sábado, 28 de dezembro de 2013

A SAGRADA FAMÍLIA EM NOSSAS CASAS


*Monsenhor Jonas Abib

J
esus, Maria e José precisam ser entronizados em nossa casa para que nós e nossa família sirvamos ao Senhor. Que Jesus, Maria e José sejam nossos donos, os senhores da nossa casa!

Nossa Senhora veio ao mundo com a missão exclusiva de ser mãe do Filho de Deus. O Pai quis que Seu Filho se fizesse homem e tivesse uma mãe biológica; Maria foi a escolhida. Desde o início, ela foi escolhida em vista do Filho. Sendo Sua mãe, ela também se pôs a Seu serviço. Ela também poderia dizer: "É preciso que Ele cresça e que eu diminua".

No alto da cruz, Jesus nos deu Maria como mãe. Mas, desde toda a eternidade, quando o Pai concebeu Seu plano, Ele já trazia no coração que a Virgem Maria seria mãe do Seu Filho e mãe de todos nós, para que Jesus fosse o primogênito de uma multidão de irmãos.

São José também foi escolhido por Deus para ser o pai adotivo de Jesus por obra do Espírito Santo. José investiu toda a sua vida em Maria e em Jesus, vivendo somente para os dois. Esse foi o seu ato de fé. Uma fé concreta, que atingiu a vida. Nós podemos imaginar todo o carinho que José tinha por Maria e que ela tinha por José. Ele abriu mão de ser pai biológico para investir toda a sua vida, unicamente, nela e em Jesus.

Certamente, ele esperava viver uma vida normal com Maria, ser esposo dela e ter filhos como todo judeu. Para os judeus, ter filhos era muito importante, mas José abriu mão de tudo isso. Ele aceitou não ser pai de ninguém para ser o esposo de Maria e o pai adotivo de Jesus. Que beleza ele viveu!

Olhando para São José, vemos como é linda a nossa vocação de homens. O Senhor confiou no homem e lhe entregou uma mulher, do mesmo modo que entregou Maria a José. Deus, que é Pai, deu ao homem a missão de ser pai, confiou-lhe filhos para criar. São filhos de Deus, mas foram entregues ao homem para serem cuidados.

Que os maridos amem suas esposas, entreguem-se por elas e, como o modelo de Maria e José, honrem o dom e a bênção que Deus lhes deu pelo sacramento do matrimônio.

Para que você e sua casa sirvam ao Senhor, é preciso que Jesus seja o Rei, o Senhor da sua casa.

Eu convido você para fazer a entronização da Sagrada Família em seu lar. Tome uma imagem ou um quadro, a fim de que Jesus, Maria e José permaneçam onde você mora. Que eles sejam os donos da sua casa e você possa dizer: "Jesus, Maria e José, minha família vossa é".

*Monsenhor Jonas Abib é fundador da Comunidade Canção Nova, membro do Conselho Nacional da Renovação Carismática Católica e da Diretoria Executiva da Fraternidade Católica Internacional - órgão ligado ao Pontifício Conselho para Leigos da Santa Sé, em Roma - e presidente da Fraternidade das Novas Comunidades de Vida e Aliança no Brasil.


sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

ANO NOVO - Artigo de James Magalhães de Medeiros

  
ANO NOVO

E
stamos a viver o décimo segundo mês do ano. Parece não ser verdade, mas temos que encarar, pois estamos em pleno dezembro. É o fim de um tempo que finda, para outro começar. É assim a nossa vida, no tempo dos homens: dia após dia, semana após semana, mês após mês, e por fim ano após ano. E tudo recomeça e assim será, até o fim da caminhada de cada um de nós. Como podemos observar, o tempo é algo precioso em nossas vidas, daí a máxima de que não podemos perder tempo, no tempo dos homens, o khronos, como chamavam os gregos na antiguidade.

É justamente em nosso viver diário, que quase somos estrangulados pelo encontro de três tempos que buscam habitar o nosso interior, o nosso coração, nas sábias palavras do Padre Fábio de Melo, no prefácio do Livro Kairós (Padre Marcelo Rossi)“O passado, com sua facilidade de nos imputar culpas, tornando nossa vida um eterno tribunal, cujo julgamento nunca poderá nos conceder uma sentença satisfatória. O presente, com suas pressões que nos cegam, com urgências que nos privam de saborear as escolhas. E o futuro, esse senhor misterioso tecido de névoas, esperanças e incertezas...” É, pois, nesse conflito constante e eterno, que vivemos no tempo de nossa passagem pelo mundo, até quando formos chamados de volta pelo Criador de tudo e de todos. Não podemos desanimar, temos que ter fé e esperança no objetivo sonhado e planejado. Para os que têm fé, o amor e a esperança são os analgésicos necessários para combater a dor da insegurança diante do conflito do passado, presente e futuro em nosso coração.

Não podemos esquecer de que para tudo existe o tempo certo, o tempo de acontecer, o momento oportuno, que os gregos denominavam de kairos, em português kairós, que também podemos afirmar: ser o tempo de Deus. Assim, se o kairós é tempo de Deus, não adianta pressa, nem quando irá acontecer, pois ele somente virá, quando for da vontade de Deus. Daí a importância do planejamento, da fé e da esperança. Com muita sabedoria Padre Marcelo Rossi cita, em sua obra referida, uma passagem em que Abraão falando com Ló, diz: “O entendimento de Deus não é o nosso entendimento. E o que acontecerá e como terminará não cabe a nós saber. Somente na promessa do que há de vir podemos prosperar.” Não devemos nos estressar, pois somos todos criaturas, filhas do Criador, somos a sua imagem e semelhança, logo não podemos duvidar do seu amor por nós e que nada nos faltará, quer na alegria quer na tristeza.

Em concluindo, temos que o ano novo é mais uma oportunidade que teremos, de viver uma vida mais planejada e realista, com uma fé bem mais fortalecida, na esperança de conquistar as metas desejadas, trabalhando com sabedoria o tempo cronológico, enquanto aguardamos o tempo de Deus, o nosso particular kairós. Agradeço ao meu Deus pelo momento iluminado que tive para escrever esta mensagem, desejando a todos um feliz ano novo. Tenhamos todos uma vida de muito amor e de muita paz no fluir de dois mil e catorze.



quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

A IMPORTÂNCIA DA MISSA E DA EUCARISTIA

Ana Lúcia Vasconcelos
Jornalista

N
o seu livro "Eucaristia O Sacramento da Cura", o Pe. Roberto De Grandis, SSJ (Editora Raboni Caixa Postal 1700 - 1996 - Campinas - SP), já na 6ª. Edição, diz na introdução que sempre que encontra ex-católicos lhes pergunta o que pensam sobre a Eucaristia. E geralmente a resposta é mais ou menos esta: “Não sei”, ou “Não pensei sobre isso”. “A Eucaristia é o centro da nossa fé. Você pode conceber alguém que diz: ‘Até logo, Jesus. Vou para aquela outra igreja onde a música é melhor, a pregação é mais poderosa e as pessoas são mais amáveis’? “O que se faz necessário na Igreja”, ele continua, “é proclamar o Evangelho e ressaltar o extraordinário dom da sagrada Eucaristia: o próprio Jesus. O ideal é que tivéssemos adoração perpétua em todas as paróquias, de modo que as pessoas pudessem crescer nesse relacionamento pessoal e profundo com Jesus.” Continua dizendo que nos seus retiros para sacerdotes costuma enfatizar a cura através da Eucaristia e pede que preguem muito sobre a “fonte e ápice de toda a vida cristã”. E aqui ele cita outro livro seu intitulado Healing Through the Mass (A cura pela missa-Mineola, NY Ressurection Press, 1992.)

E justamente lembra que neste livro ele quer focalizar nossa atenção para este maravilhoso sacramento e propor algumas considerações a respeito dos diversos passos para receber Nosso Senhor na sagrada comunhão. Espera que este trabalho desperte os leitores para o ritual mais importante de nossa vida: receber Jesus em nosso coração. E termina a introdução citando um livro The Way of Divine Love (O Caminho do amor divino) de Rockford, IL, Tan Books and Publishers, (1981), onde Jesus fala à irmã Josefa Menendez:

“Quero falar-lhes das dores lancinantes que encheram Meu coração na Última Ceia. Se para Mim foi motivo de alegria pensar em todos aqueles a quem Eu seria tanto Companheiro quanto Alimento celeste, em todos aqueles que estariam Comigo até o final dos tempos, em adoração, reparação e amor... isso de forma alguma diminuiu Minha tristeza por todos aqueles que Me deixariam abandonado em Meu Tabernáculo e que nem mesmo acreditariam em Minha presença real.” Em quantos corações corrompidos pelo pecado Eu precisaria entrar... e quantas vezes essa profanação de Meu Corpo e Sangue seria a causa de sua derradeira condenação... A sagrada Eucaristia é a criação do amor... Ainda assim, quão poucas almas correspondem a esse amor que por elas se esgota e se consome!
  
E sobre a importância da Missa vários santos deixaram seus testemunhos como Santo Agostinho: “Uma só missa a que houveres assistido em vida será mais salutar que muitas a que os outros assistirão por ti depois da morte. Será ratificada no Céu a benção que do Sacerdote recebes na Santa Missa”. Santa Mectildes declarou: “Todas as missas tem um valor infinito, pois são celebração pelo próprio JESUS CRISTO, com uma devoção e amor acima do entendimento dos Anjos e dos homens, constituindo o meio mais eficaz que nos deixou Nosso Senhor JESUS CRISTO para a salvação da humanidade”. São Francisco de Assis: “Sinto-me abrasado de amor até o mais íntimo do coração pelo santo e admirável Sacramento da Santa Missa e deslumbrado por essa clemência tão caridosa de Nosso SENHOR, a ponto de considerar grave falta, para quem, podendo assistir a uma Missa, não o faz”.

Fonte: Portal “SAL DA TERRA, LUZ DO MUNDO”


quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

NASCEU O NOSSO SALVADOR!

A
colhei o convite materno que vos faço. Rezai, meditai a minha palavra, guardai-a no coração, ficai despertos, vigiando e esperando. É a noite santa.

Passai-a comigo, filhos prediletos; vivei-a no profundo do meu Coração Imaculado.

Assim podeis penetrar o mistério da vossa salvação, que se revela aos pobres, aos pequenos, aos simples e aos puros de coração.

A minha alma é submersa numa Luz divina e a minha pessoa envolvida por profunda sensação de paz e de bem-aventurança enquanto o meu seio virginal se abre ao dom divino do Filho.

Ao nosso redor paira a noite profunda: as portas fechadas ao nosso pedido de hospedagem; os corações dos homens endurecidos pelo egoísmo e pelo ódio; as mentes, obcecadas pelo erro e pelo espesso gelo que cobre o mundo, são incapazes de amar!

Porém, na pobre Gruta, acende-se uma pequena luz num sinal de expectativa e de esperança; dois corações humanos pulsam de amor para preparar o berço que receberia o Menino, apenas nascido.

O meu castíssimo Esposo José procura tornar mais acolhedor aquele ambiente tão pobre, enquanto a Mãe do Céu está absorta em profunda e intensa oração com o Pai.

É neste momento que o Céu desposa a Terra, floresce o Rebento há séculos esperado, nasce o Deus-conosco, o Salvador toma posse da sua propriedade real, o Redentor começa a pagar o preço do nosso resgate.

Com o cântico dos Anjos desce a Paz do céu. A terra se abre para receber o orvalho da misericórdia divina, enquanto os corações simples dos Pastores se abrem às vozes que anunciam tão maravilhoso acontecimento:

"Hoje nasceu para vós um Salvador que é Cristo Senhor".

Fonte: SOS MARIA


terça-feira, 24 de dezembro de 2013

NATAL É O ENCONTRO DE DEUS COM SEU POVO

O presente de Deus à humanidade é sinal da condescendência

Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

O
 que fazer dos muitos presentes recebidos nos Natais passados e no Natal que se aproxima? Muita gente acumula coisas em casa e fica abarrotando quartos com brinquedos, armários com aquelas coisas que "um dia poderão servir". Há pessoas que logo encontram um destino adequado ao que é realmente útil ou, melhor ainda, sabem partilhar o que é supérfluo para elas. Entretanto, valem os gestos de amizade, a troca de atenções e a generosidade dos dias de fim de ano. Mas os presentes de Natal são apenas ponto de partida para outra conversa.

A humanidade recebeu um presente, o maior de todos, quando o Verbo de Deus se fez carne no ventre da Virgem Maria. Não se trata de um acontecimento de pouca importância, mas "do acontecimento" que mudou a história do mundo, diante do qual mudaram as datas e o coração das pessoas. E os cristãos, chamados a cuidar do grande legado da fé, têm a responsabilidade de anunciar a todos a grande notícia, que é alegria para todo o povo e para todas as gerações. "Natal é o encontro com Jesus. Deus sempre buscou Seu povo e o guiou, tomou conta dele e prometeu que estaria sempre perto. No Livro do Deuteronômio, lemos que Deus caminha conosco, guia-nos pela mão como um pai faz com seu filho. Isto é maravilhoso! O Natal é o encontro de Deus com Seu povo, e é também um mistério de consolação" (Papa Francisco, em recente entrevista ao jornal italiano "La Stampa").

O presente de Deus à humanidade é sinal da condescendência com cada pessoa e com todas as situações vividas. Lição de carinho pensado desde a eternidade no plano de Deus, com o qual fomos feitos por amor, no amor e para o amor. Um mundo que foi planejado para que as pessoas sejam felizes, e não para a perdição. A plenitude dos tempos, seu amadurecimento realizado, irrompeu quando a Virgem Maria deu à luz o Menino de Belém. Sua presença veio mostrar que a vida humana vale muito, tanto que tem o preço do amor infinito de Deus. Em tempos como o nosso, em que a vida é vilipendiada, desprezada e jogada no lixo das cidades e da história, o Menino do Presépio é testemunha de que a humanidade só encontrará sua estrada de realização e felicidade quando a sementinha de vida for acolhida com amor, tratada com carinho e custodiada da fecundação até seu ocaso natural. Não podemos nos iludir! As falcatruas legais com as quais a vida vem a ser destruída trarão suas consequências, pois o salário do pecado é a morte (Cf. Rm 6, 23).

A Sagrada Escritura está recheada de repreensões feitas pelo Senhor a um povo de cabeça dura. Os sucessivos profetas não hesitaram em lançar em rosto justamente ao povo que pertencia a Deus suas censuras. E o povo de nosso tempo, cuja herança da fé cristã foi dada em legado, o que fez dos valores do Evangelho? Não é segredo que, muitas vezes, o "mea culpa" do reconhecimento dos pecados foi feito por nós cristãos e haverá de ser sempre atual. Não basta nos enfeitarmos em trajes de festa e jogar para debaixo do tapete nossa incoerência. Somos nós os que primeiro devem tomar consciência de que os valores do Evangelho, como a verdade e a sinceridade, o amor à vida e a seriedade na administração dos bens materiais e espirituais foram desprezados e a esperteza ou os interesses passaram na frente.

A falta de lisura na prestação de contas, os desvios de verbas públicas e o "por fora" da corrupção são absolutamente incoerentes com o Cristianismo. Cuidar do presente recebido de Deus é ter a coragem de recomeçar, reconhecer erros cometidos, limpar as mãos e o coração. Este é um apelo urgente, em nome do Natal. A história mostra que o Cristianismo, malgrado as falhas de todos os que o professam, gerou cultura. É impensável separar a arte dos séculos passados da benéfica influência do Evangelho. Nasceram da Igreja expressões pictóricas e esculturais e peças musicais em profusão. Em muito, foi à sombra da Igreja que o teatro se desenvolveu e consolidou. Os monumentos históricos têm incrustados em seus traços as virtudes e os pecados de gerações de cristãos. E a educação ou a saúde e tantas ações sociais? A sensibilidade e a solidariedade foram cultivadas a partir do Evangelho e por ele sustentadas. Ignorar a Igreja, pretender jogá-la no lixo da história é, no mínimo, injustiça. Mas é ainda cegueira pura a pretensa iluminação dos que julgam ser os novos criadores do universo a partir do nada. Assistimos em nossos dias ao espetáculo do laicismo militante, tributário dos muitos desastres que já se entreveem. Parecemos crianças que teimam em por a mão na tomada. O choque já veio e virá!

Muito maior é a vertente positiva, com a qual podemos celebrar mais uma vez o Natal. Continuam verdadeiros os sentimentos mais autênticos nascidos do Presépio. É ainda e sempre será bom e bonito espalhar presentes, ir ao encontro dos mais pobres, experimentar a partilha dos bens, sorrir, saudar os outros com afeto. É nosso programa para estes dias, para recuperar todas as lições dos muitos natais da história e de nossa vida pessoal. É do Papa Francisco a lição do Natal de 2013, na citada entrevista: "Deus nos diz duas coisas. A primeira: tenham esperança. O Senhor sempre abre as portas e nunca as fecha. Ele é o Pai que nos abre as portas. Segunda: não tenham medo da ternura. Quando os cristãos se esquecem da esperança e da ternura, tornam a Igreja fria, sem saber para onde vai e se enrola em ideologias e atitudes mundanas, enquanto a simplicidade de Deus lhe diz: 'Vá para frente, eu sou um Pai que te acaricia'. Tenho medo quando os cristãos perdem a esperança e a capacidade de abraçar e acariciar". É tempo de preparar-se, despojando-nos de preconceitos, purificando o coração, jogando fora o que existe de mais velho em nós, o egoísmo, para revestir-nos dos mesmos sentimentos que foram os de Jesus Cristo, Filho de Deus, nascido em Belém, morto e ressuscitado, presente na história, vivo para sempre. A Ele sejam dadas a honra e a glória, hoje e em todos os séculos, pela eternidade.

*Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém - PA.


segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

MENSAGEM DE BOAS FESTAS DO MFC ALAGOAS



P
elo muito que vocês todos tem representado, a Coordenação Estadual do MFC ALAGOAS vem desejar a todos os melhores votos de um Natal cheio de paz!

Que possamos continuar na emoção de levar sensações boas, de desejar felicidades, de reconciliar sentimentos, de encurtar distâncias através das palavras, que juntas, formam mensagens que agora, dedicamos a vocês.

Desejamos que neste Natal a luz que guia o mundo possa também clarear os seus sonhos de felicidade, que os anjos acampem ao seu redor para sempre te proteger e amparar nessa longa caminhada da vida, e que o caminho seja repleto de flores e frutos.

Com a sua participação, mefecista alagoano, conseguimos alcança grandes momentos de evangelização, pois a cada dia fazemos novos irmãos mefecistas... a cada dia aparecem mais pessoas encantadoras...

Feliz Natal MFC, e que a cada dia de nossas vidas, aprendemos com nossos erros ou nossas vitórias, o importante é saber que todos os dias vivemos algo novo.

Que no novo ano que se inicia, possamos viver intensamente cada momento, com muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus, enfim...

Feliz Natal e Próspero Ano Novo
com bom humor, saúde e sucesso para todos!

São os votos sinceros da
Coordenação Estadual do Movimento Familiar Cristão de Alagoas
a toda família MFC


FELIZ NATAL E PRÓSPERO ANO NOVO!


NATAL DE AMOR, COMPAIXÃO E SOLIDARIEDADE!

Jorge Maciel
MFC MACEIÓ

O
 período natalino sempre nos traz à lembrança momentos marcantes da nossa vida. Sem dúvida é na nossa infância que ficam as marcas mais significativas desta fase da nossa vida, passagens essas que, todos os anos retornam ao pensamento, fazendo-nos reviver os momentos felizes, outros nem tanto, mas que continuam a povoar o nosso consciente e a influenciar o nosso estado de espírito no período natalino.

Hoje já comemoramos o natal, com as cascatas de luzes alegrando nossos corações e brilhando nos nossos olhos. Mas não são todos os olhos que brilham e, para milhões de pessoas não há nenhum motivo para festejar o natal, pois estão sem alimentação, sem moradia, sem trabalho, sem sequer um olhar carinhoso. É tempo de paixão e morte. Como que em um único retrato, em branco e preto.

No natal, Jesus nasce de novo. Mas, milhares de crianças que, como Ele, vieram ao mundo no outro natal, não estão comemorando, o primeiro aniversário. Porque não conseguiram sobreviver à pobreza, à fome, às agressões, enfim, tudo isto, bem próximo de nossos governantes, que insistem em não enxergarem essa situação de milhares de brasileiros.

Talvez essas coisas mágicas não aconteçam com todo mundo. Nem mesmo sei se acontecem com muitas ou com poucas pessoas. Mas acontecem com algumas, não que estas sejam melhores que ninguém. Apenas são mais perceptivas a algumas sutis mudanças que ocorrem no ar, no humor e no amor das pessoas.

O clima de natal é contagiante. Pelo menos na imaginação, o nosso desejo é o de abraçar o mundo. De repente, parece que o melhor presente é estar presente, é viver. Mas, se a vida é, para nós, o melhor presente, por que não a envolvemos nos nossos mais belos laços e não doamos um pouco dela para quem, dela, pouco, ou nada tem?

Mas ontem (22), o projeto PAPAI NOEL EXISTE que vem sendo realizado desde 2004, com amigos do casal empresário e mefecista, Vamberto e Marly (Grupo Amizade – MFC Maceió), vestidos de Papai Noel e Mamãe Noel, comemoraram neste ano de 2013, 10 anos – uma década de existência, atendendo aproximadamente mil crianças, com Papais e Mamães Noel indo aos povoados Tuquanduba, Saco, Manguinho, Suíça, Arruado dos Santos, Cebo e Fonte Azul, pertencentes ao município de Marechal Deodoro – Alagoas, distribuindo presentes e proporcionando brincadeiras, confeitos, musicas e muita alegria para às crianças carentes, fazendo a alegria daqueles que pouco ou nada têm.

É verdade que no período natalino, as pessoas sorriem mais, tornam-se mais tolerantes, mais pacientes. Algumas ficam mais otimistas. Outras ficam criativas para acompanhar o otimismo daquelas, ainda que não tenham boas razões para serem otimistas. Mas é preciso que esse número aumente para que mais crianças possam sentir a alegria de imaginar ter sido atendida por Papai Noel, como as atendidas pelo projeto Papai Noel Existe.

Quem sabe o próximo natal seja diferente. Porque este está sendo igual aos anteriores. Pelo menos para milhares de brasileiros, irmãos ao alcance do nosso abraço natalino, mas que não comparecem a nossa mesa, que não brindam conosco. Portanto o próximo natal há de ser melhor para estes. Para isto, hoje e todos os próximos dias, têm que ser natal. Há que se ter trabalho e salário. Há que se ter escolas, hospitais e creches, enfim, há que se ter vontade e decisão política.

Portanto vamos sonhar que a paz e a felicidade poderemos conseguir, simplesmente usando mais o amor, a compaixão e a solidariedade.


*Jorge Maciel é casado com Penha Maciel, atuais vice-coordenadores da Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió (Gestão 2013/2016).

domingo, 22 de dezembro de 2013

HOJE, 220ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN


Excepcionalmente neste domingo, 22 de dezembro de 2013, a MISSA DO MFC NO ALDEBARAN será às 9 horas. Participe e leve sua família para esse encontro com Cristo.


LITURGIA DO 4º DOMINGO DO ADVENTO - 22/12/2013

   
4º DOMINGO DO ADVENTO
    
  

PRIMEIRA LEITURA (Is 7,10-14)

Leitura do Livro do Profeta Isaías:
Naqueles dias, 10o Senhor falou com Acaz, dizendo: 11“Pede ao Senhor teu Deus que te faça ver um sinal, quer provenha da profundeza da terra, quer venha das alturas do céu”.

12Mas Acaz respondeu: “Não pedirei nem tentarei ao Senhor”.

13Disse o profeta: “Ouvi então, vós, casa de Davi; será que achais pouco incomodar os homens e passais a incomodar até o meu Deus? 14Pois bem, o próprio Senhor vos dará um sinal: Eis que uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Emanuel.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 145)

— O rei da glória é o Senhor onipotente;/ abri as portas para que ele possa entrar!

— Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra,/ o mundo inteiro com os seres que o povoam;/ porque ele a tornou firme sobre os mares,/ e sobre as águas a mantém inabalável.

— “Quem subirá até o monte do Senhor,/ quem ficará em sua santa habitação?”/ “Quem tem mãos puras e inocente o coração,/ quem não dirige sua mente para o crime.

— Sobre este desce a bênção do Senhor/ e a recompensa de seu Deus e Salvador”./ “É assim a geração dos que o procuram,/ e do Deus de Israel buscam a face”.

SEGUNDA LEITURA (Rm 1,1-7)

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos:
1Eu, Paulo, servo de Jesus Cristo, apóstolo por vocação, escolhido para o Evangelho de Deus, 2que pelos profetas havia prometido, nas Sagradas Escrituras 3e que diz respeito a seu Filho, descendente de Davi segundo a carne, 4autenticado como Filho de Deus com poder, pelo Espírito de Santidade que o ressuscitou dos mortos, Jesus Cristo, Nosso Senhor. 5É por ele que recebemos a graça da vocação para o apostolado, a fim de podermos trazer à obediência da fé todos os povos pagãos, para a glória de seu nome.

6Entre esses povos estais também vós, chamados a ser discípulos de Jesus Cristo. 7A vós todos, que morais em Roma, amados de Deus e santos por vocação, graça e paz da parte de Deus, nosso Pai, e de nosso Senhor Jesus Cristo.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Mt 1,18-24)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor!

18A origem de Jesus Cristo foi assim: Maria, sua mãe, estava prometida em casamento a José, e, antes de viverem juntos, ela ficou grávida pela ação do Espírito Santo. 19José, seu marido, era justo e, não querendo denunciá-la, resolveu abandonar Maria, em segredo.

20Enquanto José pensava nisso, eis que o anjo do Senhor apareceu-lhe, em sonho, e lhe disse: “José, Filho de Davi, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa, porque ela concebeu pela ação do Espírito Santo. 21Ela dará à luz um filho, e tu lhe darás o nome de Jesus, pois ele vai salvar o seu povo de seus pecados”.

22Tudo isso aconteceu para se cumprir o que o Senhor havia dito pelo profeta: 23“Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho. Ele será chamado pelo nome de Emanuel, que significa: Deus está conosco”.

24Quando acordou, José fez como o anjo do Senhor havia mandado e aceitou sua esposa.

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

REFLETINDO A PALAVRA
“ABRI AS PORTAS PARA QUE ELE ENTRE”
Padre Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.

SEU NOME SERÁ JESUS
O mundo tinha chegado a um grande desenvolvimento. O Império Romano fizera o altar para paz depois de ter massacrado os povos. Mas sentia-se vazio porque o coração humano não se satisfazia nem com a riqueza nem com o prazer nem com a vaidade. Para onde ir se ficamos o tempo todo no mesmo lugar? O que não vem do coração do homem jamais preenche a vida. O profeta Isaias indica ao longe a solução: “Eis que uma Virgem conceberá e dará à luz um filho e o chamará Emmanuel, que quer dizer, Deus Conosco” (Is 7,14). Aquele que veio na carne humana, como homem, preenche o coração de todo ser humano. A humanidade recebe a Divindade que o eleva à eternidade. Estamos contemplando o nascimento de Jesus. O salmo convida abrir as portas para que o Rei da Glória possa entrar. Este domingo está voltado para o nascimento de Jesus. Deus enviou seu Filho que nasceu, passou pela vida e a morte, ressuscitou e foi elevado à glória. A oração da missa convida a fazer o mesmo caminho: pela Encarnação passar pela Paixão para chegar à glória da Ressurreição. É um único Mistério de Salvação. S. Mateus, em seu evangelho, narra a origem de Jesus. Palavras simples que resumem em si toda a história. Usando as palavras a origem de Jesus foi assim, retoma as primeiras palavras do Gênesis  narrando a criação, para indicar que com Jesus começa um mundo novo. Ele é totalmente novo, mas pertence à família de Davi e pela fé é descendente de Abraão. Ele é a bênção que é dada a todas as nações da terra (Gn 22,18). A narrativa do anúncio a José traz um ensinamento profundo: O mistério de um homem chamado José. Se por um lado José entra na história da salvação ao lado de Maria no nascimento de Jesus, por outro é símbolo de todo o fiel que crê.  É um homem que não gerou na carne, mas gerou na fé para a salvação.  

SEU NOME É SUA MISSÃO
Com palavras simples São Mateus ensina-nos como isso aconteceu a Encarnação. Deus quis ser humano como explica S. Paulo proclamando o esvaziamento de toda aparência de Divindade. Seu nome, Jesus – em hebraico Jehô-jeshû‘a - quer dizer o “Senhor é Salvação”. Ele entrou na história da humanidade através de um povo, Israel; de uma tribo, a de Judá; na família de Davi que tinha a realeza; nasceu de uma Virgem, pois é Filho do Altíssimo. Deus confiou totalmente no ser humano para levar seu Filho a realizar Sua missão. O Homem Deus, Jesus de Nazaré, é chamado então filho de José, o carpinteiro, e de Maria. José era um homem justo, quer dizer, que entendia das coisas de Deus e sabia escutá-lo. Por que o Anjo lhe fala só em sonhos? É um modo de explicar que é na noite da fé que entendemos a clarezas de Deus. Não podemos dizer que foi fácil. Aparição de Anjo ensina também que Deus fala no interior quando somos movidos pela fé.

O NATAL É UMA MISSÃO
José e Maria receberam a missão de abrir o caminho para a chegada do Emanuel, Deus Conosco. Paulo é escolhido para anunciar o Evangelho de Deus. O Natal que celebramos não é somente memória de um acontecimento Divino, mas é uma missão que quer levar a todos o conhecimento do Deus Conosco para que sejamos também Homens e Mulheres com Ele, isto é, assumindo a Divindade que habitou nossa Humanidade. Somos chamados a fazer o caminho de conversão a ver as misérias espirituais e humanas que fazem o povo sofrer e dar solução.

Que o Natal faça de nós uma bênção para o mundo.

ORAÇÃO
                             
Derramai, ó Deus, a vossa graça em nossos corações para que, conhecendo pela mensagem do Anjo a encarnação do vosso Filho, cheguemos, por sua paixão e cruz, à gloria da ressurreição. Amém!

*Editado por JorgeMacielNews


sábado, 21 de dezembro de 2013

QUESTIONÁRIO DO PAPA FRANCISCO PARA O SÍNODO EXTRAORDINÁRIO SOBRE A FAMÍLIA


QUESTIONÁRIO DO PAPA FRANCISCO PARA O SÍNODO EXTRAORDINÁRIO SOBRE A FAMÍLIA
   

O
 Papa Francisco enviou às dioceses do mundo o documento preparatório para a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, com o título “Os desafios da família no contexto da evangelização”, convocado pelo Sumo pontífice para outubro de 2014, destinada a especificar o “status quaestionis” e a recolher testemunhos e propostas dos Bispos para anunciar e viver de maneira fidedigna o Evangelho para a família. Em 2015, a segunda Assembleia Geral Ordinária procurar linhas de ação para a pastoral da pessoa humana e da família.

Dom Antônio Muniz
Dom Antônio Muniz, arcebispo metropolitano de Maceió, atendendo ao apelo do Papa pede às paróquias, movimentos, pastorais, associações e novas comunidades que façam chegar as suas famílias o questionário que deve ser respondido e devolvido até o final de janeiro do próximo ano.

Os membros do Movimento Familiar Cristão de Maceió devem imprimir e preencher o questionário abaixo e entregar a Coordenação de Cidade, na reunião do Conselho de Cidade, que acontecerá no dia 15 de janeiro de 2014, na Sede do MFC Maceió. Outra opção de envio é através do E-mail: mfcmaceio@gmail.com

Selecione o questionário, copie (Ctrl+c), cole no Word (Ctrl+v), responda as perguntas e salve no seu computador.
Depois é só enviar o arquivo por e-mail ou imprimir e entregar ao MFC MACEIÓ.

QUESTIONÁRIO

As seguintes perguntas permitiram às Igrejas particulares participarem, ativamente, na preparação do Sínodo Extraordinário, que tem a finalidade de anunciar o Evangelho nos atuais desafios pastorais a respeito da família.

1 - Sobre a difusão da Sagrada Escritura e do Magistério da Igreja a propósito da família

aa)   Qual é o conhecimento real dos ensinamentos da Bíblia, da Gaudium et Spes, da Familiaris Consortio e de outros documentos do Magistério pós-conciliar sobre o valor da família segundo a Igreja católica? Como os nossos fiéis são formados para a vida familiar, em conformidade com o ensinamento da Igreja?
bb)   Onde é conhecido, o ensinamento da Igreja é aceite integralmente. Verificam-se dificuldades na hora de o pôr em prática? Se sim, quais?
cc)   Como o ensinamento da Igreja é difundido no contexto dos programas pastorais nos planos nacional, diocesano e paroquial? Que tipo de catequese sobre a família é promovida?
dd)   Em que medida – e em particular sob que aspectos – este ensinamento é realmente conhecido, aceite, rejeitado e/ou criticado nos ambientes extra-eclesiais? Quais são os fatores culturais que impedem a plena aceitação do ensinamento da Igreja sobre a família?

2 - Sobre o matrimônio segundo a lei natural
aa)   Que lugar ocupa o conceito de lei natural na cultura civil, quer nos planos institucional, educativo e acadêmico, quer a nível popular? Que visões da antropologia estão subjacentes a este debate sobre o fundamento natural da família?
bb) O conceito de lei natural em relação à união entre o homem e a mulher é geralmente aceite, enquanto tal, por parte dos batizados?
cc) Como é contestada, na prática e na teoria, a lei natural sobre a união entre o homem e a mulher, em vista da formação de uma família? Como é proposta e aprofundada nos organismos civis e eclesiais?
dd) Quando a celebração do matrimônio é pedida por batizados não praticantes, ou que se declaram não-crentes, como enfrentar os desafios pastorais que disto derivam?

3 – A pastoral da família no contexto da evangelização
aa)   Quais foram as experiências que surgiram nas últimas décadas em ordem à preparação para o matrimônio? Como se procurou estimular a tarefa de evangelização dos esposos e da família? De que modo promover a consciência da família como “Igreja doméstica”?
bb)   Conseguiu-se propor estilos de oração em família, capazes de resistir à complexidade da vida e da cultura contemporânea?
cc)   Na atual situação de crise entre as gerações, como as famílias cristãs souberam realizar a própria vocação de transmissão da fé?
dd)   De que modo as Igrejas locais e os movimentos de espiritualidade familiar souberam criar percursos exemplares?
ee)   Qual é a contribuição específica que casais e famílias conseguiram oferecer, em ordem à difusão de uma visão integral do casal e da família cristã, hoje credível?
ef) Que atenção pastoral a Igreja mostrou para sustentar o caminho dos casais em formação e dos casais em crise?

4 – Sobre a pastoral para enfrentar algumas situações matrimoniais difíceis
aa)   A convivência ad experimentum é uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-la numericamente?
bb)   Existem uniões livres de fato, sem o reconhecimento religioso nem civil? Dispõem-se de dados estatísticos confiáveis?
cc)   Os separados e os divorciados recasados constituem uma realidade pastoral relevante na Igreja particular? Em que percentagem se poderia calculá-los numericamente? Como se enfrenta esta realidade, através de programas pastorais adequados?
dd)   Em todos estes casos: como vivem os batizados a sua irregularidade? Estão conscientes da mesma? Simplesmente manifestam indiferença? Sentem-se marginalizados e vivem com sofrimento a impossibilidade de receber os sacramentos?
ee)   Quais são os pedidos que as pessoas separadas e divorciadas dirigem à Igreja, a propósito dos sacramentos da Eucaristia e da Reconciliação? Entre as pessoas que se encontram em tais situações, quantas pedem estes sacramentos?
ff) A simplificação da praxe canônica em ordem ao reconhecimento da declaração de nulidade do vínculo matrimonial poderia oferecer uma contribuição positiva real para a solução das problemáticas das pessoas interessadas? Se sim, de que forma?
gg)   Existe uma pastoral para ir ao encontro destes casos? Como se realiza esta atividade pastoral? Existem programas a este propósito, nos planos nacional e diocesano? Como a misericórdia de Deus é anunciada a separados e divorciados recasados e como se põe em prática a ajuda da Igreja para o seu caminho de fé?

5 - Sobre as uniões de pessoas do mesmo sexo
aa)   Existe no vosso país uma lei civil de reconhecimento das uniões de pessoas do mesmo sexo, equiparadas de alguma forma ao matrimônio?
bb)   Qual é a atitude das Igrejas particulares e locais, quer diante do Estado civil promotor de uniões civis entre pessoas do mesmo sexo, quer perante as pessoas envolvidas neste tipo de união?
cc)   Que atenção pastoral é possível prestar às pessoas que escolheram viver em conformidade com este tipo de união?
dd)   No caso de uniões de pessoas do mesmo sexo que adotaram crianças, como é necessário comportar-se pastoralmente, em vista da transmissão da fé?

6 - Sobre a educação dos filhos no contexto das situações de matrimônios irregulares
aa)   Qual é nestes casos a proporção aproximativa de crianças e adolescentes, em relação às crianças nascidas e educadas em famílias regularmente constituídas?
bb)   Com que atitude os pais se dirigem à Igreja? O que pedem? Somente os sacramentos, ou inclusive a catequese e o ensinamento da religião em geral?
cc)  Como as Igrejas particulares vão ao encontro da necessidade dos pais destas crianças, de oferecer uma educação cristã aos próprios filhos?
dd)   Como se realiza a prática sacramental em tais casos: a preparação, a administração do sacramento e o acompanhamento?

7 - Sobre a abertura dos esposos à vida
aa)   Qual é o conhecimento real que os cristãos têm da doutrina da Humanae Vitae a respeito da paternidade responsável? Que consciência têm da avaliação moral dos diferentes métodos de regulação dos nascimentos? Que aprofundamentos poderiam ser sugeridos a respeito desta matéria, sob o ponto de vista pastoral?
bb) Esta doutrina moral é aceite? Quais são os aspectos mais problemáticos que tornam difícil a sua aceitação para a grande maioria dos casais?
cc)   Que métodos naturais são promovidos por parte das Igrejas particulares, para ajudar os cônjuges a pôr em prática a doutrina da Humanae Vitae?
dd) Qual é a experiência relativa a este tema na prática do sacramento da penitência e na participação na Eucaristia?
ee) Quais são, a este propósito, os contrastes que se salientam entre a doutrina da Igreja e a educação civil?
ff) Como promover uma mentalidade mais aberta à natalidade? Como favorecer o aumento dos nascimentos?

8 - Sobre a relação entre a família e a pessoa
aa) Jesus Cristo revela o mistério e a vocação do homem: a família é um lugar privilegiado para que isto aconteça?
bb) Que situações críticas da família no mundo contemporâneo podem tornar-se um obstáculo para o encontro da pessoa com Cristo?
cc) Em que medida as crises de fé, pelas quais as pessoas podem atravessar, incidem sobre a vida familiar?

9 - Outros desafios e propostas
Existem outros desafios e propostas a respeito dos temas abordados neste questionário, sentidos como urgentes ou úteis por parte dos destinatários?