domingo, 5 de agosto de 2012

LITURGIA DO 18º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 05/08/2012

  
  O PÃO DE DEUS É AQUELE QUE
DESCE DO CÉU E DÁ VIDA AO MUNDO!
Em nossa caminhada de fé, percebemos que os alimentos ou os bens só respondem às nossas necessidades imediatas. Porém, temos fome de infinito. Ao assumirmos nossa vocação em Cristo, somos convidados a superar o imediatismo da cultura atual, e orientar nossas ações pelos valores do Reino de Deus.

   
18º DOMINGO DO
TEMPO COMUM
1ª Leitura: Êx 16,2-4.12-15
Salmo Responsório:  77
2ª Leitura: Ef 4,17.20-24
Evangelho: Jo 6,24-35

EVANGELHO
JOÃO 6,24-35

Naquele tempo, 24quando a multidão viu que Jesus não estava ali, nem os seus discípulos, subiram às barcas e foram à procura de Jesus, em Cafarnaum.

25Quando o encontraram no outro lado do mar, perguntaram-lhe: “Rabi, quando chegaste aqui?”

26Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, eu vos digo: estais me procurando não porque vistes sinais, mas porque comestes pão e ficastes satisfeitos. 27Esforçai-vos não pelo alimento que se perde, mas pelo alimento que permanece até a vida eterna, e que o Filho do Homem vos dará. Pois este é quem o Pai marcou com seu selo”.

28Então perguntaram: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?”

29Jesus respondeu: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou”.

30Eles perguntaram: “Que sinal realizas, para que possamos ver e crer em ti? Que obra fazes? 31Nossos pais comeram o maná no deserto, como está na Escritura: ‘Pão do céu deu-lhes a comer’”

32Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, não foi Moisés quem vos deu o pão que veio do céu. É meu Pai que vos dá o verdadeiro pão do céu.

 33Pois o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo”.

34Então pediram: “Senhor, dá-nos sempre desse pão”.

35Jesus lhes disse: “Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome e quem crê em mim nunca mais terá sede”.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

No domingo passado, deixamos o Senhor Jesus orando a sós no monte, após ter multiplicado os pães e despedido a multidão. Está no capítulo VI de São João: do monte, Jesus atravessa o mar da Galiléia, caminhando sobre as águas. Ao chegar do outro lado, lá esta o povo a sua espera... Sigamos, as palavras do Senhor nesta perícope, pois elas nos falam de vida, falam-nos do Cristo nosso Deus!

Primeiramente, Cristo censura duramente o povo: procuram-no – como tantos hoje em dia – não porque viram o sinal que ele realizou! Mas, que sinal? Fez o povo sentar-se na relva, como o Pastor do salmo 22 faz a ovelha descansar em verdes pastagens; prepara uma mesa para o fiel, multiplicando-lhe os pães, como Moisés no deserto... Ante tudo isto, amados em Cristo, o povo ainda pensou em Jesus como sendo o Profeta que Moisés prometera (cf. Dt. ); mas, infelizmente, não passou disso. Daí a repreensão do Senhor: aqueles lá o procuravam simplesmente porque comeram pão, como hoje tantos o procuram para ganhar benefícios – e, assim, são enganados pelos charlatões de plantão! A prova de que o povo não compreendeu o sinal, é que ainda vai perguntar no Evangelho de hoje: “Que sinal realizas? Que obra fazes?” Como estes, lá com Jesus, se parecem conosco, tantas vezes cegos para os sinais do Senhor na nossa vida!

Observai! Notai como os judeus não conseguem compreender que o que Jesus quer deles é a fé na sua pessoa e na sua missão! Vede como eles pensam que podem agradar ao Senhor simplesmente com um fazer exterior, sem compromisso de amor que brota do coração: “Que devemos fazer para realizar as obras de Deus?” Fazer! De nós, Jesus quer muito mais do que um simples fazer! Eis a resposta do nosso Salvador: “A obra de Deus é que acrediteis naquele que ele enviou!” Resposta admirável: tua obra, cristão, já não é cumprir a Lei de Moisés; também não é fazer e fazer coisas, mas crer e amar a Jesus! Daí sim, tudo decorre, e também tuas boas obras, feitas por amor a Jesus e na fé em Jesus, serão aceitas pelo Senhor!

Diante da palavra do Cristo, os judeus duros de compreender, pedem a Jesus outro sinal! Não compreenderam o que ele fizera! E ainda citam Moisés, como que dizendo: Tu nos deste pão agora; Moisés nos deu o maná por quarenta anos! Aí, o nosso Salvador faz três revelações surpreendentes e consoladoras! Ei-las.

Primeiro: Aquele maná dado por Moisés não é o pão que vem do céu. É pão terreno mesmo, dado por Deus; pão que mata a fome do corpo, mas não enche de paz o coração; pão que alimenta esta vida, mas não dá a Vida divina, a Vida que dura para sempre! Aquele maná do deserto era apenas pálida imagem de um outro maná, de um outro pão que o Pai daria mais tarde.

E aqui vem a segunda revelação, surpreendente, consoladora: agora o Pai está dando o verdadeiro maná, o verdadeiro Pão do céu, que dá a vida divina ao mundo: Moisés não deu (no passado); meu Pai vos dá (agora, no presente)! Os judeus ficam perplexos, admirados; e pedem: Dá-nos desse pão! Pão que alimenta a fome de vida, de paz, de sentido, de eternidade!

Jesus faz, então, a terceira e desconcertante revelação: “Eu sou o Pão da vida!” Pronto: o pão verdadeiro é uma Pessoa, é ele mesmo! Os pães que ele multiplicara eram imagem dele mesmo, que se nos dá, que nos alimenta, que nos enche de vida: “Eu sou o Pão da vida! O Pão que desce do céu e dá a vida ao mundo! Quem vem a mim nunca mais terá fome de vida e de sentido de existência; quem crê em mim nunca mais terá sede no seu coração!”

Corramos para Jesus! Seja ele nosso alimento! E dele nos alimentando, sejamos nele, novas criaturas, despojando-nos do homem velho, deixando o velho modo de pensar, que conduz não à Vida, mas ao nada, como diz o Apóstolo na segunda leitura! Se nos alimentamos de Cristo, se bebemos de sua santa palavra, como poderemos pensar como o mundo, agir como o mundo, viver como o mundo? Como ainda poderíamos consentir nas velhas paixões que nos escravizam?

Que alimentando-nos de Jesus, Pão bendito de nossa vida, nós atravessemos o deserto desta vida não como o povo de Israel, que murmurou e descreu, mas como verdadeiros cristãos, renovados pelo Senhor, despojados da velhice do pecado e saciados de vida eterna, vida que é o Cristo nosso Deus, bendito pelos séculos dos séculos.

ORAÇÃO
Manifestai, ó Deus, vossa inesgotável bondade para com os filhos e filhas que vos imploram e se gloriam de vos ter como criador e guia, restaurando para eles a vossa criação, e conservando-a renovada.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sábado, 4 de agosto de 2012

APAIXONEI-ME PELO MEU AMIGO

Dado Moura
Dado Moura
Comunidade Canção Nova

Nossas carências podem ofuscar nossa visão

E
m nosso dia a dia, estamos sempre abertos a viver novas experiências, pois sabemos que a conquista de novas amizades é algo que nos faz crescer. Dessas amizades, há aquelas com quem mantemos maior empatia e, sem grandes dificuldades, estabelecemos grandes vínculos.

Com isso, a conversa flui com facilidade, a simpatia da pessoa nos atrai e as nossas afinidades nos levam a “baixar a guarda” de nossos medos e receios. Sem perceber, está estabelecida uma reciprocidade com quem não hesitamos em partilhar nossas conquistas, vitórias, alegrias, medos, sonhos e, até mesmo, de partir em defesa dessa pessoa se necessário for.

O zelo e o cuidado mútuo alimentam os nossos sentimentos, estreitando e valorizando, fortemente, os laços com os quais estamos envolvidos. Isso faz com que nos tornemos cada vez mais próximos um do outro.

A íntima relação com tal pessoa poderá nos conduzir por veredas, onde a atmosfera estabelecida, tiraria o fôlego de nossa razão e ofuscaria nossa visão, a ponto de acharmos que estamos apaixonados. Tomados por essa sensação, podemos permitir viver outro tipo de envolvimento, somente pelo fato de sermos objeto da preocupação e da atenção recebida da pessoa querida, senão da amizade.

A liberdade que encontramos dentro de tal relação poderá nos abalar emocionalmente, de maneira especial, se estivermos atravessando momentos delicados em outras esferas de nossos relacionamentos. Algumas vezes, podemos viver certos tipos de carências que precisam ser sanadas, a fim de não confundir nossas emoções dentro de um relacionamento que já foi estabelecido ou o que ainda está por se estabelecer.

Quais limites poderiam nos valer, como alerta, a respeito de outros sentimentos que poderiam emergir entre uma grande amizade que se desponta? Assim como o valor de um diamante se concentra na ausência de impurezas, nossos sentimentos, da mesma forma, precisam ser lapidados, eliminando as impurezas que podemos trazer para dentro de uma nova experiência, especialmente, quando nos sentimos perdidos no “oceano” de nossas carências.

Tal compromisso não isenta aqueles que são apenas amigos ou outros que já vivem o compromisso de namorados; mas também aqueles que já partilham com outra pessoa um estado de vida definitivo, pois ninguém está livre das crises que poderão abrir as portas para outros tipos de afeições.

Os resultados obtidos dessa experiência poderão não ser tão tranquilos quando nos deixamos envolver pelos desejos potencializados, por outras necessidades, e não aquelas que anteriormente intencionávamos estabelecer.

A linha que separa e define as fronteiras de nossos relacionamentos é tênue, mas se estabelece na clareza daquilo que buscamos fundamentar em nossas amizades, especialmente quando se trata do convívio com o sexo oposto.

Precisamos entender que as confusões de nossos sentimentos, quase sempre, está relacionadas a algum outro tipo de cuidado que deixamos de experimentar, o qual poderia nos ludibriar com o menor gesto de atenção, recebidos da pessoa com quem estabelecemos contato.

Dessa forma, para evitar que surja, dentro de uma grande amizade, segredos que poderiam causar sofrimentos para todas as demais pessoas com quem convivemos, precisamos estar atentos a qualquer tipo de intimidade ou aproximação que não caberia no relacionamento, o qual procuramos manter com o (a) amigo (a).

Certamente, a postura contrária para aquilo que os nossos sentidos clamam diante da possibilidade de um envolvimento não será fácil. Assim, a outra pessoa, percebendo os caminhos pelos quais a amizade está se enveredando e as circunstâncias pelas quais fazem crescer outros apelos, precisará também buscar forças para a retomada do equilíbrio daqueles sentimentos fugazes que ambos se encontram envolvidos e que podem esvaziar a beleza daquilo que poderia ser uma pura amizade.

Deus abençoe nossas amizades!

*Dado Moura é membro aliança da Comunidade Canção Nova e trabalha atualmente na Fundação João Paulo II para o Portal Canção Nova como articulista. Autor do livro Relações sadias, laços duradouros.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

ALAGOAS REPRESENTARÁ O NORDESTE NA 5ª REUNIÃO DO CONDIN EM VITÓRIA DA CONQUISTA-BA

James e Fátima - Coordenadores Estadual Alagoas
e Regional Nordeste do MFC


O
 casal James e Fátima, Coordenadores Estadual Alagoas e Regional Nordeste do Movimento Familiar Cristão, participam no período de 21 a 23 de setembro de 2012, em Vitória da Conquista (BA), da 5ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor Nacional (CONDIN) da Gestão 2010/2013, quando extensa pauta será discutida com debates e definições das ações mefecistas para o restante do triênio.

Desde a primeira reunião da atual gestão, em Fortaleza (CE), ficou decidido que a reunião do CONDIN, quando ocorresse na Região Nordeste, aconteceria em Vitória da Conquista (BA), cidade escolhida para sediar o 18º ENCONTRO NACIONAL DO MFC, em julho de 2013, uma excelente oportunidade para os coordenadores conhecerem a Cidade do ENA 2013.

O Conselho Diretor Nacional do Movimento Familiar Cristão na 5ª reunião administrativa será presidido pelos mefecistas Eduardo e Ismari (coordenadores nacionais e CONDIR SUL), Antônio Carlos e Ângela (vice-coordenadores nacionais).

Compõe também o Conselho os coordenadores regionais Alzenir e Nereida (CONDIR NORTE), James e Fátima (CONDIR NORDESTE), Freitas e Alivanir (CONDIR SUDESTE), Moisés e Aparecida (CONDIR CENTRO-OESTE) e José Newton e Ariadna (Coordenadores Nacionais da Gestão Anterior).

Os participantes do CONDIN ficarão hospedados nas residências de mefecistas do MFC Vitória da Conquista.

Desde sua criação o Movimento Familiar Cristão do Brasil vem construindo sua mística, carisma, perseguindo seus objetivos a partir da constante busca pela integração das famílias, reunindo-as em Equipes Base e a partir delas organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.

A unidade sempre foi possível devido às constantes reuniões e encontros onde é avaliada a caminhada, metas de ação e objetivos, e a 5ª Reunião do Conselho Diretor Nacional será mais um momento de integração que produzirá bons frutos para toda a família mefecista brasileira.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

NOITE DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ SERÁ DIA 14


D
ando sequência as NOITES DE FORMAÇÃO 2012, o Movimento Familiar Cristão de Maceió promove na terça-feira, dia 14 de agosto, a partir das 19h30min, palestra “CAMINHO, VOCAÇÃO E MISSÃO”, com o Padre Manoel Henrique, assessor eclesiástico estadual do MFC.

O evento será realizado no auditório do Colégio Madalena Sofia, no bairro do Farol. A palestra é aberta a todos os mefecistas e seus convidados.

A coordenação das NOITES DE FORMAÇÃO DO MFC MACEIÓ é formada pelos casais João e Patrícia Cassella (Grupo Genezaré) e Fernando e Luciana Fon (Grupo Amigos na Fé).

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

JAN CLAUDIO SE APRESENTA HOJE NO TEATRO DEODORO


A
 música se junta à poesia e desse encontro surgiu o espetáculo “Entre Amigos” que será apresentado no palco do Teatro Deodoro, nesta quarta-feira (01), no projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato, com Jan Cláudio  e Eduardo Proffa. O show será apresentado a partir das 19h, com ingressos a R$ 5,00 e R$ 10,00.

O Show Entre Amigos foi criado em 2011, para participar do Projeto Palavra Mínima, promovido pela Cooperativa dos Profissionais de Música (COMUSA) com o apoio do Instituto Zumbi dos Palmares (IZP). A proposta une música e poesia em um mesmo espetáculo, em um só momento. A boa receptividade do público e as críticas favoráveis deram segurança e mais uma vez os artistas resolveram se unir para participar do Projeto Teatro Deodoro é o Maior Barato – 13ª edição, promovido pela Diretoria de Teatros do Estado de Alagoas - DITEAL.

A idéia integra a música e a literatura. Contando com a presença do poeta interagindo ativamente do espetáculo musical, lendo e interpretando poesias autorais. Por ser um espetáculo musical impregnado de literatura, se apresenta como um desafio de proporcionar a sintonia entre a palavra cantada - a música e a interpretação dos textos – a poesia. Os artistas intervêm um no trabalho do outro, enriquecendo-os e demonstrando que é possível a convivência harmônica na música, na literatura e, sobretudo, na vida.
A proposta de Jan Claudio é a de apresentar ao espectador alagoano o trabalho de criação musical em um formato acústico, enfocando sua obra autoral interagindo com os poemas do autor. Com aspecto estético focado na Música Popular Brasileira.

O poeta que divide o palco é Eduardo Proffa, que também é compositor. Criador da Revista Eletrônica A Villa Caeté em Revista, autor do Manifesto Antropofágico Cultural Alagoano e autor do livro de poesia, Ecos da Cidade. É também membro das Academias: Maceioense de Letras e ALANE – Academia de Letras e Artes do Nordeste.

Para este novo show os amigos trazem uma nova roupagem que conta com as participações especiais de: Irina Costa, Ezra Mattivi, Naéliton Santos e o Grupo Musical Caçuá.

JAN CLAUDIO
Girau do Ponciano foi o berço para o cantor e compositor alagoano Jan Cláudio. Desde criança foi embalado pelos acordes musicais de seu pai que era músico, o que fez com que ele desenvolvesse o gosto apurado pela música. Teve sua iniciação musical aos 17 anos quando começou a tocar violão e participar de apresentações estudantis.

Contador de formação acadêmica, bancário de profissão, músico de paixão. Por força dos compromissos da vida a música sempre foi encarada como uma atividade paralela. Após alguns anos essa veia artística ficou mais latente e passou a integrar o Grupo vocal Nó Na Garganta, com o qual participou das edições do FEMUSESC/AL de 2003 a 2006.

Em 2011 participou do Projeto Palavra Mínima, organizado pela COMUSA e IZP, com o Show entre Amigos em parceria com Eduardo Proffa. Participou do Projeto Palco Aberto, realizado pela Boibumbarte, com o Show “A Arte dos Loucos”; com o mesmo show, fez o encerramento do Festival de Música do SESI/AL.

EDUARDO PROFFA
Eduardo Proffa nasceu em São Paulo – Capital, em 16 de janeiro de 1965, com o nome de Eduardo Souza Oliveira, chegando a Maceió com 05 anos de idade e foi residir no bairro do Pinheiro-Farol. Com 15 anos iniciou o Curso de Edificações na Escola Técnica Federal de Alagoas (ETFAL, antiga CEFET, hoje IF-AL), onde participou da primeira antologia literária com o poema: Por que tem que ser? . Hoje, é professor de Educação Física da Escola Estadual Margarez Lacet e do Colégio Marista de Maceió.

terça-feira, 31 de julho de 2012

EQUIPE SE REÚNE PARA DEFINIR DETALHES DA FEIJOADA DO MFC


A
 Equipe de Coordenação Estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas e a Equipe de Coordenação do MFC JOVEM se reúnem amanhã, quarta-feira - dia 1º de agosto, para definirem os detalhes finais da 1ª FEIJOADA DA INTEGRAÇÃO MFC ALAGOAS, prevista para acontecer no domingo, 16 de setembro de 2012, a partir das 10 horas, na Casa de Festas Mansão Farias, em Maceió.

A 1ª FEIJOADA DA INTEGRAÇÃO MFC ALAGOAS terá inicio às 10 horas com musica ao vivo, festival de caldinhos de feijão, dobradinha e sururu, e a partir das 12h30min será servido à tradicionalíssima Feijoada. Haverá serviço de bar com bebidas quentes, cervejas, refrigerantes e água mineral, mas o mefecista poderá levar sua bebida preferida.

O convite individual adulto custará R$ 20,00 e crianças entre 6 e 11 anos custará R$ 10,00. Toda a arrecadação será destinada para as despesas do 1º ENCONTRO DO MFC JOVEM DE ALAGOAS, previsto para acontecer em novembro, na Casa dos Cursilhos, com a participação de 40 (quarenta) jovens na faixa etária dos 15 aos 17 anos.

A Equipe já definiu que serão distribuídos prêmios para o Grupo de Base com maior número de membros presentes; Grupo de Base que levar o maior número de convidados; e sorteios de brindes para os participantes em geral.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

CORREIO MFC BRASIL Nº 292


VATICANO II FOI PONTO DE PARTIDA
HELIO AMORIM – MFC/RJ

C
inquenta anos depois, os documentos do Concílio Vaticano II continuam sendo interpretados segundo as concepções de cada pessoa ou grupo na Igreja. O que de fato fez brotar do Concílio essa atmosfera renovadora foi o sopro de liberdade que marcou o seu anúncio. A partir da convocação de João XXIII para o aggiornamento da Igreja, o Concílio incentivou uma fantástica produção teológica que nem esperou o seu término.

A visão de si mesma, que predominava na Igreja, até então, foi redefinida. No Concílio de Trento, a Igreja havia adotado uma estrutura mais autoritária, com cada vez menos participação do povo cristão. O leigo seria sempre um possível herege, revoltado em potencial, desobediente que é preciso reprimir. A Igreja temia que as idéias democráticas que surgiam no mundo político penetrassem no seu espaço sagrado. Os textos do Concílio Vaticano II e os discursos dos papas desde então proclamam sua adesão à democracia.

Passam a ser valorizadas as Conferências Episcopais nacionais, criam-se conselhos diocesanos e paroquiais com a participação de leigos que assumem uma função essencial e própria na missão da Igreja, destacadamente na ordem temporal.

Ocorre que essas boas disposições foram a grande novidade dos anos 60-70. Na prática, nem todas estão funcionando hoje como se esperava. Mas houve avanços que se consolidaram, sem risco de retornos não acolhidos pelos leigos, atualmente mais amadurecidos do que no passado.

A partir do Concílio, a Igreja não mais se confunde com a instituição e sua estrutura hierárquica. Não a suprime, obviamente, mas não se reduz à instituição. A Igreja que ressurge renovada do Concílio Vaticano II é fundamentalmente o povo cristão. O povo que assume, como seu, o projeto de Deus para o homem e para o mundo.
Lumen Gentium adota a expressão Povo de Deus para designar a Igreja. A Gaudium et Spes trata exaustivamente da presença transformadora dessa Igreja no mundo. Esses são os dois documentos-chaves produzidos pelo Concílio Vaticano II, para a autocompreensão da Igreja e da sua missão na história humana.

No Concílio, surgiu uma eclesiologia renovada e mais evangélica, que a muitos parece ter ido além do aggiornamento pretendido por João XXIII ao convocá-lo. Todos conhecemos as reações iniciais a alguns textos conciliares e, ainda hoje, algumas de suas lúcidas indicações permanecem ignoradas por muitos clérigos, que reagem às mudanças por elas exigidas no ser, na vida e na ação da Igreja. Mas não há retorno possível depois da liberdade proclamada.

TEMPO DE TRANSPARÊNCIA

S
alários dos funcionários do executivo vão para o site. Todos os cidadãos poderão saber o que ganham. Sabemos que o funcionário público concursado, de carreira, não ficará rico com seu salário. Mas existem atalhos espertos que produzem distorções curiosas e extrapolam bastante o limite generoso fixado por lei para o topo das promoções. Certamente surgirão revelações saudáveis para que sejam corrigidas as espertezas.

Mais interessante, provavelmente, serão as descobertas no legislativo, se tiverem a coragem de estender essa transparência aos não concursados do parlamento, onde se multiplicam as trocas de “favores empregatícios” entre parlamentares para disfarçar o nepotismo.

O judiciário pode vir a aderir à transparência geral conforme já anunciam ministros do Tribunal maior. Há reações estranhas da corporação. A conferir.

Ao mesmo tempo, abrem-se os arquivos ainda protegidos dos tempos de ditadura. Mortes e torturas reveladas sem reservas, com nomes das vítimas e dos autores da barbárie. Quem foi constrangido por desrespeitos à sua integridade física ou psíquica vai poder conhecer alguns fatos de sua vida de que já nem lembrava e uma enorme quantidade de tolices registradas nos arquivos da repressão por investigadores desastrados.

domingo, 29 de julho de 2012

HOJE, 147ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

  
LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

LITURGIA DO 17º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 29/07/2012

   
   
PÃO EM ABUNDÂNCIA
PARA TODOS!
A Eucaristia, além de ser o grande memorial da entrega salvadora de Jesus pela redenção de toda a humanidade, é também um contundente apelo para que pratiquemos a partilha. A vida partilhada se converte em mais vida para todos. Na medida em que partilhamos, nossa pobreza se transforma em abundância e abre espaço para a participação de todos no banquete da vida.

17º DOMINGO DO
TEMPO COMUM
1ª Leitura: 2Rs 4,42-44
Salmo Responsório:  144
2ª Leitura: Ef 4,1-6
Evangelho: Jo 6,1-15

EVANGELHO
JOÃO 6,1-15

Naquele tempo, 1Jesus foi para o outro lado do mar da Galileia, também chamado de Tiberíades.

2Uma grande multidão o seguia, porque via os sinais que ele operava a favor dos doentes.

3Jesus subiu ao monte e sentou-se aí, com seus discípulos.
4Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.

5Levantando o olhos, e vendo que uma grande multidão estava vindo ao seu encontro, Jesus disse a Filipe: “Onde vamos comprar pão para que eles possam comer?”

6Disse isso para pô-lo à prova, pois ele mesmo sabia muito bem o que ia fazer.

7Filipe respondeu: “Nem duzentas moedas de prata bastariam para dar um pedaço de pão a cada um”.

8Um dos discípulos, André, o irmão de Simão Pedro, disse: 9“Está aqui um menino com cinco pães de cevada e dois peixes. Mas o que é isto para tanta gente?”

10Jesus disse: “Fazei sentar as pessoas”. Havia muita relva naquele lugar, e lá se sentaram, aproximadamente, cinco mil homens.

11Jesus tomou os pães, deu graças e distribuiu-os aos que estavam sentados, tanto quanto queriam. E fez o mesmo com os peixes.

12Quando todos ficaram satisfeitos, Jesus disse aos discípulos: “Recolhei os pedaços que sobraram, para que nada se perca!”

13Recolheram os pedaços e encheram doze cestos com as sobras dos cinco pães, deixadas pelos que haviam comido.

14Vendo o sinal que Jesus tinha realizado, aqueles homens exclamavam: “Este é verdadeiramente o Profeta, aquele que deve vir ao mundo”.

15Mas, quando notou que estavam querendo levá-lo para proclamá-lo rei, Jesus retirou-se de novo, sozinho, para o monte.

— Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju-Sergipe

Salta à vista o tema do pão na liturgia de hoje: ele aparece claramente na primeira leitura e no evangelho e, de modo implícito, está presente também no salmo. Na tradição bíblia, o pão recorda duas coisas importantíssimas. Lembra-nos, primeiramente, que não somos auto-suficientes, não possuímos a vida de modo absoluto: devemos sempre renová-la, lutar por ela. O homem não se basta a si próprio; precisa do pão de cada dia. E aqui, um segundo importante aspecto: o homem não pode, sozinho, prover-se de pão: é Deus quem faz a chuva cair, quem torna o solo fecundo, quem dá vigor à semente. Assim, a vida humana está continuamente na dependência do Senhor. Portanto, meus caros, todos necessitamos do pão nosso de cada dia – e este é dom de Deus. “O que tens tu, ó homem, que não tenhas recebido? E, se recebeste, do que, então, te glorias?”

Desse modo, Jesus, ao multiplicar os pães, apresenta-se como aquele que dá vida, que nos sacia com o sentido da existência – sim, porque não há vida de verdade para quem vive sem saber o sentido do viver! – Dá-nos, Jesus a vida física, a vida saudável, mas dá-nos, mais que tudo, a razão verdadeira de viver uma vida que valha a pena!

Mas, acompanhemos com mais detalhes a narrativa do quarto Evangelho. Jesus, num lugar deserto, estando próxima a Páscoa, festa dos judeus, manda o povo sentar-se sobre a relva verde, toma uns pães e uns peixes, dá graças, parte, e os distribui... multiplicando os pães e os peixes. Todos comeram e ficaram saciados. Não aparece no evangelho deste domingo, mas sabemos, pela continuação do texto de são João, que o povo, após o milagre, foi à procura do Senhor e ele recriminou duramente a multidão: “Vós me procurais não porque vistes os sinais, mas porque comestes pão e ficastes saciados!” Que sinal o povo deveria ter visto? Recordemos que no final do trecho que escutamos no evangelho o povo exclama: “Este é verdadeiramente o profeta que devia vir ao mundo”. Eis: o povo até que começou a discernir o sentido do milagre de Jesus; mas, logo depois, fascinado simplesmente pelo pão material, pelas necessidades de cada dia, esquece o sinal. Insistimos: que sinal? Primeiro, que Jesus é o Novo Moisés, aquele profeta que o próprio Moisés havia anunciado em Dt. 11,18: “O Senhor Deus suscitará no vosso meio um profeta como eu”. Pois bem: como Moisés, Jesus reúne o povo num lugar deserto, como Moisés, sacia o povo com o pão... Mas, Jesus é mais que Moisés: ele é o Deus-Pastor que faz o rebanho repousar em verdes pastagens (“Havia muita relva naquele lugar... Jesus mandou que o povo se sentasse...”) e lhe prepara uma mesa. Era isso que o povo deveria ter compreendido; foi isso que não compreendeu...

E nós, compreendemos os sinais de Cristo em nossa vida? Somos capazes de descortinar o sentido dos seus gestos, seja na alegria seja na tristeza, seja na luz seja na treva? Os gestos de Jesus na multiplicação dos pães é também prenúncio da eucaristia. Os quatro gestos por ele realizados – tomou o pão, deu graças, partiu e deu – são os gestos da Última Ceia e de todas as ceias que celebram o sacrifício eucarístico do Senhor: na apresentação das ofertas tomamos o pão, na grande oração eucarística (do prefácio à doxologia – “Por Cristo, com Cristo...”) damos graças, no “Cordeiro de Deus” partimos e na comunhão distribuímos. Eis a Missa: o tornar-se presente dos gestos salvíficos do Senhor, dado em sacrifício e recebido em comunhão.

Vivendo intensamente esse Mistério, nos tornamos realmente membros do corpo de Cristo, que é a Igreja. Cumprem-se em nós, de modo real, as palavras do Apóstolo: “Há um só Corpo e um só Espírito, como também é uma só a esperança a que fostes chamados. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos”. Que o bendito Pão do céu, neste sinal tão pobre e humilde do pão e do vinho eucarísticos, nos faça compreender e acolher a constante presença do Senhor entre nós e nos dê a graça de vivermos de verdade a vida de Igreja, sendo um sinal seu no meio do mundo.

ORAÇÃO
Ó Deus, sois o amparo dos que em vós esperam e, sem vosso auxílio, ninguém é forte, ninguém é santo; redobrai de amor para conosco, para quem, conduzidos por vós, usemos de tal modo os bens que passam, que possamos abraçar os que não passam.  Amém!

LEMBRE-SE:
“UM DOMINGO SEM MISSA...
É UMA SEMANA SEM DEUS!”

Editado por MFC ALAGOAS

sexta-feira, 27 de julho de 2012

NIVELAMENTO DAS CORREGEDORIAS - James Magalhães de Medeiros


NIVELAMENTO DAS CORREGEDORIAS

O
 Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem promovido discussões com o objetivo de nivelar os procedimentos adotados pelas corregedorias estaduais, que exercem um papel de fiscalização no âmbito do Poder Judiciário. A virtualização, que permite o acompanhamento processual nas Comarcas, é umas das características desse novo momento, em prol do jurisdicionado.

Foi em maio de 2011 que o CNJ criou o Conselho Nacional das Metas, com o objetivo de propiciar aos Tribunais de Justiça uma maior aproximação no trabalho realizado quanto às metas nacionais. Uma outra questão que vai se materializando à medida que a prestação jurisdicional tem novas demandas é que as Corregedorias tenham um papel autônomo, tanto estrutural quanto financeiro.

Como sabiamente relatou Selznick “a institucionalização deve ser compreendida como a emergência de padrões de interação e de adaptação das organizações em resposta ao ambiente, de maneira que precisamos saber quais valores interessam em um contexto determinado; como são construídos na cultura e na estrutura social da organização”.

Logo, a teoria institucional considera que muitas organizações não se confrontam apenas com as demandas de eficiência do ambiente técnico, mas têm nas pressões do ambiente institucional, sociocultural, um aspecto decisivo na condução de suas atividades.

Diante da tarefa confiada, as corregedorias tiveram que elaborar um plano de gestão. Em Alagoas, o resultado é satisfatório, já que estamos entre as 15 Corregedorias que possuem plano de gestão. Outro dado chama a atenção, visto que das 21 corregedorias do País, em 10 a ouvidoria está vinculada à presidência, recebendo críticas e sugestões, como acontece no nosso Estado.

A melhoria na infraestrutura irá contribuir para o aprimoramento dos meios de trabalho e garantia de resultados.

A construção de um novo modelo para as corregedorias vem sendo discutida ao longo de reuniões institucionais, como o Encontro Nacional do Colégio de Corregedores Gerais da Justiça (Encoge), que este ano será realizado em Maceió, no mês de agosto. E nada mais apropriado do que pensar nas corregedorias do século 21 por meio de uma reorganização sistêmica, por meio do compartilhamento de ideias e da interação nos procedimentos. Assim, essa nova estrutura deve atender as demandas da sociedade e se adequar às exigências do mundo contemporâneo.

quinta-feira, 26 de julho de 2012

GRUPO KAIRÓS DO MFC MACEIÓ PARTICIPA DE NOITE DE PIZZA


O
 Grupo de Base Kairós do Movimento Familiar Cristão de Maceió se reuniu no sábado (21), na PIZZARIA MARGHERITTA para uma Noite de Pizza.

Durante o ARRAIÁ DO MFC MACEIÓ, realizado em junho último, o GRUPO KAIRÓS foi premiado com uma Noite de Pizza na PIZZARIA MARGHERITTA, por ser o Grupo de Base com maior número de membros presentes no evento.

O Grupo formado pelos casais Alexandre e Tyna; Almério e Martha; Walter e Bebeu; Walter e Cris; Marcelo e Andréa; Hamilton e Giuliana; acompanhados dos filhos, saborearam mais de 70 sabores de pizzas, que são feitas no tradicionalíssimo forno a lenha.

PIZZARIA MARGHERITTA é composta por três ambientes aconchegantes e divididos entre a parte interna climatizada, parte externa ao ar livre e, o espaço reservado para crianças com DVD e brinquedos.

Também acompanharam o GRUPO KAIRÓS nesta Noite de Pizza os casais Charley e Dani (Grupo Irmãos na Fé) e Dorgivan e Virginia (Grupo Vida).