quarta-feira, 14 de agosto de 2013

MFC MACEIÓ PARTICIPA DE REUNIÃO NA CATEDRAL

Catedral Metropolitana de Maceió
A
 Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió participou na noite da última segunda-feira (12), de uma reunião na Sede do Instituto Arquidiocesano da Família, prédio anexo a Catedral Metropolitana de Maceió, com a Comissão Arquidiocesana responsável pela organização da FESTA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES, que acontece de 17 a 27 de agosto de 2013.

Durante a reunião, a coordenação do MFC Maceió recebeu vinte camisas – alusivas a Festa da Padroeira, de diversos tamanhos para serem vendidas aos membros do MFC.

Ficou definido que o MFC - Movimento Familiar Cristão de Maceió participará da organização da Missa Solene das 19 horas, do domingo (18), na Catedral e do café matinal para os pobres de rua que será servido após a Santa Missa das 6 horas, da quinta-feira (22), na Catedral.

O MFC MACEIÓ conta com a colaboração da família mefecista maceioense, participando da Missa Solene das 19 horas, do domingo (18), na Catedral e ajudar a servir o café matinal após a Missa das 6 horas, da quinta-feira (22).

O MFC MACEIÓ conclama seus membros a participarem dos eventos da FESTA DE NOSSA SENHORA DOS PRAZERES, Padroeira da Cidade e da Arquidiocese de Maceió, vestidos com a camisa azul do MFC.

Os atuais representantes do MFC MACEIÓ junto a Arquidiocese de Maceió são os casais Rivoldo e Luciana (Grupo Iluminar) e Naninho e Naninha (Grupo Superação).

REUNIÃO DA EQUIPE CIDADE

A Equipe Cidade do MFC MACEIÓ estará reunida nesta quarta-feira (14), às 19h30min, na Sede do MFC, para analisar os planos de ação que serão submetidos à apreciação e aprovação dos Grupos de Base na reunião do Conselho de Cidade, formado pela ECCi e pelos Coordenadores de Grupos de Base que compõem o MFC Maceió, que acontecerá na próxima quarta-feira – 21 de agosto.


Participam da reunião da ECCi-Maceió os casais coordenadores e vice-coordenadores, casal secretária, casal tesouraria e todas as assessorias que compõem a Equipe Cidade do MFC Maceió.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

CORREIO MFC BRASIL Nº 332

   
ENTREVISTA
MUDANÇAS NA IGREJA NÃO ACONTECEM COMO NUM PASSE DE MÁGICA
TRECHO DE ENTREVISTA DO PADRE MANOEL GODOY A IHU

Padre Manoel Godoy
"É interessante a observação que ouvi de quem esteve muito perto de todo o acontecimento da JMJ. Uma coisa é o discurso do Papa, outra a postura do clero presente: nada mudou. Os carreiristas continuaram buscando espaço de poder do mesmo jeito”, constata Manoel Godoy, padre, teólogo, em entrevista à IHU On-Line.

N
as falas do papa, enfatiza, ainda não é possível "delinear as linhas mestras de seu pontificado”, mas "alguns acentos, que poderíamos traduzir mais ou menos assim: ‘trabalhem, não se deixem amedrontar, dialoguem muito, sejam simples e testemunhem Jesus Cristo e sua Boa Nova por todos os cantos’”. A postura de Francisco demonstra que ele "não tem tanto preocupações com a ortodoxia, mas muito mais com a paralisia a que fomos submetidos”, avalia.

IHU On-Line - Que avaliação faz da visita do Papa? Já é possível vislumbrar as linhas mestres de seu pontificado?

Papa Francisco carrega sua própria bolsa
Manoel Godoy - Cada pessoa tem o seu perfil e o Papa Francisco marcou muito essa viagem com seu estilo pessoal: simples, franco e direto. A primeira vista, parece que há uma continuidade com o jeito do Papa João Paulo II, mas, olhando mais a fundo, percebem-se logo diferenças profundas. Enquanto no Beato os gestos tinham mais aparências teatrais, mais fabricados, em Francisco tudo sai muito natural, com aquela insistência em carregar sua própria bolsa de viagem. Por outro lado, Bento XVI, sua relação com o público, não deixava de transparecer seu enorme esforço por se mostrar simpático e agradável.

Saindo deste aspecto mais externo, o conteúdo das mensagens deixadas por Francisco precisa ser analisado com mais cuidado. São níveis diferentes, pois os destinatários variam enormemente: jovens, autoridades civis, hierarquia católica, jornalistas.

Não diria que é possível delinear as linhas mestras de seu pontificado, mas podemos ver alguns acentos, que poderíamos traduzir mais ou menos assim: "trabalhem, não se deixem amedrontar, dialoguem muito, sejam simples e testemunhem Jesus Cristo e sua Boa Nova por todos os cantos”. Já é significativo que ele incentive a todos a colocarem a mão na massa, sem medo. Há muito tempo estamos cercados por escrúpulos e medos, pois as ações na Igreja são sempre alvo de muita vigilância hierárquica. Parece que Francisco não tem tanto preocupações com a ortodoxia, mas muito mais com a paralisia a que fomos submetidos. Vamos ver até onde vai a liberdade de ação em seu pontificado, pois até agora estamos sendo desafiados a trabalhar sem medo. Esse clima de liberdade na Igreja é muito bom e poderá produzir frutos criativos em todos os segmentos eclesiais. Porém, os frutos desta visita ainda estão por vir. Mudanças na Igreja não acontecem como num passe de mágica. Há muitos filtros que se interpõem entre o que Francisco falou e a pastoral concreta na Igreja.

IHU On-Line - Quais foram os pontos mais relevantes do discurso do papa aos bispos da CNBB e do CELAM?

Manoel Godoy - Um dos pontos mais significativos que emerge destes discursos é a visão que Francisco tem da pessoa do bispo: homens simples, despojados, alegres, desapegados, na frente, no meio e atrás do povo (tudo ao mesmo tempo), não carreiristas, contentes com o lugar que ocupam, sem ficar aspirando outros lugares, que saibam guiar sem comandar, pastores e não mandatários. Pastores, próximos das pessoas, pais e irmãos, com grande mansidão: pacientes e misericordiosos. Homens que amem a pobreza, quer a pobreza interior como liberdade diante do Senhor, quer a pobreza exterior como simplicidade e austeridade de vida. Homens que não tenham "psicologia de príncipes”.

Outro ponto de destaque é sua visão de Igreja: capaz de derrubar as estruturas caducas, com um espírito mais pastoral que administrativo; com parâmetros baseados em novas culturas, não encarcerada numa mentalidade meramente rural; marcada pela ampla participação de todos os batizados, por meio de conselhos em todos os níveis; superando clericalismos de toda a ordem e funcionalismos; atenta as periferias existenciais e não centrada em si mesma. Uma Igreja com coragem de assumir o hoje que lhe cabe e não viver se refugiando no passado e nem no futuro. Francisco critica a postura de quem, perante os males da Igreja, busca solução apenas na disciplina, na restauração de condutas e formas superadas.

Destaco ainda um terceiro ponto: o papel dos leigos. Francisco deixa claro que a Igreja não pode continuar infantilizando os leigos e que isso, às vezes, acontece com profunda conivência dos próprios leigos. Desafiou a todos a desenvolverem alguns valores que revelam a mais profunda raiz cristã: espiritualidade, generosidade, solidariedade, perseverança, frater¬nidade, alegria. Insistiu nesta última, afirmando que o cristão não pode ser pessimista! Não pode ter uma cara de quem parece num constante estado de luto.

E o último ponto é sua visão sobre as ideologias, onde alertou para possíveis desvios, classificados como reducionismo socializante, ideologização psicológica, proposta gnóstica, proposta pelagiana. Alerta, porém, que não há uma hermenêutica asséptica. E sobre os desvios, é bastante incisivo quando fala sobre a desviação pelagiana. Afirma que ela aparece fundamentalmente sob a forma de restauracionismo. Na América Latina costuma verificar-se em pequenos grupos, em algumas novas Congregações Religiosas, em tendências para a "segurança” doutrinal ou disciplinar. Fundamentalmente é estática, embora possa prometer uma dinâmica para dentro: regride. Procura "recuperar” o passado perdido.

Manoel Godoy é graduado em Teologia pela Faculdade Nossa Senhora da Assunção, São Paulo, mestre em Práxis Cristã pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia - FAJE, Belo Horizonte. Foi assessor da CNBB por dez anos e membro da Organização dos Seminários Latino-Americanos, do CELAM/Bogotá. Atualmente é diretor executivo do Instituto Santo Tomás de Aquino – ISTA, professor do Instituto de Teologia Pastoral – ITEPAL, e do Centro Loyola, em Belo Horizonte.

QUANTO O MUNDO GASTA
EM ARMAS E GUERRAS?
Tradução: ADITAL


O
 gasto mundial anual em guerras ou na preparação de conflitos se aproxima a 1.8 trilhões de dólares, sendo os Estados Unidos o país que mais gasta, apesar da redução de seu orçamento bélico. Segundo os últimos dados, em 2012, o gasto militar estadunidense alcançou os 682 bilhões de dólares (39% do gasto mundial), apesar da redução de seu orçamento de defesa em uns 40 bilhões de dólares.

O Instituto Internacional para a Investigação da Paz de Estocolmo (Sipri, siglas em inglês), dedicado à investigação dos conflitos, das armas, seu controle e desarme, mostra, em seu último anuário, uma lista dos países com maior gasto militar em 2012.

O segundo lugar, depois dos Estados Unidos, mesmo com uma distância significativa, é ocupado pela China (166 bilhões), seguido pela Rússia (90,7 bilhões), pelo Reino Unido (60.8 bilhões) e pelo Japão (59,3 bilhões). O sexto na lista é a França (58,9 bilhões) e, a seguir, estão a Arábia Saudita, a Índia, a Alemanha e a Itália. O Brasil, a Coreia do Sul, a Austrália, o Canadá e a Turquia completam o "Top 15”.

No que se refere ao armamento nuclear, de acordo com o Instituto Sipri, no mundo há cerca de 8.400 ogivas nucleares, das quais 2.000 poderão ser acionadas imediatamente. No total, contando as cabeças que estão armazenadas à espera de ser destruídas nos arsenais das potências nucleares – EUA, Rússia, China, Grã Bretanha, França, Índia, Paquistão e Israel- existem cerca de 23.300 bombas nucleares.

CENA URBANA

O clima está tão politizado que ontem espirrei no ônibus, uma mulher disse: “Saúde!”. O motorista gritou: “Educação!!!” – e todos cantaram o Hino Nacional.

REFLEXÃO

A SALVAÇÃO É PARA TODOS
Pe. Eduardo Belotti
Assistente Eclesiástico do MFC de Maringá - Paraná

O
 Evangelho de Lucas ressalta a ação do Espírito Santo tão necessária para manter vivo o entusiasmo pela construção do Reino de Deus na Terra, Jesus Cristo vai agir com a força do Espírito Santo, em sua nova etapa na história da Salvação. É a Nova Aliança. Embora sendo Nova, Ele não nega a Antiga, Ele vai às Sinagogas para cumprir os ritos do Antigo Testamento. Jesus, o Salvador, concretiza a salvação através da libertação de todos os males da humanidade. Vemos assim que os pobres e os oprimidos são os primeiros da lista, no plano da Salvação. Eles são os protagonistas desta nova história. O mundo inteiro está incluído na Salvação, pois ela não é privilégio de um povo. Portanto, ela é para Israel e para todos os povos. A Salvação é Dom de Deus, por isso Ele diz: proclamar o ano da Graça. Deus no meio dos homens. Porém esta Salvação se realiza através da conversão e da perseverança. Jesus diz: O Espírito do Senhor está sobre mim... Jesus tem como objetivo ser e anunciar a Boa Notícia a todos. Ele quer devolver a vida a quem está excluído dela. Pretende libertar de todos os males.  É o seu projeto para a humanidade. Jesus encaminha a humanidade para uma situação de reconciliação e de partilha, que tornam possíveis a igualdade, a fraternidade e a comunhão. Shalom!

FRASES
Tudo o que um sonho precisa para ser realizado é alguém que acredite que ele possa ser realizado.
Roberto Shinyashiki
Imagine uma nova história para sua vida e acredite nela.
Paulo Coelho
Não espere por uma crise para descobrir o que é importante em sua vida.
Platão
Perder tempo em aprender coisas que não interessam, priva-nos de descobrir coisas interessantes.
Carlos Drummond de Andrade
Somente quando encontramos o amor descobrimos o que nos faltava na vida.
John Ruskin
Se um homem não descobriu nada pelo qual morreria, não está pronto para viver.
Martin Luther King


EQUIPE DE COORDENAÇÃO DE CIDADE DO MFC MACEIÓ SE REÚNE NESTA QUARTA-FEIRA (14)

   
A
 Equipe de Coordenação de Cidade do Movimento Familiar Cristão de Maceió estará reunida nesta quarta-feira – 14 de agosto, às 19h30min, na Sede do MFC, para analisar os planos de ação que serão submetidos à apreciação e aprovação dos Grupos de Base na reunião do Conselho de Cidade, formado pela ECCi e pelos Coordenadores de Grupos de Base que compõem o MFC Maceió, que acontecerá na próxima quarta-feira – 21 de agosto.

Participam da reunião da ECCi-Maceió os casais coordenadores e vice-coordenadores, casal secretária, casal tesouraria e todas as assessorias que compõem a Equipe Cidade do MFC Maceió.


É imprescindível a participação dos membros da Equipe Cidade nesta reunião, para que as propostas sejam analisadas e pré-aprovadas para serem colocadas em praticas após aprovação do Conselho de Cidade.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

30ª NUCLEAÇÃO DO MFC MACEIÓ

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EQUIPE DO MFC NA IGREJA DO ALDEBARAN HOMENAGEIA OS PAIS NO SEU DIA

Pais homenageados pelo MFC
A
 Equipe Litúrgica do Movimento Familiar Cristão de Maceió que atua na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, da Paróquia Santa Catarina Labouré, no Aldebaran, reuniu a família mefecista e a comunidade em geral para comemorar o DIA DOS PAIS com uma MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS, às 17h30min, deste domingo (11), presidida pelo Cônego João Neto.

No final da celebração, os pais foram homenageados com cantos e a leitura de uma mensagem aos pais. Após as homenagens, cada pai recebeu um cartão e um bombom do MFC com a mensagem lida.

Cônego João Neto celebrou a Missa dos Pais
A Missa em Ação de Graças pelo Dia dos Pais contou com a presença de mefecistas dos diversos Grupos de Base do MFC Maceió que participaram da Santa Missa.

A Equipe formada pelos casais mefecistas Jorge e Penha, Naninho e Naninha, Neto e Rita, Ailson e Simone, Rainey e Anamaria, e João e Patrícia Cassella, vêm desde o dia 6 de setembro de 2009 organizando e participando ativamente da Santa Missa das 17h30min dos domingos na Igreja Matriz de Nossa Senhora das Graças, da Paróquia Santa Catarina Labouré.

A Equipe está aberta a outros casais que desejarem participar ativamente das Missas do MFC no Aldebaran, colaborando na organização litúrgica, acolhida e demais ações desenvolvidas pelo Grupo na Paróquia do Aldebaran.

domingo, 11 de agosto de 2013

HOMENAGEM DO MFC MACEIÓ AOS PAIS NO SEU DIA!

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HOJE, 201ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITURGIA E HOMILIA DO 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM - 11/08/2013

  
 19º DOMINGO DO TEMPO COMUM
SEMANA NACIONAL DA FAMÍLIA - DIA DOS PAIS

“É PRECISO ESTAR VIGILANTES E PREPARADOS!”
 Vocação Matrimonial e Familiar
PRIMEIRA LEITURA (Sb 18,6-9)

Livro da Sabedoria:
6A noite da libertação fora predita a nossos pais, para que, sabendo a que juramento tinham dado crédito, se conservassem intrépidos. 7Ela foi esperada por teu povo, como salvação para os justos e como perdição para os inimigos.

8Com efeito, aquilo com que punistes nossos adversários serviu também para glorificar-nos, chamando-nos a ti.

9Os piedosos filhos dos bons ofereceram sacrifícios secretamente e, de comum acordo, fizeram este pacto divino: que os santos participariam solidariamente dos mesmos bens e dos mesmos perigos. Isso, enquanto entoavam antecipadamente os cânticos de seus pais.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

RESPONSÓRIO (Sl 32)

— Feliz o povo que o Senhor escolheu por sua herança!
— Ó justos, alegrai-vos no Senhor!/ Aos retos fica bem glorificá-lo./ Feliz o povo cujo Deus é o Senhor, e a nação que escolheu por sua herança!
— Mas o Senhor pousa o olhar sobre os que o temem,/ e que confiam esperando em seu amor,/ para da morte libertar as suas vidas,/ e alimentá-los quando é tempo de penúria.
— No Senhor nós esperamos confiantes,/ porque ele é nosso auxílio e proteção!/ Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,/ da mesma forma que em vós nós esperamos!

SEGUNDA LEITURA (Hb 11,1-2.8-12)

Carta aos Hebreus:
Irmãos: 1A fé é um modo de já possuir o que ainda se espera, a convicção acerca de realidades que não se veem.

2Foi a fé que valeu aos antepassados um bom testemunho. 8Foi pela fé que Abraão obedeceu à ordem de partir para uma terra que devia receber como herança, e partiu, sem saber para onde ia.

9Foi pela fé que ele residiu como estrangeiro na terra prometida, morando em tendas com Isaac e Jacó, os co-herdeiros da mesma promessa. 10Pois esperava a cidade alicerçada que tem Deus mesmo por arquiteto e construtor.

11Foi pela fé também que Sara, embora estéril e já de idade avançada, se tornou capaz de ter filhos, porque considerou fidedigno o autor da promessa.

12É por isso também que de um só homem, já marcado pela morte, nasceu a multidão “comparável às estrelas do céu e inumerável como a areia das praias do mar”.

— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

EVANGELHO (Lc 12,32-48)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo, † segundo Lucas.
— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 32“Não tenhais medo, pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino. 33Vendei vossos bens e dai esmola. Fazei bolsas que não se estraguem, um tesouro no céu que não se acabe; ali o ladrão não chega nem a traça corrói. 34Porque, onde está o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração.

35Que vossos rins estejam cingidos e as lâmpadas acesas. 36Sede como homens que estão esperando seu senhor voltar de uma festa de casamento, para lhe abrirem, imediatamente, a porta, logo que ele chegar e bater.

37Felizes os empregados que o Senhor encontrar acordados quando chegar. Em verdade eu vos digo: Ele mesmo vai cingir-se, fazê-los sentar à mesa e, passando, os servirá. 38E caso ele chegue à meia-noite ou às três da madrugada, felizes serão, se assim os encontrar.

39Mas ficai certos: se o dono da casa soubesse a hora em que o ladrão iria chegar, não deixaria que arrombasse a sua casa. 40Vós também, ficai preparados! Porque o Filho do Homem vai chegar na hora em que menos o esperardes”.

41Então Pedro disse: “Senhor, tu contas esta parábola para nós ou para todos?”

42E o Senhor respondeu: “Quem é o administrador fiel e prudente, que o senhor vai colocar à frente do pessoal de sua casa, para dar comida a todos na hora certa? 43Feliz o empregado que o patrão, ao chegar, encontrar agindo assim! 44Em verdade eu vos digo: o senhor lhe confiará a administração de todos os seus bens. 45Porém, se aquele empregado pensar: ‘Meu patrão está demorando’, e começar a espancar os criados e as criadas, e a comer, a beber e a embriagar-se, 46o senhor daquele empregado chegará num dia inesperado e numa hora imprevista, ele o partirá ao meio e o fará participar do destino dos infiéis. 47Aquele empregado que, conhecendo a vontade do Senhor, nada preparou, nem agiu conforme a sua vontade, será chicoteado muitas vezes. 48Porém, o empregado que não conhecia essa vontade e fez coisas que merecem castigo, será chicoteado poucas vezes. A quem muito foi dado, muito será pedido; a quem muito foi confiado, muito mais será exigido!”

— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

HOMILIA
Padre Luiz Carlos de Oliveira
Missionário Redentorista

“UM TESOURO NO CÉU”

PELA FÉ JÁ POSSUÍMOS
Nos caminhos da vida buscamos ao longe a felicidade. Em nosso caminho de fé recebemos a certeza de um prêmio celeste: “A esperança é como uma âncora para nossa vida. Ela é segura e firme, penetra até o outro lado da cortina do Santuário, onde Jesus entrou por nós como precursor…” (Hb 6,19-20). Sabemos em quem acreditamos (2Tm 1m12). A fé é a estrela guia que nos conduz até à mina do tesouro prometido por Jesus: “Onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração”. O tesouro que buscamos é a posse do Reino. É nele que colocamos as riquezas que acumulamos através dos bens que possuímos. Colocamos nosso coração nos bens futuros onde está nosso coração. A fé é possuir já o que se espera. A mentalidade do mundo é acumular bens para o presente. Esses bens são vítimas de tantos males: ladrão que rouba, economia que engole (já vimos esse filme), desvalorização programada para enriquecer outros e o mau uso. Esses males não chegam onde está o tesouro do Céu. Por isso Jesus convida a fazer bolsas que não se estragam. Jesus conforta o pequeno rebanho na sua esperança: “Não tenhais medo pequenino rebanho, pois foi do agrado do Pai dar a vós o Reino” (Lc 12,32). A carta aos Hebreus fala da fé dos antigos como Abraão, Sara e outros, que buscavam a realização de uma promessa ao longe. Abraão partiu para uma terra que devia receber como herança, e partiu, sem saber para onde ia (Hb 11,8). Moisés caminhava como se visse o invisível (Hb 11,27).  O testemunho de fé dos antigos e da primeira comunidade anima-nos a compreender que há algo que vale mais que tudo que podemos conseguir de material. Deus quer que todos tenham o bem estar. O termômetro para saber que somos desapegados é quando sentimos em nosso coração o que falta aos outros. A compra dos bens espirituais se dará quando nos preocupamos com eles e tomamos atitudes concretas. Às vezes nos satisfazemos com um pouco de espiritualidade vazia e sem atitudes. Sem a caridade, a Igreja não é anunciadora do Reino.

SOLIDÁRIOS NOS BENS E NOS PERIGOS
A solidariedade é uma riqueza que nos dá o grande tesouro no Céu. A fé que possui um tesouro no Céu, ao distante, não elimina a responsabilidade sobre o mundo. A força do povo foi a solidariedade: “Os filhos dos bons ofereceram sacrifícios secretamente e, de comum acordo, fizeram este pacto divino: que os santos participariam solidariamente dos mesmos bens e dos mesmos perigos”(Sb 18,9). A solidariedade é o primeiro sinal de Páscoa que os hebreus celebraram no Egito. Na fé cristã, o primeiro tesouro é a fraternidade e o cuidado com os mais fracos. Os outros que têm bens podem se resolver por si, mesmo nas coisas espirituais. Então vamos nos dedicar aos necessitados.

RESPONSABILIDADE NO SERVIÇO
Por fim pedimos “que tenhamos um coração de filhos para alcançarmos um dia, a herança que prometestes” (oração). A vigilância que a palavra de Deus nos pede não é um medo de ser pego em falta, mas de ser responsável por aquilo que nos foi confiado no Reino. Que o Senhor, ao chegar nos encontre em nosso lugar. Convém ao administrador, que seja fiel. Ao receber a responsabilidade, recebemos um grande dom do qual devemos prestar contas: “A quem muito foi dado, muito será pedido. A quem muito foi confiado, muito mais será exigido” (Lc 12,48). Quem muito recebeu deve prestar maiores contas. Somos responsáveis diante de Deus pelos imensos bens, tanto materiais como espirituais que recebemos. Em cada Eucaristia podemos revisar nossa vida diante da Palavra.

ORAÇÃO
                             
Deus eterno e todo-poderoso, a quem ousamos chamar de Pai, dai-nos cada vez mais um coração de filhos, para alcançarmos um dia a herança que prometestes.  Amém!


Editado por JorgeMacielNews

sábado, 10 de agosto de 2013

MISSA EM AÇÃO DE GRAÇAS PELO DIA DOS PAIS


UM POUCO DA HISTÓRIA DO MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO


UM POUCO DA HISTÓRIA DO
MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO

O
 MFC – MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO nasceu na Argentina e Uruguai no final dos anos 40 quando realizou suas primeiras experiências com Grupos de Casais. Sua criação oficial ocorreu no Uruguai no ano de 1950.

Os pioneiros no MFC foram os casais Soneira, Gelsi, Gallinal e o Padre Pedro Richards. No Brasil, o MFC foi criado em julho de 1955, durante o Congresso Eucarístico Internacional realizado no Rio de Janeiro.

A expansão na América Latina aconteceu em 1957, constituído o SPLA – Secretariado para a América Latina em 7 países, quando realizou o I Encontro Latino-Americano e teve como primeiro presidente o casal Federico e Hortênsia Soneira. Em 2005 o MFC chegou em 18 países, com mais de 40 mil famílias.

NASCIDO NO BRASIL
Durante o Congresso Eucarístico de 1955 os casais uruguaios e o Pe. Pedro Richards se reuniram com casais brasileiros da Ação Católica, no Ministério da Educação, Rio de Janeiro, por convite do Pe. Helder Câmara. Acolhida a idéia, formaram-se três equipes de casais em Niterói e Rio.

EXPANSÃO
Primeira Equipe Nacional: Júlio e Magdalena Barros Barreto, Nelson e Gabriela Parente.

Jean e Neuza Schwartz com Frei Lucas Moreira Neves assumem a expansão, viajando de avião, jeep, ônibus e jegue, criando núcleos do MFC Brasil afora.

APROVAÇÃO
O MFC recebeu a calorosa aprovação do Papa, do SELAM - Conselho Episcopal Latino Americano e da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, de raízes Católica, recebe também casais de outras confissões religiosas.

INICIAÇÃO
Através de convites pessoais e ou de Encontros conjugais, formam-se pequenos grupos com 10 a 12 pessoas, para facilitar um melhor entrosamento e aprofundar laços afetivos. Esses pequenos grupos são abertos na integração contínua de casais, viúvos (as), separados (as), divorciados (as) jovens, filhos e, abrem possibilidades aos seus integrantes de viverem um processo comunitário em troca de experiências, revisão de vida, reflexão crítica sobre os acontecimentos que afetam a sua vida conjugal, familiar, profissional, social, política e religiosa.

GRUPOS
São pessoas (adultos e/ou jovens) interessadas em iniciar um ciclo de reuniões para o estudo dos grandes problemas que os desafiam. O confronto de opiniões, a troca de experiências e a ajuda mútua, darão o tom de cada reunião delineando seus caminhos. Seus membros deverão manifestar livremente, apresentando com espontaneidade as suas próprias perspectivas e experiências pessoais, para confrontos fraternos com as dos demais. Hão de ser fecundos, se houver abertura, tolerância, humanidade, atenção e hospitalidade à palavra do outro. Esses debates servirão para a remoção de pequenos e de grandes obstáculos à vivência mais harmoniosa das relações conjugais e de toda a família.

REUNIÕES
As reuniões não são simples encontros sociais sem conseqüências. É um trabalho sério. Mas devem ser descontraídas, marcadas pela naturalidade, não deverão ultrapassar duas horas de duração. É preciso um mínimo de planejamento e de preparação por todos os membros, tornando-se assim, as reuniões ricas e proveitosas. A simplicidade é nota dominante no trabalho dos grupos. Na reunião, é a opinião formada na experiência vivida e exposta com as mesmas palavras simples de cada um costuma usar no seu dia a dia. Esta simplicidade, não prejudicará a seriedade e a profundidade na abordagem dos temas escolhidos. Há despreocupação quanto à censura, pois é como ele a vê.

PROCESSO
O processo utilizado para dinamizar as reuniões, é o participativo, libertador e transformador da sociedade, cabendo a cada membro colocar a serviço do grupo, todos os seus dons. É o transmitir e receber conteúdo, através de método dialogal, onde todos terão voz e vez e onde não há professor nem aluno. A sabedoria é a vivencia. É a cultura que brota do saber de cada um. É o respeito pela palavra do outro. Todos têm problemas, mas longe de ser objeto de lamentações, é tudo de profunda reflexão o transformar esta vivencia amarga, numa experiência positiva. Alargar seus próprios horizontes, e possibilitar o contato direto com os problemas do mundo, se torna questionamento constante, aberto, pronto a revisar suas idéias e a se auto-indagar.

O QUE PROMOVE
A cada três anos, o Movimento Familiar Cristão, realiza um encontro nacional – ENA e a cada quatro anos, um Encontro Latino – Americano – ELA. São momentos fortes onde toda a base se prepara estudando, refletindo para a realização destes grandes eventos. Neles, se avaliam os trabalhos realizados, são pesquisados novos caminhos que se abrem as famílias e estudam-se as realidades do mundo em contínua transformação.

FAMÍLIA
Abre a família para a compreensão dos grandes problemas sociais da modernidade, levando-a a se preocupar mais responsavelmente, pela promoção global de todas as famílias especialmente as mais carentes, as mais incompletas, as famílias incompletas pelo abandono do lar ou pela viuvez, ou aquelas marcadas pela marginalidade, pela doença e pela ignorância. Educa os pais para a educação dos filhos.

O QUE REALIZA
O MFC desenvolve muitas atividades de promoção familiar e social, com a participação dos membros de suas equipes: as muito conhecidas são as de preparação ao casamento, os cursos e encontros de casais, debates com pais ou com alunos, nas escolas: a manutenção de instrumentos e centros de orientação conjugal e familiar, além de desenvolver trabalhos com menores carentes.

COMPROMISSO
O MFC está comprometido na construção de uma sociedade mais justa, que permita às famílias realizarem plenamente suas funções humanizadoras e evangelizadoras, por isso, quer a elaboração e crescente aprimoramento de uma política social familiar que responda às suas necessidades básicas de educação, saúde, habitação e lazer.

O MFC COLABORA
Com a pastoral familiar da CNBB, no Brasil e em toda América Latina, com o CNL – Conselho Nacional de Leigos e, em geral com a pastoral familiar nas Paróquias.

MANUTENÇÃO
O MFC é mantido por seus membros, em cada cidade realiza campanhas para levantamento de recursos que permitam custear os grandes programas nacionais: encontros, simpósios, seminários e demais atividades do MFC no Brasil.

COMO PARTICIPAR
Se você deseja ingressar no Movimento Familiar Cristão, basta procurar a direção deste Movimento na sua cidade, caso não consiga localizá-lo, comunique através do Site do MFC http://www.mfc.org.br e/ou http://mfcbrasilnoticias.blogspot.com e receberá instruções como proceder para encontrar o núcleo de mais fácil contato.

A COORDENAÇÃO A SERVIÇO DA COMUNIDADE O MFC POSSUI:
CONDIN - Conselho Diretor Nacional, composto de um colegiado com representação nas cincos regiões, para atender todo o Brasil, que se chama CONDIR  - Conselho Diretor Regional. São eles:

CONDIR NORTE – Conselho Diretor Norte.
CONDIR NORDESTE – Conselho Diretor Nordeste.
CONDIR CENTRO-OESTE – Conselho Diretor Centro Oeste.
CONDIR SUDESTE – Conselho Diretor Sudeste.
CONDIR SUL – Conselho Diretor Sul.

SECRETARIADO NACIONAL
SENFOR: Secretariado Nacional de Formação.
SENFIN: Secretariado Nacional de Finanças.
SENCOM: Secretariado Nacional de Comunicação.
SENPREC: Secretariado Nacional de Preparação ao Casamento.
SENEN: Secretariado Nacional de Expansão e Nucleação.
SENAPS: Secretariado Nacional de Ação Política e Social.
SENJOV: Secretariado Nacional de Jovens.
AGLA - Assembléia Geral latino-americana –de quatro em quatro anos.
AGN - Assembléia Geral Nacional – de três em três anos e acontece logo após o encerramento do ENA.
ELA - Encontro Latino Americano – de três em ter anos.
ENA - Encontro Nacional: ENA – Acontece de três em três anos, o ultimo aconteceu em julho de 2010 na cidade de Vila Velha (ES), e o próximo acontecerá em julho de 2013, em Vitória da Conquista (BA).
IBRAF - Instituto Brasileiro da Família.

SEU SER, NATUREZA E OBJETIVO
Movimento de Igreja, de âmbito latino-americano, “constituído por livre eleição dos leigos e dirigido por seu prudente juízo”. (A. A. nº 24)

Visa à evangelização e promoção da família e seus valores humanos e cristãos para que possa cumprir a sua missão de formadora de pessoas, educadora na fé e promotora do bem comum.

CARISMA
Original: Valorização do amor conjugal, a construção de famílias mais felizes para que o mundo seja melhor.

Hoje: Preparar famílias para o compromisso cristão de construção de um mundo mais justo e solidário no qual todas as famílias possam se humanizar e cumprir a sua missão.

EXPRESSÕES DO CARISMA
Famílias comprometidas com a salvação da sociedade.
Famílias integradas no processo de mudanças sociais em favor da justiça.
Famílias Igrejas-Domésticas, como coração do Povo de Deus.
Famílias conscientizadas e críticas frente a ideologias políticas.

ABERTURA DO CONCEITO DE FAMÍLIA
Famílias que se reconhecem incompletas, imperfeitas, sejam na vivência do amor, no serviço aos outros, na falta de fé, na ausência ou debilidade da dimensão sacramental da união conjugal...
portanto famílias incapazes de discriminar outras por imperfeições de qualquer natureza.

MFC ABERTO À PARTICIPAÇÃO DE TODAS AS PESSOAS E FAMÍLIAS
Famílias que buscam viver o amor entre seus membros, no serviço aos outros, com seus valores e imperfeições, independentemente da natureza do vínculo matrimonial.

Pessoas solteiras, jovens ou adultos, viúvas, divorciadas, em sintonia com os objetivos e carisma do Movimento.

ESPIRITUALIDADE CONJUGAL
O casamento é uma realidade humana e na visão cristã um sacramento.

Sacramento, se a união conjugal é fundada no amor que toma como modelo o amor de Deus: gratuito, fiel, humanizador, de doação ao outro...

O amor humano é, portanto, a expressão central da espiritualidade conjugal.

FAMÍLIA CONDICIONADA PELA SOCIEDADE
O MFC reconhece que a família é condicionada por pressões sociais desagregadoras ou condições de vida que a desumanizam e impedem a plena realização de suas funções Para construir famílias é preciso portanto reconstruir uma sociedade que as desagrega.

SOCIEDADE QUE SE TRANSFORMA PELA AÇÃO DAS FAMÍLIAS
Famílias conscientizadas sobre a realidade social que as condicionam Famílias que assumem sua missão profética de anunciar um modelo de sociedade justa, fraterna e solidária Famílias comprometidas com a denúncia profética de toda forma de injustiça social.

MFC: três palavras
Movimento: ativo, profético, a caminho, nunca um corpo estático, inerte.

Familiar: congrega famílias e seus membros e os formam para serem agentes de transformação.

Cristão: transformação orientada à edificação do Reino de Deus: uma sociedade justa, solidária e igualitária.

SUA VIDA
A VIDA DO MFC
Movimento de pequenas comunidades familiares cristãs – casais e pessoas solteiras, viúvas, divorciadas, jovens e adultas, recasadas... em sintonia com o carisma do MFC.

Comunidades que se encontram para criar laços afetivos, formar-se humanamente e na fé, para assumir ações transformadoras da sociedade.

O PROCESSO PEDAGÓGICO
A formação se desenvolve em reuniões do grupo, com apoio de temários ou a partir do ver a realidade que o cerca e julgá-la à luz da fé e das ciências humanas, para descobrir como agir na solução dos problemas identificados.

O processo cria laços entre seus membros e leva a ações conjuntas.

CRESCIMENTO HUMANO E NA FÉ.

Na partida, há um grupo ainda não plenamente integrado Logo se consolida numa equipe-base, com um projeto comum de formação e de ação conjunta, vivendo o processo pedagógico de crescimento na maturidade, a equipe-base evolui para ser uma verdadeira comunidade familiar unida por fortes laços afetivos.

ATRAÇÃO PARA A EXPANSÃO
Convites cordiais a pessoas e famílias para integrarem-se ao processo, encontros de famílias, de casais, de jovens, com metodologia participativa apropriada, motivando à integração.

Atividades com jovens e encontros ou cursos de preparação ao casamento, incentivando à continuidade da formação, em grupos ou equipes-base.

METODOLOGIA
Reuniões de equipes-base e diversos tipos de encontros e atividades de formação com emprego de metodologias participativas, todos os envolvidos sendo motivados a uma troca construtiva de conhecimentos, de experiências de vida, construindo juntos um novo saber enriquecido.

FORMAÇÃO
Centrada no processo pedagógico vivido nas equipes e comunidades, nas reuniões e convivência solidária, onde se reflete e se trocam experiências de vida familiar e social à luz do evangelho complementada por cursos de formação humana e cristã para uma fé adulta, suprindo deficiências de escolaridade, educação e catequese.

SUA AÇÃO
AÇÕES COLETIVAS DAS COMUNIDADES E DO MFC

Conscientização através de programas de debates, painéis, cine-fóruns...

Profetismo: anúncio de um novo mundo possível e denúncia de toda forma de injustiça.

Programas assistenciais, promocionais de pessoas e famílias.

Ações políticas suprapartidárias.

RECURSOS DE APOIO À FORMAÇÃO: editoria de publicações
Temários de reuniões de grupos, equipes-base e comunidades familiares.

Revista “Fato e Razão” para formação, conscientização e apoio às reuniões.

Publicações, vídeos e material didático para a preparação ao casamento, encontros de famílias, casais, jovens...

MFC EM TODAS AS REGIÕES DO BRASIL
O Movimento Familiar Cristão está presente nos seguintes Estados:

CENTRO OESTE – Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
NORDESTE – Alagoas, Bahia, Ceará e Sergipe
NORTE – Amapá, Amazonas, Maranhão e Pará
SUDESTE - Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo

SUL – Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina