| ESCALA PARA AS MISSAS DO MFC NO ALDEBARAN Igreja Nossa Senhora das Graças Paróquia de Santa Catarina Labouré Aldebaran – Maceió - Alagoas JULHO A DEZEMBRO DE 2012 TODOS OS DOMINGOS - ÀS 17:30H | |||||
| JULHO
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| 01 | JOÃO E PATY | RAINEY E ANA | |||
| 08 | VALDO E NILDA | JORGE E PENHA | |||
| 15 | AILSON E SIMONE | NETO E RITA | |||
| 22 | RAINEY E ANA | JOÃO E PATY | |||
| 29 | JORGE E PENHA | VALDO E NILDA | |||
| AGOSTO
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| 05 | NETO E RITA | AILSON E SIMONE | |||
| 12 | JOÃO E PATY | RAINEY E ANA | |||
| 19 | VALDO E NILDA | JORGE E PENHA | |||
| 26 | AILSON E SIMONE | NETO E RITA | |||
| SETEMBRO
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| 02 | RAINEY E ANA | JOÃO E PATY | |||
| 09 | JORGE E PENHA | VALDO E NILDA | |||
| 16 | NETO E RITA | AILSON E SIMONE | |||
| 23 | JOÃO E PATY | RAINEY E ANA | |||
| 30 | VALDO E NILDA | JORGE E PENHA | |||
| OUTUBRO
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| 07 | AILSON E SIMONE | NETO E RITA | |||
| 14 | RAINEY E ANA | JOÃO E PATY | |||
| 21 | JORGE E PENHA | VALDO E NILDA | |||
| 28 | NETO E RITA | AILSON E SIMONE | |||
| NOVEMBRO
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| 04 | JOÃO E PATY | RAINEY E ANA | |||
| 11 | VALDO E NILDA | JORGE E PENHA | |||
| 18 | AILSON E SIMONE | NETO E RITA | |||
| 25 | RAINEY E ANA | JOÃO E PATY | |||
| DEZEMBRO
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| 02 | JORGE E PENHA | VALDO E NILDA | |||
| 09 | NETO E RITA | AILSON E SIMONE | |||
| 16 | JOÃO E PATY | RAINEY E ANA | |||
| 23 | VALDO E NILDA | JORGE E PENHA | |||
| 30 | AILSON E SIMONE | NETO E RITA | |||
sábado, 14 de julho de 2012
ESCALA ATUALIZADA PARA AS MISSAS DO MFC NO ALDEBARAN
sexta-feira, 13 de julho de 2012
CORREIO MFC BRASIL Nº 290
DOM EUGÊNIO SALES
O Cardeal que acolheu perseguidos dos regimes militares
| N |
a segunda-feira (09), dom Eugênio nos deixou, ao encontro do Pai. Além de sua longa missão religiosa no nordeste e no Rio, atuou com coragem e inteligência na defesa dos direitos humanos.
Uma das atuações de grande destaque da trajetória de dom Eugenio foi quando, de maneira silenciosa, abrigou no Rio mais de quatro mil pessoas perseguidas pelos regimes militares do Cone Sul, entre 1976 e 1982. A maioria vinha da Argentina, mas havia também chilenos, uruguaios e paraguaios. Discretamente, o cardeal cultivou relações com os militares no poder no Brasil e ajudou a salvar vidas. O capítulo inicial dessa história se desenrolou num fim de tarde do outono de 1976, quando um jovem bateu na porta do Palácio São Joaquim, escritório e residência de dom Eugenio, na Glória. Sem documentos, dizia-se refugiado do regime militar instaurado seis semanas antes na Argentina. Dom Eugenio contou ter vivido um conflito.
— Foi um drama. Com o crucifixo na mão, eu pensava: “Como cidadão brasileiro, não posso receber montonero, tupamaro, aqueles refugiados que vinham (...)”. Em seguida, repensava: “Agora eu, como pastor, tenho o dever de receber” — relembrou ele, em entrevista recente.
O cardeal pegou o telefone, um instrumento de trabalho fundamental à sua ação política nos bastidores, e ligou para o general Sylvio Frota, então ministro do Exército.
— Chamei o Frota no telefone (...) e falei: “Frota, se você receber comunicação de que comunistas estão abrigados no Palácio São Joaquim, de que estou protegendo comunistas, saiba que é verdade, eu sou o responsável. Ponto final” — recordou.
Esse gesto acabou se transformando numa grande operação. Para dar conta de tantos pedidos de abrigo de refugiados políticos, dom Eugenio autorizou o aluguel de quartos e depois apartamentos. Foram 80 imóveis alugados em 14 bairros da cidade, como Centro, Lapa, Flamengo, Copacabana e Botafogo. Dom Eugenio mandou abrir os cofres da Mitra e liberou dinheiro também para gastos pessoais, assistência médica e auxílio jurídico. Em pouco tempo, o número de foragidos das ditaduras do Cone Sul chegando ao Rio chegou a 15 por semana.
A ajuda aos perseguidos políticos não se restringiu aos nossos vizinhos. Ajudou presos brasileiros, sem distinções ideológicas, como Sebastião Paixão, dirigente do Partido Comunista Brasileiro (PCB), que foi mandado para o presídio da Frei Caneca após ser torturado por 83 dias. Num episódio significativo, dom Eugenio deixou embaraçado o general Abdon Sena, que lhe pediu uma missa pelo aniversário do AI-5...
— Vocês que estão satisfeitos com o AI-5 podem agradecer a Deus, mas não por meu intermédio — respondeu.
OS “ANOS DE CHUMBO” E
MOVIMENTOS CRISTÃOS (II)
PRISÕES E TORTURAS DE LEIGOS CRISTÃOS
NO RIO E SÃO PAULO
Helio Amorim
MFC/RJ
| J |
osé e Lya Sollero, foram coordenadores Nacionais do Movimento Familiar Cristão - MFC (1977-1980). Sollero, em São Paulo, e sua filha, foram presos por esse esquema militar repressivo nos anos da ditadura. Guida Sollero foi torturada no aparelho do DOI-CODI no Rio, mantida isolada por um ano da família que somente pôde vê-la na audiência da instrução do processo militar. Assisti ao seu depoimento perante uma junta de cinco oficiais militares e um juiz civil, sentados em mesa colocada num palco de auditório, para que a presa ficasse dois metros abaixo, ladeada por dois gigantescos policiais fardados, para completar o cenário de intimidação.
Guida relatou corajosa e detalhadamente as torturas que sofreu reiteradamente: pau-de-arara, choques elétricos, socos e humilhações de todo tipo. Testemunhei a cena, único presente admitido por engano além dos pais e irmãos com suas lágrimas e sofrimento.
Em 1980, na missa de abertura do VIII Encontro Latinoamericano do MFC, em Porto Alegre, nas preces da comunidade, Sollero foi ao altar, relatou as torturas na filha e perdoou publicamente os torturadores. Pode-se imaginar o impacto desse ato e as lágrimas provocadas.
Guida foi libertada finalmente e trazida para casa de Mariana e Cyro Miranda, do MFC e ele seu advogado, recebida com festa e alívio pelas famílias da Comunidade da Barra da Tijuca, sem qualquer condenação, o que confirmava a barbárie gratuita que durou um ano.
Essa Comunidade, com dez famílias do MFC e outros movimentos cristãos, foi invadida por comando militar armado e teve também dois casais presos. Fernando e Letícia Cotrim foram presos sob acusação de pertencer a uma organização política denominada MPL (Movimento Popular de Libertação). Fernando sofreu o horror de ser obrigado a assistir às estúpidas torturas da esposa. Seu depoimento está na Revista Eclesiástica Brasileira (n.47). José e Zilda Villela foram presos pelo aparelho repressivo da aeronáutica por esconder Luiz Bustini, o filho de um amigo que, torturado, revelou o endereço do abrigo.
As pessoas que foram abrigadas na Comunidade foram muitas, enviadas pelas diversas organizações que já não tinham como fazer isso. A Igreja, vários padres, bispos, conventos e outras Instituições religiosas faziam isso também. Em dezembro de 1978, o Centro Ecumênico de Documentação e Informação, no Rio, coletou vasto material sobre a repressão sofrida pela Igreja naquela década. (1)
Cláudio e Lygia Campos, membros do MFC tiveram seu filho Cláudio, médico, também do MFC, preso e estupidamente torturado a ponto de baixar na UTI do Hospital do Exército, no Rio, depois de forçado a beber grande quantidade de água salgada, com danos graves nos rins. Seus pais foram chamados para entrevista pessoal pelo comandante da repressão militar, general Sílvio Frota, que os alertou sobre o risco de vida do filho por moléstia anterior à prisão. Queixou-se do custo elevado do tratamento que o Exército Brasileiro estava despendendo para tentar salvá-lo. Fui ao hospital e Mons. Trevisan, capelão militar, me relatou a verdade e a gravidade do caso. O jovem médico sobreviveu e foi absolvido de uma acusação irresponsável.
O MFC foi ainda perseguido com a prisão de Jorge Hue, presidente nacional do Movimento nos anos 60, e seu filho estudante. Fui à CNBB, ainda no Rio, relatei o fato interrompendo a reunião geral dos bispos que acontecia naquela manhã. D. Aloysio Lorscheider saiu do auditório, telefonou para o Gen. Frota, aos berros e socando a própria mesa, exigindo a imediata liberdade de Jorge. Foi atendido pelo general, constrangido diante do discurso nada eclesiástico do presidente da CNBB.
(1) Ver Documento Repressão à Igreja no Brasil, 1978, de D. Paulo Evaristo Arns e D. Tomás Balduino: “A máquina de tortura instalada no Estado não havia poupado nem sacerdotes”.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
A PEC DO SUPREMO
A PEC DO SUPREMO
| A |
o ler o jornal Gazeta de Alagoas, de 16 de junho do fluente ano, fui surpreendido na coluna do jornalista Cláudio Humberto, com os seguintes títulos: “PEC FAZ DO SENADO INSTÂNCIA DE RECURSO AO STF”, “A VIDA COMO ELA É”, “MAIOR MOITA” E “NADA A VER”. Aprofundei a leitura e logo fiquei atônito, verdadeiramente abestalhado, com tanta asneira engendrada por pessoas legitimadas pelo voto popular e com assento na Câmara Federal e no Senado da República. É que um grupo de senadores ligados ao ex-presidente Lula articula uma Proposta de Emenda Constitucional para estabelecer o Senado Federal como instância recursal ou revisora de decisões adotadas pelo STF que envolvam matérias constitucionais. Trocando em miúdos o Senado teria mais poderes que o Supremo Tribunal Federal em determinadas decisões judiciais. Pasmem os senhores, brasileiros e brasileiras, a motivação para tal estupro constitucional, seria a insatisfação com decisões da Corte e o suposto arrependimento de Lula com algumas indicações de ministro. Tudo corre pela via secreta dos bastidores, sendo negada qualquer intenção de rever possíveis condenações dos réus do mensalão, em futuro próximo.
Para espancar toda e qualquer dúvida, fiz breve pesquisa, constatando que realmente tramita na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania a PEC nº 33, de 2011, de autoria do Deputado Nazareno Fonteles e outros, cujo relator é o experiente Deputado Esperidião Amin, que insere em seu relatório o fato de que tal Emenda pretende alterar a quantidade mínima de votos de membros de tribunais para declaração de inconstitucionalidade de leis; condicionar o efeito vinculante de súmulas aprovadas pelo Supremo Tribunal Federal à aprovação pelo Poder Legislativo; e submeter ao Congresso Nacional a decisão sobre a inconstitucionalidade de emendas à Constituição. Conclui o eminente Relator pela admissibilidade constitucional da tal PEC nº 33/2011. No fundo, a PEC ora em comento objetiva alterar a redação dos artigos 97, 103-A e parágrafos, e acrescenta os parágrafos 2º A, 2º B e 2º C, ao Art. 102.
Nas argumentações que apresenta, para justificar tal barbárie, alinha a judicialização das relações socais e o ativismo judicial em questões relevantes, sem nenhuma legitimidade democrática, justamente porque não passaram pelo exame do Congresso.
Minha gente as assertivas postas pelo Deputado Autor e demais pares não se sustenta a qualquer análise que se faça, não apenas diante dos fatos já acontecidos, com os históricos julgamentos do STF, como também à luz dos princípios constitucionais sobre a matéria, além do Poder Legislativo não cumprir com o seu papel de legislar, legitimado pelo voto popular. É justamente nesse vácuo legislativo, que se pretende estuprar a CONSTITUIÇÃO CIDADÃ, retirando poderes do Judiciário, com argumentos pífios e sem nenhum embasamento constitucional. Comportamento desse jaez é inconcebível na vida democrática.
Concluo, afirmando que as motivações e as argumentações aqui colocadas e sucintamente analisadas, são ridículas e inconcebíveis para um país sério, que se afirma democrático e de direito.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
COORDENADOR DO MFC ALAGOAS É HOMENAGEADO COM TÍTULO DE CIDADÃO HONORÁRIO DE PIRANHAS-AL
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| James Magalhães de Medeiros Coordenador Regional Nordeste e Estadual Alagoas do MFC |
| O |
coordenador regional nordeste e estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão, James Magalhães de Medeiros, foi agraciado pelo poder Legislativo da Cidade de Piranhas, no Estado de Alagoas, com título de cidadão honorário do município, na sexta-feira (06).
"É um título que muito significa para mim. Cheguei aqui como juiz substituto na década de 70 e criei uma amizade com o povo de Piranhas. A homenagem me enobrece e me faz crescer como cidadão. Espero trazer uma maior contribuição para a cidade", disse James Magalhães de Medeiros.
O título de honraria é concedido pela Câmara Municipal a pessoas que prestaram serviços à comunidade. O presidente da Casa, vereador Agilson Ferreira Barros, foi quem dirigiu a sessão solene especial, realizada no Centro Cultural Miguel Arcanjo de Medeiros. O termo especial do título de cidadão honorário foi entregue pela vice-prefeita, Maristela Sena Dias.
"Piranhas é encantadora, especial e diferenciada. Estamos muito felizes em entregar este título a pessoas que irão levar o nome de Piranhas e abrilhantar ainda mais nossa cidade", destacou Mellina Freitas, prefeita do município.
"Estamos promovendo o reconhecimento a pessoas que trouxeram benefícios para nossa terra. Outorgamos esta comenda por reconhecer os serviços prestados a Piranhas", disse o desembargador Washington Luiz, que nasceu no município.
O ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Humberto Martins, destacou a importância da solenidade de outorga da homenagem, reforçando a responsabilidade que o homenageado terá para com o município.
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