segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

ALEGRIA, DISPOSIÇÃO E FREVO NO PÉ, É O MFC NO JARAGUÁ FOLIA 2013

  
O
 MFC - Movimento Familiar Cristão de Maceió e a Equipe Estadual conseguiram, mais uma vez, superar as limitações e participar da melhor prévia carnavalesca de Maceió e uma das melhores do Brasil, o JARAGUÁ FOLIA.

O corredor da folia foi testemunha do empenho e desenvoltura do folião MeFeCista  parente ou amigo que por lá passou desfilando no BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA.

O Bloco continua a crescer e está consolidado. O corredor do frevo no JARAGUÁ FOLIA ficou pequeno para a participação contagiante dos foliões do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA. O sucesso do Bloco se deve única e exclusivamente ao clima de espontaneidade e compromisso de cada MeFeCista folião.

Na sua quinta edição, o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA desfilou na última sexta-feira (1º), com muita alegria ao som da Orquestra de Frevo do Mestre Aldo, da vizinha cidade de Marechal Deodoro, que tocou desde a concentração até o final do desfile, o autentico frevo, alternando com marchinhas de antigos carnavais.

Participa do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA foliões de todas as idades: netos, filhos, pais, avós, toda família brincando com muita alegria, disposição e frevo no pé, e principalmente com muita segurança.

Veja abaixo, o registro em fotos da alegre e contagiante participação do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA no corredor da folia do JARAGUÁ FOLIA 2013.

O REGISTRO EM FOTOS
  












































































































domingo, 3 de fevereiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - PALMEIRA DE MILLENA


ANIVERSARIANTE DO DIA - LÚCIO DE NÚBIA

HOJE, 174ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN


LEMBRE-SE:
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”

LITURGIA DO 4º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 03/02/2013


   
  
4º DOMINGO DO TEMPO COMUM
   
     
TESTEMUNHAR A VIDA NOVA TRANSFORMADA POR DEUS!
ACIMA DE TUDO, O AMOR!

O amor é a única força capaz de vencer as guerras, as violências e até mesmo a morte. Quem ama, mesmo na perseguição, não desiste da missão, porque tudo desculpa, tudo crê, tudo espera e tudo suporta. Jesus foi rejeitado por seu povo e, apesar disso, prosseguiu seu caminho. O amor é a essência de Deus e o ideal maior do relacionamento humano. Participemos da Eucaristia, dom do amor, para sermos no mundo a presença do próprio Deus.
   
LITURGIA DA PALAVRA
 
1ª Leitura: Jr 1,4-5.17-19
Salmo Responsório:  70
2ª Leitura: 1Cor 12,31—13,13
Evangelho: Lc 4,21-30

EVANGELHO
Lucas 4,21-30

Naquele tempo, estando Jesus na sinagoga, começou a dizer: 21“Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”.

22Todos davam testemunho a seu respeito, admirados com as palavras cheias de encanto que saíam da sua boca. E diziam: “Não é este o filho de José?”

23Jesus, porém, disse: “Sem dúvida, vós me repetireis o provérbio: Médico, cura-te a ti mesmo. Faze também aqui, em tua terra, tudo o que ouvimos dizer que fizeste em Cafarnaum”.

24E acrescentou: “Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.

25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva que vivia em Sarepta, na Sidônia.

27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”.

28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até ao alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.

 — Palavra da Salvação.

- Glória a vós, Senhor.

HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe
   
Se procurarmos uma idéia que dê unidade às leituras da Missa de hoje, encontraremos a fé. Comecemos pelo Evangelho. Após ler o trecho do rolo de Isaías, “O Espírito do Senhor repousa sobre mim, porque o Senhor me ungiu… para levar a Boa Nova aos pobres e proclamar o Ano da graça do Senhor”, Jesus afirma, cheio de autoridade: “Hoje se cumpriu esta passagem da Escritura que acabastes de ouvir”. É uma afirmação ousada. Somente quando o Messias viesse tal Escritura seria cumprida. Jesus, portanto, apresenta-se como o Messias. E o encanto de seu ensinamento dá testemunho de que ele é verdadeiro… Mas, infelizmente, crer não é fácil… sobretudo quando Deus nos visita de modo humildade, corriqueiro, nas coisas pequenas e banais. E, assim, os nazarenos se escandalizam com Jesus: “Não é este o filho de José?” Como pode alguém nosso, alguém tão do nosso meio ser o Messias? Como pode Deus se manifestar por este, que cresceu e viveu entre nós? Santo de casa não faz milagre! Gostamos do excepcional, da novidade, do exótico! O quanto é necessário sermos abertos para discernir a Palavra e o apelo do Senhor naqueles que nos são enviados e convivem conosco! O quanto precisamos aprender que Deus não é somente Deus de longe, mas também Deus de perto! A mesma experiência o profeta Jeremias fizera antes de Jesus. E o Senhor ordena que seu profeta fale e que não tenha medo, ainda que seja incompreendido e rejeitado pelo seu povo e seus parentes: “Não tenhas medo, senão eu te farei tremer na presença deles. Eu te transformarei hoje numa cidade fortificada, numa coluna de ferro, num muro de bronze… Eles farão guerra contra ti, mas não prevalecerão, porque estou contigo para defender-te!”

Por um lado, o Senhor exige fé e confiança absoluta daqueles que ele envia, de seus profetas; por outro lado, espera daqueles aos quais o profeta é enviado, espera do seu povo, a capacidade de discernir, de acolher, de crer! E quantas vezes não cremos: pensamos que Deus se calou, que não mais se manifesta, não mais nos dirige a Palavra. E, no entanto, o Senhor nos interpela por seus profetas, por aqueles que , tantas vezes, são na Comunidade e na vida uma palavra de Deus para nós! Caso não sejamos abertos à Palavra, corremos o risco de perdê-la. É o que Jesus recorda aos nazarenos: a viúva pagã de Sarepta e o leproso Naamã, também ele pagão, foram mais abençoados que as viúvas e os leprosos de Israel, porque foram abertos… Os nazarenos sentiram-se ofendidos porque Jesus insinuou que eles não tinham fé e não sabiam discernir nele Aquele que o Pai enviara… e terminam por expulsar Jesus de sua cidade. É dramático: a falta de fé fez os nazarenos expulsarem o Messias, o Enviado de Deus. A falta de fé e discernimento, a cegueira do coração, a dureza e o fechamento para as novidades de Deus, podem fazer o mesmo conosco: expulsar do coração e da vida aqueles que nos trazem a Palavra do Senhor e sua vontade a nosso respeito.

Mas, por sua vez, aqueles que são testemunhas do Senhor e ministros do Evangelho, devem estar preparados para a possibilidade de serem rejeitados. Somente os falsos pregadores, os malditos vendedores do Evangelho, os missionários de televisão, é que pregam uma adesão a Jesus fácil e que resolve nossos problemas. Na verdade, seguir o Cristo nos amadurece e nos faz, muitas vezes, enfrentar problemas e contradições. Qualquer um que queira colocar-se a serviço do Senhor deve preparar-se para tal contradição: “Meu filho, se te ofereceres para servir o Senhor, prepara-te para a prova. Endireita teu coração e sê constante… Tudo o que te acontecer, aceita-o, e nas vicissitudes que te humilharem, sê paciente” (Eclo 2,1.4). Como Jesus e os profetas que vieram antes dele, o serviço e a fidelidade ao Evangelho nos colocam em dificuldades e provações! É a dor do Reino de Deus!

A mesma visão de fé que faz distinguir os profetas do Senhor, também nos abre os olhos para reconhecer nos outros irmãos de verdade, irmãos no Senhor, e amá-los de todo o coração. É este o verdadeiro dom, o maior carisma de que fala São Paulo na segunda leitura. Aí, o Apóstolo não fala de um amor-sentimento, amor-simpatia, amor-amizade, mas do amor-caridade, o amor de Deus, que é o Espírito Santo derramado em nossos corações, amor que é capaz de dar a vida… amor como aquele do Cristo que nos amou primeiro e amou-nos até o fim! É este amor, que nasce da raiz do amor a Deus, da abertura para Deus, da intimidade com Deus, que dá sentido a todas as coisas. E sem ele, nada tem sentido para o Reino de Deus… nem a fé! Em última análise, quem salva não é a fé, mas o amor que dá vida e sabor à fé! E o amor a Deus, que desabrocha no amor aos irmãos, é concreto, tem que ser concreto: pode ser visto na paciência, na benignidade, na generosidade, na humildade, na gratuidade, na mansidão, na retidão, na verdade… E São Paulo recorda que um amor assim é coisa de adultos na fé. Quem não ama é imaturo na fé, é criança que pensa e age como criança! Só o amor nos amadurece, só o amor nos faz ver os outros e a vida com os olhos de Deus

Eis, então, de modo resumido, o desafio, o convite da Palavra de Deus hoje: (1) uma fé, uma capacidade de acolher o Senhor, de tal modo que reconheçamos que ele vem a nós na palavra e no testemunho de tantos irmãos e irmãs que conosco convivem; (2) uma fé capaz de suportar com paciência e alegria os reveses da missão que Deus nos confiou e (3) uma fé capaz de desabrochar em amor aos irmãos; amor provado e revelado em atitudes concretas.

Creiamos: somos a Igreja, Comunidade do Senhor Jesus, continuamente vivificada e orientada pelo seu Espírito de amor! Arrisquemos crer; arrisquemos viver de amor… e experimentaremos a doçura do Senhor e a alegria de viver como irmãos.

ORAÇÃO
   
Concedei-nos, Senhor nosso Deus, adorar-vos de todo o coração e amar todas as pessoas com verdadeira caridade. Amém!
    
LEMBRE-SE:
“SE NÃO PARTICIPARMOS DA MISSA, DE NADA VALE NOSSO ESFORÇO SEMANAL.”

Editado por Jorge/MFC ALAGOAS

sábado, 2 de fevereiro de 2013

MFC DESFILA NO CARNAVAL DE MURICI-AL


   
O
 Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas vai desfilar na noite da próxima sexta-feira (08) pelas ruas de Murici com o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DE MURICI, abrindo o Carnaval 2013 da Cidade.

Mefecistas dos diversos Grupos de Base do MFC MURICI, seus familiares e amigos vão desfilar com muita alegria, disposição e frevo no pé ao som de uma Banda de Frevo que tocará o autentico frevo desde a concentração até o final do desfile.

A tranquilidade e a alegria dos integrantes do BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DE MURICI predominará o espírito do Carnaval familiar que desfilará pelas ruas principais do Centro da Cidade de Murici.

O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA DE MURICI desfila pela segunda vez no Carnaval, com a contagiante a participação da família MeFeCista, seus familiares e amigos.

A camisa custa R$ 15,00 (quinze reais) e podem ser adquiridas com os membros do Movimento Familiar Cristão de Murici.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

BLOCO DO MFC DESFILA HOJE NO JARAGUÁ FOLIA


   
O
 bairro boêmio de Jaraguá mais uma vez será palco de um dos maiores eventos culturais do período carnavalesco de Alagoas. As ruas estreitas e cheias de histórias vão receber nesta sexta-feira, 1º de fevereiro, a partir das 18 horas, cerca de 80 blocos e a estimativa de público é de mais de 50 mil pessoas participando do JARAGUÁ FOLIA 2013.

O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA do MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ vai desfilar pela quinta vez consecutiva no JARAGUÁ FOLIA, a melhor prévia carnavalesca do Nordeste e uma das melhores do Brasil.

O corredor da folia será mais uma vez testemunha do empenho e desenvoltura do folião MeFeCista, parente ou amigo que desfila no BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA, organizado pelo MFC.

O sucesso do Bloco se deve única e exclusivamente ao clima de espontaneidade e compromisso de cada folião. O Bloco cresce a cada ano e se consolida como a melhor opção para brincar com segurança num bloco carnavalesco formado exclusivamente por membros do MFC e seus familiares.

A concentração será a partir das 19 horas no CORETO DA AVENIDA DA PAZ e o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA desfilará às 20 horas, com muita alegria, ao som da Orquestra de Frevo do Mestre Aldo, da vizinha cidade de Marechal Deodoro, que tocará desde a concentração até o final do desfile, exclusivamente para o BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA.

O BLOCO FAMÍLIA NA FOLIA é para todas as idades, participam netos, filhos, pais, avós. Toda família brincando com muita alegria, disposição e frevo no pé, e principalmente com muita segurança.

ANIVERSARIANTE DO DIA - EDUARDO DE CRISTINA

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

ANIVERSARIANTE DO DIA - BERNARDO DE FABIANA

MFC BRASIL Nº 305



Na luta pela justiça, vivendo a partilha do que possui, do que é, do que sabe, para que cresça a comunhão entre todos os homens, o cristão busca coragem e discernimento no encontro pessoal com o Senhor que se faz presente no pão e no vinho partilhados e servidos na mesa comum. A eucaristia é o sacramento da partilha e da comunhão. O pão e o vinho foram escolhidos por Jesus justamente por representarem, simbolicamente, os frutos da terra e da natureza, e os produtos do trabalho dos homens, que devem ser repartidos entre todos e não consumidos por uma minoria privilegiada.

OS SACRAMENTOS DIVINOS (II)
*HELIO AMORIM – MFC/RJ
   
A
 humanização supõe necessariamente essa partilha, para que todos tenham vida, e vida em abundância.Para que se estabeleça uma verdadeira comunhão entre todos os homens e mulheres, em todo o mundo. Na celebração deste sacramento central da vida do Povo de Deus, Cristo não se faz presente “no pão e no vinho”,mas “no pão e vinho partilhados”, ou seja, “no ato de partilhar”. Da mesa dessa partilha do pão e do vinho, participam os cristãos comprometidos, na sua vida cotidiana, em tornar real a partilha dos benefícios oferecidos pela natureza e gerados pelo trabalho humano.

A essência do ser cristão está resumido nesse compromisso, celebrado no sacramento que alimenta tão exigente disposição. Portanto, não tem sentido participar da eucaristia sem a vivência ou a disposição efetiva de viver o que nela é celebrado. Uma questão de coerência. O rito da comunhão é de extraordinária riqueza, um sinal sensível, visível e eloquente daquilo que significa. A Graça de Deus que lhe dá eficácia se concretiza em renovada coragem para o cristão partilhar seus bens, seus talentos, seu saber, seu tempo, sua vida e seu próprio ser, com aqueles que vivem em situações desumanas. Também para alimentar o seu elán e entusiasmo nas lutas em favor de mais justiça e solidariedade nas relações sociais e nas estruturas da sociedade. É umsacramento comunitário, celebração de comunhão entre todos os homens e mulheres. Não se trata, portanto, do que aprendemos no passado, por uma falha na catequese, como um alimento espiritual sem referência aos compromissos da partilha.

Muitos são os carismas e ministérios de serviço aos cristãos e ao mundo. Todos são necessários para que seja fecunda a presença da Igreja no mundo. Alguns dos cristãos que formam o Povo de Deus, com especial vocação de serviço e dedicação integral à missão da Igreja, recebem um mandato especial para exercer ministérios e funções de serviço mais exigentes. Essa opção especial de serviço é celebrada solenemente: é o sacramento do servidor do Povo de Deus. A Graça opera para dar a esses cristãos a necessária coragem e discernimento para o exercício fecundo e corajoso dessa missão tantas vezes heroica.

Na luta pela vida, na doença ou frente ao risco da morte, recorda-se o Deus da vida, que envia Seu filho para oferecer a todos vida abundante. A unção com os óleos usados no passado para dar força aos guerreiros e gladiadores, preparando-os para a luta contra a morte, é o sinal sensível desse sacramento dos enfermos. É canal para a Graça transbordar sobre aqueles que deverão enfrentar as vicissitudes da enfermidade e a aceitação da morte, como prenúncio e esperança de vida plena, confiante na ressurreição.

* “Descomplicando a Fé” – Editora Paulus

LITURGIA DOMÉSTICA:
Celebração Comunitária conduzida
por Laicos Cristãos

A MESA DA PARTILHA

© Estamos aqui reunidos, em torno da nossa mesa, para celebrar a memória de Jesus de Nazaré. Memória do seu ser, sua vida, sua prática. Vamos fazer o que Ele nos mandou fazer. Pouco antes de sofrer e morrer ele nos convidou a partilhar o pão e o vinho, em sua memória. Assim o fizeram, em suas casas, os primeiros cristãos.

L1 - Jesus gostava de comer e beber com seus amigos, a ponto de ser chamado de comilão e beberrão. Mas convidava para a sua mesa todos os que eram desprezados pela sociedade do seu tempo. Por isso era também criticado. Um absurdo comer com publicanos e pecadores, com os pobres e pessoas de má fama.

L2 - Assim, a mesa em que se partilha o pão e o vinho entre todos se tornou o símbolo central do movimento que ele liderou e ao qual aderimos dois milênios depois. A partilha, para os cristãos, é um símbolo mais central do que a cruz, que foi um acidente cruel.

L3 - O anúncio do Reino, centro da pregação de Jesus, é o anúncio de uma ordem social igualitária, justa e fraterna, na qual o pão é partilhado entre todos para que ninguém seja atormentado pela fome.

L4 - Jesus, depois da ressurreição, só foi reconhecido pelos próprios discípulos no caminho de Emaús ou no episódio da pesca, ao preparar a refeição e partilhar com eles pães e peixes. A mesa da partilha tornou-se o símbolo perfeito do anúncio do Reino.

L5 - O pão e o vinho representam os bens da natureza e os frutos do trabalho dos homens que devem ser repartidos entre todos. Jesus desafia todos os seus seguidores à partilha de seus bens, seu saber, seu tempo e tudo mais que se tem em abundância e falta aos outros. A colocar seus bens, dons e talentos a serviço do outro, como Ele o fez em sua vida.

L6 - Jesus ainda explicou na parábola do Juízo: só o que partilhamos com o outro, para a sua humanização, conta como mérito no julgamento. Porque, em cada outro, Ele está. O outro é Ele. "O que fizeste pelo outro, a mim o fizestes".

L7 - Jesus é aquele que tem fome, com quem partilhamos o nosso pão abundante; aquele que não sabe, com quem partilhamos o que sabemos. Há muitas maneiras de partilhar.

L8 - Jesus é aquele que jaz na cama do hospital ou na cela da prisão com quem partilhamos o nosso tempo e afeto; aqueles que esperam passar de condições menos humanas para condições mais humanas porque com ele partilharemos o que somos, temos e sabemos.

L9 - Mas no momento derradeiro, ao fazer da partilha do pão e do vinho o modo de celebrar a sua memória, Jesus foi mais longe. Deixou-nos o desafio da partilha mais radical, partilha do próprio ser, até o limite do sacrifício. Para que assim se produzam sinais do Reino. Para que aconteça a partilha dos dons da natureza e os frutos do trabalho dos homens.

© Um momento de troca: “o que partilhamos, o que podemos partilhar mais generosamente?)

© Assim, ao partilhar o pão e o vinho, Ele disse aos que participaram da ceia derradeira:

Isto é o meu corpo. Isto é o meu sangue.
Façam isto em minha memória.

© Agora, como expressão do nosso compromisso com o Reino anunciado, vamos repetir esse gesto de Jesus, partilhando este pão e este vinho entre todos, em sua memória.

(Reparte-se o pão e o vinho entre todos)
(Paraliturgias do MFC)

LITANIA DA PAZ

Dirig: Chega de escuridão
Todos: Queremos a luz da vida
Dirigente: Chega do silêncio do medo
Todos: Queremos o barulho dos gestos de amor
Dirigente: Chega de balas que se perdem
Todos: Queremos vidas que  se encontram
Dirigente: Chega da doença da solidão
Todos: Queremos a bênção da comunhão
Dirigente: Chega de razões que justificam a guerra
Todos: Queremos as desrazões do amor
Dirigente: Chega o apenas falar de paz
Todos: Queremos colhê-la, / lá onde verdadeiramente brota, / no pomar dos nossos atos de justiça.
Dirigente: Chega de esperar por sinais da paz
Todos: Queremos ajudar a construí-los.
Dirigente: Oremos
Todos: Senhor, / ajuda-nos a transformar / as armas do mundo / em novos empregos; / as bombas dos poderosos / em pesquisas para curar; / as intenções destruidoras, / em forças construtoras / de um novo tempo, / uma nova sociedade, / um novo ser. / Senhor, / ajuda-nos a forjar Contigo / o milagre da Paz. Amém!
(Pr. Edson Fernando)