domingo, 17 de julho de 2011

LITÚRGIA DO 16º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 17/07/2011


Deus é "amor, paciência e perdão", e nos ensina a sermos misericordiosos com o joio a nosso lado. Em vez de logo condenar e lançar no fogo, sejamos a paciência de Deus e Seu fermento, Sua força a transformar toda a massa: a semente de mostarda pode tornar-se "maior do que as outras plantas" e acolher a inteira humanidade aninhando-se em seus ramos!

16º domingo do tempo comum
1ª Leitura: Leitura do Livro da Sabedoria 12, 13.16-19
Salmo:  85
2ª Leitura: Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 8, 26-27
Evangelho: Mateus 13, 24-43
  
EVANGELHO – MATEUS 13, 24-43
Naquele tempo, Jesus contou outra parábola à multidão: "O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo.
Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora.
Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio.
Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: 'Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?'
O dono respondeu: 'Foi algum inimigo que fez isso'. Os empregados lhe perguntaram: 'Queres que vamos arrancar o joio?'
O dono respondeu: 'Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado. Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!"
Jesus contou-lhes outra parábola: "O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos".
Jesus contou-lhes ainda outra parábola: "O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado".
Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, para se cumprir o que foi dito pelo profeta: "Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo".
Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: "Explica-nos a parábola do joio!"
Jesus respondeu: "Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos.
Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes. Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça".
Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA –  DOM HENRIQUE SOARES DA COSTA
Continuamos a escutar o Senhor que, sentado na barca, nos fala do Reino dos Céus… Permanecemos atentos, como aquela multidão em pé, à beira-mar, embevecida: "Nunca nenhum homem falou assim…"

Hoje, o Senhor nos apresenta três parábolas: a do trigo e do joio semeados no campo do mundo e do nosso coração, a do grão de mostarda que cresce a abriga as aves dos céus e, finalmente, a do tiquinho de fermento que leveda toda a massa… É assim o Reino dos Céus!

As três parábolas mostram a fraqueza do Reino, sua fragilidade escandalosa, mas também sua força invencível, seu poder, sua capacidade de tudo impregnar e transformar, até chegar à vitória final. Só que para compreender isso – os mistérios do Reino -, é necessário ter a paciência, a sabedoria que nos dá a capacidade de acolher os tempos e modos de Deus! Mas, vamos às parábolas.

Primeiro, a do trigo e do joio. Que nos ensina aqui o Senhor? Que lições nos quer dar? Em primeiro lugar: Deus não é inativo, indiferente ao mundo, à nossa vida de cada dia. No seu Filho, semeou o trigo do Reino no campo deste mundo e no campo do nosso coração. Como diz o Livro da Sabedoria, na primeira leitura de hoje: "Não há, além de ti, outro Deus que cuide de todas as coisas!" Sim: nosso Deus é um Deus presente, um Deus atuante, um Deus que cuida de nós com amor e com amor vela por suas criaturas! Não duvidemos, não percamos de vista esta realidade: num mundo de cimento armado e homens bombas, fome, mortes e mensalões, Deus está presente, Deus cuida de nós! Uma segunda lição desta parábola: no mundo e no coração de cada um de nós infelizmente há o mal, o pecado, a treva. Por favor, não mascaremos o mal do mundo nem o mal do nosso interior! É preciso desmascará-lo, é preciso chamá-lo pelo nome! Não mascare, irmão, irmã, o mal da sua vida, do seu coração, da sua consciência! Esse mal não vem de Deus; vem do Antigo Inimigo, do Diabo que, mais esperto que nós, tantas vezes faz o mal nos parecer bem e até achar que nós mesmos estamos acima do bem e do mal! O Diabo é assim: semeia o mal e faz com que ele se confunda com o bem, como o trigo e o joio. E nós, tolos, confundimos tudo e pensamos ser bem ao que é mal – mal semeado pelo Maligno! Por favor, olhe o seu coração: não se engane, não finja, não mascare, não minta pra você mesmo! Chame o mal de mal e o bem de bem! Numa terceira lição, a parábola de Jesus nos ensina a paciência, sobretudo com o mal que vemos no mundo e nos outros! Somos impacientes, caríssimos, e até julgamos Deus e o seu modo de agir no mundo. O querido Bento XVI, na sua homilia de início de pontificado, falava da paciência de Deus que salva e da impaciência nossa que coloca a perder… Jesus nos pede que confiemos em Deus, que acreditemos na sua ação e nos seus desígnios, tempos e modos: Não há, além de ti, outro Deus que cuide de todas as coisas e a quem devas mostrar que teu julgamento não foi injusto. A tua força é princípio da tua justiça e o teu domínio sobre todos te faz para com todos indulgente. Dominando tua própria força, julgas com clemência e nos governas com grande moderação; e a teus filhos deste a confortadora esperança de que concedes o perdão aos pecadores".

Escutemos ainda um pouco o Senhor; aprendamos com as parábolas do grão de mostarda e do fermento que leveda a massa. Precisamente porque o modo de pensar e agir de Deus não é como o nosso, o Reino dos Céus aparece tão frágil, tão inseguro, tão precário… pequenino como um grão de mostarda, pouquinho como uma pitada de fermento! E, no entanto, será grande, será forte, será vitorioso e abrigará as aves dos céus! Será eficaz, forte, e penetrará toda a massa deste mundo! Mas, quando, Senhor? Por que demoras? Por que parece que estás longe? Por que pareces dormir? Observem, irmãos, que em todas as parábolas do Reino, Jesus deixa claro que, ao fim, haverá um julgamento de cada um de nós e o Reino triunfará!

Mas, para não descrer, para não desesperar, para não ver e sentir simplesmente na nossa medida e com nossas forças, supliquemos que o Espírito do Ressuscitado venha nos socorrer, "pois não sabemos o que pedir, nem como pedir!" Só o Espírito do Cristo, o Semeador do Reino, pode nos fazer perceber os sinais do Reino, os sinais de Deus no mundo e na vida. Só o Espírito nos sustenta, fazendo-nos caminhar sem desfalecer, de esperança em esperança… Só o Espírito nos ensina as coisas do Reino: ele torna o Reino presente porque torna Jesus presente. Por isso mesmo, em vários antigos manuscritos do Evangelho de São Lucas, na oração do Pai-nosso, onde tem "Venha o teu Reino" aparece "Venha o teu Espírito"! É o Espírito de Cristo que torna o Reino presente em nós e no mundo. Deixemo-nos, portanto, guiar por ele, pois "o Reino de Deus é paz e alegria no Espírito Santo!"

Eis, caríssimos! Aprendamos do Senhor, vigiemos e acolhamos sua palavra. Se formos fiéis e perseverarmos até o fim, escutaremos cheios de esperança sua promessa, que encerra o Evangelho de hoje: "… então, os justos brilharão como o sol no Reino do seu Pai!" Que assim seja! Amém!

ORAÇÃO
Pai, que as portas da verdadeira esperança se abram sem discriminações, nos conduzindo pelo Espírito e que o Seu projeto aconteça em nossas vidas.

sábado, 16 de julho de 2011

COORDENAÇÃO ESTADUAL DO MFC/AL RECEBE RELATÓRIO E PARTICIPA DE REUNIÃO EM MURICI

A coordenação estadual do Movimento Familiar Cristão de Alagoas recebeu relatório da Assessoria Estadual de Acompanhamento e Orientação referente às reuniões realizadas com as coordenações municipais do Movimento Familiar Cristão de Arapiraca e Murici, com informações de disponibilidade e estrutura para realizar nucleação ainda neste semestre.

Segundo o relatório, as cidades de Arapiraca e Murici detêm condições estruturais para realizar nucleações, necessitando apenas o apoio logístico e organizacional da Equipe Estadual.

A coordenação estadual vai se reunir na próxima terça-feira, dia 19, a partir das 19 horas, na Sede do MFC, com todas as assessorias estaduais para definirem o planejamento e execução das nucleações em Arapiraca e Murici. A coordenação vai propor que as nucleações aconteçam nos dias 9 e 10 de setembro em Murici, e 24 e 25 de setembro em Arapiraca. "Vamos propor as datas, mas quem realmente vai definir são as coordenações municipais de comum acordo com nossa equipe", concluiu James, coordenador estadual.

MURICI
Neste sábado (16), o casal coordenador estadual, James e Fátima, acompanhados do casal vice-coordenador, Vamberto e Marly, e membros da Equipe Estadual participam da reunião mensal da Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Murici.

Durante a reunião, as coordenações de estado e cidade tratarão de assuntos relacionados à nucleação e visitarão o local onde acontecerá a nucleação.

sexta-feira, 15 de julho de 2011

MEU FILHO, VOCÊ NÃO MERECE NADA - Artigo de Eliane Brum

Eliane Brum

“A crença de que a felicidade é um direito tem
tornado despreparada a geração mais preparada”

ELIANE BRUM
Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.

É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?
Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

quinta-feira, 14 de julho de 2011

COFAM/BA PROMOVE CURSOS DE TERAPIA COMUNITÁRIA E DE RELAÇÕES FAMILIARES

O COFAM – CENTRO DE ORIENTAÇÃO FAMILIAR, criado pelo Movimento Familiar Cristão de Salvador – Bahia está oferecendo cursos de TERAPIA COMUNITÁRIA e de RELAÇÕES FAMILIARES para Grupos ou Comunidades que desejam maior eficácia.

CURSO DE TERAPIA COMUNITÁRIA é um método de trabalho transdisciplinar e transcultural com grupos e comunidades, abrindo espaços para exercício da cidadania, através de grupos que favorecem a inclusão social, a elevação da auto-estima e a formação de redes sociais de apoio.

O investimento é de 15 parcelas de R$ 120,00 (cento e vinte reais) e a carga horária é de 360 horas com duração de 13 meses, com aulas quinzenais aos sábados das 8 às 18 horas.

CURSO RELAÇÕES FAMILIARES é destinado a pessoas que estejam interessadas em compreender e vivenciar melhor a dinâmica familiar, contribuindo assim para uma convivência mais saudável. Este curso tem caráter teórico-vivencial e funciona também como uma introdução ao curso de Especialização em Terapia Familiar, a ser lançado em breve.

O investimento é de R$ 70,00 (1º Módulo) com aulas nos dias 30 e 31 de julho, das 8h30min às 18h (no sábado) e 8h30min às 12h30min (no domingo).

O 2º Módulo acontece nos dias 27 e 28 de agosto.

As inscrições já estão abertas na Sede do COFAM/BA e maiores informações estão disponíveis, de segunda a sexta-feira, das 12 às 19 horas através do telefone (71) 3242-5959. Outras informações podem ser adquiridas através do Site www.cofam.org.br ou pelo e-mail cofam.ba@ig.com.br

terça-feira, 12 de julho de 2011

ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO - FLÁVIO & LUCILA

CONSELHO DE CIDADE DO MFC MACEIÓ SE REÚNE HOJE

Rita e Neto Marinho - Casal Coordenador Cidade de Maceió

A Equipe Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió confirmou para a noite desta terça-feira, 12, a reunião mensal do CONSELHO DE CIDADE, a partir das 19h30min, no auditório da Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580 - Pajuçara), para avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

O CONSELHO DE CIDADE é formado pela Coordenação de Cidade e Coordenadores de Grupos de Base. Participam também da reunião os demais integrantes da Equipe Cidade, Tesoureiros de Grupos, Orientadores e Assessorias.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas. 

Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte, a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

DIVULGADA A PROGRAMAÇÃO DO 11º ENCONTRO DOS AMIGOS DE ALAGOAS E GUARABIRA(PB)

A comissão organizadora do 11º ENCONTRO DOS AMIGOS DE ALAGOAS E GUARABIRA(PB) divulgou a programação oficial do evento que esse ano acontece em Maceió(AL) com a participação da família mefecista alagoana.

A chegada da delegação paraibana, composta de 100 (cem) participantes, ao Rancho Pé de Pinhão (Marechal Deodoro-AL) - a Embaixada Guarabirense, está prevista para a sexta-feira, dia 22, às 18 horas, onde a delegação visitante será recepcionada e receberá das mãos do mefecista Vamberto a chave da Embaixada. Na oportunidade será lida uma mensagem da anfitriã Marly e em seguida a apresentação de um vídeo de Alagoas.

Ainda na sexta-feira, às 20 horas será servido um jantar e às 21 horas uma seresta na pérgula da piscina com encerramento previsto para a meia noite.

No sábado (23) a programação estabelece às 6 horas o acordar ao toque da Alvorada, às 6h30min será servido o café da manhã e às 7h30min a saída para o Estádio Rei Pelé, onde às 8h30min acontece o Jogo de Futebol entre as equipes “Amigos de Alagoas” X “Amigos de Guarabira”.

Após o jogo, os Amigos de Alagoas e Guarabira participarão de uma solenidade no Museu de Esportes no próprio Estádio Rei Pelé, onde será prestada uma homenagem “in memoriam” a José Adelson Felix de Freitas, um dos membros que mais participou dos encontros de Amigos de Alagoas e Amigos de Guarabira. Ainda no Museu dos Esportes será entregue os troféus de campeão e vice e medalhas de melhores jogadores (ouro, prata e bronze). A solenidade se encerra com uma homenagem por uma década de participação dos grupos no evento.

Às 12h40min os Amigos de Guarabira retornam à Embaixada Guarabirense (Rancho Pé de Pinhão) onde às 13h30m será servido o Almoço. A tarde será livre para descanso, salão de beleza e bate-papo dos amigos de Guarabira.

Às 19h30min a comitiva paraibana parte para Maceió participam da Festa de Confraternização, evento principal do dia que acontece na Casa de Eventos Estratégia onde será entregue as Comendas “GENTE QUE FAZ A NOSSA ALAGOAS”.

O encontro é um momento de confraternização entre os alagoanos e paraibanos e também para homenagear pessoas que diretamente participam do crescimento acadêmico, econômico, social, cultural, político, esportivo e jurídico de Alagoas.

Esse ano, a escolha das personalidades para receberem a Comenda “GENTE QUE FAZ A NOSSA ALAGOAS” foi através de votação e foram agraciados as seguintes personalidades: JAMES MAGALHÃES DE MEDEIROS (Mefecista e Desembargador do TJ/AL); DIVALDO SURUAGY (Ex-Governador de Alagoas); JOSÉ CARLOS LYRA DE ANDRADE (Industrial); JOSÉ WANDERLEY NETO (Médico Cirurgião Cardiologista); LUIZ MÁRCIO ACCIOLY CANUTO (Repórter da Rede Globo); LUIZ SÁVIO DE ALMEIDA (Professor e Historiador); MARIA EMÍLIA CLARK (Bailarina); MARTA VIEIRA DA SILVA (Jogadora de Futebol Feminino); NELSON DOS SANTOS (Nelson da Rabeca – Músico); e RUI SOARES PALMEIRA (Deputado Federal).

O retorno dos Amigos de Guarabira à Embaixada Guarabirense acontece após a Festa de Confraternização.

No domingo (24), os Amigos de Guarabira e Alagoas serão acordados às 7h30min ao toque da Alvorada e às 8 horas será servido o café da manhã. Às 9 horas participam da Missa no oratório do Rancho Pé de Pinhão.

Após a Santa Missa, momento de confraternização na pérgula da piscina com musica ao vivo, churrasco, cerveja, refrigerante, etc. No campo de futebol society do Rancho Pé de Pinhão uma partida de despedida. Às 13 horas será servido o almoço.

Os amigos de Guarabira (PB) deixam a Embaixada Guarabirense (Rancho Pé de Pinhão) às 14 horas, retornando a terra natal.

É bom lembrar que restam poucos passaportes para a festa e estão à venda com Vamberto na loja Mascate Malhas (Av. Fernandes Lima, 343 – Farol – vizinho a Casa da Indústria) e com diversos mefecistas maceioenses ao custo individual de R$ 60,00 (sessenta reais) que dá direito a participar da festa/baile, jantar e bebidas inclusos (open bar). A novidade deste ano é o sorteio de uma TV LCD 32’’ para os que adquirirem o passaporte.

Com a permissão do Grande Criador do Universo, o 12º ENCONTRO DOS AMIGOS DE ALAGOAS E GUARABIRA(PB) será em Guarabira(PB) no período de 20 a 22 de julho de 2012.

ANIVERSARIANTE DO DIA - BETH DE CLAUDIO

ANIVERSARIANTE DO DIA - FLÁVIO DE LUCILA

ANIVERSARIANTE DO DIA - MAURICIO DE LUCIANA

domingo, 10 de julho de 2011

ANIVERSARIANTE DO DIA - ALEXANDRE DE NEIDE

LITÚRGIA DO 15º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 10/07/2011


Somos convidados a acolher a Palavra de Deus e vivenciá-la com nosso testemunho na sociedade. Quando a Palavra é testemunhada, torna-se visível a presença de Cristo em nossas atitudes, pois as sementes do Reino foram lançadas em nós. Percebendo claramente nossas reações no cotidiano, criamos condições para que a Palavra produza frutos em nossos corações.

15º domingo do tempo comum
1ª Leitura: Isaias 55, 10-11
Salmo:  64
2ª Leitura: Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Romanos 8, 18-23
Evangelho: Mateus 13, 1-23
  
EVANGELHO – MATEUS 13, 1-23
Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia.
Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia.
E disse-lhes muitas coisas em parábolas: “O semeador saiu para semear.
Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram.
Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz.
Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas.
Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. Quem tem ouvidos, ouça!”
Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que falas ao povo em parábolas?”
Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. Pois à pessoa que tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem será tirado até o pouco que tem.
É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não vêem, e ouvindo, eles não escutam, nem compreendem. Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure’.
Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.
Ouvi, portanto, a parábola do semeador:
Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho.
A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento; quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo.
A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto.
A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”.
Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA –  Diácono Miguel A. Teodoro
Esta parábola do semeador que semeia a semente em terrenos diversos, inicia uma série de sete parábolas de Jesus. Mateus reuniu-as na forma de um discurso de Jesus, esclarecedor do mistério do Reino dos Céus.

A parábola, pela simplicidade das imagens a que recorre, é uma forma literária eficiente para a compreensão das palavras de Jesus. São também sugestivas para moverem os ouvintes a se comprometer com o Reino que lhes é revelado através destas palavras. É a palavra do Pai que é comunicada e não volta sem produzir frutos.

Na parábola de hoje relacionam-se o semeador, a semente, e os diferentes tipos de terrenos. Facilmente se compreende que os tipos de terrenos correspondem às diversas maneiras como a semente (a palavra de Jesus) é recebida. Depois da narrativa da parábola, Mateus apresenta o porque falar em parábolas.

Diante da simplicidade da parábola e de sua compreensão, a explicação do porque da parábola deixa certa perplexidade. Mateus ainda apresenta um rígido e discriminatório texto atribuído ao profeta Isaías. É apresentado como desígnio divino que uns acolham a palavra de Jesus e outros não. O recurso ao juízo divino excludente e condenatório é uma característica comum no Primeiro Testamento, e não corresponde à índole de Jesus.

Tal compreensão reflete a tradição do evangelista e não o sentimento de Jesus. Em seguida, é feita a explicação em detalhes do significado da parábola. Os terrenos em que as sementes caíram podem indicar tanto as várias disposições com que cada um recebe a palavra, como os vários comportamentos assumidos pelos membros da comunidade.

Dar frutos significa acolher a palavra com interesse e carinho e colocá-la em prática, como as aranhas com os fios de suas teias, tecendo laços humanos de fraternidade, de amor e misericórdia, de partilha e solidariedade, construindo a Paz do Reino neste mundo, como antecipação das promessas de um mundo futuro.

ORAÇÃO
Pai, que a tua Palavra, semeada no meu coração, encontre solo propício onde possa produzir frutos de conversão. Não permitas que tua semente venha a se perder!

HOJE, 94ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

sábado, 9 de julho de 2011

SAIBA COMO COMBATER O COLESTEROL ALTO

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SAIBA COMO COMBATER O COLESTEROL ALTO

Dr. Nabil Ghorayeb
Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte;
Doutor em Cardiologia pela FMUSP.

Hoje em dia muito se fala sobre colesterol, mas é importante lembrar que só exercícios não o reduzem! Apesar da maioria das pessoas saberem algo sobre o colesterol, vamos esclarecer o que é mito e o que é verdade.

O colesterol é uma substância necessária ao nosso organismo, mas quando suas taxas no sangue se elevam, torna-se um perigoso fator de risco. O Colesterol é o resultado do metabolismo das gorduras saturadas com algumas subdivisões, sendo duas importantes: HDL, o bom colesterol, e LDL, o mau colesterol.

O nível do LDL pode estar elevado por dois fatores principais: genética e alimentação rica em gorduras. Consideramos o fator genético como o mais importante. A maior parte do colesterol é fabricada pelo próprio corpo, cerca de 70%, no fígado, enquanto apenas 30% provêm da alimentação. Existem pessoas que já nascem geneticamente destinadas a serem grandes produtoras dessa substância.

O colesterol não tem nada a ver com excesso de peso, pois indivíduos magros podem ter níveis de colesterol alto. O colesterol só existe nos alimentos de origem animal e entre os mais ricos em gorduras saturadas temos: carnes, frutos do mar, miúdos, gema de ovo, leite e derivados, linguiça, salsicha, salame e presunto. Óleos e azeites comuns não têm colesterol, apenas o de dendê possui gordura saturada que aumenta o LDL.

Lembro que o Colesterol é fundamental para a vida, porque faz parte da constituição da membrana celular (capa que reveste as células dos tecidos) e constitui-se em matéria prima para a fabricação da bile, dos hormônios e da vitamina D. O excesso do LDL é que o torna danoso, pois participa da formação das placas de gordura (aterosclerose) que obstruem as artérias do corpo, principalmente do coração (as coronárias e as do cérebro). No sangue ele pode estar livre ou fazendo parte das chamadas lipoproteínas (aglomerado de colesterol, proteínas e gorduras que circulam pelas artérias e veias).

Sua elevação é, portanto, indesejável e deve ser combatida. Já o colesterol contido nas lipoproteínas HDL, o bom colesterol, não participa do processo de obstrução das artérias e tem ainda um efeito protetor, porque retira o colesterol dos tecidos e do sangue e o leva para o fígado onde é eliminado ou reaproveitado. Portanto, quanto mais HDL mais se evita a obstrução das artérias pela aterosclerose.

Algumas dicas são úteis: alimentos funcionais elevam o colesterol bom diminuindo o ruim. Para reduzir o colesterol coma mais fibras, frutas com casca e verduras, cereais, grãos, aveia, alimentos integrais, soja e maçã. Não reaproveite o óleo já utilizado na cozinha, diminua o consumo de maionese, bolachas recheadas e alimentos cremosos.

Leia com atenção o rótulo dos alimentos e evite os que contêm gordura saturada e trans. Coma mais grelhado, assado ou cozido de peixes, aves sem a pele e, por que não alguma carne vermelha. Porém evite frituras. Infelizmente comer ou beber limão, laranjada com berinjela e alho não diminui a taxa do colesterol. Os derivados da uva são agora reconhecidos como alimentos que elevam o HDL, tanto o suco, como o vinho tinto (este não mais do que uma taça por dia).

O valor ideal do HDL é acima de 40 mg/dl. Os exercícios físicos não reduzem o LDL a níveis normais - É necessária alimentação saudável e medicamentos, e o valor do LDL a ser alcançado é menos de 80 mg/dl para quem tiver tido alguma doença cardiovascular e entre 100 e 120 mg/dl para os sadios.

Pessoas que têm parentes diretos com colesterol alto e familiares com aterosclerose devem conhecer os níveis do seu colesterol. Levantamento feito pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), em 20 cidades, incluindo São Paulo, constatou que 40% da população têm níveis anormais (elevados) de colesterol total. Pesquisas indicam que mesmo um pouco elevado não é seguro deixá-lo sem correção.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

MFC MACEIÓ REÚNE CONSELHO DE CIDADE NA TERÇA-FEIRA, DIA 12

O Conselho de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió estará reunido na próxima terça-feira, dia 12, a partir das 19h30min, no auditório da Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB, prédio vizinho ao BPTran), para avaliar o desempenho do MFC e seus Grupos de Base, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas.

O Conselho de Cidade é formado pela Coordenação de Cidade e Coordenadores de Grupos de Base. Participam também da reunião os demais integrantes da Equipe Cidade, Tesoureiros de Grupos de Base, Orientadores de Grupos e Assessorias.  

Se você é Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo, não falte, a sua presença é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.

ANIVERSÁRIO DE CASAMENTO - LUIZ & MESSEJANIA

quinta-feira, 7 de julho de 2011

PARAFRASEANDO SOBRE A DESVALORIZAÇÃO HUMANA

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PARAFRASEANDO SOBRE A DESVALORIZAÇÃO HUMANA

Observar as pessoas hoje preferindo se situarem em uma onda constante do prazer, onde imaginam que o prazer esta em usufruir do sexo se dizendo e imaginando que isso tem sentimento de paquera, namoro, em fim se enganando, se resumido em um prazer momentâneo, vivendo apenas agora, o momento, em dias como atuais a consciência do que é mais correto é meramente enganosa, sem gosto algum.

Precisamos nos situar, embora isso nos tempos atuais seja muito difícil as influências constantes do externo nos fazem deixar tudo e viver como todos.   O que realmente acontece em tempos atuais e em especial no Brasil é nunca se teve tanto o material como hoje em dia, pessoas antigamente passavam fome não tinha acesso as coisas que hoje estão expostas em galerias de shoppings e comércios, o pobre teve acesso, assim como todas as classes sociais usufruem em demasia do que nunca imaginariam em ter.

O que resta às pessoas que ainda tem bom senso é apenas o poder da reflexão. Será que vamos ter tempo para isso? Bem, já que tudo está bagunçado e inclusive muito já se entregaram ao bel prazer e hoje vimos constantemente às pessoas envolvidas em uma correria desenfreada onde o “EU” prevalece, em um dialogo com amigo escutei que estamos envolvidos diretamente com a disputa e com altas disputas, onde Ca inserção de valor através da disputa é fundamental, “perder nunca”, se escolhe escolas altamente competitivas, sem inserção de valores muito pequeno.

Já que estamos tão competitivos e esquecemos quase sempre de mostrar os valores, e em dialogo constantes da sociedade sempre ressalta que as pessoas não estão mais procurando locais adequados para formação humana edificados em éticas, até porque isso não esta existindo no meio das pessoas. Quase sempre! O impressionante é que constantemente na fala de todos há exigência de valoração. Hipocrisia!

Pior de tudo isso é que estão brincando de sofrer, mas cedo ou mais tarde vão parar e olhar para trás e vê que tudo isso hoje não vale a pena. Bem se imagina isso! Até por que as experiências e amadurecimento nos mostra isso. Será que muda também? Espero que aconteça isso, pois se acontecer está no caminho da mudança, embora tenhamos certeza que caos humano esta difundido, por isso estamos nos isolando em verdadeiras cadeias de condomínios, colocamos redomas em nós mesmo e passamos a viveres ilhados com sentimento de proteção   

A constante Violência, desonestidade, falta de ética, injustiça social, fome, desnutrição infantil, falta de atendimento a saúde, angustiante sensação frente ao caos ético, moral e social que vemos brotar nos noticiários televisivos, na imprensa, nas conversas sociais.

Tal estado de coisas não nos pode ser indiferente. Somos afetados direta e indiretamente por tudo isso. Exigem-nos, tal situação, um forte posicionamento pessoal, sob pena de nos tornarmos cúmplices dela. Precisamos e devemos fazer com que todos tomarem medidas que nos cabem para mudar tal estado de coisas, não podemos nos omitir na luta contra o mal, contra o erro, contra a injustiça, contra a falta de ética, contra a falta de amor. Para isso é preciso tomar atitudes. Positivas e afirmativas. Mais uma vez eu repito essas palavras estão constantemente nas discussões sócias, será HIPOCRISIA? 

Como colocou Kardec, "...reconhece-se o Homem de Bem pelo esforço que faz em melhorar-se...", poderíamos parafraseá-lo com o adendo: "...e em melhorar a sociedade...".

Bem fácil dizer que temos que fazer a nossa parte. Não podemos permitir que o botão de desligar de nossa televisão seja também o botão de desligar de nossa consciência.

O pior de tudo é o jeito que as pessoas estão brincando com a sexualidade, virou brincadeira, abraço é desculpa pra se aproveitar, beijar na boca virou disputa, alianças vão parar no bolso, elogiar é chamar de gostosa (o), namoro é brega o amor é perda de tempo e cada vez mais o ser humano se perde em coisas tão simples, e transformam o que deveria ser puro e bonito, em algo sujo, feio, sem graça e sem valor algum.