quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA - ANDRÉIA DE ARTHUR

UM PAI “OLEIRO”



P
ela manhã, em minha caminhada no condomínio, parei para descansar e sem querer ouvi pedreiros e seus ajudantes conversando em uma obra perto aqui de casa. Eles reclamavam intensamente da vida dura que levavam. Acordar muito cedo, salário baixo, morava longe, pouco tempo com a família. Um deles até falou com tristeza: “nossa vida é um sacerdócio”. Voltei ao exercício com aquelas últimas palavras na cabeça.

Todos nós sabemos o significado da palavra. Mas, viver o devotamento é que são elas.

Pois bem, ser cristão tem um pouco disso. Precisamos todos os dias na edificação do reino de Deus, como em uma receita culinária, de pitadas que possuam: amor, entrega, perdão, renuncia, doação, humildade e ação cristã.

Mas, isso tudo não deve ser motivo de aflição. Sabemos que o caminho que leva as coisas de Deus é cheio de obstáculos. Partilhar essas ações deve nos encorajar. Buscar respostas na solidariedade sem vaidade. Ninguém é maior que ninguém diante de Deus, até mesmo, e principalmente, na caridade.

O trabalhador da construção, cheio de razão em relação a sua vida, nem sabe como importante e nobre é sua profissão. Eu, ele e vocês somos todos filhos de um mesmo Pai. Um Pai que também é “oleiro”.

Minha homenagem a Pe. Manoel Henrique e seus 39 anos de sacerdócio, sem ócio.

Bom dia a todos!

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

PADRE MANOEL HENRIQUE COMEMORA 39º ANIVERSÁRIO SACERDOTAL

Padre Manoel Henrique de Melo Santana


O
 Padre Manoel Henrique de Melo Santana, assessor eclesiástico do Movimento Familiar Cristão de Alagoas, celebra na próxima quarta-feira, dia 15 de agosto, seu 39º aniversário de ordenação sacerdotal.

Para comemorar a data, Padre Manoel Henrique celebrará uma Missa, às 19 horas, na Igreja de Nossa Senhora das Graças, localizada na Praça das Graças, no bairro Levada. Foi na Igreja das Graças que Padre Manoel Henrique celebrou sua primeira Missa após a ordenação sacerdotal.

Padre Manoel Henrique em sua formação acadêmica tem títulos de Membro do Núcleo de Pesquisa do CESMAC e da Universidade Católica de Pernambuco; Mestrado em Ciência da Religião na Universidade Católica de Pernambuco; Coordenador do Curso de Teologia do CESMAC; Professor de Teologia do Curso de Teologia do CESMAC e da Universidade Federal de Alagoas; Especialização em ENSINO RELIGIOSO; Pároco da Igreja de São Pedro Apóstolo – Ponta Verde, Maceió; Graduado pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção no curso de Bacharel em Teologia; Pontifícia Universitá Facoltá di Teologia Gregoriana – Roma; Graduação em Curso de Teologia Bíblica da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Mogi das Cruzes; Graduação em Curso de Teologia no Seminário Arquidiocesano São José, Rio Comprido-RJ; Graduação em Filosofia na Escola Teológica da Congregação Beneditina – RJ; e atualmente faz Doutorando na Université Grenoble 3, na França.

Em seu currículo consta ainda o curso de Pedagogia Catequética; realizado no Palácio Arquiepiscopal, em Belém – PA; Curso sobre "UMA REFLEXÃO SOBRE POESIA" na Faculdade de Filosofia de Campo Grande - RJ; Curso de Higiene Mental do Comportamento Humano no Serviço Social da Indústria; Curso de Estudo de Problemas Brasileiros na Educação, na Faculdade de Filosofia Nossa Senhora Medianeira, no Rio de Janeiro - RJ.

No Movimento Familiar Cristão, participou dos Encontros Nacionais (ENA) em Araraquara-SP e Vila Velha-ES, de inúmeras Nucleações do MFC Maceió e dá assistência espiritual aos mefecistas.

domingo, 12 de agosto de 2012

PAIS SERÃO HOMENAGEADOS PELO MFC MACEIÓ


P
ara comemorar o DIA DOS PAIS, neste domingo, 12 de agosto, o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ homenageará os Pais durante a celebração da SANTA MISSA EM HOMENAGEM AOS PAIS, às 17h30min, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, da Paróquia de Santa Catarina Labouré, no Aldebaran.

O MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ convida a todos para participar deste ato de fé, partilha, entrega, gratidão e oração pelos nossos Pais, presentes e ausentes.

O espírito que motiva a Celebração é o de gratidão a Deus pelo dom de ser Pai, que tem a missão de ser extensão do amor de Deus, sobretudo, no zelo e dedicação pela família.

Os Pais serão homenageados com bençãos, cantos e a leitura de uma mensagem. Ao final da celebração, cada Pai receberá uma lembrança do MFC.

Participe e leve sua família à Missa do MFC em homenagem àquele que possui uma vocação tão divina...
ser PAI!

HOJE, 149ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA DO 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 12/08/2012

    
  
PÃO VIVO DESCIDO DO CÉU!
O povo de Deus continua caminhando, rumo à terra prometida. O percurso é longo, cheio de dificuldades. Até o profeta Elias, diante das adversidades, desanimou e desejou a morte. Mas Deus intervém, fornece comida e bebida para que possamos continuar na vida e na luta. No Evangelho, Jesus é o alimento celeste que dá forças ao caminheiro. Celebramos hoje o Dia dos Pais. Que Deus os fortaleça a fim de continuarem sua missão.

   
19º DOMINGO DO
TEMPO COMUM
1ª Leitura: 1Rs 19,4-8
Salmo Responsório:  33
2ª Leitura: Ef 4,30-5,2
Evangelho: Jo 6,41-51

EVANGELHO
JOÃO 6,41-51
   
Naquele tempo, 41os judeus começaram a murmurar a respeito de Jesus, porque havia dito: “Eu sou o pão que desceu do céu”.

42Eles comentavam: “Não é este Jesus o filho de José? Não conhecemos seu pai e sua mãe? Como pode então dizer que desceu do céu?”

43Jesus respondeu: Não murmureis entre vós. 44Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me enviou não o atrai. E eu o ressuscitarei no último dia. 45Está escrito nos profetas: ‘Todos serão discípulos de Deus’. Ora, todo aquele que escutou o Pai, e por ele foi instruído, vem a mim. 46Não que alguém já tenha visto o Pai. Só aquele que vem de junto de Deus viu o Pai. 47Em verdade, em verdade vos digo, quem crê, possui a vida eterna.

48Eu sou o pão da vida. 49Os vossos pais comeram o maná no deserto e, no entanto, morreram. 50Eis aqui o pão que desce do céu: quem dele comer, nunca morrerá. 51Eu sou o pão vivo descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne dada para a vida do mundo.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

A Liturgia da Palavra deste Domingo ainda está ligada ao evangelho da multiplicação dos pães. Jesus reclama porque os judeus não quiseram compreender o sinal da multiplicação. Claramente, ele afirma: “Eu sou o pão que desceu do céu! Quem dele comer, nunca morrerá!”.

Eis aqui a grande revelação do Senhor! Os judeus só conseguem ver a superfície, somente compreendem que ele é o filho de José; não percebem, não crêem que ele vem do Pai, como alimento de nossa existência: ele é o sustento, o alimento da nossa vida. Afinal, que é viver? Será simplesmente existir, respirar, sobreviver, de qualquer modo, sem rumo, sem sentido, sem uma finalidade para a existência? Que vida seria essa? Não uma existência assim, miserável, que vemos tantos e tanto hoje vivendo? Pois bem, Jesus afirma que ele dá o sustento verdadeiro à nossa vida; com ele, a vida tem sentido, tem rumo, tem razão de ser; com ele, descobriremos porque vivemos, descobrimos de onde vimos e para onde vamos, descobrimos que somos amados e somos fruto de um sonho de amor; com ele, finalmente, temos a paz! “Eu sou o pão da vossa vida! Precisais mais de mim que vosso corpo do pão de cada dia. Quem come desse pão que sou eu, isto é, quem se alimenta de meu amor, de minhas palavras, de meu caminho, nunca viverá uma vida de mentira, de ilusão, de morte; antes, viverá de verdade!

Para ilustrar isso, basta pensarmos na situação de Elias, na primeira leitura de hoje. Ele tinha matado os profetas de Baal no monte Carmelo. Jezabel, a rainha idólatra, tinha prometido vingança e queria matá-lo. O profeta sentiu medo e figiu, procurando esconder-se no deserto do Sinai para encontrar inspiração e consolo no monte Horeb (outro nome para o monte Sinai), o Monte de Deus. E lá vai Elias… Mas, o caminho longo, os dias quentes do deserto, a solidão, a tensão da fuga, tudo isso traz desânimo e depressão ao profeta. A vida lhe parece dura, amarga, sem sentido. Cansado, ele se rende e pede a morte: “Agora basta, Senhor! Tira a minha vida,pois não sou melhor que meus pais… Sou igual a todo mundo, não sou a palmatória do mundo… Cansei! Quero morrer!” Quantas vezes somos como Elias, quantas vezes a existência nos pesa, o sentido da vida parece se nos esconder, quantas vezes parece que apenas sobrevivemos, mas não temos idéia para onde vai o caminho… O desengano do profeta é tão profundo que ele, deprimido, cai no sono. E o Senhor envia-lhe um anjo: “’Levanta-te e come!’ E ele viu junto à sua cabeça um pão assado… ‘Ainda tens um longo caminho a percorrer’. Elias levantou-se, comeu e bebeu e, com a força desse alimento, andou quarenta dias e quarenta noites, até chegar ao Horeb, o monte de Deus”. Caríssimos, também nós estamos a caminho, também nós precisamos de um pão como o de Elias. Esse pão o Senhor nos dá, esse pão é o próprio Cristo, que hoje nos diz: “Eu sou o pão da vossa vida!” Infelizmente para nós, caríssimos, nos iludimos, procurando saciar nossa fome de vida com coisas que não alimentam o coração. É aquela antiga queixa de Deus, pela boca do profeta Isaías: “Ah! Todos que tendes sede, vinde à água. Vós, os que não tendes dinheiro, vinde, comprai e comei; comprai sem dinheiro e sem pagar, vinho e leite. Por que gastais dinheiro com aquilo que não é pão, e o produto do vosso trabalho com aquilo que não pode satisfazer? Ouvi-me com toda atenção e comei o que é bom. Escutai e vinde a mim, ouvi-me e havereis de viver!” (Is 55,1-3)

Mas, o Senhor é bondoso e sua misericórdia é sem limites! Quem pode pôr medida à sua bondade? Ele não somente é pão e sustento de nossa vida de modo figurado. Para surpresa nossa, para escândalo do mundo – e até de tantos cristãos que estão separados da Igreja de Cristo – o Senhor revela: “O pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo!” É demais, caríssimos! É surpreendente, é inesperado! Aqui, o Senhor está falando claramente da Eucaristia: “Eu sou o pão da vossa vida, eu vos alimento de vida e de sentido de viver; e eu fico entre vós, fico convosco, alimento-vos de um modo que não esperáveis: minha união convosco é total, absoluta: eu vos dou verdadeiramente minha carne, meu corpo morto e ressuscitado, como vida da vossa vida!” Meus irmãos, não pode haver maior dom, maior intimidade, mais revigorante alimento! Os judeus murmuravam, os protestantes murmuram, mas Cristo nosso Deus, que tem palavras de vida eterna e para quem nada é impossível, nos garante: “O pão que eu darei é a minha carne para a vida do mundo!” Caríssimos, estejamos atentos para nos aproximar freqüentemente desse alimento de vida eterna; com freqüência e com dignidade. Privar-se da comunhão eucarística quando se poderia comungar é fazer pouco caso do dom do Senhor, é ser auto-suficiente, é não reconhecer que somente Jesus nos alimenta e nos sustém com a sua graça. Não cuidar de comungar é um orgulho que nos coloca debaixo da terrível sentença do nosso Salvador: “Se não comerdes a carne do Filho do Homem e não beberdes do seu sangue, não tereis a vida em vós!” (Jo 6,53). Por outro lado, aproximar-se do Corpo do Senhor sem se examinar; comungar sem estar em comunhão com o Senhor e com os irmãos é mentir contra a Eucaristia, é comer e beber a própria condenação! Comunguemos sempre, caríssimos; mas, comunguemos estando preparados, conforme a santa Palavra de Deus nos exorta! Recordemos a grave palavra do Apóstolo: “Que cada um se examine a si mesmo antes de comer desse pão e beber desse cálice, pois aquele que come e bebe sem discernir o Corpo come e bebe a própria condenação” (1Cor 11,28s).

Meus caros, a Eucaristia, comunhão no santíssimo Corpo do Senhor, não somente é alimento para o nosso caminho, não somente á sustento da nossa vida, não somente é penhor de vida eterna, como também nos dá a graça do Santo Espírito, que nos faz ser um só corpo em Cristo. Eis, que mistério tão profundo: comungando do Corpo do Senhor na Eucaristia, nós nos tornamos cada vez mais unidos no corpo do Senhor, que é a Igreja! Comunguemos, pois, e teremos força para viver o belo caminho que a segunda leitura deste hoje nos aponta: “Vivei no amor, como Cristo nos amou e se entregou a si mesmo a Deus por nós, em oblação e sacrifício de suave odor”. Eis aqui: a nossa participação no sacrifício eucarístico de Cristo, a nossa comunhão no seu corpo sacrificado e entregue amorosamente, devem nos levar a um novo modo de viver, um modo que consiste na docilidade ao Espírito do Senhor morto e ressuscitado, que significa comunhão com Deus e com os irmãos: “Sede bons uns para com os outros, sede compassivos; perdoai-vos mutuamente, como Deus vos perdoou por meio de Cristo”.

Portanto, seja Cristo, que se oferece por nós em sacrifício e se dá a nós em comunhão, o pão, o sustento, o sentido da nossa vida, para podermos caminhar, entre as lutas, desafios e cansaços desta vida, até o monte de Deus, que é a Pátria celeste. Amém.

Dele alimentar-se é iniciar uma nova vida, vivendo sua dinâmica de entrega: vivei em amor como ele nos amou e se entregou por nós em sacrifício (2l).

ORAÇÃO
Deus eterno e todo-poderoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 11 de agosto de 2012

MFC MATRIZ DE CAMARAGIBE-AL PARTICIPA DA SEMANA DA FAMÍLIA


O
 Movimento Familiar Cristão de Matriz de Camaragibe - Alagoas participa da SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA, organizada pela Paróquia de Matriz de Camaragibe, no período de 12 a 19 de agosto.

A abertura da Semana Nacional da Família em Matriz de Camaragibe acontece neste domingo (12) com a Santa Missa, às 19h30min, na Igreja de Bom Jesus, com a Benção dos Pais. Após a celebração eucarística haverá apresentações em homenagem aos pais no Coreto.

Durante toda a semana haverá atividades relacionadas à família com visitas nas comunidades, apresentação de filmes, encontro com pais de alunos, terço das famílias, renovação do matrimônio, palestras, Missas, entre outras atividades realizadas pelas pastorais e movimentos paroquiais.

No domingo (18), às 19h30min, acontece a Santa Missa com o tema “SEM A FAMÍLIA NÃO PODEMOS VIVER”, encerrando a Semana da Família com a Benção das Famílias.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

MFC MACEIÓ HOMENAGEARÁ OS PAIS NO DOMINGO, 12 DE AGOSTO


P
or ocasião do DIA DOS PAIS, no próximo domingo, 12 de agosto,  o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ estará homenageando os Pais com a celebração da SANTA MISSA EM HOMENAGEM AOS PAIS, às 17h30min, na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, da Paróquia de Santa Catarina Labouré, no Aldebaran.

O espírito que motiva a Celebração é o de gratidão a Deus pelo dom da vida de cada Pai, que tem a missão de ser extensão do amor de Deus, sobretudo, no zelo e dedicação pela família.

Assim, o MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ convida a todos para participar deste ato de fé, partilha, entrega, gratidão e oração pelos nossos Pais.

No final da celebração, os Pais serão homenageados com cantos e a leitura de uma mensagem. Ao final da celebração, cada Pai receberá uma lembrança do MFC.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

MFC MACEIÓ REALIZA NA TERÇA-FEIRA (14) MAIS UMA NOITE DE FORMAÇÃO


Padre Manoel Henrique será o
palestrante da Noite de Formação

C
om o tema “FAMÍLIA: CAMINHO, VOCAÇÃO E MISSÃO” o Movimento Familiar Cristão de Maceió realiza na próxima terça-feira, 14 de agosto, a partir das 19h30min, mais uma NOITE DE FORMAÇÃO com o Padre Manoel Henrique, assessor eclesiástico estadual do MFC.

O evento acontece no auditório do Colégio Madalena Sofia, no bairro do Farol, com a presença de membros dos diversos Grupos de Base do Movimento Familiar Cristão de Maceió.

Todos os mefecistas, seus familiares e amigos estão convidados a participarem desse momento de espiritualidade que proporcionará benefícios para toda a família.

A coordenação das NOITES DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ é formada pelos casais João e Patrícia Cassella (Grupo Genezaré) e Fernando e Luciana Fon (Grupo Amigos na Fé).

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

ANIVERSARIANTE DO DIA - FÁTIMA DE JAMES

ANIVERSARIANTE DO DIA - CACÁ DE POLLYANNA

CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO POLÍTICA DOS CRISTÃOS NAS ELEIÇÕES 2012

  
ELEIÇÕES MUNICIPAIS 2012
 
CRITÉRIOS PARA A PARTICIPAÇÃO
POLÍTICA DOS CRISTÃOS

Dom João Carlos Petrini
Riquíssimo texto composto por Dom Petrini descrevendo os critérios necessários para a escolha dos candidatos (as) para as próximas eleições.

A
s eleições municipais se aproximam e, com elas, um dos mais importante exercício de cidadania, o voto. Por isso a Diocese de Camaçari - Bahia, a partir da orientação apresentada pela Doutrina Social da Igreja, que tem a tarefa específica de orientar os cristãos para julgar a situação social, política e econômica no qual estão inseridos, apresenta aos membros das famílias brasileiras, em especial as católicas, alguns critérios de vida e família na escolha dos candidatos.

1.       O PRIMADO DA PESSOA DIANTE DO ESTADO E DA SOCIEDADE.
Desde o início da Doutrina Social da Igreja, com a Rerum novarum (1891), a pessoa é considerada não como um apêndice da sociedade, uma célula de um órgão maior, mas como algo que tem uma prioridade absoluta. A prioridade da pessoa é dada pela sua própria consistência: a raiz última da dignidade da pessoa é que cada ser humano é imagem e semelhança de Deus, é relação com o Mistério criador do qual depende. Por isso, cada pessoa tem uma dignidade inviolável, a cada pessoa é devido um respeito sagrado, desde a sua concepção até o término natural de sua vida. Por esse motivo a igreja considera atraso de vida e retorno à barbárie tudo o que ofende a dignidade e destrói a pessoa, desde o aborto até o uso de células tronco embrionárias, o trabalho escravo, a fome e a violência, as diversas formas de agressão e a eutanásia.

2.       A PROMOÇÃO DA FAMÍLIA.
A família é o primeiro lugar no qual a pessoa tem a possibilidade de crescer, realiza sua humanidade, encontra terreno para o seu pleno desenvolvimento. A família nasce da liberdade das pessoas e corresponde ao desígnio de Deus. O amor humano, vivido na plena reciprocidade de afetos e de responsabilidade, alcança sua plenitude quando se funda no sacramento do matrimônio e dá vida a um vínculo entre o homem e a mulher que se amam, que tem dimensão pública, estável, fiel, é aberto a gerar vida e a acolhê-la, protegido pela indissolubilidade, alimentado pela presença de Jesus Cristo morto e ressuscitado. A família expressa a maior cooperação entre os sexos e entre as gerações, pois seus membros vivem o dom sincero de si até com sacrifício próprio para o bem do outro, imitando Jesus que se doa a nós até o fim, experimentando a mais intensa comunhão entre pessoas, conforme a imagem da Santíssima Trindade. Por isso, a família difunde no seu interior e ao seu redor um clima de cuidados e de solidariedade, constituindo assim o maior recurso para a pessoa e para a sociedade. A Igreja se preocupa com a forte tendência da cultura atual que não mais valoriza o dom de si para o bem do outro, antes, dá o privilégio ao bem estar individual, até mesmo com sacrifício de outros, como documenta a decisão do STF que privilegia o bem estar da mãe, sacrificando a vida do seu bebê portador de anencefalia. Esta tendência transborda os limites jurídicos, torna-se mentalidade comum e está na origem da maioria dos conflitos familiares, das agressões, das violências, do descaso. A família constrói um estilo de vida que promove a solidariedade e a paz, e isto é de interesse  de toda a sociedade. Por isso, ela merece ser protegida e não descaracterizada pelo Estado como acontece quando qualquer união com base afetiva é a ela equiparada, mesmo faltando as características que a identificam.

3.       A LIBERDADE DE EDUCAÇÃO.
É o princípio que afirma a liberdade dos pais de educarem os filhos na visão que, a seu juízo, mais desenvolve a pessoa humana. Trata-se da defesa da liberdade para todos. Todos têm o direito de fazer crescer os filhos dentro de uma determinada visão que contém una riqueza de valores, de cultura e de perspectivas de desenvolvimento. Quando escolas públicas ou privadas se arrogam o direito de dar uma “formação” contrária aos interesses dos pais, como no caso de equívocas orientações no campo da sexualidade, os pais têm o direito garantido pela Constituição e o dever de reivindicar com todos os meios legais que seja respeitada a educação que eles querem para seus filhos. Os católicos, defendendo a liberdade de educação prestam serviço a todos os pais. Trata-se de uma luta pela afirmação e pelo desenvolvimento de uma identidade cultural que constitui, juntamente com outras identidades, o tecido do povo. O verdadeiro pluralismo democrático consiste na convivência de várias identidades culturais, no respeito pela diversidade.

4.       A LIBERDADE RELIGIOSA.
É a síntese de todas as liberdades e afirma o Estado laico como verdadeiramente democrático quando respeita todas as identidades, sem o viés autoritário que quer eliminar algumas. Quando essa liberdade é reconhecida, a pessoa é respeitada em sua prioridade. É um princípio que garante à pessoa a possibilidade de seguir o caminho que considera mais oportuno para realizar seu destino. Por isso a Igreja se empenha pela liberdade de todas as experiências religiosas. Um Estado que reconhece a liberdade religiosa, defende todas as outras liberdades, porque respeita o que dá sentido à vida do outro. No contexto da liberdade religiosa, torna-se de fundamental importância o ensino religioso nas escolas públicas. Os adolescentes constituem o segmento da população que vive em mais alto risco, pois eles se encontram numa situação em que não estão mais sob a autoridade dos pais e ainda não dispõem de maturidade suficiente para orientar autonomamente suas vidas para o bem. A ausência de grandes ideais e valores os deixa vulneráveis a propostas portadoras de destruição e morte. O ensino religioso é o caminho para que sejam ajudados a crescer tendo metas e objetivos positivos para a existência e a elaborar um projeto de vida construtivo de sua pessoa e do bem para a sociedade.

5.       OS PRINCÍPIOS DE SOLIDARIEDADE E DE SUBSIDIARIEDADE.
- O princípio de solidariedade fomenta uma cultura na qual as pessoas, as famílias as associações, o mercado e Estado ficam atentos aos desfavorecidos e cooperam entre si para atender suas necessidades. Desde a Rerum novarum até a Centesimus annus e a Caritas in Veritate, o juízo da Igreja é que a atenção de toda a sociedade esteja voltada para oferecer oportunidades de trabalho e fontes de subsistência a pessoas e grupos menos favorecidos, numa autêntica opção preferencial aos pobres. Os documentos da Igreja afirmam que fortalecer a solidariedade e agir de acordo com ela é uma obrigação do Estado (cf. Labo-rem exercens, n° 8).

- O princípio de subsidiariedade foi expresso claramente na Quadragésimo anno, de Pio XII (1931). Afirma-se que o estado deve respeitar as competências prioritárias das pessoas, das famílias e dos grupos intermediários. Uma realidade maior (o Estado) não pode se substituir ao que deve e ao que pode fazer uma realidade menor (as famílias e agregações sociais intermediárias, outros organismos). Ao lado da família, desenvolvem-se agregações e entidades intermediárias, por exemplo, as associações de famílias; trata-se de conjuntos de pessoas e famílias que têm em comum uma visão da realidade e objetivos concretos. A sociedade não é feita de gente anônima, mas de pessoas que enfrentaram junto desafios, calamidades, quer naturais, quer sociais e políticas (inundações, secas, miséria e fome, restrições das liberdades democráticas) que têm laços de cultura, de religião, com valores e metas partilhados que remetem à experiência de povo, configuram o pertencer ao povo. Se uma coisa pode ser feita pela família ou por esses corpos intermediários, o Estado não deve se colocar no lugar deles e, ao mesmo tempo, deve subsidiar esses grupos para que sejam facilitados em suas responsabilidades. Este princípio é a maior garantia contra toda forma de totalitarismo. O princípio de subsidiariedade é contrário tanto ao estatalismo (o Estado sabe tudo, faz tudo, resolve tudo) quanto ao Estado liberal que não se interessa em cuidar das necessidades do povo. O princípio da subsidiariedade valoriza a criatividade, a comunhão e a participação das pessoas. Na Doutrina Social da Igreja, a função do Estado é de promover o "Bem Comum" oferecendo os meios para o desenvolvimento das pessoas e das agregações sociais que nascem das pessoas.

CONSIDERAÇÕES
Com estas observações indicamos alguns pontos de reflexão e conduta para não ficarmos passivos diante das circunstâncias sociais e políticas e para julgarmos, segundo a Doutrina Social da Igreja, o que está acontecendo na realidade brasileira. O fazer política não começa quando se entra nas questões partidárias ou técnico-fïnanceiras, mas quando se vive de acordo com valores e critérios que nascem da experiência de pertencer ao Ideal e a um povo concreto, alternativos aos interesses do mercado e aos jogos de poder do Estado.

A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família convida todas as famílias a votarem em candidatos que comungam e promovem a vida e a família, e ainda, incentiva o empenho de todos na aplicação da Lei 9.840, de combate à corrupção eleitoral, bem como da Lei da Ficha Limpa, que proíbe a candidatura de quem já foi condenado, em primeira instância, por um colegiado, ou que tenha renunciado a seu mandato para escapar de punições. O Brasil que queremos é feito de cidadãos que se empenham pela justiça e fraternidade. Como famílias dos filhos de Deus e com as bênção da Sagrada Família, façamos das próximas eleições um grande momento de promoção da vida e da família.

SUGERIMOS A UTILIZAÇÃO DO TEXTO
Publicando-o nos jornais, blogs e sites do MFC e jornais a níveis de cidade e estado;
Lendo-o nos programas de rádio;
Utilizando-o como pauta para encontro pessoal com os candidatos (as);
Como fundamento de uma carta compromisso assinada pelos candidatos (as) a prefeito (a) e vereadores (as) do município;
Elaborando preces nas missas dominicais a partir dos critérios;
Lendo partes do texto a cada domingo no final da missa dominical;
Preparando as reuniões de Grupo de Base, ECE e ECCi a partir do texto;
Elaborar e imprimir panfletos a partir do texto;
Utilizando-o nas horas santas eucarísticas;
Elaborando subsídios para motivar na catequese a “criança cidadã” e outras iniciativas.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

MEFECISTA CACÁ GOUVEIA É RECONDUZIDO AO PLENO DO TRE-AL

Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia


O
 mefecista e advogado Antônio Carlos Freitas Melro de Gouveia, mais conhecido como Cacá Gouveia, tomou posse no cargo de desembargador eleitoral substituto do Pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), em ato presidido pelo presidente da corte, desembargador Orlando Monteiro Cavalcanti Manso.

A solenidade foi prestigiada por familiares do recém-empossado, entre os quais o pai, médico pediatra Milton Hênio, colegas do colegiado, como Ivan Vasconcelos Brito Júnior, também corregedor eleitoral, Luciano Guimarães e Fernando Maciel, o diretor-geral do órgão, Marcondes Grace, e servidores.

Cacá Gouveia foi reconduzido ao Pleno da Justiça Eleitoral alagoana em decorrência da sua nomeação pela presidente Dilma Roussef, para exercer por mais um biênio as atribuições de membro substituto. Ele cumpriu o primeiro biênio desde julho de 2010, quando atuou como juiz nos processos relacionados à propaganda eleitoral.

O mais novo integrante da classe dos juristas no plenário da Justiça Especializada, em Alagoas, atua como operador do Direito há mais de dez anos, destacando-se como um dos mais atuantes advogados da atual geração, inclusive como representante da seccional alagoana da Ordem dos Advogados (OAB), em movimentos sociais. A sua presença tem sido marcante principalmente nos eventos ligados ao Movimento Familiar Cristão, Pastoral Carcerária e ao combate aos crimes eleitorais pelo Fórum de Combate à Corrupção (Focco) em Alagoas (VC).

Antonio Carlos é casado com Pollyanna e são membros do Grupo Superação do Movimento Familiar Cristão de Maceió.