originária e não mero produto de uma opção cultural. O matrimônio natural entre o homem e a mulher bem como a família monogâmica constituem um princípio fundamental do Direito Natural. As Sagradas Escrituras, por sua vez, revelam que Deus criou o homem e a mulher à sua imagem e semelhança e os destinou a ser uma só carne (cf. Gn 1,27; 2,24). Assim, a família é o âmbito adequado para a plena realização humana, o desenvolvimento das diversas gerações e constitui o maior bem das pessoas.

As pessoas que sentem atração sexual exclusiva ou predominante pelo mesmo sexo são merecedoras de respeito e consideração. Repudiamos todo tipo de discriminação e violência que fere sua dignidade de pessoa humana (cf. Catecismo da Igreja Católica, nn. 2357-2358).

As uniões estáveis entre pessoas do mesmo sexo recebem agora em nosso País reconhecimento do Estado. Tais uniões não podem ser equiparadas à família, que se fundamenta no consentimento matrimonial, na complementaridade e na reciprocidade entre um homem e uma mulher, abertos à procriação e educação dos filhos. Equiparar as uniões entre pessoas do mesmo sexo à família descaracteriza a sua identidade e ameaça a estabilidade da mesma. É um fato real que a família é um recurso humano e social incomparável, além de ser também uma grande benfeitora da humanidade. Ela favorece a integração de todas as gerações, dá amparo aos doentes e idosos, socorre os desempregados e pessoas portadoras de deficiência. Portanto têm o direito de ser valorizada e protegida pelo Estado.

É atribuição do Congresso Nacional propor e votar leis, cabendo ao governo garanti-las. Preocupa-nos ver os poderes constituídos ultrapassarem os limites de sua competência, como aconteceu com a recente decisão do Supremo Tribunal Federal. Não é a primeira vez que no Brasil acontecem conflitos dessa natureza que comprometem a ética na política.

A instituição familiar corresponde ao desígnio de Deus e é tão fundamental para a pessoa que o Senhor elevou o Matrimônio à dignidade de Sacramento. Assim, motivados pelo Documento de Aparecida, propomo-nos a renovar o nosso empenho por uma Pastoral Familiar intensa e vigorosa.

Jesus Cristo Ressuscitado, fonte de Vida e Senhor da história, que nasceu, cresceu e viveu na Sagrada Família de Nazaré, pela intercessão da Virgem Maria e de São José, seu esposo, ilumine o povo brasileiro e seus governantes no compromisso pela promoção e defesa da família.

Aparecida (SP), 11 de maio de 2011

Dom Geraldo Lyrio Rocha
Presidente da CNBB
Arcebispo de Mariana – MG

Dom Luiz Soares Vieira
Vice Presidente da CNBB
Arcebispo de Manaus – AM

Dom Dimas Lara Barbosa
Secretário Geral da CNBB
Arcebispo nomeado para Campo Grande - MS

LITURGIA DO IV DOMINGO DA PÁSCOA

Neste IV Domingo da Páscoa, conforme Atos, o discurso de Pedro provoca conversão e entrada na comunidade mediante o Batismo e, em sua carta nos ensina, como devemos proceder para trilharmos o caminho do Mestre. Para tanto, devemos aproveitar este domingo para nos reunir em torno d’Ele, pois, Ele conhece as ovelhas pelas quais foi martirizado numa cruz. Como ovelhas que somos – desgarradas ou no aprisco – devemos fazer de Jesus nosso Senhor e Pastor. Sua presença como Ressuscitado, foi seta e sinal para seus discípulos e apóstolos, suas testemunhas naquele passado distante. Todavia, sua luz continua a brilhar para os pastores e testemunhas do presente: leigos e leigas comprometidos, Diáconos, Presbíteros e Bispos, que conduzem avante – na paz e na unidade – a Igreja da qual o Cristo – Nossa Páscoa - se fez cabeça e pastor: o Bom Pastor.

IV DOMINGO DA PÁSCOA
1ª Leitura: Leitura Leitura do Livro dos Atos dos Apóstolos 2, 14.36-41
Salmo: 22
2ª Leitura: Leitura da Primeira Carta de São Pedro 2, 20-25
Evangelho: João 10, 1-10
  
EVANGELHO – JOÃO 10, 1-10
"Em verdade, em verdade, vos digo: quem não entra pela porta no redil onde estão as ovelhas, mas sobe por outro lugar, esse é ladrão e assaltante. Quem entra pela porta é o pastor das ovelhas. Para este o porteiro abre, as ovelhas escutam a sua voz, ele chama cada uma pelo nome e as leva para fora. E depois de fazer sair todas as que são suas, ele caminha à sua frente e as ovelhas o seguem, porque conhecem a sua voz. A um estranho, porém, não seguem, mas fogem dele, porque não conhecem a voz dos estranhos". Jesus contou-lhes esta parábola, mas eles não entenderam o que ele queria dizer. Jesus disse então: "Em verdade, em verdade, vos digo: eu sou a porta das ovelhas. Todos aqueles que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os escutaram. Eu sou a porta. Quem entrar por mim será salvo; poderá entrar e sair, e encontrará pastagem. O ladrão vem só para roubar, matar e destruir. Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
Os evangelistas sinóticos, Mateus, Marcos, Lucas, mencionam apenas uma viagem de Jesus a Jerusalém no fim de seu ministério exercido na Galiléia e regiões gentílicas vizinhas. Por sua vez, João, no seu evangelho, narra cinco viagens a Jerusalém no período das celebrações de cinco importantes festas religiosas do judaísmo, em torno do Templo.

Em cada uma destas ocasiões, Jesus, com seu ensino e com sua prática, revela o Deus libertador e Deus de amor, questionando a doutrina e a prática do Templo. Jesus suscita, assim, a ira dos chefes religiosos de Jerusalém, apegados à sua tradicional doutrina que lhes conferia poder e prestígio.

Na terceira viagem a Jerusalém, por ocasião da festa das Tendas, em um contexto de vários conflitos com os chefes do judaísmo, Jesus cura um cego de nascença (veja a reflexão que publicamos para o 4º Domingo da Quaresma). Então o homem que era cego passa a proclamar sua fé em Jesus, e por isto é expulso das sinagogas pelos chefes religiosos de Israel.

Em continuidade à narrativa da cura do cego de nascença, com o longo diálogo conflitivo e revelador entre Jesus e os fariseus, João apresenta em seu evangelho a parábola da porta do redil.

Neste contexto, o redil de ovelhas é imagem do povo oprimido que Jesus vem libertar e comunicar vida, desqualificando a sinagoga como local de encontro agradável a Deus. Jesus é a porta do redil onde se reúnem as ovelhas. Os autênticos pastores deste redil são aqueles que entram por Jesus. Os que vieram antes de Jesus, os fariseus e demais chefes religiosos do Templo, são ladrões e assaltantes. Não vieram para o bem das ovelhas, mas sim para roubar, matar e destruir.

Esta parábola é, também, uma advertência aos fieis das comunidades para não retornarem às práticas e observâncias tradicionais, das quais foram libertados por Jesus. A sentença final exprime todo o sentido da encarnação do Filho de Deus: "Eu vim para que todos tenham vida, e a tenham em abundância". Se Jesus é a porta do redil, e os autênticos pastores são aqueles que entram através de Jesus, logo a seguir Jesus também se identifica como sendo o Bom Pastor, por excelência, que consagra sua vida ao cuidado do rebanho.

Ora, em Jesus, aqueles que andavam desgarrados como ovelhas, agora encontram o pastor que os protege e cuida deles – observem a leitura da primeira carta de São Pedro. Porém, na leitura do livro de Atos – a primeira – Pedro se revela como um autêntico pastor de Jesus e dirige sua pregação ao povo de Israel, a quem atribui a responsabilidade pela morte do Mestre, convidando-o à conversão.

Nesse sentido, podemos entender que, a vontade de Deus é que todos, sem qualquer discriminação, se unam pelo batismo em nome de Jesus, recebendo o Espírito Santo de Amor e Verdade, no empenho do resgate da vida e da dignidade humana neste mundo, como caminho para a vida eterna. Todos nós batizados, indistintamente, devemos escutar a voz da Igreja que é a voz de Cristo: o verdadeiro Pastor de nossas vidas.

ORAÇÃO
Pai, torna-me um discípulo dócil de Jesus, o verdadeiro pastor que arriscou a própria vida para me salvar. Somente ele poderá conduzir-me para ti. Mostra-me, Pai, num mundo de tantas tribulações, discernimento, força, fé e coragem, para que a docilidade que Lhe peço faça de mim verdadeiro agente de transformação para que, através da autenticidade de meu testemunho, eu possa realmente merecer a vida eterna. Amém.