segunda-feira, 24 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
LITURGIA DO 25º DOMINGO COMUM - 23/09/2012
“O FILHO DO HOMEM ENTREGUE
NAS MÃOS DOS HOMENS!”
Irmãos e irmãs, como discípulos missionários, ouvintes da palavra, neste
domingo fazemos memória do Cristo que veio como servidor dos pequenos. Ele nos
ensina que quem quer ser o primeiro deverá ser o último, e que, em vez de
competir, deverá servir. Dispostos a nos tornarmos companheiros na missão,
iniciemos esta celebração contando.
25º
DOMINGO COMUM
1ª Leitura: Sb
2,12.17-20
Salmo Responsório:
53
2ª Leitura: Tg
3,16—4,3
Evangelho: Mc
9,30-37
EVANGELHO
Marcos
9,30-37
Naquele tempo, 30Jesus e seus discípulos atravessavam a Galileia. Ele não queria que
ninguém soubesse disso, 31pois estava ensinando a seus discípulos. E dizia-lhes: “O Filho do
Homem vai ser entregue nas mãos dos homens, e eles o matarão. Mas, três dias
após sua morte, ele ressuscitará.
32Os discípulos, porém, não compreendiam estas
palavras e tinham medo de perguntar.
33Eles chegaram a Cafarnaum. Estando em casa, Jesus
perguntou-lhes: “O que discutíeis pelo caminho?”
34Eles, porém, ficaram calados, pois pelo caminho
tinham discutido quem era o maior.
35Jesus sentou-se, chamou os doze e lhes disse: “Se
alguém quiser ser o primeiro, que seja o último de todos e aquele que serve a
todos!”
36Em seguida, pegou uma criança, colocou-a no meio
deles e, abraçando-a, disse: 37“Quem acolher em meu nome uma destas crianças, é a mim que estará
acolhendo. E quem me acolher, está acolhendo, não a mim, mas àquele que me
enviou”.
— Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Padre Françoá Costa
Pároco da Paróquia Nossa Senhora
D'Abadia – Anápolis - GO
VIRTUDE BÁSICA: A HUMILDADE
Jesus, sabendo que os discípulos “haviam discutido entre si qual deles
seria o maior” (Mc 9,34), lhes dá uma lição de humildade: “Se alguém quiser ser
o primeiro, seja o último de todos e o servo de todos” (Mc 9,35).
A humildade encontra-se nos fundamentos da vida interior, ou seja, ela
está na raiz de outras virtudes. A humildade remove os obstáculos para que a
pessoa receba as graças de Deus, já que “Deus resiste aos soberbos e dá a sua
graça aos humildes” (Tg 4,6). A humildade e a fé formam um par maravilhoso: a
primeira remove os obstáculos à graça, entre os quais o orgulho; a segunda
estabelece o primeiro contato com Deus.
A humildade se funda na verdade e na justiça. Santa Teresa dizia que a
humildade é andar em verdade. A humildade nos dá o conhecimento, cada vez mais
profundo, sobre nós mesmos. Também se funda na justiça porque exige que o ser
humano dê a Deus toda a honra e toda a glória.
Na prática, humildade não é dizer que não se tem qualidades, quando na
verdade se tem (isso seria hipocrisia); tampouco se trata de inventar
qualidades que não possuímos (isso seria mentira e soberba). Não podemos buscar
uma espécie de “humildade de jogadores de futebol” em entrevistas, mais ou
menos assim e com os clássicos erros de português: “É, nós estamos de parabéns,
apesar de nós não ter feito todos os gol que queria, agente seguimos as
orientações do técnico e joguemos com humildade, e, provamos que com nós
ninguém pode…”. Além de evitar este tipo de humildade, o cristão não pode ser
uma pessoa encolhida: sem ideias próprias, meio covarde, com cara de coitado,
um “Jeca Tatu”.
A humildade autoriza o filho de Deus a admirar todos os dons, naturais e
sobrenaturais, que recebeu, mas sem atribuir-se a si mesmo o magnífico lenço
pintado que vê em si, pois sabe que o divino Artista é Deus, para quem deve ir
encaminhada toda a glória. Esta virtude também nos ajuda a ver a nossa pequenez
e o quanto somos fracos. Em suma, a humildade é uma disposição da alma que nos
inclina a moderar o apetite da própria excelência, levando-nos a evitar tanto a
hipocrisia quanto a soberba.
A hipocrisia é ridícula! Andar cabisbaixo, com a cabeça meio torta e
negar virtudes que se tem são, no fundo, características de uma falsa
humildade. O curioso é que tais pessoas poderiam dizer de si mesmas: “eu sou um
pobre pecador, não valho nada, sou um orgulhoso. Que Deus tenha pena de mim!”.
Mas, se alguém lhe diz: “você é um orgulhoso e um pobre pecador”, então elas se
irritam ao extremo. Ou seja: outros não podem dizer aquilo que elas dizem sem
acreditar. É preciso lutar também contra a sensibilidade doentia: “o que
pensarão de mim?”, “o que dirão de mim?”, “será que eles gostaram?”,
“magoaram-me!” Nós não precisamos desprezar-nos diante dos outros para mostrar
que somos humildes, mas também não precisamos supervalorizar-nos internamente.
É suficiente mostrar-nos como somos, isto é, com autenticidade e moderando a
própria desordem interior. Quando se é inteligente, por exemplo, e alguém
elogia isso em nós, podemos dizer simplesmente um “obrigado”. Também é
importante que, aceitado o elogio, dirijamos, no silêncio do nosso coração,
esse louvor ao Senhor: “para Deus toda a glória!”
Por outro lado, não vamos andar por aí divulgando as nossas virtudes, os
nossos cargos e as nossas responsabilidades; poderiam ser manifestações de
soberba. Outra coisa seria a necessidade de utilizar alguma vez uma coisa
meritória que tenhamos feito para reclamar um direito que por justiça nos
pertence. Um exemplo: o aluno que estudou muito e fez uma boa prova tem o
direito de que lhe deem uma boa nota; se fez uma ótima prova, a nota também
deverá ser ótima. Não é soberba ir reclamar com o professor no caso de que a
nota tenha sido baixa ou menor do que aquela que ele julgava justa. Em nome da
verdade e sem falsa humildade, o tal aluno pode – e até deveria – reclamar e
lutar pelos seus direitos.
Como se pode ver: a humildade nos ajuda a andar em verdade!
ORAÇÃO
Senhor, que fizestes consistir a plenitude da lei no vosso amor e no
amor do próximo, dai-nos a graça de cumprirmos este duplo mandamento, para
alcançarmos a vida eterna. Amém!
Editado
por MFC ALAGOAS
sábado, 22 de setembro de 2012
CONDIN É RECEPCIONADO EM VITÓRIA DA CONQUISTA-BA
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| Eduardo e Ismari, casal coordenador nacional do MFC |
|
A
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abertura da reunião do Conselho Diretor
Nacional do Movimento Familiar Cristão no Brasil em Vitória da Conquista
aconteceu na noite desta sexta-feira (21) na residência do casal Rubens e
Rosana, no bairro Candeias, em Vitória da Conquista – Bahia. Rubens é membro da
Equipe de Metodologia do ENA 2013 e Rosana é a atual tesoureira da ECCi Vitória
da Conquista.
Até
o próximo domingo, 23 de setembro, acontece a 5ª reunião do Conselho Diretor Nacional
do Movimento Familiar Cristão – Gestão 2010/2013, na Casa do MFC em Vitória da
Conquista – Bahia, com a participação de coordenadores regionais e membros do
CONDIN e CORDIR’s.
Na
manhã deste sábado (22), os coordenadores regionais se reunirão com o prefeito
municipal e conhecerão os locais onde acontecerão o Encontro Nacional do MFC em
julho de 2013.
O
Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão na 5ª reunião
administrativa esta sendo presidido pelos emefecistas Eduardo e Ismari (coordenadores
nacionais e CONDIR SUL). O Conselho nesta reunião é composto pelos
coordenadores regionais Alzenir (CONDIR NORTE), James e Fátima (CONDIR
NORDESTE), Freitas e Alivanir (CONDIR SUDESTE), Moisés e Aparecida (CONDIR
CENTRO-OESTE) e José Newton e Ariadna (Coordenadores Nacionais da Gestão
anterior).
Participam
ainda da reunião do CONDIN o assessor eclesiástico nacional, Frei Davi; o casal
secretaria nacional, Gilson e Lourdes; o secretario regional Nordeste, Jorge
Maciel; o tesoureiro regional Nordeste, Florisval Souza; o coordenador
licenciado da ECCi Conquista-BA, Eduardo Moraes; o coordenador interino da ECCi
Conquista-BA, Juraci; e diversos emefecistas de Vitória da Conquista,
comprometidos com o MFC.
Desde
sua criação o Movimento Familiar Cristão do Brasil vem construindo sua mística
e carisma, perseguindo seus objetivos a partir da constante busca pela
integração das famílias, reunindo-as em Equipes Base e a partir delas
organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.
A
unidade sempre foi possível devido às constantes reuniões e encontros onde é
avaliada a caminhada, metas de ação e objetivos, e a 5ª Reunião do Conselho
Diretor Nacional será mais um momento de integração que produzirá bons frutos
para toda a família emefecista brasileira.
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
CORREIO MFC BRASIL Nº 295
COMEMORAR OS 50 ANOS DO CONCÍLIO
Pedro A. Ribeiro de Oliveira - Sociólogo
O verbo "comemorar” significa "juntar-se a outras pessoas para fazer a memória” e traz implícito o sentimento de alegria que perpassa esse encontro. E disso se trata: trazer para o tempo atual aquele grande evento de meio século atrás. Habitualmente se identificam os concílios pelo local – e não pela época – de sua realização. Mas no caso desta comemoração é muito mais importante datar o evento do que sua localização na cidade-estado do Vaticano. Neste breve artigo quero destacar seu caráter de mudança de época.
O |
s anos de 1945 a 1973 ficaram conhecidos como "anos dourados”, porque entre o término da guerra e a primeira crise do petróleo o desenvolvimento das forças produtivas provocou profundas transformações sociais, culturais e políticas em todas as partes do mundo. É nesse contexto que se inscreve a grande reunião do episcopado católico, a pedido dos Papas João XXIII e Paulo VI, para "colocar em dia” a Igreja Católica nesse mundo que iniciava seu processo de globalização.
Por mais que a "tradição dos Pios” (1) ainda fosse hegemônica entre o clero encastelado nas cúrias eclesiásticas, já era evidente seu anacronismo diante do mundo moderno prestes a entrar na revolução cultural que eclode em 1968.
As pesquisas sócio-religiosas apenas confirmavam o que qualquer pessoa atenta aos fatos podia observar: a crescente desafeição dos fiéis pelas normas e doutrinas em vigor na Igreja católica romana. Foi o abalo institucional provocado pelo caráter ecumênico do concílio que permitiu seu diálogo com a modernidade.
O concílio foi ecumênico não só por reunir bispos de todo o mundo – inclusive estadunidenses incapazes de se expressarem em latim – quanto por seu espírito de abertura a outras Igrejas cristãs. A velha cúria romana, que se via e era vista como indispensável ao Papado – e, por conseguinte, à unidade da Igreja universal – de repente se vê ultrapassada pela colegialidade episcopal. A aliança estratégica formada pelos "padres conciliares” em sintonia com o papa derruba a fortaleza da cúria romana e faz avanços notáveis no campo teológico, bíblico, litúrgico e sociopolítico. Foi como um arado que desmancha os restos da antiga plantação ao preparar o terreno para nova semeadura. E assim, passados apenas três anos, novos campos estavam semeados e já começavam a frutificar.
As Igrejas da América Latina e Caribe receberam os frutos do Concílio ecumênico não somente para saboreá-los, mas também para deles tirarem novas sementes a serem plantadas em seus campos. Eram tempos difíceis, marcados por ditaduras militares, violações de direitos humanos, resistência armada e, principalmente, o esmagamento dos direitos dos pobres. A assembléia episcopal de Medellín, em 1968, traça as diretrizes pastorais que adaptarão aquelas sementes aos solos de Nossa América. Em pouco tempo elas desabrocham num novo modo de ser Igreja(2) que engloba as Comunidades Eclesiais de Base, as Pastorais sociais e as Conferências episcopais; a teologia que lhe serve de fundamento será conhecida por sua proposta de Libertação face às estruturas opressoras em vigor em nossas sociedades; enfim, a explicitação da opção preferencial pelos pobres – presente já na própria convocação do Concílio – vem completar o quadro estrutural desse catolicismo recomposto desde suas fontes neotestamentárias rejuvenescidas pelo Concílio de 1962-65.
Quando tudo indicava que a Igreja católica, renovada desde dentro, partiria em missão no mundo conturbado pela "guerra fria” para proclamar a boa nova da Paz com Justiça, ocorre o inesperado retorno da antiga aliança entre o Papa e a Cúria Romana, enfraquecendo-se a colegialidade episcopal universal e o ecumenismo. Com efeito, apesar de afirmarem sua adesão à teologia consagrada pelo Concílio, os dois últimos papas governaram a Igreja como se lhes bastasse o apoio das congregações romanas. Nesse contexto, as Igrejas particulares que seguem levando em frente às propostas do Concílio se vêem marginalizadas por Roma, como se não fossem, também elas, concretizações legítimas da mesma Igreja católica.
É, portanto, muito oportuno – e muito bom! – promover encontros e reuniões onde se torne presente, ao fazer-se a memória, o evento do Concílio Ecumênico de 1962-65.
Notas:
(1) Uso a expressão de J. B. Libanio para referir-se ao catolicismo em vigor desde Pio VI até Pio XII (1775-1958).
(2) Essa expressão foi usada no documento nº 25 da CNBB sobre as CEBs (1982, 5). Sua recepção nas próprias comunidades foi tão boa que se tornou como que o seu lema até os dias de hoje.
UMA ADVERTÊNCIA SÉRIA: OS RISCOS DA CONCENTRAÇÃO DE RIQUEZA
Com pedido de desculpas ao autor e ao jornal pela reprodução deste artigo sem permissão formal. Trata-se de advertência oportuna, na linha deste Correio. Agradecemos ao autor e ao jornal.
É LUXO SÓ
Luiz Fernando Veríssimo - (O GLOBO – 16/09/2012 – pág. 19)
V |
á entender. Em meio à crise financeira que assola o mundo, o único comércio que cresce e prospera é o de artigos de luxo. As grandes grifes nunca venderam tanto, publicações caras dirigidas a um público com sobra de dinheiro se multiplicam e tem cada vez mais gente comprando jatinhos executivos para combinar com seus iates.
A compulsão do consumo conspícuo é tamanha que criou um problema inédito: como inventar coisas que se destaquem, pela exclusividade, num mercado em que o luxo se banaliza rapidamente e em que os donos de Mercedes último tipo são obrigados a andar com um adesivo que diz: “Meu outro carro é um Lamborghini”?
O uísque Johnny Walker é um exemplo desta busca incessante pelo cada vez mais exclusivo. Na sua forma original e acessível tinha o rótulo vermelho. Depois lançaram o Johnny Walker rótulo preto, mais caro e supostamente melhor.
Depois veio o rótulo azul, ainda mais caro e melhor que o preto. Depois o rótulo verde, uma depuração do azul. E agora existe o Johnny Walker rótulo ouro, feito para pouquíssimos – mas dizem que vendendo bem.
Outro problema trazido pelo luxo banalizado é o que dar para o homem que tem tudo. Pode-se imaginar a angústia da mulher do homem que tem tudo à procura de um presente para lhe dar de aniversário. Um Porsche? Ele já tem dois. Um helicóptero? Muito barulhento. E então ela descobre uma solução. Uma coisa pequenina, mas que certamente nenhum dos amigos dele tem. Um cortador de pelinho de nariz feito de prata, que ela pede para ser personalizado com as iniciais dele.
Dizem que a sugestão de Maria Antonieta para que os pobres comessem brioches se faltasse pão apressou a Revolução Francesa. Não se pode imaginar que a notícia da existência de um cortador de pelinho do nariz prateado vá provocar uma reação popular parecida. Mas quem sabe se o cortador do pelinho prateado não seja o limite?
DIFICULDADES DOS PAIS NA TRANSMISSÃO DA FÉ
A frustração dos pais cristãos acontece porque o que se transmite como se fora a fé, além da inadequação da linguagem, nada mais é que um conjunto de obrigações e prescrições sobre algumas práticas religiosas e comportamentos morais. Passa-se, com frequência uma visão deformada do Deus da Bíblia, Deus severo e vigilante, que toma conta dos nossos atos e nos castigará por nossas faltas.
Mas também benevolente, que premiará a obediência aos pais (funcionando muito convenientemente como auxiliar dos pais na educação dos filhos...). Ou um Deus provedor, quebra-galhos, que resolverá magicamente todos os nossos problemas.
A essência da fé cristã, então, por esse despreparo dos pais, não é revelada aos filhos. Trata-se de compreender que essa essência quase sempre obscurecida é o assumir, pelo batismo e sua confirmação, a responsabilidade de empenhar-se na edificação do Reino de Deus, na história humana. Isto se faz através das práticas concretas de promoção da justiça e do amor, da solidariedade e da partilha, do respeito absoluto à dignidade da pessoa humana, da superação de toda exclusão e discriminação social. E através da construção de uma sociedade fraterna e igualitária que prefigure, aqui e agora, a vida eterna prometida: "Seja feita a Tua vontade, assim na terra como no céu”.
(De “Descomplicando a fé” (Paulus Editora)
FRASES DE APARÍCIO TORELLI,
O BARÃO DE ITARARÉ
Dize-me com quem andas e eu te direi se vou contigo.
De onde menos se espera, daí é que não sai nada.
Pobre, quando mete a mão no bolso, só tira os cinco dedos.
Quando pobre come frango, um dos dois está doente.
Negociata é todo bom negócio para o qual não fomos convidados.
Banco é uma instituição que empresta dinheiro à gente se a gente apresentar provas suficientes de que não precisa de dinheiro.
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
MFC ALAGOAS PARTICIPA DA REUNIÃO DO CONDIN
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| James participa da reunião do CONDIN |
| O |
s emefecistas alagoanos James e Fátima Medeiros, casal coordenador Alagoas e Regional Nordeste, e Jorge, assessor de comunicação e blog do MFC Alagoas e secretário regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão, participam a partir desta sexta-feira (21), em Vitória da Conquista - Bahia, da 5ª Reunião do CONDIN - Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão, da Gestão 2010/2013.
A reunião acontecerá até o domingo (23), na Casa do MFC e os dirigentes regionais terão a oportunidade de conhecerem a Cidade e a estrutura física do local onde acontecerá o ENA 2013 - Encontro Nacional do MFC, em julho de 2013.
A reunião do Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão será presidida pelos emefecistas Eduardo e Ismari (Coordenadores Nacionais e CONDIR SUL), Antônio Carlos e Ângela (Vice-Coordenadores Nacionais). Compõe também o Conselho os coordenadores regionais Alzenir e Nereida (CONDIR NORTE), James e Fátima (CONDIR NORDESTE), Freitas e Alivanir (CONDIR SUDESTE), Moisés e Aparecida (CONDIR CENTRO-OESTE) e José Newton e Ariadna (Coordenadores Nacionais da Gestão Anterior).
Os coordenadores regionais e demais dirigentes ficarão hospedados nas residências de emefecistas do MFC Vitória da Conquista.
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO PERTENCER
A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO PERTENCER
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egunda-feira à noite depois de uma maravilhosa reunião de trabalho com o grupo que estará à frente da 1ª Nucleação para jovens do MFC Alagoas, sozinho em casa, Aninha e os meninos já dormindo, fiquei refletindo sobre mais essa etapa que nos engajamos.
Veio a minha mente o livro do escritor checo Milan Kundera denominado “A insustentável leveza do ser”. Nele o autor desenvolve uma historia em torno dos acontecimentos políticos de Praga em 1968. Tudo está envolto em uma trama de amores e tristezas de quatro personagens: Tomás, Teresa, Sabina e Franz.
Kundera trabalha no romance aspectos ligados ao conceito filosófico de leveza-peso e sua dualidade, minha grande amiga Yara e companheira de estudos, lá no Toro de Psicanálise que me perdoe qualquer erro a este respeito.
Olhando ontem cada pessoa reunida naquela sala vi leveza, mas com compromisso, engajamento e alegria. Diferente do que pensa o autor em seu livro.
Vi pertencer, sem o peso da obrigação de realizar por realizar. Enxerguei de novo, dentro de um grupo o brilho em cada olhar daquelas pessoas. Gente leve e feliz por acreditar estar fazendo o bem.
Parabéns a todos por entender que o leve – não precisa ser irresponsável para ser feliz. O compromisso – não precisa ser pesaroso para ser trilhado.
terça-feira, 18 de setembro de 2012
FEIJOADA DO MFC REUNIU CENTENAS DE EMEFECISTAS NA MANSÃO FARIAS
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| Centenas de emefecistas participaram da Feijoada do MFC |
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FEIJOADA DO MFC organizada pela Equipe de Coordenação Estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão para arrecadar fundos para a realização do ENCONTRO DO MFC JOVEM DE MACEIÓ reuniu no último domingo (16) centenas de emefecistas na Mansão Farias, em Maceió.
O evento aconteceu das 10 às 16 horas com apresentação musical do Grupo de Pagode de Mesa, FESTIVAL DE CALDINHOS de feijão, dobradinha e sururu, e a tradicionalíssima FEIJOADA ao som do Grupo de Canto Santa Cecília do MFC Maceió.
Apesar do período eleitoral e do feriado da emancipação política de Alagoas, a presença da família emefecista no evento foi excelente, com os participantes demonstrando o carinho e o afeto em participar do Movimento Familiar Cristão e principalmente pelo trabalho iniciado em prol dos jovens.
O Grupo de Base Irmãos na Fé com maior número de membros presentes e o Grupo de Base Amizade por ter levado o maior número de convidados receberam prêmios. O emefecista Paulo Carvalho (Grupo Irmãos na Fé) foi sorteado e ganhou um liquidificador.
Para sucesso da Feijoada do MFC, foi necessária a participação ativa de seus membros, principalmente do apoio dos membros envolvidos na formação do MFC JOVEM que acreditaram no sucesso do evento. Toda arrecadação foi revertida para o ENCONTRO DE JOVENS DO MFC.
Além de colaborar com o trabalho em prol do ENCONTRO DE JOVENS, os emefecistas presentes tiveram a oportunidade de passar um domingo alegre na companhia de amigos e familiares ao som da boa musica e de deliciosos caldinhos e uma saborosa Feijoada acompanhada da sua bebida preferida.
Até a data da realização do ENCONTRO DE JOVENS DO MFC novos eventos devem acontecer e a família emefecista ficará sabendo através do blog e das comunicações eletrônicas através dos endereços eletrônicos cadastrados no banco de dados do MFC ALAGOAS.
segunda-feira, 17 de setembro de 2012
CONVITE - MFC JOVEM
CONVITE
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Equipe de Coordenação do MFC JOVEM DE ALAGOAS convida os integrantes das Equipes de Serviço do ENCONTRO DE JOVENS e todos os integrantes do MFC MACEIÓ que desejarem trabalhar nesse projeto, a participar da 1ª Reunião Geral com todas as Equipes de Serviço.
A reunião acontecerá nesta SEGUNDA-FEIRA, DIA 17 DE SETEMBRO, a partir das 19h30min, na FORMAS MÓVEIS localizada na Rua Epaminondas Gracindo, 256 – Pajuçara (Rua do Hotel Ouro Branco, ao lado da Dentalmaster).
Desde já agradecemos a participação de todos neste trabalho de evangelização a serviço do Reino de Deus.
Maceió, 17 de Setembro de 2012
Equipe de Coordenação MFCJ-AL
MEMBRO DO MFC MACEIÓ SOFRE INFARTO DE MIOCÁRDIO E ESTÁ INTERNADO NA UTI DA SANTA CASA
| Cícero Rodrigues dos Santos |
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ncontra-se internado na UTI da Santa Casa de Misericórdia de Maceió o emefecista CÍCERO RODRIGUES DOS SANTOS, casado com Aunete, membro do Grupo Amigos de Assis do Movimento Familiar Cristão de Maceió.
Cícero passou alguns dias internado na própria Santa Casa, onde se submeteu a uma cirurgia depois de sofrer uma queda da própria altura. Na última sexta-feira (14), já na sua residência, sofreu um infarto do miocárdio, sendo encaminhado para a urgência da Santa Casa, onde se encontra internado na Unidade de Tratamento Intensivo Cardíaca.
O Movimento Familiar Cristão de Alagoas conclama a todos que façam orações, pedindo pela Providência Divina na recuperação de CÍCERO RODRIGUES DOS SANTOS e o conforto que a família nesse momento necessita.
A oração é a principal forma de ajudar, pois o nosso Deus é o Deus do Impossível. "Tudo posso naquele que me fortalece" (Fl 4,13).
HOJE TEM REUNIÃO GERAL DO ENCONTRO MFC JOVEM
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e reúnem hoje (17) a Equipe de Coordenação do MFC JOVEM, as Coordenações de Estado e Cidade, os integrantes das Equipes de Serviço e todos os membros do Movimento Familiar Cristão de Maceió que desejarem trabalhar no ENCONTRO DE JOVENS DO MFC MACEIÓ, que acontecerá em novembro, na Sede dos Cursilhos, com a participação de 40 (quarenta) jovens.
A reunião acontecerá a partir da 19h30min na FORMAS MÓVEIS localizada na Rua Epaminondas Gracindo, 256 – Pajuçara (Rua do Hotel Ouro Branco, ao lado da Dentalmaster).
Os participantes conhecerão o planejamento preparado para ser utilizado durante o Encontro. Também será divulgado as coordenações e sub-coordenações das Equipes de Serviços e todas as informações sobre o trabalho realizado pela coordenação do MFC JOVEM para o Encontro.
A Equipe de Coordenação do MFC JOVEM DE ALAGOAS é formada pelos casais Flávio e Lucila (Grupo Caná da Galileia), Palmeira e Millena (Grupo Mãos Dadas) e Gilson e Nana (Grupo Mãos Dadas).
“Os emefecistas que desejarem compor alguma Equipe de Serviço, ou mesmo aqueles que desejarem colaborar de alguma forma com o Encontro de Jovens, deve participar desta reunião, que inicia um novo circulo de ações do MFC em Alagoas, nesse trabalho de evangelização”. Concluiu Lucila de Flávio.
domingo, 16 de setembro de 2012
LITURGIA DO 24º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 16/09/2012
“QUEM É O CRISTO!”
Como Pedro, também nós professamos fé em Jesus como o Cristo, isto é, o Ungido, o Messias enviado por Deus para a salvação do mundo. Contudo, assim como foi para os discípulos, também para nós é difícil entender e aceitar o messianismo de Jesus, o caminho de redenção que ele assumiu e nos propõe: dar a própria vida para que o outro tenha vida.
24º Domingo Comum
1ª Leitura: Is 50,5-9a
Salmo Responsório: 114
2ª Leitura: Tg 2,14-18
Evangelho: Mc 8,27-35
EVANGELHO
MARCOS 8,27-35
Naquele tempo, 27Jesus partiu com seus discípulos para os povoados de Cesareia de Filipe. No caminho perguntou aos discípulos: “Quem dizem os homens que eu sou?”
28Eles responderam: “Alguns dizem que tu és João Batista; outros que és Elias; outros, ainda, que és um dos profetas”.
29Então ele perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Pedro respondeu: “Tu és o Messias”.
30Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito.
31Em seguida, começou a ensiná-los, dizendo que o Filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei; devia ser morto, e ressuscitar depois de três dias.
32Ele dizia isso abertamente. Então Pedro tomou Jesus à parte e começou a repreendê-lo.
33Jesus voltou-se, olhou para os discípulos e repreendeu a Pedro, dizendo:
“Vai para longe de mim, Satanás! Tu não pensas como Deus, e sim como os homens”.
34Então chamou a multidão com seus discípulos e disse: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. 35Pois, quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas, quem perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salvá-la”.
— Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe
O Evangelho de hoje apresenta-nos, caríssimos, alguns dos aspectos mais essenciais da nossa fé cristã, aspectos que jamais poderemos esquecer se quisermos ser realmente fiéis a Nosso Senhor. Vejamo-los um a um:
Primeiro. A pergunta de Jesus: “Quem dizem os homens que eu sou?” Notem que as respostas são muitas: umas erradas, outras imprecisas, nenhuma satisfatória. Estejamos atentos a este fato: somente a razão humana, entregue às suas próprias forças, jamais alcançará verdadeiramente o mistério de Cristo. A verdade sobre o Senhor, sua realidade mais profunda, sua obra salvífica, o mistério de sua pessoa e de sua missão, sua absoluta necessidade para que o mundo encontre salvação, vida e paz somente podem ser compreendidos à luz da fé, isto é, daquela humilde atitude de abertura para o Senhor que nos vem ao encontro e nos fala. O homem fechado em si mesmo, preso no estreito orgulho da sua razão, jamais poderá de verdade penetrar no mistério de Cristo e experimentar a doçura de sua salvação. Quanto já se disse de Jesus; quanto se diz hoje ainda: já tentaram descrevê-lo como um simples sábio, como um homem bom e justo, como uma espécie de pacifista, como um pregador de uma moral humanista, como um revolucionário, o primeiro comunista, como um hippie, etc. Nós, cristãos, não devemos nos iludir nem nos deixar levar por tais visões do nosso Divino Salvador. Jesus é e será sempre aquilo que a Igreja sempre experimentou, testemunhou e ensinou sobre ele: o Filho eterno do Pai, Deus com o Pai e como o Pai, o Messias, o único Salvador da humanidade, através de quem e para quem tudo foi criado no céu e na terra. Qualquer afirmação sobre Jesus que seja menos que isso, não é cristã e deve ser rejeitada claramente pelos cristãos!
Segundo. Ante as opiniões do mundo, o Senhor dirige a pergunta a nós, seus discípulos: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Em cada geração, todos nós e cada um de nós devemos responder quem é Jesus. Não se trata de uma resposta somente teórica, teológica, digamos assim. Trata-se de uma resposta que deve ter sérias repercussões na nossa vida. Então: quem é Jesus para mim? Que papel desempenha na minha vida? Como me relaciono com ele? Amo-o? Procuro-o na oração, procuro de todo o meu coração viver na sua palavra? Estou disposto a construir minha existência de acordo com a sua verdade? Deixo-me julgar por ele ou eu mesmo, discretamente, procuro julgá-lo? São perguntas muito atuais, caríssimos, sobretudo hoje, quando nossa sociedade ocidental vira as costas para o Cristo, julgando-o anacrônico e ultrapassado. Agora que a nossa cultura já não considera mais Jesus como aquele que é o Caminho, a Verdade e a Vida, mas julga que a própria razão humana, com seus humores e pretensões, é que é a Verdade e a Luz, é, mais que nunca, essencial que nós proclamemos com a vida, com a palavra e com os costumes que Jesus é realmente o nosso Senhor, o nosso critério, a nossa única Verdade!
Terceiro. Pedro respondeu quem é Jesus: “Tu és o Messias!”, isto é, “Tu és o Cristo, o Esperado de Israel, aquele que Deus prometera aos nossos Pais!” Recordai, meus caros, que na mesma passagem, em São Mateus, Jesus declara claramente: “Não foi carne nem sangue que te revelaram isto, mas o meu Pai que está nos céus” (Mt 16,15). Insisto: somente o Pai, na potência do Santo Espírito que habita em nós e na Igreja como um todo, é que pode revelar-nos quem é Jesus. A fé não é uma experiência acadêmica, não é fruto de estudos, não se resume a uma especulação teológica. Para um cristão, crer é entrar na experiência que há dois mil anos a Igreja vem fazendo na Palavra, nos sacramentos, na vida de cada dia: a experiência do Cristo Senhor, que foi morto pelos nossos pecados e ressuscitou para nossa vida e justificação. Quem se coloca fora dessa fé, da fé da Igreja, já não é realmente cristão! Aqui é muito importante compreender que a nossa fé é pessoal, mas nunca individual: cremos na fé da Igreja, cremos no Cristo da Igreja, cremos como Igreja e com a Igreja. Uma outra fé, um outro Cristo seriam triste ilusão!
Quarto. O Evangelho nos surpreende com uma afirmação: “Jesus proibiu-lhes severamente de falar a alguém a seu respeito”. Por quê? Porque havia o perigo de pensar nele como um messias glorioso, um messias como os sonhos dos judeus haviam fabricado: o messias do sucesso, das curas, dos shows da fé, dos palanques políticos, etc. Jesus somente afirmará de modo público que é o Messias quando estiver preso, amarrado, diante do Sumo Sacerdote. Aí já não haverá ocasião para engano. Mas, aqui a pergunta? Também nós, muitas vezes, não temos a tentação de querer um Cristo do nosso modo, sob a nossa medida, para nosso consumo? Amamos o Cristo como ele é ou o renegamos quando não faz como gostaríamos? Estamos realmente dispostos a ir com ele até o fim, crendo nele e nele nos abandonando?
Quinto. Exatamente para deixar claro que tipo de Messias ele é, Jesus começa a dizer “que o filho do Homem devia sofrer muito, ser rejeitado; devia ser morto e ressuscitar depois de três dias. Ele dizia isso abertamente”. Eis, caríssimos, o tipo de Messias, o tipo de Salvador, o tipo de Deus que Jesus é! Será que nos interessa? Estamos nós dispostos a seguir um Mestre assim?
Sexto. Não será a nossa a mesma atitude de Pedro, que repreende Jesus, que desejaria um mestre mais racional, mais palatável, menos radical? Não é essa a maior tentação nossa: um Cristo sem cruz, um cristianismo sem renúncia, uma vida cristã que não nos custe nada?
Sétimo. A resposta de Jesus é clara, curta e dirigida perenemente a todos nós: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome a sua cruz e me siga. Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; mas quem quiser perder a sua vida por causa de mim e do Evangelho, vai salva-la!” O caminho é este, sem máscara, sem acordos, sem jeitinhos! Nosso Senhor nunca nos enganou; sempre disse claramente quais as condições para segui-lo…
Caríssimos, saiamos hoje daqui com estas palavras que nos incomodam, nos provocam e nos desafiam. Que ele nos conceda a graça de reconhecê-lo como nosso único Salvador, de segui-lo como nossa única Verdade e de nele viver como nossa única Vida, ele que é bendito pelos séculos dos séculos. Amém.
ORAÇÃO
Atendei, Senhor, a oração do vosso povo suplicante. Que vossa Palavra nos fortaleça, nos ilumine e nos guie. Amém!
LEMBRE-SE:
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”
Editado por MFC ALAGOAS
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