domingo, 16 de janeiro de 2011

A GLOBO E A DESAGREGAÇÃO FAMILIAR

 
A foto é da cena do personagem Fred abraçando sua mãe
A Rede Globo, que desde que nasceu, fomenta e incentiva nas suas novelescas histórias a desagregação familiar, anuncia que nesta segunda-feira, 17, nasce mais uma novela. E, para não fugir à regra, a briga é outra vez entre irmãos e o pai.

Entra ano e sai ano, escritores e dirigentes globais acham que o verdadeiro filão da emissora não é a criatividade, nem ensinar bons modos ao povo, através das suas histórias, mas sim, fixar os enredos em tramas diabólicas de mãe contra filhos, filhos contra o pai, marido contra esposa, irmão contra irmão e por aí.

Em Passione, uma avó queria apresentar a neta, menor de idade, para ser vendida e “desvirginada” como moeda de troca da velha. Um absurdo, que só não foi adiante, provavelmente por intervenção de autoridades ligadas à família, infância e adolescência.

E há quem diga que as novelas brasileiras são um retrato do que o povo pensa e faz. Patavinas!

Não conheço uma só família que prega a desunião familiar da forma que a Globo apresenta nos seus roteiros podres!

Pasmem, nesta foto, avó e neta se estapeiam na prisão. Impressionante o silencio das instituições como igrejas, a Secretaria Nacional de Direitos Humanos, o Poder Judiciário, psicólogos e tantos outros. Por que silenciam? Só por que é a poderosa Globo?
  
Tudo bem que temas importantes, como as drogas, o respeito aos idosos com exposição da discriminação, a inserção social de homossexuais é muito bemvinda.

O que não se concebe é a trama diabólica que mostra destruição completa de lares nas suas histórias.

Como a maioria da população, especialmente a mais humilde, faz do sofá da sala em frente a TV o seu compromisso obrigatória de segunda à sábado, das 18 às 21h, bem que poderiam ensinar bons modos, ser mais nacionalista, educativo, sem depreciar e ridicularizar dessa forma a família brasileira.

E para piorar, a Globo vem soltando uma vinheta de que suas histórias são o espelho do que a nação pensa, que é exemplo de sociabilidade e serviço à nação.

LITÚRGIA DO 2º DOMINGO DO TEMPO COMUM

Neste segundo Domingo do Tempo Comum João nos apresenta o Cordeiro de Deus: aquele que tira o pecado do mundo. É interessante observar com que frequência esse título aparece na celebração eucarística. Ele, o Cordeiro de Deus, tira de nós o pecado para viver em nós; ele é o Servo de Deus. O Cordeiro Pascal é o Pão da Vida. O Pão e o Cordeiro identificam-se na simbologia da celebração eucarística. São o alimento sólido que sustenta a vida.

2º Domingo do Tempo Comum
“O Cordeiro DE DEUS”
1ª Leitura: Isaías 49, 3.5-6
Salmo: 39
2ª Leitura: Carta de São Paulo aos Coríntios 1, 1-3
Evangelho: João 1, 29-34
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EVANGELHO - João 1, 29-34
No dia seguinte, João viu Jesus vindo na direção dele e disse:

- Aí está o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo! Eu estava falando a respeito dele quando disse: "Depois de mim vem um homem que é mais importante do que eu, pois antes de eu nascer ele já existia." Eu mesmo não sabia quem ele era, mas vim, batizando com água para que o povo de Israel saiba quem ele é.

João continuou:

- Eu vi o Espírito descer do céu como uma pomba e parar sobre ele. Eu não sabia quem ele era, mas Deus, que me mandou batizar com água, me disse:

"Você vai ver o Espírito descer e parar sobre um homem. Esse é quem batiza com o Espírito Santo." E eu vi isso e por esse motivo tenho declarado que ele é o Filho de Deus.

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
Dois temas importantes aparecem no texto de hoje: um, “tirar o pecado do mundo”; o outro, “batizar no Espírito Santo”. Jesus elimina o pecado do mundo com sua morte na cruz, e batiza no Espírito Santo, por sua ressurreição.

No evangelho de João não encontramos a narrativa do batismo de Jesus. Tal referência limita-se ao testemunho de João Batista: "Eu vi o Espírito descer do céu. e permanecer sobre ele. é ele quem batiza com o Espírito Santo.

Eu vi e dou testemunho: ele é o Filho de Deus!". Ao escrever seu evangelho, João faz dois relatos teológicos básicos: da preexistência e da filiação divina de Jesus. Estes dois temas, presentes no Prólogo (Jo 1,1-18), reaparecem aqui, na fala de João Batista: ". antes de mim ele já existia.", "ele é o Filho de Deus."; e, ao longo do evangelho, desenvolvem-se na seguinte linha dinâmica: o Filho, descido do céu, se faz carne, vive conosco e volta ao Pai, abrindo caminho para nosso ingresso na casa de Deus.

Em todo o evangelho, Jesus é apresentado como Filho de Deus, não como filho de Davi. A alusão ao "cordeiro de Deus", quando João Batista apresenta Jesus, remete ao cordeiro sacrifical abundantemente mencionado em Levítico, e também em Isaías 53,7, no quarto canto do Servo. Vê-se aí a prefiguração simbólica da morte de Jesus, inocente, nas mãos dos sacerdotes que procuram preservar o poder.

O próprio João afirma que não conhecia Jesus. Porém, com o seu batismo na água, simbolizando o apelo em favor da conversão à prática da justiça que supera o pecado, abria caminho para Jesus, que com seu Espírito liberta a todos da morte, dando acesso às portas da vida eterna em Deus.

O Espírito sobre Jesus é a confirmação da sua divindade e da divinização de toda a humanidade nele assumida, em todos seus valores e em toda sua dignidade, pela própria humanidade de Jesus. Este é o sentido da encarnação: assumir os valores humanos, resgatando a dignidade humana e elevando-a à condição de filiação divina. Nesse sentido, Jesus assume o batismo de João.

Os evangelistas, em seus evangelhos, procuram projetar a figura de Jesus a partir das exaltações atribuídas a João Batista: "Vem aquele que é mais forte do que eu, do qual não sou digno de desatar a correia das sandálias.". Com isso procuravam, em seu tempo, atrair os discípulos de João Batista, que seguiam de maneira autônoma ao movimento de Jesus.

Com bastante certeza, pode-se entender que João Batista não tinha percepção da profundidade da missão de Jesus, o que os próprios discípulos de Jesus tiveram, também, dificuldade de entender até o fim de seu ministério. João Batista tem uma atuação fundamental no projeto de Deus realizado em Jesus. O seu batismo tinha características originais, e sua proclamação foi tão marcante que o tornou conhecido como "o Batista".

Enquanto as abluções rituais de purificação com água, tradicionais entre os judeus, eram repetidas com frequência, o mergulho nas águas do batismo, com João, era feito uma única vez e tinha o sentido de sinalizar uma mudança de vida, para um compromisso perene com a prática da justiça que remove o pecado e fortalece a vida.

Jesus assume a proclamação de João dando-lhe novo sentido de atualidade e eternidade, identificando-a com o projeto de Deus de conferir vida plena e eterna à humanidade. A libertação dos pecados não se dá pelos sacrifícios cultuais sangrentos, mas pelo amor e pela prática da justiça, para que todos tenham vida plenamente.

Na Eucaristia, um pouco antes de comungar, rezamos: Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo. Vamos refletir: O que significa esta oração em nossa vida? Será que vamos sempre ao encontro do Cordeiro de Deus?

ORAÇÃO
Pai, tu enviaste Jesus com a missão de nos introduzir no Reino da fraternidade. Dá-me a graça de reconhecê-lo e fazer-me seguidor dele.

HOJE, 70ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

sábado, 15 de janeiro de 2011

ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP: ACONTECE A PRIMEIRA REUNIÃO

Formado por casais de diversos Grupos de Base do MFC - MOVIMENTO FAMILIAR CRISTÃO DE MACEIÓ, o ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP se reuniu na ultima quinta-feira (13) na residência do casal Vamberto e Marly (Grupo Amizade).

O ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP é um grupo de mefecistas maceioenses exclusivo para viagens internacionais que acontecerá uma vez a cada ano, com estatuto, regimento, camisas padronizadas e com reunião/jantar uma vez por mês, sempre na casa de um membro diferente.

São fundadores do ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP os casais mefecistas James e Fátima (Grupo Mãos Dadas), Vamberto e Marly (Grupo Amizade), Rainey e Anamaria (Grupo Genezaré), Miguel e Patrícia (Grupo Renovação), Helion e Verônica (Grupo Amizade), Ermir e Sandra (Grupo Amizade), Antonino e Wilza (Grupo Amizade) e os amigos Ricardo e Graça.

Nesta primeira reunião os participantes do o ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP, individualmente, fizeram uma avaliação pessoal da viagem realizada ao Chile, decidiram pela participação dos casais Luiz e Ângela (Grupo Amizade) e Sexta e Luciana (Grupo Luz) como integrantes titulares do ITG. Aprovaram como suplentes do ITG os casais (1º) Miltinho e Val (Grupo Irmãos na Fé), (2º) Paulo e Teresa (Grupo Irmãos na Fé), (3º) Fiel e Claudete (Grupo Amigos para Sempre), (4º) Mauricio e Luciana (Grupo Amigos para Sempre) e (5º) Gilson e Nana (Grupo Mãos Dadas), que será convocado na impossibilidade do titular viajar.

O Grupo decidiu que próxima viagem do ITG - INTERNATIONAL TRAVEL GROUP será para Buenos Aires e Bariloche, na Argentina, em agosto de 2011 e elegeram a primeira diretoria que tem o casal Miguel e Patrícia na coordenação, Ermir e Sandra na vice-coordenação, Helion e Verônica na secretaria, Rainey e Anamaria na coordenação de relações exteriores e James e Fátima na coordenação responsável pela espiritualidade.

Após a reunião, os participantes do ITG saborearam uma deliciosa “Paella”, um prato à base de arroz e frutos do mar, típico da gastronomia espanhola, preparado por Marly durante a reunião, no mesmo ambiente.

A próxima reunião acontecerá na residência de praia do casal James e Fátima, dia 12 de fevereiro, na Barra de São Miguel.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

CRIANÇA PRECISA SER AVALIADA POR FONOAUDIOLOGO

SAIBA COMO AJUDAR AS VÍTIMAS DAS CHUVAS NO RJ

Diante do momento preocupante que vive a Região Serrana do Rio de Janeiro, muitos têm se mobilizado para ajudar os desabrigados pelas enchentes e deslizamentos, decorrentes das fortes chuvas que começaram no domingo, 9. São mais de 500 mortes confirmadas pelo balanço divulgado pelas prefeituras, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.

A CNBB lançou, na quinta-feira, 12, a Campanha SOS SUDESTE”, com o objetivo de arrecadar dinheiro que será doado às regiões atingidas pelas chuvas. Dom Demétrio Valentini sugere que no dia 30 de janeiro, todas as dioceses façam uma coleta em favor das vítimas das chuvas. Da mesma forma, o cardeal arcebispo de São Paulo (SP), dom Odilo Pedro Scherer, deu início à campanha “Apelo à solidariedade em favor das vítimas da catástrofe na Região Serrana do Rio de Janeiro”. As ajudas serão encaminhadas às dioceses de Petrópolis e Nova Friburgo, localizadas nas áreas atingidas pela tragédia em questão.

O arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, na quinta-feira, 13, salientou que as dioceses de Petrópolis e Nova Friburgo, estão se mobilizando para atender as vítimas das chuvas. A arquidiocese do Rio já enviou R$ 20 mil para as dioceses de Nova Friburgo e Petrópolis e uma tonelada de roupas para Teresópolis.

O vigário geral da diocese de Petrópolis, monsenhor Paulo Daher, disse que os 60 párocos das 44 paróquias da diocese – que abrange o município de Teresópolis – estão mobilizados para acolher desabrigados e disponibilizar espaços nas igrejas para recepção de corpos.

Os itens de maior necessidade são: água mineral, alimentos de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), leite em pó, colchões, roupa de cama e de banho e cobertores.

Qualquer pessoa poderá doar qualquer valor para ajudar os desabrigados da região Sudeste nas seguintes contas:

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL (CEF)
Agência 1041 – OP. 003
Conta Corrente 1490-8

Ou

BANCO DO BRASIL
Agência 3475-4
Conta Corrente 32.000-5

QUANDO CHEGAR O FIM - Artigo de Rainey Marinho

QUANDO CHEGAR O FIM
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Quando chega o fim é assim:
Ninguém sabe de onde vem, para onde ir e onde está,
Ninguém sabe, por onde passou, que caminho trilhou e nem ao certo se vai chegar.

Quando chega ao fim, é assim.
Tem gente que ri, tem gente que chora, tem gente que dá gargalhada, tem gente que implora,

tem gente que chora.

É assim quando se chega ao fim.
Tem gente que dúvida, tem gente que acredita, tem gente que bebe, tem gente até que reza; em nome de santo e da vida.

Pois, é assim quando chega ao fim.
Tem amor que sobra, tem amor que falta, tem compreensão, tem raiva, tem vazio, tem inércia, tem vontade de ir, tem súplica pra ficar.

Pois é assim quando se chega ao fim.
Tem um querer morrer, tem vontade de viver, tem uma ânsia de ser criança-menino ou velhinho quietinho, quietinho, dormindo.

Pois é assim quando se chega ao fim.
Tem quem se diz conhecer, tem não reconhecer, tem sonhos perdidos, tem pesadelos vividos, tem um não dar as mãos, tem um não olhar para frente, tem fazer-se demente,

Tem sentir-se sozinho.

Pois é assim quando se chega ao fim.

"Sem eira nem beira”, “sem pingo no i”, “sem ponto e sem nó”, sem destino - vazio.
Tem até, um excesso de cio ou simplesmente colo quente e querido.
Tem uma vontade de saber onde errou. Onde se perdeu. O que faltou?
Falamos: "Se Deus quis assim."
Que pelo menos não falte carinho e respeito aos destinos,

Pois deve ser assim, quando se chega ao fim...

Mas, buscando no peito a chama perdida, veremos em Deus nosso protetor, o destino da vida. O incondicional amigo fiel que não desampara nossas lutas no mundo, nosso lar, nossa casa.

Procure seu esposo(a)  segure a mão dele(a) e olhe profundo, bem além de seus olhos.  Perceba que ali não está um simples estranho, nem um transeunte, está quem decidiu ficar ao seu lado por toda a existência. Na saúde e na doença, nas terras mais esquecidas, na fortuna conquista ou na pobreza sofrida. De vocês vieram os frutos, a felicidade da vida.

Perceba que o fim não chegou, dê mais uma chance ao amor.

Que o possível fim, seja, somente um recomeço. Como a árvore sofre na poda, o sofrimento veio. Mas, depois com paciência, tolerância e carinho o tronco ficará mais forte que antes.

Pois Deus quer assim,

até quando se chegue ao fim.

Dedico essas palavras a um casal amigo.
Rainey

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

MISSA DE 7º DIA - CONVITE

Convidamos a família mefecista e a comunidade em geral para a MISSA DE 7º DIA de Dona MARIA DE NAZARÉ MORAES FERREIRA, mãe da mefecista Nazaré de Geraldo (Grupo Vida), que se realizará às 17 horas do domingo, dia 16 de janeiro, na Igreja de Santa Terezinha do Menino Jesus, no Conjunto José Tenório, Serraria.

Nazaré e Geraldo, agradecidos pelas mensagens de conforto espiritual recebidas pelo falecimento de Dona MARIA DE NAZARÉ MORAES FERREIRA, pedem que, elevemos nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

Nossos relacionamentos, nossas vivências, nossas atuações no MFC, geram um comportamento de afeição, de amor, de fraternidade e de simpatia, resultando nas nossas grandes amizades fixadas ao plano de Deus.
DAR À LUZ O PRÓPRIO CASAL

A primeira fecundidade do casal é sua própria criação
‘Construir-se a si mesmo’ parece um tanto paradoxal, pois “fecundidade” nos leva a pensar em outra coisa que não seja si-mesmo. Entretanto existe, sim, a experiência de auto-engendrar-se, especialmente expressa no encontro amoroso: Uma sensação intensa de viver uma relação nova e excepcional, onde o passado se dissipa e fica a força da presença. Este é o tempo embrionário do casal, que o vive como um momento de eternidade, com a ilusão de uma relação quase perfeita e já definitivamente conquistada. Entretanto, se este casal inicial traz dentro de si o casal de toda uma vida, saiba ele que este é apenas o início e importa delineá-lo, dia a dia, numa longa construção jamais totalmente acabada. É neste sentido que o casal é fecundo de si mesmo e que ele é vivo. Porque se, desde a origem, ele atingisse a perfeição, não lhe restaria senão morrer.

Que condições são necessárias  para levar a cabo este projeto de casal?
Podemos dizer que a primeira condição é a duração. Toda relação tem necessidade de duração para instalar-se e tomar consistência. A relação conjugal – diferentemente de relações mais parciais como as de trabalho, lazer, e mesmo de amizade e de família - engloba a totalidade de cada cônjuge, corpo e espírito; ela tem ainda mais necessidade de durar para se construir. Se você pensar um pouco, vai perceber que é justamente o fator tempo que vai permitir o crescimento do casal. Cada vez que alguém recomeça, com outra pessoa, retrocede à nidação do casal. 

Entretanto, responder às expectativas afetivas, fazer acontecer o prazer sexual, harmonizar as convicções morais e espirituais, é um projeto de tal envergadura que, se a duração é necessária, podemos afirmar que ela não é suficiente.

Um casal morto pode durar junto: Um casal morto é um casal que não se constrói mais, que renunciou a seu projeto comum, mas que pode assim mesmo coabitar.
           
Desejo, vontade e vigilância
O motor da construção do casal reside no desejo e na vontade de cada cônjuge de fazer nascer e crescer o seu casal, o “nós”. Pode-se construir algo até o fim, sem desejo e vontade? O desejo de tornar-se feliz junto com o cônjuge está ali, na origem do casal. Quanto à vontade, ela é necessária, porque certas escolhas amorosas se tornam quase impraticáveis na realidade cotidiana. Às vezes aquilo que é de um, destrói o do outro. Quando os parceiros constatam incompatibilidades, divergências e incompreensões, só o desejo não é suficiente para construir a felicidade, é preciso ter vontade e decisão de ficar juntos.

O desejo inicial morre porque já não há cuidado, ele passa a ser tratado como se tivesse sido adquirido para sempre. A vigilância deve circundar o desejo. Vigilância que nos proíbe de instalar-nos numa relação conjugal, por mais agradável e confortável que seja, sem estar atentos aos pequenos sinais discordantes; vigilância que nos força a nos interrogar sobre a qualidade de nossa comunicação verbal e corporal, sobre nossa capacidade de nos compreendermos nas diferenças, nos limites, nas dificuldades. Vigilância também no equilíbrio, frequentemente difícil, entre o investimento na vida conjugal e todos os outros investimentos profissionais, parentais, culturais. Vi tantos casais para os quais o “tempo de casal” ia se dissipando, agrilhoado por toda sorte de obrigações.

Poderíamos questionar seu desejo de estarem ainda juntos. Eles haviam esquecido de estar vigilantes. A vigilância repousa sobre uma consciência lúcida de nossas faltas recíprocas em estar à altura do projeto que nutre nossa felicidade.

Criatividade
“Meu marido é para mim mais que um desejo, é uma necessidade” - dizia uma jovem esposa, sem perceber o quanto este lado imperativo da necessidade truncava a evolução do casal. A necessidade não suporta a frustração. Ela quer sua resposta. E a resposta pode engendrar revolta e cólera. Será que podemos falar de amor em uma relação baseada na necessidade? Ela nos recorda, antes, a necessidade que o bebê tem de sua mãe. Se esta necessidade faz parte do início da vida, também é fundamental investir em outras relações totalmente gratuitas.  Devagar o casal aprenderá que a frustração não é a morte e que uma decepção pode abrir outras respostas possíveis.

Um casal que tem diante de si 20, 30, 60 anos de vida conjugal a construir, tem necessidade de ser um casal capaz de criatividade para provocar sua evolução. Para inovar na maneira de tornar-se feliz o casal deverá integrar a maturação de cada um, seu envelhecimento, seus tantos fatores de mutação... A felicidade está sempre para ser inventada, ela não é um dom como podemos sonhar.

Leitura Base: D. Balmelle, Revue Alliance

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

ANO NOVO, VIDA NOVA E DESAFIOS


ANO NOVO, VIDA NOVA E DESAFIOS

“Depende unicamente de você possuir-se e edificar-se, instante a instante. E ser no dia seguinte melhor do que no anterior e aprender a ter paz. Querendo você pode.” (Livro Sabedoria Todo Dia, de Lourival Lopes, Editora Otimismo)

É verdade sim, estamos a viver os primeiros dias do mês de janeiro de 2011. Já vivemos a primeira década do novo milênio. Observou como tudo passa tão rápido e quase não percebemos! Precisamos acreditar em nós e correr para dar um passo decisivo, em direção da paz que tanto almejamos.

É verdade sim, estamos vivendo um ano novo, que se nos apresenta vazio de realizações. Somente ao seu final é que poderemos avaliar se bom ou não. Tudo vai depender dos nossos sonhos sonhados e do planejamento que fizermos para realizá-los.

Acredito que tudo será possível com determinação e vontade de realizar, não permitindo que aborrecimentos, tristezas e desalentos nos vençam e enfraqueçam, principalmente porque cremos em uma vida nova, que nos foi oportunizada pelo nascimento de Jesus, o Filho de Deus, o Emanuel, que significa: Deus está conosco.

Assim, meus caríssimos amigos, se Deus está em cada um de nós pela fé, que imaginamos possuir, quem estará contra nós?

Observem que tudo depende de nós mesmos, pois Simeão, homem bom e piedoso, que esperava a salvação do povo de Israel, quando teve a oportunidade de pegar o menino no colo e louvar Deus, disse: - “Agora, Senhor, cumpriste a promessa que fizeste e já podes deixar este teu servo partir em paz.” (Lc 2, 22-35) – é quem nos transmite a convicção do Emanuel.

Também a profetisa Ana, viúva, e muito idosa, que vivia no pátio do Templo, adorando a Deus dia e noite, jejuando e fazendo orações, tão logo sentiu a presença de Jesus, ...“começou a louvar a Deus e a falar a respeito do menino para todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.” (Lc 2, 36-40).

Na verdade não é fácil a nossa passagem por este mundo, principalmente quando temos que encarar o bem e o mal, evitando a predominância deste último, para que tenhamos uma convivência harmoniosa e pacífica.

É pelo caminho do mal que vamos nos deparar com os nossos desafios e testar a nossa capacidade, que são os pecados capitais, os quais nos desviam do alvo correto e ético que buscamos, impossibilitando o nosso crescimento enquanto pessoa e filho de Deus.

Assim, neste início de ano, para termos uma vida nova, devemos estar atentos e preparados contra a ação da ira – sinônimo de raiva, cólera e agressividade exagerada; da gula – excesso no comer e beber, é engolir e não digerir; da inveja – desgosto ou pesar pelos bens do outro, dificuldade de admirar o próximo, sentimento de injustiça; do orgulho – sensação de ser o melhor entre todos, de ter a sua imagem inflada, aumentada, não correspondendo a realidade; da avareza – estar apegado a alguma coisa e ter medo que falte, percepção de escassez; da preguiça – ter aversão ao trabalho, ser negligente; e da luxúria – impulsividade desenfreada, prazer pelo excesso.

Para uma simples mensagem acredito que o recado foi dado, agora o mais importante é como vamos fazer a nossa caminhada, pois deve ser bem pensada e executada, tendo sempre em mira o nosso verdadeiro ideal de vida.

Sem ideal, sem luz, não haverá vida nova.

Tenhamos, todos, um maravilhoso ano novo e que Deus nos abençoe e guarde.

James e Fátima Medeiros
Coordenadores CONDIR/NORDESTE

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MFC MACEIÓ SE REÚNE HOJE COM COORDENADORES DE GRUPOS DE BASE

Hoje, a partir das 19 horas, a Equipe Cidade de Maceió do MFC - Movimento Familiar Cristão, estará reunida com todos os Coordenadores, Tesoureiros, Orientadores de Grupos de Base, Assessorias e demais mefecistas comprometidos com a caminhada, para a reunião mensal de CONSELHO DE CIDADE, no auditório da Sede do MFC (Rua Araújo Bivar, 580, Pajuçara – Rua do Estádio do CRB, prédio vizinho ao BPTran), com o objetivo de avaliar o desempenho do MFC e seus GRUPOS DE BASE, estabelecer metas e trocar informações referentes às atividades mefecistas no âmbito de Maceió.

A principal ação desenvolvida pelo MFC MACEIÓ é a intermediação, organização das ações e atividades dos Grupos de Base, sendo importante à troca de informações para que possa existir sucesso nas metas planejadas.

A presença do Coordenador, Tesoureiro ou Auxiliar de Grupo é fundamental para que o Grupo tenha voz e voto nas decisões do MFC MACEIÓ.

AS SEQUELAS DA INFIDELIDADE - REFLEXÃO DE DADO MOURA

AS SEQUELAS DA INFIDELIDADE

Sabemos que, na vivência da vida conjugal, nenhum dos cônjuges está completamente cego para as imperfeições do outro. Por maior que seja o tempo de vida em comum, os defeitos da pessoa com quem convivemos, assim como os nossos, sempre devem ser minimizados ou erradicados, a fim de favorecer um ambiente harmonioso em família. A graça de um relacionamento está na atitude do cônjuge de oferecer para o outro aquilo que ele tem de melhor.

A atração recíproca que nos faz permanecer no compromisso não está na dependência física de um para com o outro, nem no medo da solidão, tampouco nas cláusulas que regem as condições de um acordo nupcial. Ainda assim, a sensação de descontentamento dentro de um estado de vida pode acontecer e se tornar cada vez mais crônica quando as crises não são observadas com a atenção necessária ou quando a denúncia de algo que não esteja a contento por parte de um dos cônjuges é omitida. Em meio aos altos e baixos da vida a dois, o casal deixa, ao agir dessa forma, de trabalhar naquilo que tem se despontado como um problema.

Com o desprezo desses cuidados, facilmente os danos de um relacionamento conturbado começam a aparecer em constantes brigas, falta de atenção, descaso e negligência nas coisas que para o outro são importantes; e como consequência disso, o individualismo começa a esvaziar a comunhão da vida do casal e da família.

De modo silencioso, o distanciamento, somado às divergências de opinião, vai induzir a pessoa a acreditar que fez uma opção errada para sua vida e que as respostas para resolver as insatisfações na vida conjugal estão na tentativa de viver uma nova experiência sentimental, deixando para trás os anos de convivência familiar, e embarcando, assim, numa paixão fugaz de um caso amoroso.

Todavia, um relacionamento extraconjugal não envolve planos a longo prazo e podemos também notar que, nesse tipo de união, quase sempre as pessoas estão convictas da superficialidade da relação. Consequentemente o “affaire” se dissipará na mesma intensidade com que teve início. Por menor que seja a duração de um relacionamento superficial, em muitos casos, as dores provocadas pela traição podem ser mais profundas do que se possa imaginar.

Para a pessoa que foi abandonada, os sentimentos estarão sempre feridos; e como família, seus membros se comportam como células de um organismo vivo, desse modo, as sequelas da infidelidade não excluirão de seu alcance também os filhos.

A restauração de um relacionamento conjugal não se faz apenas com a volta física da pessoa ao lar ou com o sustento de suas necessidades. Antes, será necessário conhecer e eliminar os motivos que favoreceram as vias da traição.

Vale a pena considerar que a atitude de sair de casa para viver um relacionamento extraconjugal só necessita do consentimento de quem se abre para esse fim. Então, restabelecer os laços rompidos pela infidelidade deste será uma tarefa de difícil adaptação, exigindo muito mais daquele que foi traído. Recompor a família das dores provocadas pela traição e viver o resgate do relacionamento vai impor ao casal dedicação, perdão e tempo.

Mais que gostar da companhia do cônjuge ao nosso lado ou sentir falta das crianças, por exemplo, a beleza singular dos relacionamentos está na disposição de compartilhar vidas ao percebermos na outra pessoa a reciprocidade de todas as nossas manifestações de carinho e disposição para o compromisso em comum.

*Eduardo de Moura, conhecido como “Dado Moura” é casado, pai de 3 meninas, natural de Lorena-SP, atualmente exerce a função de “webwriting” do portal Canção Nova.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

COMUNICADO DE FALECIMENTO

Comunicamos com pesar o falecimento de Dona Maria de Nazaré Moraes Ferreira, mãe da mefecista Nazaré de Geraldo (Grupo Vida.)

Confiantes no amor de Deus e na certeza de que agora Dona Maria de Nazaré Moraes Ferreira está na graça do Pai, elevemos os nossos pensamentos, em comunhão com a família, orando pela sua alma, unidos no sentimento e na prece.

O sepultamento acontecerá às 17 horas desta segunda-feira, dia 10 de janeiro, no Campo Santo Parque das Flores, em Maceió (AL).

A Coordenação Estadual do Movimento Familiar Cristão em Alagoas expressa seus sentimentos a família enlutada nesse momento de dor e sofrimento, com a certeza que Deus a acolherá em sua maravilhosa graça.

DICAS ÚTEIS - ECONOMIZE ÁGUA E DINHEIRO


ECONOMIZE ÁGUA E DINHEIRO

Com o risco da escassez de água no futuro a preocupação em evitar o desperdício de água ficou redobrada. Para contribuir na economia desse recurso natural fundamental para nossa existência listamos algumas dicas:

ü  Ao escovar os dentes evite deixar a torneira aberta, abra somente quando for enxaguar. Faça o mesmo quando for fazer a barba ou lavar as mãos.

ü  Certifique-se da manutenção da válvula do vaso sanitário, evite dar descargas sem necessidade, e quando fizer aperte a válvula somente durante o tempo necessário.

ü  Evite banhos muito demorados, no máximo até 6 minutos seria o ideal, só ligue o chuveiro depois que estiver pronto para entrar no banho (sem roupa) e procure desligá-lo enquanto se ensaboa, isso pode economizar até 30 litros de água banho.

ü  Evite lavar roupa varias vezes por semana, espere que um bom volume se acumule, lavando a roupa da semana no menor numero de vezes possíveis (de preferência lave tudo de uma vez só).

ü  Enquanto lava as roupas na mão, deixe a torneira fechada enquanto ensaboa as roupas, deixe de molho em baldes ou bacias e abra somente quando for enxaguar.

ü  Não exagere em produtos como água sanitária, verifique sempre a recomendação da embalagem.

ü  Use a maquina de lavar sempre no volume máximo, reaproveite a água da máquina, para lavar o quintal, por exemplo.

ü  Quando for lavar verduras, deixe-as de molho na água e no vinagre por alguns minutos, depois lave.

ü  Ao lavar louça deixe os pratos, panelas de molho, e mantenha a torneira fechada na hora de ensaboar.

ü  Utilize detergentes e sabões biodegradáveis que não poluem os rios.

ü  Em caso de uso da “lava-louças” espere que a louça se acumule para utilizar a maquina no volume máximo.

ü  Ao lavar o carro use o balde com pano em vez de mangueira. Procure lavar menos o carro, principalmente na época de falta de chuvas.

ü  Não regue as plantas em excesso ou com mangueira. Use um balde ou um regador. Não regue nas horas mais quentes do dia ou quando estiver ventando muito para evitar a perda de água pela rápida evaporação. Molhe a base das plantas e não as folhas.

ü  Não use mangueira para limpar a calçada e sim uma vassoura. Quando necessário, use um balde no final da limpeza.

ü  Procure aproveitar a água das chuvas. Capte-a na saída das calhas. Use para regar o jardim ou limpar a casa.

ü  Em vez de cimentar todo o quintal, deixe um espaço para jardim e ajude a água da chuva a infiltrar-se na terra.

ü  Mantenha a caixa d`água limpa. Ela deve ser lavada pelo menos a cada 6 meses.

Seguindo essas dicas você contribui não só com a preservação de um bem muito precioso para o planeta como também auxilia na economia do seu dinheiro, reduzindo as contas de água.

domingo, 9 de janeiro de 2011

HOJE, 69ª MISSA DO MFC NO ALDEBARAN

LITÚRGIA DA MISSA DO BATISMO DO SENHOR

Hoje concluímos o ciclo do Natal e lembramos nossos compromissos de batizados. Portanto, devemos lembrar que Jesus é o servo fiel e o Filho amado do Pai. Com Jesus nos fazemos servos do Senhor a serviço da comunidade e responsáveis por construir uma sociedade justa, pois a pratica da caridade e da justiça será nosso diferencial diante de Deus. Assim, neste Domingo somos todos bem-vindos à celebração do Batismo de Jesus. Ao ser batizado, ele é proclamado Filho querido e amado de Deus e assume publicamente a missão recebida do Pai. A páscoa de Cristo se revela em todos os batizados conscientes da missão que receberam de Deus.

Batismo do Senhor
1ª Leitura: Isaías 42,1-4.6-7
Salmo: 28
2ª Leitura: Atos dos Apóstolos 10, 34-38
Evangelho: Mateus 3, 13-17
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EVANGELHO - Mateus 3,13-17
Naqueles dias, Jesus foi da Galiléia até o rio Jordão a fim de ser batizado por João Batista. Mas João tentou convencê-lo a mudar de idéia, dizendo assim:

- Eu é que preciso ser batizado por você, e você está querendo que eu o batize?
Mas Jesus respondeu:

- Deixe que seja assim agora, pois é dessa maneira que faremos tudo o que Deus quer.

E João concordou.

Logo que foi batizado, Jesus saiu da água. O céu se abriu, e Jesus viu o Espírito de Deus descer como uma pomba e pousar sobre ele. E do céu veio uma voz, que disse:

- Este é o meu Filho querido, que me dá muita alegria!

Palavra da Salvação – Glória a vós, Senhor.

HOMILIA PROF. DIÁCONO MIGUEL A. TEODORO
Com toda clareza, constata-se nos quatro evangelhos que o ministério de Jesus tem início a partir do seu batismo por João Batista. Evidencia-se assim a importância de João Batista no projeto de Deus, ao assumir em plenitude sua humanidade a partir da encarnação de Cristo.

Lucas realça essa importância quando, em seu evangelho, faz um paralelo entre o anúncio da concepção e nascimento de João Batista e de Jesus. Jesus, reconhecendo a autenticidade do anúncio de João Batista, abandona sua rotina de vida em Nazaré da Galiléia e vai ao encontro de João na região do além-Jordão para receber o batismo.

Mateus também ressalta o encontro de Jesus e João. Porém, em outras palavras, o evangelista quer nos mostrar que Jesus é o Servo fiel e o Filho amado do Pai.

A partir desse encontro, começa a formar seu próprio discipulado dentre os discípulos de João para, a seguir, iniciar o próprio ministério, assumindo elementos do anúncio de João Batista. O batismo de João é mencionado onze vezes no Segundo Testamento, sempre com acento no seu caráter de fundamento ao ministério de Jesus.

Os evangelhos citam que mesmo Jesus, quando questionado pelas autoridades do Templo, dá a entender que o batismo de João é do céu.

Em Atos dos Apóstolos, no momento da escolha do sucessor de Judas, Pedro estabelece o critério básico para ser apóstolo: "É necessário, pois, que, dentre estes homens que nos acompanharam todo o tempo em que o Senhor Jesus viveu em nosso meio, a começar do batismo de João até o dia em que foi arrancado dentre nós, um destes se torne conosco testemunha da sua ressurreição" (At 1,21-22). Também em sua fala, em casa de Cornélio, Pedro faz alusão ao começo do ministério de Jesus na Galiléia depois de ser batizado por João, conforme se lê em At 10,37-38.

Vejam: João Batista anunciava a conversão à prática da justiça como caminho para remover o pecado do mundo. A aspiração a uma realidade de justiça e paz já está presente em alguns textos do Primeiro Testamento, quando o povo vivia oprimido e explorado primeiro pelas cortes reais e, depois, pelas elites religiosas sediadas no Templo de Jerusalém.

No texto do "servo" de Isaías, conforme lemos na primeira leitura, encontramos o sonho de consolidação do direito e da justiça. Ao pedir o batismo de João, Jesus diz que "é assim que devemos cumprir toda a justiça!".

Depois de ser batizado, o seu gesto é confirmado pelo Espírito Santo e pelo Pai, com a proclamação: "Este é o meu Filho amado; nele está meu pleno agrado". Jesus, assumindo e renovando a mensagem de João Batista, declara a conversão com a prática efetiva da justiça como vontade do Pai e como bem-aventurança pela qual se entra em comunhão de vida eterna com Deus.

Posteriormente, Pedro, fiel ao Mestre, afirma, ainda em casa de Cornélio: "Estou compreendendo que Deus não faz discriminação entre as pessoas. Pelo contrário, ele aceita quem o teme e pratica a justiça, qualquer que seja a nação a que pertença".

Esta é a verdadeira perspectiva universalista, em que todo aquele que se empenha na luta pela justiça, cultivando a vida, é agradável a Deus e entra em comunhão com ele, em qualqer época, povo ou nação.

ORAÇÃO
Pai ensina-me a cumprir toda a justiça, a exemplo de Jesus, fazendo-me solidário com quem se afastou de ti e precisa novamente encontrar-te.