quarta-feira, 7 de abril de 2010

6ª REUNIÃO DO CONDIR/NE SERÁ EM ALAGOAS

O Conselho Diretor Nordeste do Movimento Familiar Cristão estará reunido no próximo sábado (10) e domingo (11) em Alagoas, com a participação de dirigentes mefecistas de Alagoas, Bahia, Ceará e Sergipe, com a finalidade de avaliar o desempenho do MFC, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito regional. Extensa pauta será discutida, com debates e definições das ações mefecistas para os próximos meses.

O Conselho Diretor Nordeste do Movimento Familiar Cristão nesta 6ª reunião administrativa da gestão 2007/2010, estará composto pelos mefecistas José Newton e Ariadna (CONDIN); James, Fátima, Vamberto, Marly, Jorge e Penha, Gilson e Nana, Fiel e Claudete, Gastão e Eluza (Alagoas); Permindio e Joel (Bahia); Mário, Liliana, José Maria e Neusa (Ceará); Florisval, Izabel, Reginaldo e Vera (Sergipe) e Padre Manú (assessor espiritual do CONDIN).

A reunião administrativa acontecerá no RANCHO PÉ DE PINHÃO, bastante conhecido dos mefecistas maceioenses, que se tornou um local de agradáveis encontros dos mefecistas alagoanos.

Os mefecistas visitantes estarão chegando a Alagoas a partir da tarde da sexta-feira, dia 9, e serão acolhidos por mefecistas maceioenses.

terça-feira, 6 de abril de 2010




SITUAÇÃO DRAMÁTICA
Manfredo Araújo de Oliveira*

Este tem em seu centro e como meta fundamental o lucro que na medida em que se faz objetivo exclusivo arrisca-se a destruir a riqueza e produzir a pobreza. Sem dúvida, diz o Papa, o desenvolvimento possui um aspecto positivo que tirou da miséria milhões de pessoas. No entanto o desenvolvimento econômico continua marcado por anomalias e problemas dramáticos que têm impacto decisivo na situação presente e futura da humanidade e da terra.

Pode-se dizer que o cerne deste modelo se revela no fato de que a riqueza mundial cresce em termos absolutos, mas aumentam as desigualdades. Nos países ricos, novas categorias sociais empobrecem e nascem novas formas de pobreza. Nas áreas mais pobres do planeta alguns grupos gozam de uma espécie de superdesenvolvimento dissipador e consumista em contraste inadmissível com situações persistentes de miséria desumanizadora. O "escândalo de desproporções revoltantes" de que falou Paulo VI continua presente em nosso mundo globalizado.

Esta situação dramática mostra com toda clareza que não é suficiente progredir do ponto de vista econômico e tecnológico, mas o desenvolvimento precisa antes de tudo ser verdadeiro e integral, ou seja, estar a serviço da promoção do ser humano e da defesa da terra. Na era da globalização, eliminar a fome tornou-se uma meta a conquistar para preservar a paz no mundo e a subsistência da terra.

O Papa faz neste contexto uma afirmação fundamental para se entender em que horizonte os diferentes temas são tratados aqui: "A fome não depende tanto de uma escassez material, como sobretudo da escassez de recursos sociais, o mais importante dos quais é de natureza institucional: isto é, falta um sistema de instituições que seja capaz de garantir um acesso regular e adequado, do ponto de vista nutricional, à alimentação e à água e também de enfrentar as carências relacionadas com as necessidades primárias e com a emergência de reais e verdadeiras crises alimentares provocadas por causas naturais ou pela irresponsabilidade política nacional e internacional. O problema da insegurança alimentar há de ser enfrentado numa perspectiva a longo prazo eliminando as causas estruturais"...

Foi acentuado por vários comentadores que a tônica do documento é ética. Só que toda ética, se é radical, principia, como faz o documento, com uma análise da realidade humana tanto individual como estrutural e pressupõe uma antropologia. A frase citada revela também a antropologia subjacente ao texto papal, ou seja, a concepção de que o indivíduo humano já está sempre inserido num modo determinado de relacionamento com outros indivíduos que condiciona e determina no mais profundo suas vidas individuais. Compreender o ser humano como um ser essencialmente social e histórico implica compreender que a vida humana é um processo de condicionamento recíproco entre sujeitos e estruturas sociais.

A história humana se revela normativamente, então, como o campo de luta pela efetivação da dignidade humana o que significa efetivação de direitos. Enquanto tarefa histórica isto conduz ao enfrentamento de todo tipo de servidão, uma possibilidade permanente, que constitui a negação de seu caráter de sujeito e de diferentes formas sua redução a coisa. A humanização, portanto, é algo conquistado, o que pressupõe sujeitos ativos e conscientes, autores de seu próprio desenvolvimento, e passa pelo reconhecimento mútuo que se faz pela mediação de estruturas reguladoras da convivência entre sujeitos e sua relação com a natureza no sentido de superar todo tipo de instrumentalização e opressão.

*Doutor em Filosofia, professor da UFC e Presidente da Adital.
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segunda-feira, 5 de abril de 2010

27ª NUCLEAÇÃO: QUINTA-FEIRA TEM REUNIÃO GERAL

Na próxima quinta-feira, 8 de abril, a partir das 19h30min, na Sede do MFC, acontece a 4ª REUNIÃO DE TRABALHO E NOITE DE FORMAÇÃO para todos os mefecistas que trabalharão nos diversos cargos e funções da 27ª NUCLEAÇÃO.

Na primeira parte da reunião o Padre Cícero Lenisvaldo falará sobre a "HISTÓRIA DA SALVAÇÃO - desde Abraão até Jesus Cristo". Padre Cícero Lenisvaldo é Diretor Espiritual do Seminário de Maceió, Padre da Paróquia de Santa Rita de Cássia e Capelão da Santa Casa de Misericórdia de Maceió.

Após a palestra acontece a Reunião Geral com todos os mefecistas que participarão das diversas Equipes de Trabalho da 27ª NUCLEAÇÃO DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ.

É importante a presença de todos que participarão da 27ª NUCLEAÇÃO, assuntos importantes serão discutidos durante a reunião.

SEDENTARISMO É PROBLEMA ENTRE AS CRIANÇAS DE TODO O MUNDO

Um estudo recente da Organização Mundial de Saúde indica que crianças de todo o mundo estão cada vez mais sedentárias - o que ajudaria a explicar a epidemia mundial de obesidade. Partindo da análise de quase 73 mil jovens com idades entre 13 e 15 anos em 34 países, os pesquisadores concluíram que a maioria das crianças não faz a quantidade recomendada de atividades físicas e aproximadamente um terço delas podem ser consideradas sedentárias. E, segundo os autores, não haveria diferenças significativas entre os países ricos e os mais pobres nesse sentido.

Os pesquisadores definiram, como quantidades ideais de atividades físicas, pelo menos uma hora de exercícios - fora da aula de educação física - por, no mínimo, cinco dias na semana. E crianças que passam três ou mais horas assistindo TV ou no computador seriam classificadas como sedentárias.

A partir disso, as análises mostraram que apenas um quarto dos garotos e 15% das meninas tinham níveis adequados de atividades físicas, enquanto um quarto dos meninos e 30% das meninas eram sedentários e não faziam exercícios o suficiente. Em todos os países avaliados, menos na Zâmbia, as meninas eram menos fisicamente ativas do que os meninos; e, em mais da metade dos países, menos de um quarto dos garotos estariam dentro das recomendações de atividades físicas.

O estudo não mostra as razões por trás da falta de atividades físicas em várias nações. Porém os pesquisadores especulam que a urbanização pode ser um fator importante, na medida em que há um acesso quase universal a itens como carro e televisão.

Baseados na pesquisa, os autores destacam que “mesmo com as limitações dos dados, é bem seguro dizer que temos um enorme problema com a inatividade física entre as crianças em idade escolar em torno do globo, e que deveríamos tomar uma atitude”. Nesse sentido, as escolas podem ser determinantes no combate ao sedentarismo, com a adoção de aulas de educação física, e orientando os alunos quanto à importância dos exercícios, além de prover mais espaço para as crianças e incentivá-las a ir para a escola caminhando ou de bicicleta.


Fonte: Journal of Pediatrics.

domingo, 4 de abril de 2010

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DOMINGO DE PÁSCOA - JESUS CRISTO RESSUSCITOU! ESTÁ VIVO!

“Por que procurais entre os mortos aquele que está vivo? Não está aqui, ressuscitou!” (Lc 24, 5b-6).
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Três dias após a morte de Jesus, algumas mulheres foram ao seu túmulo, ouviram este anúncio e se tornaram mensageiras dessa boa notícia.

Também hoje a Igreja testemunha e anuncia, como fez através dos séculos: Jesus Cristo, morto na cruz, ressuscitou, está vivo e presente no meio de nós! Por infinita condescendência para conosco, Deus tornou-se próximo de nós e manifestou-nos amor sem medida, iluminou e deu sentido novo à vida através da ressurreição de Jesus.

A Páscoa, passagem das trevas para a luz, da morte para a vida, empenha-nos decididamente na superação dos sinais de morte ainda presentes na cultura e na convivência humana. O anúncio pascal traz a certeza de que a injustiça e o egoísmo, a violência e o ódio não terão a última palavra sobre a existência…

Ressuscitou! Não está mais entre os mortos! O amor de Deus, manifestado a nós na ressurreição de seu Filho Jesus Cristo, alimenta a alegria e a esperança; ao mesmo tempo, faz-nos participar da edificação da sociedade, segundo os critérios da verdade, da justiça e da solidariedade. A Páscoa de Jesus é sinal da vitória possível sobre a morte e todos os males…

Jesus Cristo, que passou da morte para a vida, fortifique nossa esperança. O Deus da vida abençoe a todos.

Fonte: CNBB

HOJE, 30ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

MISSA DO DOMINGO DA PÁSCOA


MULHER, POR QUE CHORAS?
Pe. Claudiano A. dos Santos, ssp

Ainda estava escuro quando Maria Madalena notou que a pedra que cobria o túmulo tinha sido tirada. Sem entender direito o que havia acontecido, ela pediu a ajuda de Pedro e do discípulo amado. Estes perceberam que no sepulcro estavam os lençóis e o pano que cobria o rosto de Jesus. Os discípulos voltaram para casa. Maria Madalena, não. Ficou ali, chorando.

Contemplar a cena de Maria Madalena chorando perto do sepulcro leva-nos a meditar sobre a importância das lágrimas na descoberta da ressurreição, da glorificação. Se pudéssemos dizer que lágrimas eram aquelas, diríamos ser o choro de uma seguidora de Jesus que sente a falta do Mestre e lamenta a ausência daquele ser humano tão divino. Lamenta a ausência de ensinamentos que tocam o coração humano de maneira singular: o amor, o perdão, a misericórdia, a paciência e a justiça.

A exemplo de Madalena, também nós devemos chorar o esquecimento da mensagem do evangelho. Onde está a justiça? O amor que Jesus ensinou, para onde foi? Será que perdeu o significado? Mas nossas lágrimas não devem ser de desespero. Devem ser de compaixão, de união a Jesus e a tantos que, embora sofram, não deixam de acreditar e agir para que o mundo seja melhor.

Nossas lágrimas não são de desespero porque cremos que Jesus ressuscitou! Sua mensagem não se deteriorou e nem ficou perdida a força da vida – apesar de tantos séculos de incorrespondência, medo, timidez, esquecimento e deturpação. Jesus está vivo! O amor está vivo! Não tenhamos medo de anunciar com nossa prática cotidiana essa verdade! Cumpramos bem nossos deveres e em nós verão a imagem do Ressuscitado!

Feliz Páscoa!

sábado, 3 de abril de 2010

CATÓLICO, CONHEÇA MELHOR A SUA IGREJA


O que é Igreja? É uma SOCIEDADE, fundada pelo Senhor Jesus, cuja graça misericordiosa chega a cada um, mediante a fé em cristo, CABEÇA DA IGREJA.

Veja bem, fundada pelo SENHOR JESUS. Aqui não diz, fundada pelo homem, isto é, pelo senhor fulano, pelo senhor sicrano ou beltrano. No entanto, nossos irmãos afastados (os protestantes), a quem também amamos, porque em Cristo Jesus somos irmãos, nos criticam e nos agridem dizendo que nossa Igreja não é a verdadeira, mas sim a deles.

O famoso IMPERADOR NAPOLEÃO, respeitado por muitos pelas grandes conquistas em batalhas, tinha uma maneira sincera de resolver qualquer problema que chegasse a ele. Um dia levaram ao imperador um grupo de homens que desejava apresentar-lhes uma nova religião. Respondeu o imperador a seu ministro:
“TRAGAM O SEU FUNDADOR AQUI E PREGUEM-NO NUMA CRUZ. ESPEREM O HOMEM MORRER. DEPOIS QUE ESTIVER MORTO, COLOQUEM-NO EM SUA SEPULTURA, FECHEM O TÚMULO BEM FECHADO E PONHAM GUARDAS AO LADO. SE AO TERCEIRO DIA ESSE TAL RESSUSCITAR, ENTÃO PASSAREI A CRER NESSA NOVA RELIGIÃO”.

As outras igrejas foram fundadas pelo homem. Os seus fundadores, que já morreram, foram ressuscitados ao terceiro dia, ou continuam enterrados em seus túmulos?

Pelo que temos conhecimento nenhum deles ressuscitou e os que estão vivos, ou morrerem, não ressuscitaram ao terceiro dia. Mas Jesus ressuscitou ao terceiro dia e ao fundar a sua Igreja, confiou-a a Pedro “MT. 17,18: TU ÉS PEDRO E SOBRE TI EDIFICAREI A MINHA IGREJA; E AS PORTAS DO INFERNO NÃO PREVALECERÃO CONTRA ELA”. E Pedro confia-a a seus sucessores.

A nossa Igreja tem a identidade de IGREJA CATÓLICA APÓSTOLICA ROMANA:

CATÓLICA = a palavra CATÓLICO vem do adjetivo grego CATHÓLICO, por via latina CATHOLICUM, que quer dizer “UNIVERSAL”. Quando Jesus diz: (MC 16,15) “IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA A CRIATURA…” neste envio, Jesus caracteriza a universalidade, isto é, todas as pessoas sem nenhuma distinção.

APOSTÓLICA = porque é baseada sobre a ação missionária dos apóstolos de Jesus Cristo,

ROMANA = porque começou a criar corpo e a desenvolver-se em Roma no tempo das perseguições aos cristãos, onde Pedro, uma grande pilastra de sustentação da Igreja morreu como Bispo desta cidade. E que, os seus sucessores (bispos de Roma, ou seja, os “papas”) continuam a desempenhar suas funções do primado.

Portanto, a verdadeira IGREJA FUNDADA POR CRISTO, é a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA.

Se aceitamos a Jesus, aceitamos também a Sua IGREJA.

Se aceitamos a Jesus e negamos sua Igreja, estamos arrancando a cabeça do corpo.

Padre Sarmento
Paróquia de São Benedito
Maceió-AL.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

SEXTA-FEIRA SANTA

A "Sexta-feira Santa" ou "Sexta-feira da Paixão", é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.

Segundo a tradição cristã, a ressurreição de Cristo aconteceu no domingo seguinte ao dia 14 de Nisã, no calendário hebraico. A mesma tradição refere ser esse o terceiro dia desde a morte. Assim, contando a partir do domingo, e sabendo que o costume judaico, tal como o romano, contava o primeiro e o último dia, chega-se à sexta-feira como dia da morte de Cristo.

A Sexta-feira Santa é um feriado móvel que serve de referência para outras datas. É calculado como sendo a primeira Sexta-feira de lua cheia após o equinócio de outono no hemisfério sul ou o equinócio de primavera no hemisfério norte, podendo ocorrer entre 22 de março e 25 de abril.

IGREJA CATÓLICA
Na Igreja Católica, este dia pertence ao Tríduo pascal, o mais importante período do ano litúrgico. A Igreja celebra e contempla a paixão e morte de Cristo, pelo que é o único dia em que não se celebra, em absoluto, a Eucaristia.

Por ser um dia em que se contempla de modo especial Cristo crucificado, as regras litúrgicas prescrevem que neste dia e no seguinte (Sábado Santo) se venere o crucifixo com o gesto da genuflexão, ou seja, de joelhos.

CELEBRAÇÃO DA PAIXÃO DO SENHOR
No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.

A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes. Presidida por um presbítero ou bispo, paramentado como para a missa, de cor cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:

=Entrada em silêncio do presidente e dos ministros, que se prostram em adoração diante do altar.
=Oração colecta.
=Liturgia da Palavra: leitura do livro de Isaías (quarto cântico do servo de Javé, Is 52,13-53,12), salmo 31 (30), leitura da Epístola aos Hebreus (Hebr 4, 14-16; 5, 7-9), aclamação ao Evangelho e leitura do Evangelho da Paixão segundo João (Jo 18,1-19,42, geralmente em forma dialogada).
=Homilia e silêncio de reflexão.
=Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção – silêncio – oração do presidente.
=Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos.
=Pai Nosso
=Comunhão dos fiéis presentes. Toma-se pão consagrado no dia anterior, Quinta-Feira Santa.
=Oração depois da comunhão.
=Oração sobre o povo.
Obs: Em muitas cidades históricas como: Paraty, Ouro Preto, Pirenópolis e Jaraguá - GO a Celebração da Paixão e Morte do Senhor é procedida da Procissão do Enterro, também conhecida como Procissão do Senhor Morto, em que são cantados motetos em latim.

Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.

A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.

A comunhão eucarística é, para a Igreja, a forma mais perfeita de união com o Mistério pascal de Cristo, e por isso é um ponto culminante na união dos fiéis com Cristo crucificado. O facto de se comungar do pão consagrado no dia anterior vem exprimir e reforçar a unidade de todo o Tríduo Pascal.

Além da celebração da Paixão do Senhor, rezam-se as diversas horas litúrgicas da Liturgia das Horas.

SINAIS DE PENITÊNCIA
A Igreja exorta os fiéis a que neste dia observem alguns sinais de penitência, em respeito e veneração pela morte de Cristo. Assim, convida-os à prática do jejum e da abstinência da carne.

Exercícios piedosos, como a Via Sacra e o Rosário, são também recomendados como forma de assinalar este dia especialmente importante para a fé cristã.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

COMPREENDA A DIFERENÇA ENTRE ÍDOLOS E IMAGENS

É importante saber que na bíblia, há uma enorme diferença entre ídolos e imagens. Deus em sua bíblia condenou os ídolos (ex. 32, 1-5), mas ao mesmo tempo mandou fazer imagens. Você acredita? Pois bem, pegue sua bíblia e leia no livro de êxodo 25, 18-22; 37, 7-9. Deus não só mandou fazer imagens de anjos, como também declarou que falaria solenemente para o povo, do meio das duas imagens de querubins (números 7, 8-9; 2 Samuel 6,2).

Além das imagens de anjos, Ele também mandou fazer imagem de uma serpente para o povo olhar pra ela (Números 21,4-9), e Jesus reconheceu o valor simbólico dessa imagem que era uma prefiguração da sua morte na cruz (João 3,14).

O templo de Deus, construído ricamente pelo rei Salomão, estava cheio de imagens de escultura e javé se manifestou nesse templo e o encheu de sua gloria; (Ezequiel 41, 17-20; 43,4-6). Nesse templo havia até imagens gigantes (I Reis 6,23-35 e 2 Crônicas 3,10-14). “Tinha a serpente de bronze, querubins de ouro, grinaldas de flores, frutos, árvores, leões, etc. (Números 21,9; êxodo 25,13; Ezequiel 1,5;10,20; I Reis 6, 1B, 23; Números 8,4).

Depois de termos todas as passagens bíblicas aqui citadas, concluímos que não é ruim termos uma imagem como recordação de um fato ou de uma pessoa a quem amamos. A propósito, até mesmo os nossos irmãos protestantes que tanto nos criticam e nos julgam injustamente têm imagens em suas casas e em suas igrejas, como: a Arca de Noé; de Moisés e o povo de Deus atravessando o Mar Vermelho; da Natureza; Matas e até da própria bíblia.

“É certo que Deus proibiu fazer ídolos, porque o povo correria o risco de adorar a deuses estranhos, como aconteceu no deserto quando o povo abandonou a Javé, fabricou e adorou um Bezerro de Ouro, como se fosse Deus”.

Precisamos, porém, entender que nossas imagens não são ídolos, mas recordações dos nossos irmãos na fé. Ídolo é aquilo que toma o lugar de Deus. Assim, os maiores ídolos de hoje são: o poder, o prazer, as riquezas… quando causam injustiças, exploração, corrupção e morte.

É bom que fique bem claro que nós católicos não adoramos a nenhuma imagem, nenhum objeto e nenhuma pessoa humana, pois a igreja nunca ensinou nem mandou adorar a quem quer que seja; mas sempre ensinou em sua doutrina que devemos adorar unicamente a Deus, que é o Pai, o Filho e o Espírito Santo. “A honra devolvida nas santas imagens é uma veneração respeitosa, não uma adoração. Pois, esta convém unicamente a Deus”.

Padre Sarmento
Paróquia de São Benedito
Maceió/AL

OS 10 MANDAMENTOS DO CASAL

Uma equipe de psicólogos e especialistas americanos, que trabalhava em terapia conjugal, elaborou "Os Dez Mandamentos do Casal". Gostaria de analisá-los aqui, já que trazem muita sabedoria para a vida e felicidade dos casais. É mais fácil aprender com o erro dos outros do que com os próprios.

1. NUNCA IRRITAR-SE AO MESMO TEMPO
A todo custo evitar a explosão. Quanto mais a situação é complicada, mais a calma é necessária. Então, será preciso que um dos dois acione o mecanismo que assegure a calma de ambos diante da situação conflitante. É preciso convencermo-nos de que na explosão nada será feito de bom. Todos sabemos bem quais são os frutos de uma explosão: apenas destroços, morte e tristeza. Portanto, jamais permitir que a explosão chegue a acontecer. D. Helder Câmara tem um belo pensamento que diz: "Há criaturas que são como a cana, mesmo postas na moenda, esmagadas de todo, reduzidas a bagaço, só sabem dar doçura...".

2. NUNCA GRITAR UM COM O OUTRO
A não ser que a casa esteja pegando fogo.
Quem tem bons argumentos não precisa gritar. Quanto mais alguém grita, menos é ouvido. Alguém me disse certa vez que se gritar resolvesse alguma coisa, porco nenhum morreria... Gritar é próprio daquele que é fraco moralmente, e precisa impor pelos gritos aquilo que não consegue pelos argumentos e pela razão.


3. SE ALGUÉM DEVE GANHAR NA DISCUSSÃO, DEIXAR QUE SEJA O OUTRO
Perder uma discussão pode ser um ato de inteligência e de amor. Dialogar jamais será discutir, pela simples razão de que a discussão pressupõe um vencedor e um derrotado, e no diálogo não. Portanto, se por descuido nosso, o diálogo se transformar em discussão, permita que o outro "vença", para que mais rapidamente ela termine. Discussão no casamento é sinônimo de "guerra", de luta inglória. "A vitória na guerra deveria ser comemorada com um funeral"; dizia Lao Tsé. Que vantagem há em se ganhar uma disputa contra aquele que é a nossa própria carne? É preciso que o casal tenha a determinação de não provocar brigas; não podemos nos esquecer que basta uma pequena nuvem para esconder o sol. Às vezes uma pequena discussão esconde por muitos dias o sol da alegria no lar.

4. SE FOR INEVITÁVEL CHAMAR A ATENÇÃO, FAZÊ-LO COM AMOR
A outra parte tem que entender que a crítica tem o objetivo de somar e não de dividir. Só tem sentido a crítica que for construtiva; e essa é amorosa, sem acusações e condenações. Antes de apontarmos um defeito, é sempre aconselhável apresentar duas qualidades do outro. Isso funciona como um anestésico para que se possa fazer o curativo sem dor. E reze pelo outro antes de abordá-lo em um problema difícil. Peça ao Senhor e a Nossa Senhora que preparem o coração dele para receber bem o que você precisa dizer-lhe. Deus é o primeiro interessado na harmonia do casal.

5. NUNCA JOGAR NO ROSTO DO OUTRO OS ERROS DO PASSADO
A pessoa é sempre maior que seus erros, e ninguém gosta de ser caracterizado por seus defeitos. Toda vez que acusamos a pessoa por seus erros passados, estamos trazendo-os de volta e dificultando que ela se livre deles. Certamente não é isto que queremos para a pessoa amada. É preciso todo o cuidado para que isto não ocorra nos momentos de discussão. Nestas horas o melhor é manter a boca fechada. Aquele que estiver mais calmo, que for mais controlado, deve ficar quieto e deixar o outro falar até que se acalme. Não revidar em palavras, senão a discussão aumenta, e tudo de mau pode acontecer, em termos de ressentimentos, mágoas e dolorosas feridas. Nos tempos horríveis da "guerra fria", quando pairava sobre o mundo todo o perigo de uma guerra nuclear, como uma espada de Dâmocles sobre as nossas cabeças, o Papa Paulo VI avisou o mundo: "a paz impõe-se somente com a paz, pela clemência, pela misericórdia, pela caridade". Ora, se isto é válido para o mundo encontrar a paz, muito mais é válido para todos os casais viverem bem. Portanto, como ensina Thomás de Kemphis, na Imitação de Cristo, "primeiro conserva-te em paz, depois poderás pacificar os outros". E Paulo VI, ardoroso defensor da paz, dizia: "se a guerra é o outro nome da morte, a vida é o outro nome da paz". Portanto, para haver vida no casamento, é preciso haver a paz; e ela tem um preço: a nossa maturidade.

6. A DISPLICÊNCIA COM QUALQUER PESSOA É TOLERÁVEL, MENOS COM O CÔNJUGE
Na vida a dois tudo pode e deve ser importante, pois a felicidade nasce das pequenas coisas. A falta de atenção para com o cônjuge é triste na vida do casal e demonstra desprezo para com o outro. Seja atento ao que ele diz, aos seus problemas e aspirações.

7. NUNCA IR DORMIR SEM TER CHEGADO A UM ACORDO
"Não se ponha o sol sobre o vosso ressentimento" (Ef 4,26b)
Se isso não acontecer, no dia seguinte o problema poderá ser bem maior. Não se pode deixar acumular problema sobre problema, sem solução. Já pensou se você usasse a mesma leiteira que já usou no dia anterior, para ferver o leite, sem antes lavá-la? O leite certamente azedaria. O mesmo acontece quando acordamos sem resolver os conflitos de ontem. Os problemas da vida conjugal são normais e exigem de nós atenção e coragem para enfrentá-los, até que sejam solucionados, com o nosso trabalho e com a graça de Deus. A atitude da avestruz, da fuga, é a pior que existe. Com paz e perseverança busquemos a solução.


8. PELO MENOS UMA VEZ AO DIA, DIZER AO OUTRO UMA PALAVRA CARINHOSA
Muitos têm reservas enormes de ternura, mas esquecem de expressá-las em voz alta. Não basta amar o outro, é preciso dizer isto também com palavras. Especialmente para as mulheres, isto tem um efeito quase mágico. É um tônico que muda completamente o seu estado de ânimo, humor e bem estar. Muitos homens têm dificuldade neste ponto; alguns por problemas de educação, mas a maioria porque ainda não se deu conta da sua importância. Como são importantes essas expressões de carinho que fazem o outro crescer: "eu te amo", "você é muito importante para mim", "sem você eu não teria conseguido vencer este problema", "a tua presença é importante para mim"; "tuas palavras me ajudam a viver"... Diga isto ao outro com sinceridade toda vez que experimentar o auxílio edificante dele.

9. COMETENDO UM ERRO, SABER ADMITI-LO E PEDIR DESCULPAS
Admitir um erro não é humilhação. A pessoa que admite o seu erro demonstra ser honesta consigo mesma e com o outro. Quando erramos não temos duas alternativas honestas, apenas uma: reconhecer o erro, pedir perdão e procurar remediar o que fizemos de errado, com o propósito de não repeti-lo. Isto é ser humilde. Agindo assim, mesmo os nossos erros e quedas serão alavancas para o nosso amadurecimento e crescimento. Quando temos a coragem de pedir perdão, vencendo o nosso orgulho, eliminamos quase de vez o motivo do conflito no relacionamento, e a paz retorna aos corações. É nobre pedir perdão!

10. QUANDO UM NÃO QUER, DOIS NÃO BRIGAM
É a sabedoria popular que ensina isto. Será preciso então que alguém tome a iniciativa de quebrar o ciclo pernicioso que leva à briga. Tomar esta iniciativa será sempre um gesto de grandeza, maturidade e amor. E a melhor maneira será "não pôr lenha na fogueira", isto é, não alimentar a discussão. Muitas vezes é pelo silêncio de um que a calma retorna ao coração do outro. Outras vezes será por um abraço carinhoso, ou por uma palavra amiga.

Fonte: Canção Nova/ Prof. Felipe Aquino
Do livro "Namoro"

quarta-feira, 31 de março de 2010

QUINZE ALAGOANOS CONFIRMAM PRESENÇA NO 17º ENA

Quinze mefecistas alagoanos confirmaram sua participação no 17º ENCONTRO NACIONAL DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO, que acontece na cidade de Vila Velha, Espírito Santo, no período de 18 a 24 de julho próximo.

A data limite para as inscrições terminou ontem, dia 30 de março, as fichas preenchidas e em branco foram remetidas ao CONDIR/NE que repassará a Secretaria do ENA que redistribuirá aos CONDIR’s em caso de existirem vagas disponíveis.

Os mefecistas receberão através de e-mail e/ou Correios a confirmação da sua inscrição com o nome da sua Comunidade de Trabalho e a Oficina que irá participar. Também será informado o nome, telefones e endereço do seu hospedeiro para o primeiro contato.

O evento reunirá mefecistas de todo o País empenhado em refletir sobre o tema “FAMÍLIA PROMOTORA DA JUSTIÇA E DA INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO” e o lema “EU VI E ESCUTEI O CLAMOR DAS FAMÍLIAS (Ex. 3,7)”.

A delegação alagoana será composta por membros dos Grupos de Base CANÁ DA GALILÉIA (6), MÃOS DADAS (2), AMIZADE (2) de Maceió e MAMÃE MARGARIDA (4) de Matriz de Camaragibe. Participa também o Padre Manoel Henrique, orientador espiritual do MFC ALAGOAS.

Os integrantes da caravana alagoana no 17º ENA são: JAMES e FÁTIMA (Grupo Mãos Dadas/MFC MACEIÓ); MARLY e VERÔNICA (Grupo Amizade/MFC MACEIÓ); JORGE, PENHA, GASTÃO, ELUZA, RENIVAL e LÚCIA (Grupo Caná da Galileia/MFC MACEIÓ); CÉLIA, VERA, GALDINO e DAIA (Grupo Mamãe Margarida/MFC MATRIZ DE CAMARAGIBE); Padre MANOEL HENRIQUE (Orientador Espiritual do MFC ALAGOAS).

27ª NUCLEAÇÃO: HOJE, FORMAÇÃO DE PALESTRANTES

Hoje, no auditório da Sede do MFC, a partir das 19h30min, acontece mais uma Reunião de Trabalho da 27ª NUCLEAÇÃO DO MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ sob a coordenação dos casais Fernando e Luciana Fon, Helion e Verônica e Rainey e Anamaria.

A reunião de hoje é especifica para a “FORMAÇÃO DE PALESTRANTES” que atuarão durante a 27ª NUCLEAÇÃO e terá como palestrante o casal Cláudio e Beth Marques (foto), ex-coordenadores do MFC MACEIÓ. Devem participar apenas os palestrantes convidados para a 27ª NUCLEAÇÃO.

Já na próxima quinta-feira, 8 de abril, acontece a 4ª Reunião de Trabalho e Noite de Formação anteriormente marcada para a quarta-feira, dia 7, para todos os mefecistas que trabalharão nos diversos cargos e funções da 27ª NUCLEAÇÃO.

terça-feira, 30 de março de 2010

GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE VISITA CRECHE NA SANTA LÚCIA

No último sábado, 27, os mefecistas do GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE: Claudete e Fiel, Fabrícia e Léo, Luciana e Maurício, Glíssia e Marcial, todos acompanhados dos filhos, estiveram visitando a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ para levar gêneros alimentícios, roupas e brinquedos que foram doados por todos os demais membros do GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE que não estiveram presentes à visita.

Não é fácil manter funcionando uma creche, principalmente quando essa creche não recebe verba governamental para o seu funcionamento. No bairro de Santa Lúcia, periferia de Maceió, Dona Lourdes dos Meninos, pessoa simples, sem muitos recursos financeiros, mantém a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ, onde acolhem crianças de rua com muito amor e carinho, oferecendo aos sábados, comida de qualidade, ensinando tarefas escolares, aulas de artesanato, noções de higiene e saúde, recreação, entre outras atividades.

Tudo começou quando Dona Lourdes, apesar de só ter concluído o primário, 53 anos, resolveu criar uma pequena escola de alfabetização. Mas aos poucos foram chegando crianças famintas vindas das favelas do próprio bairro e do Tabuleiro apenas com o interesse na alimentação. O número foi aumentando e a escola de alfabetização transformou-se em uma creche que funciona apenas uma vez por semana.

Dona Lourdes nunca procurou os órgãos governamentais para pedir ajuda, mais explica que para fazer algum convenio público é necessário registrar a creche, o que custa caro, prefere gastar o dinheiro do registro na compra de comida para as crianças.

Alguns voluntários ajudam Dona Lourdes na creche, inclusive no pagamento do aluguel da casa onde funciona a creche. São voluntários que foram conhecer o trabalho de Dona Lourdes, ficaram espantados com a situação e resolveram ajudar. Entre eles, o casal mefecista Luciana e Mauricio (Grupo Amigos para Sempre) que convidou o restante do Grupo para visitar a CRECHE MADRE TERESA DE CALCUTÁ. Outro que constantemente ajuda a creche é o Cônego João Neto, bastante conhecido dos mefecistas maceioenses, juntamente com alguns jovens do núcleo de renovação Carismática da Igreja Católica.

Dona Lourdes não gosta de receber ajuda em dinheiro, prefere receber doações de mantimentos, material de limpeza, higiene pessoal e material para os trabalhos de bordado e costura.

Os demais Grupos do MFC - Movimento Familiar Cristão que desejarem visitar a creche devem manter contato com o GRUPO AMIGOS PARA SEMPRE do MFC MACEIÓ ou com a própria Dona Lourdes pelos telefones (82) 3324-4121 e 8865-2108.

segunda-feira, 29 de março de 2010

REUNIÃO DE COORDENADORES SERÁ HOJE NA SEDE

VIDA SOLITÁRIA PODE LEVAR À HIPERTENSÃO


Patricia Zwipp
Viver sozinho traz tristeza e mau humor. E também pode tornar a pessoa mais propensa a desenvolver hipertensão, de acordo com uma pesquisa americana. Após quatro anos de sentimentos crônicos de solidão foi constatado um aumento significativo da pressão em quem tem mais de 50 anos.
O estudo contou com 229 participantes com idade entre 50 e 68. O grupo respondeu a uma série de perguntas, como "Tenho muito em comum com as pessoas ao meu redor?", "Minhas relações sociais são superficiais?", "Eu posso encontrar companhia quando quiser?".

A análise constatou também que a depressão e o estresse são apenas parcialmente responsáveis pela hipertensão.

A pesquisadora Louise Hawkley, da Universidade de Chicago, disse ao jornal Daily Mail que o aumento de pressão associado à solidão não era observável até os dois primeiros anos da pesquisa, que durou cinco. Depois, constatou-se que até níveis modestos de solidão afetaram os voluntários.

Engana-se quem pensa que gente repleta de amigos é menos só. O que tem de se levar em conta é achar as relações sociais satisfatórias.

Portanto, quem tem poucas companhias, mas as considera gratificantes, é menos sozinha do que as pessoas com muitos contatos superficiais. As conclusões foram divulgadas na revista especializada Psychology and Aging.