sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
GRUPO ESPERANÇA VISITA INSTITUIÇÃO DE ADOÇÃO DE CRIANÇAS
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| Grupo Esperança visita o LACA |
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N
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a
ultima terça-feira, 18 de dezembro, membros do Grupo de Base Esperança do
Movimento Familiar Cristão de Maceió - Alagoas estiveram visitando o LACA – LAR
DE AMPARO A CRIANÇAS PARA ADOÇÃO, instituição sem fins lucrativos e não
governamental, que funciona com recursos próprios e com parcerias através de
doações voluntárias de pessoas e empresas, localizado no bairro da Pitanguinha.
A
finalidade principal do Grupo foi de conhecer o trabalho desenvolvido pelo LACA
em favor das crianças e de levar uma singela contribuição.
Além
de oferecer um lar provisório para crianças de 0 a 8 anos, a instituição age
como Grupo de Apoio à Adoção, agilizando o retorno da criança a família natural
ou o seu encaminhamento à uma família substituta. O LACA acredita que abrigos
devam funcionar como casas de passagens e não como depósitos de crianças.
Atualmente
o LACA está com quatorze crianças para adoção, com uma estrutura organizada,
mas carente de doações para melhor funcionar em prol das crianças.
O
Grupo Esperança, formado pelos casais Milton e Kaline; George e Luzia; Junior e
Cláudia; Talles e Uilliane; Douglas e Patrícia; Marcos e Poliana; Tácio e Rina;
Edson e Cida ficaram bastante sensibilizados com o que viu e vai promover ações
de ajuda à manutenção do projeto LACA.
O
Grupo foi recebido pela diretora Margarida que mostrou toda a casa e prestou
todas as informações necessárias.
O
Grupo Esperança é acompanhado por Miltinho e Val e Maurício e Karynna.
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
AMIGO VERDADEIRO - Artigo de James Magalhães de Medeiros
AMIGO VERDADEIRO
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A
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tribui-se a Oscar Wilde o seguinte
pensamento: “Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas
existe.” Logo se conclui do contesto, que existem em nosso mundo dois
grupos de pessoas: o grupo das pessoas que vivem, realmente, e o grupo das
pessoas que apenas existem. Na verdade os dois grupos convivem, socialmente,
todavia as pessoas que sabem viver, o faz com alma, com sentimento, com luz,
com exemplo, enquanto que, aquelas que vivem apenas porque existem, passam e
não deixam marcas, nem exemplos.
Direciono o foco deste espaço para a pessoa
de Orlando Monteiro Cavalcanti Manso, que daqui a alguns dias estará colocando
a sua toga no cabide da história, em razão da idade, pois completará setenta
anos de vida, com aproximadamente quarenta e quatro anos, nove meses e sete
dias, como Magistrado, sendo mais de vinte e cinco anos só como Desembargador
do Tribunal de Justiça de Alagoas.
Natural de Maceió, Estado de Alagoas; filho
de José Cavalcanti Manso, advogado e professor, e de D. Dagmar Monteiro Cavalcanti
Manso, exímia esposa e mãe. É casado com Maria Ester, Juíza de Direito da
Comarca de Maceió, de cuja união brotaram filhos, noras, genros e netos. É torcedor do nosso tradicional Clube de
Regatas Brasil – CRB, do Fluminense, no Rio de Janeiro, e do Corinthians, em
São Paulo. Quando jovem, estudante ginanasiano, perambulou pelos caminhos da
música, participando de programas de auditório, como cantor, na Rádio Difusora,
com o nome artístico de Fernando Morel. Serviu ao Exército Brasileiro, no 20°
Batalhão de Caçadores, com o nº 98, na condição de soldado, quando aprendeu
lições de civismo e de amor a pátria amada, que formataram ainda mais o seu
caráter.
Ensina Dalai Lama que “Só existem dois dias no ano que
nada pode ser feito. Um se chama ontem e outro se chama amanhã, portanto hoje é
o dia certo para amar, acreditar, fazer e principalmente viver.” O
nosso homenageado é uma pessoa que vive a vida e que sempre viveu bem a sua
vida, ou seja, não apenas existe. Por onde passou, na vida privada ou pública,
deixou a sua marca, porque ama, acredita, faz e sempre soube viver. Construiu e
preservou amigos e amizade. Sempre foi justo, sincero e correto na vida e no
exercício da atividade judicante. Suas decisões, extensas e fundamentadas,
muito servirão às gerações do futuro, como orientaram as do passado. Não tenho dúvida que o Desembargador Orlando
Monteiro Cavalcanti Manso, marcou o seu tempo e fez a sua história, e como tal
será eternamente lembrado.
É verdade, todos nós somos capazes de
construir a nossa própria história, como diz o cantor e compositor Almir Sater:
“Cada
um de nós compõe a sua história/Cada ser em si/Carrega o dom de ser capaz/E ser
feliz.”
Finalmente, concluo, afirmando que o
homenageado, amigo verdadeiro de seus amigos, está perfeitamente inserido nas
palavras do apóstolo Paulo, em sua Carta a Timóteo, que diz: “Combati
o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.”
terça-feira, 18 de dezembro de 2012
ENA - ENCONTRO NACIONAL DO MFC
E
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m mais de meio século de vida o Movimento Familiar Cristão do Brasil construiu sua mística e seus carismas e perseguiu seus objetivos a partir da constante busca pela integração das famílias, primeiro reunindo-as em Equipes Base e a partir delas organizando-se numa estrutura que se ramifica por todo o território brasileiro.
A manutenção dessa unidade sempre foi possível não apenas porque a Equipe de Coordenação Nacional, assim como as regionais e estaduais, se reúne regularmente avaliando a caminhada e propondo metas de ação, mas principalmente porque os objetivos são os mesmos para todas as células e famílias que integram o MFC. Desde cedo, os dirigentes do MFC perceberam que uma Equipe Base jamais poderia desenvolver-se isoladamente e que a inter-relação com outras equipes de uma mesma cidade, estado ou país era absolutamente necessária. Perceberam também que os mesmos carismas que integram as famílias numa Equipe Base eram essenciais para integrar o MFC em todos os níveis e, assim, em cada encontro onde mefecistas se reúnem a serviço do próprio MFC ou em quaisquer outras situações, o acolhimento, a fraternidade e as trocas de experiências se fazem necessárias. Por isso, encontros nacionais teriam que ser realizados como forma de se manter a unidade de objetivos e como resposta aos anseios que brotavam das células.
Os Encontros Nacionais realizados com a periodicidade de três anos se constituem em necessidades absolutas para a vida e a existência do MFC, apesar de todas as dificuldades de organização que lhes são inerentes. À parte de todas as demais providências, para as quais se faz necessário a organização de equipes de serviço específicas, o núcleo de um Encontro Nacional é sem dúvida, o desenvolvimento do tema central ao longo do mesmo. Convencionou-se denominar de “Equipe de Metodologia e Conteúdo” a equipe de trabalho responsável pela operacionalização e sistematização do tema escolhido para ser desenvolvido. Uma das etapas desse processo, talvez a mais importante delas, é aquela em que a Equipe deve “ouvir” com atenção, as manifestações das Equipes Base sobre o tema. Esta etapa é chamada de “pré-ENA” porque é a partir dela que o Encontro propriamente dito irá se desenvolver. De um pré-ENA bem elaborado e participado dependem o sucesso ou o fracasso do ENA.
PRÓXIMO ENA
A AGN - Assembléia Geral Nacional do Movimento Familiar Cristão, que aconteceu em Vila Velha (ES), após o 17º ENA – Encontro Nacional do MFC, definiu que a cidade de Vitória da Conquista – Bahia será o local da realização do 18º ENA, previsto para acontecer de 6 a 12 de julho de 2013.
Recentemente, a Equipe de Coordenação do 18º ENA divulgou a Logomarca que será utilizada durante todo o evento.
CONHEÇA A DESCRIÇÃO DA MARCA DO 18º ENA
Com informações do MFC VITÓRIA DA CONQUISTA - BA e MFC NOTÍCIAS
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
MFC MURICI-AL REALIZA SUA CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO
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| Pe. André esteve presente na Festa |
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O
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Movimento Familiar Cristão de Murici – Alagoas
reuniu no sábado (15), a Equipe de Coordenação de Cidade, os membros dos seus
diversos Grupos de Base e membros da Equipe de Coordenação Estadual para a
FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO no prédio da Prefeitura Municipal, localizado
no Centro da Cidade.
A
coordenadora de Cidade, Márcia Calazans iniciou o evento por volta das 21 horas
convidando o Padre André, pároco de Murici e assessor eclesiástico do MFC
MURICI, para dar sua benção e iniciar propriamente a FESTA DE CONFRATERNIZAÇÃO DE
FIM DE ANO DO MFC MURICI.
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| Equipe de Coordenação de Cidade |
O
evento aconteceu no estilo partilha, com os participantes de Murici
contribuindo com as comidas, bebidas e sobremesas. Houve animação musical,
troca de presentes e brincadeiras para todos os participantes.
Apesar
do período de muitas confraternizações, a presença do MeFeCista de Murici foi
maciça, demonstrando o seu compromisso com as ações do Movimento.
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| ECE-AL participou da Confraternização |
A
Coordenação Estadual do MFC em Alagoas se fez presente através do casal Coordenador
Estadual, James e Fátima Medeiros; do casal Secretaria, Fiel e Claudete; do
casal Nucleação, Flávio e Lucila Monteiro; do casal Liturgia, Gastão e Eluza; e
do casal Comunicação e Blog, Jorge e Penha Maciel.
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| A troca de presentes foi um dos pontos marcantes da festa |
O
MFC MURICI tem se comprometido com a construção de uma sociedade mais justa,
orientando às famílias a realizarem plenamente suas funções humanizadoras e
evangelizadoras, promovendo a elaboração e o crescente aprimoramento de uma
política social familiar e religiosa.
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| Muita alegria na Festa do MFC Murici |
domingo, 16 de dezembro de 2012
LITURGIA DO 3º DOMINGO DO ADVENTO - 16/12/2012
“ESTÁ NO MEIO DE TI O VALENTE GUERREIRO QUE TE SALVA!”
Aproximemos-nos alegres da presença do Senhor que vem para nos salvar. É o Senhor que caminha junto a seu povo, animando e fortalecendo-o diante das dificuldades e incertezas da vida. Nossa alegria se completa na presença de Jesus Cristo, que realiza o plano de salvação do Pai. Alegres e esperançosos, caminhemos na força de nosso Deus que vem.
3º DOMINGO DO ADVENTO
1ª Leitura: Sf 3,14-18a
Salmo Responsório: Is 12,2-6
2ª Leitura: Fl 4,4-7
Evangelho: Lc 3,10-18
EVANGELHO
LUCAS 3,10-18
Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?”
11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!”
12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?”
13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”.
14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?”
João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”
15O povo estava na expectativa e todos perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.
18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa Nova.
— Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe
Este terceiro Domingo do Advento é conhecido na Liturgia como Domingo Gaudete – “Domingo alegrai-vos!” Com efeito, a alegria é a nota, o clima de toda a Eucaristia da hoje. E por quê? Basta escutar o Apóstolo, na segunda leitura: “Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos! O Senhor está próximo!” Vede, caríssimos, que o nosso desejo de Advento está para ser realizado: o Senhor vem, vem para salvar-nos, e nós veremos seu rosto, nele haveremos de encontrar a alegria, nele teremos a graça da salvação. Mas, a que vinda a liturgia de hoje se refere? De qual chegada a Igreja fala? Das três, caríssimos; daquelas três vindas de que nos falava São Bernardo de Claraval nos seus sermões. Escutemos o que ele nos ensina: “Conhecemos uma tríplice vinda do Senhor. Entre a primeira e a última há uma terceira vinda. Aquelas são visíveis, mas esta não. Na primeira vinda o Senhor apareceu na terra e conviveu com os homens. Foi então, como ele próprio declara, que o viram e o odiaram. Na última, todos os homens verão a salvação de nosso Deus e verão aquele que traspassaram. A vida intermediária é oculta. Nela somente os eleitos o vêem em si mesmos e recebem a salvação. Na primeira o Senhor veio na fraqueza da carne. Nesta ele vem na força do Espírito e na última virá no esplendor de sua glória. Esta vinda intermediária é como um caminho que conduz da primeira à última. Na primeira Cristo foi nossa redenção; na segunda aparecerá como nossa vida; nesta é nosso repouso e consolo”. Então, amados em Cristo, três vindas de uma só vez nós preparamos neste santo Advento; para três chegadas procuramos estar vigilantes: a do Natal, princípio da nossa salvação; a de cada dia, que marca e torna efetivo nosso acolhimento ou nossa rejeição da salvação trazida pelo santo Messias de Deus; e, finalmente, a vinda do final dos tempos, quando, na sua glória, tudo será manifestado e aparecerá claramente nossa salvação ou nossa danação, de acordo com nosso comportamento hoje em relação ao Senhor!
Portanto, alegremo-nos porque o Senhor vem e sua vinda traz a salvação! Celebrando sua vinda no Natal, experimentaremos o quanto Deus é fiel às suas promessas e encher-nos-emos de alegria e ânimo para reconhecer suas vindas a cada dia, preparando-nos para o encontro com ele no Final dos tempos, quando toda dor, todo pranto, toda morte serão vencidos! Cuidado, irmãos, com o desânimo; cuidado com a tibieza, cuidado com a frieza de coração! Cuidado também com o espírito do mundo, com o paganismo em nossos pensamentos e ações! Cuidado para não descuidarmos das coisas de Deus, para não desacreditarmos de suas palavras e não fechar para ele o nosso coração! Ele vem, e vem porque nos ama, e vem para salvar! Assim sendo, acolhamos as consoladoras palavras de Sofonias: “Canta de alegria, Sião; rejubila, Israel! Alegra-te exulta de todo coração! O Senhor está no meio de ti, nunca mais temerás o mal! Não temas, Sião; não te deixes levar pelo desânimo! O Senhor exultará de alegria por ti, movido por amor, como nos dias de festa”! Meus caros, que tristeza a vida se tivéssemos de vivê-la sozinhos, se não houvesse um Destino bendito! Que tédio a nossa existência, se não houvesse um Deus-Salvador que visse nosso caminhar, que recolhesse nossas lágrimas, que fosse nosso companheiro na solidão e na dor, no medo e na angústia de cada dia! A vida não pode ser somente viver e morrer; nosso caminho sobre a terra não pode ser uma passageira ilusão, uma distração maluca e alucinada para não nos lembrar que aqui estamos de passagem e que um dia morreremos... Caminhamos para o Senhor que vem, meus irmãos! E ele vem mesmo, porque é fidelíssimo! Pois, alegremo-nos: o nosso Deus é um Deus próximo; Deus de perto e não de longe! Saibamos reconhecê-lo. Saibamos acolhê-lo! “Não vos inquieteis com coisa alguma! A paz de Deus, que ultrapassa todo entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus!”
E, no entanto, amados em Cristo, a certeza da Vinda do Cristo deve fazer que procuremos sinceramente acolhê-lo pela estrada da conversão sincera! Por isso mesmo, no meio da alegria deste Domingo cor-de-rosa, surge a figura dura e austera de João Batista, o profeta vindo do deserto, vestido de pele de camelo atada por um cinto de couro. Sua figura rústica e sua palavra dura não são para nos amedrontar, não têm como objetivo apagar a alegria, mas são uma séria advertência! Eis a questão: o mundo procura a alegria. Agora mesmo, final de ano, o champagne correrá solto, os sorrisos e votos de felicidade e paz serão abundantes, a alegria encherá tantos corações e estará estampada em tantos lábios. Mas, é uma alegria duradoura? É uma alegria verdadeira? Temos, realmente motivo para tanto? Não qualquer alegria, caríssimos, é autêntica alegria! No mundo há dor, solidão, pobreza, doença, morte; no mundo há treva, há nossas lutas interiores, há as quebraduras do nosso coração, nossas frustrações e fracassos, há nossas ansiedades, apreensões e feridas mal curadas... Como, então, alegrar-nos de verdade? Como fazer que nossa alegria não seja uma alienação, uma fuga vazia, uma mentira deslavada? “Alegrai-vos sempre no Senhor”, diz-nos o Apóstolo. E João Batista nos recorda e adverte que tal alegria somente pode ser fruto da sincera conversão que nos une a Deus! Hoje lhe perguntam no evangelho: “Que devemos fazer?” Também nós devemos repetir esta pergunta: Que devemos fazer para bem prepararmos o santo Natal? Que devemos fazer para acolher o Senhor no dia-a-dia? Que devemos fazer para estar de pé diante dele quando ele se manifestar em sua glória? ... E a resposta de João é bem concreta: sede fraternos, sede solidários, sede caridosos, não sejais violentos nem gananciosos! Em outras palavras: Convertei-vos, abri vosso coração! Abrir o coração para os irmãos é abri-lo para acolher o Deus que vem em Jesus! Ora, meus caros, é dessa nossa atitude que dependerá o destino de nossa vida! O santo Messias que esperamos e que sabemos que virá para salvar é aquele que, no fogo do seu Santo Espírito, “virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga!” Quão triste a nossa situação diante de Cristo se nossa vida não for mais que palha! Serviríamos apenas para sermos queimados no fogo eterno!
Sendo assim, alegremo-nos! Mas, alegremo-nos de verdade! Alegra-se de verdade quem se alegra no Senhor e por causa do Senhor. Alegra-se no Senhor quem o procura com sinceridade no caminho da conversão, amando-o e amando o próximo por amor dele! Façamos sincera revisão de nossa vida, procuremos o sacramento da confissão, mudemos o que em nós precisa ser mudado! É este o caminho para o encontro com Aquele que vem! E que pelas preces de São João Batista, a santa Eucaristia que agora celebramos realize em nós a obra da salvação de Cristo, nos purifique dos pecados e nos prepare para as festas que se aproximam. Amém.
ORAÇÃO
Ó Deus de bondade, que vedes o vosso povo esperando fervoroso o Natal do Senhor, daí chegarmos às alegrias da salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene Liturgia. Amém!
Editado por MFC ALAGOAS
LITURGIA DO 3º DOMINGO DO ADVENTO - 16/12/2012
“ESTÁ NO MEIO DE TI O VALENTE GUERREIRO QUE TE SALVA!”
Aproximemos-nos alegres da presença do Senhor que vem para nos salvar. É o Senhor que caminha junto a seu povo, animando e fortalecendo-o diante das dificuldades e incertezas da vida. Nossa alegria se completa na presença de Jesus Cristo, que realiza o plano de salvação do Pai. Alegres e esperançosos, caminhemos na força de nosso Deus que vem.
3º DOMINGO DO ADVENTO
1ª Leitura: Sf 3,14-18a
Salmo Responsório: Is 12,2-6
2ª Leitura: Fl 4,4-7
Evangelho: Lc 3,10-18
EVANGELHO
LUCAS 3,10-18
Naquele tempo, 10as multidões perguntavam a João: “Que devemos fazer?”
11João respondia: “Quem tiver duas túnicas, dê uma a quem não tem; e quem tiver comida, faça o mesmo!”
12Foram também para o batismo cobradores de impostos, e perguntaram a João: “Mestre, que devemos fazer?”
13João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”.
14Havia também soldados que perguntavam: “E nós, que devemos fazer?”
João respondia: “Não tomeis à força dinheiro de ninguém, nem façais falsas acusações; ficai satisfeitos com o vosso salário!”
15O povo estava na expectativa e todos perguntavam no seu íntimo se João não seria o Messias. 16Por isso, João declarou a todos: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias. Ele vos batizará no Espírito Santo e no fogo. 17Ele virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga”.
18E ainda de muitos outros modos, João anunciava ao povo a Boa Nova.
— Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.
HOMILIA
Dom Henrique Soares da Costa
Bispo Auxiliar de Aracaju - Sergipe
Este terceiro Domingo do Advento é conhecido na Liturgia como Domingo Gaudete – “Domingo alegrai-vos!” Com efeito, a alegria é a nota, o clima de toda a Eucaristia da hoje. E por quê? Basta escutar o Apóstolo, na segunda leitura: “Alegrai-vos sempre no Senhor; eu repito, alegrai-vos! O Senhor está próximo!” Vede, caríssimos, que o nosso desejo de Advento está para ser realizado: o Senhor vem, vem para salvar-nos, e nós veremos seu rosto, nele haveremos de encontrar a alegria, nele teremos a graça da salvação. Mas, a que vinda a liturgia de hoje se refere? De qual chegada a Igreja fala? Das três, caríssimos; daquelas três vindas de que nos falava São Bernardo de Claraval nos seus sermões. Escutemos o que ele nos ensina: “Conhecemos uma tríplice vinda do Senhor. Entre a primeira e a última há uma terceira vinda. Aquelas são visíveis, mas esta não. Na primeira vinda o Senhor apareceu na terra e conviveu com os homens. Foi então, como ele próprio declara, que o viram e o odiaram. Na última, todos os homens verão a salvação de nosso Deus e verão aquele que traspassaram. A vida intermediária é oculta. Nela somente os eleitos o vêem em si mesmos e recebem a salvação. Na primeira o Senhor veio na fraqueza da carne. Nesta ele vem na força do Espírito e na última virá no esplendor de sua glória. Esta vinda intermediária é como um caminho que conduz da primeira à última. Na primeira Cristo foi nossa redenção; na segunda aparecerá como nossa vida; nesta é nosso repouso e consolo”. Então, amados em Cristo, três vindas de uma só vez nós preparamos neste santo Advento; para três chegadas procuramos estar vigilantes: a do Natal, princípio da nossa salvação; a de cada dia, que marca e torna efetivo nosso acolhimento ou nossa rejeição da salvação trazida pelo santo Messias de Deus; e, finalmente, a vinda do final dos tempos, quando, na sua glória, tudo será manifestado e aparecerá claramente nossa salvação ou nossa danação, de acordo com nosso comportamento hoje em relação ao Senhor!
Portanto, alegremo-nos porque o Senhor vem e sua vinda traz a salvação! Celebrando sua vinda no Natal, experimentaremos o quanto Deus é fiel às suas promessas e encher-nos-emos de alegria e ânimo para reconhecer suas vindas a cada dia, preparando-nos para o encontro com ele no Final dos tempos, quando toda dor, todo pranto, toda morte serão vencidos! Cuidado, irmãos, com o desânimo; cuidado com a tibieza, cuidado com a frieza de coração! Cuidado também com o espírito do mundo, com o paganismo em nossos pensamentos e ações! Cuidado para não descuidarmos das coisas de Deus, para não desacreditarmos de suas palavras e não fechar para ele o nosso coração! Ele vem, e vem porque nos ama, e vem para salvar! Assim sendo, acolhamos as consoladoras palavras de Sofonias: “Canta de alegria, Sião; rejubila, Israel! Alegra-te exulta de todo coração! O Senhor está no meio de ti, nunca mais temerás o mal! Não temas, Sião; não te deixes levar pelo desânimo! O Senhor exultará de alegria por ti, movido por amor, como nos dias de festa”! Meus caros, que tristeza a vida se tivéssemos de vivê-la sozinhos, se não houvesse um Destino bendito! Que tédio a nossa existência, se não houvesse um Deus-Salvador que visse nosso caminhar, que recolhesse nossas lágrimas, que fosse nosso companheiro na solidão e na dor, no medo e na angústia de cada dia! A vida não pode ser somente viver e morrer; nosso caminho sobre a terra não pode ser uma passageira ilusão, uma distração maluca e alucinada para não nos lembrar que aqui estamos de passagem e que um dia morreremos... Caminhamos para o Senhor que vem, meus irmãos! E ele vem mesmo, porque é fidelíssimo! Pois, alegremo-nos: o nosso Deus é um Deus próximo; Deus de perto e não de longe! Saibamos reconhecê-lo. Saibamos acolhê-lo! “Não vos inquieteis com coisa alguma! A paz de Deus, que ultrapassa todo entendimento, guardará os vossos corações e pensamento em Cristo Jesus!”
E, no entanto, amados em Cristo, a certeza da Vinda do Cristo deve fazer que procuremos sinceramente acolhê-lo pela estrada da conversão sincera! Por isso mesmo, no meio da alegria deste Domingo cor-de-rosa, surge a figura dura e austera de João Batista, o profeta vindo do deserto, vestido de pele de camelo atada por um cinto de couro. Sua figura rústica e sua palavra dura não são para nos amedrontar, não têm como objetivo apagar a alegria, mas são uma séria advertência! Eis a questão: o mundo procura a alegria. Agora mesmo, final de ano, o champagne correrá solto, os sorrisos e votos de felicidade e paz serão abundantes, a alegria encherá tantos corações e estará estampada em tantos lábios. Mas, é uma alegria duradoura? É uma alegria verdadeira? Temos, realmente motivo para tanto? Não qualquer alegria, caríssimos, é autêntica alegria! No mundo há dor, solidão, pobreza, doença, morte; no mundo há treva, há nossas lutas interiores, há as quebraduras do nosso coração, nossas frustrações e fracassos, há nossas ansiedades, apreensões e feridas mal curadas... Como, então, alegrar-nos de verdade? Como fazer que nossa alegria não seja uma alienação, uma fuga vazia, uma mentira deslavada? “Alegrai-vos sempre no Senhor”, diz-nos o Apóstolo. E João Batista nos recorda e adverte que tal alegria somente pode ser fruto da sincera conversão que nos une a Deus! Hoje lhe perguntam no evangelho: “Que devemos fazer?” Também nós devemos repetir esta pergunta: Que devemos fazer para bem prepararmos o santo Natal? Que devemos fazer para acolher o Senhor no dia-a-dia? Que devemos fazer para estar de pé diante dele quando ele se manifestar em sua glória? ... E a resposta de João é bem concreta: sede fraternos, sede solidários, sede caridosos, não sejais violentos nem gananciosos! Em outras palavras: Convertei-vos, abri vosso coração! Abrir o coração para os irmãos é abri-lo para acolher o Deus que vem em Jesus! Ora, meus caros, é dessa nossa atitude que dependerá o destino de nossa vida! O santo Messias que esperamos e que sabemos que virá para salvar é aquele que, no fogo do seu Santo Espírito, “virá com a pá na mão: vai limpar sua eira e recolher o trigo no celeiro; mas a palha ele a queimará no fogo que não se apaga!” Quão triste a nossa situação diante de Cristo se nossa vida não for mais que palha! Serviríamos apenas para sermos queimados no fogo eterno!
Sendo assim, alegremo-nos! Mas, alegremo-nos de verdade! Alegra-se de verdade quem se alegra no Senhor e por causa do Senhor. Alegra-se no Senhor quem o procura com sinceridade no caminho da conversão, amando-o e amando o próximo por amor dele! Façamos sincera revisão de nossa vida, procuremos o sacramento da confissão, mudemos o que em nós precisa ser mudado! É este o caminho para o encontro com Aquele que vem! E que pelas preces de São João Batista, a santa Eucaristia que agora celebramos realize em nós a obra da salvação de Cristo, nos purifique dos pecados e nos prepare para as festas que se aproximam. Amém.
ORAÇÃO
Ó Deus de bondade, que vedes o vosso povo esperando fervoroso o Natal do Senhor, daí chegarmos às alegrias da salvação e celebrá-las sempre com intenso júbilo na solene Liturgia. Amém!
Editado por MFC ALAGOAS
sábado, 15 de dezembro de 2012
CONFRATERNIZAÇÃO DO MFC MURICI É HOJE
A
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partir das 20 horas deste sábado, 15 de
dezembro, a Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de
Murici – Alagoas recepciona os membros de suas Equipes Base, familiares e
amigos para sua CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO no prédio da Prefeitura, no Centro da Cidade.
O
evento será no estilo partilha, com os participantes de Murici contribuindo com
as comidas, bebidas e sobremesas. Haverá animação musical, troca de presentes e
brincadeiras para todos os participantes.
Participam
da CONFRATERNIZAÇÃO DE FIM DE ANO DO MFC MURICI todos os dirigentes, membros,
seus familiares e MeFeCistas integrantes da Equipe de Coordenação Estadual e os
MeFeCistas do MFC MACEIÓ que participaram da última Nucleação em Murici.
Os
participantes que desejarem participar da troca de presentes devem levar um
presente unissex, com o sorteio do “amigo” sendo realizada durante o evento.
A
Equipe de Coordenação de Cidade do MFC MURICI é formada por Márcia Calazans (coordenadora), Roberto e Luzia (vice-coordenadores), Marciana (secretária) e Lourdes Marques (tesoureira).
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
MISSA DE UM ANO DE MATHEUS BERNARDO
O
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casal Bernardo e Fabiana (Grupo Caná da Galileia), convidam a família MeFeCista e a
comunidade em geral para a MISSA DE UM ANO DE FALECIMENTO de seu filho, MATHEUS
BERNARDO, no sábado, dia 29 de dezembro de 2012, às 16 horas, na Igreja Matriz
de São Paulo Apóstolo, no bairro Salvador Lira.
Bernardo
e Fabiana agradecem as orações e o conforto espiritual dos amigos pelo
falecimento de MATHEUS BERNARDO AZEVEDO PONTES e pedem que continuemos, em
comunhão com a família, orando pela alma de MATHEUS BERNARDO.
Nossos relacionamentos, nossas
vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor,
de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas
ao plano de Deus.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
OITO DE DEZEMBRO - Artigo de James Magalhães de Medeiros
OITO DE DEZEMBRO
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S
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ão vários os fatos e eventos comemorados no
mês de dezembro. De todos, escolhi dois, para falar e informar, talvez
esclarecendo ou tirando dúvidas. O primeiro tema é sobre a Imaculada Conceição
de Maria, que foi concebida sem pecado, transformando-se em sacrário santo e
humano do Filho de Deus, que precisava vir ao mundo dos humanos e passar pela
cruz, para dar a todos nós a vida eterna, centro de nossa fé católica.
Escolhida dentre mulheres pobres e humildes,
residente em uma aldeia quase desconhecida, ela foi saudada pelo anjo de Deus
como – cheia de graça - pois concebida sem pecado. Após ouvir a
mensagem celestial, Maria respondeu: “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim
segundo a tua palavra!” Com essa passagem, inserida por Lucas no novo
testamento, e por outros seguidores de Jesus, bem assim no antigo testamento,
criou-se o dogma da Imaculada Conceição.
É o dia oito de dezembro, portanto, um dia
santo litúrgico, em homenagem a nossa Imaculada Conceição de Maria Santíssima,
celebrada por toda a comunidade católica mundial, cujo dogma foi proclamado em
1854, com a bula Ineffabilis Deus,
pelo Papa Pio IX.
Não podemos omitir o fato de que, em Alagoas,
nos terreiros de umbanda e candomblé a data é igualmente referenciada com
Iemanjá, que é sincretizada com Nossa Senhora da Conceição Aparecida.
Também no dia oito de dezembro é comemorado o
Dia da Justiça. Vale observar que a
comemoração não se refere apenas ao Poder Judiciário, mas, ao contrário, a todo
o sistema de justiça. Assim o dia da justiça deve ser ovacionado, na prática,
pelos magistrados, pelos promotores, pelos defensores públicos, pelos advogados
e pelos servidores do sistema de justiça.
Segundo pesquisa, o dia oito de dezembro,
como sendo o Dia da Justiça, começou a ser comemorado, a cada ano, a partir de
1940. Oficialmente, a partir de 1951, através da Lei nº 1.408, por iniciativa
da Associação dos Magistrados Brasileiros – AMB, quando tinha a sua sede na
cidade do Rio de Janeiro. Nessa mesma época, ficou constatado que o então
Estatuto da AMB, em seu art. 20, item I, XI, estava dito: “comemorará, anualmente, em 08 de
dezembro, o Dia da Justiça.”
Segundo a mesma fonte, o pessoal de São Paulo
criou dúvida quanto ao inicio das comemorações do dia da justiça, isto é, se no
Rio de Janeiro ou, se em São Paulo. Indagado sobre a questão, o Desembargador
Carlos Xavier Pais Barreto, do Rio de Janeiro, grande jurisconsulto e
historiador, respondeu, dizendo: “Creio que não obedeceu aí critério especial
a instituição do Dia da Justiça a 08 de dezembro. No fim de cada ano, era
costume aqui no Rio de Janeiro haver um almoço de confraternização, e os juízes
escolhiam o Feriado Religioso de Nossa Senhora da Conceição para a festa da
camaradagem. Ao fundar-se a Associação dos Magistrados, em 1951, por Proposta
do Ministro Edgard Costa foi essa data considerada O Dia da Justiça”.
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