domingo, 17 de novembro de 2013
LITURGIA DO 33º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 17/11/2013
LITURGIA DO 33º DOMINGO
DO TEMPO COMUM
PRIMEIRA LEITURA (Ml 3,19-20a)
Leitura da Profecia de Malaquias:
19Eis que virá o dia, abrasador como fornalha, em que todos os soberbos e ímpios serão como palha; e esse dia vindouro haverá de queimá-los, diz o Senhor dos exércitos, tal que não lhes deixará raiz nem ramo.
20aPara vós, que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo salvação em suas asas.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
RESPONSÓRIO (Sl 97)
— O Senhor virá julgar a terra inteira; com justiça julgará.
— Cantai salmos ao Senhor ao som da harpa/ e da cítara suave!/ Aclamai, com os clarins e as trombetas,/ ao Senhor, o nosso Rei!
— Aplauda o mar com todo ser que nele vive,/ o mundo inteiro e toda gente!/ As montanhas e os rios batam palmas/ e exultem de alegria.
— Exultem na presença do Senhor, pois ele vem,/ vem julgar a terra inteira./ Julgará o universo com justiça/ e as nações com equidade.
SEGUNDA LEITURA (2Ts 3,7-12)
Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses:
Irmãos: 7Bem sabeis como deveis seguir o nosso exemplo, pois não temos vivido entre vós na ociosidade. 8De ninguém recebemos de graça o pão que comemos. Pelo contrário, trabalhamos com esforço e cansaço, de dia e de noite, para não sermos pesados a ninguém. 9Não que não tivéssemos o direito de fazê-lo, mas queríamos apresentar-nos como exemplo a ser imitado.
10Com efeito, quando estávamos entre vós, demos esta regra: “Quem não quer trabalhar, também não deve comer”.
11Ora, ouvimos dizer que entre vós há alguns que vivem à toa, muito ocupados em não fazer nada. 12Em nome do Senhor Jesus Cristo, ordenamos e exortamos a estas pessoas que, trabalhando, comam na tranquilidade o seu próprio pão.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
EVANGELHO (Lc 21,5-19)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas votivas.
Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”.
7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?”
8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ e ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”.
10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu.
12Antes, porém, que estas coisas aconteçam, sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. 13Esta será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé.
14Fazei o firme propósito de não planejar com antecedência a própria defesa; 15porque eu vos darei palavras tão acertadas, que nenhum dos inimigos vos poderá resistir ou rebater. 16Sereis entregues até mesmo pelos próprios pais, irmãos, parentes e amigos. E eles matarão alguns de vós.
17Todos vos odiarão por causa do meu nome. 18Mas vós não perdereis um só fio de cabelo da vossa cabeça.
19É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida!”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
REFLEXÃO
Pe. Luiz Carlos de Oliveira, C.Ss.R.
NÃO FICARÁ PEDRA SOBRE PEDRA
Na liturgia de hoje, já próxima do final do Ano Litúrgico, temos a reflexão sobre o fim dos tempos. Quando chega o fim de um século ou de um milênio, alguns marcam o dia do fim do mundo (O que nem Jesus sabia quando seria). Naquele tempo também havia essa preocupação. Em suas conversas com Jesus, os discípulos falaram da beleza do templo. Ele respondeu: “Virão tempos em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído” (Lc 21,6). Perguntaram: “Quando acontecerá isso e quais serão os sinais?” Os judeus faziam essas perguntas, pois os tempos messiânicos viriam com sinais grandiosos. Jesus respondeu com a linguagem apocalíptica que apresenta símbolos e não faz descrição. Sempre quando acontecem catástrofes já se pensa que é o fim. Guerra, terremotos e outros males sempre aconteceram. Lembramos os males das guerras mundiais, a bomba atômica em Hiroshima, os campos de concentração, a migração dos povos que passam por sofrimentos de guerra ou miséria. E o fim não veio. Jesus preveniu seus discípulos e ensinou que não deveriam deixar se enganar por aqueles que dizem que vêm em seu nome. Em segundo lugar ensinou a não ter medo nem ficar apavorado: “Não perdereis um só fio de cabelo de vossa cabeça” (Lc 21,18). Em terceiro lugar disse que, antes que isso acontecesse, seriam perseguidos e presos por causa de Seu nome, isto é, por serem seus discípulos. Vamos passar pelo que ele passou. Ensinou que devíamos tomar a cruz e seguí-Lo (Mc 8,34). O profeta Malaquias disse que o dia do Senhor iria queimar todos os males (Ml 3.19). A nós compete entender que vamos ao encontro do fim, mas não para uma destruição, pois para os que creem em Cristo, não há destruição.
TODOS VOS ODIARÃO
Ainda hoje, como sempre, existe perseguição dos fiéis em países muçulmanos, regiões hinduístas e em tantos países ditos de primeiro mundo que falam de liberdade, mas oprimem os que têm fé. Jesus diz que não se preocupassem, pois não perderão a fé nem a Deus. Preveniu: “Todos vos odiarão por causa do meu nome”. O ódio é contra Jesus e, por isso, atinge seus seguidores. É o dragão que quer devorar o filho da mulher. Não podendo destruir o Filho, vai sobre a mulher, que representa a Igreja (Ap 12,1-6). Por que tanto ódio contra os seguidores de Jesus? Porque a fé exige conversão e mudança de vida. Sua palavra destrói as bases do mal: riqueza, poder, orgulho. São as mesmas tentações pelas quais passou Jesus e passamos nós. Ele venceu e nele vencemos.
ESPERAR OCUPADOS
São Paulo dá a regra do bem viver na comunidade: “Quem não quer trabalhar, também não deve comer”. Paulo diz assim porque alguns, vendo que o fim estava próximo, não assumiam e viviam “muito ocupados em nada fazer”. Ensina que esperar significa cumprir o dever e fazer o bem: “Não temos vivido entre vós na ociosidade... trabalhamos com esforço e cansaço... para não sermos cansados a ninguém”. (1Ts 3,10-11). Felicidade está em servir de todo coração (oração). Pedimos que a Eucaristia nos faça crescer na caridade (Pós-comunhão). Ouvimos as palavras do profeta Malaquias: “Para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, trazendo a salvação em suas asas” (Ml 3,20ª). A profecia sobre o fim dos tempos não nos apavore, mas anime: “É permanecendo firmes que ireis ganhar a vida” (Lc 21,19). Paulo ensina que o que “vale é a fé que age pela caridade” (Gl 5,6).
ORAÇÃO
Senhor nosso Deus, fazei que a nossa alegria consista em vos servir de todo o coração, pois só teremos felicidade completa servindo a vós, o criador de todas as coisas. Amém!
*Editado por JorgeMacielNews
sábado, 16 de novembro de 2013
CRISTO, RAZÃO E ESPERANÇA DA IGREJA
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| Dom Henrique Soares da Costa |
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe
E
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stava pensando nos cristãos da Igreja dos inícios: de fora, perseguições do Império Romano; de dentro, as divisões e as decepções com irmãos que, perseguidos, renegavam a fé...
Isto mesmo: a Igreja sempre viverá em meio a tribulações, a fracassos, a perseguições e escândalos. Nunca será na terra o que terá somente no Céu: a paz da fidelidade perene de seus filhos e do gozo eterno da Glória... Mesmo que seja verdadeiramente a Igreja de Cristo, a família de Deus, a semente do Reino que se manifestará plenamente na Glória, ela caminha neste mundo ainda sob a marca da ambiguidade, das ambiguidades... Será assim até o fim!
Os verdadeiros católicos não são católicos por causa da Igreja, mas por causa do Cristo fidelíssimo, que nos amou até a cruz e nos deu a Sua Igreja, nascida do Seu lado aberto e do Seu Espírito entregue, como Mãe e canal de Sua graça. Certamente que os escândalos, a crise de fé de tantos filhos da Igreja, o mau exemplo de quem deveria ser presença viva de Cristo – tudo isto nos entristece e pode nos trazer a tentação do desânimo; no entanto, se compreendermos bem o que é a Igreja, se tivermos os olhos e o coração fixos no Cristo, então todas essas realidades negativas em nada tirarão a nossa paz.
Precisamos – isto sim – compreender que a Igreja não existe por si mesma e não é santa por si mesma, mas tudo recebe do Cristo. Precisamos levar a sério que é Cristo quem atrai os Seus e agindo por Sua graça operosa os congrega e os mantém firmes na fé. Não somos nós, ministros sagrados, quem seguramos o povo e não somos os astros “pop stars” e interessantes, que mantêm o povo na Igreja... Tudo isto é um grosseiro e triste erro, é bobagem e presunção humana! Por que alguns ministros sagrados se sentem na obrigação de serem astros, de serem adaptáveis a tudo quanto é mundano, na ilusão de que isso atrai? É Cristo o Astro único, é Cristo Quem atrai, é Cristo a novidade, é Cristo Quem nos mantém fieis, é Cristo – e só Cristo – a alegria perene do nosso coração. Aliás é bom ter bem presente: quem entra na Igreja ou nela permanece por outro motivo que não Cristo, perde tempo e não está verdadeiramente na Igreja! A pergunta, a questão, o definitivo é e será sempre aquela pergunta: “Tu Me amas?”
Entristece-me muito – mais que qualquer escândalo – ver tantos membros do clero e tantos teólogos preocupados em ser agradáveis às pessoas, atraentes e simpáticos ao mundo, gente de “boa pinta”, interessante e simpática... Recordo de Pedro, de Paulo, de João, de Madre Teresa, de Frei Damião, da Irmã Dulce, do Padre Pio... Certamente nunca procuraram ser atraentes, mas docemente, benignamente fieis! Não somos nós quem atraímos! Não temos de ser boa gente e engraçadinhos para atrair! É Cristo Quem atrai, é Cristo o centro! A nós, basta deixar que Cristo de tal modo impregne a nossa vida que quem nos vir, veja Cristo em nós: como exigente bondade, como amor que se dá, como responsabilidade que não esconde nem omite o essencial!
Tantos pregam a secularização para atrair o povo e a mundanização da Igreja, na ilusão de se fazerem simpáticos e compreendidos... Desprezam tudo aquilo que ajuda a mostrar a identidade católica, a alegria da consagração e o gosto de ser diferente do mundo... Pensam que com isso estão aproximando as pessoas e se fazendo compreender pelo mundo atual... Pura distorção ideológica e ultrapassada! O mundo grita por sinais de Deus, por marcas do eterno, por reflexos do sagrado, por gente que não tenha medo de crer, viver e testemunhar o infinito que renova esta terra!
O que afasta o povo é uma Igreja que não dá Cristo; o que esmorece a fé são padres e religiosos ou leigos que querem ser protagonistas, ao invés de darem lugar ao Cristo, único Senhor e Astro; o que cansa as pessoas são homilias que falam de tudo, mas não falam pura e simplesmente de Cristo, de Seu amor, de Sua beleza, de Seu perdão e salvação; o que torna a Igreja sem graça é o moralismo ideológico, que confunde o Reino com sociedade socialista, que só sabe falar em questões sociais. A Igreja não existe para si, mas para um Outro! Não deve se colocar no centro, mas deixar que Cristo seja o centro! A função da Igreja, sua razão de ser é pura e simplesmente provocar o encontro das pessoas com Jesus, trazer-lhes Jesus, cheio de Espírito Santo e, assim, inundar o coração das pessoas e do mundo com o Reinado de Deus – onde está o Espírito de Cristo, aí está o Reinado do Pai que Jesus trouxe com Sua morte e ressurreição!
Nossa questão não é pensar no que atrai o povo, mas anunciar Jesus, pura e simplesmente, com toda fidelidade, simplicidade, amor e mansidão... O resto é graça, é ação do Senhor, é misericórdia de Deus...
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
O ENFRAQUECIMENTO DA AUTORIDADE DOS PAIS
COMO EXPLICAR A
DESSACRALIZAÇÃO DA AUTORIDADE?
É
muito interessante revisarmos juntos um pouco da história dos últimos séculos,
e assim entendermos melhor como foi que a autoridade foi perdendo terreno na
sociedade e na família. Percebendo o que aconteceu, talvez possamos compreender
que muito do que havia na família do passado era autoritarismo, e que a luta
contra ele em nada justifica a ausência de autoridade nos dias de hoje.
Na
cultura tradicional vigorava a autoridade forte na relação do Estado com os
súditos e no ambiente da família. Esta autoridade provinha de valores,
costumes, normas. A perda de autoridade dos governantes, incapazes de proteção
e da manutenção da paz, modificou esta situação, que sofreu um colapso. Diante
da dessacralização da autoridade política, a família entrou em crise...
Roudinesco,
em a “A família em desordem” (2003), analisa a família em três fases
evolutivas: a primeira, dita “tradicional", era regida pelo poder do pai.
O pai recebia o poder do rei, que, por sua vez, o recebia diretamente de Deus,
conforme acreditavam; a segunda, fase “moderna", é regida por uma lógica
romântica, onde o casal se escolhe sem a interferência de seus pais, procurando
uma satisfação amorosa, dividindo o poder e o direito sobre os filhos entre os
pais e o Estado e/ou entre pais e mães. Finalmente, a terceira fase,
"família contemporânea ou pós-moderna", onde a transmissão da
autoridade vai ficando cada vez mais complexa em função das rupturas e
recomposições que a família vai sofrendo.
A
família “tradicional", submetida ao poder paterno, manteve-se por séculos
e veio a abalar-se com a Revolução Francesa, que, ao propor um mundo laico,
atingiu a até então inatacável figura de Deus Pai e seus sucedâneos, os reis.
Estes são dessacralizados e destituídos, enfraquecendo consequentemente os
pais, que eram seu equivalente no seio dos lares. Esse modelo familiar
desmoronou definitivamente no final do Século XIX.
RESGATANDO A
AUTORIDADE NA FAMÍLIA
A
autoridade de um pai, ou de uma mãe, se fundamenta num conjunto de valores por
eles vividos, como por exemplo, falar a verdade, tratar o próximo com justiça,
evitar excesso de bebidas, controlarem a agressividade, dialogar, respeitar os
direitos dos outros, não roubar, viver em paz com todos, etc. São esses valores
e princípios que dão legitimidade às relações de mando e obediência. Sem eles
os pais não têm “autoridade” para pedir a um filho que cumpra suas ordens.
A
autoridade pertence ao reino da qualidade: mantém-se, perde-se e recupera-se
pelo modo de comportar-se. Para recuperar a autoridade, comece-se por melhorar,
e muito, o comportamento e as relações dos próprios pais.
A
autoridade, que em nada se parece com autoritarismo, é uma arma nas mãos de
pais e educadores. Tanto a sobredose como sua insuficiência constituem
traumatismos afetivos cujos efeitos recaem sobre a personalidade da criança. Se
somos totalmente contrários ao excesso de rigor, à disciplina pétrea, às regras
descabidas, também recriminamos a frouxidão, a folga, a ausência de limites e a
firmeza em exigir seu cumprimento. Na verdade, a demissão do exercício da
paternidade está na raiz do problema. É preciso por o dedo na chaga e
identificar a relação que existe entre o medo de punir e os efeitos
anti-sociais.
O
que os pais jamais poderão esquecer é que o afeto e a autoridade não são antagônicos,
pelo contrário, são as muletas sobre as quais se apóia a personalidade
vacilante do filho, da filha.
Já
mencionamos que os valores humanos aparecem como critérios definitivos do
sistema de ordem que deve corresponder à disciplina educativa. A restrição e a
limitação são necessárias para a consecução da ordem e a direção na vida. Uma
das primeiras coisas que o ser humano aprende é que não pode tudo: muitas vezes
na vida ficará frustrado e deprimido.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
MFC SE REÚNE HOJE COM PARCEIROS DO DIA DA FAMÍLIA
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s
Equipes envolvidas na realização do DIA DA FAMÍLIA, uma ação dos Grupos de Base
do Movimento Familiar Cristão de Maceió, se reúnem na manhã desta quinta-feira –
14 de novembro, às 10 horas, no Edifício Norcon Empresarial, com todos os
órgãos parceiros do evento.
A
finalidade da reunião é a definição organizacional das equipes nas atividades que
acontecerão no evento DIA DA FAMÍLIA, uma ação dos Grupos de Base do MFC
MACEIÓ, dentro das finalidades e metas do MFC, que se comemora no DOMINGO - 8
DE DEZEMBRO.
O
evento acontecerá na área fechada da orla de Maceió, que fica entre as Praias
da Pajuçara e Ponta Verde, espaço que tradicionalmente acontece à recreação de
crianças e famílias, com uma vasta programação direcionada as famílias.
Todos
os membros do MFC que participarem do DIA DA FAMÍLIA receberão gratuitamente
uma camisa alusiva ao evento. Outros brindes serão distribuídos por parceiros
do MFC que acreditam no sucesso do evento.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
MFC MACEIÓ PARTICIPA DE TRÊS IMPORTANTES REUNIÕES NESTA QUARTA-FEIRA, 13
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esta quarta-feira – 13 de novembro, às 19h30min, três importantes reuniões acontecem simultaneamente com a participação de dirigentes do Movimento Familiar Cristão de Maceió.
EQUIPE CIDADE
Na Sede do MFC na Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara, a coordenação da Equipe Cidade de Maceió do Movimento Familiar Cristão se reúne com todos os membros que compõe a Equipe Cidade de Maceió para discutir e deliberar sobre a Confraternização Natalina e o Plano de Ação para o período seguinte.
ATO EM DEFESA DA VIDA
Na Capela da Santa Casa de Misericórdia de Maceió, a Pastoral da Saúde da Arquidiocese de Maceió se reúne com os diversos movimentos e comunidades da Santa Igreja Católica, para definirem as ações do ato público em favor da vida humana, especialmente com todos os cristãos católicos que são contra o aborto. A coordenação do evento é do Padre Cícero Lenisvaldo, um padre muito sério e comprometido com o reino e um grande colaborador do Movimento Familiar Cristão.
FESTA DA MEDALHA MILAGROSA
No salão paroquial da Igreja do Aldebaran, a comissão organizadora da Festa da Medalha Milagrosa e as pastorais, movimentos e comunidades paroquiais se reúnem para definir os detalhes finais da festa que se inicia no domingo - dia 24 e tem seu termino na quarta-feira - dia 27 de novembro, com a Missa Solene e a Procissão com as imagens de Nossa Senhora das Graças e Santa Catarina Labouré.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
EQUIPE CIDADE DE MACEIÓ SE REÚNE AMANHÃ NA SEDE DO MFC
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esta quarta-feira – 13 de novembro, às 19h30min, na Sede do MFC na Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara, a coordenação da Equipe Cidade de Maceió do Movimento Familiar Cristão se reúne com todos os membros que compõe a Equipe Cidade para discutir e deliberar sobre a Confraternização Natalina e o Plano de Ação para o período seguinte.
A CONFRATERNIZAÇÃO NATALINA precisa ser programada o mais rápido possível, a definição da data, local e como se realizará o evento devem ser definidos com urgência para que se tenham condições de organizar uma festa que contemple o maior número possível de mefecistas. Todos devem expor suas sugestões para chegarmos a melhor decisão.
Já o PLANO DE AÇÃO precisa estar concluído e todas as Equipes e Assessorias devem apresentar seu Plano de Ação, para ser discutido e aprovado na próxima reunião do Conselho de Cidade.
É importante a presença de todos nesta reunião extraordinária para que todos tenham voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
DIA DA FAMÍLIA SERÁ DISCUTIDO HOJE NA SEDE DO MFC
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Equipes Cidade de Maceió e Estadual Alagoas do Movimento Familiar Cristão se
reúnem nesta segunda-feira – 11 de novembro de 2013, a partir das 19h30min, na
Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580 –
Pajuçara), com todos os mefecistas maceioenses para definirem e organizarem
os grupos de trabalho nas atividades que acontecerão no evento "DIA DA
FAMÍLIA", uma ação dos Grupos de Base do MFC MACEIÓ, dentro das
finalidades e metas do MFC, que se comemora no DOMINGO - 8 DE DEZEMBRO.
O
evento acontecerá na área fechada da orla de Maceió, que fica entre as Praias
da Pajuçara e Ponta Verde, espaço que tradicionalmente acontece à recreação de
crianças e famílias, com uma vasta programação direcionada a família.
Todos
os membros do MFC que participarem do DIA DA FAMÍLIA receberão gratuitamente uma
camisa alusiva ao evento. Outros brindes serão distribuídos por parceiros do
MFC que acreditam no sucesso do evento.
Todas
as informações relacionadas ao DIA DA FAMÍLIA serão repassadas e discutidas com
os mefecistas maceioenses nesta reunião, sendo importante a presença de todos
os mefecistas comprometidos com a ação para que o planejamento e sucesso do
evento sejam alcançados.
domingo, 10 de novembro de 2013
LITURGIA DO 32º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 10/11/2013
32º DOMINGO DO TEMPO COMUM
PRIMEIRA LEITURA (2Mc 7,1-2.9-14)
Leitura do Segundo Livro dos Macabeus:
Naqueles dias, 1aconteceu que foram presos sete irmãos, com sua mãe, aos quais o rei, por meio de golpes de chicote e de nervos de boi, quis obrigar a comer carne de porco, que lhes era proibida.
2Um deles, tomando a palavra em nome de todos, falou assim: “Que pretendes? E que procuras saber de nós? Estamos prontos a morrer, antes que violar as leis de nossos pais”.
9O segundo, prestes a dar o último suspiro, disse: “Tu, ó malvado, nos tiras desta vida presente. Mas o Rei do universo nos ressuscitará para uma vida eterna, a nós que morremos por suas leis”.
10Depois deste, começaram a torturar o terceiro. Apresentou a língua logo que o intimidaram e estendeu corajosamente as mãos. 11E disse, cheio de confiança: “Do Céu recebi estes membros; por causa de suas leis os desprezo, pois do Céu espero recebê-los de novo”.
12O próprio rei e os que o acompanhavam ficaram impressionados com a coragem desse adolescente, que considerava os sofrimentos como se nada fossem.
13Morto também este, submeteram o quarto irmão aos mesmos suplícios, desfigurando-o. 14Estando quase a expirar, ele disse: “Prefiro ser morto pelos homens tendo em vista a esperança dada por Deus, que um dia nos ressuscitará. Para ti, porém, ó rei, não haverá ressurreição para a vida!”
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
RESPONSÓRIO (Sl 16)
— Ao despertar, me saciará vossa presença e verei a vossa face!
— Ó Senhor, ouvi a minha justa causa,/ escutai-me e atendei o meu clamor!/ Inclinai o vosso ouvido à minha prece, pois não existe falsidade nos meus lábios!
— Os meus passos eu firmei na vossa estrada,/ e por isso os meus pés não vacilaram./ Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis,/ inclinai o vosso ouvido e escutai-me!
— Protegei-me qual dos olhos a pupila/ e guardai-me, à proteção de vossas asas./ Mas eu verei, justificado, a vossa face/ e ao despertar me saciará vossa presença.
SEGUNDA LEITURA (2Ts 2,16-3,5)
Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Tessalonicenses:
Irmãos: 16Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai, que nos amou em sua graça e nos proporcionou uma consolação eterna e feliz esperança, 17animem os vossos corações e vos confirmem em toda boa ação e palavra.
3,1Quanto ao mais, irmãos, rezai por nós, para que a palavra do Senhor seja divulgada e glorificada como foi entre vós. 2Rezai também para que sejamos livres dos homens maus e perversos, pois nem todos têm fé!
3Mas o Senhor é fiel; ele vos confirmará e vos guardará do mal. 4O Senhor nos dá a certeza de que vós estais seguindo e sempre seguireis as nossas instruções. 5Que o Senhor dirija os vossos corações ao amor de Deus e à firme esperança em Cristo.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!
EVANGELHO (Lc 20,27-38)
— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!
Naquele tempo, 27aproximaram-se de Jesus alguns saduceus, que negam a ressurreição, 28e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: se alguém tiver um irmão casado e este morrer sem filhos, deve casar-se com a viúva a fim de garantir a descendência para o seu irmão”.
29Ora, havia sete irmãos. O primeiro casou e morreu, sem deixar filhos.
30Também o segundo 31e o terceiro se casaram com a viúva. E assim os sete: todos morreram sem deixar filhos.
32Por fim, morreu também a mulher. 33Na ressurreição, ela será esposa de quem? Todos os sete estiveram casados com ela”.
34Jesus respondeu aos saduceus: “Nesta vida, os homens e as mulheres casam-se, 35mas os que forem julgados dignos da ressurreição dos mortos e de participar da vida futura, nem eles se casam nem elas se dão em casamento; 36e já não poderão morrer, pois serão iguais aos anjos, serão filhos de Deus, porque ressuscitaram. 37Que os mortos ressuscitam, Moisés também o indicou na passagem da sarça, quando chama o Senhor de ‘o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó’. 38Deus não é Deus dos mortos, mas dos vivos, pois todos vivem para ele”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!
REFLEXÃO - “DEUS DOS VIVOS”
Padre Luiz Carlos de Oliveira
Missionário Redentorista
A RESSURREIÇÃO TRANSFORMA
No evangelho de hoje Jesus ensina alguns pontos fundamentais de sua doutrina. Afirma a ressurreição dos mortos e seu sentido. A esperança na ressurreição é superior a todos os sofrimentos, como lemos no suplício dos sete irmãos e sua mãe. Este texto de Macabeus é colocado para explicar que a ressurreição dos mortos conduz à vida eterna: “Um dia Deus nos ressuscitará” (2Mc 7,14). Os saduceus, que não acreditavam na ressurreição. Para provocar Jesus, apresentam o caso de uma mulher que se casou com sete irmãos um após o outro, e não teve filho com nenhum e também ela morreu. Era uma lei para os judeus que o irmão devia dar descendência ao irmão que falecera sem filhos. De quem será esposa, se foi esposa dos sete? Jesus acena à visão de Moisés na qual Deus se chama de o Deus de Abraão, Isaac e Jacó. Quer dizer que são vivos. Assim também, para nós que ressuscitaremos, o modo de vida é diferente, pois é vida de ressuscitados. A vida é a mesma, mas de outro modo e é total. Nela, o espiritual preenche totalmente o ser humano. Vamos nos conhecer e amar muito mais, pois nos conhecemos em Deus que é o Total da Vida. O povo pergunta: “Vou encontrar e conhecer os meus queridos que se foram?” Não os conheceremos na fragilidade humana, mas na grandiosidade Divina que é muito mais. O conhecimento será muito maior, pois é a vida de imortais. Seremos como os Anjos. O gozo espiritual é infinito, pois supera tudo o que um coração humano possa desejar e sonhar. Seremos nós, mesmos, na dimensão da participação de Deus. Jesus afirma que a vida não termina aqui e que a vida futura não é igual à que temos agora, mas lhe é superior. Se o humano, físico, afetivo são maravilhosos, quanto mais será o conhecimento espiritual.
MISSÃO DE ANUNCIAR A VIDA
A leitura do martírio dos sete irmãos e de sua mãe, mostra a fortaleza diante do sofrimento e a certeza que vale mais perder a vida e ter ressurreição que desobedecer uma lei de Deus. Nada vale mais que o amor obediente a Deus. Isto já é uma proclamação da Vida Eterna. Uma fé só será robusta e saudável na medida em que preferirmos o bem maior às satisfações passageiras. Não crer na ressurreição é um convite muito claro a escolher o caminho de morte. Nada justifica a vida se não houver ressurreição. Nós vimos esta mesma fortaleza nos mártires de todos os séculos. Depois de dado momento de seu sofrimento, recebem um dom de fortaleza imenso, pois se unem ao Cristo que sofre neles. Continuamos em nosso corpo o que falta ao Corpo de Cristo que é a Igreja (Cl 1,24). Fazemos nossa parte de sofrimento porque cremos na glória da Ressurreição. Esta força nós a conquistamos na oração pela qual nos robustecemos e pela qual ajudamos a pregação do evangelho da Vida. O Senhor conduz os corações para o amor de Deus.
RESSURREIÇÃO COMEÇA AGORA
Jesus diz que quem crê tem a vida eterna (Jo 6,47). E também: “Quem come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna; e eu o ressuscitarei no último dia” (Jo 6,54). Pela fé e pelo sacramento da Eucaristia temos a garantia da ressurreição para a vida eterna. Esta começa aqui, pois somos transformados. Vivendo a Ressurreição estamos a serviço do Senhor e seu Reino: “inteiramente disponíveis nos dediquemos ao vosso serviço” (Oração). Celebrar para viver (Oferendas). Para isso pedimos que perseverem na sinceridade do vosso amor aqueles que foram fortalecidos pela infusão do Espírito Santo.
ORAÇÃO
Deus de poder e misericórdia, afastai de nós todo obstáculo para que, inteiramente disponíveis, nos dediquemos ao vosso serviço. Amém!
*Editado por JorgeMacielNews
sábado, 9 de novembro de 2013
É OBRIGADO IR À MISSA AOS DOMINGOS?
Pe. Mário Marcelo, scj
Americanópolis - São Paulo/SP
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m muitas situações nós padres nos deparamos com a seguinte pergunta: “Padre, é obrigado ir à missa aos domingos”?
Os cristãos católicos aprendem no catecismo que a missa do domingo é obrigatória. Os pais obrigam seus filhos a irem à missa, os catequistas pedem aos seus catequizados à comprovação que participaram da Missa aos domingos. No entanto, nada mais afastado do espírito da Igreja do que considerá-la uma “obrigação”. A Santa missa não pode tornar-se uma obrigação, ou seja, vamos lá, cumprimos nossa obrigação e depois estamos livres. Quem ama a Deus, não vai por obrigação.
A Santa missa não deve ser olhada como um preceito, uma obrigação, mas como uma graça, que nos insere dentro da comunidade de irmãos, nos faz viver o mistério de Cristo. Nossa presença na Eucaristia dominical enche a semana de sentido, revigora nossa fé, entusiasma nosso viver, plenifica nosso coração de felicidade.
É preciso entender a importância da participação dos cristãos na celebração eucarística dominical. Torna-se cada vez mais necessário notar o valor da celebração eucarística em si para melhor entender por que a Igreja tornou obrigatória a participação do cristão católico na Santa Missa aos domingos.
Conforme o Catecismo da Igreja Católica (nº 2178), a participação dos cristãos na celebração eucarística remonta aos inícios da era apostólica. Nos Atos dos Apóstolos 2,42-46 e conforme (1Cor 11,17), foi registrado a prática da assembléia cristã de reunir-se no dia Senhor (Dies Domini) para a celebração do Mistério Pascal.
“Como o dia da ressurreição de Jesus (após o sábado) deu a idéia de nova criação, para os cristãos o domingo tornou-se o primeiro de todos os dias, a primeira de todas as festas, o dia do Senhor por excelência. Consequentemente, a celebração eucarística como melhor forma de reunir a comunidade para louvar e agradecer, só poderia acontecer como principal demonstração de fé no seguimento do Senhor, neste dia, recordando e celebrando o seu memorial. Sem dúvida nenhuma, é desta tradição que a Igreja Católica colhe o sentido da “obrigatoriedade” de todo cristão participar da santa missa aos domingos”. (CIC nº 2175-2176).
Diz o Santo Padre o Papa João Paulo II em sua carta apostólica “Dies Domini”, sobre a santificação do domingo: “O Dia do Senhor – como foi definido o domingo, desde os tempos apostólicos – mereceu sempre, na história da Igreja, uma consideração privilegiada devido à sua estreita conexão com o próprio núcleo do mistério cristão. O domingo, com efeito, recorda, no ritmo semanal do tempo, o dia da ressurreição de Cristo. É a Páscoa da semana, na qual se celebra a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o cumprimento nele da primeira criação e o início da “nova criação” (cf. 2Cor 5,17). É o dia da evocação adorante e grata do primeiro dia do mundo e, ao mesmo tempo, da prefiguração vivida na esperança, do “ultimo dia”, quando Cristo vier na glória (cf. At 1,11: 1Ts 4,13-17) e renovar todas as coisas (cf. Ap 21,5).
Quando Jesus diz ser “o pão vivo descido do céu para dar vida ao mundo” (cf Jo 6,47-51) certamente que se referia ao seu Corpo que nos daria como alimento, a vida Divina que podia nos oferecer.
Ainda hoje muitos se afastam da Santa Missa repetindo a multidão que se afastou de Jesus quando fez o discurso do pão vivo descido do céu (Leia atentamente todo o capítulo 6 do Evangelho de São João). Ainda, lembremos o ensinamento de Paulo aos Hebreus, “Não deixemos as nossas assembléias, como alguns costumam fazer. Procuremos animar-nos sempre mais” (Hb 10, 25).
O domingo também é dia de descanso, de estar com a família. Muitos praticam esportes, realizam passeios, promovem festas familiares, visitam amigos, são atividades boas, sadias, mas esquecem a oração, o rezar com a comunidade, o participar do banquete Eucarístico. Sempre foi possível fazer ambas as coisas. Quantos dizem: “eu rezo em casa”... pergunto: “e a vida com a comunidade?”; “e a Eucaristia”?
O domingo, o dia do Senhor, da Eucaristia, é um momento rico de sentidos. É no domingo que a comunidade se reúne para celebrar a ressurreição de Jesus, participar da mesa Eucarística. A Eucaristia se faz alimento, sustento, força, ânimo para os nossos trabalhos de toda a semana. Quem não necessita deste alimento? Quem não precisa da força vinda do alto? Da graça de Deus?
Para nós cristãos católicos a celebração do domingo tornou-se o primeiro de todos os dias, o dia do Senhor, a primeira de todas as celebrações. Por isso, aos domingos nosso compromisso com o Senhor deixa de ser uma obrigação e se torna uma expressão da nossa fé viva na presença real de Jesus na Eucaristia. O preceito continua, mas devemos considerá-lo um ato de amor e carinho de Deus e da Igreja por cada um de nós. “No dia do Senhor, o Espírito tomou conta de mim” (Ap 1, 10).
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