terça-feira, 10 de julho de 2012

COORDENADOR DO MFC ALAGOAS É HOMENAGEADO COM TÍTULO DE CIDADÃO HONORÁRIO DE PIRANHAS-AL

James Magalhães de Medeiros
Coordenador Regional Nordeste e
Estadual Alagoas do MFC


O
 coordenador regional nordeste e estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão, James Magalhães de Medeiros, foi agraciado pelo poder Legislativo da Cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, com título de cidadão honorário do município, na sexta-feira (06).

"É um título que muito significa para mim. Cheguei aqui como juiz substituto na década de 70 e criei uma amizade com o povo de Piranhas. A homenagem me enobrece e me faz crescer como cidadão. Espero trazer uma maior contribuição para a cidade", disse James Magalhães de Medeiros.

O título de honraria é concedido pela Câmara Municipal a pessoas que prestaram serviços à comunidade. O presidente da Casa, vereador Agilson Ferreira Barros, foi quem dirigiu a sessão solene especial, realizada no Centro Cultural Miguel Arcanjo de Medeiros. O termo especial do título de cidadão honorário foi entregue pela vice-prefeita, Maristela Sena Dias.

"Piranhas é encantadora, especial e diferenciada. Estamos muito felizes em entregar este título a pessoas que irão levar o nome de Piranhas e abrilhantar ainda mais nossa cidade", destacou Mellina Freitas, prefeita do município.

"Estamos promovendo o reconhecimento a pessoas que trouxeram benefícios para nossa terra. Outorgamos esta comenda por reconhecer os serviços prestados a Piranhas", disse o desembargador Washington Luiz, que nasceu no município.

O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, destacou a importância da solenidade de outorga da homenagem, reforçando a responsabilidade que o homenageado terá para com o município.

CONFLITO DE GERAÇÕES


A
s queixas são muitas: a família não as ouve, os irmãos partem para a briga, elas se sentem mal-amadas e os limites colocados pelos pais se confundem a toda a hora. Este é o resultado de uma pesquisa feita pela Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo com adolescentes atendidas no Ambulatório de Ginecologia da Adolescência do Hospital das Clínicas.

O estudo ouviu 92 jovens, com idade média de 16 anos, que receberam atendimento psicológico entre janeiro e julho do ano passado. Desse total, 83% apresentaram algum tipo de queixa. O medo, relativo a diversos fatores, como engravidar, morrer, contrair Aids e até medo do futuro, foi citado por 11% delas. Outras estavam incomodadas com conflitos amorosos (9%), afirmaram ser nervosas (8%), preocupadas (6%), ansiosas (4%) e apresentaram quadro de desânimo (4%). Queixas relativas à insatisfação com o próprio corpo, indecisão, notas escolares baixas e falta de alguém para conversar também foram apontadas pelas adolescentes.

No entanto, o problema de relacionamento com a família foi apontado por 22% das entrevistadas. "Queríamos saber quais as situações que mais angustiavam as adolescentes. Chegamos a pensar que eram relacionamentos com amigos e namorados, mas, para nossa surpresa, a maior parte dos conflitos era com os familiares" - afirmou dra. Albertina Duarte Takiuti, coordenadora do Programa de Saúde do Adolescente. "Chegam a falar que não se sentem amadas e têm vontade de sair de casa. Algumas falam até em morrer. Tudo isso é uma questão muito forte" - acrescenta. Para a médica, essa situação "mostra claramente a dificuldade que existe no diálogo entre pais e filhos".

Outra percepção que o estudo possibilitou foi a incapacidade de os pais manterem os limites que estabelecem, fazendo as jovens se sentirem ainda mais confusas, o que acontece também com os meninos da mesma faixa etária. "Há uma dupla ordem por parte dos pais. Ao mesmo tempo em que proíbem alguma coisa, pouco tempo depois voltam atrás. Os pais se deparam com muitos desafios e muitas vezes não sabem como se colocar diante dos filhos" - avalia dra. Albertina.

Para ela, essa realidade é diferente daquela considerada normal na adolescência, em que a visão infantil que se tem dos pais enquanto criança vai sendo substituída por uma visão adulta. "Pelo que apuramos na pesquisa, trata-se mesmo de um conflito familiar. As adolescentes entendem que realmente estão sendo rejeitadas e se sentem muito criticadas pelos pais" - ressalta.

Diálogo - Segundo a médica, esse desencontro familiar não significa um total desinteresse dos pais pela vida dos filhos adolescentes. "Os pais querem cada vez mais dialogar com os filhos, mas faltam ferramentas para este diálogo. Ou melhor, as ferramentas usadas são inadequadas" - garante dra. Albertina Duarte.

Com isso, os jovens entendem que não estão sendo amados e respeitados pelos familiares, principalmente pelos pais. "Conflitos interpessoais e intra-psíquicos envolvendo adolescentes são naturais, mas é preciso dar espaço para que elas falem sobre esses problemas e expressem seus pontos de vista. Trabalhar o lado emocional e reduzir a vulnerabilidade dos jovens é fundamental para evitar comportamentos de risco, como o uso de drogas" - salienta a médica.

Há 20 anos atuando na Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, dra. Albertina lembra que sempre realizou pesquisas para aperfeiçoar o atendimento ao adolescente, e as questões psicológicas sempre foram consideradas. "Hoje aprofundamos as questões familiares" - explica. Em várias unidades de Saúde de São Paulo, há serviços voltados para o público adolescente, inclusive com a formação de grupos, com os pais. "Não há dúvida de que é fundamental ouvir e compreender o filho na adolescência" - lembra.

Para a médica, assim como uma criança nasce e precisa de cuidados específicos, o adolescente também requer uma atenção especial. "O corpo de um adolescente muda, assim como sua relação com o mundo e com seus pais. E os adultos precisam facilitar essa transição" - argumenta a médica. "Eles precisam ter seus próprios amigos, mas o grande grupo é a família, e eles necessitam ser acolhidos por ela. Precisam ser tratados com seriedade, mas também com serenidade" - finaliza.

Veja, abaixo, algumas dicas de como ajudar seu filho a viver uma adolescência saudável:

- Ouça o que ele tem a dizer. É fundamental ouvi-lo e compreendê-lo.
- Diga: "Eu te amo", em palavras e em gestos. A linguagem do afeto acontece também com o olhar.
- Mostre que o seu amor é incondicional, porém esclareça que não aceita as atitudes erradas." Argumente que as regras colocadas também são prova de seu afeto.
- Explique que, apesar de jovem, ele também é vulnerável aos perigos. E que muitas decisões que ele considera como proibições são para protegê-lo.
- Elogie-o sempre que puder.
- Seja firme ao colocar os limites necessários.
- Valorize a história da família, principalmente em relação ao trabalho e à ética.
- Não faça críticas em público.
- Nunca o compare com os irmãos ou outros jovens.
- Sempre que possível, leve-o nas festas e busque-o.
- Não se esqueça de promover passeios familiares com a presença dele.

Reportagem da Revista Família Cristã.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

MFC ALAGOAS ANUNCIA INICIO DA REFORMA DA SEDE

Engº Alex Sander - MFC Maceió


A
 coordenação estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas confirmou que dará inicio, ainda nesta semana, as obras de reforma da Sede do MFC, localizada na Rua Araújo Bivar, nº 580, no Bairro da Pajuçara, em Maceió. A obra ficará sob a responsabilidade do engenheiro civil Alex Sander, membro do Grupo Monte Sinai do MFC Maceió.

Os trabalhos devem ser iniciados ainda esta semana, e será realizada a recuperação total do telhado; impermeabilização das laterais do prédio; recuperação do reboco danificado pelas infiltrações; impermeabilização das áreas descoberta; pintura das áreas danificadas; e a recuperação do banner de identificação do prédio.

A conclusão dos trabalhos deve acontecer nos próximos 30 dias. Enquanto acontecem as obras de reforma, a Sede ficará indisponível para as atividades mefecistas durante o período.

A ECE trabalha para conseguir recursos para melhorar a “acústica” do auditório da Sede do MFC. Ainda esta semana a coordenação manterá contato com profissionais da área para definir as melhorias necessárias para serem implantadas e o valor que será necessário capitalizar para realizar o serviço. 

domingo, 8 de julho de 2012

ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO - LUIZ FERNANDO & MESSEJANIA

HOJE, 144ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 14º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 08/07/2012


  
A DIFÍCIL CONDIÇÃO DO PROFETA!
Não é fácil denunciar os erros e as contradições das pessoas e propor as mudanças que se fazem necessárias. Aqueles que se atrevem a isso são ameaçados, perseguidos e até assassinados. Os profetas de Israel e o próprio Jesus experimentaram a difícil condição do profeta. Contudo, depositaram sua confiança em Deus e foram fiéis à missão que Deus lhes confiou.
  
14º DOMINGO 
DO TEMPO COMUM
1ª Leitura: Ez 2,2-5
Salmo Responsório:  122
2ª Leitura: 2Cor 12,7-10
Evangelho: Mc 6,1-6

EVANGELHO
MARCOS 6,1-6
  
Naquele tempo, 1Jesus foi a Nazaré, sua terra, e seus discípulos o acompanharam.

2Quando chegou o sábado, começou a ensinar na sinagoga. Muitos que o escutavam ficavam admirados e diziam: “De onde recebeu ele tudo isto? Como conseguiu tanta sabedoria? E esses grandes milagres realizados por suas mãos?

3Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?”

E ficaram escandalizados por causa dele.

4Jesus lhes dizia: “Um profeta só não é estimado em sua pátria, entre seus parentes e familiares”.

5E ali não pôde fazer milagre algum. Apenas curou alguns doentes, impondo-lhes as mãos. 6E admirou-se com a falta de fé deles.

Jesus percorria os povoados da redondeza, ensinando.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe
   
O Evangelho deste domingo apresenta-nos Jesus na sua Nazaré. Ali mesmo, na sua própria cidade, onde nascera e fora criado, os seus o rejeitam: “’Este homem não é o carpinteiro, filho de Maria e irmão de Tiago, de Joset, de Judas e de Simão? Suas irmãs não moram aqui conosco?’ E ficaram escandalizados por causa dele”. Assim, cumpre-se mais uma vez a Escritura: “Veio para o que era seu e os seus não o receberam” (Jo. 1,11). E a falta de fé foi tão grande, a dureza de coração, tão intensa, a teimosia, tão pertinaz, que São Marcos afirma, de modo surpreendente: “Ali não pôde fazer milagre algum!”, tão grande era a falta de fé daquele povo.

Meus caros, pensemos bem na advertência que esta Palavra de Deus nos faz! O próprio Filho do Pai, em pessoa, esteve no meio do seu povo, conviveu com ele, falou-lhe, sorriu-lhe, abraçou-lhe e, no entanto, não foi reconhecido pelos seus. E por quê? Pela dureza de coração, pela insistência teimosa em esperar um messias de encomenda, sob medida, a seu bel prazer... Valia bem para Israel a censura da primeira leitura de hoje, na qual o Senhor Deus se dirige a seu servo: “Filho do homem, eu te envio aos israelitas, nação de rebeldes, que se afastaram de mim. A estes filhos de cabeça dura e coração de pedra, vou-te enviar, e tu lhes dirás: ‘Assim fala o Senhor Deus’. Quer escutem, quer não, ficarão sabendo que houve entre eles um profeta!” Que coisa tremenda, meus caros: houve entre os israelitas um profeta, e mais que um profeta: o Filho de Deus, o Eterno, o Filho amado... E Israel o rejeitou!

Mas, deixemos Israel. E nós? Acolhemos o Senhor que nos vem? Escutamos com fé sua Palavra, quando ele se dirige a nós na Escritura, aquecendo nosso coração? Acolhemo-lo na obediência da fé, quando ele se nos dirige pela boca da sua Igreja católica, ensinando-nos o caminho da vida? Acolhemo-lo, quando nos fala pela boca de seus profetas? Não tenhamos tanta certeza de que somos melhores que aqueles de Nazaré! Aliás, é bom que nos perguntemos: por que os nazarenos não foram capazes de reconhecer Jesus como Messias? Já lhes disse: porque o Senhor não era um messias do jeito que eles esperavam: um simples fazedor de milagres, um resolvedor de problemas... Jesus, pobre, manso, humilde, era também exigente e pedia do povo a conversão de coração. Mas, há também uma outra razão para os nazarenos rejeitarem Jesus: eles foram incapazes de ver além das aparências. De fato, enxergaram em Jesus somente o filho de José, aquele que correra e brincara nas suas praças, aquele ao qual eles haviam visto crescer. Assim, sem conseguir olhar com mais profundidade, empacaram na descrença. Mas, nós, conseguimos olhar com profundidade? Somos capazes de escutar na voz dos ministros de Cristo a própria voz do Senhor? Somos sábios o bastante para ouvir na voz da Igreja a voz de Cristo?

É exatamente pela tendência nossa, tremenda, de sermos surdos ao Senhor, que Jesus tanto sofreu e que Paulo se queixava das dificuldades do seu ministério. O Apóstolo fala de um anjo de Satanás que o esbofeteava. Que anjo era esse? Ele mesmo explica: suas “fraquezas, injúrias, necessidades, perseguições e angústias sofridas por amor de Cristo”. O drama de Paulo é uma forte exortação aos pregadores do Evangelho e a todos os cristãos. Aos pregadores do Evangelho essa palavra do Apóstolo recorda que o anúncio será sempre numa situação de pobreza humana, de apertos e contradições. A evangelização, caríssimos, não é um trabalho de marketing televisivo como vemos algumas vezes nos “missionários” dos meios de comunicação. O Evangelho do Cristo crucificado e ressuscitado, é proclamado não somente pela palavra do pregador, mas também pela carne de sua vida. Como proclamar a Palavra sem sofrer por ela? Como anunciar o Crucificado que ressuscitou sem participar da sua cruz na esperança firme da sua ressurreição? O Evangelho não é uma teoria, não é um sistema filosófico. O Evangelho é Cristo Jesus encarnado na nossa vida, de modo que possamos dizer como São Paulo: “Eu trago no meu corpo as marcas de Jesus” (Gl. 6,17) Triste do pregador que pensar em anunciar Jesus conservando-se para si mesmo. Um diácono, um padre, um bispo, que quisessem se poupar, que separasse a pregação do seu modo de viver, que fosse pregador de ocasião, tornar-se-ia um falso profeta, transformar-se-ia em marketeiro do Evangelho, portanto, inútil e estéril. É toda a vida do pregador que deve ser envolvida na pregação: seu modo de viver, de agir, de vestir, de relacionar-se com os bens materiais, sua vida afetiva, seu modo de divertir-se, seu tipo de amizade... Tudo nele dever ser comprometido com o Senhor e para o Senhor!

Mas, essa palavra de são Paulo na liturgia de hoje vale também para cada cristão. Hoje, somos minoria. O mundo não-crente, secularizado zomba de nós e já não crê no anúncio de Cristo que lhe fazemos. Sentimos isso na pela! Pois bem, quando experimentarmos a frieza e a dura rejeição, quando em casa, no trabalho, nos círculos de amizades, formos ignorados ou ridicularizados por sermos de Cristo, recordemos do Evangelho de hoje, recordemo-nos dos sofrimentos dos apóstolos e retomemos a esperança: o caminho de Cristo é também o nosso; se sofrermos com ele, com ele reinaremos; se morrermos com ele, com ele viveremos (cf. 2Tm. 2,11-12) Não tenhamos medo: nós somos as testemunhas, os profetas, os sinais de luz que Deus envia ao mundo de hoje! Sejamos fiéis: o Senhor está conosco, hoje e sempre.

ORAÇÃO
Ó Deus, que pela humilhação do vosso Filho reerguestes o mundo decaído, enchei os vossos filhos e filhas de santa alegria e daí aos que libertastes da escravidão do pecado o gozo das alegrias eternas.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 7 de julho de 2012

O PODER DAS REDES SOCIAIS NAS ELEIÇÕES 2012

  

O PODER DAS REDES SOCIAIS NAS ELEIÇÕES 2012


N
as eleições municipais deste ano os candidatos vão se utilizar da força das redes sociais na conquista de votos. Não se enganem, será através da Internet que a maioria dos candidatos vai procurar conquistar os eleitores, com campanha e slogan fortes para disseminá-lo nas redes.

As redes sociais são detentoras de grande poder de influenciar. Em 2008, Obama mostrou a força das redes sociais em uma eleição. Contrariando especialista, depois do primeiro debate presidencial na Band, Plínio Arruda se tornou o “Obama brasileiro”.  Ele alcançou o TT mundial no Twitter por ter adotado uma postura inusitada perante os outros candidatos.

São exemplos para ilustrar como as atitudes dos candidatos repercutem nas redes sociais e, no marketing político. As assessorias terão que redobrar a atenção em todos os detalhes da campanha. O mínimo escorregão do candidato pode acabar com toda a imagem positiva construída.

A verdade é que as redes sociais se tornaram uma poderosa aliada na guerra política. O problema é que, às vezes, a arma pode estar virada para si mesmo. Cabe aos especialistas em mídias sociais trabalhar junto com as assessorias para garantir o menor dano à imagem do candidato.

Certamente que a eleição municipal não será do nível das eleições presidenciais dos Estados Unidos, mas ela vai ensinar a não desprezar o poder que o eleitor passou a ter nas redes sociais.

Aos políticos que utilizarão as redes sociais para promoverem suas campanhas... toda sorte do mundo, aproveitem bem esse espaço que veio para ficar.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

CORREIO MFC BRASIL Nº 289


O QUE INDICAM ESTES NÚMEROS?
Os dados que acabam de ser apresentados pelo IBGE com respeito às religiões brasileiras no Censo Demográfico de 2010 confirmam a situação de progressivo declínio na declaração de crença católica. Os dados apresentados indicam que a proporção de católicos caiu de 73,8% registrados no censo de 2000 para 64,6% nesse último Censo, ou seja, uma queda considerável.

CATOLICISMO NO BRASIL EM DECLÍNIO:
OS DADOS DO CENSO DE 2010

Faustino Teixeira
PPCIR/UFJF

T
rata-se de uma redução que vem ocorrendo de forma mais impressionante desde o censo de 1980, quando então a declaração de crença católica registrava o índice de 89,2%. Daí em diante, a sangria só aumentou: 83,3% em 1991, 73,8 % em 2000 e 64,6% em 2010. O catolicismo continua sendo um “doador universal” de fiéis, ou seja, “o principal celeiro no qual outros credos arregimentam adeptos”, para utilizar a expressão dos antropólogos Paula Montero e Ronaldo de Almeida. A redução católica ocorreu em todas as regiões do país, sendo a queda mais expressiva registrada no Norte, de 71,3% para 60,6%. O estado que apresenta o menor percentual de católicos continua sendo o do Rio de Janeiro, com 45,8% (uma diminuição com respeito ao censo anterior que apontava 57,2%). O estado brasileiro com maior percentual de católicos continua sendo o Piauí, com 85,1% de declarantes (no censo anterior o registro era de 91,4%). Os dados indicam que o Brasil continua tendo uma maioria católica, mas se a tendência apontada nesse último censo continuar a ocorrer teremos em breve uma significativa alteração no campo religioso brasileiro, com impactos importantes em vários campos.

O novo censo aponta um dado que já era previsível, a continuidade do crescimento evangélico no Brasil. Foi o segmento que mais cresceu segundos os dados agora apresentados: de 15,4% registrado no censo de 2000 para 22,2%. O aumento é bem significativo, em torno de 16 milhões de pessoas. Um olhar sobre os três últimos censos possibilita ver claramente essa irradiação crescente: 6,6% em 1989, 9,0% em 1991, 15,4% em 2000 e 22,2% em 2010. O Brasil vai, assim, se tornando cada vez mais um país de presença evangélica. Há que sublinhar, porém, que a força desse crescimento encontra-se no grupo pentecostal, que é o responsável principal por tal crescimento, compondo 60% dos que se declararam evangélicos (nada menos do que 13,3% de todo percentual evangélico diz respeito aos pentecostais e 4,8% aos de origem evangélica não determinada). Os evangélicos de missão não registram esse crescimento expressivo, firmando-se em 18,5% da declaração de crença evangélica.

Os “sem religião”, que no censo de 2000 representavam a terceira maior declaração de crença no Brasil mantiveram o seu crescimento, ainda que em ritmo menor do que o ocorrido na década anterior. Eles eram 7,28% no censo de 2000 e subiram agora para 8% (um índice que comporta mais de 15 milhões de pessoas), e o seu registro mais significativo continua sendo no Sudeste.Esse crescimento não indica, necessariamente, um crescimento do ateísmo, mas uma desfiliação religiosa, um certo desencanto das pessoas com as instituições religiosas tradicionais de afirmação do sentido. Reflete um certo “desencaixe” dos antigos laços, como bem mostrou Antônio Flávio Pierucci em suas pesquisas.

Os espíritas também seguem crescendo. Os dados do censo de 2010 indicam um crescimento importante, com respeito ao censo anterior: de 1,3% para 2%. São agora cerca de 3,8 milhões de adeptos declarantes. Trata-se do núcleo que tem os melhores indicadores de educação, envolvendo o maior número de pessoas cm nível superior completo (31,5%). Os dados apontados pelo censo são importantes, mas há que lembrar a presença de uma “impregnação espírita” na sociedade brasileira que escapa à abordagem  estatística. Isso os estudiosos do espiritismo têm mostrado com pertinência. As crenças e práticas espíritas têm uma alta “ressonância social”, transbordando a dinâmica de vinculação aos centros espíritas.

Quanto às religiões afro-brasileiras, tanto a umbanda como o candomblé mantiveram-se no eixo de 0,3% de declaração de crença. Não houve mudança substantiva com respeito ao censo anterior, que indicava a porcentagem de 0,26% para a umbanda e 0,08 para o candomblé.

Com respeito às outras religiões, permanecem com uma representatividade pequena que em sua soma geral não ultrapassa 3,2% de declaração de crença. Mantém-se viva a provocação feita por Pierucci em artigo escrito depois do censo de 2000 sobre a diversidade religiosa no Brasil, de que o Brasil continua hegemonicamente cristão, e a diversidade religiosa – ainda que em crescimento -, permanece apertada em estreita faixa um pouco acima de 3% da declaração de crença. Com base nos dados do censo agora apresentado, os cristãos configuram 86,8% da declaração de crença. Não há dúvida que isso pode ser problematizado com a questão complexa da múltipla pertença ou então da malha larga do catolicismo, que envolve, como diz Pierre Sanchis a presença de “muitas religiões” em seu interior.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA - LUCIANO DE LOURDES

JUSTA HOMENAGEM



JUSTA HOMENAGEM

F
icamos, todos, satisfeitos com a homenagem prestada ao nosso inesquecível – Professor Kleber Magalhães de Medeiros, irmão, esposo, pai, tio, primo, parente, além de amigo de tantos que tiveram   a oportunidade da convivência, para a construção da amizade. Foi um ato de respeito e de reconhecimento do Prefeito Cícero Almeida e de sua competente equipe a um mestre do ensino e da língua pátria.

A homenagem ficou caracterizada com o seu nome na ladeira de acesso ao Sítio São Jorge, no prolongamento da Avenida Pierre Chalita, inaugurada no dia 28 de junho próximo passado, nesta Capital. Além da grandiosidade do ato, ninguém foi desbancado, ou melhor, prejudicado, pois trata-se de obra nova.

O homenageado sempre foi uma pessoa de vida e hábitos simples. Sempre foi um ser humano iluminado, quer na arte de ensinar, quer como executivo. Teve uma existência curta entre nós. Viveu a vida à sua maneira. Nasceu em 29 de agosto de 1950, na Maternidade Sampaio Marques, em Maceió, e faleceu em 09 de dezembro de 1991. Sua passagem por esta terra foi de apenas quarenta e um anos.

Teve a sua formação primária, no Educandário São José, ginasial e colegial, no Colégio Guido de Fontgalland, sendo destacado com os prêmios de Honra ao Mérito, Dedicação e Comportamento, além de ter obtido o primeiro lugar na Maratona Cultural promovida pela Rádio Gazeta de Alagoas, com o patrocínio do Banco da Produção de Estado de Alagoas, através da PROPAG – Agência de Publicidade e Propaganda. Galgou o primeiro lugar na Semana de Estudos sobre a História de Alagoas, promovido pela Academia Maceioense de Letras, em colaboração com o Departamento Estadual de Cultura.

Na sua educação superior podemos destacar, em síntese, o seguinte: Curso de Licenciatura da Faculdade de Educação da UFAL, na disciplina Didática Geral; Curso de Letras e Arte da UFAL, opção Português-Francês; Curso de Extensão Universitária sobre Legislação e Contabilidade da Escola da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; Curso de Pedagogia, ré opção em Orientação Educacional da UFAL; e Curso de Direito concluído do CESMAC, EM 1991, que não colou grau em virtude de seu óbito.

Foi professor de língua portuguesa em vários colégios desta Capital: Guido de Fontgalland, Deraldo Campos, da antiga Escola Técnica Federal de Alagoas, Santíssimo Sacramento, São José, Benedito de Moraes e do CESMAC.

Também exerceu funções executivas: Chefe de Departamento e Assessor de Diretoria no CEFET; Assessor da Secretaria da Educação do Estado de Alagoas e a de Chefe de Gabinete do IPSEAL, no Governo José Tavares.

Como irmão do homenageado, reafirmo que viveu a vida à sua maneira. Como professor e executivo procurou ser e fazer o melhor, sempre interagindo e respeitando o próximo. Foi uma pessoa de fé. Parabéns meu querido irmão. Você é gente que fez e merece.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

RELIGIÃO: O PAPEL DA FÉ NA SUPERAÇÃO DO DIABETES…

CAROLINA LIMA
GRUPO SAGRADA FAMÍLIA – MFC MACEIÓ

RELIGIÃO: O PAPEL DA FÉ NA SUPERAÇÃO DO DIABETES…

N
unca falei sobre isso aqui no blog… Exatamente por achar que religião realmente não se discute! Acho que cada um tem a sua ou até não tem nenhuma, e isso tem que ser respeitado! Cada um tem um jeito de viver, de levar a vida, de enfrentar as situações… Cada um sabe o que é bom pra você!

Mas minha religião ultimamente anda tão forte em minha vida, que não poderia omitir isso aqui nesse blog que é tão pessoal, tão “nosso”, um pedacinho de nossa família...

Nunca fui “Beata”, mas sempre tive a fé muito constante em minha vida... E isso sempre me fez muito bem…

Nossa família é de católicos praticantes... Hoje Eu, Marcos e nossa Jujuba, fazemos parte do MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO que é um movimento nacional em favor do amor, da boa convivência e principalmente da família… E isso nos faz muito bem! Faz bem para nós individualmente, para nós como família e para nossa crença e nossa fé.

Estudei por muitos anos no Colégio Santa Madalena Sofia, colégio de freiras, lugar de onde mantenho as minhas melhores lembranças! Foi lá que conheci o amor de minha vida, meu marido Marcos e foi em seus corredores que iniciamos o nosso amor... Foi uma verdadeira escola não só do “bê-a-bá”, mas uma escola principalmente em educação pessoal e em bons princípios...

Confesso que tem coisas da igreja católica que acho arcaicas e erradas, mas que de modo algum tiram o brilho do amor por minha religião… Então mesmo sem saber realmente se é certo ou errado, tenho uma fé muito própria… Faço dela e de meus princípios do jeito que acho realmente correto e coerente com meu dia a dia e com meus pensamentos... Ir à missa sempre me fez muito bem e sempre me deixou mais feliz e mais leve… Nunca fiz por obrigação, mas porque realmente gosto...

Essa minha fé sempre teve um papel muito importante no rápido processo de aceitação da nossa nova condição – o Diabetes… Na verdade acho que foi fundamental! Sempre me apeguei muito nela para enfrentar as iniciais “noites traiçoeiras” que muitas vezes surgiram em nossas vidas… E assim como na música do Padre Marcelo Rossi, “o mundo até tentou nos fazer chorar, mas Deus nos quis sorrindo”… E embasados no amor e na nossa fé, levantamos a cabeça, organizamos a nossa vida e seguimos em frente...

Agimos do modo certo e aqui estamos hoje… Muito Felizes, com uma visão super positiva da vida e fortes para enfrentar qualquer situação...

É muito bom poder ter esse amor tão verdadeiro no coração!

Deixo vocês então com um pedacinho de uma música do Padre Fábio de Melo que acho fantástica para que cada um pense um pouco sobre o papel da fé em sua vida, independente de sua religião…

“Levante os olhos, vê além
Não te condenes por perder
Mais importante é ver que há luz no fim da estrada

Se no sequestro da emoção
Perdeste o próprio coração
Recorda-te que Deus te fez pra liberdade

Desconsidera o que passou
Põe teu olhar no que será
Portas abertas: vem, o céu é tua casa!

Acima do chão existe o céu
Acima do não existe o sim
Depois dessa curva eu sei
Que existe nova estrada

Acima do medo está o amor
Acima da queda o teu Senhor
Sorrindo a dizer-te: vem, o céu é tua casa!”.

Nós com certeza achamos a nossa “nova estrada depois da curva” e através do nosso “amor” vencemos os nossos medos e os desafios...

Obrigada por tudo Papai do céu!

domingo, 1 de julho de 2012

LITURGIA DA FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO - 01/07/2012

  

 “PEDRO E PAULO,
PEDRAS VIVAS DA IGREJA!”
Novas Igrejas que surgem, são de fato de Jesus? E a que estamos construindo, é de Jesus? Sua Igreja é feita com as pedras da fé, da adesão inquebrantável a Jesus. Pedro e Paulo foram essas pedras: deram a vida por Jesus, anunciaram-no “aos ouvidos de todas as nações”. Aprendendo de Pedro e Paulo sua paixão por Jesus, sejamos hoje a Igreja de Cristo!


São Pedro e São Paulo
1ª Leitura: At 12,1-11
Salmo Responsório:  33
2ª Leitura: 2Tm 4,6-8.17-18
Evangelho: Mt 16,13-19

EVANGELHO
MATEUS 16,13-19

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”

14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”.

15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”

16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.

17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

“SÃO PEDRO E SÃO PAULO”

“Eis os santos que, vivendo neste mundo, plantaram a Igreja, regando-a com seu sangue. Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus”.

Estas palavras que o missal propõe como antífona de entrada desta solenidade, resumem admiravelmente o significado de são Pedro e são Paulo. A Igreja chama a ambos de “corifeus”, isto é líderes, chefes, colunas. E eles o são.

Primeiramente, porque são apóstolos. Isto é, são testemunhas do Cristo morto e ressuscitado. Sua pregação plantou a Igreja, que vive do testemunho que eles deram. Pedro, discípulo da primeira hora, seguiu Jesus nos dias de sua pregação, recebeu do Senhor o nome de Pedra e foi colocado à frente do colégio dos Doze e de todos os discípulos de Cristo. Generoso e ao mesmo tempo frágil, chegou a negar o Mestre e, após a ressurreição, teve confirmada a missão de apascentar o rebanho de Cristo. Pregou o Evangelho e deu seu último testemunho em Roma, onde foi crucificado sob o imperador Nero. Paulo não conhecera Jesus segundo a carne. Foi perseguidor ferrenho dos cristãos, até ser alcançado pelo Senhor ressuscitado na estrada de Damasco. Jesus o fez se apóstolo. Pregou o Evangelho incansavelmente pelas principais cidades do império romano e fundou inúmeras igrejas. Combateu ardentemente pela fidelidade à novidade cristã, separando a Igreja da sinagoga. Por fim, foi preso e decapitado em Roma, sob o imperador Nero.

O que nos encanta nestes gigantes da fé não é somente o fruto de sua obra, tão fecunda. Encanta-nos igualmente a fidelidade à missão. As palavras de Paulo servem também para Pedro: “Combati o bom combate, completei a corrida, guardei a fé”. Ambos foram perseverantes e generosos na missão que o Senhor lhes confiara: entre provações e lágrimas, eles fielmente plantaram a Igreja de Cristo, como pastores solícitos pelo rebanho, buscando não o próprio interesse, mas o de Jesus Cristo. Não largaram o arado, não olharam para trás, não desanimaram no caminho... Ambos experimentaram também, dia após dia, a presença e o socorro do Senhor. Paulo, como Pedro, pôde dizer: “Agora sei, de fato, que o Senhor enviou o seu anjo para me libertar...”

Ambos viveram profundamente o que pregaram: pregaram o Cristo com a palavra e a vida, tudo dando por Cristo. Pedro disse com acerto: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que te amo”; Paulo exclamou com verdade: “Para mim, viver é Cristo. Minha vida presente na carne, eu a vivo na fé do Filho de Deus, que me amou e se entregou por mim”. Dois homens, um amor apaixonado: Jesus Cristo! Duas vidas, um só ideal: anunciar Jesus Cristo! Em Jesus eles apostaram tudo; por Jesus, gastaram a própria vida; da loucura da cruz e da esperança da ressurreição de Jesus, eles fizeram seu tesouro e seu critério de vida.

Finalmente, ambos derramaram o sangue pelo Senhor: “Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus”. Eis a maior de todas a honras e de todas as glórias de Pedro e de Paulo: beberam o cálice do Senhor, participando dos seus sofrimentos, unido a ele suas vidas até o martírio em Roma, para serem herdeiros de sua glória. Eis por que eles são modelo para todos os cristãos; eis por que celebramos hoje, com alegria e solenidade o seu glorioso martírio junto ao altar de Deus! Que eles intercedam por nós na glória de Cristo, para que sejamos fiéis como eles foram.

Hoje também, nossos olhos e corações voltam-se para a Igreja de Roma, aquela que foi regada com o sangue dos bem-aventurados Pedro e Paulo, aquela, que guarda seus túmulos, aquela, que é e será sempre a Igreja de Pedro. Nós sabemos que ela é a esposa do Cordeiro, imagem da Jerusalém celeste. Conhecemos e veneramos o ministério que o Senhor Jesus confiou a Pedro e seus sucessores em benefício de toda a Igreja: ser o pastor de todo o rebanho de Cristo e a primeira testemunha da verdadeira fé naquele que é o “Cristo, Filho do Deus vivo”. Sabemos com certeza de fé que a missão de Pedro perdura nos seus sucessores em Roma. Hoje, a missão de Pedro é exercida por Bento XVI. Ao santo Padre, nossa adesão filial, por fidelidade a Jesus, que o constituiu pastor do rebanho. Não esqueçamos: o papa será sempre, para nós, o referencial seguro da comunhão na verdadeira fé apostólica e na unidade da Igreja de Cristo. Quando surgem, como ervas daninhas, tantas e tantas seitas cristãs e pseudo-cristãs, nossa comunhão com Pedro é garantia de permanência seguríssima na verdadeira fé. Quando o mundo já não mais se constrói nem se regula pelos critérios do Evangelho, a palavra segura de Pedro é, para nós, uma referência segura daquilo que é ou não é conforme o Evangelho.

Rezemos, hoje, pelo nosso santo Padre, Bento. Que Deus lhe conceda saúde de alma e de corpo, firmeza na fé, constância na caridade e uma esperança invencível. E a nós, o Senhor, por misericórdia, conceda permanecer fiéis até a morte na profissão da fé católica, a fé de Pedro e de Paulo, pala qual, em nome de Jesus, “Cristo Filho do Deus vivo”, os santos apóstolos derramaram o próprio sangue.

Ao Senhor, que é admirável nos seus santos e nos dá a força para o martírio, a glória pelos séculos dos séculos. Amém.

ORAÇÃO
Senhor nosso Deus, concedei-nos os auxílios necessários à salvação pela intercessão dos apóstolos São Pedro e São Paulo, pelos quais destes à vossa Igreja os primeiros benefícios da fé.  Amém!

“UM DOMINGO SEM MISSA...
UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS