sábado, 6 de abril de 2013
COMEÇA HOJE O CONDIR-NE EM ARACAJU-SE
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om a participação de dirigentes estaduais do
Movimento Familiar Cristão da Região Nordeste, tem inicio neste sábado (06), a 6ª
Reunião Administrativa da Gestão 2010/2013 do CONDIR NORDESTE - Conselho
Diretor Regional Nordeste do MFC, quando extensa pauta será discutida, com
debates e definições de assuntos relacionados ao Movimento Familiar Cristão em
nível de região Nordeste.
Participam da reunião os coordenadores
estaduais James e Fátima (Alagoas e Regional Nordeste), Alexandra e Joel (Bahia), Carlos Mário e
Liliana (Ceará), Luiz Antônio e Maria José (Sergipe), Jorge e Penha (SERCOM),
Florisval e Eliana (SERFIN), Padre Arnaldo (Assessor Eclesiástico Nordeste),
José Newton e Ariadna (Condir Anterior), Padre Manú (Assessor Eclesiástico da
ECE-CE), e todos os MeFeCistas do CONDIR NORDESTE comprometidos com a
caminhada.
Nesta 6ª Reunião do CONDIR NORDESTE os
dirigentes avaliarão a caminhada, suas metas de ação e objetivos, promovendo
mais um momento de integração que produzirá bons frutos para o MFC no Nordeste
e no Brasil. Ainda nesta 6ª Reunião do CONDIR NORDESTE, haverá a escolha dos
nomes que coordenarão o Conselho Diretor Regional Nordeste no triênio
2013/2016.
Amanhã - domingo (07), com a participação dos
dirigentes e dos membros do MFC SERGIPE, haverá uma MANHÃ DE FORMAÇÃO com o
Padre Manú (assessor eclesiástico do MFC/CE) e o encerramento com a SANTA MISSA
celebrada pelo assessor eclesiástico regional, Padre Arnaldo Lima Dias e
concelebrada pelo Padre Manú.
Os coordenadores estaduais do MFC SERGIPE,
Luiz Antônio e Maria José e membros do MFC ARACAJU, recepcionam os dirigentes
das demais Estaduais.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
ALAGOANOS VIAJAM À ARACAJU PARA PARTICIPAR DA REUNIÃO DO CONDIR-NE
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| James e Fátima presidem mais uma reunião do CONDIR/NE |
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irigentes do MFC ALAGOAS e das demais estaduais do Movimento Familiar
Cristão da Região Nordeste chegam hoje à Aracaju para participar da 6ª Reunião
Administrativa da Gestão 2010/2013 do CONDIR NORDESTE - Conselho Diretor
Regional Nordeste do MFC. A reunião tem inicio às 8 horas deste sábado (06), quando
extensa pauta será discutida, com debates e definições de assuntos relacionados
ao Movimento Familiar Cristão da região Nordeste.
Participam da reunião os coordenadores
estaduais James e Fátima (Alagoas e Regional Nordeste), Alexandra e Joel
(Bahia), Carlos Mário e Liliana (Ceará), Luiz Antônio e Maria José (Sergipe),
Jorge e Penha (SERCOM), Florisval e Eliana (SERFIN), Padre Arnaldo (Assessor
Eclesiástico Nordeste), José Newton e Ariadna (Condir Anterior), Padre Manú
(Assessor Eclesiástico da ECE-CE), e todos os MeFeCistas do CONDIR NORDESTE
comprometidos com a caminhada.
Na 6ª Reunião do CONDIR NORDESTE os
dirigentes avaliarão a caminhada, suas metas de ação e objetivos, promovendo
mais um momento de integração que produzirá bons frutos para o MFC no Nordeste
e no Brasil.
Ainda nesta 6ª Reunião do CONDIR NORDESTE, haverá a escolha dos
nomes que coordenarão o Conselho Diretor Regional Nordeste no triênio
2013/2016, substituindo o casal James e Fátima que coordenam o CONDIR NORDESTE desde 2010.
No domingo (07), com a participação dos
dirigentes e dos membros do MFC SERGIPE, haverá uma MANHÃ DE FORMAÇÃO com o
Padre Manú e o encerramento com a SANTA MISSA celebrada pelo assessor eclesiástico
regional, Padre Arnaldo Lima Dias e concelebrada pelo Padre Manú.
Os coordenadores estaduais do MFC SERGIPE,
Luiz Antônio e Maria José e membros do MFC ARACAJU, recepcionarão os dirigentes
das demais Estaduais.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
ELEITA A NOVA COORDENAÇÃO DO MFC MACEIÓ
| Ula e Péricles, coordenadores eleitos |
A
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Comissão Eleitoral do MFC MACEIÓ confirmou no
fim da noite desta quarta-feira (03) que os casais Péricles e Ula (Grupo Vida) e Jorge e Penha (Grupo Caná da Galileia) são os novos
coordenadores e vice-coordenadores da Equipe de Coordenação de Cidade do
Movimento Familiar Cristão de Maceió para o triênio 2013/2016.
A
chapa única obteve 100% dos votos válidos, nenhum voto nulo ou em branco. A
eleição teve a participação de mefecistas da maioria dos Grupos de
Base do MFC MACEIÓ.
O
resultado foi divulgado após a contagem dos votos, tão logo a votação se
encerrou, às 21 horas. Um clima de tranquilidade dominou a eleição e não houve
registros de manifestações ou ocorrências encaminhadas à Comissão Eleitoral.
![]() |
| Jorge e Penha, vice-coordenadores eleitos |
A
posse da coordenação eleita acontecerá no encerramento do 18º ENA – Encontro Nacional
do MFC, que acontece de 6 a 12 de julho de 2013, em Vitória da Conquista -
Bahia. O mandato se encerra também com o encerramento do 19º ENA que acontecerá
em 2016.
Os
coordenadores eleitos trabalharão para formar a Equipe Cidade que comandará o
MFC MACEIÓ no triênio 2013/2016.
quarta-feira, 3 de abril de 2013
MFC MACEIÓ ESCOLHE HOJE A NOVA COORDENAÇÃO DE CIDADE
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Movimento Familiar Cristão de Maceió – Alagoas
escolhe hoje, quarta-feira – 3 de abril, a nova coordenação de Cidade para o
triênio 2013/2016. A votação acontece na Sede do MFC em Maceió, na Rua Araújo
Bivar, nº 580, bairro da Pajuçara, das 14 às 21 horas.
Uma
única chapa disputa os cargos de coordenador e vice-coordenador da Equipe de
Coordenação de Cidade do MFC em Maceió que tem como candidato a coordenador o
casal Péricles e Ula (Grupo Vida) e
para a vice-coordenação o casal Jorge e Penha (Grupo Caná da Galileia).
Votam
todos os membros de Grupos de Base que estiverem com a situação financeira
regularizada perante a tesouraria do MFC MACEIÓ. Após a finalização da votação se
dará início à apuração dos votos. O resultado deve ser conhecido ainda hoje.
Esta
será a segunda vez que acontece no MFC MACEIÓ uma eleição para coordenador e
vice através do voto secreto, conforme estabelece o Estatuto e Regimento do
Movimento Familiar Cristão. Para se eleger a chapa deve obter mais de 50% dos
votos.
O
MFC MACEIÓ conclama seus membros a exercer o seu direito de escolher
democraticamente seus dirigentes para o próximo triênio através de sua
manifestação na urna. Compareça e vote.
terça-feira, 2 de abril de 2013
DEFINIDA A CHAPA QUE VAI DISPUTAR AS ELEIÇÕES DO MFC MACEIÓ
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O
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casal Péricles e Ula, membros do Grupo Vida,
encabeça a chapa que vai disputar o cargo de coordenadores do MFC MACEIÓ nesta
quarta-feira, 3 de abril. Integram a chapa para o triênio 2013/2016, o casal
Jorge e Penha, membros do Grupo Caná da Galileia, como vice-coordenadores.
As
atuais Coordenações de Estado e Cidade de Maceió apoiam a candidatura dos casais
Péricles e Ula (Grupo Vida) e Jorge e
Penha (Grupo Caná da Galileia),
membros atuantes, com valorosos serviços prestados ao MFC nas esferas de
Cidade, Estado, Regional Nordeste e também em âmbito nacional.
A
eleição para coordenação e vice da Equipe Cidade de Maceió, acontece na Sede do
MFC em Maceió, nesta quarta-feira - dia 3 de abril, das 14 às 21 horas,
conforme Ato 02/2013, de 14 de março de 2013, assinado pela atual Coordenação
de Cidade. Votam todos os membros que possuírem dois anos de caminhada no MFC e
estiverem em dia com a Tesouraria.
Esta
será a segunda vez que acontece no MFC MACEIÓ uma eleição para coordenador e
vice através do voto secreto, conforme estabelece o Estatuto e Regimento do
Movimento Familiar Cristão.
Os
candidatos tem como metas a aproximação entre a Equipe de Coordenação de Cidade
e os Grupos de Base, visando estreitar o companheirismo e colaboração
recíproca, fortalecendo o MFC e promovendo uma maior integração.
Se
eleita, a futura coordenação pretende convocar os Grupos de Bases para que
possamos ouvir suas necessidades e sugestões com o intuito de servir cada vez
melhor o MFC.
CORREIO MFC BRASIL Nº 318
É TEMPO DE
PÁSCOA
Extraído de
profética mensagem de
José Lisboa
Moreira de Oliveira
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A
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Carta
aos Colossenses afirma que a pessoa cristã já vive como ressuscitada e, como
tal, é convidada a comprometer-se com ações que expressem o essencial dessa
condição que é a prática do amor ao próximo (Cl
3,1-17).
Isso nos autoriza a dizer que a celebração da
páscoa cristã, enquanto memorial da paixão, morte e ressurreição de Jesus,
precisa ser traduzida em atos e gestos concretos de amor ao próximo, distintivo
único e fundamental da identidade do discípulo e da discípula de Jesus (Jo 13,15).
Assim sendo, a celebração da Páscoa deve ser
uma verdadeira primavera que expulse todo e qualquer mofo e frieza da Igreja e
a faça pulsar de vitalidade e de acolhida da vida. Não cabe celebrar a Páscoa
num contexto de rigidez e de falta de misericórdia, num ambiente em que as leis
e as normas estão acima da vida das pessoas (Mc
3,1-5). Não haverá Páscoa de Jesus numa Igreja que condena e discrimina
certos filhos e certas filhas de Deus; que reserva os bancos de seus templos
para aqueles que se autoproclamam perfeitos e merecedores do céu. Além disso, a
Páscoa deve ser a festa da libertação dos pobres e dos oprimidos. E não se
trata apenas de uma falsa libertação "espiritual”, cuja recompensa é uma
vida futura, programada para depois da morte. Trata-se, como nos mostra a
experiência do Êxodo, de uma libertação a ser realizada aqui nesta terra. Uma
libertação que inclui terra, casa, comida, emprego, saúde, escola etc. E para
celebrar esta Páscoa os cristãos e as cristãs precisam, como Javé, ver a
opressão, descer até o submundo dos pobres, sentir o cheiro da pobreza, tocar
com os pés e as mãos os sofrimentos dos injustiçados e excluídos e permanecer
comprometidos com as suas lutas por dias melhores (Ex 3,7-10).
*JOSÉ LISBOA
MOREIRA DE OLIVEIRA. Filósofo. Doutor em teologia. Ex-assessor do Setor
Vocações e Ministérios/CNBB. Ex-Presidente do Inst. de Past. Vocacional. É
gestor e professor do Centro de Reflexão sobre Ética e Antropologia da Religião
(CREAR) da Universidade Católica de Brasília.
POESIA VIVA
Thiago de Mello, poeta nosso do
Amazonas, em tempos de chumbo, atos institucionais, exílios, prisões, torturas
e mortes, proclamou corajosamente...
ESTATUTOS DO HOMEM
(Ato Institucional Permanente)
Thiago de Mello
Artigo I
Fica decretado que agora vale a verdade. Agora vale a vida, e de mãos
dadas, marcharemos todos pela vida verdadeira.
Artigo II
Fica decretado que todos os dias da semana, inclusive as terças-feiras
mais cinzentas, têm direito a converter-se em manhãs de domingo.
Artigo III
Fica decretado que, a partir deste instante, haverá girassóis em todas
as janelas, que os girassóis terão direito a abrir-se dentro da sombra; e que
as janelas devem permanecer, o dia inteiro, abertas para o verde onde cresce a
esperança.
Artigo IV
Fica decretado que o homem não precisará nunca mais duvidar do homem.
Que o homem confiará no homem como a palmeira confia no vento, como o vento
confia no ar, como o ar confia no campo azul do céu.
Parágrafo único:
O homem confiará no homem como um menino confia em outro menino.
Artigo V
Fica decretado que os homens estão livres do jugo da mentira.
Nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem a armadura de
palavras. O homem se sentará à mesa com seu olhar limpo porque a verdade
passará a ser servida antes da sobremesa.
Artigo VI
Fica estabelecida, durante dez séculos, a prática sonhada pelo profeta
Isaías, e o lobo e o cordeiro pastarão juntos e a comida de ambos terá o mesmo
gosto de aurora.
Artigo VII
Por decreto irrevogável fica estabelecido o reinado permanente da
justiça e da claridade, e a alegria será uma bandeira generosa para sempre
desfraldada na alma do povo.
Artigo VIII
Fica decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se
amor a quem se ama e saber que é a água que dá à planta o milagre da flor.
Artigo IX
Fica permitido que o pão de cada dia tenha no homem o sinal de seu
suor. Mas que, sobretudo tenha sempre o
quente sabor da ternura.
Artigo X
Fica permitido a qualquer pessoa, qualquer hora da vida, uso do traje
branco.
Artigo XI
Fica decretado, por definição, que o homem é um animal que ama e que por
isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã.
Artigo XII
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive
brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na
lapela.
Parágrafo único:
Só uma coisa fica proibida: amar sem amor.
Artigo XIII
Fica decretado que o dinheiro não poderá nunca mais comprar o sol das
manhãs vindouras. Expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em
uma espada fraternal para defender o direito de cantar e a festa do dia que
chegou.
Artigo Final
Fica proibido o uso da palavra liberdade, a qual será suprimida dos
dicionários e do pântano enganoso das bocas. A partir deste instante a
liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada
será sempre o coração do homem.
MENSAGEM
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O
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CORREIO
MFC BRASIL deseja às famílias nesta Páscoa, festa maior da nossa fé, paz plena,
esperança sempre mais viva e acima de tudo a vivência da caridade
transformadora, numa sociedade ainda injusta e dividida.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
MFC REALIZA HOJE AVALIAÇÃO DO RETIRO QUARESMAL
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A
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s Equipes de Coordenação Estadual e da Cidade
de Maceió do Movimento Familiar Cristão estarão reunidas a partir das 19h30min
desta segunda-feira – 1º de abril, na Sede do MFC em Maceió, com a Equipe
Organizadora do RETIRO QUARESMAL DO MFC que aconteceu de 22 a 24 de março, no
Rancho Pé de Pinhão, em Marechal Deodoro.
Os participantes farão uma avaliação dos
trabalhos desenvolvidos pelos dirigentes, equipes de trabalho, palestrantes,
programação e toda a estrutura do local onde aconteceu o RETIRO QUARESMAL DO
MFC.
A avaliação é
importante para que se possam traçar as mudanças necessárias, se assim for preciso,
para melhorar o próximo RETIRO QUARESMAL DO MFC. A presença de todos é
importante para o processo de aprimoramento.
domingo, 31 de março de 2013
LITURGIA DO DOMINGO DE PÁSCOA - 31/03/2013
DOMINGO DE PÁSCOA
PRIMEIRA LEITURA (At 10,34a.37-43)
Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, Pedro tomou a palavra e disse: Vós sabeis o
que aconteceu em toda a Judeia, a começar pela Galileia, depois do batismo
pregado por João: como Jesus de Nazaré foi ungido por Deus com o Espírito Santo
e com poder. Ele andou por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os que
estavam dominados pelo demônio; porque Deus estava com ele. E nós somos testemunhas
de tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles o mataram,
pregando-o numa cruz.
Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe manifestar-se
não a todo o povo, mas às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós, que
comemos e bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos. E Jesus nos
mandou pregar ao povo e testemunhar que Deus o constituiu Juiz dos vivos e dos
mortos. Todos os profetas dão testemunho dele: Todo aquele que crê em Jesus recebe,
em seu nome, o perdão dos pecados”.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
RESPONSÓRIO (Sl 117)
— Este é o dia que o
Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!
— Dai graças ao Senhor, porque ele é bom!/ ‘Eterna é a sua
misericórdia!”/ A casa de Israel agora o diga:/ “Eterna é a sua misericórdia!”
— A mão direita do Senhor fez maravilhas,/ a mão direita do
Senhor me levantou./ Não morrerei, mas, ao contrário, viverei/ para cantar as
grandes obras do Senhor!
— A pedra que os pedreiros rejeitaram/ tornou-se agora a
pedra angular./ Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:/ Que maravilhas ele fez
a nossos olhos!
SEGUNDA
LEITURA (Cl 3,1-4)
Carta de São Paulo apóstolo aos Colossenses:
Irmãos: 1Se ressuscitastes com Cristo, esforçai-vos por alcançar as
coisas do alto, 2onde está Cristo, sentado à direita de Deus; aspirai às
coisas celestes e não às coisas terrestres. 3Pois vós morrestes, e a vossa vida está escondida, com
Cristo, em Deus.
4Quando Cristo, vossa vida, aparecer em seu triunfo, então
vós aparecereis também com ele, revestidos de glória.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
EVANGELHO (Jo 20,1-9)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de
nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo † segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
1No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de
Jesus, bem de madrugada, quando ainda estava escuro, e viu que a pedra tinha
sido tirada do túmulo.
2Então ela saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o
outro discípulo, aquele que Jesus amava, e lhes disse: “Tiraram o Senhor do
túmulo, e não sabemos onde o colocaram”.
3Saíram, então, Pedro e o outro discípulo e foram ao túmulo.
4Os dois corriam juntos, mas o outro
discípulo correu mais depressa que Pedro e chegou primeiro ao túmulo. 5Olhando para dentro, viu as faixas
de linho no chão, mas não entrou.
6Chegou também Simão Pedro, que vinha correndo atrás, e
entrou no túmulo. Viu as faixas de linho deitadas no chão 7e o pano que tinha estado sobre a
cabeça de Jesus, não posto com as faixas, mas enrolado num lugar à parte.
8Então entrou também o outro discípulo, que tinha chegado
primeiro ao túmulo. Ele viu, e acreditou.
9De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura,
segundo a qual ele devia ressuscitar dos mortos.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
REFLEXÃO
“RESSUSCITEMOS PARA A VIDA NOVA”
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.
SOMOS TESTEMUNHAS
Na celebração da Vigília Pascal recebemos um profundo
ensinamento das leituras da Palavra de Deus que proclamaram a presença do
Ressuscitado e nos deram o sentido de sua Ressurreição. Diversos foram os
símbolos usados como o fogo, a luz, a água, o canto e a comunidade, para nos
introduzir neste mistério. Fomos envolvidos pela renovação das promessas do
Batismo e pela celebração da Eucaristia. Neste Domingo de Páscoa podemos cantar
o “Aleluia”, pois o Pai ressuscitou Seu Filho e a nós que cremos Nele. Cristo,
morrendo, destruiu a morte, ressurgindo deu-nos a vida (prefácio). Nós somos
testemunhas do acontecimento da Ressurreição porque acolhemos o testemunho dos
Apóstolos como Pedro afirma na casa de Cornélio: “E nós somos testemunhas de
tudo o que Jesus fez na terra dos judeus e em Jerusalém. Eles O mataram,
pregando-O numa cruz. Mas Deus o ressuscitou no terceiro dia, concedendo-lhe
manifestar-se às testemunhas que Deus havia escolhido: a nós que comemos e
bebemos com Jesus, depois que ressuscitou dos mortos” (At 10,40-41). São
testemunhas de um Vivo. O contato com Jesus vivo, depois de ter passado pela
morte e ressuscitado, deu aos apóstolos e aos discípulos força de anúncio e
libertação de todos os males, como o fora o próprio Jesus que “ungido pelo
Espírito e com poder, andou por toda parte fazendo o bem e curando a todos que
estavam dominados pelo demônio” (38). Assim Pedro reconhece a presença do
Espírito na casa de Cornélio, centurião romano. Ali mesmo reconheceu que a boa
notícia é para todos. O Espírito é dado também aos pagãos. Por isso podem
também receber o batismo. A Ressurreição é obra de Deus.
NÃO BASTA VER, É
PRECISO CRER
Os discípulos Pedro e João, ao anúncio de Madalena, correm
ao túmulo. Pedro entrou no túmulo e viu. João viu e creu. É a fé na
Ressurreição que garante o testemunho. É o Espírito que vai abrir a mente para
que entendam. Ele está vivo. A mulher é a primeira testemunha, como a Igreja é
a primeira a testemunhar que Cristo está vivo e a garantia de sua presença no
meio de nós. O Espírito ensina que a fé na Ressurreição é garantia de vida
eterna. Morrendo destruiu a morte, ressurgindo deu-nos a vida (prefácio). A nós
também cabe não somente saber, mas crer, isto é, transformar a vida a partir
dos frutos da Ressurreição que é a Vida Nova. Paulo insiste: “Se ressuscitastes
com Cristo, esforçai-vos por alcançar as coisas do alto; ... Aspirai às coisas
celestes e não às coisas terrestres” (Cl 3,1-2). Crer significa um novo modo de
viver. Não há fé só intelectual, mas gera o modo de vida. Ela conduz também ao
anúncio da certeza da Ressurreição.
VIDA ESCONDIDA EM
CRISTO
Fazemos parte da História da Salvação. A Ressurreição nos
une a Cristo, como disse Paulo: “Vós morrestes e a vossa vida está escondida,
com Cristo, em Deus” (Cl 3,3). Estar com a vida em Deus é o novo nascimento. A
fé nos gera para Deus. Celebrando os mistérios pascais, chegamos à luz da
Ressurreição. E a Igreja se renova e renasce (Oferendas). A mudança de conduta
acontece quando nos abrimos à caridade. Tiramos as pedras da porta do sepulcro
de nosso coração e manifestamos o Resuscitado. A Páscoa não é um acontecimento passado.
Acontece em cada ato de amor. A festa da Páscoa acenda sempre em nós o desejo
do Céu (Vigília). Não desanimar quando tudo parece perdido. Ninguém está
perdido. A todos, em Cristo foram escancaradas as portas do Céu. Cada
Eucaristia torna presente a Ressurreição. Por isso dizemos: fazendo memória da
Ressurreição.
ORAÇÃO
Ó Deus, por vosso Filho Unigênito, vencedor
da morte, abristes hoje para nós as portas da eternidade. Concedei que,
celebrando a ressurreição do Senhor, renovados pelo vosso Espírito, ressuscitemos
na luz da vida nova. Amém!
Editado por
Jorge – MFC ALAGOAS
sábado, 30 de março de 2013
CORREIO MFC BRASIL Nº 317
DE POBREZA E COMPAIXÃO
NEI ALBERTO PIES
PROFESSOR E ATIVISTA EM DIREITOS HUMANOS
“Se eu dou comida a um pobre, chamam-me de santo, mas se eu pergunto por que ele é pobre,
chamam-me de comunista” (Dom Helder Câmara)
A defesa das causas dos pobres é uma tarefa muito árdua. Exige-nos mais do que compreensão, discursos e teorias sobre a pobreza, mas, sobretudo, compromisso e compaixão. Somos muito preconceituosos para com o sofrimento e a situação indigna como vivem os pobres. Desconhecemos a sua realidade e não queremos mexer na raiz dos nossos problemas: a nossa forma de organizar o mundo.
É
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muito forte entre a gente a ideia de que pobres são coitados, por isso desprovidos de sorte e de bens. Se não lutam, são preguiçosos. Se lutam e exigem mudanças tornam-se perigosos. Mesmo quando passam fome, insistimos em dizer que eles ainda deveriam ser capazes de sonhar.
Só a lucidez da razão e a sensibilidade podem tratar bem das questões da existência e convivência humanas. Na visão ocidental, desenvolvemos a ilusão de que só a razão nos dará respostas aos problemas humanos. Nem a razão ornamental (que serve de ornamento), nem a razão instrumental (ferramenta para transformar a realidade) são capazes de justificar o sofrimento e a realidade daqueles que excluímos socialmente (os pobres). Os pobres não são invenção, não são uma ideia. Os pobres são reais. Os pobres existem, e sofrem a violação da sua vida e dignidade.
Leonardo Boff, defensor incansável das causas dos pobres e oprimidos, afirma que são três as compreensões que se tem da pobreza. Uma primeira, clássica, é a ideia de que o pobre é aquele que não tem. A estratégia então é mobilizar quem tem para ajudar a quem não tem, através de ações assistencialistas, sem reconhecer a potencialidade dos mesmos. A segunda ideia, moderna, é aquela que descobre os potenciais do pobre e compreende que o Estado deve fazer investimentos para que ele seja profissionalizado e potencializado, com vista à inserção no mundo produtivo. Ambas as posições desconsideram, na visão de Boff, que a pobreza é resultado de mecanismos de exploração, que sempre geram enormes conflitos sociais. Boff acredita que é preciso reconhecer as potencialidades dos pobres não apenas para engrossarem a força de trabalho, mas principalmente para transformarem o sistema social. Os pobres, organizados e articulados com outros atores da sociedade, são capazes de construir uma democracia participativa, econômica e social. “Essa perspectiva não é nem assistencialista nem progressista. Ela é libertadora”.
Só a compaixão se reveste de libertação. A compaixão não é sofrer pelos outros, mas sofrer com eles. O sofrer com os outros permite colocarmo-nos no seu lugar. Ver a partir dos seus pontos de vista e das suas realidades. É também deixar-se transformar, permitindo que os nossos mais nobres sentimentos se traduzam em ações concretas a favor dos pobres, fracos e marginalizados.
Poucos vivem a compaixão. Muitos perderam a sensibilidade, o que os impossibilita de viver a caridade e o amor ao próximo. Outros preferem atribuir aos pobres a culpa pela sua situação de miséria e vulnerabilidade. Outros discursam democracia, não perguntando se esta propicia as mesmas condições e oportunidades a todos, como ponto de partida. Porque o ponto de chegada depende de cada um de nós. E muitos, em grande número, tratam como crime a atitude de quem luta por causas humanitárias, quando estas exigem uma mudança na estrutura e organização da sociedade. “As pessoas são pesadas demais para serem levadas nos ombros. Leve-as no coração”, disse Dom Hélder Câmara. Este é o sentido maior da compaixão para com os pobres: não os defendemos por serem bons ou anjos, mas porque são parte de uma sociedade desigual, que não sabe lidar com eles.
O recém eleito Papa Francisco anuncia o seu desejo: “como eu gostaria de uma igreja pobre, para os pobres”. Desejemos também nós praticar a compaixão para erradicar a pobreza no Brasil e no mundo.
FRASES PARA LER E PENSAR
Antoine de Saint-Exupéry
(de “O Pequeno Príncipe”)
Disse a flor para o pequeno príncipe: “É preciso que eu suporte duas ou três lagartas, se eu quiser conhecer as borboletas”.
Foi o tempo que dedicastes à tua rosa que fez tua rosa tão importante
Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.
Não chores por ter perdido o pôr do sol, pois as lágrimas te impedirão de contemplar as estrelas.
Se alguém ama uma flor da qual só existe um exemplar em milhões de estrelas, isso basta para que seja feliz quando a contempla.
Quando você dá de si mesmo, você recebe mais do que dá.
Determinada flor é, em primeiro lugar, uma renúncia a todas as outras flores. E, no entanto, só com esta condição é bela.
O verdadeiro homem mede a sua força, quando se defronta com o obstáculo.
Eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E serei para ti única no mundo.
O verdadeiro amor nunca se desgasta. Quanto mais se dá mais se tem.
Foi o tempo que investiste em tua rosa que fez tua rosa tão importante
Si vous venez à quatre dans l'après-midi, puisque les trois, je commence à être heureux.
DE-CISÃO...
JORGE LEÃO – MFC MARANHÃO
Ao longo da vida, somos levados a de-cidir sobre os rumos de nossa trajetória. Dia após dia, o tempo nos cobra posturas de-cisivas. Escolhas profissionais, valores pessoais, conflitos afetivos, relações interpessoais, frequentemente surgem como fantasmas, assombrando o universo mental da humanidade.
O
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ensinamento da sabedoria milenar dos mestres iluminados traz, no entanto, um simples e singelo provérbio, bem atual: “faz de tua boca um canal de água pura”. De-cidir pela pureza das palavras...
Por conseguinte, várias serão as consequências desta de-cisão. A mudança de espaço (não propriamente físico) é o primeiro sinal. Ou seja, a presença de uma atitude mental renovada. Isso nos ajuda a refletir mais acuradamente sobre os pontos de conflito entre hábitos, valores e atitudes. Quando eu opto, por exemplo, por beber água, em vez de refrigerante, estabeleço uma cisão, isto é, uma separação ou quebra no percurso até então estabelecido.
Como sabemos, adentrar no caminho desta jornada não é fácil, pois nos cobra responsabilidade, e isso tem implicações pessoais profundas no cotidiano. Não se trata apenas de uma “mudança de hábitos”, mas de olhar o mundo com os olhos da cisão.
Como de-cidimos pelo deslocamento do antigo espaço habitado, então passamos a buscar outros modos de habitação. Somos com isso lançados no terreno da escassez. Sentimo-nos como abandonados em um deserto. O deserto da de-cisão.
Por isso, caminhar ao longo de uma estrada com pedras, repleta de árida presença de plantas contorcidas e gafanhotos, água escassa, calor escaldante durante o dia e frio intenso à noite, pode gerar medo e desconforto. O deserto, então, torna-se uma realidade à nossa frente.
De-cidimos, contudo, atravessá-lo...
Nesta travessia, uma constante sensação de perda parece dilacerar a alma, a cada passo, a cada de-cisão. Ir por um caminho é optar não ir por outro. Um jogo de-cisivo, mas profundamente transformador.
Após esta longa e sofrida jornada, renascemos para a adesão, a fim de sermos renovados pela água cristalina da renovação interior. Surge assim o caminho da pureza, pois a aridez do deserto foi ultrapassada. O novo caminho a seguir vislumbra os primeiros sinais de mudança, agora compreendida como fruto de uma adesão.
A adesão prepara o terreno para a práxis, isto é, a ação livre e consciente. Quando assumimos os riscos de nossas de-cisões, e aderimos ao projeto incondicional da luta pela vida, nossas ações tornam-se translúcidas como as palavras do Mestre: “nem só de pão vive o homem”...
A ação toma agora a dimensão da livre adesão, ao que chamamos de “liberdade dos filhos de Deus”. Ao sairmos da situação aprisionada pelo horizonte limitado do egoísmo, respiramos a ternura dos lírios do campo, oxigenados pela simplicidade dos gestos de paz.
É um caminho árduo, mas ele nos aponta para a plenitude. Por isso, a cada dia, nossa de-cisão nos aponta uma adesão, livre e consciente, fundada na alegria duradoura do espírito sereno e transformador do amor.
O amor, sereno e benfazejo, translúcido auspicioso a nos dizer: de-cide.
Nota da Comissão Brasileira Justiça e Paz, vinculada à CNBB, sobre a eleição da Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
A eleição da nova Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados (CDHM) suscitou questionamentos de amplas parcelas da sociedade civil que atuam, historicamente, na defesa e promoção dos direitos humanos e das minorias.
A Comissão Brasileira Justiça e Paz (CBJP), organismo vinculado à CNBB, manifesta sua solidariedade a estas mobilizações da sociedade civil, responsável por tornar a CDHM órgão permanente do Legislativo. À CDHM cabe enfrentar as inúmeras violações à dignidade da pessoa humana e estimular os debates e reflexões que favoreçam a criação e efetivação de políticas de Estado em favor da dignidade humana.
Os justos questionamentos à eleição desta Presidência expressam a indignação diante de “acordos políticos” que desconsideraram a essencialidade da CDHM, reduzindo a sua grandeza. O episódio deixa transparecer a frágil e incompreendida pauta dos direitos humanos entre alguns partidos políticos que, ao colocá-la em segundo plano, retrocederam nas suas escolhas e prioridades.
A imediata reação contrária à nova Presidência da CDHM reforça a convicção de que a atuação da Comissão no parlamento não pode retroceder e que sua missão transcende os interesses particulares, tendo em vista que os objetivos da CDHM presumem uma interação constante com a sociedade civil.
Brasília, 22 de Março de 2013
Pedro Gontijo
Secretário Executivo da CBJP
NOTA DESTE CORREIO
O presidente eleito pelos parlamentares da Comissão Parlamentar de Direitos Humanos tem feito declarações racistas e antiéticas, tornando seu nome incompatível com a presidência dessa Comissão e mesmo da sua condição de deputado federal.
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