sexta-feira, 19 de abril de 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
SAIBA TUDO SOBRE O ENA 2013, HOJE NA SEDE DO MFC
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CORREIO MFC BRASIL Nº 319
VOCÊ ACREDITA EM MILAGRES?
Frei Betto
Escritor e Assessor de Movimentos Sociais
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| Frei Betto |
Desde o surgimento da agricultura,
quando o ser humano já não dependia da fase coletora e extrativa, tenta-se
domesticar a natureza, impor-lhe limites, desviar o seu curso, exigir que ela
siga, não suas leis intrínsecas, e sim a nossa lógica voltada ao lucro. Assim,
represamos rios, reduzimos o ímpeto das marés, quebramos a escuridão da noite,
logramos fazer voar o que é mais pesado do que ar.
A
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razão moderna desencantou o mundo. E a
primeira vítima foi o milagre que a ciência tenta expulsar do mundo e da mente
humana.
A
crença no milagre revela certa noção de Deus. Seria ele como um encanador que,
tendo cometido erros em sua obra, a todo o momento precisa correr aqui e ali
para corrigir defeitos imprevistos? Ele livra da doença os filhos preferidos e
não os preteridos? Fica atento a quem mais emite súplicas e premia a
insistência com o milagre?
A
razão moderna considera que só a ignorância enxerga milagres na ordem natural
das coisas. Milagre é quando se desconhecem as leis da natureza, assim como é
mágica o que provoca e esconde o truque. O que hoje é tido como milagre será
desvendado amanhã pela ciência, como faz o Fantástico em suas reportagens sobre
a origem ordinária de fatos extraordinários?
Há
teólogos que restringem a ação divina ao ato da Criação. Deus, ao criar, teria
dotado a natureza de leis que, como o mecanismo do relógio, funcionam sem que o
relojoeiro precise interferir. Se ocorrem imperfeições na Criação não é culpa
de Deus. Há que buscar as causas na ação humana sobre a natureza e na nossa
ignorância, que percebe como defeito o que para Deus seria mero e previsível
efeito.
As
Igrejas demonstram uma posição ambígua diante do milagre. Umas admitem a
onipotência divina, o poder de Deus em operar mudanças substanciais no rumo
natural das coisas e, ao mesmo tempo, miram com ceticismo qualquer evento que,
por seu caráter extraordinário, é tido como milagre.
As
Igrejas neopentecostais emulam a fé dos fiéis através de sucessivos milagres,
em especial os que restabelecem a saúde. Já as Igrejas históricas suspeitam da
profusão de milagres. A ponto de o Vaticano, nos processos de canonização,
nomear um "advogado do diabo” incumbido de desmoralizar fenômenos nos
quais a fé identifica origem miraculosa.
Muitos
procuram em Deus a capacidade de operar milagres. Um Deus-mágico, capaz de
tirar, de sua onipotente cartola, todo tipo de curas e bênçãos. Um Deus
disposto, a todo o momento, a contrariar e mesmo subverter as leis da natureza
que ele mesmo criou. Um Deus criado à nossa imagem e semelhança...
O
que fez Moisés, naquele mundo politeísta, para convencer o faraó de que Javé
era um Deus especial, diferente dos demais? Apresentou-lhe uma série de
milagres. E ao se convencer de que o faraó se mantinha obstinadamente apegado a
seus deuses egípcios, então recorreu às sucessivas pragas.
O
Deus-espetáculo é tão paradoxal quanto o Deus-utilitário. Enquanto no dólar
americano está impressa a inscrição "In God we trust” (Nós confiamos em Deus), os soldados nazistas traziam inscrito na
fivela do cinto: "Gott mit uns!” (Deus
está conosco).
E
o Deus de Jesus, está com quem? Onde ele fica em tudo isso? Jesus agia com
discrição, pedia aos discípulos para não fazerem alarde quanto à identidade
dele, e ao curar não atribuía o mérito a si, e sim ao fiel: "A tua fé te
salvou”.
O
verdadeiro milagre de Deus é a presença de Jesus entre nós. Presença nada
espetacular (nasce numa estrebaria e
morre assassinado na cruz) e incômoda (entra
em choque com as autoridades religiosas e políticas).
Não
era a ordem da natureza que lhe interessava mudar e sim o coração humano, para
impregná-lo de amor, compaixão e justiça.
Desconfio
da fé que necessita da muleta dos milagres para se sustentar. É a fé-bilhete de
loteria: adquiro-a na expectativa de ser sorteado. Em nada mudo minha atitude.
Fico à espera de que Deus mude a dele...
É
frequente encontrar quem tenha fé em Jesus. O raro é se deparar com quem tenha
a fé de Jesus, que o levou a se posicionar em defesa dos oprimidos e excluídos
em nome de um Deus amoroso e misericordioso.
A
vida humana é, sem dúvida, o maior de todos os milagres. Mas ele não nos causa
impacto. Não cremos nele. Tanto que somos indiferentes a tantas vidas ceifadas
precocemente pela miséria e a violência.
A FORÇA DA
ESPERANÇA
Manfredo
Araújo de Oliveira
Doutor em
Filosofia, professor da UFC e Presidente da Adital
A
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semana santa é marcada pela celebração do que
constitui o cerne da fé cristã: a morte e a ressurreição de Jesus. O objetivo é
adentrar com outros olhos no enigma da existência humana. Isto significa que a
festa da páscoa implica descer aos porões da vida humana e captar que há
poderes presentes que ameaçam aniquilar tudo o que se almeja como bom em todos
os projetos humanos.
O
homem pós-moderno interpreta esta existência no horizonte da "perda de
sentido”: aí onde a razão moderna encontra grandes soluções a partir de seu
ideal de emancipação, a mentalidade contemporânea insiste no peso da vida
dilacerada contra todo ideal o que se mostra dolorosamente nas situações de
violência de todos os tipos: bilhões de pessoas vivendo em extrema pobreza, o
massacre de crianças e adolescentes, a situação humilhante nos presídios, a
discriminação de raças, as diferentes formas de opressão das mulheres, a
intransigência cultural, a negação sistemática da diversidade, a rejeição da
alteridade, a perseguição de minorias de raça, de sexo, de etnia, de
dissidentes aos regimes, a sistemática destruição da natureza, drogados,
aidéticos e todos os negados por uma sociedade que só tem tempo para seu
consumo infinito, discriminações de todos os tipos, guerras criminosas. A
finitude e a morte não escancaram a falta de sentido de tudo? A experiência da
realidade humana se revela plena de sofrimento, de opressão, de infelicidade.
Longe de qualquer fundamento, tudo parece caminhar para o puro vazio, o nada.
Que
é, então, fé para os cristãos? Acolhida livre de que os eventos da páscoa são
sinais da chegada da efetivação do que constitui o mais profundo da esperança
humana. O grande sinal é a ressurreição: no seio da experiência da cruz irrompe
o anúncio da ressurreição como interpelação a um olhar novo sobre a vida humana
e a posturas novas capazes de transfigurar esta vida. No fundo da história está
em jogo algo fundamental: a busca de realização do ser humano. O anúncio da
ressurreição é a afirmação de que esta procura não é vã: abre-se uma
possibilidade para uma vida com sentido. Falar de ressurreição significa falar
de uma comunhão radical com Deus, que nem a morte consegue extinguir, portanto,
falar da vitória da vida.
Esta
palavra começa a ter credibilidade, quando gestos de ressurreição começam a
fazer declinar as mortes sofridas, gestos que possuem a força de ir
reconquistando a vida humana e fazendo degustar, nesta conjunção de regozijo e
dor, as marcas de vida nova, de recuperação da justiça, da ternura, do gosto de
viver e conviver.
Em
nossa sociedade começa a fazer subversão quem partilha o pão, a vida, os
ideais, quem ainda é capaz de se acercar com ternura de um doente, das
prostitutas, dos abandonados, quem é capaz de acariciar uma criança, respeitar
as mulheres, lutar por justiça! Quem sabe, tudo isto talvez seja um sinal muito
frágil, mas ele já começa a dissipar as trevas de nossas vidas.
Dostoievsky (1821-1881)
Os homens não se tornam ateus apenas, mas creem no ateísmo como em uma
religião.
Creio que não existe nada de mais belo, de mais profundo, de mais
simpático, de mais viril e de mais perfeito do que o Cristo. Se alguém me
provar que o Cristo está fora da verdade e que esta não se acha nele, prefiro
ficar com o Cristo a ficar com a verdade.
As coisas mais insignificantes têm, às vezes, maior importância e é
geralmente por elas que a gente se perde.
Leon Tolstoi
Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira.
Cristo mostra ao homem uma perfeição impossível de ser atingida, mas à
qual ele aspira do fundo do seu coração. É mostrado ao homem um ideal, do qual
o homem poderá sempre medira a distância que o separa. A doutrina de Cristo se
parece com um homem que traz uma lanterna diante de si na ponta de uma vara,
mais ou menos longa: a luz está sempre diante dele e lhe revela a todo momento
um espaço novo que ela ilumina e que vai caminhando com ele.
quarta-feira, 17 de abril de 2013
MFC VAI REUNIR MEMBROS PARA FALAR SOBRE O ENA
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D
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esde
o inicio de suas atividades no Brasil, os dirigentes do Movimento Familiar
Cristão perceberam que uma Equipe Base jamais poderia desenvolver-se
isoladamente e que a inter-relação com outras equipes de uma mesma cidade,
estado ou país era absolutamente necessária. Perceberam também que os mesmos
carismas que integram as famílias numa Equipe Base eram essenciais para
integrar o MFC em todos os níveis e, assim, em cada encontro onde emefecistas
se reúnem a serviço do próprio MFC ou em quaisquer outras situações, o
acolhimento, a fraternidade e as trocas de experiências se fazem necessárias.
Daí surgiu o ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MFC, que são realizados como forma de
se manter a unidade de objetivos e como resposta aos anseios que brotam das
células, se constituindo como necessidades absolutas para a vida e a existência
do MFC.
A
Coordenação Estadual Alagoas e a Equipe de Coordenação de Cidade de Maceió do
Movimento Familiar Cristão trabalham para levar o maior número possível de
membros para participar do 18º ENA – ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR
CRISTÃO que acontecerá de 6 a 12 de julho do corrente ano, em Vitória da
Conquista – Bahia, promovendo meios para facilitar à participação dos
emefecistas alagoanos no maior evento do MFC em nível de Brasil.
Nesta
quinta-feira, a partir das 19h30min, haverá uma reunião na Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, nº 580 – Pajuçara – Rua do
Estádio do CRB), com todos os membros de Grupos de Base para se falar
exclusivamente sobre o 18º ENA, oportunidade que todos conhecerão a programação
do ENA e a programação estabelecida pelo MFC para a viagem da delegação
alagoana.
As
vagas são limitadas, portanto, não deixe de comparecer à reunião desta quinta-feira
(18) e confirmar sua presença no maior evento do MFC no Brasil.
terça-feira, 16 de abril de 2013
TROCO CINCO AVE-MARIAS POR UM CARRO. TRATAR AQUI!
Reproduzo um artigo publicado no Site “O Catequista” para que nossos visitantes façam reflexões sobre o assunto que está degringolando pra ser um balcão de negócios com Deus!
Que atire a primeira pedra quem nunca fez uma promessa. Os pedidos vão desde os mais urgentes, como a cura para uma doença, até os mais caras de pau, como ganhar um carro. Mas o fato é que todos são justos, na medida em que Deus é nosso Pai e, como bons filhos, podemos mesmo pedir tudo a Ele. Mas… nem sempre nossos pais nos dão aquilo que pedimos. E raramente estamos dispostos a receber aquilo de que realmente precisamos. Afinal, é muito mais fácil pedir mesada do que trabalhar, não é?
Mas seja qual for o seu pedido, o recado é: faça por merecer. Não adianta querer pedir pra um santo resolver a sua prova de matemática se você deixou de estudar pra ir ao show do Justin Bieber (na verdade, só por isso você deveria tirar zero pelo resto do ano). Também não adianta pedir pra Santa Edwiges pagar suas contas, se você gastou os tubos em bebidas ontem na balada, ou estourou o limite do seu cartão de crédito comprado calcinha da Victoria Secret.
Mesmo diante dos nossos pedidos malucos, Deus sempre nos atende. Mas nem sempre do jeito que pensamos. Por exemplo, é mais fácil Ele deixar você tirar um zero na prova do que lhe dar cola. Afinal, um bom pai iria preferir ensinar ao seu filho o valor do estudo. Desta forma, Ele vai lhe ajudar muito mais.
O problema é que quando fazemos nossas promessas, em geral estabelecemos uma troca, do tipo: eu rezo uma Ave-Maria e o Senhor me dá… vejamos… um carro! Que tal? E nem pensar em me dar qualquer outra coisa! Afinal, tô pagaaaaaaado…
Só que não é assim que a banda toca. Ninguém manda em Deus. Muito menos na base do troca-troca.
Mas então, não devíamos fazer promessas? Evite. Mas se fizer, não entenda isso como um escambo divino. Na verdade, você deve fazer sacrifícios. Em outras palavras, você deve estudar para a prova e oferecer a Deus aquele esforço de estudar, renunciando ao seu futebol com os amigos, pedindo a Ele que lhe dê forças para continuar, e que depois lhe ajude a lembrar-se de tudo o que está estudando. Pode ter certeza: Deus vai premiar o seu esforço. Isso se chama voto.
Agora talvez você se pergunte: mas, se “contratar serviços” de Deus em troca de presentinhos e orações não é legal, porque algumas igrejas (como a própria Basílica de Aparecida) têm salas só pra guardar aquelas velas enormes e mais um monte de coisas que as pessoas levam até lá (tipo… cabeças gigantes de cera)? É simples: porque estas coisas não são pagamentos pelos serviços de Deus – ou ao menos não deveriam ser –, mas são sinais concretos da gratidão das pessoas pelas graças alcançadas!
Esses objetos recebem o nome de ex-votos: significa que eram votos, mas já se realizaram. Ou seja, as pessoas ofereceram seus sacrifícios pedindo algo a Deus (voto) e após alcançarem, demonstram sua gratidão ao Pai. Assim, testemunham a todos que os seus votos se tornaram realidade (daí ganharem o prefixo EX, como ex-namorada, ex-chefe etc.).
Em suma, é justo, após receber uma graça, oferecer algum objeto, oração ou sacrifício como testemunho de gratidão a Deus, mas não é legal ficar tentando estabelecer com o Altíssimo trocas do tipo “se o Senhor fizer isso pra mim, eu faço tal coisa pra te agradar”. Devemos buscar agradar a Deus sempre, Ele fazendo a nossa vontade ou não.
Então, meu amigo… agora que você já entendeu que malandragem não cola com Deus, trate de estudar, economizar, ser responsável… E, sobretudo, tenha fé e certeza de que seu Pai está vendo o seu esforço. Ele saberá segurar a sua mão e apoiá-lo sempre que for necessário!
segunda-feira, 15 de abril de 2013
LINHARES-ES FOI SEDE DA 6ª REUNIÃO DO CONDIN DA GESTÃO 2010/2013
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| CONDIN em Linhares - ES - 12 a 14/04/2013 |
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a última sexta-feira (12) o MFC Linhares – Espírito Santo acolheu os participantes da 6ª REUNIÃO ADMINISTRATIVA DO CONDIN - CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO. A acolhida aconteceu na Igrejinha Velha, localizada na Praça 22 de Agosto, com a presença do Padre Miguel e membros da ECCi-Linhares/ES, os dirigentes e assessores do CONDIN foram recepcionados com muita alegria pelo irmãos de Linhares. Em seguida os emefecistas se dirigiram para o prédio onde funciona a Câmara Municipal onde foi servido o jantar de confraternização.
No sábado (13), às 8 horas, após um delicioso café da manhã a última reunião do Conselho Diretor Nacional se-iniciou com as boas vindas do casal coordenador nacional, Eduardo e Ismari (MFC-PR) e da coordenação estadual do Espírito Santo. Em seguida aconteceu a liturgia do CONDIR NORDESTE e a aprovação da pauta.
A parte administrativa teve inicio com a explanação sobre o ENA – Encontro Nacional do MFC que acontece de 6 a 12 de julho, em Vitória da Conquista – Bahia, oportunidade onde os coordenadores nacionais repassaram as informações atualizadas de todos os preparativos para o maior evento do MFC no Brasil.
Durante a explanação sobre o ENA houve a participação de membros da Equipe de Coordenação do 18º ENA, composta pelos emefecistas de Vitória da Conquista-BA, Rubens e Rosana (casal comunicação ENA) e Tênio (coordenação Infraestrutura ENA), inclusive com a apresentação do hino do ENA que será cantado por todos durante o evento. Com as duvidas sobre o ENA esclarecidas o Conselho passou a deliberar a parte administrativa do CONDIN iniciando-se pela parte financeira, oportunidade que todos os CONDIR’s receberam os valores referentes à verba do Adveniat referente ao ano de 2013 que deverá ser utilizada exclusivamente em projetos de formação. Outro ponto bastante destacado foi o Dia Nacional de Contribuição, regulamentada pelo Artigo 70 do Regimento Interno do MFC, onde cada membro contribui com R$ 5,00 (cinco reais) e toda arrecadação se destina exclusivamente a subsidiar despesas com as Equipes de Infraestrutura e Metodologia do Encontro Nacional do MFC, que acontece a cada três anos. Às 12h30min os trabalhos foram suspensos para o almoço no próprio local.
Após um breve intervalo, a reunião teve continuidade com a palavra dos CONDIR’s, onde os coordenadores regionais, assessores e ex-coordenadores focalizando sugestões e considerações sobre a caminhada realizada neste triênio (2010/2013).
O primeiro a falar foi o casal José Newton e Ariadna, ex-coordenadores nacionais na Gestão 2007/2010, que afirmaram estar feliz com o salto de qualidade do MFC na atual Gestão, destacando-se a transparência nas finanças e a independência hierárquica frente a outros órgãos.
A fala do CONDIR SUDESTE iniciou-se com uma dinâmica divertida para animar os participantes do evento. A coordenação estadual Espirito Santo fez a apresentação do Conselho Estadual e entregou aos membros do Conselho Nacional uma lembrança do Espirito Santo. Em seguida o casal coordenador regional, Freitas e Alivanir expuseram a caminhada do CONDIR SUDESTE durante a atual Gestão, destacando-se o planejamento realizado com o calendário das reuniões; visita motivacional aos estados; reorganização estrutural no Rio de Janeiro; elaboração da planilha financeira anual; cumprimento da contribuição do Dia Nacional; realização do 1º Encontro Regional de Coordenadores de Cidades; participação nas reuniões do CONDIN; e cumprimentos das Metas do triênio. A conclusão da fala do CONDIR SUDESTE aconteceu com Lincoln e Jamara, casal coordenador de cidade, apresentando a história do MFC LINHARES e da história e dos pontos turísticos da cidade.
O Nordeste iniciou sua fala lendo uma frase de Mário Quintana: “O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...”. James e Fátima disseram que de uma maneira simples interagiu com todos os estados, procurando desenvolver um trabalho em prol do Movimento Familiar Cristão. Em termos de Nordeste, procurou-se expandir através de Nucleações, mas reconheceu as dificuldades em expandir. A atual Gestão trabalhou para fundar o MFC nos estados do Rio Grande do Norte, Paraíba e Pernambuco, plantando a semente emefecistas naqueles estados, mas sem o êxito da expansão imediata. Prestou uma homenagem aos casais Eduardo/Ismari e José Newton/Ariadna, que durante suas gestões mudaram a cultura administrativa e financeira do CONDIN, graças ao planejamento estratégico e ações realizadas nas duas últimas gestões. Finalizou com outra frase de Mário de Quintana: “A arte de viver é simplesmente a arte de conviver... simplesmente, disse eu? Mas como é difícil!”.
O Centro-Oeste disse que o MFC vive um momento de mudanças, desde a AGN Vila Velha-ES, com as regiões realizando integração através Encontros para expandir com o CONDIR CENTRO OESTE, plantando sementes durante a atual Gestão para que sejam colhidas nas gestões futuras. As dificuldades foram muitas, mas a caminhada seguiu firme com mudanças e renovações no Mato Grosso do Sul. Anunciou a realização nos próximos dias de um seminário que terá a participação da atual coordenação nacional.
O Norte, através do coordenador regional, Alzenir, fez um agradecimento especial a todos os integrantes do CONDIN, estatutariamente formado pelos CONDIR’s e pela coordenação anterior. Destacou os trabalhos realizados pela atual e anterior coordenação que desenvolveram um trabalho em prol do MFC. Disse ainda que o CONDIR NORTE procurou trabalhar seguindo as diretrizes com inspiração divina do poder da visão e da unidade. Houve a expansão nos estados do Maranhão, Amapá e Amazonas, com a inclusão de novos membros. O estado do Pará permaneceu com os mesmos números do inicio da Gestão. Realizou Encontros de Jovens em todas ECE’s, com a coordenação do emefecista Jorge Leão, membro do MFC Maranhão. Alzenir destacou os trabalhos realizados pelas ECE’s junto a Igreja Católica e entidades assistenciais da região Norte.
O Sul disse que aprendeu a viver e conviver com a atual Gestão. Afirmou que desde o inicio da Gestão o CONDIR SUL realizou um planejamento financeiro que foi mantido pelas ECE’s; cresceu com o MFC Jovem, com a realização de Encontros de Jovens nas três ECE’s.
Após uma parada para o lanche, a coordenação nacional reiniciou a reunião com a apresentação do relatório do CONDIN na atual Gestão que tem o lema: “Viver é Conviver”, destacando-se o planejamento financeiro visando a independência financeira no triênio sem ajuda anual da Adveniat, um sonho concretizado com a parceria de todos os CONDIR’s; Dia Nacional de Contribuição, conscientizando os emefecistas brasileiros da coparticipação financeira de todos no Encontro Nacional do MFC que acontece a cada três anos; a efetiva funcionalidade do Conselho Fiscal Nacional, dando a atual gestão do CONDIN, as condições financeiras e administrativas para o CF se reunir; realização do SIN – Seminário de Integração Nacional com a participação de coordenadores e tesoureiros de todos os estados, proporcionando mais informação, formação e integração; participação da Assembleia Geral Latino-Americana do MFC, na Argentina; manter o MFC sintonizado com os sinais dos tempos, através de uma efetiva conscientização política, social e religiosa através do Jornal Atuação com a distribuição de 6.500 (seis mil e quinhentos) jornais aos emefecistas brasileiros; renovação do Certificado digital, documento eletrônico que permite a identificação segura de uma mensagem ou transmissão em rede de computadores, exigida principalmente por órgãos públicos; registro da Ata da AGN dentro das diretrizes regimentais e estatutárias; manutenção do título de Utilidade Pública Federal, providenciando anualmente o Relatório Padrão fornecido pelo Ministério da Justiça; manutenção da Conta Bancária do CONDIN; participação no Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB), com direito a voz e voto; ajuda financeira para a publicação da Revista Fato & Razão; divulgação da história do MFC no Brasil através dos relatos dos CONDIR’s no Jornal Atuação.
O CONDIN informou que a composição do Conselho Diretor Nacional no triênio 2013/2016 será formada pelos casais emefecistas eleitos para as Coordenações Regionais e pelo atual casal coordenador nacional: NORDESTE – Hildo e Francisca (BA); NORTE – Assis e Dinha (MA); CENTRO-OESTE – Adalberto e Sônia (MS); SUL – Gerson Pepe e Maria Inês (RS); SUDESTE – Galdino e Mariza (MG); GESTÃO ANTERIOR - Eduardo e Ismari (PR).
Com a liturgia do CONDIR CENTRO-OESTE encerrou-se a parte administrativa do sábado, e às 20 horas, os participantes do CONDIN e os emefecistas do Espirito Santo se confraternizaram na Sede da AABB-Linhares com apresentação artística de cantores emefecistas que cantaram e encantaram a plateia presente.
No domingo (14) as atividades do Conselho Diretor Nacional do MFC na sua 6ª Reunião da Gestão 2010/2013 teve reinicio às 8 horas com um café da manhã que reuniu os membros do CONDIN e emefecistas da ECE-ES. Iniciando propriamente a reunião, o CONDIR NORTE apresentou sua liturgia seguida de uma Manhã de Formação com Antônio Carlos (vice-coordenador nacional) e Ismari (coordenadora nacional). A reunião foi concluída com a liturgia do CONDIR CENTO-OESTE e um almoço de confraternização.
Participaram da 6ª REUNIÃO ADMINISTRATIVA DO CONSELHO DIRETOR NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO os emefecistas Eduardo e Ismari – Coordenação Nacional; Antonio Carlos e Ângela – Vice Coordenação Nacional; Alzenir – Coordenação Regional Norte; Freitas e Alivanir – Coordenação Regional Sudeste; Moises e Aparecida – Coordenação Regional Centro-Oeste; James e Fátima – Coordenação Regional Nordeste; José Newton e Ariadna – Coordenação Nacional da Gestão Anterior; Gilson e Lourdes – SENCOM; Jorge e Penha – SERCOM/NE; Rubens e Rosana – Casal Comunicação 18º ENA; Tênio – Coordenação Infraestrutura do 18º ENA; Liuth e Jane – Vice Coordenação Regional Sudeste; Joel – Coordenação Estadual Bahia; Valdir e Regina – Coordenação Estadual do Espírito Santo; e diversos emefecistas integrantes das ECCi’s das cidades do Espírito Santo.
domingo, 14 de abril de 2013
LITURGIA DO 3º DOMINGO DA PÁSCOA - 14/04/2013
3º DOMINGO
DA PÁSCOA
PRIMEIRA LEITURA
(At
5,27b-32.40b-41)
Leitura dos Atos dos Apóstolos:
Naqueles dias, os guardas levaram os apóstolos e os apresentaram ao
Sinédrio. 27bO sumo sacerdote começou a interrogá-los, dizendo:
28“Nós tínhamos proibido
expressamente que vós ensinásseis em nome de Jesus. Apesar disso, enchestes a
cidade de Jerusalém com a vossa doutrina. E ainda nos quereis tornar
responsáveis pela morte desse homem!”.
29Então Pedro e os outros
apóstolos responderam: “É preciso obedecer a Deus, antes que aos homens. 30O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós matastes, pregando-o
numa cruz. 31Deus, por seu poder, o exaltou, tornando-o Guia
Supremo e Salvador, para dar ao povo de Israel a conversão e o perdão dos seus
pecados. 32E disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo,
que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem”.
40bEntão mandaram açoitar os
apóstolos e proibiram que eles falassem em nome de Jesus, e depois os soltaram.
41Os apóstolos saíram do Conselho,
muito contentes, por terem sido considerados dignos de injúrias, por causa do
nome de Jesus.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
RESPONSÓRIO (Sl 29)
— Eu vos exalto, ó Senhor, porque vós me livrastes.
— Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes,/ e não deixastes rir de
mim meus inimigos!/ Vós tirastes minha alma dos abismos/ e me salvastes, quando
estava já morrendo!
— Cantai salmos ao Senhor, povo fiel,/ dai-lhe graças e invocai seu
santo nome!/ Pois sua ira dura apenas um momento,/ mas sua bondade permanece a
vida inteira;/ se à tarde vem o pranto visitar-nos,/ de manhã vem saudar-nos a
alegria.
— Escutai-me, Senhor Deus, tende piedade!/ Sede, Senhor, o meu abrigo
protetor!/ Transformastes o meu pranto em uma festa,/ Senhor meu Deus,
eternamente hei de louvar-vos!
SEGUNDA LEITURA (Ap 5,11-14)
Leitura do Livro do Apocalipse de São João:
Eu, João, vi 11e ouvi a voz de numerosos anjos,
que estavam em volta do trono, e dos Seres vivos e dos Anciãos. Eram milhares
de milhares, milhões de milhões, 12e proclamavam em alta voz: “O
Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força,
a honra, a glória, e o louvor”.
13Ouvi também todas as criaturas
que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles
existe, e diziam: “Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a
honra, a glória e o poder para sempre”.
14Os quatro Seres vivos
respondiam: “Amém”, e os Anciãos se prostraram em adoração daquele que vive
para sempre.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
EVANGELHO (Jo 21,1-19)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 1Jesus apareceu de novo aos
discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim:
2Estavam juntos Simão Pedro,
Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galileia, os filhos de Zebedeu e
outros dois discípulos de Jesus.
3Simão Pedro disse a eles: “Eu
vou pescar”. Eles disseram: “Também vamos contigo”.
Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. 4Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos
não sabiam que era Jesus. 5Então Jesus disse: “Moços,
tendes alguma coisa para comer?”
Responderam: “Não”.
6Jesus disse-lhes: “Lançai a rede
à direita da barca, e achareis”.
Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da
quantidade de peixes. 7Então, o discípulo a quem Jesus
amava disse a Pedro: “É o Senhor!”
Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois
estava nu, e atirou-se ao mar. 8Os outros discípulos vieram com
a barca, arrastando a rede com os peixes.
Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem
metros. 9Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com
peixe em cima, e pão.
10Jesus disse-lhes: “Trazei alguns
dos peixes que apanhastes”.
11Então Simão Pedro subiu ao barco
e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três
grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu.
12Jesus disse-lhes: “Vinde comer”.
Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam
que era o Senhor. 13Jesus aproximou-se, tomou o pão
e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe.
14Esta foi a terceira vez que
Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. 15Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: “Simão, filho de João,
tu me amas mais do que estes?”
Pedro respondeu: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse: “Apascenta os meus cordeiros”.
16E disse de novo a Pedro: “Simão,
filho de João, tu me amas?”
Pedro disse: “Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo”.
Jesus lhe disse: “Apascenta as minhas ovelhas”.
17Pela terceira vez, perguntou a
Pedro: “Simão, filho de João, tu me amas?”
Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava.
Respondeu: “Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo”.
Jesus disse-lhe: “Apascenta as minhas ovelhas”.
18Em verdade, em verdade te digo:
quando eras jovem, tu cingias e ias para onde querias. Quando fores velho,
estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir.
19Jesus disse isso, significando
com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou: “Segue-me”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
REFLEXÃO
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.
FÉ FUNDADA NO AMOR
Duas cenas se completam: Os discípulos trabalham a noite toda e não
conseguem pescar nada. Diante da palavra de Jesus, fazem uma pesca abundante. A
pesca com frutos abundantes conduz a um convívio oferecido pelo próprio Jesus
que não usa dos peixes que pegaram, mas de um que Ele mesmo oferece. A pregação
é simbolizada pela pesca. Podemos interpretar que a pregação não é só para nos
conduzir ao conhecimento de Jesus, mas para participarmos de seu Corpo e Sangue
na comunidade. Na cena vemos que Jesus tomou pão e distribuiu entre eles. Fez
mesmo com o peixe. A palavra peixe, em grego, são as iniciais do nome Jesus que
é uma profissão de fé: Jesus Cristo de Deus Filho Salvador (Ichtys). A fé
sempre nos conduz ao reconhecimento de Cristo como Senhor Deus. Em continuação
encontramos o diálogo com Pedro no qual Jesus pergunta se O ama. Faz a
pergunta, primeiro se O ama com o Amor Divino. Pedro responde que ama com amor
humano. Na terceira vez pergunta se O ama com amor de amigo. Pedro se emociona
e responde: “Tu sabes tudo, sabe também que Te amo” (Jo 21,15). Mesmo tendo
sido frágil, pois negou, Jesus confia nele e lhe dá a responsabilidade de
cuidar do rebanho de ovelhas e cordeiros. Notamos que João, diante do milagre
da pesca abundante reconhece o autor: “É o Senhor!” (Jo 21,7). É o amor que
leva ao conhecimento. Por que essa insistência de Jesus sobre o amor de Pedro?
O amor tem que ser Divino e humano. Pedro mostrará que é Divino em sua entrega
de vida por Jesus. Pedro é frágil, mas tem firmeza no amor. O amor que Jesus
lhe pede não se trata só de uma afeição, mas de definição de vida pelo povo,
cordeiros e ovelhas. Esse amor significa uma obediência acima de todo
questionamento. A fé em Jesus se mostra no amor.
OBEDECER ANTES A DEUS
O início da pregação dos discípulos foi conturbado. Proibidos pelos
donos do poder, de ensinar em nome de Jesus, Pedro e João respondem: É preciso
obedecer a Deus antes que aos homens (At 5,29). É a mesma resposta que dão os
cristãos diante das pressões do poder romano, reconhecendo a Divindade de
Jesus, Cordeiro que foi imolado (Ap 5,12). Só Ele é digno. Esta saudação que
fazem a Cristo, Cordeiro imolado era a saudação que se fazia ao imperador
romano. Pedro e João lançam em face do Sumo Sacerdote e do sinédrio, a acusação
da culpa pela morte de Jesus. Mas Deus O exaltou, tornando-O Guia Supremo e
Salvador. Essa tendência de calar a Igreja passa pelos séculos. A Igreja não é
contra as pessoas, mas alerta contra o erro. O testemunho dos Apóstolos é
acompanhado pelo testemunho do Espírito Santo. Não falam por si: “E disso somos
testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe
obedecem” (At 5,32).
A GLÓRIA COMO META
Toda a liturgia do Tempo Pascal, depois de nos conscientizar do mistério
que vivemos, coloca-nos na perspectiva do nosso futuro. Assim rezamos: “Vosso
povo... espere com confiança o dia da Ressurreição” (oração). Pedimos que Deus
“nos conceda a eterna alegria” (Oferendas). E rezamos: “Concedei aos que
renovastes pelos vossos sacramentos, a graça de chegar um dia à gloria da
ressurreição da carne (Pós-comunhão). O mistério da Ressurreição é vivido cada
dia pelos discípulos de Jesus. Todos os que crêem e todos os que vivem no amor
e na justiça vivem a Ressurreição na fragilidade. Um dia poderemos com “todas
as criaturas que estão na terra, debaixo da terra e no mar e tudo o que neles
existem, dizer: ‘Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a
honra, a glória e o poder para sempre’”. E todo universo diga: Amém!
ORAÇÃO
Ó Deus, que o vosso povo sempre exulte pela sua
renovação espiritual, para que, tendo recuperado agora com alegria a condição
de filhos de Deus, espere com plena confiança o dia da ressurreição. Amém!
Editado por Jorge – MFC ALAGOAS
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