segunda-feira, 8 de agosto de 2011
MFC MACEIÓ REÚNE CONSELHO DE CIDADE NA TERÇA-FEIRA, DIA 09
O Conselho de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió estará reunido na terça-feira, dia 09, a partir das 19 horas, no auditório da Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB, prédio vizinho ao BPTran), para avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.
A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas.
O Conselho de Cidade é formado pela Coordenação de Cidade e Coordenadores de Grupos de Base. Participam também da reunião os demais integrantes da Equipe Cidade, Tesoureiros de Grupos de Base, Orientadores de Grupos e Assessorias.
Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte, a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.
domingo, 7 de agosto de 2011
LITURGIA DO 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 07/08/2011
Neste primeiro Domingo do mês vocacional, Deus nos fala de diversas maneiras, especialmente, no silêncio do coração. Por isso, não podemos medir esforços na defesa do projeto de Deus. Todavia, no evangelho, percebemos que é preciso atravessar as ondas da resistência para construir o Reino de Deus, pois o Senhor é nossa segurança nas tempestades da vida.
19º domingo do tempo comum
1ª Leitura: Leitura do Primeiro Livro dos Reis 19,9.11-13
Salmo: 84
2ª Leitura: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 9,1-5
Evangelho: Mateus 14, 22-33
EVANGELHO – MATEUS 14, 22-33
Depois da multiplicação dos pães, Jesus mandou que os discípulos entrassem no barco e seguissem, à sua frente, para o outro lado do mar, enquanto ele despediria as multidões.
Depois de despedi-las, subiu à montanha, a sós, para orar. Anoiteceu, e Jesus continuava lá, sozinho.
A barca, porém, já longe da terra, era agitada pelas ondas, pois o vento era contrário.
Pelas três horas da manhã, Jesus veio até os discípulos, andando sobre o mar.
Quando os discípulos o viram andando sobre o mar, ficaram apavorados e disseram: "É um fantasma". E gritaram de medo.
Mas Jesus logo lhes falou: "Coragem! Sou eu. Não tenhais medo!"
Então Pedro lhe disse: "Senhor, se és tu, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre a água."
Ele respondeu: "Vem!"
Pedro desceu da barca e começou a andar sobre a água, em direção a Jesus. Mas, quando sentiu o vento, ficou com medo e, começando a afundar, gritou:
"Senhor, salva-me!" Jesus logo estendeu a mão, segurou-o e lhe disse:
"Homem fraco na fé, por que duvidaste?" Assim que subiram no barco, o vento cessou. Os que estavam no barco ajoelharam-se diante dele, dizendo:
"Verdadeiramente, tu és o Filho de Deus!"
Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.
HOMILIA – Dom Henrique Soares da Costa
JESUS CAMINHANDO SOBRE AS ÁGUAS
A Escritura deste domingo fala-nos de um Deus que é grande demais, misterioso demais, inesperado e surpreendente demais para que possamos enquadrá-lo na nossa lógica e no nosso modo de pensar. Eis, caríssimos! Uma grande tentação para o homem é achar que pode compreender o Senhor, enquadrar seu modo de agir e dirigir o mundo com a nossa pobre e limitada lógica... Mas, o Deus verdadeiro, o Deus que se revelou a Israel e mostrou plenamente o seu Rosto em Jesus Cristo, não é assim! Ele é Misterioso, é Santo, é livre como o vento do deserto!
Pensemos nesta misteriosa e encantadora primeira leitura, do Livro dos Reis. Elias, em crise, fugindo de Jezabel, caminha para o Horeb; ele quer encontrar suas origens, as fontes da fé de Israel. Recordem que o Horeb é o mesmo monte Sinai, a Montanha de Deus. Elias tem razão: nos momentos de dúvida, de crise, de escuridão, é indispensável voltar às origens, às raízes de nossa fé; é indispensável recordar o momento e a ocasião do nosso primeiro encontro com o Senhor e nele reencontrar as forças, a inspiração e a coragem para continuar. Pois bem, Elias volta ao Horeb procurando Deus. Lembrem que no caminho ele chegou a desanimar e pedir a morte: "Agora basta, Senhor! Retira-me a vida, pois não sou melhor que meus pais!" (1Rs. 19,4). No entanto, o Senhor o forçou a continuar o caminho: "Levanta-te e come, pois tens ainda um longo caminho" (1Rs. 19,7). Pois bem, Elias caminhou, teimou em procurar o seu Deus, mesmo com o coração cansado e em trevas; assim, chegou ao Monte de Deus! Mas, também aí, no seu Monte, Deus surpreende Elias – Deus sempre nos surpreende! O Profeta espera o Senhor e o Senhor se revela, vai passar... Mas, não como Elias o esperava: não no vento impetuoso que força tudo e destrói tudo quanto encontra pela frente, não no terremoto que coloca tudo abaixo, não no fogo que tudo devora... Eis: três fenômenos que significam força, que causam temor, que fazem o homem abater-se... E o Senhor não estava aí. Muito tempo antes, quando foi entregar a Moisés as tábuas da Lei, Deus se manifestara no fogo, no vento e no terremoto: "Houve trovões, relâmpagos e uma espessa nuvem sobre a montanha... E o povo estava com medo e pô-se a tremer... Toda a montanha do Sinai fumegava, porque o Senhor desceu sobre ela no fogo... e toda a montanha tremia violentamente" (Ex. 19,16.18). Mas, agora, o Senhor não está no vento impetuoso nem no terremoto nem no fogo... Elias teve de reconhecê-lo, de descobrir sua Presença no murmúrio da brisa suave! – Ah, Senhor! Como teus caminhos são imprevisíveis! Quem pode te reconhecer senão quem a ti se converte? Quem pode continuar contigo se pensar em dobrar-te à própria lógica e à própria medida? Tu és livre demais, grande demais, surpreendente demais! Não há Deus além de ti; tu, que convertes e educas o nosso coração! Elias te reconheceu e cobriu o rosto com o manto, saiu ao teu encontro e te viu pelas costas... Pobres dos homens deste século XXI, que tão cheios de si mesmos, querem te enquadrar à própria medida e, por isso, não te vêem, não te reconhecem, não experimentam a alegria e a doçura da tua Presença!
E, no entanto, meus irmãos, as surpresas de Deus não param por aí! O mais surpreendente ainda estava por vir. Não havia chegado ainda a plenitude do tempo! Pois bem! Na plenitude do tempo, veio a plenitude da graça: Deus enviou o seu Filho ao mundo; ele veio pessoalmente! Não mais no vento, não mais no fogo, não mais no terremoto, não mais pelos profetas! Ele veio pessoalmente, ele, em Jesus: "Quem me vê, vê o Pai. Eu e o Pai somos uma coisa só" (Jo 14,9; 12,45). Por isso mesmo, São Paulo afirma hoje claramente que "Cristo, o qual está acima de todos, é Deus bendito para sempre!" É por essa fé que somos cristãos, meus irmãos! Jesus é Deus, o Deus Santo, o Deus Forte, o Deus Imortal, o Deus de nossos Pais! Nele o Pai criou todas as coisas, por Ele o Pai tirou Abraão de Ur dos Caldeus, por Ele o Pai abriu o Mar Vermelho, por Ele, deu o Maná ao seu povo, sobre Ele fez os profetas falarem e, na plenitude dos tempos no-lo enviou a nós! Surpreendente, o nosso Deus; surpreendente como vem a nós!
Lá vamos nós, lã vai a Igreja, no meio da noite deste mundo, navegando com dificuldade porque a barca da vida é agitada pelos ventos... e Jesus vem ao nosso encontro, caminhando sobre as águas! Em Jesus, Deus vem vindo ao nosso encontro, em Jesus, vem em nosso socorro... E, infelizmente, confundimo-lo com um fantasma, etéreo, irreal. E ele no diz mais uma vez: "Coragem! Sou eu! Não tenhais medo!" Atenção para esta frase do Senhor: "Coragem, EU SOU! Não tenhais medo!" EU SOU! É o nome do próprio Deus como se revelou no deserto! Deus de Moisés, de Elias, Deus feito pessoalmente presente para nós em Jesus Cristo!
Então digamos como Pedro: "Senhor, manda-me ir ao teu encontro, caminhando sobre á água!" Ir ao encontro de Jesus, caminhando sobre as águas do mar da vida! Todos temos de pedir isso, de fazer isso! Peçamos sim, como Pedro, mas não façamos como Pedro que, desviando o olhar de Jesus, colocando a atenção mais na profundeza do mar e na força do vento que no poder amoroso e fiel do Senhor, começou a afundar! Assim acontecerá conosco, acontecerá com a Igreja, se medrosos, olharmos mais para o mar e a noite que para o Senhor que vem a nós com amor onipotente! E Deus é tão bom que, ainda que às vezes, façamos a tolice de Pedro, podemos ainda como Pedro gritar de todo o coração: "Senhor, salva-me!" Salva-nos, Senhor, porque somos de pouca fé! Salva tua Igreja, salva cada um de nós das imensas águas do mar da vida, do sombrio e escuro mar encrespado na noite opaca de nossa existência! Tu, que durante a noite oravas e vias o barco navegando com dificuldade, do teu céu, olha para nós e vem ao nosso encontro! E tu vens! Sabemos que vens na graça da Palavra, no dom da Eucaristia e de tantos outros modos discretos... Cristo-Deus ajuda-nos a reconhecer-te, a caminhar ao teu encontro, vencendo as águas do mar da vida!
ORAÇÃO
Pai, que eu saiba transformar minhas quedas e fracassos em ocasião para crescer na fé em Jesus, e para reforçar a disposição de deixar-me guiar pela palavra dele. Que eu aprenda a cultivar o silêncio para que eu saiba escutar seu Filho e, assim, eu possa fortalecer-me para superar as ondas da vida. Amém.
sábado, 6 de agosto de 2011
ESCALA PARA AS MISSAS DO MFC NO ALDEBARAN
| ESCALA PARA AS MISSAS DO MFC NO ALDEBARAN Agosto e Setembro/2011 | |||
| Igreja Nossa Senhora das Graças Paróquia de Santa Catarina Labouré Domingo às 17h30min | |||
| MÊS | DIA | CASAL RESPONSÁVEL | CASAL AUXILIAR |
| AGO | 7 | João e Patrícia | Ailson e Simone |
| 14 | Neto e Rita | Jorge e Penha | |
| 21 | Ailson e Simone | Rainey e Anamaria | |
| 28 | Jorge e Penha | João e Patrícia | |
| SET | 4 | Rainey e Anamaria | Neto e Rita |
| 11 | João e Patrícia | Ailson e Simone | |
| 18 | Neto e Rita | Jorge e Penha | |
| 25 | Ailson e Simone | Rainey e Anamaria | |
VERGONHA QUE NÃO TENHO DE SER NORDESTINA. SALVE, MEU NORDESTE
| Sheila Raposo |
Sheila Raposo
Jornalista
Cultivado entre os cascalhos do chão seco e as cercas de aveloz que se perdem no horizonte, cresceu, forte e robusto, o meu orgulho de pertencer a esse pedaço de terra chamado Nordeste.
Sou nordestino. Nasci e me criei correndo de boi brabo, brincando com boneca de pano, comendo goiaba do pé e despertando com o primeiro canto do galo para; ainda com os olhos tapados de remela, desabar pro curral e esperar pacientemente, o vaqueiro encher o meu copo de leite, morninho e espumante, direto das tetas da vaca para o meu bucho.
Sou nordestino. Falo oxente, vote, e danou-se. Vige, credo, Jesus-Maria-José! Proseio mi, a língua ligeira, que engole silabas e atropela a ortoépia das palavras. O meu falar é o mais fiel retrato. Os amigos acham até engraçado e dizem sempre que eu “saí do mato, mas o mato não saiu de mim”. Não saiu mesmo! E olhe: acho que não vai sair é nunca”!
Sou nordestino. Lambo os beiços quando me deparo com uma mesa farta, atarracada de comida. Pirão, arroz-de-festa, galinha de capoeira, feijão de arranca com toucinho, buchada, carne de sol… E mais uma ruma de comida boa, daquela que quando a gente termina de engolir o suor já está pingando nos quatro cantos. E depois ainda me sirvo de um bom pedaço de rapadura ou uma cumbuca de doce de mamão, que é pra adoçar a língua. E no outro dia, de manhãzinha, me esbaldo na coalhada, no cuscuz, na tapioca, no queijo de coalho, no bolo de mandioca, na tigela de umbuzada, na orêa de pau com café torrado em casa!
Sou nordestina. Choro quando escuto a voz de Luiz Gonzaga ecoar no teatro de minhas memórias. De suas músicas guardo as mais belas recordações. As paisagens, os bichos, os personagens, a fé e a indignação com que ele costurava as suas cantigas e que também são minhas. Também estavam (e estão) presentes em todos os meus momentos, pois foi em sua obra que se firmou a minha identidade cultural.
Sou nordestino. Me emociono quando assisto a uma procissão e observo aqueles rostos sofridos, curtidos de sol do meu povo. Tudo é belo neste ritual. A ladainha, o cheiro de incenso. Os pés descalços, o véu sobre a cabeça, o terço entre os dedos. O som dos sinos repicando na torre da igreja. A grandeza de uma fé que não se abala.Sou nordestino. Gosto de me lascar numa farra boa, ao som de xote ou do baião. Sacolejo e me pergunto: pra quê mais instrumento nesse grupo além da sanfona, do triangulo e da zabumba? No máximo, um pandeiro ou uma rabeca. Mas dançar ao som desse trio é bom demais. E fico nesse relabucho até o dia amanhecer, sem ver o tempo passar e tampouco sentir os quartos se arriando, as canelas se tremelicando, o espinhaço se quebrando e os pés se queimando em brasa. Ô negocio bom!
Sou nordestino. Admiro e me emociono com a minha arte, com o improviso do poeta popular, com a beleza da banda de pífanos, com o colorido do pastoril, com a pegada forte do côco-de-roda, com a alegria da quadrilha junina. O artista nordestino é um herói, e nos cordéis do tempo se registra a sua história.
Sou nordestino. E não existe música mais bonita para meus ouvidos do que a tocada por São Pedro, quando ele se invoca e mete a mãozona nas zabumbas lá do céu, fazendo uma trovoada bonita que se alastra pelo Sertão, clareando o mundo e inundando de esperança o coração do matuto. A chuva é bendita.
Sou nordestino. Sou apaixonada pela minha terra, pela minha cultura, pelos meus costumes, pela minha arte, pela minha gente. Só não sou apaixonada por uma pequena parcela dessa mesma gente que se enche de poderes e promete resolver os problemas de seu povo, mentindo, enganando, ludribiando, apostando no analfabetismo de quem lhe pôs no poder, tirando proveito da seca e da miséria para continuar enchendo os próprios bolsos de dinheiro.
Mas, apesar de tudo, eu ainda sou nordestino, e tenho orgulho disso. Não me envergonho da minha história, não disfarço o meu sotaque, não escondo as minhas origens. Eu sou tudo o que escrevi, sou a dor e a alegria dessa terra. E tenho pena, muita pena, dos tantos nordestinos que vejo por aí, imitando chiados e fechando vogais, envergonhados de sua nordestinidade. Para eles, ofereço estas linhas.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
CONDIR NORDESTE SE REUNIRÁ EM PORTO SEGURO(BA)
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O CONDIR/NE - CONSELHO REGIONAL NORDESTE DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO estará reunido nos dias 8 e 9 de outubro próximo, na cidade de Porto Seguro (BA), para a 3ª Reunião Administrativa da Gestão 2010/2013.
O CONDIR/NE - CONSELHO REGIONAL NORDESTE DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO estará reunido nos dias 8 e 9 de outubro próximo, na cidade de Porto Seguro (BA), para a 3ª Reunião Administrativa da Gestão 2010/2013.
O Conselho se reunirá para avaliar o desempenho do MFC, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito regional para que possa haver sucesso nas metas planejadas.
Participam da reunião os mefecista James e Fátima (coordenadores regional e estadual Alagoas), Vamberto e Marly (vice-coordenadores regional), Jorge e Penha (Sercom), Florisval e Eliana (Serfin), Pe. Arnaldo (assessor eclesiástico), José Newton e Ariadna (ex-coordenadores regional), Alexsandra e Joel (coordenadores estadual Bahia), Mário e Liliana (coordenadores estadual Ceará) e Luiz Antônio e Maria José (coordenadores estadual Sergipe) e os demais integrantes do MFC/NE comprometidos com sua caminhada.
PORTO SEGURO – BAHIA
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Há 511 anos, quando Cabral desembarcou em Porto Seguro, BA, já sabia que o local era um grande achado. De lá para cá não só os portugueses, mas holandeses, espanhóis, italianos, franceses, israelenses, brasileiros, gente dos quatro cantos do mundo já descobriu que 511 anos depois, Porto Seguro ficou muito melhor. A pouco mais de uma hora de vôo das principais capitais nacionais, e servido por uma malha aérea que liga o destino aos grandes centros urbanos do país, Porto Seguro possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil, com mais de 37 mil leitos, para todos os gostos e bolsos.
Há 511 anos, quando Cabral desembarcou em Porto Seguro, BA, já sabia que o local era um grande achado. De lá para cá não só os portugueses, mas holandeses, espanhóis, italianos, franceses, israelenses, brasileiros, gente dos quatro cantos do mundo já descobriu que 511 anos depois, Porto Seguro ficou muito melhor. A pouco mais de uma hora de vôo das principais capitais nacionais, e servido por uma malha aérea que liga o destino aos grandes centros urbanos do país, Porto Seguro possui um dos maiores parques hoteleiros do Brasil, com mais de 37 mil leitos, para todos os gostos e bolsos.
Com tantas opções, ganha o visitante e comemora o agente de viagem, que satisfaz o seu cliente oferecendo qualidade, e trabalha com tarifas bastante interessantes e competitivas. Imagine tudo isso num verdadeiro paraíso ecológico, onde cultura e história proporcionam emocionantes mergulhos no passado de um recanto, que é o berço da civilização brasileira. Praias maravilhosas entrecortadas de rios, coqueirais, Mata Atlântica, manguezais, falésias de texturas e cores magníficas, arrecifes que fizeram deste um porto seguro. Toda uma geografia privilegiada faz de Porto Seguro um verdadeiro museu natural a céu aberto, tombado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional), desde 1973, como Patrimônio Histórico Nacional e reconhecido pela Unesco, no ano 2000, como Patrimônio Natural da Humanidade.
A Cidade Histórica, primeiro núcleo habitacional do Brasil, abriga imponentes prédios e peças valiosas do século XVI, com destaque para o Marco do Descobrimento, trazido de Portugal por Gonçalo Coelho, em 1503; a Igreja de Nossa Senhora da Pena, padroeira da cidade, com sua torre toda em louça de Macau; e a Casa de Câmara e Cadeia, que abriga o Museu de Porto Seguro, recentemente recuperado reinaugurado pela Fundação Roberto Marinho. Na parte baixa da cidade, todo o casario do século XVII, também tombado pelo Patrimônio Histórico, remete aos mistérios e segredos de um passado rico e glorioso.
Em Porto Seguro, visitantes de todas as idades - jovens desacompanhados ou em grupos de amigos, famílias com filhos, casais em lua-de-mel, turistas da terceira idade, executivos viajando a negócios - todos têm diversão e segurança garantidos. Além das inúmeras praias - de águas límpidas e despoluídas e com uma estrutura que garante conforto e segurança ao visitante - passeios de escuna, mergulhos, trilhas ecológicas, reservas indígenas, um dos maiores parques aquáticos da América Latina, variadíssimo centro de compras, artesanatos, boa comida, tudo isso explica porque Porto Seguro é hoje um dos principais pólos turísticos do Brasil.
Com tantas opções de lazer, para quem ainda tem fôlego, Porto Seguro oferece animadas e badaladas noites. Na sede do município - sim, porque ainda tem refúgios paradisíacos como Arraial d'Ajuda, Trancoso e Caraíva - estão os points mais fervilhantes. A cada noite uma cabana de praia - diferente de tudo o que já se viu por aí - ou uma casa temática oferece uma festa diferente. De domingo a domingo o visitante pode curtir fogueiras à beira mar, mesas de frutas, vários ambientes e shows musicais que vão de axé, passando por lambada, forró e até uma providencial MPB.
Isso em Porto Seguro, porque no Arraial d'Ajuda e Trancoso a balada toca diferente. O deslumbramento já começa na travessia das balsas sobre o rio Buranhém, que separa Porto Seguro do Litoral Sul. São cerca de cinco minutos de travessia, suficientes para encher os olhos e inebriar a alma, diante do abraço harmonioso do rio com o mar, emoldurados por manguezais. Do outro lado do rio, agradáveis surpresas aguardam o visitante. Seja em Arraial, Trancoso ou Caraíva tem história, natureza preservada, gastronomia de alta qualidade, charme e bom gosto para quem gosta de descontração, sem abrir mão do conforto.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
SÁBADO FESTIVO NO GRUPO MONTE SINAI
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| Grupo Monte Sinai - MFC Maceió |
O Grupo de Base Monte Sinai do Movimento Familiar Cristão de Maceió esteve reunido no último sábado, dia 30 de julho, no Lets Play, para comemorar festivamente o 7º aniversário natalício de Arthur, filho do casal Alex e Izabella, coordenadores do Grupo.
Foi um sábado de diversão garantida para as crianças, enquanto os pais se deliciavam nas bebidas e comidas, além do gostoso bate-papo. Após a festa, o Grupo se reencontrou no Boteco Praia.
O GRUPO MONTE SINAI é formado pelos casais Vitor e Langinha; Paulo e Renata; Júnior e Léa; Rodrigo e Renata; Denis e Carla; Adriano e Kelly; Lúcio e Cacá; Alex e Izabella; Alexandre e Neide; e Chico e Gaby. São facilitadores do Grupo os casais Neto e Rita, e Lessa e Núbia.
terça-feira, 2 de agosto de 2011
UM POUCO DA HISTÓRIA DO MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO
O MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO nasceu na Argentina e Uruguai no final dos anos 40 quando realizou suas primeiras experiências com Grupos de Casais. Sua criação oficial ocorreu no Uruguai no ano de 1950.
Os pioneiros no MFC foram os casais Casais Soneira, Gelsi, Gallinal e o Padre Pedro Richards. No Brasil, o MFC foi criado em julho de 1955, durante o Congresso Eucarístico Internacional realizado no Rio de Janeiro.
A expansão na América Latina aconteceu em 1957, constituído o SPLA – Secretariado para a América Latina em 7 países, quando realizou o I Encontro Latino-Americano e teve como primeiro presidente o casal Federico e Hortensia Soneira. Em 2005 o MFC chegou em 18 países, com mais de 40 mil famílias.
NASCIDO NO BRASIL
Durante o Congresso Eucarístico de 1955 os casais uruguaios e o Pe. Pedro Richards se reuniram com casais brasileiros da Ação Católica, no Ministério da Educação, Rio de Janeiro, por convite do Pe. Helder Câmara. Acolhida a idéia, formaram-se três equipes de casais em Niterói e Rio.
EXPANSÃO
Primeira Equipe Nacional: Júlio e Magdalena Barros Barreto, Nelson e Gabriela Parente.
Jean e Neuza Schwartz com Frei Lucas Moreira Neves assumem a expansão, viajando de avião, jeep, ônibus e jegue, criando núcleos do MFC Brasil afora.
APROVAÇÃO
O MFC recebeu a calorosa aprovação do Papa, do SELAM - Conselho Episcopal Latino Americano e da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, de raízes Católica, recebe também casais de outras confissões religiosas.
INICIAÇÃO
Através de convites pessoais e ou de Encontros conjugais, formam-se pequenos grupos com 10 a 12 pessoas, para facilitar um melhor entrosamento e aprofundar laços afetivos. Esses pequenos grupos são abertos na integração contínua de casais, viúvos (as), separados (as), divorciados (as) jovens, filhos e, abrem possibilidades aos seus integrantes de viverem um processo comunitário em troca de experiências, revisão de vida, reflexão crítica sobre os acontecimentos que afetam a sua vida conjugal, familiar, profissional, social, política e religiosa.
GRUPOS
São pessoas (adultos e ou jovens) interessadas em iniciar um ciclo de reuniões para o estudo dos grandes problemas que os desafiam. O confronto de opiniões, a troca de experiências e a ajuda mútua, darão o tom de cada reunião delineando seus caminhos. Seus membros deverão manifestar livremente, apresentando com espontaneidade as suas próprias perspectivas e experiências pessoais, para confrontos fraternos com as dos demais. Hão de ser fecundos, se houver abertura, tolerância, humanidade, atenção e hospitalidade à palavra do outro. Esses debates servirão para a remoção de pequenos e de grandes obstáculos à vivência mais harmoniosa das relações conjugais e de toda a família.
REUNIÕES
As reuniões não são simples encontros sociais sem conseqüências. É um trabalho sério. Mas devem ser descontraídas, marcadas pela naturalidade, não deverão ultrapassar duas horas de duração. É preciso um mínimo de planejamento e de preparação por todos os membros, tornando-se assim, as reuniões ricas e proveitosas. A simplicidade é nota dominante no trabalho dos grupos. Na reunião, é a opinião formada na experiência vivida e exposta com as mesmas palavras simples de cada um costuma usar no seu dia a dia. Esta simplicidade, não prejudicará a seriedade e a profundidade na abordagem dos temas escolhidos. Há despreocupação quanto à censura, pois é como ele a vê.
PROCESSO
O processo utilizado para dinamizar as reuniões, é o participativo, libertador e transformador da sociedade, cabendo a cada membro colocar a serviço do grupo, todos os seus dons. É o transmitir e receber conteúdo, através de método dialogal, onde todos terão voz e vez e onde não há professor nem aluno. A sabedoria é a vivencia. É a cultura que brota do saber de cada um. É o respeito pela palavra do outro. Todos têm problemas, mas longe de ser objeto de lamentações, é tudo de profunda reflexão o transformar esta vivencia amarga, numa experiência positiva. Alargar seus próprios horizontes, e possibilitar o contato direto com os problemas do mundo, se torna questionamento constante, aberto, pronto a revisar suas idéias e a se auto-indagar.
O QUE PROMOVE
A cada três anos, o Movimento Familiar Cristão, realiza um encontro nacional – ENA e a cada quatro anos, um Encontro Latino – Americano – ELA. São momentos fortes onde toda a base se prepara estudando, refletindo para a realização destes grandes eventos. Neles, se avaliam os trabalhos realizados, são pesquisados novos caminhos que se abrem as famílias e estudam-se as realidades do mundo em contínua transformação.
FAMÍLIA
Abre a família para a compreensão dos grandes problemas sociais da modernidade, levando-a a se preocupar mais responsavelmente, pela promoção global de todas as famílias especialmente as mais carentes, as mais incompletas, as famílias incompletas pelo abandono do lar ou pela viuvez, ou aquelas marcadas pela marginalidade, pela doença e pela ignorância. Educa os pais para a educação dos filhos.
O QUE REALIZA
O MFC desenvolve muitas atividades de promoção familiar e social, com a participação dos membros de suas equipes: as muito conhecidas são as de preparação ao casamento, os cursos e encontros de casais, debates com pais ou com alunos, nas escolas: a manutenção de instrumentos e centros de orientação conjugal e familiar, além de desenvolver trabalhos com menores carentes.
COMPROMISSO
O MFC está comprometido na construção de uma sociedade mais justa, que permita às famílias realizarem plenamente suas funções humanizadoras e evangelizadoras, por isso, quer a elaboração e crescente aprimoramento de uma política social familiar que responda às suas necessidades básicas de educação, saúde, habitação e lazer.
O MFC COLABORA
Com a pastoral familiar da CNBB, no Brasil e em toda América Latina, com o CNL – Conselho Nacional de Leigos e, em geral com a pastoral familiar nas Paróquias.
MANUTENÇÃO
O MFC é mantido por seus membros, em cada cidade realiza campanhas para levantamento de recursos que permitam custear os grandes programas nacionais: encontros, simpósios, seminários e demais atividades do MFC no Brasil.
COMO PARTICIPAR
Se você deseja ingressar no Movimento Familiar Cristão, basta procurar a direção deste Movimento na sua cidade, caso não consiga localizá-lo, comunique através do Site do MFC http://www.mfc.org.br e receberá instruções como proceder para encontrar o núcleo de mais fácil contato.
A COORDENAÇÃO A SERVIÇO DA COMUNIDADE O MFC POSSUI:
CONDIN - Conselho Diretor Nacional, composto de um colegiado com representação nas cincos regiões, para atender todo o Brasil, que se chama CONDIR - Conselho Diretor Regional. São eles:
CONDIR NORTE – Conselho Diretor Norte.
CONDIR NORDESTE – Conselho Diretor Nordeste.
CONDIR CENTRO-OESTE – Conselho Diretor Centro-Oeste.
CONDIR SUDESTE – Conselho Diretor Sudeste.
CONDIR SUL – Conselho Diretor Sul.
SECRETARIADO NACIONAL
SENFOR: Secretariado Nacional de Formação.
SENFIN: Secretariado Nacional de Finanças.
SENCOM: Secretariado Nacional de Comunicação.
SENPREC: Secretariado Nacional de Preparação ao Casamento.
SENEN: Secretariado Nacional de Expansão e Nucleação.
SENAPS: Secretariado Nacional de Ação Política e Social.
SENJOV: Secretariado Nacional de Jovens.
AGLA - Assembléia Geral latino-americana –de quatro em quatro anos.
AGN - Assembléia Geral Nacional – de três em três anos e acontece logo após o encerramento do ENA.
ELA - Encontro Latino Americano – de três em ter anos.
ENA - Encontro Nacional: ENA – Acontece de três em três anos, o ultimo aconteceu em julho de 2010 na cidade de Vila Velha (ES), e o próximo acontecerá em julho de 2013, em Vitória da Conquista (BA).
IBRAF - Instituto Brasileiro da Família.
SEU SER, NATUREZA E OBJETIVO
Movimento de Igreja, de âmbito latino-americano, “constituído por livre eleição dos leigos e dirigido por seu prudente juízo”. (A. A. nº 24)
Visa à evangelização e promoção da família e seus valores humanos e cristãos para que possa cumprir a sua missão de formadora de pessoas, educadora na fé e promotora do bem comum.
CARISMA
Original: Valorização do amor conjugal, a construção de famílias mais felizes para que o mundo seja melhor.
Hoje: Preparar famílias para o compromisso cristão de construção de um mundo mais justo e solidário no qual todas as famílias possam se humanizar e cumprir a sua missão.
EXPRESSÕES DO CARISMA
Famílias comprometidas com a salvação da sociedade.
Famílias integradas no processo de mudanças sociais em favor da justiça.
Famílias Igrejas-Domésticas, como coração do Povo de Deus.
Famílias conscientizadas e críticas frente a ideologias políticas.
Famílias integradas no processo de mudanças sociais em favor da justiça.
Famílias Igrejas-Domésticas, como coração do Povo de Deus.
Famílias conscientizadas e críticas frente a ideologias políticas.
ABERTURA DO CONCEITO DE FAMÍLIA
Famílias que se reconhecem incompletas, imperfeitas, sejam na vivência do amor, no serviço aos outros, na falta de fé, na ausência ou debilidade da dimensão sacramental da união conjugal...
portanto famílias incapazes de discriminar outras por imperfeições de qualquer natureza.
portanto famílias incapazes de discriminar outras por imperfeições de qualquer natureza.
MFC ABERTO À PARTICIPAÇÃO DE TODAS AS PESSOAS E FAMÍLIAS
Famílias que buscam viver o amor entre seus membros, no serviço aos outros, com seus valores e imperfeições, independentemente da natureza do vínculo matrimonial.
Pessoas solteiras, jovens ou adultos, viúvas, divorciadas, em sintonia com os objetivos e carisma do Movimento.
ESPIRITUALIDADE CONJUGAL
O casamento é uma realidade humana e na visão cristã um sacramento.
Sacramento, se a união conjugal é fundada no amor que toma como modelo o amor de Deus: gratuito, fiel, humanizador, de doação ao outro...
O amor humano é, portanto, a expressão central da espiritualidade conjugal.
FAMÍLIA CONDICIONADA PELA SOCIEDADE
O MFC reconhece que a família é condicionada por pressões sociais desagregadoras ou condições de vida que a desumanizam e impedem a plena realização de suas funções Para construir famílias é preciso portanto reconstruir uma sociedade que as desagrega.
SOCIEDADE QUE SE TRANSFORMA PELA AÇÃO DAS FAMÍLIAS
Famílias conscientizadas sobre a realidade social que as condicionam Famílias que assumem sua missão profética de anunciar um modelo de sociedade justa, fraterna e solidária Famílias comprometidas com a denúncia profética de toda forma de injustiça social.
MFC: três palavrasMovimento: ativo, profético, a caminho, nunca um corpo estático, inerte.
Familiar: congrega famílias e seus membros e os formam para serem agentes de transformação.
Cristão: transformação orientada à edificação do Reino de Deus: uma sociedade justa, solidária e igualitária.
SUA VIDA
A VIDA DO MFCMovimento de pequenas comunidades familiares cristãs – casais e pessoas solteiras, viúvas, divorciadas, jovens e adultas, recasadas... em sintonia com o carisma do MFC.
Comunidades que se encontram para criar laços afetivos, formar-se humanamente e na fé, para assumir ações transformadoras da sociedade.
O PROCESSO PEDAGÓGICO
A formação se desenvolve em reuniões do grupo, com apoio de temários ou a partir do ver a realidade que o cerca e julgá-la à luz da fé e das ciências humanas, para descobrir como agir na solução dos problemas identificados.
O processo cria laços entre seus membros e leva a ações conjuntas.
CRESCIMENTO HUMANO E NA FÉ.
Na partida, há um grupo ainda não plenamente integrado Logo se consolida numa equipe-base, com um projeto comum de formação e de ação conjunta, vivendo o processo pedagógico de crescimento na maturidade, a equipe-base evolui para ser uma verdadeira comunidade familiar unida por fortes laços afetivos.
ATRAÇÃO PARA A EXPANSÃO
Convites cordiais a pessoas e famílias para integrarem-se ao processo, encontros de famílias, de casais, de jovens, com metodologia participativa apropriada, motivando à integração.
Atividades com jovens e encontros ou cursos de preparação ao casamento, incentivando à continuidade da formação, em grupos ou equipes-base.
METODOLOGIA
Reuniões de equipes-base e diversos tipos de encontros e atividades de formação com emprego de metodologias participativas, todos os envolvidos sendo motivados a uma troca construtiva de conhecimentos, de experiências de vida, construindo juntos um novo saber enriquecido.
FORMAÇÃO
Centrada no processo pedagógico vivido nas equipes e comunidades, nas reuniões e convivência solidária, onde se reflete e se trocam experiências de vida familiar e social à luz do evangelho complementada por cursos de formação humana e cristã para uma fé adulta, suprindo deficiências de escolaridade, educação e catequese.
SUA AÇÃO
AÇÕES COLETIVAS DAS COMUNIDADES E DO MFC
Conscientização através de programas de debates, painéis, cine-fóruns...
Profetismo: anúncio de um novo mundo possível e denúncia de toda forma de injustiça.
Programas assistenciais, promocionais de pessoas e famílias.
Ações políticas suprapartidárias.
RECURSOS DE APOIO À FORMAÇÃO: editoria de publicações
Temários de reuniões de grupos, equipes-base e comunidades familiares.
Temários de reuniões de grupos, equipes-base e comunidades familiares.
Revista “Fato e Razão” para formação, conscientização e apoio às reuniões.
Publicações, vídeos e material didático para a preparação ao casamento, encontros de famílias, casais, jovens...
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